Jesus, Autor e Consumador da fé

Lições da Bíblia1

6. Leia Hebreus 12:1-3. O que esses versos nos pedem?

Hebreus 12:1-3 (ARA)2: “1 Portanto, também nós, visto que temos a rodear-nos tão grande nuvem de testemunhas, desembaraçando-nos de todo peso e do pecado que tenazmente nos assedia, corramos, com perseverança, a carreira que nos está proposta,olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus, o qual, em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, e está assentado à destra do trono de Deus. 3 Considerai, pois, atentamente, aquele que suportou tamanha oposição dos pecadores contra si mesmo, para que não vos fatigueis, desmaiando em vossa alma.

O ponto alto da exposição sobre a fé está em Hebreus 12. Paulo começou a carta com Jesus, que é o “que vem” e que “não irá demorar” (Hb 10:37), e a concluiu com o “Autor e Consumador” da nossa fé (Hb 12:2). Isso significa que Cristo é Aquele que torna a fé possível e é o exemplo que personifica perfeitamente o que é uma vida de fé. Com Ele, a fé atingiu sua expressão perfeita.

Jesus é o “Autor” (ou “Precursor”) de nossa fé em pelo menos três sentidos. Primeiro, Ele é o único que terminou a corrida em seu sentido mais completo. Os outros mencionados no capítulo anterior não alcançaram seu objetivo (Hb 11:39, 40). Jesus, no entanto, entrou no descanso de Deus no Céu e está sentado à direita do Pai. Nós, juntamente com esses outros, reinaremos com Jesus no futuro (Ap 20:4).

Em segundo lugar, a vida perfeita de Jesus tornou possível a esses outros correrem a corrida (Hb 10:5-14). Se Jesus não tivesse vindo, a corrida de todos teria sido inútil.

Finalmente, Jesus é a razão pela qual temos fé. Sendo Um com Deus, Ele expressou a fidelidade divina para conosco. O Senhor nunca desistiu de Seus esforços para nos salvar, e é por isso que alcançaremos a recompensa no final, se não desistirmos. Jesus correu com paciência e permaneceu fiel, mesmo quando éramos infiéis (2Tm 2:13). Nossa fé é apenas uma resposta à Sua fidelidade.

Jesus é o “Consumador” da fé porque exemplifica perfeitamente como a corrida da fé deve ser executada. Como Ele a correu? Pôs de lado todo peso ao abrir mão de tudo por nós (Fp 2:5-8), nunca pecou, manteve firmemente Sua visão na recompensa, que era a alegria proposta a Ele de ver a humanidade redimida por Sua graça. Ele suportou oposição e abusos; não Se importou com a vergonha da cruz (Hb 12:2, 3).

Agora é a nossa vez de correr. Embora não possamos alcançar o que Jesus fez com nossas próprias forças, temos Seu exemplo perfeito diante de nós, e assim, pela fé Nele e mantendo nossos olhos Nele (como os outros fizeram antes de nós), seguimos em frente com fé, confiando em Suas promessas de uma grande recompensa.

Quinta-feira, 10 de março de 2022. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Hebreus mensagem para os últimos dias. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 507, jan. fev. mar. 2022. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Jesus, o Mediador da nova aliança

Lições da Bíblia1

“Mas agora Jesus obteve um ministério tanto mais excelente, quanto é também Mediador de superior aliança instituída com base em superiores promessas” (Hb 8:6).

Ao viver uma vida perfeita e morrer em nosso lugar, Jesus mediou uma aliança nova e superior entre nós e Deus. Por meio de Seu sacrifício na cruz, cancelou a pena de morte que nossas transgressões exigiam e tornou possível a nova aliança.

