Livres da culpa

Lições da Bíblia1

“Portanto, agora, nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o espírito” (Rm 8:1, ARC).

Uma jovem havia sido brutalmente assassinada, e o assassino era desconhecido. A polícia preparou uma armadilha, escondendo um microfone no túmulo. Uma noite, meses após a morte da mulher, um rapaz se aproximou da sepultura e, ajoelhado e aos prantos, implorou o perdão da jovem morta. A polícia, ao monitorar as palavras do rapaz, o prendeu pelo crime.

O que levou o homem àquele túmulo? Foi a culpa. O que mais poderia ser?

Mesmo que não tenhamos feito algo tão ruim quanto o que aquele jovem fez, somos culpados. Todos fizemos coisas das quais nos envergonhamos, coisas que gostaríamos de desfazer, mas não podemos.

Graças a Jesus e ao sangue da nova aliança, ninguém precisa viver sob o estigma da culpa. De acordo com Romanos 8:1, não há condenação contra nós. O Juiz supremo não nos considera culpados. Ele nos vê como se não tivéssemos feito as coisas das quais nos sentimos culpados.

2. Como os seguintes versos nos ajudam a entender Romanos 8:1? Jo 5:24; Rm 3:24, 25; 2Co 5:21

Jo 5:24 (ARA)2: “Em verdade, em verdade vos digo: quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna, não entra em juízo, mas passou da morte para a vida.

Rm 3:24, 25 (ARA)2: “24 sendo justificados gratuitamente, por sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus, 25 a quem Deus propôs, no seu sangue, como propiciação, mediante a fé, para manifestar a sua justiça, por ter Deus, na sua tolerância, deixado impunes os pecados anteriormente cometidos;

2Co 5:21 (ARA)2: “Aquele que não conheceu pecado, ele o fez pecado por nós; para que, nele, fôssemos feitos justiça de Deus.

Uma das grandes promessas do relacionamento de aliança com o Senhor é que não temos mais que viver sob o peso da culpa. Por causa do sangue da aliança, nós – que escolhemos entrar na aliança com Deus, que escolhemos obedecer às condições da fé, arrependimento e obediência – podemos ter o fardo da culpa removido. Quando Satanás sussurrar aos nossos ouvidos que somos maus, que somos pecadores demais para ser aceitos por Deus, podemos fazer o que Jesus fez quando Satanás O tentou no deserto: podemos citar as Escrituras. E um dos melhores versos para citar é Romanos 8:1. Isso não significa negar a realidade do pecado em nossa vida; significa, em vez disso, que por causa da relação de aliança que temos com o Senhor, não vivemos mais sob a condenação desse pecado. Jesus pagou a pena por nós, e agora está na presença do Pai, apresentando Seu próprio sangue em nosso favor, apresentando Sua própria justiça em vez de nossos pecados.

O Senhor perdoou todos os nossos pecados. Esse fato faz diferença em sua vida e o ajuda a lidar com os que pecaram contra você? Isso influencia sua maneira de lidar com eles?

Segunda-feira, 21 de junho de 2021. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. A promessa: a aliança eterna de Deus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 504, abr. maio. jun. 2021. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

O remanescente

Lições da Bíblia1

4. Apesar do repetido padrão de apostasia, juízos divinos e arrependimento de Israel, que esperança encontramos em Isaías 4:3, Miqueias 4:6, 7 e Sofonias 3:12, 13?

Isaías 4:3 (ARA)2: “Será que os restantes de Sião e os que ficarem em Jerusalém serão chamados santos; todos os que estão inscritos em Jerusalém, para a vida,”

Miqueias 4:6, 7 (ARA)2: “6 Naquele dia, diz o Senhor, congregarei os que coxeiam e recolherei os que foram expulsos e os que eu afligira. 7 Dos que coxeiam farei a parte restante e dos que foram arrojados para longe, uma poderosa nação; e o Senhor reinará sobre eles no monte Sião, desde agora e para sempre.”

