O remanescente

Lições da Bíblia1

4. Apesar do repetido padrão de apostasia, juízos divinos e arrependimento de Israel, que esperança encontramos em Isaías 4:3, Miqueias 4:6, 7 e Sofonias 3:12, 13?

Isaías 4:3 (ARA)2: “Será que os restantes de Sião e os que ficarem em Jerusalém serão chamados santos; todos os que estão inscritos em Jerusalém, para a vida,”

Miqueias 4:6, 7 (ARA)2: “6 Naquele dia, diz o Senhor, congregarei os que coxeiam e recolherei os que foram expulsos e os que eu afligira. 7 Dos que coxeiam farei a parte restante e dos que foram arrojados para longe, uma poderosa nação; e o Senhor reinará sobre eles no monte Sião, desde agora e para sempre.”

Sofonias 3:12, 13 (ARA)2: “12 Mas deixarei, no meio de ti, um povo modesto e humilde, que confia em o nome do Senhor. 13 Os restantes de Israel não cometerão iniquidade, nem proferirão mentira, e na sua boca não se achará língua enganosa, porque serão apascentados, deitar-se-ão, e não haverá quem os espante.”

Embora o plano de Deus para o antigo Israel tivesse se deteriorado pela desobediência, ele nunca foi completamente frustrado. Entre as ervas daninhas, algumas flores ainda cresceram. Muitos profetas do Antigo Testamento falaram desse remanescente fiel, a quem Deus reuniria para Si como um belo ramalhete.

O propósito de Deus em criar e preservar um remanescente fiel era o mesmo que tinha sido para toda a nação de Israel: usá-lo como Seu instrumento divinamente designado para declarar “entre as nações” a Sua “glória” (Is 66:19). Dessa maneira, outros se uniriam aos fiéis “para adorar o Rei, o Senhor dos Exércitos” (Zc 14:16). Portanto, por mais grave que a situação tivesse se tornado, Deus sempre teve alguns fiéis que, apesar da apostasia nas fileiras do povo escolhido de Deus, preservaram seu chamado e eleição (2Pe 1:10). Em resumo, quaisquer que fossem as falhas da nação como um todo, ainda havia aqueles que tentavam cumprir, da melhor maneira possível, sua parte na aliança (veja, por exemplo, 1Rs 19:14-18 [“14 Ele respondeu: Tenho sido em extremo zeloso pelo Senhor, Deus dos Exércitos, porque os filhos de Israel deixaram a tua aliança, derribaram os teus altares e mataram os teus profetas à espada; e eu fiquei só, e procuram tirar-me a vida. 15 Disse-lhe o Senhor: Vai, volta ao teu caminho para o deserto de Damasco e, em chegando lá, unge a Hazael rei sobre a Síria. 16 A Jeú, filho de Ninsi, ungirás rei sobre Israel e também Eliseu, filho de Safate, de Abel-Meolá, ungirás profeta em teu lugar. 17 Quem escapar à espada de Hazael, Jeú o matará; quem escapar à espada de Jeú, Eliseu o matará. 18 Também conservei em Israel sete mile, todos os joelhos que não se dobraram a Baal, e toda boca que o não beijou.”]). Embora talvez tenham sofrido com sua nação como um todo (por exemplo, com o exílio), a promessa final e suprema da aliança, a da vida eterna, será deles.

5. O que Jesus disse em João 10:27, 28? Aplique Suas palavras, bem como as promessas contidas ali, à apostasia no antigo Israel. Como essas palavras explicam a existência de um remanescente fiel?

João 10:27, 28 (ARA)2: “27 As minhas ovelhas ouvem a minha voz; eu as conheço, e elas me seguem. 28 Eu lhes dou a vida eterna; jamais perecerão, e ninguém as arrebatará da minha mão.”

Há alguns anos, uma jovem abandonou completamente sua fé cristã, principalmente porque tinha sido desencorajada pelo pecado, apostasia e hipocrisia que via em sua igreja. “Aquelas pessoas não eram realmente cristãs”, disse ela, usando isso como desculpa para desistir de tudo. Com base nos princípios do estudo de hoje, por que a desculpa dela é tão vazia?