Em Hebreus 10:5-10, observamos que Jesus manifestou a obediência perfeita exigida pela aliança. A passagem faz alusão ao Salmo 40, que originalmente se refere ao desejo de Davi de render a Deus total obediência: “Eis aqui estou, no rolo do livro está escrito a meu respeito; agrada-me fazer a Tua vontade, ó Deus meu; a Tua lei está dentro do meu coração” (Sl 40:7-8). O salmo expressou a condição da aliança de Deus com Israel: obediência como um deleite e uma lei que estivesse escrita no coração (Dt 6:4-6). O que Davi poderia apenas desejar fazer, Jesus realizou.

O salmo expressou a condição da aliança de Deus com Israel: obediência como um deleite e uma lei que estivesse escrita no coração (Dt 6:4-6). O que Davi poderia apenas desejar fazer, Jesus realizou.

Sábado, 12 de fevereiro de 2022. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Hebreus mensagem para os últimos dias. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 507, jan. fev. mar. 2022. Adulto, Professor. 

Jesus, a Âncora da alma

Lições da Bíblia1

Paulo alcançou o ponto mais alto de sua advertência contra a apostasia e do encorajamento ao amor e à fé com uma bela exposição da segurança e certeza em Cristo.

5. Leia Hebreus 6:17-20. Como Deus garantiu Suas promessas?

Hebreus 6:17-20 (ARA)2: “17 Por isso, Deus, quando quis mostrar mais firmemente aos herdeiros da promessa a imutabilidade do seu propósito, se interpôs com juramento, 18 para que, mediante duas coisas imutáveis, nas quais é impossível que Deus minta, forte alento tenhamos nós que já corremos para o refúgio, a fim de lançar mão da esperança proposta; 19 a qual temos por âncora da alma, segura e firme e que penetra além do véu, 20 onde Jesus, como precursor, entrou por nós, tendo-se tornado sumo sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque.

Deus garantiu Suas promessas para nós de várias maneiras. Primeiro, garantiu Sua promessa com um juramento (Hb 6:17). De acordo com as Escrituras, os juramentos de Deus a Abraão e Davi se tornaram a base fundamental da confiança no favor permanente do Senhor para com Israel. Quando Moisés procurou assegurar o perdão divino a Israel após a apostasia com o bezerro de ouro, ele se referiu ao juramento divino a Abraão (ver Êx 32:11-14; Gn 22:16-18). A força implícita de seu apelo foi que o juramento de Deus era irrevogável (Rm 9:4; 11:28, 29).

Da mesma forma, quando o salmista intercedeu diante de Deus por Israel, ele reivindicou o juramento divino a Davi. Deus disse: “Não violarei a Minha aliança, nem modificarei o que os Meus lábios prometeram. Uma vez jurei por Minha santidade que nunca mentiria a Davi. A sua posteridade durará para sempre, e o seu trono, como o Sol diante de Mim. Ele será estabelecido para sempre como a lua e fiel como a testemunha nos Céus” (Sl 89:34-37). De acordo com o NT, ambos os juramentos se cumpriram em Jesus, a semente de Abraão, que ascendeu e Se assentou no trono de Davi (Gl 3:13-16; Lc 1:31-33, 54, 55).

Em segundo lugar, Deus garantiu Suas promessas ao colocar Jesus à Sua direita. A ascensão de Jesus tem o propósito de confirmar a promessa feita aos crentes, pois ascendeu “como Precursor” em nosso favor (Hb 6:20). Assim, a ascensão nos revela a certeza da salvação. Deus conduziu o Filho à glória por meio do sofrimento da “morte por todos”, para que pudesse conduzir “muitos filhos à glória” (Hb 2:9, 10). A presença de Jesus diante do Pai é a “âncora da alma” (Hb 6:19), que foi presa ao trono de Deus. De quais outras garantias precisamos?

O que você sente ao imaginar que Deus fez um juramento a você? Esse pensamento o ajuda a ter certeza da salvação, mesmo quando você se sente indigno?

Quinta-feira, 10 de fevereiro de 2022. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Hebreus mensagem para os últimos dias. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 507, jan. fev. mar. 2022. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Jesus, a Âncora da alma

Lições da Bíblia1

“Temos esta esperança por âncora da alma, segura e firme e que entra no santuário que fica atrás do véu, onde Jesus, como Precursor, entrou por nós, tendo-Se tornado Sumo Sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque” (Hb 6:19, 20).