Sofonias 3:12, 13 (ARA)2: “12 Mas deixarei, no meio de ti, um povo modesto e humilde, que confia em o nome do Senhor. 13 Os restantes de Israel não cometerão iniquidade, nem proferirão mentira, e na sua boca não se achará língua enganosa, porque serão apascentados, deitar-se-ão, e não haverá quem os espante.”

Embora o plano de Deus para o antigo Israel tivesse se deteriorado pela desobediência, ele nunca foi completamente frustrado. Entre as ervas daninhas, algumas flores ainda cresceram. Muitos profetas do Antigo Testamento falaram desse remanescente fiel, a quem Deus reuniria para Si como um belo ramalhete.

O propósito de Deus em criar e preservar um remanescente fiel era o mesmo que tinha sido para toda a nação de Israel: usá-lo como Seu instrumento divinamente designado para declarar “entre as nações” a Sua “glória” (Is 66:19). Dessa maneira, outros se uniriam aos fiéis “para adorar o Rei, o Senhor dos Exércitos” (Zc 14:16). Portanto, por mais grave que a situação tivesse se tornado, Deus sempre teve alguns fiéis que, apesar da apostasia nas fileiras do povo escolhido de Deus, preservaram seu chamado e eleição (2Pe 1:10). Em resumo, quaisquer que fossem as falhas da nação como um todo, ainda havia aqueles que tentavam cumprir, da melhor maneira possível, sua parte na aliança (veja, por exemplo, 1Rs 19:14-18 [“14 Ele respondeu: Tenho sido em extremo zeloso pelo Senhor, Deus dos Exércitos, porque os filhos de Israel deixaram a tua aliança, derribaram os teus altares e mataram os teus profetas à espada; e eu fiquei só, e procuram tirar-me a vida. 15 Disse-lhe o Senhor: Vai, volta ao teu caminho para o deserto de Damasco e, em chegando lá, unge a Hazael rei sobre a Síria. 16 A Jeú, filho de Ninsi, ungirás rei sobre Israel e também Eliseu, filho de Safate, de Abel-Meolá, ungirás profeta em teu lugar. 17 Quem escapar à espada de Hazael, Jeú o matará; quem escapar à espada de Jeú, Eliseu o matará. 18 Também conservei em Israel sete mile, todos os joelhos que não se dobraram a Baal, e toda boca que o não beijou.”]). Embora talvez tenham sofrido com sua nação como um todo (por exemplo, com o exílio), a promessa final e suprema da aliança, a da vida eterna, será deles.

5. O que Jesus disse em João 10:27, 28? Aplique Suas palavras, bem como as promessas contidas ali, à apostasia no antigo Israel. Como essas palavras explicam a existência de um remanescente fiel?

João 10:27, 28 (ARA)2: “27 As minhas ovelhas ouvem a minha voz; eu as conheço, e elas me seguem. 28 Eu lhes dou a vida eterna; jamais perecerão, e ninguém as arrebatará da minha mão.”

Há alguns anos, uma jovem abandonou completamente sua fé cristã, principalmente porque tinha sido desencorajada pelo pecado, apostasia e hipocrisia que via em sua igreja. “Aquelas pessoas não eram realmente cristãs”, disse ela, usando isso como desculpa para desistir de tudo. Com base nos princípios do estudo de hoje, por que a desculpa dela é tão vazia?

Quarta-feira, 05 de maio de 2021. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. A promessa: a aliança eterna de Deus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 504, abr. maio. jun. 2021. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Aliança com Moisés

Lições da Bíblia1

Leia Êxodo 6:1-8 e responda a estas perguntas:

