O ataque ao santuário

Lições da Bíblia

“3. De acordo com Daniel 8:10-12, que tipo de atividade o chifre pequeno realiza? Assinale ‘V’ para verdadeiro ou ‘F’ para falso:”1

Daniel 8:10-12 (ARA) “10 Cresceu até atingir o exército dos céus; a alguns do exército e das estrelas lançou por terra e os pisou. 11 Sim, engrandeceu-se até ao príncipe do exército; dele tirou o sacrifício diário e o lugar do seu santuário foi deitado abaixo. 12 O exército lhe foi entregue, com o sacrifício diário, por causa das transgressões; e deitou por terra a verdade; e o que fez prosperou.

A. (   ) Atinge o exército dos Céus e tira do Príncipe o sacrifício diário.
B. (   ) Ele se dobra ao Príncipe dos exércitos e Lhe rende adoração.

Resposta sugestiva: V; F.

“Em Daniel 8:10, o chifre pequeno tenta replicar, no nível espiritual, os esforços dos construtores de Babel (Gn 11:4). Os termos ‘exército’ e ‘estrelas’ podem designar o povo de Deus no Antigo Testamento. Israel é chamado de hostes/exércitos do Senhor (Êx 12:41). Daniel descreveu o povo fiel de Deus resplandecendo como as estrelas (Dn 12:3). É claro que isso não é um ataque literal aos corpos celestes, mas uma perseguição ao povo de Deus, cuja ‘pátria está nos Céus’ (Fp 3:20). Embora milhares de cristãos tenham sido mortos por imperadores pagãos, o foco agora está nas ações verticais do chifre pequeno. Portanto, o cumprimento supremo dessa profecia deve estar ligado à Roma papal e à sua perseguição através dos séculos.”1

“Além disso, Daniel 8:11 fala sobre um ‘Príncipe’, mencionado em outras porções de Daniel como ‘Messias, o Príncipe’ (Dn 9:25; ARC), ‘Miguel, vosso Príncipe’ (Dn 10:21) e ‘Miguel, o grande Príncipe’ (Dn 12:1). Ninguém, a não ser Jesus Cristo, poderia ser o referente dessa expressão. Jesus Cristo é o Príncipe do ‘exército’ mencionado acima e o nosso Sumo Sacerdote no Céu. Portanto, o papado e o sistema religioso que ele representa ofuscam e tentam substituir a função sacerdotal de Jesus.”1

“Em Daniel 8:11, o ‘sacrifício diário’ aparece em conexão com o santuário terrestre a fim de designar os aspectos diversos e contínuos dos serviços rituais – incluindo os sacrifícios e a intercessão. É mediante esses serviços que os pecadores são perdoados, e o problema dos pecados é resolvido no tabernáculo. Esse sistema terrestre representa o ministério de intercessão de Cristo no santuário celestial. Portanto, como a profecia prediz, o papado troca a intercessão de Cristo pela intercessão dos sacerdotes. Por meio dessa adoração falsificada, o chifre pequeno tira o ministério de intercessão de Cristo e simbolicamente derruba o lugar de Seu santuário.”

“‘Deitou por terra a verdade; e o que fez prosperou’ (Dn 8:12). Jesus declarou que Ele é a verdade (Jo 14:6) e que a Palavra de Deus é a verdade (Jo 17:17). Em contrapartida, o papado proibiu a tradução da Bíblia para o idioma do povo, colocou a interpretação das Escrituras sob a autoridade da igreja e a tradição ao lado da Bíblia como regra de fé.”1

O conhecimento da verdade bíblica é importante em contraste com as tradições humanas?

Terça-feira, 25 de fevereiro de 2020. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Daniel. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 499, jan. fev. mar. 2020. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

A ascensão do chifre pequeno

Lições da Bíblia

“2. Leia Daniel 8:8-12. Para quais direções o chifre pequeno estava se movendo? Por que é importante entender isso? Assinale a alternativa correta:”1

Daniel 8:8-12 (ARA)2: 8 O bode se engrandeceu sobremaneira; e, na sua força, quebrou-se-lhe o grande chifre, e em seu lugar saíram quatro chifres notáveis, para os quatro ventos do céu. 9 De um dos chifres saiu um chifre pequeno e se tornou muito forte para o sul, para o oriente e para a terra gloriosa. 10 Cresceu até atingir o exército dos céus; a alguns do exército e das estrelas lançou por terra e os pisou. 11 Sim, engrandeceu-se até ao príncipe do exército; dele tirou o sacrifício diário e o lugar do seu santuário foi deitado abaixo. 12 O exército lhe foi entregue, com o sacrifício diário, por causa das transgressões; e deitou por terra a verdade; e o que fez prosperou.”