Paulo, em Hebreus 5:11–6:20, interrompe a exposição teológica sobre o sacerdócio de Jesus em nosso favor para advertir sobre o perigo de se afastar de Cristo.

Ao que parece, os crentes corriam o perigo real de descer a ladeira escorregadia da autopiedade e da falta de fé. A preocupação do apóstolo era que seus leitores e ouvintes pudessem ter seus sentidos espirituais embotados devido às situações difíceis que estavam enfrentando e, assim, parassem de crescer em sua compreensão e experiência no evangelho.

Não é um perigo potencial para todos nós desanimar por causa das provações e nos afastarmos da fé em Cristo e em Suas promessas?

No entanto, a severa advertência culminou em um encorajamento afetuoso. Paulo expressou fé em seus leitores e exaltou Jesus como a personificação da promessa divina inquebrantável de salvação (Hb 6:9-20). Esse ciclo de advertência e encorajamento é repetido em Hebreus 10:26-39.

Estudaremos esse ciclo e nos concentraremos nas fortes palavras de encorajamento de Jesus a nós.

Sábado, 05 de fevereiro de 2022. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Hebreus mensagem para os últimos dias. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 507, jan. fev. mar. 2022. Adulto, Professor. 

Sacerdote sem pecado

Lições da Bíblia1

6. Leia Hebreus 7:26. Quais são as cinco características de Jesus nessa passagem?

Hebreus 7:26 (ARA)2: “Com efeito, nos convinha um sumo sacerdote como este, santo, inculpável, sem mácula, separado dos pecadores e feito mais alto do que os céus,

Jesus era santo, não havia falhas em Seu relacionamento com Deus (Hb 2:18; 4:15; 5:7, 8). A Septuaginta, tradução do AT para o grego antigo, usava o mesmo termo para designar aqueles que mantêm sua relação de aliança com Deus e com os outros.

Jesus não tem mácula. Ele permaneceu puro e intocado pelo mal, apesar de ser tentado em “todas as coisas” (Hb 4:15; 2:18). A perfeita impecabilidade de Jesus é importante para Seu sacerdócio. A antiga aliança estipulava que as vítimas do sacrifício deveriam ser “sem defeito” para ser aceitáveis (Lv 1:3, 10). A obediência perfeita de Jesus durante Sua vida terrena tornou possível que Ele Se oferecesse como um sacrifício aceitável a Deus (Hb 9:14).

Jesus foi “separado dos pecadores” quando ascendeu ao Céu. O tempo verbal grego sugere que esse seja um estado presente para Jesus, que começou em um ponto específico no tempo. Jesus suportou a hostilidade dos pecadores durante Sua vida terrestre, mas foi vitorioso e Se assentou à destra de Deus (Hb 12:2, 3). Jesus também está “separado dos pecadores” no sentido de que era sem pecado (Hb 4:15).

Jesus Cristo foi “exaltado acima dos céus”, isto é, exaltado acima de tudo que existe e, portanto, Ele é um com Deus. Nos Salmos, Deus é Aquele que está “exaltado […] acima dos céus” (Sl 57:5, 11; 108:5).

Jesus era totalmente humano, mas não era um ser humano pecador como nós (Hb 2:14-16; 4:15). Jesus é perfeito, não simplesmente porque nunca pecou, mas porque não foi corrompido pelo pecado como nós.

No entanto, por ter sido totalmente humano, também é nosso exemplo. Ele nos mostra como correr a corrida da vida (Hb 12:1-4). Ele é o exemplo que devemos seguir (1Pe 2:21-23). Por ser “santo, inculpável, sem mácula, separado dos pecadores” (Hb 7:26), Ele é nosso Salvador e nós também podemos refletir Seu caráter.

Embora Jesus fosse um ser humano como nós, Ele nunca pecou. Consegue entender quanto Ele é santo? A promessa de que Sua santidade será creditada a nós pela fé ajuda a nos dar certeza da salvação?