Quarta-feira, 05 de maio de 2021. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. A promessa: a aliança eterna de Deus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 504, abr. maio. jun. 2021. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Aliança com Moisés

Lições da Bíblia1

Leia Êxodo 6:1-8 e responda a estas perguntas:

Êxodo 6:1-8 (ARA)2: 1 Disse o Senhor a Moisés: Agora, verás o que hei de fazer a Faraó; pois, por mão poderosa, os deixará ir e, por mão poderosa, os lançará fora da sua terra. 2 Falou mais Deus a Moisés e lhe disse: Eu sou o Senhor. 3 Apareci a Abraão, a Isaque e a Jacó como Deus Todo-Poderoso; mas pelo meu nome, O Senhor, não lhes fui conhecido. 4 Também estabeleci a minha aliança com eles, para dar-lhes a terra de Canaã, a terra em que habitaram como peregrinos. 5 Ainda ouvi os gemidos dos filhos de Israel, os quais os egípcios escravizam, e me lembrei da minha aliança. 6 Portanto, dize aos filhos de Israel: eu sou o Senhor, e vos tirarei de debaixo das cargas do Egito, e vos livrarei da sua servidão, e vos resgatarei com braço estendido e com grandes manifestações de julgamento. 7 Tomar-vos-ei por meu povo e serei vosso Deus; e sabereis que eu sou o Senhor, vosso Deus, que vos tiro de debaixo das cargas do Egito. 8 E vos levarei à terra a qual jurei dar a Abraão, a Isaque e a Jacó; e vo-la darei como possessão. Eu sou o Senhor.”

5. A qual aliança Deus Se referiu? Veja Gn 12:1-3 e assinale a alternativa correta:

Gênesis 12:1-3 (ARA)2: “1 Ora, disse o Senhor a Abrão: Sai da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai e vai para a terra que te mostrarei; 2 de ti farei uma grande nação, e te abençoarei, e te engrandecerei o nome. Sê tu uma bênção! 3 Abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; em ti serão benditas todas as famílias da terra.”

A. ( ) À aliança com Abraão.
B. ( ) Ao pacto para a retirada do povo do Egito.

Resposta sugestiva: Alternativa A.

6. O Êxodo devia ser um cumprimento, da parte de Deus, das promessas da aliança?

O Senhor havia prometido que abençoaria Abraão e sua descendência (Gn 12:1-3). Ele cumpriu Sua parte no livramento do povo de Israel do Egito. Em Êxodo 6:1-6, Deus prometeu que livraria os israelitas da mão do faraó e dos egípcios.

7. Que paralelo encontramos entre o que Deus prometeu ao povo, em Êxodo 6:1-8, e o que Ele prometeu a Noé antes do dilúvio?

Êxodo 6:1-8 (ARA)2: 1 Disse o Senhor a Moisés: Agora, verás o que hei de fazer a Faraó; pois, por mão poderosa, os deixará ir e, por mão poderosa, os lançará fora da sua terra. 2 Falou mais Deus a Moisés e lhe disse: Eu sou o Senhor. 3 Apareci a Abraão, a Isaque e a Jacó como Deus Todo-Poderoso; mas pelo meu nome, O Senhor, não lhes fui conhecido. 4 Também estabeleci a minha aliança com eles, para dar-lhes a terra de Canaã, a terra em que habitaram como peregrinos. 5 Ainda ouvi os gemidos dos filhos de Israel, os quais os egípcios escravizam, e me lembrei da minha aliança. 6 Portanto, dize aos filhos de Israel: eu sou o Senhor, e vos tirarei de debaixo das cargas do Egito, e vos livrarei da sua servidão, e vos resgatarei com braço estendido e com grandes manifestações de julgamento. 7 Tomar-vos-ei por meu povo e serei vosso Deus; e sabereis que eu sou o Senhor, vosso Deus, que vos tiro de debaixo das cargas do Egito. 8 E vos levarei à terra a qual jurei dar a Abraão, a Isaque e a Jacó; e vo-la darei como possessão. Eu sou o Senhor.”

Após o Êxodo, os filhos de Israel receberam a aliança no Sinai, concedida no contexto de redenção da escravidão (Êx 20:2) e contendo as provisões sacrificais de Deus para a expiação e perdão dos pecados. Portanto, essa aliança, como todas as outras, era a aliança da graça estendida ao povo.

Ela reiterava, em muitos aspectos, as principais ênfases da aliança com Abraão:

1. Relacionamento especial de Deus com Seu povo (Gn 17:7, 8; Êx 19:5, 6).

2. Eles seriam uma grande nação (compare Gênesis 12:2 com Êx 19:6).

3. Era necessário obediência (compare Gn 17:9-14; 22:16-18 com Êx 19:5).

“Observe a ordem: o Senhor primeiramente salva Israel, e então lhes dá Sua lei para a guardarem. A mesma ordem se dá no caso do evangelho. Cristo primeiramente nos salva do pecado (ver Jo 1:29; 1Co 15:3; Gl 1:4) e então vive Sua lei dentro de nós” (Gl 2:20; Rm 4:25; 8:1-3; 1Pe 2:24; Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, v. 1, p. 646).