Êxodo 6:1-8 (ARA)2: 1 Disse o Senhor a Moisés: Agora, verás o que hei de fazer a Faraó; pois, por mão poderosa, os deixará ir e, por mão poderosa, os lançará fora da sua terra. 2 Falou mais Deus a Moisés e lhe disse: Eu sou o Senhor. 3 Apareci a Abraão, a Isaque e a Jacó como Deus Todo-Poderoso; mas pelo meu nome, O Senhor, não lhes fui conhecido. 4 Também estabeleci a minha aliança com eles, para dar-lhes a terra de Canaã, a terra em que habitaram como peregrinos. 5 Ainda ouvi os gemidos dos filhos de Israel, os quais os egípcios escravizam, e me lembrei da minha aliança. 6 Portanto, dize aos filhos de Israel: eu sou o Senhor, e vos tirarei de debaixo das cargas do Egito, e vos livrarei da sua servidão, e vos resgatarei com braço estendido e com grandes manifestações de julgamento. 7 Tomar-vos-ei por meu povo e serei vosso Deus; e sabereis que eu sou o Senhor, vosso Deus, que vos tiro de debaixo das cargas do Egito. 8 E vos levarei à terra a qual jurei dar a Abraão, a Isaque e a Jacó; e vo-la darei como possessão. Eu sou o Senhor.”

5. A qual aliança Deus Se referiu? Veja Gn 12:1-3 e assinale a alternativa correta:

Gênesis 12:1-3 (ARA)2: “1 Ora, disse o Senhor a Abrão: Sai da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai e vai para a terra que te mostrarei; 2 de ti farei uma grande nação, e te abençoarei, e te engrandecerei o nome. Sê tu uma bênção! 3 Abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; em ti serão benditas todas as famílias da terra.”

A. ( ) À aliança com Abraão.
B. ( ) Ao pacto para a retirada do povo do Egito.

Resposta sugestiva: Alternativa A.

6. O Êxodo devia ser um cumprimento, da parte de Deus, das promessas da aliança?

O Senhor havia prometido que abençoaria Abraão e sua descendência (Gn 12:1-3). Ele cumpriu Sua parte no livramento do povo de Israel do Egito. Em Êxodo 6:1-6, Deus prometeu que livraria os israelitas da mão do faraó e dos egípcios.

7. Que paralelo encontramos entre o que Deus prometeu ao povo, em Êxodo 6:1-8, e o que Ele prometeu a Noé antes do dilúvio?

Êxodo 6:1-8 (ARA)2: 1 Disse o Senhor a Moisés: Agora, verás o que hei de fazer a Faraó; pois, por mão poderosa, os deixará ir e, por mão poderosa, os lançará fora da sua terra. 2 Falou mais Deus a Moisés e lhe disse: Eu sou o Senhor. 3 Apareci a Abraão, a Isaque e a Jacó como Deus Todo-Poderoso; mas pelo meu nome, O Senhor, não lhes fui conhecido. 4 Também estabeleci a minha aliança com eles, para dar-lhes a terra de Canaã, a terra em que habitaram como peregrinos. 5 Ainda ouvi os gemidos dos filhos de Israel, os quais os egípcios escravizam, e me lembrei da minha aliança. 6 Portanto, dize aos filhos de Israel: eu sou o Senhor, e vos tirarei de debaixo das cargas do Egito, e vos livrarei da sua servidão, e vos resgatarei com braço estendido e com grandes manifestações de julgamento. 7 Tomar-vos-ei por meu povo e serei vosso Deus; e sabereis que eu sou o Senhor, vosso Deus, que vos tiro de debaixo das cargas do Egito. 8 E vos levarei à terra a qual jurei dar a Abraão, a Isaque e a Jacó; e vo-la darei como possessão. Eu sou o Senhor.”

Após o Êxodo, os filhos de Israel receberam a aliança no Sinai, concedida no contexto de redenção da escravidão (Êx 20:2) e contendo as provisões sacrificais de Deus para a expiação e perdão dos pecados. Portanto, essa aliança, como todas as outras, era a aliança da graça estendida ao povo.

Ela reiterava, em muitos aspectos, as principais ênfases da aliança com Abraão:

1. Relacionamento especial de Deus com Seu povo (Gn 17:7, 8; Êx 19:5, 6).

2. Eles seriam uma grande nação (compare Gênesis 12:2 com Êx 19:6).

3. Era necessário obediência (compare Gn 17:9-14; 22:16-18 com Êx 19:5).

“Observe a ordem: o Senhor primeiramente salva Israel, e então lhes dá Sua lei para a guardarem. A mesma ordem se dá no caso do evangelho. Cristo primeiramente nos salva do pecado (ver Jo 1:29; 1Co 15:3; Gl 1:4) e então vive Sua lei dentro de nós” (Gl 2:20; Rm 4:25; 8:1-3; 1Pe 2:24; Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, v. 1, p. 646).

