Fé sob pressão

Lições da Bíblia

“2. Leia Daniel 1. Os jovens hebreus foram pressionados a se enquadrarem a quais aspectos da cultura de Babilônia?”1

Daniel (1 ARA)2: “1 No ano terceiro do reinado de Jeoaquim, rei de Judá, veio Nabucodonosor, rei da Babilônia, a Jerusalém e a sitiou. 2 O Senhor lhe entregou nas mãos a Jeoaquim, rei de Judá, e alguns dos utensílios da Casa de Deus; a estes, levou-os para a terra de Sinar, para a casa do seu deus, e os pôs na casa do tesouro do seu deus. 3 Disse o rei a Aspenaz, chefe dos seus eunucos, que trouxesse alguns dos filhos de Israel, tanto da linhagem real como dos nobres, 4 jovens sem nenhum defeito, de boa aparência, instruídos em toda a sabedoria, doutos em ciência, versados no conhecimento e que fossem competentes para assistirem no palácio do rei e lhes ensinasse a cultura e a língua dos caldeus. 5 Determinou-lhes o rei a ração diária, das finas iguarias da mesa real e do vinho que ele bebia, e que assim fossem mantidos por três anos, ao cabo dos quais assistiriam diante do rei. 6 Entre eles, se achavam, dos filhos de Judá, Daniel, Hananias, Misael e Azarias. 7 O chefe dos eunucos lhes pôs outros nomes, a saber: a Daniel, o de Beltessazar; a Hananias, o de Sadraque; a Misael, o de Mesaque; e a Azarias, o de Abede-Nego. 8 Resolveu Daniel, firmemente, não contaminar-se com as finas iguarias do rei, nem com o vinho que ele bebia; então, pediu ao chefe dos eunucos que lhe permitisse não contaminar-se. 9 Ora, Deus concedeu a Daniel misericórdia e compreensão da parte do chefe dos eunucos. 10 Disse o chefe dos eunucos a Daniel: Tenho medo do meu senhor, o rei, que determinou a vossa comida e a vossa bebida; por que, pois, veria ele o vosso rosto mais abatido do que o dos outros jovens da vossa idade? Assim, poríeis em perigo a minha cabeça para com o rei. 11 Então, disse Daniel ao cozinheiro-chefe, a quem o chefe dos eunucos havia encarregado de cuidar de Daniel, Hananias, Misael e Azarias: 12 Experimenta, peço-te, os teus servos dez dias; e que se nos deem legumes a comer e água a beber. 13 Então, se veja diante de ti a nossa aparência e a dos jovens que comem das finas iguarias do rei; e, segundo vires, age com os teus servos. 14 Ele atendeu e os experimentou dez dias. 15 No fim dos dez dias, a sua aparência era melhor; estavam eles mais robustos do que todos os jovens que comiam das finas iguarias do rei. 16 Com isto, o cozinheiro-chefe tirou deles as finas iguarias e o vinho que deviam beber e lhes dava legumes. 17 Ora, a estes quatro jovens Deus deu o conhecimento e a inteligência em toda cultura e sabedoria; mas a Daniel deu inteligência de todas as visões e sonhos. 18 Vencido o tempo determinado pelo rei para que os trouxessem, o chefe dos eunucos os trouxe à presença de Nabucodonosor. 19 Então, o rei falou com eles; e, entre todos, não foram achados outros como Daniel, Hananias, Misael e Azarias; por isso, passaram a assistir diante do rei. 20 Em toda matéria de sabedoria e de inteligência sobre que o rei lhes fez perguntas, os achou dez vezes mais doutos do que todos os magos e encantadores que havia em todo o seu reino. 21 Daniel continuou até ao primeiro ano do rei Ciro.”

