Promessa aos perseguidos (2Ts 1:1-12)

Lições da Bíblia.

“Por isso, também não cessamos de orar por vós, para que o nosso Deus vos torne dignos da Sua vocação e cumpra com poder todo propósito de bondade e obra de fé” (2Ts 1:11).

“Pensamento-chave: A segunda vinda de Jesus é o clímax de toda esperança cristã.”

“Conceito-chave para o crescimento espiritual: Ao longo de todas as eras da história terrena, a certeza da volta de Cristo para resgatar Seus seguidores e punir os ímpios tem trazido encorajamento e esperança aos cristãos em tempos de dificuldade.”

“Visto que a comunicação era tão demorada, quando os membros de uma igreja quisessem falar com Paulo, tinham que localizá-lo e enviar uma mensagem para ele, o que nem sempre era um processo fácil, com certeza. Uma vez que o contato fosse finalmente feito, o apóstolo ditava uma resposta e a enviava em mãos para a igreja. O processo podia levar meses. Enquanto isso, falsas crenças tinham tempo de se desenvolver e se espalhar.”

“Isso parece ter acontecido em Tessalônica, onde novos problemas surgiram na igreja. Esses problemas podem até ter aumentado devido à aplicação errada do que Paulo havia escrito na primeira carta. A segunda carta aos Tessalonicenses foi a tentativa de ajudar a corrigir a situação.”

“Na lição desta semana, as palavras de Paulo se resumem ao seguinte: na segunda vinda de Jesus, os crentes serão resgatados pela intervenção espetacular de Deus em Cristo. Essa passagem provê mais informações sobre a natureza de Sua vinda.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – sábado 08 de setembro de 2012. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

“Onde está a promessa da Sua vinda?”

Lições da Bíblia.

“Desde os primeiros dias da Igreja Adventista do Sétimo Dia, seus membros acreditaram que a vinda de Cristo estava próxima, ‘mais próxima do que quando haviam acreditado no princípio’. Na atual situação, ainda estamos aqui, por muito mais tempo do que muitos entre nós havíamos esperado. Como devemos entender essa ‘demora’?”

“Em primeiro lugar, não somos os únicos que não tiveram suas expectativas cumpridas em relação ao tempo em que o Senhor agiria.”

“Eva, por exemplo, pensava que as promessas de Deus de um Libertador (Gn 3:15) seriam cumpridas em seu filho primogênito. Leia Gênesis 4:1 [‘Coabitou o homem com Eva, sua mulher. Esta concebeu e deu à luz a Caim; então, disse: Adquiri um varão com o auxílio do SENHOR.’]. Uma tradução exata desse texto deve ter a palavra ‘do’ em itálico, porque não está no idioma original, mas foi adicionada por um tradutor. A declaração de Eva pode ser traduzida de maneira mais literal: ‘Adquiri um varão – o Senhor.’ Ela estava errada. O filho nascido foi Caim, e não o Redentor. A vinda do Senhor não ocorreu senão centenas de anos mais tarde.”

“A vinda do Salvador foi predita no Éden. Quando Adão e Eva ouviram pela primeira vez a promessa, aguardavam-lhe o pronto cumprimento. Saudaram alegremente seu primogênito, na esperança de que fosse ele o Libertador. Mas o cumprimento da promessa demorava. Aqueles que primeiro a receberam, morreram sem o ver. Desde os dias de Enoque, a promessa foi repetida por meio de patriarcas e profetas, mantendo viva a esperança de Seu aparecimento, e todavia Ele não vinha” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 31).

“5. Qual é o assunto principal de Hebreus 11? Como isso se encaixa na questão da ‘demora’? Veja especialmente os versos 13, 39 e 40”. Todos estes morreram na fé, sem ter obtido as promessas; vendo-as, porém, de longe, e saudando-as, e confessando que eram estrangeiros e peregrinos sobre a terra.” (Heb. 11:13). “Ora, todos estes que obtiveram bom testemunho por sua fé não obtiveram, contudo, a concretização da promessa, por haver Deus provido coisa superior a nosso respeito, para que eles, sem nós, não fossem aperfeiçoados.” (Heb. 11:39-40). “Fé no cumprimento da promessa de bençãos nesta Terra e de receber a nova Terra e a vida eterna.”