8. Leia Êxodo 6:7. O que aparece na primeira parte, em que o Senhor declara que eles seriam o Seu povo e que Ele seria o seu Deus? O povo seria algo para Deus, e Deus seria algo para ele. O Senhor não apenas desejava Se relacionar com o povo de modo especial, mas queria que o povo se relacionasse com Ele de modo especial. Não busca o Senhor esse tipo de relacionamento conosco? Essa passagem reflete sua relação com Deus?

Êxodo 6:7 (ARA)2:“Tomar-vos-ei por meu povo e serei vosso Deus; e sabereis que eu sou o Senhor, vosso Deus, que vos tiro de debaixo das cargas do Egito.”

Quarta-feira, 07 de abril de 2021. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. A promessa: a aliança eterna de Deus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 504, abr. maio. jun. 2021. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

O poema do Servo sofredor (Is 52:13–53:12)

Lições da Bíblia1

A passagem de Isaías 52:13–53:12, conhecida como “o poema do Servo sofredor”, confirma a reputação de Isaías como “o profeta do evangelho”. Em harmonia com a excelência do evangelho, o poema se eleva acima de outras literaturas. Embora seja surpreendentemente curto, cada frase tem um significado profundo que revela a essência da busca impensável de Deus para salvar a humanidade mergulhada e perdida no pecado.

Esse não é o “leite” espiritual de Isaías, mas algo profundo. Ele já vinha preparando sua audiência ao desenvolver o tema messiânico desde o início de seu livro. Seguindo o curso geral da vida do Messias na ­Terra, o profeta havia começado com Sua concepção e nascimento (Is 7:14), apresentado Sua identidade como Rei da descendência de Davi (Is 9:6, 7), detalhado Sua obra da restauração de Israel (Is 11:1-16) e o pacífico ministério de libertação da injustiça e do sofrimento (Is 42:1-7). Em seguida, Isaías tinha revelado que o drama do Messias incluía o contraste da tragédia antes da exaltação (Is 49:1-12; Is 50:6-10). O poema do Servo sofredor então sonda as profundezas dessa tragédia.

2. Releia as seções listadas acima. O que elas revelam sobre Jesus, o ­Messias? Como elas nos preparam para o que é apresentado em Isaías 52 e 53?

Isaías 52:13-53:12 (ARA):“13 Eis que o meu Servo procederá com prudência; será exaltado e elevado e será mui sublime. 14 Como pasmaram muitos à vista dele (pois o seu aspecto estava mui desfigurado, mais do que o de outro qualquer, e a sua aparência, mais do que a dos outros filhos dos homens), 15 assim causará admiração às nações, e os reis fecharão a sua boca por causa dele; porque aquilo que não lhes foi anunciado verão, e aquilo que não ouviram entenderão. 53 1 Quem creu em nossa pregação? E a quem foi revelado o braço do Senhor? 2 Porque foi subindo como renovo perante ele e como raiz de uma terra seca; não tinha aparência nem formosura; olhamo-lo, mas nenhuma beleza havia que nos agradasse.Era desprezado e o mais rejeitado entre os homens; homem de dores e que sabe o que é padecer; e, como um de quem os homens escondem o rosto, era desprezado, e dele não fizemos caso.Certamente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus e oprimido. Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo caminho, mas o Senhor fez cair sobre ele a iniquidade de nós todos.Ele foi oprimido e humilhado, mas não abriu a boca; como cordeiro foi levado ao matadouro; e, como ovelha muda perante os seus tosquiadores, ele não abriu a boca. Por juízo opressor foi arrebatado, e de sua linhagem, quem dela cogitou? Porquanto foi cortado da terra dos viventes; por causa da transgressão do meu povo, foi ele ferido.Designaram-lhe a sepultura com os perversos, mas com o rico esteve na sua morte, posto que nunca fez injustiça, nem dolo algum se achou em sua boca. 10 Todavia, ao Senhor agradou moê-lo, fazendo-o enfermar; quando der ele a sua alma como oferta pelo pecado, verá a sua posteridade e prolongará os seus dias; e a vontade do Senhor prosperará nas suas mãos. 11 Ele verá o fruto do penoso trabalho de sua alma e ficará satisfeito; o meu Servo, o Justo, com o seu conhecimento, justificará a muitos, porque as iniquidades deles levará sobre si. 12 Por isso, eu lhe darei muitos como a sua parte, e com os poderosos repartirá ele o despojo, porquanto derramou a sua alma na morte; foi contado com os transgressores; contudo, levou sobre si o pecado de muitos e pelos transgressores intercedeu.