8. Leia Êxodo 6:7. O que aparece na primeira parte, em que o Senhor declara que eles seriam o Seu povo e que Ele seria o seu Deus? O povo seria algo para Deus, e Deus seria algo para ele. O Senhor não apenas desejava Se relacionar com o povo de modo especial, mas queria que o povo se relacionasse com Ele de modo especial. Não busca o Senhor esse tipo de relacionamento conosco? Essa passagem reflete sua relação com Deus?

Êxodo 6:7 (ARA)2:“Tomar-vos-ei por meu povo e serei vosso Deus; e sabereis que eu sou o Senhor, vosso Deus, que vos tiro de debaixo das cargas do Egito.”

Quarta-feira, 07 de abril de 2021. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. A promessa: a aliança eterna de Deus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 504, abr. maio. jun. 2021. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

O poema do Servo sofredor (Is 52:13–53:12)

Lições da Bíblia1

A passagem de Isaías 52:13–53:12, conhecida como “o poema do Servo sofredor”, confirma a reputação de Isaías como “o profeta do evangelho”. Em harmonia com a excelência do evangelho, o poema se eleva acima de outras literaturas. Embora seja surpreendentemente curto, cada frase tem um significado profundo que revela a essência da busca impensável de Deus para salvar a humanidade mergulhada e perdida no pecado.

Esse não é o “leite” espiritual de Isaías, mas algo profundo. Ele já vinha preparando sua audiência ao desenvolver o tema messiânico desde o início de seu livro. Seguindo o curso geral da vida do Messias na ­Terra, o profeta havia começado com Sua concepção e nascimento (Is 7:14), apresentado Sua identidade como Rei da descendência de Davi (Is 9:6, 7), detalhado Sua obra da restauração de Israel (Is 11:1-16) e o pacífico ministério de libertação da injustiça e do sofrimento (Is 42:1-7). Em seguida, Isaías tinha revelado que o drama do Messias incluía o contraste da tragédia antes da exaltação (Is 49:1-12; Is 50:6-10). O poema do Servo sofredor então sonda as profundezas dessa tragédia.

2. Releia as seções listadas acima. O que elas revelam sobre Jesus, o ­Messias? Como elas nos preparam para o que é apresentado em Isaías 52 e 53?

Isaías 52:13-53:12 (ARA):“13 Eis que o meu Servo procederá com prudência; será exaltado e elevado e será mui sublime. 14 Como pasmaram muitos à vista dele (pois o seu aspecto estava mui desfigurado, mais do que o de outro qualquer, e a sua aparência, mais do que a dos outros filhos dos homens), 15 assim causará admiração às nações, e os reis fecharão a sua boca por causa dele; porque aquilo que não lhes foi anunciado verão, e aquilo que não ouviram entenderão. 53 1 Quem creu em nossa pregação? E a quem foi revelado o braço do Senhor? 2 Porque foi subindo como renovo perante ele e como raiz de uma terra seca; não tinha aparência nem formosura; olhamo-lo, mas nenhuma beleza havia que nos agradasse.Era desprezado e o mais rejeitado entre os homens; homem de dores e que sabe o que é padecer; e, como um de quem os homens escondem o rosto, era desprezado, e dele não fizemos caso.Certamente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus e oprimido. Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo caminho, mas o Senhor fez cair sobre ele a iniquidade de nós todos.Ele foi oprimido e humilhado, mas não abriu a boca; como cordeiro foi levado ao matadouro; e, como ovelha muda perante os seus tosquiadores, ele não abriu a boca. Por juízo opressor foi arrebatado, e de sua linhagem, quem dela cogitou? Porquanto foi cortado da terra dos viventes; por causa da transgressão do meu povo, foi ele ferido.Designaram-lhe a sepultura com os perversos, mas com o rico esteve na sua morte, posto que nunca fez injustiça, nem dolo algum se achou em sua boca. 10 Todavia, ao Senhor agradou moê-lo, fazendo-o enfermar; quando der ele a sua alma como oferta pelo pecado, verá a sua posteridade e prolongará os seus dias; e a vontade do Senhor prosperará nas suas mãos. 11 Ele verá o fruto do penoso trabalho de sua alma e ficará satisfeito; o meu Servo, o Justo, com o seu conhecimento, justificará a muitos, porque as iniquidades deles levará sobre si. 12 Por isso, eu lhe darei muitos como a sua parte, e com os poderosos repartirá ele o despojo, porquanto derramou a sua alma na morte; foi contado com os transgressores; contudo, levou sobre si o pecado de muitos e pelos transgressores intercedeu.