“Quando chegaram a Babilônia, aqueles quatro jovens tiveram que enfrentar um perigoso desafio à sua fé e às suas convicções: eles foram selecionados para receber treinamento especial para servir ao rei. Os antigos reis costumavam recrutar alguns de seus melhores cativos para servir no palácio real e, assim, transferir sua lealdade ao rei e aos deuses do império que os haviam capturado. De fato, todo o processo pretendia efetuar algum tipo de conversão e doutrinação que resultasse em uma mudança de visão de mundo. Como parte desse processo, os cativos hebreus tiveram seus nomes alterados. Um novo nome sinalizava uma mudança de propriedade e uma mudança de destino. Portanto, ao renomear os cativos, os babilônios pretendiam exercer autoridade sobre eles e forçá-los a assimilar os valores e a cultura da Babilônia. Seus nomes originais, que apontavam para o Deus de Israel, foram substituídos por nomes que honravam as divindades estrangeiras. Além disso, o rei determinou que os rapazes comessem da comida de sua mesa. Comer da comida do rei tinha profundas implicações na Antiguidade. Significava completa lealdade ao rei e refletia dependência dele. E, como a comida era geralmente oferecida ao deus ou aos deuses do império, comer também tinha um profundo sentido religioso. Evidentemente, isso significava aceitar o sistema de adoração do rei e participar dele.”

“Portanto, Daniel e seus companheiros se encontravam em circunstâncias desafiadoras. Para que eles permanecessem fiéis a Deus e sobrevivessem ao poder opressor do sistema imperial era necessário nada menos que um milagre. Para complicar ainda mais, a cidade de Babilônia também se mantinha como uma expressão monumental da realização humana. A beleza arquitetônica dos templos babilônicos, os jardins suspensos e o rio Eufrates, serpenteando pela cidade, transmitiam uma imagem de poder e glória insuperáveis. Assim, Daniel e seus amigos receberam uma oportunidade de promoção e a chance de desfrutar dos benefícios e prosperidade desse sistema. Eles poderiam deixar de ser cativos hebreus e se tornarem oficiais reais. Transigiriam eles em seus princípios para trilhar o caminho fácil para a glória?”1

“De que maneira esses rapazes poderiam ter racionalizado a decisão de transigir com suas convicções? Você enfrenta desafios semelhantes, ainda que sejam mais sutis?1

Segunda-feira, 06 de janeiro de 2020. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Daniel. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 499, jan. fev. mar. 2020. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Famílias de fé – Estudo adicional

Lições da Bóblia

Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

Estudo adicional

Textos de Ellen G. White: Profetas e Reis, p. 479-490 (“Na Corte de Babilônia”); Obreiros Evangélicos, p. 324, 329 (“Palavras de Advertência), e 330, 331 (“Deus Não Faz Acepção de Pessoas”); Caminho a Cristo, p. 115-126 (“Alegria no Senhor”).1

“Deus não faz acepção de pessoas. ‘A religião de Cristo eleva o que a recebe a um plano mais alto de pensamento e ação, ao mesmo tempo que apresenta toda a família humana como sendo, semelhantemente, objeto do amor de Deus, sendo comprada pelo sacrifício de Seu Filho. Aos pés de Jesus vêm encontrar-se o rico e o pobre, o letrado e o inculto, sem nenhuma ideia de casta ou preeminência mundana. Todas as distinções terrestres desaparecem ao contemplarmos Aquele a quem nossos pecados traspassaram. A abnegação, a condescendência, a infinita compaixão Daquele que era tão exaltado no Céu, faz envergonhar o orgulho humano, a presunção e as castas sociais. A religião pura e imaculada manifesta seus princípios celestiais, levando à unidade todos quantos são santificados pela verdade. Todos se unem como pessoas compradas por sangue, igualmente dependentes Daquele que os redimiu para Deus’ (Ellen G. White, Obreiros Evangélicos, p. 330).”1

Perguntas para discussão

“1. Comente com a classe as respostas para a lição de domingo.”1

“2. Na citação de Ellen G. White acima, encontramos alguns princípios que, se aplicados, revolucionariam nossa vida familiar. Quais são eles?”1

“3. Sua igreja tem educado a geração mais jovem? O que você pode fazer para ajudar a igreja nessa importante tarefa?”1

“4. Quais são os desafios de tentar transmitir nossa fé para outra geração?”1

“5. A cultura influencia positivamente sua vida familiar? Ela traz influências negativas?”1

Sexta-feira, 14 de junho de 2019. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Estações da vida. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 496, abr. maio. jun. 2019. Adulto, Professor.