Isaías 52:13–53:1 introduz o poema com uma prévia contendo um contraste impressionante: o Servo prosperaria e seria exaltado, mas Sua aparência seria desfigurada a ponto de não ser reconhecida. Quem creria?

Isaías 53:2, 3 inicia um doloroso declínio da origem do Servo e de Sua aparência comum até Seu sofrimento e rejeição. Isaías 53:4-6 faz uma ­pausa para explicar que Seu sofrimento era realmente o nosso castigo, que Ele suportaria a fim de nos curar. Isaías 53:7-9 continua o declínio do inocente Servo rumo ao túmulo.

Em Isaías 53:10-12, o Servo ascende à exaltada recompensa prevista no início do poema (Is 52:13), com a percepção adicional de que Seu sacrifício para salvar os outros era da vontade de Deus.

Compare esse poema com a estrutura de “vale” de Filipenses 2:5-11 [“5 Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, 6 pois ele, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus; 7 antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, 8 a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz. 9 Pelo que também Deus o exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome, 10 para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, 11 e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai.”], na qual Jesus começa na forma de Deus, mas desce ao Se esvaziar para assumir a escravidão da forma humana, humilhando-Se até a morte de cruz (a mais humilhante das mortes). Portanto, Deus O exalta sobremaneira, para que todos O reconheçam como Senhor (Is 49:7).

Leia Isaías 52:13–53:12. O que Jesus fez por nós e o que significam essas ações?

Segunda-feira, 01 de março de 2021. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Isaías: Consolo para o povo de Deus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 503, jan. fev. mar. 2021. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Consolem o Meu povo – Estudo adicional

Lições da Bíblia1

Texto de Ellen G. White: Profetas e Reis, p. 311-321 (“O Deus de Israel”).

“Nos dias de Isaías, o entendimento espiritual da humanidade havia sido obscurecido por uma concepção errada a respeito de Deus. Durante muito tempo, Satanás havia procurado levar os seres humanos a ver seu Criador como o autor do pecado, do sofrimento e da morte. Aqueles que ele tinha conseguido enganar consideravam Deus como Alguém duro e exigente. Achavam que Ele estivesse sempre pronto para denunciar e condenar, e que não estivesse disposto a receber o pecador enquanto ainda existisse um motivo legal para não ajudá-lo. A lei de amor pela qual o Céu é regido havia sido falsamente apresentada pelo arquienganador como uma restrição imposta à felicidade dos seres humanos, um pesado jugo do qual deviam sentir-se alegres por se verem livres. Ele declarou que os preceitos dessa lei não podiam ser obedecidos, e que as penalidades da transgressão eram impostas arbitrariamente” (Ellen G. White, Profetas e Reis, p. 311).

Perguntas para consideração

1. Resuma a mensagem de Isaías 40:12-31. Use imagens de descobertas científicas atuais que mostrem o incrível poder de Deus. Compartilhe seu resumo com a classe.

2. A eternidade da Palavra e a esperança da ressurreição anulam o medo da morte (Is 40:6-8; Jó 19:25-27; Dn 12:2; 1Co 15:51-57; 1Ts 4:13-18)?

3. Ao refletirmos em Isaías 40:12-31, como podemos ser curados do orgulho e arrogância?

Sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Isaías: Consolo para o povo de Deus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 503, jan. fev. mar. 2021. Adulto, Professor. 

Amarras (Is 36:1)

Lições da Bíblia1

1. O que aconteceu com Judá? (2Rs 18:13; 2Cr 32:1; Is 36:1). Assinale a alternativa correta:

2Reis 18:13 (ARA): “No ano décimo quarto do rei Ezequias, subiu Senaqueribe, rei da Assíria, contra todas as cidades fortificadas de Judá e as tomou.”

2Crônicas 32:1 (ARA): “Depois destas coisas e desta fidelidade, veio Senaqueribe, rei da Assíria, entrou em Judá, acampou-se contra as cidades fortificadas e intentou apoderar-se delas.”  

Isaías 36:1 (ARA): “No ano décimo quarto do rei Ezequias, subiu Senaqueribe, rei da Assíria, contra todas as cidades fortificadas de Judá e as tomou.”

A.( ) Enfrentou um período de fome.
B.( ) Senaqueribe invadiu Judá e conquistou algumas de suas cidades.

Resposta sugestiva: Alternativa B.