A. (   ) Para o ocidente e para o norte. O chifre pequeno jamais seria destruído.
B. (   ) Para o sul, para o oriente e para a terra gloriosa. Isso é importante, pois revela até onde se estenderia o domínio do chifre pequeno.

Resposta sugestiva: Alternativa B.

“Depois de descrever quatro chifres se espalhando aos quatro ventos do Céu, o texto bíblico declara que, de um deles, surgiu um chifre pequeno. A questão aqui é se esse chifre/poder veio de um dos quatro chifres, que, como vimos ontem, representam os quatro generais de Alexandre, ou de um dos quatro ventos. A estrutura gramatical do texto na língua original indica que esse chifre vem de um dos quatro ventos do Céu. E visto que esse poder surge após o Império Grego e suas quatro ramificações, um entendimento comum é que esse chifre seja Roma, pagã e depois papal. Conforme o Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, ‘Este ‘chifre pequeno’ representa Roma em ambas as fases, pagã e papal. Daniel viu Roma, primeiramente em sua fase pagã e imperial, guerreando contra o povo judeu e os cristãos primitivos e, depois, na fase papal, seguindo até o presente e o futuro’ (v. 4, p. 926).”1

“De acordo com o texto bíblico, o chifre pequeno primeiramente realizou um movimento horizontal ‘e se tornou muito forte para o sul, para o oriente e para a terra gloriosa’ (Dn 8:9). Essas três direções correspondem às três principais áreas que caíram sob o domínio de Roma pagã.”1

“À medida que o chifre pequeno se torna o principal protagonista da visão, sua expansão vertical recebe atenção detalhada. Nesse sentido, o chifre corresponde precisamente ao chifre pequeno de Daniel 7, como mostra a seguinte comparação: (1) ambos os chifres são pequenos no início (Dn 7:8; Dn 8:9); (2) ambos se tornam grandes posteriormente (Dn 7:20; Dn 8:9); (3) ambos são poderes persecutórios (Dn 7:21,25; Dn 8:10,24); (4) ambos se engrandecem e são blasfemos (Dn 7:8,20,25; Dn 8:10,11,25); (5) ambos têm como alvo o povo de Deus (Dn 7:25; Dn 8:24); (6) ambos têm aspectos de sua atividade delineados pelo tempo profético (Dn 7:25; Dn 8:13,14); (7) ambos se estendem até o tempo do fim (Dn 7:25,26; Dn 8:17,19); e (8) ambos enfrentam a destruição sobrenatural (Dn 7:11,26; Dn 8:25). Por fim, visto que o chifre pequeno de Daniel 7 representa o papado, a expansão vertical do chifre pequeno em Daniel 8 deve representar o mesmo poder. Portanto, como em Daniel 2 e Daniel 7, o principal poder final é Roma, tanto pagã quanto papal.”1

Segunda-feira, 24 de fevereiro de 2020. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Daniel. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 499, jan. fev. mar. 2020. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