“Em toda a Bíblia, temos exemplos de pessoas esperando com ardente expectativa. Considere quanto tempo Abraão esperou pelo filho prometido e quanto tempo Israel aguardou a libertação no Egito. Repetidamente, nos Salmos, lemos a pergunta: ‘Até quando’ Senhor, até que venha a libertação? E, claro, não devemos ficar surpresos com a ‘demora’ da vinda de Cristo, porque Pedro escreveu, quase dois mil anos atrás, as seguintes palavras: ‘Antes de tudo saibam que, nos últimos dias, surgirão escarnecedores zombando e seguindo suas próprias paixões. Eles dirão:’ ‘O que houve com a promessa da Sua vinda? Desde que os antepassados morreram, tudo continua como desde o princípio da criação’ (2Pe 3:3, 4, NVI).”

“Você pensa que o Senhor já deveria ter voltado? Você às vezes se desanima por causa da ‘demora’, ou até duvida do segundo advento de Jesus, pelo fato de que ainda estamos aqui? Pense em todas as evidências que você tem para crer na vinda de Cristo, percebendo também que, como ser finito, você compreende o tempo de maneira radicalmente diferente da maneira divina.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – quarta-feira 28 de março de 2012. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Promessa e expectativa

Lições da Bíblia.

“Visto que ‘as últimas coisas’ se centralizam em torno do estabelecimento do reino de Deus, dar atenção às ‘últimas coisas’ sempre foi uma preocupação fundamental para a Igreja Adventista do Sétimo Dia. Tanto que chamamos a atenção para o fim dos tempos em nosso nome: Adventistas do Sétimo Dia. O próprio nome aponta para nossa crença no segundo advento de Jesus.”

“2. Como Pedro expressa essa esperança? Por que essa esperança é tão importante para nossas crenças? Sem ela, resta alguma esperança verdadeira?” “Nós, porém, segundo a sua promessa, esperamos novos céus e nova terra, nos quais habita justiça.” (2 Ped. 3:13). ”Esperamos novos céus e nova Terra, onde habita justiça; essa esperança dá sentido à vida e à religião; sem essa esperança nada valeria a pena em nossa história.”

“Muitas vezes, somos decepcionados pelas nossas expectativas e esperanças humanas. Muitas vezes elas falham porque não podemos controlar os eventos futuros. Frequentemente nossas esperanças mais ardentes não se cumprem. Não podemos controlar o futuro, por mais que nos esforcemos para isso. Os seres humanos são confrontados com possibilidades e probabilidades. Todos os nossos planos são incertos. O desdobramento da história é complicado, incalculável e sujeito a muitos fatores variados que nos impedem de confiar em nossas decisões a respeito do futuro. Essa incerteza nos leva à ansiedade.”

“Mas os escritores bíblicos asseguram que não precisamos nos desesperar. O Senhor está no controle, e temos a promessa de Sua vinda e do que Ele fará naquele dia.”

“3. Que esperança e certeza encontramos na Bíblia? Que ênfases diferentes aparecem nas promessas da Palavra de Deus?” “Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora, eu vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos lugar. E, quando eu for e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei para mim mesmo, para que, onde eu estou, estejais vós também.” (João 14:2-3). “Mas, nos dias destes reis, o Deus do céu suscitará um reino que não será jamais destruído; este reino não passará a outro povo; esmiuçará e consumirá todos estes reinos, mas ele mesmo subsistirá para sempre,” (Dan. 2:44). “a fim de que, da presença do Senhor, venham tempos de refrigério, e que envie ele o Cristo, que já vos foi designado, Jesus, ao qual é necessário que o céu receba até aos tempos da restauração de todas as coisas, de que Deus falou por boca dos seus santos profetas desde a antiguidade.” (Atos 3:20-21). “Jesus foi preparar um lugar para nós; Ele nos levará para a casa do Pai; o reino eterno será estabelecido em lugar dos reinos transitórios do mundo; Jesus renovará a Terra e acabará com o pecado e a injustiça.”

“Em todos esses textos, e em tantos outros, foi dada a promessa não apenas da vinda de Cristo, mas de que estão reservados para nós um novo mundo e uma nova existência, totalmente diferentes. Tente imaginar como será isso. Estamos tão acostumados com o pecado, doença, morte, medo, violência, ódio, pobreza, crime, guerra e sofrimento, que não podemos facilmente imaginar um mundo sem eles. No entanto, é exatamente esse o mundo que estamos esperando, o mundo que nos foi prometido.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – segunda-feira 26 de março de 2012. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Promessa da oração

Lições da Bíblia.