Quando o incrédulo Acaz morreu e seu filho Ezequias o sucedeu, o reino de Judá havia perdido a total independência. Tendo comprado o auxílio dos assírios contra a aliança da Síria e do Israel do Norte, Judá foi forçado a continuar pagando à Assíria o “dinheiro de proteção” na forma de tributo (veja 2Cr 28:16-21). Quando o rei assírio Sargão II morreu em um campo de batalha distante e foi sucedido por Senaqueribe, em 705 a.C., a Assíria parecia vulnerável. Evidências de textos bíblicos e assírios revelam que Ezequias aproveitou essa oportunidade para se rebelar (veja 2Rs 18:7), adotando ações agressivas como líder de uma revolta contra a Assíria entre as pequenas nações de sua região.

Infelizmente, Ezequias havia subestimado a resistência do poder da Assíria. Em 701 a.C., quando Senaqueribe tinha subjugado outras partes de seu império, ele atacou a Síria-Palestina com força devastadora e assolou Judá.

2. Como Ezequias se preparou para um confronto com a Assíria? 2Cr 32:1-8

2Crônicas 32:1-8 (ARA): “1 Depois destas coisas e desta fidelidade, veio Senaqueribe, rei da Assíria, entrou em Judá, acampou-se contra as cidades fortificadas e intentou apoderar-se delas. 2 Vendo, pois, Ezequias que Senaqueribe vinha e que estava resolvido a pelejar contra Jerusalém, 3 resolveu, de acordo com os seus príncipes e os seus homens valentes, tapar as fontes das águas que havia fora da cidade; e eles o ajudaram. 4 Assim, muito povo se ajuntou, e taparam todas as fontes, como também o ribeiro que corria pelo meio da terra, pois diziam: Por que viriam os reis da Assíria e achariam tantas águas? 5 Ele cobrou ânimo, restaurou todo o muro quebrado e sobre ele ergueu torres; levantou também o outro muro por fora, fortificou a Milo na Cidade de Davi e fez armas e escudos em abundância. 6 Pôs oficiais de guerra sobre o povo, reuniu-os na praça da porta da cidade e lhes falou ao coração, dizendo: 7 Sede fortes e corajosos, não temais, nem vos assusteis por causa do rei da Assíria, nem por causa de toda a multidão que está com ele; porque um há conosco maior do que o que está com ele. 8 Com ele está o braço de carne, mas conosco, o Senhor, nosso Deus, para nos ajudar e para guerrear nossas guerras. O povo cobrou ânimo com as palavras de Ezequias, rei de Judá.

Quando Ezequias percebeu que Senaqueribe pretendia tomar Jerusalém, a capital, ele fez extensos preparativos para um confronto com a Assíria. O rei fortaleceu suas fortificações, equipou e organizou ainda mais seu exército e aumentou a segurança das fontes das águas de Jerusalém (veja também 2 Reis 20:20; 2 Crônicas 32:30). O impressionante túnel de água de Siloé, homenageado por uma inscrição que narrava sua construção, quase certamente data da preparação de Ezequias para um possível cerco.

Tão importante quanto a liderança militar e organizacional, Ezequias ofereceu uma liderança espiritual enquanto buscava levantar o ânimo de seu povo naquele momento assustador. “No entanto, o rei de Judá estava determinado a fazer sua parte na preparação para resistir o inimigo; e havendo feito tudo que estava ao alcance da energia e do planejamento humano, reuniu seus exércitos e os animou a ser fortes e corajosos” (Ellen G. White, Profetas e Reis, p. 351).

Se Ezequias confiava tanto no Senhor, por que ele fez tantos esforços? Suas obras negavam sua fé? (veja Fp 2:12, 13 [‘12 Assim, pois, amados meus, como sempre obedecestes, não só na minha presença, porém, muito mais agora, na minha ausência, desenvolvei a vossa salvação com temor e tremor; 13 porque Deus é quem efetua em vós tanto o querer como o realizar, segundo a sua boa vontade.’], sobre a cooperação com Deus).

Domingo, 07 de fevereiro de 2021. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Isaías: Consolo para o povo de Deus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 503, jan. fev. mar. 2021. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

O nobre Príncipe da Paz

Lições da Bíblia1

“Um menino nos nasceu, um filho se nos deu. O governo está sobre os seus ombros; e o seu nome será: ‘Maravilhoso Conselheiro’, Deus Forte, ‘Pai da Eternidade’, ‘Príncipe da Paz’” (Is 9:6)

O Dr. Robert Oppenheimer, que supervisionou a criação da primeira bomba atômica, apresentou-se diante de um Comitê do Congresso nos Estados Unidos. Perguntaram se havia alguma defesa contra a arma. “Certamente”, respondeu o físico. “E ela é…” Diante do silêncio do público, ele disse: “a paz”. (Compilado por Paul Lee Tan, Enciclopedia of 7.700 Illustrations:  Signs ofthe Times; Rockville, Maryland: Assurance Publishers, 1985, p. 989).