Rumo à fé da primeira geração

Lições da Bíblia

“5. Após a morte de Josué e de sua geração, qual crise de fé ocorreu em Israel? (Jz 2:7-13). Assinale ‘V’ para verdadeiro ou ‘F’ para falso:”1

Juízes (2:7-13 ARA)2: “7 Serviu o povo ao SENHOR todos os dias de Josué e todos os dias dos anciãos que ainda sobreviveram por muito tempo depois de Josué e que viram todas as grandes obras feitas pelo SENHOR a Israel. 8 Faleceu Josué, filho de Num, servo do SENHOR, com a idade de cento e dez anos; 9 sepultaram-no no limite da sua herança, em Timnate-Heres, na região montanhosa de Efraim, ao norte do monte Gaás. 10 Foi também congregada a seus pais toda aquela geração; e outra geração após eles se levantou, que não conhecia o SENHOR, nem tampouco as obras que fizera a Israel. 11 Então, fizeram os filhos de Israel o que era mau perante o SENHOR; pois serviram aos baalins. 12 Deixaram o SENHOR, Deus de seus pais, que os tirara da terra do Egito, e foram-se após outros deuses, dentre os deuses das gentes que havia ao redor deles, e os adoraram, e provocaram o SENHOR à ira. 13 Porquanto deixaram o SENHOR e serviram a Baal e a Astarote.

A. (   ) Muitos começaram a reclamar das más influências culturais que eram toleradas no território de Israel.
B. (   ) O povo abandonou o Senhor e passou a adorar Baal e Astarote.

Resposta sugestiva: F; V.

“Estudos sobre a maneira pela qual os valores e crenças são transmitidos às gerações subsequentes revelam que os fundadores de uma instituição têm um nível muito alto de comprometimento com esses valores, pois foram os primeiros a defendê-los. Em uma ou duas gerações, muitos perdem de vista os princípios por trás dos valores. Eles podem concordar com a instituição, mas fazem isso por força do hábito. Nas gerações seguintes, os hábitos tendem a se cristalizar em tradições. A paixão dos fundadores desaparece.”1

“6. Dizem que Deus não tem netos, apenas filhos. Em sua opinião, o que isso significa? Veja também Jo 1:12, 13; 3:7; 1Jo 5:1.”1

João (1:12, 13 ARA)2: “12 Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que crêem no seu nome; 13 os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus.

João (3:7 ARA)2: “7 Não te admires de eu te dizer: importa-vos nascer de novo.”

1 João (5:1 ARA)2:Todo aquele que crê que Jesus é o Cristo é nascido de Deus; e todo aquele que ama ao que o gerou também ama ao que dele é nascido.

“Uma abordagem comum para transmitir valores às futuras gerações do cristianismo tem sido a seguinte: os mais velhos simplesmente comunicam aos jovens aquilo em que eles acreditam. No entanto, aprender as crenças dos pais ou da igreja não é ter fé pessoal. Ser cristão é mais do que pertencer a uma organização com uma história e uma doutrina. A verdadeira fé não é algo genético, algo transmitido naturalmente de uma geração à outra. Cada pessoa precisa conhecer Cristo por si mesma. Há um limite no que os pais podem fazer. A igreja, como um todo, e os pais, em especial, precisam fazer tudo o que puderem para criar um ambiente que desperte nos jovens o desejo de fazer essa escolha certa, mas, no fim, uma geração é salva ou perdida pela aceitação ou rejeição individual do evangelho.”1

“Jean, ao abandonar o ateísmo, uniu-se à Igreja Adventista do Sétimo Dia após uma poderosa experiência de conversão. Ele se casou com uma mulher adventista e teve filhos que ele e sua esposa, naturalmente, criaram na fé. Um dia, pensando sobre a condição espiritual de seus filhos, ele disse: ‘Ah, se meus filhos tivessem a experiência que eu tive!’ Se você pudesse conversar com Jean, o que teria dito a ele?”