Isaías 52:13–53:1 introduz o poema com uma prévia contendo um contraste impressionante: o Servo prosperaria e seria exaltado, mas Sua aparência seria desfigurada a ponto de não ser reconhecida. Quem creria?

Isaías 53:2, 3 inicia um doloroso declínio da origem do Servo e de Sua aparência comum até Seu sofrimento e rejeição. Isaías 53:4-6 faz uma ­pausa para explicar que Seu sofrimento era realmente o nosso castigo, que Ele suportaria a fim de nos curar. Isaías 53:7-9 continua o declínio do inocente Servo rumo ao túmulo.

Em Isaías 53:10-12, o Servo ascende à exaltada recompensa prevista no início do poema (Is 52:13), com a percepção adicional de que Seu sacrifício para salvar os outros era da vontade de Deus.

Compare esse poema com a estrutura de “vale” de Filipenses 2:5-11 [“5 Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, 6 pois ele, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus; 7 antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, 8 a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz. 9 Pelo que também Deus o exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome, 10 para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, 11 e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai.”], na qual Jesus começa na forma de Deus, mas desce ao Se esvaziar para assumir a escravidão da forma humana, humilhando-Se até a morte de cruz (a mais humilhante das mortes). Portanto, Deus O exalta sobremaneira, para que todos O reconheçam como Senhor (Is 49:7).

Leia Isaías 52:13–53:12. O que Jesus fez por nós e o que significam essas ações?

Segunda-feira, 01 de março de 2021. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Isaías: Consolo para o povo de Deus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 503, jan. fev. mar. 2021. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Consolem o Meu povo – Estudo adicional

Lições da Bíblia1

Texto de Ellen G. White: Profetas e Reis, p. 311-321 (“O Deus de Israel”).

“Nos dias de Isaías, o entendimento espiritual da humanidade havia sido obscurecido por uma concepção errada a respeito de Deus. Durante muito tempo, Satanás havia procurado levar os seres humanos a ver seu Criador como o autor do pecado, do sofrimento e da morte. Aqueles que ele tinha conseguido enganar consideravam Deus como Alguém duro e exigente. Achavam que Ele estivesse sempre pronto para denunciar e condenar, e que não estivesse disposto a receber o pecador enquanto ainda existisse um motivo legal para não ajudá-lo. A lei de amor pela qual o Céu é regido havia sido falsamente apresentada pelo arquienganador como uma restrição imposta à felicidade dos seres humanos, um pesado jugo do qual deviam sentir-se alegres por se verem livres. Ele declarou que os preceitos dessa lei não podiam ser obedecidos, e que as penalidades da transgressão eram impostas arbitrariamente” (Ellen G. White, Profetas e Reis, p. 311).

Perguntas para consideração

1. Resuma a mensagem de Isaías 40:12-31. Use imagens de descobertas científicas atuais que mostrem o incrível poder de Deus. Compartilhe seu resumo com a classe.

2. A eternidade da Palavra e a esperança da ressurreição anulam o medo da morte (Is 40:6-8; Jó 19:25-27; Dn 12:2; 1Co 15:51-57; 1Ts 4:13-18)?