A paz é um sonho vago e inatingível. Desde que a História passou a ser registrada, estima-se que o mundo esteve completamente em paz apenas cerca de 8% do tempo. Pelo menos oito mil tratados foram violados (ibid., p. 987, adaptado). Durante os cinquenta anos seguintes ao fim da Primeira Guerra Mundial (a guerra que deveria supostamente ter acabado com todas as guerras), houve apenas dois minutos de paz para cada ano de guerra.

Em 1895, Alfred Nobel, o inventor da dinamite, estipulou um fundo para estabelecer um prêmio para indivíduos que dessem uma contribuição extraordinária à paz (ibid., p. 988). Contudo, nos últimos anos, até alguns vencedores do Nobel da Paz estiveram envolvidos em conflitos violentos.

Nesta semana, estudaremos sobre o Único que traz a paz real e eterna.

Sábado, 23 de janeiro de 2021. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Isaías: Consolo para o povo de Deus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 503, jan. fev. mar. 2021. Adulto, Professor. 

Perigo vindo do norte (Is 7:1-9)

Lições da Bíblia1

1. Qual crise aterrorizante o rei Acaz enfrentou no início de seu reinado? (2Rs 15:37, 38; 16:5, 6; Is 7:1, 2). Assinale a alternativa correta:

2Rs 15:37, 38 (ARA)2: “37 Naqueles dias, começou o Senhor a enviar contra Judá a Rezim, rei da Síria, e a Peca, filho de Remalias. 38 Descansou Jotão com seus pais e foi sepultado junto a seus pais, na Cidade de Davi, seu pai. Em seu lugar reinou Acaz, seu filho.”

2Rs 16:5, 6 (ARA)2: “5 Então, subiu Rezim, rei da Síria, com Peca, filho de Remalias, rei de Israel, a Jerusalém para pelejarem contra ela; cercaram Acaz, porém não puderam prevalecer contra ele. 6 Naquele tempo, Rezim, rei da Síria, restituiu Elate à Síria e lançou fora dela os judeus; os siros vieram a Elate e ficaram habitando ali até ao dia de hoje.”

Is 7:1, 2 (ARA)2: “1 Sucedeu nos dias de Acaz, filho de Jotão, filho de Uzias, rei de Judá, que Rezim, rei da Síria, e Peca, filho de Remalias, rei de Israel, subiram a Jerusalém, para pelejarem contra ela, porém não prevaleceram contra ela. 2 Deu-se aviso à casa de Davi: A Síria está aliada com Efraim. Então, ficou agitado o coração de Acaz e o coração do seu povo, como se agitam as árvores do bosque com o vento.

A.( ) Um ataque de Rezim, rei da Síria, e de Peca, rei de Israel, contra Judá.
B.( ) Um ataque do rei do Egito.

Resposta sugestiva: Alternativa A.

O reino de Israel do Norte (representado por Efraim, uma de suas tribos) e o reino da Síria (Arã) atacaram o reino menor de Judá, ao sul. Isso ocorreu quando Judá estava enfraquecido pelos ataques dos edomitas e dos filisteus. No passado, Judá havia lutado contra Israel, mas uma aliança entre Israel e a Síria apresentava agora um perigo avassalador. Parecia que Israel e a Síria queriam forçar Judá a participar com eles de uma coalizão contra o forte poder de Tiglate-Pileser III, da Assíria (chamado de “Pul” em 2Rs 15:19), que continuava a ameaçá-los com seu império em expansão. Israel e a Síria haviam deixado de lado seu conflito de longa data, diante de um perigo maior. Se eles conseguissem conquistar Judá e instalar ali um “governante fantoche” (Is 7:5, 6), poderiam usar os recursos e a mão de obra de Judá.

2. Qual foi a solução de Acaz quando seu mundo estava desmoronando? 2Rs 16:7-9; 2Cr 28:16

2Rs 16:7-9 (ARA)2: “7 Acaz enviou mensageiros a Tiglate-Pileser, rei da Assíria, dizendo: Eu sou teu servo e teu filho; sobe e livra-me do poder do rei da Síria e do poder do rei de Israel, que se levantam contra mim.Tomou Acaz a prata e o ouro que se acharam na Casa do Senhor e nos tesouros da casa do rei e mandou de presente ao rei da Assíria. 9 O rei da Assíria lhe deu ouvidos, subiu contra Damasco, tomou-a, levou o povo para Quir e matou a Rezim.”