Quinta-feira, 03 de fevereiro de 2022. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Hebreus mensagem para os últimos dias. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 507, jan. fev. mar. 2022. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Sacerdote em favor dos seres humanos

Lições da Bíblia1

1. Qual é o papel do sacerdote? Como Jesus o cumpre? Hb 5:1-10

Hb 5:1-10 (ARA)2: “1 Porque todo sumo sacerdote, sendo tomado dentre os homens, é constituído nas coisas concernentes a Deus, a favor dos homens, para oferecer tanto dons como sacrifícios pelos pecados,e é capaz de condoer-se dos ignorantes e dos que erram, pois também ele mesmo está rodeado de fraquezas.E, por esta razão, deve oferecer sacrifícios pelos pecados, tanto do povo como de si mesmo.Ninguém, pois, toma esta honra para si mesmo, senão quando chamado por Deus, como aconteceu com Arão. 5 Assim, também Cristo a si mesmo não se glorificou para se tornar sumo sacerdote, mas o glorificou aquele que lhe disse: Tu és meu Filho, eu hoje te gerei; como em outro lugar também diz: Tu és sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque. Ele, Jesus, nos dias da sua carne, tendo oferecido, com forte clamor e lágrimas, orações e súplicas a quem o podia livrar da morte e tendo sido ouvido por causa da sua piedade,embora sendo Filho, aprendeu a obediência pelas coisas que sofreue, tendo sido aperfeiçoado, tornou-se o Autor da salvação eterna para todos os que lhe obedecem, 10 tendo sido nomeado por Deus sumo sacerdote, segundo a ordem de Melquisedeque.

O propósito básico de um sacerdote é mediar entre os pecadores e Deus. Sacerdotes foram designados por Deus a fim de ministrar em favor dos seres humanos; portanto, deviam ser misericordiosos e compreender as fraquezas humanas.

Em Hebreus 5:5-10, Paulo mostrou que Jesus cumpre perfeitamente essas características: foi designado por Deus (Hb 5:5, 6) e nos entende, pois também sofreu (Hb 5:7, 8).

Porém, existem algumas diferenças importantes. Jesus não foi “escolhido dentre os homens” (Hb 5:1). Em vez disso, adotou a natureza humana para, entre outras coisas, servir como Sacerdote em nosso favor. Ele não ofereceu sacrifícios pelos Seus próprios pecados (Hb 5:3), mas apenas pelos nossos, pois Ele não tinha pecado (Hb 4:15; 7:26-28).

Hebreus diz que Jesus orou a quem O podia livrar da morte, e foi ouvido (Hb 5:7). Deus salvou Jesus da segunda morte quando O ressuscitou (Hb 13:20). Hebreus também diz que Jesus “aprendeu obediência pelas coisas que sofreu” (Hb 5:8). A obediência era nova para Jesus, não porque Ele fosse desobediente, mas porque era Deus. Como Soberano do Universo, Jesus não obedecia a ninguém; todos Lhe obedeciam.

O sofrimento e a morte não O aperfeiçoaram no sentido de que tenha progredido moral ou eticamente, nem O tornaram misericordioso. Ao contrário, Jesus veio à Terra porque sempre foi misericordioso. Por isso, teve compaixão de nós (Hb 2:17). O que Hebreus quer dizer é que foi por meio dos sofrimentos que a realidade do amor fraterno de Jesus, a autenticidade de Sua natureza humana e a profundidade de Sua submissão como Representante da humanidade conforme a vontade do Pai foram verdadeiramente expressas e reveladas. Ele foi “aperfeiçoado” no sentido de que Seus sofrimentos O qualificaram para ser nosso Sumo Sacerdote. Foi Sua vida de perfeita obediência e depois Sua morte na cruz que constituíram a oferta de sacrifício que Jesus apresentou ao Pai como nosso Sacerdote.