3. Ao refletirmos em Isaías 40:12-31, como podemos ser curados do orgulho e arrogância?

Sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Isaías: Consolo para o povo de Deus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 503, jan. fev. mar. 2021. Adulto, Professor. 

Amarras (Is 36:1)

Lições da Bíblia1

1. O que aconteceu com Judá? (2Rs 18:13; 2Cr 32:1; Is 36:1). Assinale a alternativa correta:

2Reis 18:13 (ARA): “No ano décimo quarto do rei Ezequias, subiu Senaqueribe, rei da Assíria, contra todas as cidades fortificadas de Judá e as tomou.”

2Crônicas 32:1 (ARA): “Depois destas coisas e desta fidelidade, veio Senaqueribe, rei da Assíria, entrou em Judá, acampou-se contra as cidades fortificadas e intentou apoderar-se delas.”  

Isaías 36:1 (ARA): “No ano décimo quarto do rei Ezequias, subiu Senaqueribe, rei da Assíria, contra todas as cidades fortificadas de Judá e as tomou.”

A.( ) Enfrentou um período de fome.
B.( ) Senaqueribe invadiu Judá e conquistou algumas de suas cidades.

Resposta sugestiva: Alternativa B.

Quando o incrédulo Acaz morreu e seu filho Ezequias o sucedeu, o reino de Judá havia perdido a total independência. Tendo comprado o auxílio dos assírios contra a aliança da Síria e do Israel do Norte, Judá foi forçado a continuar pagando à Assíria o “dinheiro de proteção” na forma de tributo (veja 2Cr 28:16-21). Quando o rei assírio Sargão II morreu em um campo de batalha distante e foi sucedido por Senaqueribe, em 705 a.C., a Assíria parecia vulnerável. Evidências de textos bíblicos e assírios revelam que Ezequias aproveitou essa oportunidade para se rebelar (veja 2Rs 18:7), adotando ações agressivas como líder de uma revolta contra a Assíria entre as pequenas nações de sua região.

Infelizmente, Ezequias havia subestimado a resistência do poder da Assíria. Em 701 a.C., quando Senaqueribe tinha subjugado outras partes de seu império, ele atacou a Síria-Palestina com força devastadora e assolou Judá.

2. Como Ezequias se preparou para um confronto com a Assíria? 2Cr 32:1-8

2Crônicas 32:1-8 (ARA): “1 Depois destas coisas e desta fidelidade, veio Senaqueribe, rei da Assíria, entrou em Judá, acampou-se contra as cidades fortificadas e intentou apoderar-se delas. 2 Vendo, pois, Ezequias que Senaqueribe vinha e que estava resolvido a pelejar contra Jerusalém, 3 resolveu, de acordo com os seus príncipes e os seus homens valentes, tapar as fontes das águas que havia fora da cidade; e eles o ajudaram. 4 Assim, muito povo se ajuntou, e taparam todas as fontes, como também o ribeiro que corria pelo meio da terra, pois diziam: Por que viriam os reis da Assíria e achariam tantas águas? 5 Ele cobrou ânimo, restaurou todo o muro quebrado e sobre ele ergueu torres; levantou também o outro muro por fora, fortificou a Milo na Cidade de Davi e fez armas e escudos em abundância. 6 Pôs oficiais de guerra sobre o povo, reuniu-os na praça da porta da cidade e lhes falou ao coração, dizendo: 7 Sede fortes e corajosos, não temais, nem vos assusteis por causa do rei da Assíria, nem por causa de toda a multidão que está com ele; porque um há conosco maior do que o que está com ele. 8 Com ele está o braço de carne, mas conosco, o Senhor, nosso Deus, para nos ajudar e para guerrear nossas guerras. O povo cobrou ânimo com as palavras de Ezequias, rei de Judá.

Quando Ezequias percebeu que Senaqueribe pretendia tomar Jerusalém, a capital, ele fez extensos preparativos para um confronto com a Assíria. O rei fortaleceu suas fortificações, equipou e organizou ainda mais seu exército e aumentou a segurança das fontes das águas de Jerusalém (veja também 2 Reis 20:20; 2 Crônicas 32:30). O impressionante túnel de água de Siloé, homenageado por uma inscrição que narrava sua construção, quase certamente data da preparação de Ezequias para um possível cerco.