“À tarde, pela manhã e ao meio-dia, farei as minhas queixas e lamentarei; e Ele ouvirá a minha voz” (Sl 55:17).

“Pensamento-chave: Em muitos lugares na Bíblia o Senhor nos chama a orar porque a oração é um componente essencial da nossa caminhada com Ele.”

“A oração é o dom mais íntimo que Deus deu à humanidade. No entanto, é muito mais do que um meio de comunicação. É a oportunidade de se aproximar do Senhor de maneira especial.”

“Ellen White apresentou estas palavras sobre a questão da oração: ‘Nosso Pai celestial está desejoso de derramar sobre nós a plenitude de Suas bênçãos. É nosso privilégio beber livremente da fonte de Seu ilimitado amor. Como é de admirar, pois, que oremos tão pouco! Deus está pronto para ouvir a oração sincera do mais humilde de Seus filhos, e contudo há tanta relutância de nossa parte, para tornar conhecidas a Deus nossas necessidades! Que pensarão os anjos do Céu, a respeito dos pobres e desamparados seres humanos, sujeitos à tentação, quando o coração de Deus, pleno de infinito amor, se inclina anelante para eles, pronto para lhes dar mais do que sabem pedir ou pensar e, contudo, oram tão pouco, e tão pequena fé exercem! Os anjos têm prazer em se prostrar perante Deus; deleitam-se em estar em Sua presença. Consideram a comunhão com Deus sua mais alta alegria; e, contudo, os filhos da Terra, que tanto precisam do auxílio que só Deus pode dar, parecem satisfeitos em andar sem a luz de Seu Espírito, a companhia de Sua presença’ (Caminho a Cristo, p. 94).”

“Isso resume tudo, não é mesmo?”

“Prepare-se! No dia 10 de março vamos orar e jejuar por nossos amigos e parentes em toda a América do Sul.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – sábado 03 de março de 2012. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

A lei e a promessa

Lições da Bíblia.

“É, porventura, a lei contrária às promessas de Deus?” (Gl 3:21).

“Sentindo que seus comentários poderiam levar seus oponentes a concluir que ele tinha uma visão depreciativa da lei ou que seus comentários sobre a superioridade das promessas de Deus eram apenas uma forma disfarçada de desprezar Moisés e a lei (a Torah), Paulo fez a mesma pergunta que eles estavam fazendo: ‘Vocês estão dizendo que a lei contradiz as promessas de Deus?’ Paulo respondeu a essa pergunta com um enfático ‘Não!’ Semelhante conclusão é impossível, porque Deus não Se opõe a Si mesmo. Deus deu tanto a promessa quanto a lei. A lei não está em contradição com a promessa. Os dois apenas têm diferentes papéis e funções no plano maior de Deus para a salvação.”

“1. Que conceitos errados os adversários de Paulo tinham sobre o papel da lei? Compare Gl 3:21; Lv 18:5; Dt 6:24.” ”É, porventura, a lei contrária às promessas de Deus? De modo nenhum! Porque, se fosse promulgada uma lei que pudesse dar vida, a justiça, na verdade, seria procedente de lei.” (Gál. 3:21). “Portanto, os meus estatutos e os meus juízos guardareis; cumprindo-os, o homem viverá por eles. Eu sou o SENHOR.” (Lev. 18:5). O SENHOR nos ordenou cumpríssemos todos estes estatutos e temêssemos o SENHOR, nosso Deus, para o nosso perpétuo bem, para nos guardar em vida, como tem feito até hoje.” (Deut. 6:24). “Ele acreditavam que a lei era a fonte da vida espiritual.”

“Essas pessoas acreditavam que a lei era capaz de lhes dar vida espiritual. Suas ideias provavelmente tenham surgido de uma interpretação errada de passagens do Antigo Testamento como Levítico 18:5 e Deuteronômio 6:24, em que a lei prescreve como devem viver os que permanecem na aliança de Deus. A lei regulava a vida dos que participavam da aliança, mas eles concluíram que a lei era a fonte do relacionamento da pessoa com Deus. A Bíblia é clara, porém, ao declarar que a capacidade de ‘dar vida’ é uma faculdade exercida unicamente por Deus e Seu Espírito (2Rs 5:7; Ne 9:6; Jo 5:21; Rm 4:17). A lei não pode dar vida espiritual a ninguém. Contudo, isso não significa que a lei seja contrária à promessa de Deus.”