1 Pedro 2:9 diz que somos “um sacerdócio real”. O que a vida de Jesus diz sobre como deve ser nosso relacionamento com as pessoas ao desempenhar esse papel sagrado?

Domingo, 30 de janeiro de 2022. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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Jesus, o Sacerdote fiel

Lições da Bíblia1

“Porque nos convinha um Sumo Sacerdote como Este, santo, inculpável, sem mácula, separado dos pecadores e exaltado acima dos Céus” (Hb 7:26).

O pecado causou um abismo entre Deus e nós. Esse problema se agravou, pois o pecado também implica a corrupção da nossa natureza. Deus é santo, e o pecado não pode existir em Sua presença; assim, nossa própria natureza corrompida nos separou Dele, como dois ímãs na orientação errada se repelem. Além disso, nossa natureza corrompida tornou impossível a nós obedecer à lei divina. O ser humano perdeu de vista o amor e a misericórdia de Deus e passou a vê-Lo como irado e exigente.

Nesta semana, estudaremos as ações incríveis que o Pai e Jesus realizaram para superar esse abismo. Hebreus 5–7 apresentam uma análise cuidadosa do sacerdócio de Jesus. O autor analisa sua origem e seu propósito (Hb 5:1-10) e, em seguida, exorta os leitores a não desconsiderá-los (Hb 5:11–6:8), mas apegar-se à esperança que isso envolve (Hb 6:9-20). Ele também explica as características desse sacerdócio (Hb 7:1-10) e suas implicações para o relacionamento de Deus com os crentes (Hb 7:11-28). Nesta semana vamos nos concentrar especificamente em Hebreus 5: 1-10 e 7:1-28.

Sábado, 29 de janeiro de 2022. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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Jesus, nosso Irmão fiel – Estudo adicional

Lições da Bíblia1

Jesus disse: “Eis aqui estou Eu e os filhos que Deus Me deu” (Hb 2:13). Patrick Gray sugere que Jesus é descrito como guardião de Seus irmãos. O sistema romano de tutela impuberum determinava que, com a morte do pai, “um tutor, muitas vezes um irmão mais velho, tornava-se responsável pelo cuidado dos filhos menores e de sua herança até que atingissem a maioridade, aumentando assim o dever natural do irmão mais velho de assumir o cuidado de seus irmãos mais novos” (Godly Fear: The Epistle to the Hebrews and Greco-Roman Critiques of Superstition [Atlanta: Society of Biblical Literature, 2003], p. 126). Por isso, Hebreus se refere a nós como irmãos de Jesus e como Seus filhos. Sendo Irmão mais velho, Jesus é nosso Tutor, Guardião e Protetor.

“Cristo veio à Terra, tomando sobre Si a humanidade e constituindo-Se Representante do homem, para mostrar, no conflito com Satanás, que o homem, tal como Deus o criou, unido ao Pai e ao Filho, poderia obedecer a todo reclamo divino” (Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 253).

“Em Sua vida e ensinos, Cristo deu um perfeito exemplo do abnegado ministério que tem sua origem em Deus. Ele não vive para Si. Criando o mundo, mantendo todas as coisas, Ele está constantemente ministrando em benefício de outros. ‘Faz o Seu Sol nascer sobre maus e bons e vir chuvas sobre justos e injustos’ (Mt 5:45). Esse ideal de ministério Deus confiou a Seu Filho. A Jesus foi dado pôr-Se como Cabeça da humanidade, para que por Seu exemplo pudesse ensinar o que significa servir” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 649).

Perguntas para consideração

1. Jesus Se tornou nosso Irmão para nos salvar. Virar as costas para isso seria trágico?

2. É importante para nós que Jesus não tenha nascido na escravidão do pecado (Rm 7:14)? Foi importante para os israelitas que Moisés não fosse escravo como eles? A história de Moisés nos ajuda a entender o que Jesus fez por nós?

3. Ainda que o sofrimento resulte em algum bem, ele, em si, é algo bom?

Sexta-feira, 21 de janeiro de 2022. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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