Quarta-feira, 12 de junho de 2019. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Estações da vida. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 496, abr. maio. jun. 2019. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Famílias de fé

Lições da Bíblia

“Portanto, […] corramos, com perseverança, a carreira que nos está proposta, olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus, o qual, em troca da alegria que Lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, e está assentado à destra do trono de Deus” (Hb 12:1, 2).1

“Não importa em que estágio da vida estejamos, nem o que temos passado, ou o que enfrentaremos adiante, o fato é que vivemos em um contexto cultural. Nossos pais, filhos, lar, família e até mesmo nossa igreja sofrem grande influência da cultura em que vivem. Embora houvesse outros fatores em jogo, a mudança do sábado para o domingo é um poderoso exemplo de como a cultura influencia a igreja de maneira intensa e negativa. Sempre que passamos por uma igreja e vemos uma placa indicando o horário de culto aos domingos, recebemos um claro lembrete da grande extensão do poder da cultura.”1

“Famílias cristãs enfrentam desafios culturais o tempo todo. Às vezes as influências culturais podem ser boas; contudo, na maioria das vezes, são negativas.”1

“A grande notícia é que o poder do evangelho nos dá luz, conforto e força para lidar com os desafios apresentados pela cultura. Nesta semana, examinaremos como podemos ser ‘famílias de fé’ à medida que buscamos nos tornar ‘irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis no meio de uma geração pervertida e corrupta, na qual’ resplandecemos ‘como luzeiros no mundo’ (Fp 2:15).1

Sábado, 08 de junho de 2019. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Estações da vida. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 496, abr. maio. jun. 2019. Adulto, Professor.

Unidade na fé – Estudo adicional

 

Lições da Bíblia

Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

Estudo adicional

“Leia, de Ellen G. White, ‘Marcos, Fundamentos e Pilares’, p. 20-22, no livro O Outro Poder – Conselhos para Escritores e Editores. Leia o artigo ‘Doctrines, Importance of’ [Importância das Doutrinas], p. 778, 779, em Ellen G. White Encyclopedia.”1

“Como adventistas, compartilhamos crenças com outras igrejas cristãs. A crença central é a da salvação somente pela fé, mediante a morte expiatória e substitutiva de Jesus. Juntamente com outros cristãos, cremos que nossa justiça não está em nossas obras, mas na justiça de Cristo, que nos é creditada pela fé, um imerecido dom da graça. Ellen G. White escreveu: ‘Cristo foi tratado como nós merecíamos, para que pudéssemos receber o tratamento a que Ele tinha direito […]. Sofreu a morte que nos cabia, para que recebêssemos a vida que a Ele pertencia’ (O Desejado de Todas as Nações, p. 25). Ao mesmo tempo, consideradas em seu conjunto, nossas crenças e as práticas que emergem delas, tornam-nos singulares. É assim que deve ser; se não, por que a nossa igreja deveria existir? Nosso amor por Jesus e os ensinamentos que proclamamos devem ser o fator unificador mais poderoso entre nós.”1

Perguntas para discussão

“1. Em Fé e Obras, p. 103, Ellen G. White equiparou a justificação com o perdão dos pecados. De que maneira a compreensão do nosso perdão e justificação em Cristo é um fundamento para nossa comunhão com irmãos e irmãs?”1

“2. O que une os milhões de adventistas de diversos contextos étnicos, religiosos, políticos e culturais senão nossas crenças doutrinárias? Qual é a importância da doutrina, não apenas no contexto da missão e da mensagem, mas também da unidade da igreja?”1

“3. Nosso nome, ‘adventistas do sétimo dia’, aponta para dois ensinamentos fundamentais: o sétimo dia (sábado) e o segundo advento. Uma parte do nosso nome aponta para a criação, e a outra para a redenção. Qual é a relação entre esses dois ensinos? Como eles captam de maneira tão sucinta a essência de quem somos como povo?”1

“Resumo: Os adventistas têm diversas crenças fundamentais. Algumas em comum com outros cristãos, outras não. Esses ensinos formam nossa identidade e são o fundamento da nossa unidade.”1

Sexta-feira, 23 de novembro de 2018. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Unidade em Cristo. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 494, out. nov. dez. 2018. Adulto, Professor.