O carneiro e o bode

Lições da Bíblia

1. Leia Daniel 8. Qual é o conteúdo dessa visão e qual é o paralelo entre ela e o que vimos em Daniel 2 e Daniel 7?

Daniel 8 (ARA)2: 1 No ano terceiro do reinado do rei Belsazar, eu, Daniel, tive uma visão depois daquela que eu tivera a princípio. 2 Quando a visão me veio, pareceu-me estar eu na cidadela de Susã, que é província de Elão, e vi que estava junto ao rio Ulai. 3 Então, levantei os olhos e vi, e eis que, diante do rio, estava um carneiro, o qual tinha dois chifres, e os dois chifres eram altos, mas um, mais alto do que o outro; e o mais alto subiu por último. 4 Vi que o carneiro dava marradas para o ocidente, e para o norte, e para o sul; e nenhum dos animais lhe podia resistir, nem havia quem pudesse livrar-se do seu poder; ele, porém, fazia segundo a sua vontade e, assim, se engrandecia.Estando eu observando, eis que um bode vinha do ocidente sobre toda a terra, mas sem tocar no chão; este bode tinha um chifre notável entre os olhos;dirigiu-se ao carneiro que tinha os dois chifres, o qual eu tinha visto diante do rio; e correu contra ele com todo o seu furioso poder.Vi-o chegar perto do carneiro, e, enfurecido contra ele, o feriu e lhe quebrou os dois chifres, pois não havia força no carneiro para lhe resistir; e o bode o lançou por terra e o pisou aos pés, e não houve quem pudesse livrar o carneiro do poder dele.O bode se engrandeceu sobremaneira; e, na sua força, quebrou-se-lhe o grande chifre, e em seu lugar saíram quatro chifres notáveis, para os quatro ventos do céu. 9 De um dos chifres saiu um chifre pequeno e se tornou muito forte para o sul, para o oriente e para a terra gloriosa. 10 Cresceu até atingir o exército dos céus; a alguns do exército e das estrelas lançou por terra e os pisou. 11 Sim, engrandeceu-se até ao príncipe do exército; dele tirou o sacrifício diário e o lugar do seu santuário foi deitado abaixo. 12 O exército lhe foi entregue, com o sacrifício diário, por causa das transgressões; e deitou por terra a verdade; e o que fez prosperou. 13 Depois, ouvi um santo que falava; e disse outro santo àquele que falava: Até quando durará a visão do sacrifício diário e da transgressão assoladora, visão na qual é entregue o santuário e o exército, a fim de serem pisados? 14 Ele me disse: Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado. 15 Havendo eu, Daniel, tido a visão, procurei entendê-la, e eis que se me apresentou diante uma como aparência de homem. 16 E ouvi uma voz de homem de entre as margens do Ulai, a qual gritou e disse: Gabriel, dá a entender a este a visão. 17 Veio, pois, para perto donde eu estava; ao chegar ele, fiquei amedrontado e prostrei-me com o rosto em terra; mas ele me disse: Entende, filho do homem, pois esta visão se refere ao tempo do fim. 18 Falava ele comigo quando caí sem sentidos, rosto em terra; ele, porém, me tocou e me pôs em pé no lugar onde eu me achava; 19 e disse: Eis que te farei saber o que há de acontecer no último tempo da ira, porque esta visão se refere ao tempo determinado do fim. 20 Aquele carneiro com dois chifres, que viste, são os reis da Média e da Pérsia; 21 mas o bode peludo é o rei da Grécia; o chifre grande entre os olhos é o primeiro rei; 22 o ter sido quebrado, levantando-se quatro em lugar dele, significa que quatro reinos se levantarão deste povo, mas não com força igual à que ele tinha. 23 Mas, no fim do seu reinado, quando os prevaricadores acabarem, levantar-se-á um rei de feroz catadura e especialista em intrigas. 24 Grande é o seu poder, mas não por sua própria força; causará estupendas destruições, prosperará e fará o que lhe aprouver; destruirá os poderosos e o povo santo. 25 Por sua astúcia nos seus empreendimentos, fará prosperar o engano, no seu coração se engrandecerá e destruirá a muitos que vivem despreocupadamente; levantar-se-á contra o Príncipe dos príncipes, mas será quebrado sem esforço de mãos humanas. 26 A visão da tarde e da manhã, que foi dita, é verdadeira; tu, porém, preserva a visão, porque se refere a dias ainda mui distantes. 27 Eu, Daniel, enfraqueci e estive enfermo alguns dias; então, me levantei e tratei dos negócios do rei. Espantava-me com a visão, e não havia quem a entendesse.”

“Assim como em Daniel 2 e Daniel 7, o capítulo 8 apresenta outra visão da ascensão e queda dos impérios mundiais, embora com um simbolismo diferente. Esse simbolismo está diretamente relacionado ao santuário de Deus. Nesse caso, os símbolos de um carneiro e um bode foram usados devido à sua relação com o ritual do santuário no Dia da Expiação, uma ocasião de juízo para o antigo Israel. Carneiros e bodes eram usados como ofertas sacrificais no serviço do santuário. Contudo, somente no Dia da Expiação os dois são mencionados juntos. Por isso, esses dois animais foram escolhidos intencionalmente para lembrar o Dia da Expiação, que é o foco principal da visão.”