Tão importante quanto a liderança militar e organizacional, Ezequias ofereceu uma liderança espiritual enquanto buscava levantar o ânimo de seu povo naquele momento assustador. “No entanto, o rei de Judá estava determinado a fazer sua parte na preparação para resistir o inimigo; e havendo feito tudo que estava ao alcance da energia e do planejamento humano, reuniu seus exércitos e os animou a ser fortes e corajosos” (Ellen G. White, Profetas e Reis, p. 351).

Se Ezequias confiava tanto no Senhor, por que ele fez tantos esforços? Suas obras negavam sua fé? (veja Fp 2:12, 13 [‘12 Assim, pois, amados meus, como sempre obedecestes, não só na minha presença, porém, muito mais agora, na minha ausência, desenvolvei a vossa salvação com temor e tremor; 13 porque Deus é quem efetua em vós tanto o querer como o realizar, segundo a sua boa vontade.’], sobre a cooperação com Deus).

Domingo, 07 de fevereiro de 2021. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Isaías: Consolo para o povo de Deus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 503, jan. fev. mar. 2021. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

O nobre Príncipe da Paz

Lições da Bíblia1

“Um menino nos nasceu, um filho se nos deu. O governo está sobre os seus ombros; e o seu nome será: ‘Maravilhoso Conselheiro’, Deus Forte, ‘Pai da Eternidade’, ‘Príncipe da Paz’” (Is 9:6)

O Dr. Robert Oppenheimer, que supervisionou a criação da primeira bomba atômica, apresentou-se diante de um Comitê do Congresso nos Estados Unidos. Perguntaram se havia alguma defesa contra a arma. “Certamente”, respondeu o físico. “E ela é…” Diante do silêncio do público, ele disse: “a paz”. (Compilado por Paul Lee Tan, Enciclopedia of 7.700 Illustrations:  Signs ofthe Times; Rockville, Maryland: Assurance Publishers, 1985, p. 989).

A paz é um sonho vago e inatingível. Desde que a História passou a ser registrada, estima-se que o mundo esteve completamente em paz apenas cerca de 8% do tempo. Pelo menos oito mil tratados foram violados (ibid., p. 987, adaptado). Durante os cinquenta anos seguintes ao fim da Primeira Guerra Mundial (a guerra que deveria supostamente ter acabado com todas as guerras), houve apenas dois minutos de paz para cada ano de guerra.

Em 1895, Alfred Nobel, o inventor da dinamite, estipulou um fundo para estabelecer um prêmio para indivíduos que dessem uma contribuição extraordinária à paz (ibid., p. 988). Contudo, nos últimos anos, até alguns vencedores do Nobel da Paz estiveram envolvidos em conflitos violentos.

Nesta semana, estudaremos sobre o Único que traz a paz real e eterna.

Sábado, 23 de janeiro de 2021. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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Perigo vindo do norte (Is 7:1-9)

Lições da Bíblia1

1. Qual crise aterrorizante o rei Acaz enfrentou no início de seu reinado? (2Rs 15:37, 38; 16:5, 6; Is 7:1, 2). Assinale a alternativa correta:

2Rs 15:37, 38 (ARA)2: “37 Naqueles dias, começou o Senhor a enviar contra Judá a Rezim, rei da Síria, e a Peca, filho de Remalias. 38 Descansou Jotão com seus pais e foi sepultado junto a seus pais, na Cidade de Davi, seu pai. Em seu lugar reinou Acaz, seu filho.”

2Rs 16:5, 6 (ARA)2: “5 Então, subiu Rezim, rei da Síria, com Peca, filho de Remalias, rei de Israel, a Jerusalém para pelejarem contra ela; cercaram Acaz, porém não puderam prevalecer contra ele. 6 Naquele tempo, Rezim, rei da Síria, restituiu Elate à Síria e lançou fora dela os judeus; os siros vieram a Elate e ficaram habitando ali até ao dia de hoje.”