 

Uma fé compartilhada em amor

Lições da Bíblia

“6. Em João 17:3, Jesus disse que a vida eterna é conhecer a Deus. De acordo com 1 João 2:3-6, o que significa conhecer a Deus? Como demonstramos nosso conhecimento de Deus?”1

João (17:3 ARA)2: “E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste.”

1 João (2:3-6 ARA)2: “3 Ora, sabemos que o temos conhecido por isto: se guardamos os seus mandamentos. 4 Aquele que diz: Eu o conheço e não guarda os seus mandamentos é mentiroso, e nele não está a verdade. 5 Aquele, entretanto, que guarda a sua palavra, nele, verdadeiramente, tem sido aperfeiçoado o amor de Deus. Nisto sabemos que estamos nele: 6 aquele que diz que permanece nele, esse deve também andar assim como ele andou.

“Embora as pessoas se considerem cidadãs que respeitam a lei, muitas vezes, elas minimizam a obrigação bíblica de guardar os mandamentos de Deus. Alguns até argumentam que a graça de Deus anula a Sua lei. Mas esse não é o ensinamento bíblico: ‘Guardar os mandamentos não é uma condição para conhecer a Deus, mas um sinal de que O conhecemos e O amamos. Portanto, o conhecimento de Deus não é apenas um conhecimento teórico, mas conduz à ação’ (Ekkehardt Mueller, The Letters of John [As cartas de João]. Nampa, Idaho: Pacific Press, 2009, p. 39). O próprio Jesus enfatizou: ‘Se Me amais, guardareis os Meus mandamentos’ (Jo 14:15; compare com 14:21 [‘Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado por meu Pai, e eu também o amarei e me manifestarei a ele.’]). ‘Nisto conhecemos que amamos os filhos de Deus: quando amamos a Deus e praticamos os Seus mandamentos. Porque este é o amor de Deus: que guardemos os Seus mandamentos; ora, os Seus mandamentos não são penosos’ (1Jo 5:2, 3).”1

“7. De acordo com João 13:34, 35, que novo mandamento Jesus deu aos Seus discípulos? Como isso se relaciona com a unidade entre os cristãos?”1

João (13:34, 35 ARA)2: “34 Novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros. 35 Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros.

“O mandamento de amar o próximo não era novo em si mesmo, pois é encontrado nas ordens e instruções que Deus deu a Moisés (Lv 19:18). O que há de novo é o mandamento de Jesus aos discípulos para que amassem uns aos outros como Ele os tinha amado. O exemplo do amor abnegado de Jesus é a nova ética para a comunidade cristã.”1

“Que padrão maravilhoso foi estabelecido! A vida de Jesus foi uma demonstração prática do amor. Toda a obra da graça é um serviço contínuo de amor e esforço abnegado. A vida de Cristo foi uma manifestação incessante de amor e desprendimento pelo bem dos outros. O princípio que moveu Jesus deve mover Seu povo no seu trato de uns para com os outros. Que testemunho poderoso esse amor será para o mundo! E também que força poderosa em favor da unidade entre nós esse amor proporcionará!”1

“Como podemos revelar aos outros o amor abnegado que Jesus nos revelou?”1

Quinta-feira, 18 de outubro de 2018. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Unidade em Cristo. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 494, out. nov. dez. 2018. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Uma declaração de fé