“Enquanto a visão se desenrolava, Daniel viu um carneiro dando marradas em três direções diferentes: para o ocidente, para o norte e para o sul (Dn 8:4). Esse movimento tríplice indica a expansão desse poder: ‘nenhum dos animais lhe podia resistir, nem havia quem pudesse livrar-se do seu poder; ele, porém, fazia segundo a sua vontade e, assim, se engrandecia’ (Dn 8:4). Conforme explicado pelo anjo, o carneiro com dois chifres representa o Império Medo-Persa (Dn 8:20), e as três direções provavelmente apontem literalmente para as três maiores conquistas dessa potência mundial.”

“Em seguida, surge um bode com um grande chifre, que representa o Império Grego, sob o comando de Alexandre, o Grande (Dn 8:21). O fato de que o bode se movia ‘sem tocar no chão’ (Dn 8:5) significa que ele se movia rapidamente. Esse simbolismo comunica a rapidez das conquistas de Alexandre, que Daniel 7 apresenta como um leopardo alado. Mas, como a profecia indica, quando o bode se engrandeceu sobremaneira, ‘o seu grande chifre foi quebrado’ (Dn 8:8 NVI), e deu lugar a quatro chifres, que se estendiam aos quatro quadrantes da bússola. Isso se cumpriu por ocasião da morte de Alexandre em Babilônia, em junho de 323 a.C., com a idade de trinta e três anos, tendo seu reino sido dividido entre seus quatro generais.”1

“Entre Daniel 2:38 e Daniel 8:20,21, três dos quatro impérios revelados nas visões foram nomeados. Como esse fato surpreendente confirma a exatidão da nossa interpretação dessas profecias?”1

Diga todos os dias: “Pertenço ao Senhor, pois a Ele me entreguei.”

Domingo, 23 de fevereiro de 2020. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Daniel. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 499, jan. fev. mar. 2020. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Da contaminação à purificação

Lições da Bíblia

“Ele me disse: Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado” (Dn 8:14).1

“A visão relatada em Daniel 8 foi concedida ao profeta em 548-547 a.C. e apresenta alguns esclarecimentos significativos sobre o juízo referido em Daniel 7. Diferentemente das visões de Daniel 2 e 7, a visão de Daniel 8 deixa de fora Babilônia e começa com a Média-Pérsia, pois naquele momento o Império Babilônico estava em declínio, e os persas estavam prestes a substituí-lo como a próxima potência mundial. A visão de Daniel 8 se assemelha à de Daniel 7. A linguagem e os símbolos mudam em Daniel 8 porque essa visão focaliza de maneira precisa a purificação do santuário celestial em conexão com o Dia da Expiação celestial. Portanto, a contribuição distintiva de Daniel 8 está em seu foco nos aspectos do santuário celestial. Enquanto Daniel 7 mostra o tribunal celestial e o Filho do Homem recebendo o reino, Daniel 8 apresenta a purificação do santuário celestial. Portanto, como os paralelos entre esses dois capítulos indicam, a purificação do santuário celestial retratada em Daniel 8 corresponde à cena do juízo de Daniel 7.”1

Sábado, 22 de fevereiro de 2020. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Daniel. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 499, jan. fev. mar. 2020. Adulto, Professor. 

Do mar tempestuoso às nuvens do Céu – Estudo adicional

Lições da Bíblia

“Um exame superficial da História revela que, após o colapso do Império Romano, que ocorreu por ataques de bárbaros do norte, o bispo de Roma se aproveitou da derrota das três tribos bárbaras e se estabeleceu como único poder em Roma a partir de 538 d.C. Ele adotou diversas funções institucionais e políticas do imperador romano. Daí surgiu o papado, investido de poder temporal e religioso até ser deposto por Napoleão em 1798. Isso não pôs fim à Roma, porém apenas àquele período específico de perseguição. O papa não apenas afirmou ser o vigário de Cristo, mas também introduziu doutrinas e práticas contrárias à Bíblia. O purgatório, a penitência, a confissão a um sacerdote e a mudança do sábado para o domingo estão entre as muitas mudanças dos tempos e da Lei introduzidas pelo papado.”1