2Cr 28:16 (ARA)2: “Naquele tempo, mandou o rei Acaz pedir aos reis da Assíria que o ajudassem.

Em vez de reconhecer que Deus era o único que poderia resgatar seu país, Acaz tentou fazer amizade com Tiglate-Pileser III, o inimigo de seus inimigos. O rei assírio atendeu com satisfação seu pedido de ajuda contra a Síria e Israel. Tiglate-Pileser III não apenas recebeu um rico suborno de Acaz, como também obteve uma boa desculpa para tomar a Síria, o que ele prontamente fez (2Rs 16:9). O poder da aliança sírio-israelita foi destruído. No curto prazo, parecia que Acaz havia salvado Judá.

Essa ação por parte de Acaz, no entanto, não devia ser uma surpresa. Ele tinha sido um dos piores reis de todos os tempos a governar Judá até então (2Rs 16:3, 4; 2Cr 28:2-4).

Quando lemos sobre Acaz, entendemos por que ele reagiu ao perigo daquela maneira. Qual é a lição dessa história para nós? Se não obedecemos ao Senhor hoje, o que nos faz pensar que teremos fé para confiar Nele quando vierem as grandes provações? (veja Tg 2:22; Jr 12:5).

Tg 2:22 (ARA)2: “Vês como a fé operava juntamente com as suas obras; com efeito, foi pelas obras que a fé se consumou,”

Jr 12:5 (ARA)2: “Se te fatigas correndo com homens que vão a pé, como poderás competir com os que vão a cavalo? Se em terra de paz não te sentes seguro, que farás na floresta do Jordão?”

Domingo, 10 de janeiro de 2021. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Isaías: Consolo para o povo de Deus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 503, jan. fev. mar. 2021. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

O rei está morto. Vida longa ao rei!

Lições da Bíblia1

1. Isaías 6:1 fala sobre a morte do rei Uzias. De acordo com 2 Crônicas 26, qual é o significado da morte dele?

Isaías 6:1 (ARA)2: “No ano da morte do rei Uzias, eu vi o Senhor assentado sobre um alto e sublime trono, e as abas de suas vestes enchiam o templo.”

2 Crônicas 26 (ARA)2: “1 Todo o povo de Judá tomou a Uzias, que era de dezesseis anos, e o constituiu rei em lugar de Amazias, seu pai. 2 Ele edificou a Elate e a restituiu a Judá, depois que o rei descansou com seus pais. 3 Uzias tinha dezesseis anos quando começou a reinar e cinquenta e dois anos reinou em Jerusalém. Era o nome de sua mãe Jecolias, de Jerusalém. 4 Ele fez o que era reto perante o Senhor, segundo tudo o que fizera Amazias, seu pai. 5 Propôs-se buscar a Deus nos dias de Zacarias, que era sábio nas visões de Deus; nos dias em que buscou ao Senhor, Deus o fez prosperar. 6 Saiu e guerreou contra os filisteus e quebrou o muro de Gate, o de Jabné e o de Asdode; e edificou cidades no território de Asdode e entre os filisteus. 7 Deus o ajudou contra os filisteus, e contra os arábios que habitavam em Gur-Baal, e contra os meunitas. 8 Os amonitas deram presentes a Uzias, cujo renome se espalhara até à entrada do Egito, porque se tinha tornado em extremo forte. 9 Também edificou Uzias torres em Jerusalém, à Porta da Esquina, à Porta do Vale e à Porta do Ângulo e as fortificou. 10 Também edificou torres no deserto e cavou muitas cisternas, porque tinha muito gado, tanto nos vales como nas campinas; tinha lavradores e vinhateiros, nos montes e nos campos férteis, porque era amigo da agricultura. 11 Tinha também Uzias um exército de homens destros nas armas, que saíam à guerra em tropas, segundo o rol feito pelo escrivão Jeiel e Maaseias, oficial, sob a direção de Hananias, um dos príncipes do rei. 12 O número total dos cabeças das famílias, homens valentes, era de dois mil e seiscentos. 13 Debaixo das suas ordens, havia um exército guerreiro de trezentos e sete mil e quinhentos homens, que faziam a guerra com grande poder, para ajudar o rei contra os inimigos. 14 Preparou-lhes Uzias, para todo o exército, escudos, lanças, capacetes, couraças e arcos e até fundas para atirar pedras. 15 Fabricou em Jerusalém máquinas, de invenção de homens peritos, destinadas para as torres e cantos das muralhas, para atirarem flechas e grandes pedras; divulgou-se a sua fama até muito longe, porque foi maravilhosamente ajudado, até que se tornou forte. 16 Mas, havendo-se já fortificado, exaltou-se o seu coração para a sua própria ruína, e cometeu transgressões contra o Senhor, seu Deus, porque entrou no templo do Senhor para queimar incenso no altar do incenso. 17 Porém o sacerdote Azarias entrou após ele, com oitenta sacerdotes do Senhor, homens da maior firmeza; 18 e resistiram ao rei Uzias e lhe disseram: A ti, Uzias, não compete queimar incenso perante o Senhor, mas aos sacerdotes, filhos de Arão, que são consagrados para este mister; sai do santuário, porque transgrediste; nem será isso para honra tua da parte do Senhor Deus. 19 Então, Uzias se indignou; tinha o incensário na mão para queimar incenso; indignando-se ele, pois, contra os sacerdotes, a lepra lhe saiu na testa perante os sacerdotes, na Casa do Senhor, junto ao altar do incenso. 20 Então, o sumo sacerdote Azarias e todos os sacerdotes voltaram-se para ele, e eis que estava leproso na testa, e apressadamente o lançaram fora; até ele mesmo se deu pressa em sair, visto que o Senhor o ferira. 21 Assim, ficou leproso o rei Uzias até ao dia da sua morte; e morou, por ser leproso, numa casa separada, porque foi excluído da Casa do Senhor; e Jotão, seu filho, tinha a seu cargo a casa do rei, julgando o povo da terra. 22 Quanto aos mais atos de Uzias, tanto os primeiros como os últimos, o profeta Isaías, filho de Amoz, os escreveu. 23 Descansou Uzias com seus pais, e, com seus pais, o sepultaram no campo do sepulcro que era dos reis; porque disseram: Ele é leproso. E Jotão, seu filho, reinou em seu lugar.”