“Buscando provar a incapacidade da lei para dar vida, Paulo escreveu em Gálatas 3:22: ‘A Escritura encerrou tudo sob o pecado’. Em Romanos 3:9-19, Paulo se estendeu por uma série de versos extraídos do Antigo Testamento para mostrar o quanto somos maus. As passagens não estão conectadas por acaso. Ele começa com a essência do problema do pecado, a atitude egoísta que assola o coração humano e, em seguida, avança para versos que descrevem a difusão do pecado e, finalmente, a sua universalidade.”

“Qual é seu raciocínio? Devido à extensão do pecado e às limitações da lei, a promessa da vida eterna pode ocorrer apenas pela fidelidade de Cristo em nosso favor.”

“Embora a lei não possa nos salvar, que grandes benefícios recebemos pela nossa fidelidade a ela? Ou seja, que benefício prático você tem experimentado por meio da obediência à lei de Deus?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – domingo 06 de novembro de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

A superioridade da promessa

Lições da Bíblia.

“Ele estava na congregação, no deserto, com o anjo que lhe falava no monte Sinai e com os nossos antepassados, e recebeu palavras vivas, para transmiti-las a nós” (At 7:38, NVI).

“Em Gálatas 3:19, 20, Paulo continua sua linha de pensamento sobre o fato de que a lei não anula a aliança da graça. Isso é importante porque, se a teologia de seus oponentes estivesse correta, a lei faria exatamente isso. Como pecadores, imagine qual seria a nossa situação, se, para nos salvarmos, tivéssemos que confiar em nossa observância da lei, e não na graça de Deus. No fim, estaríamos sem esperança!”

“Embora os detalhes dos comentários de Paulo em Gálatas 3:19, 20 sejam difíceis, seu raciocínio básico é claro: a lei é subordinada à promessa, porque ela foi dada por intermédio de anjos e de Moisés. A conexão de anjos com a entrega da lei não é mencionada em Êxodo, mas é encontrada em vários outros lugares nas Escrituras (Dt 33:2; At 7:38, 53; Hb 2:2). Paulo usou a palavra mediador em 1 Timóteo 2:5 em referência a Cristo, mas seus comentários neste contexto sugerem fortemente que ele tem em mente Deuteronômio 5:5, onde Moisés diz: ‘Naquela ocasião eu fiquei entre o Senhor e você para declarar-lhe a Palavra do Senhor’ (NVI).”

“Majestosa como tenha sido a promulgação da lei no Sinai, com incontáveis anjos presentes, e importante como Moisés tenha sido na função de legislador, a proclamação da lei foi indireta. Em forte contraste com isso, a promessa de Deus foi feita diretamente a Abraão (e, portanto, a todos os crentes), pois não havia necessidade de um mediador. No fim, por mais importante que seja a lei, ela não é substituto para a promessa da salvação pela graça através da fé. Ao contrário, a lei nos ajuda a entender melhor o quanto essa promessa é realmente maravilhosa.”