“O homem não pode, em sua própria força, enfrentar as acusações do inimigo. Com suas vestes manchadas de pecado e em confissão de culpa, ele está perante Deus. Mas Jesus, nosso Advogado, apresenta uma eficaz alegação em favor de todo aquele que, pelo arrependimento e fé, confiou a guarda de seu coração a Ele. Cristo defende sua causa e, mediante os poderosos argumentos do Calvário, derrota seu acusador. Sua perfeita obediência à Lei de Deus deu-Lhe poder no Céu e na Terra, e Ele reclama de Seu Pai misericórdia e reconciliação para com o homem culpado. Ao acusador do Seu povo Ele declara: ‘O Senhor te repreenda, ó Satanás. Estes são os que foram comprados com o Meu sangue, tições tirados do fogo’. E aos que Nele descansam em fé, Ele dá a certeza: ‘Eis que tenho feito com que passe de ti a tua iniquidade e te vestirei de vestidos novos’ (Zc 3:4, ARC)” (Ellen G. White, Profetas e Reis, p. 586, 587).1

Perguntas para discussão

“Veja novamente as características do chifre pequeno que surge e continua sendo parte do quarto animal, Roma. Qual é o único poder que surgiu de Roma pagã muitos séculos atrás, perseguiu o povo de Deus e existe até hoje? Por que essa identificação deve nos proteger de especulações sobre sua identidade, tais como a ideia de que o chifre pequeno seja um rei grego pagão que desapareceu da história mais de um século e meio antes do primeiro advento de Jesus? Como essas marcas claras de identificação também nos protegem da crença de que o chifre pequeno seja algum poder futuro que ainda está para surgir?”1

Sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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Os santos do Altíssimo

Lições da Bíblia

“6. De acordo com Daniel 7:18,21,22,25,27, o que acontecerá com o povo de Deus? Assinale a alternativa correta:1

Daniel 7:18, 21, 22, 25, 27 (ARA)2: “18 Mas os santos do Altíssimo receberão o reino e o possuirão para todo o sempre, de eternidade em eternidade. […] 21 Eu olhava e eis que este chifre fazia guerra contra os santos e prevalecia contra eles, 22 até que veio o Ancião de Dias e fez justiça aos santos do Altíssimo; e veio o tempo em que os santos possuíram o reino. […] 25 Proferirá palavras contra o Altíssimo, magoará os santos do Altíssimo e cuidará em mudar os tempos e a lei; e os santos lhe serão entregues nas mãos, por um tempo, dois tempos e metade de um tempo. […] 27 O reino, e o domínio, e a majestade dos reinos debaixo de todo o céu serão dados ao povo dos santos do Altíssimo; o seu reino será reino eterno, e todos os domínios o servirão e lhe obedecerão.”

A. (   ) Será perseguido e oprimido, mas será resgatado e receberá o reino.
B. (   ) Será afligido e derrotado para todo o sempre.

Resposta sugestiva: Alternativa A.

“Os ‘santos do Altíssimo’ são uma designação do povo de Deus. Eles foram atacados pelo poder representado pelo chifre pequeno. Em virtude de insistirem em permanecer fiéis à Palavra de Deus, eles foram perseguidos durante os tempos do governo papal. Os cristãos também foram perseguidos durante a época do Império Romano pagão (o quarto animal), mas o que é mencionado em Daniel 7:25 é uma perseguição aos santos promovida pelo chifre pequeno, que surge somente após o término do período pagão de Roma.”1

“No entanto, o povo de Deus não estará para sempre sujeito à opressão do poder deste mundo. O reino de Deus substituirá os reinos do mundo. É interessante que, na visão, o Filho do Homem recebe ‘domínio, e glória, e o reino’ (Dn 7:14). Mas na interpretação apresentada pelo anjo, os “santos” recebem o reino (Dn 7:18). Não há contradição aqui. Visto que o Filho do Homem Se identifica com Deus e com a humanidade, Sua vitória é a vitória daqueles que Ele representa.”1

“Quando o sumo sacerdote perguntou se Jesus era o Messias, o Filho de Deus, Jesus apontou para o Salmo 110:1 e Daniel 7:13,14 e disse: ‘Eu Sou, e vereis o Filho do Homem assentado à direita do Todo-poderoso e vindo com as nuvens do Céu’ (Mc 14:62). Portanto, Jesus é Aquele que nos representa no tribunal celestial. Ele já derrotou os poderes das trevas e compartilha Seu triunfo com aqueles que se aproximam Dele. Portanto, não há razão para temer. Como declarou o apóstolo Paulo tão apropriadamente: ‘Em todas estas coisas, porém, somos mais que vencedores, por meio Daquele que nos amou. Porque eu estou bem certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente, nem do porvir, nem os poderes, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor’ (Rm 8:37-39).”1