Lições da Bíblia

“Como vimos ontem, a fé é um processo, uma experiência dinâmica que, de maneira ideal, cresce e amadurece. Uma forma pela qual Deus está ‘consumando’ nossa fé e a tornando plena é o ato de dizimar. Entendida corretamente, a devolução do dízimo a Deus não é legalismo. Quando devolvemos o dízimo não estamos procurando obter o Céu. Em vez disso, o dízimo é uma declaração de fé. É uma expressão exterior, visível e pessoal da realidade da nossa fé.”1

“Afinal, qualquer um pode afirmar que tem fé em Deus e em Jesus. Porém, como sabemos, ‘até os demônios creem’ em Deus (Tg 2:19). Mas separar 10% da sua renda e devolvê-la a Deus? Isso é um ato de fé.”1

“5. Leia Lucas 11:42. Jesus disse que o dízimo não deve ser deixado de lado. O que isso significa? Como o dízimo se relaciona com os assuntos mais importantes da lei?”1

Lucas (11:42 ARA)2: “Mas ai de vós, fariseus! Porque dais o dízimo da hortelã, da arruda e de todas as hortaliças e desprezais a justiça e o amor de Deus; devíeis, porém, fazer estas coisas, sem omitir aquelas.

“O dízimo é uma expressão de dependência de Deus e de confiança em Cristo como Redentor. É o reconhecimento de que fomos abençoados ‘com toda sorte de bênção espiritual […] em Cristo’ (Ef 1:3) e uma expressão de confiança na promessa de que seremos ainda mais abençoados.”1

“6. Leia Gênesis 28:14-22. O que Jacó fez em resposta à promessa de Deus? Assinale a alternativa correta:”1

“14 A tua descendência será como o pó da terra; estender-te-ás para o Ocidente e para o Oriente, para o Norte e para o Sul. Em ti e na tua descendência serão abençoadas todas as famílias da terra. 15 Eis que eu estou contigo, e te guardarei por onde quer que fores, e te farei voltar a esta terra, porque te não desampararei, até cumprir eu aquilo que te hei referido. 16 Despertado Jacó do seu sono, disse: Na verdade, o SENHOR está neste lugar, e eu não o sabia. 17 E, temendo, disse: Quão temível é este lugar! É a Casa de Deus, a porta dos céus. 18 Tendo-se levantado Jacó, cedo, de madrugada, tomou a pedra que havia posto por travesseiro e a erigiu em coluna, sobre cujo topo entornou azeite. 19 E ao lugar, cidade que outrora se chamava Luz, deu o nome de Betel. 20 Fez também Jacó um voto, dizendo: Se Deus for comigo, e me guardar nesta jornada que empreendo, e me der pão para comer e roupa que me vista, 21 de maneira que eu volte em paz para a casa de meu pai, então, o SENHOR será o meu Deus; 22 e a pedra, que erigi por coluna, será a Casa de Deus; e, de tudo quanto me concederes, certamente eu te darei o dízimo.

A.(   ) Erigiu uma coluna a Deus e prometeu dar o dízimo de tudo quanto o Senhor lhe concedesse.
B.(   ) Rasgou suas roupas em sinal de tristeza.

Resposta sugestiva: Alternativa A.

“‘O plano divino do sistema do dízimo é belo em sua simplicidade e equidade. Todos podem lançar mão dele com fé e ânimo, pois é divino em sua origem. Nele se aliam a simplicidade e a utilidade, e não exige profundidade de saber compreendê-lo e executá-lo. Todos podem sentir que lhes é possível ter parte em promover a preciosa obra de salvação. Todo homem, mulher e jovem pode se tornar tesoureiro do Senhor, e agente em atender às exigências sobre o tesouro’ (Ellen G. White, Conselhos Sobre Mordomia, p. 73).”1

“Você já descobriu as verdadeiras bênçãos espirituais que vêm da devolução do dízimo? A fidelidade na devolução do dízimo ajudou a aumentar sua fé?”1

Terça-feira, 13 de fevereiro de 2018. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÃO da escola sabatina. Mordomia cristã: motivos do coração. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 491, Jan. Fev. Mar. 2018. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.