Is 7:1, 2 (ARA)2: “1 Sucedeu nos dias de Acaz, filho de Jotão, filho de Uzias, rei de Judá, que Rezim, rei da Síria, e Peca, filho de Remalias, rei de Israel, subiram a Jerusalém, para pelejarem contra ela, porém não prevaleceram contra ela. 2 Deu-se aviso à casa de Davi: A Síria está aliada com Efraim. Então, ficou agitado o coração de Acaz e o coração do seu povo, como se agitam as árvores do bosque com o vento.

A.( ) Um ataque de Rezim, rei da Síria, e de Peca, rei de Israel, contra Judá.
B.( ) Um ataque do rei do Egito.

Resposta sugestiva: Alternativa A.

O reino de Israel do Norte (representado por Efraim, uma de suas tribos) e o reino da Síria (Arã) atacaram o reino menor de Judá, ao sul. Isso ocorreu quando Judá estava enfraquecido pelos ataques dos edomitas e dos filisteus. No passado, Judá havia lutado contra Israel, mas uma aliança entre Israel e a Síria apresentava agora um perigo avassalador. Parecia que Israel e a Síria queriam forçar Judá a participar com eles de uma coalizão contra o forte poder de Tiglate-Pileser III, da Assíria (chamado de “Pul” em 2Rs 15:19), que continuava a ameaçá-los com seu império em expansão. Israel e a Síria haviam deixado de lado seu conflito de longa data, diante de um perigo maior. Se eles conseguissem conquistar Judá e instalar ali um “governante fantoche” (Is 7:5, 6), poderiam usar os recursos e a mão de obra de Judá.

2. Qual foi a solução de Acaz quando seu mundo estava desmoronando? 2Rs 16:7-9; 2Cr 28:16

2Rs 16:7-9 (ARA)2: “7 Acaz enviou mensageiros a Tiglate-Pileser, rei da Assíria, dizendo: Eu sou teu servo e teu filho; sobe e livra-me do poder do rei da Síria e do poder do rei de Israel, que se levantam contra mim.Tomou Acaz a prata e o ouro que se acharam na Casa do Senhor e nos tesouros da casa do rei e mandou de presente ao rei da Assíria. 9 O rei da Assíria lhe deu ouvidos, subiu contra Damasco, tomou-a, levou o povo para Quir e matou a Rezim.”

2Cr 28:16 (ARA)2: “Naquele tempo, mandou o rei Acaz pedir aos reis da Assíria que o ajudassem.

Em vez de reconhecer que Deus era o único que poderia resgatar seu país, Acaz tentou fazer amizade com Tiglate-Pileser III, o inimigo de seus inimigos. O rei assírio atendeu com satisfação seu pedido de ajuda contra a Síria e Israel. Tiglate-Pileser III não apenas recebeu um rico suborno de Acaz, como também obteve uma boa desculpa para tomar a Síria, o que ele prontamente fez (2Rs 16:9). O poder da aliança sírio-israelita foi destruído. No curto prazo, parecia que Acaz havia salvado Judá.

Essa ação por parte de Acaz, no entanto, não devia ser uma surpresa. Ele tinha sido um dos piores reis de todos os tempos a governar Judá até então (2Rs 16:3, 4; 2Cr 28:2-4).

Quando lemos sobre Acaz, entendemos por que ele reagiu ao perigo daquela maneira. Qual é a lição dessa história para nós? Se não obedecemos ao Senhor hoje, o que nos faz pensar que teremos fé para confiar Nele quando vierem as grandes provações? (veja Tg 2:22; Jr 12:5).

Tg 2:22 (ARA)2: “Vês como a fé operava juntamente com as suas obras; com efeito, foi pelas obras que a fé se consumou,”

Jr 12:5 (ARA)2: “Se te fatigas correndo com homens que vão a pé, como poderás competir com os que vão a cavalo? Se em terra de paz não te sentes seguro, que farás na floresta do Jordão?”

Domingo, 10 de janeiro de 2021. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Isaías: Consolo para o povo de Deus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 503, jan. fev. mar. 2021. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.