“Veja com que precisão a visão de Daniel descreve a História, com milhares de anos de antecedência. Como isso deve nos ajudar a confiar em todas as promessas de Deus para o futuro?”1

Quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Daniel. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 499, jan. fev. mar. 2020. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

A vinda do Filho do Homem

Lições da Bíblia

“5. Quem é o Filho do Homem em Daniel 7:13 e como você O identifica? (Veja também Mc 13:26; Mt 8:20; Mt 9:6; Lc 9:26; Lc 12:8). Assinale a alternativa correta:”1

Daniel 7:13 (ARA): “Eu estava olhando nas minhas visões da noite, e eis que vinha com as nuvens do céu um como o Filho do Homem, e dirigiu-se ao Ancião de Dias, e o fizeram chegar até ele.”

Marcos 13:26 (ARA)2: “Então, verão o Filho do Homem vir nas nuvens, com grande poder e glória.”

Mateus 8:20 (ARA)2: “Mas Jesus lhe respondeu: As raposas têm seus covis, e as aves do céu, ninhos; mas o Filho do Homem não tem onde reclinar a cabeça.”

Mateus 9:6 (ARA)2: “Ora, para que saibais que o Filho do Homem tem sobre a terra autoridade para perdoar pecados —disse, então, ao paralítico: Levanta-te, toma o teu leito e vai para tua casa.

Lucas 9:26 (ARA)2: “Porque qualquer que de mim e das minhas palavras se envergonhar, dele se envergonhará o Filho do Homem, quando vier na sua glória e na do Pai e dos santos anjos.

Lucas 12:8 (ARA)2: “Digo-vos ainda: todo aquele que me confessar diante dos homens, também o Filho do Homem o confessará diante dos anjos de Deus;”

A. (   ) Jesus, pois Ele mesmo Se identificou assim no Novo Testamento.
B. (   ) O profeta Daniel, que será uma importante testemunha no juízo celestial.

Resposta sugestiva: Alternativa A.

“À medida que o juízo ocorre, uma figura importante entra em cena: o Filho do Homem. Quem é Ele? Primeiramente, o Filho do Homem aparece como uma figura celestial individual. Mas, como o título sugere, Ele também exibe traços humanos. Em outras palavras, Ele é um Ser divino-humano que vem desempenhar uma função ativa no juízo. Em segundo lugar, o Filho do homem vindo com as nuvens do Céu é uma imagem comum da segunda vinda de Cristo no Novo Testamento. Contudo, em Daniel 7:13 especificamente, o Filho do Homem não é descrito como vindo do Céu à Terra, mas como se estivesse Se movendo horizontalmente de um lugar a outro no Céu, a fim de aparecer diante do Ancião de Dias. Em terceiro lugar, a representação do Filho do Homem vindo com as nuvens do Céu sugere a manifestação visível do Senhor. Mas essa imagem lembra também o sumo sacerdote que, rodeado por uma nuvem de incenso, entrava no lugar santíssimo no Dia da Expiação para realizar a purificação do santuário.”1

“O Filho do Homem é também uma figura da realeza. Ele recebeu ‘domínio, e glória, e o reino, para que os povos, nações e homens de todas as línguas O servissem’ (Dn 7:14). O verbo ‘servir’ também pode ser traduzido como ‘adorar’. Ele aparece nove vezes nos capítulos 1 a 7 (Dn 3:12,14,17,18,28; Dn 6:16,20; Dn 7:14,27) e transmite a ideia de prestar homenagem a uma divindade. Portanto, como consequência da tentativa de mudar a Lei de Deus, o sistema religioso representado pelo chifre pequeno corrompe a adoração devida ao Senhor. O juízo mostrado nessa passagem significa que a adoração verdadeira finalmente é restaurada. A adoração estabelecida pelo sistema papal, entre outros elementos, coloca um ser humano caído como um mediador entre Deus e a humanidade. O livro de Daniel mostra que o único Mediador capaz de representar a humanidade diante de Deus é o Filho do Homem. Como diz a Bíblia: ‘Porquanto há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, Homem’ (1Tm 2:5).”1

Quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Daniel. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 499, jan. fev. mar. 2020. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.