“7. Qual era a natureza dos encontros diretos de Abraão com Deus? Qual era o benefício dessa proximidade com Deus?” Depois destes acontecimentos, veio a palavra do SENHOR a Abrão, numa visão, e disse: Não temas, Abrão, eu sou o teu escudo, e teu galardão será sobremodo grande. Respondeu Abrão: SENHOR Deus, que me haverás de dar, se continuo sem filhos e o herdeiro da minha casa é o damasceno Eliézer? Disse mais Abrão: A mim não me concedeste descendência, e um servo nascido na minha casa será o meu herdeiro. A isto respondeu logo o SENHOR, dizendo: Não será esse o teu herdeiro; mas aquele que será gerado de ti será o teu herdeiro. Então, conduziu-o até fora e disse: Olha para os céus e conta as estrelas, se é que o podes. E lhe disse: Será assim a tua posteridade. Ele creu no SENHOR, e isso lhe foi imputado para justiça. (Gên. 15:1-6). Apareceu o SENHOR a Abraão nos carvalhais de Manre, quando ele estava assentado à entrada da tenda, no maior calor do dia. Levantou ele os olhos, olhou, e eis três homens de pé em frente dele. Vendo-os, correu da porta da tenda ao seu encontro, prostrou-se em terra e disse: Senhor meu, se acho mercê em tua presença, rogo-te que não passes do teu servo; traga-se um pouco de água, lavai os pés e repousai debaixo desta árvore; trarei um bocado de pão; refazei as vossas forças, visto que chegastes até vosso servo; depois, seguireis avante. Responderam: Faze como disseste. […] Então, lhe perguntaram: Sara, tua mulher, onde está? Ele respondeu: Está aí na tenda. Disse um deles: Certamente voltarei a ti, daqui a um ano; e Sara, tua mulher, dará à luz um filho. Sara o estava escutando, à porta da tenda, atrás dele. Abraão e Sara eram já velhos, avançados em idade; e a Sara já lhe havia cessado o costume das mulheres. Riu-se, pois, Sara no seu íntimo, dizendo consigo mesma: Depois de velha, e velho também o meu senhor, terei ainda prazer? Disse o SENHOR a Abraão: Por que se riu Sara, dizendo: Será verdade que darei ainda à luz, sendo velha? Acaso, para o SENHOR há coisa demasiadamente difícil? Daqui a um ano, neste mesmo tempo, voltarei a ti, e Sara terá um filho. Então, Sara, receosa, o negou, dizendo: Não me ri. Ele, porém, disse: Não é assim, é certo que riste. Tendo-se levantado dali aqueles homens, olharam para Sodoma; e Abraão ia com eles, para os encaminhar. Disse o SENHOR: Ocultarei a Abraão o que estou para fazer, visto que Abraão certamente virá a ser uma grande e poderosa nação, e nele serão benditas todas as nações da terra? Porque eu o escolhi para que ordene a seus filhos e a sua casa depois dele, a fim de que guardem o caminho do SENHOR e pratiquem a justiça e o juízo; para que o SENHOR faça vir sobre Abraão o que tem falado a seu respeito. Disse mais o SENHOR: Com efeito, o clamor de Sodoma e Gomorra tem-se multiplicado, e o seu pecado se tem agravado muito. Descerei e verei se, de fato, o que têm praticado corresponde a esse clamor que é vindo até mim; e, se assim não é, sabê-lo-ei. Então, partiram dali aqueles homens e foram para Sodoma; porém Abraão permaneceu ainda na presença do SENHOR. E, aproximando-se a ele, disse: Destruirás o justo com o ímpio? Se houver, porventura, cinquenta justos na cidade, destruirás ainda assim e não pouparás o lugar por amor dos cinquenta justos que nela se encontram? Longe de ti o fazeres tal coisa, matares o justo com o ímpio, como se o justo fosse igual ao ímpio; longe de ti. Não fará justiça o Juiz de toda a terra? Então, disse o SENHOR: Se eu achar em Sodoma cinqüenta justos dentro da cidade, pouparei a cidade toda por amor deles. Disse mais Abraão: Eis que me atrevo a falar ao Senhor, eu que sou pó e cinza. Na hipótese de faltarem cinco para cinquenta justos, destruirás por isso toda a cidade? Ele respondeu: Não a destruirei se eu achar ali quarenta e cinco. Disse-lhe ainda mais Abraão: E se, porventura, houver ali quarenta? Respondeu: Não o farei por amor dos quarenta. Insistiu: Não se ire o Senhor, falarei ainda: Se houver, porventura, ali trinta? Respondeu o SENHOR: Não o farei se eu encontrar ali trinta. Continuou Abraão: Eis que me atrevi a falar ao Senhor: Se, porventura, houver ali vinte? Respondeu o SENHOR: Não a destruirei por amor dos vinte. Disse ainda Abraão: Não se ire o Senhor, se lhe falo somente mais esta vez: Se, porventura, houver ali dez? Respondeu o SENHOR: Não a destruirei por amor dos dez. Tendo cessado de falar a Abraão, retirou-se o SENHOR; e Abraão voltou para o seu lugar.” (Gên. 18:1-33). Depois dessas coisas, pôs Deus Abraão à prova e lhe disse: Abraão! Este lhe respondeu: Eis-me aqui! Acrescentou Deus: Toma teu filho, teu único filho, Isaque, a quem amas, e vai-te à terra de Moriá; oferece-o ali em holocausto, sobre um dos montes, que eu te mostrarei. […] Tomou Abraão a lenha do holocausto e a colocou sobre Isaque, seu filho; ele, porém, levava nas mãos o fogo e o cutelo. Assim, caminhavam ambos juntos. Quando Isaque disse a Abraão, seu pai: Meu pai! Respondeu Abraão: Eis-me aqui, meu filho! Perguntou-lhe Isaque: Eis o fogo e a lenha, mas onde está o cordeiro para o holocausto? Respondeu Abraão: Deus proverá para si, meu filho, o cordeiro para o holocausto; e seguiam ambos juntos. Chegaram ao lugar que Deus lhe havia designado; ali edificou Abraão um altar, sobre ele dispôs a lenha, amarrou Isaque, seu filho, e o deitou no altar, em cima da lenha; e, estendendo a mão, tomou o cutelo para imolar o filho. Mas do céu lhe bradou o Anjo do SENHOR: Abraão! Abraão! Ele respondeu: Eis-me aqui! Então, lhe disse: Não estendas a mão sobre o rapaz e nada lhe faças; pois agora sei que temes a Deus, porquanto não me negaste o filho, o teu único filho. Tendo Abraão erguido os olhos, viu atrás de si um carneiro preso pelos chifres entre os arbustos; tomou Abraão o carneiro e o ofereceu em holocausto, em lugar de seu filho. […] Então, do céu bradou pela segunda vez o Anjo do SENHOR a Abraão e disse: Jurei, por mim mesmo, diz o SENHOR, porquanto fizeste isso e não me negaste o teu único filho, que deveras te abençoarei e certamente multiplicarei a tua descendência como as estrelas dos céus e como a areia na praia do mar; a tua descendência possuirá a cidade dos seus inimigos, nela serão benditas todas as nações da terra, porquanto obedeceste à minha voz.” (Gên. 22:1-18). “Eram encontros para confirmar a aliança de Deus com Abraão; Deus fazia as promessas e Abraão exercia fé, andando de acordo com a vontade de Deus.”