Diferentes perspectivas podem ser apresentadas em relação à morte desse rei:

1. Embora o reinado de Uzias tenha sido longo e próspero, “depois que Uzias se tornou poderoso, o seu orgulho provocou a sua queda” (2Cr 26:16, NVI), e ele tentou oferecer incenso no templo. Quando os sacerdotes tentaram impedi-lo, pois ele não tinha autorização para fazer isso, em virtude de não ser descendente de Arão (2Cr 26:18), o rei ficou irado. Naquele momento, o Senhor imediatamente o atingiu com lepra, que ele teve “até ao dia da sua morte; e morou, por ser leproso, numa casa separada, porque foi excluído da Casa do Senhor” (2Cr 26:21). Que ironia Isaías ter tido uma visão do puro, imortal e divino Rei em Sua casa/templo no mesmo ano em que o impuro rei humano havia morrido!

2. Há um contraste marcante entre Uzias e Isaías. Uzias buscou a santidade com presunção, pelo motivo errado (orgulho) e, em vez disso, ­tornou-se ritualmente impuro, de modo que foi separado da santidade. Isaías, por outro lado, permitiu que a santidade de Deus o alcançasse. Admitiu sua fraqueza e ansiava pela pureza moral, o que acabou recebendo (Is 6:5-7). Como o coletor de impostos na parábola de Jesus, ele foi embora justificado: “Porque todo o que se exalta será humilhado; mas o que se humilha será exaltado” (Lc 18:14).

3. Há uma semelhança impressionante entre o corpo leproso de Uzias e a condição moral do povo: “Não há nada são, a não ser feridas, contusões e chagas abertas” (Is 1:6).

4. A morte de Uzias, aproximadamente em 740 a.C., marca uma grande crise na liderança do povo de Deus. A morte de qualquer governante absoluto já torna seu país vulnerável durante uma transição de poder. Mas Judá estava especialmente em perigo, pois Tiglate-Pileser III havia subido ao trono da Assíria alguns anos antes, em 745 a.C., e imediatamente entrou numa campanha militar que fez de sua nação uma superpotência invencível, ameaçando a existência independente de todas as nações do Oriente Próximo. Naquele momento de crise, Deus encorajou Isaías, mostrando ao profeta que Ele ainda estava no controle.

Leia com atenção 2 Crônicas 26:16. De que maneira podemos cair na mesma armadilha? Como a meditação sobre o sacrifício de Jesus na cruz nos protege desse engano?

Domingo, 03 de janeiro de 2021. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Isaías: Consolo para o povo de Deus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 503, jan. fev. mar. 2021. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.