“Pense em outros encontros que as pessoas da Bíblia tiveram com Deus: Adão e Eva no Éden (Gn 3); a escada de Jacó (Gn 28); Paulo no caminho de Damasco (At 9). Talvez você não tenha experimentado algo tão dramático, mas, de que forma Deus tem Se revelado a você? Alguma coisa na sua vida pessoal pode estar impedindo que você tenha o tipo de intimidade e proximidade com Deus que Abraão experimentou? Que medidas você pode tomar para mudar?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – quinta-feira 03 de novembro de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

A superioridade da promessa

Lições da Bíblia.

“Porque, se a herança provém de lei, já não decorre de promessa; mas foi pela promessa que Deus a concedeu gratuitamente a Abraão” (Gl 3:18).

“A lição desta semana procura nos ajudar a entender o papel da lei, a ‘lei do amor’. Nossa capacidade de praticar essa lei em nossa caminhada de fé é a manifestação da graça divina. Nossa salvação é fundamentada em nossa aceitação, pela fé, da justiça e redenção de Cristo. A lei serve para ilustrar o caráter de Deus e refletir nossas próprias deficiências, nos levando à única fonte de justiça.”

“Uma vez alguém perguntou a um político: ‘Você cumpriu todas as promessas que fez durante a campanha?’ Ele respondeu: ‘Sim… Bem, pelo menos todas as promessas que eu pretendia cumprir’.”

“Quem já não se encontrou, em uma ocasião ou outra, em uma das extremidades de uma promessa quebrada? Quem já não quebrou uma promessa? Quem nunca recebeu uma promessa que veio a ser quebrada?”

“Às vezes, as pessoas fazem uma promessa com a plena intenção de cumpri-la, mas, depois, não cumprem; outros fazem uma promessa já sabendo que tudo que prometeram é mentira, desde o momento em que os sons deixam sua boca ou quando seus dedos escrevem as palavras.”

“Felizmente, para nós, as promessas de Deus são de natureza completamente diferente. A Palavra de Deus é certa e imutável. ‘O que Eu disse, isso Eu farei acontecer; o que planejei, isso farei, diz o Senhor’ (Is 46:11, NVI).”

“Na lição desta semana, Paulo dirige nossa atenção para a relação entre a promessa de Deus a Abraão e a lei dada a Israel 430 anos depois. Como a relação entre as duas deve ser entendida, e que implicações isso tem para a pregação do evangelho?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – sábado 29 de outubro de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF