Deixando o tabernáculo

Lições da Bíblia

Também considero justo, enquanto estou neste tabernáculo, despertar-vos com essas lembranças, certo de que estou prestes a deixar o meu tabernáculo, como efetivamente nosso SENHOR Jesus Cristo me revelou” (2Pe 1:13, 14).1

“Em 1956, Oscar Cullman escreveu um breve estudo intitulado Imortalidade da alma ou ressurreição dos mortos? O testemunho do Novo Testamento. Ele argumentou que o conceito de ressurreição é incompatível com o da alma imortal. Além disso, ele afirmou que o Novo Testamento se posiciona inequivocamente ao lado da ressurreição dos mortos.”1

“‘Nenhuma outra publicação minha’, escreveu ele posteriormente, ‘provocou tanto entusiasmo ou tão intensa hostilidade.’”

“6. De acordo com 1 Coríntios 15:12-57, o que acontece na morte?”

“12 Ora, se é corrente pregar-se que Cristo ressuscitou dentre os mortos, como, pois, afirmam alguns dentre vós que não há ressurreição de mortos? 13 E, se não há ressurreição de mortos, então, Cristo não ressuscitou. 14 E, se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa pregação, e vã, a vossa fé; 15 e somos tidos por falsas testemunhas de Deus, porque temos asseverado contra Deus que ele ressuscitou a Cristo, ao qual ele não ressuscitou, se é certo que os mortos não ressuscitam. 16 Porque, se os mortos não ressuscitam, também Cristo não ressuscitou. 17 E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados. 18 E ainda mais: os que dormiram em Cristo pereceram. 19 Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens. 20 Mas, de fato, Cristo ressuscitou dentre os mortos, sendo ele as primícias dos que dormem. 21 Visto que a morte veio por um homem, também por um homem veio a ressurreição dos mortos. 22 Porque, assim como, em Adão, todos morrem, assim também todos serão vivificados em Cristo. 23 Cada um, porém, por sua própria ordem: Cristo, as primícias; depois, os que são de Cristo, na sua vinda. 24 E, então, virá o fim, quando ele entregar o reino ao Deus e Pai, quando houver destruído todo principado, bem como toda potestade e poder. 25 Porque convém que ele reine até que haja posto todos os inimigos debaixo dos pés. 26 O último inimigo a ser destruído é a morte. 27 Porque todas as coisas sujeitou debaixo dos pés. E, quando diz que todas as coisas lhe estão sujeitas, certamente, exclui aquele que tudo lhe subordinou. 28 Quando, porém, todas as coisas lhe estiverem sujeitas, então, o próprio Filho também se sujeitará àquele que todas as coisas lhe sujeitou, para que Deus seja tudo em todos. 29 Doutra maneira, que farão os que se batizam por causa dos mortos? Se, absolutamente, os mortos não ressuscitam, por que se batizam por causa deles? 30 E por que também nós nos expomos a perigos a toda hora? 31 Dia após dia, morro! Eu o protesto, irmãos, pela glória que tenho em vós outros, em Cristo Jesus, nosso Senhor. 32 Se, como homem, lutei em Éfeso com feras, que me aproveita isso? Se os mortos não ressuscitam, comamos e bebamos, que amanhã morreremos. 33 Não vos enganeis: as más conversações corrompem os bons costumes. 34 Tornai-vos à sobriedade, como é justo, e não pequeis; porque alguns ainda não têm conhecimento de Deus; isto digo para vergonha vossa. 35 Mas alguém dirá: Como ressuscitam os mortos? E em que corpo vêm? 36 Insensato! O que semeias não nasce, se primeiro não morrer; 37 e, quando semeias, não semeias o corpo que há de ser, mas o simples grão, como de trigo ou de qualquer outra semente. 38 Mas Deus lhe dá corpo como lhe aprouve dar e a cada uma das sementes, o seu corpo apropriado. 39 Nem toda carne é a mesma; porém uma é a carne dos homens, outra, a dos animais, outra, a das aves, e outra, a dos peixes. 40 Também há corpos celestiais e corpos terrestres; e, sem dúvida, uma é a glória dos celestiais, e outra, a dos terrestres. 41 Uma é a glória do sol, outra, a glória da lua, e outra, a das estrelas; porque até entre estrela e estrela há diferenças de esplendor. 42 Pois assim também é a ressurreição dos mortos. Semeia-se o corpo na corrupção, ressuscita na incorrupção. Semeia-se em desonra, ressuscita em glória. 43 Semeia-se em fraqueza, ressuscita em poder. 44 Semeia-se corpo natural, ressuscita corpo espiritual. Se há corpo natural, há também corpo espiritual. 45 Pois assim está escrito: O primeiro homem, Adão, foi feito alma vivente. O último Adão, porém, é espírito vivificante. 46 Mas não é primeiro o espiritual, e sim o natural; depois, o espiritual. 47 O primeiro homem, formado da terra, é terreno; o segundo homem é do céu. 48 Como foi o primeiro homem, o terreno, tais são também os demais homens terrenos; e, como é o homem celestial, tais também os celestiais. 49 E, assim como trouxemos a imagem do que é terreno, devemos trazer também a imagem do celestial. 50 Isto afirmo, irmãos, que a carne e o sangue não podem herdar o reino de Deus, nem a corrupção herdar a incorrupção. 51 Eis que vos digo um mistério: nem todos dormiremos, mas transformados seremos todos, 52 num momento, num abrir e fechar de olhos, ao ressoar da última trombeta. A trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados. 53 Porque é necessário que este corpo corruptível se revista da incorruptibilidade, e que o corpo mortal se revista da imortalidade. 54 E, quando este corpo corruptível se revestir de incorruptibilidade, e o que é mortal se revestir de imortalidade, então, se cumprirá a palavra que está escrita: Tragada foi a morte pela vitória. 55 Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão? 56 O aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei. 57 Graças a Deus, que nos dá a vitória por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo.” (1 Coríntios 15:12-57 ARA)2.

“Um estudo sobre morte e ressurreição no Novo Testamento tem convencido a maioria dos estudiosos do Novo Testamento de que Cullman tinha razão. O Novo Testamento, de fato, admite o conceito da ressurreição, não o de uma alma imortal que sobrevive à morte do corpo. Por exemplo, em 1 Tessalonicenses 4:16-18, Paulo encorajou os que haviam perdido pessoas queridas a consolarem uns aos outros com o fato de que, quando Jesus retornar, Ele ressuscitará os mortos. Em 1 Coríntios 15:12-57, Paulo descreveu extensivamente a ressurreição. Ele começou seu discurso destacando que a fé cristã está fundamentada na ressurreição de Jesus. Se Cristo não ressuscitou, então qualquer fé nEle é inútil. No entanto, Paulo afirmou que Ele realmente ressurgiu dos mortos, como as primícias dos que dormem. Sua ressurreição possibilita que ressurjam também aqueles que estão nEle.”1

“Em 1 Coríntios 15:35-50, Paulo falou sobre o corpo ressuscitado, comparando-o ao nosso corpo atual. O que temos agora morrerá; o que receberemos por ocasião da ressurreição, jamais!”1

“Em suma, ao discorrer sobre a morte, o Novo Testamento fala em termos da ressurreição, não da imortalidade da alma. É importante que tenhamos esse pano de fundo ao ler 2 Pedro 1:12-14.”1

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Quarta-feira, 24 de maio de 2017. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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MCLVER, Robert K. Apascenta as Minhas ovelhas: 1 e 2 Pedro. Lições da escola sabatina. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 488, Abr. Mai. Jun. 2017. Adulto, Professor.
 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Declarações de esperança

Lições da Bíblia

“3. ‘Também Ele será a minha salvação; porém o hipócrita não virá perante Ele’ (Jó 13:16, ACF). Esse verso vem logo depois daquele que lemos ontem. Como ele confirma ainda mais a ideia de que, apesar de tudo, Jó tinha esperança, e de que sua esperança estava em Deus?”1

Jó tinha esperança em Deus, mesmo que tivesse que morrer, porque acreditava que Deus tinha a vida eterna para lhe oferecer, além da morte.1

“Que frase interessante para dar sequência ao que fora dito antes! Mesmo que Jó tivesse que morrer, mesmo que Deus o matasse, Jó ainda confiaria em Deus para a salvação. Embora, de um lado, seja um estranho contraste, por outro, essa declaração faz todo sentido. Afinal de contas, o que é a salvação senão a libertação da morte? E a morte, pelo menos para os salvos, nada mais é do que um breve momento de descanso, um instante de sono, seguido da ressurreição para a vida eterna. Não tem sido a ressurreição a grande esperança de todo o povo de Deus ao longo dos milênios? Essa também era a esperança de Jó.”1

“4. Leia 1 Coríntios 15:11-20. Qual é a esperança apresentada nessa passagem? Sem ela, por que não teríamos nenhuma esperança? Assinale a alternativa correta:”1

“11 Portanto, seja eu ou sejam eles, assim pregamos e assim crestes. 12 Ora, se é corrente pregar-se que Cristo ressuscitou dentre os mortos, como, pois, afirmam alguns dentre vós que não há ressurreição de mortos? 13 E, se não há ressurreição de mortos, então, Cristo não ressuscitou. 14 E, se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa pregação, e vã, a vossa fé; 15 e somos tidos por falsas testemunhas de Deus, porque temos asseverado contra Deus que ele ressuscitou a Cristo, ao qual ele não ressuscitou, se é certo que os mortos não ressuscitam. 16 Porque, se os mortos não ressuscitam, também Cristo não ressuscitou. 17 E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados. 18 E ainda mais: os que dormiram em Cristo pereceram. 19 Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens. 20 Mas, de fato, Cristo ressuscitou dentre os mortos, sendo ele as primícias dos que dormem.” (1 Coríntios 15:11-20 ARA)2.

A. (   ) A esperança apenas para esta vida.

B. (   ) A esperança da ressurreição.

C. (   ) A esperança de que ninguém será condenado no juízo final.

D. (   ) A esperança de dias melhores na Terra e vida eterna para os que não se arrependerem.

Resposta: Alternativa B

“Além disso, após essa forte declaração de fé na salvação, Jó disse que o ‘hipócrita [hanef] não virá perante Ele’. A raiz de hanefsignifica ‘profano’ ou ‘ímpio’, uma palavra com conotações muito negativas no hebraico. Jó sabia que sua salvação devia ser encontrada apenas em Deus, somente em uma vida submissa em fiel obediência a Ele. É por isso que o homem mau e ímpio, o hanef, não tinha essa esperança. Muito provavelmente Jó estivesse expressando o que ele entendia como sua ‘certeza de salvação’. Embora ele oferecesse fielmente sacrifícios de animais pelo pecado, não sabemos o nível de sua compreensão a respeito do significado deles. Antes da cruz, a maioria dos fiéis seguidores do Senhor, tais como Jó, certamente não tinha uma compreensão plena da salvação como passamos a ter após a cruz. Entretanto, Jó conhecia o bastante para saber que sua esperança de salvação seria encontrada somente no Senhor, e que aqueles sacrifícios eram uma expressão de como essa salvação deveria ser encontrada.”1

Terça-feira, 22 de novembro de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÕES da escola sabatina. O livro de Jó. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 486, Out. Nov. Dez. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

A ressurreição e a vida

Lições da Bíblia

“5. Leia Jó 14:14, 15. Qual é a pergunta de Jó? Como ele, à sua própria maneira, a responde?”1

“14 Morrendo o homem, porventura tornará a viver? Todos os dias da minha luta esperaria, até que eu fosse substituído. 15 Chamar-me-ias, e eu te responderia; terias saudades da obra de tuas mãos;” (Jó 14:14-15 ARA)2.

Morrendo o homem, porventura tornará a viver? Jó respondeu que haveria um tempo de espera, até que houvesse uma mudança ou libertação, e Deus o chamaria, porque teria saudade da obra de Suas mãos.1

“Um dos temas abordados no livro de Jó é a morte. Como poderia ser diferente? Qualquer livro que considere o sofrimento humano precisa analisar a morte, a origem de grande parte do nosso sofrimento. Jó perguntou se os mortos tornariam a viver, e então disse que esperaria ‘até que viesse a [sua] mudança’ (Jó 14:14; ARC). A palavra hebraica para ‘esperar’ também implica a ideia de ter esperança. Não é simplesmente aguardar alguma coisa, é ter esperança nela.”1

“A esperança de Jó era de ‘ser mudado’. Essa palavra vem de outro termo hebraico que pode dar a ideia de ‘renovação’ ou ‘reposição’. Geralmente, ela diz respeito à mudança de uma peça de roupa. Embora a palavra seja ampla, dado o contexto em que se questiona qual ‘renovação’ vem depois da morte, uma ‘renovação’ esperada por Jó, o que mais essa ‘mudança’ poderia ser, senão da morte para a vida, o momento em que o Senhor ‘teria saudades da obra de Suas mãos’ (Jó 14:15)?”1

“Certamente, nossa grande esperança – a grande promessa de que a morte não será o fim – vem da vida, ministério e morte de Jesus. ‘O [Novo Testamento] ensina que Cristo derrotou a morte, a inimiga mais cruel da humanidade, e que Deus ressuscitará os mortos para o julgamento final. Mas essa doutrina torna-se central à fé bíblica […] após a ressurreição de Cristo, pois ela é validada e confirmada no triunfo de Cristo sobre a morte’ – John E. Hartley,The Book of Job, NICOT, Accordance eletronic ed. (Grand Rapids: Eerdmans, 1988), p. 237.”1

“6. ‘Disse-lhe Jesus: Eu Sou a ressurreição e a vida. Quem crê em Mim, ainda que morra, viverá’ (Jo 11:25). Que esperança e certeza Jesus nos concede a respeito do ‘fim’, algo que Jó não conhecia? Responda a pergunta preenchendo as lacunas abaixo:”1

“A certeza de que a morte não terá a palavra final, pois os mortos tornarão a viver”.1

Quinta-feira, 29 de setembro de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÕES da escola sabatina. O livro de Jó. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 486, Out. Nov. Dez. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Crucificado e ressurreto – Estudo adicional

Lições da Bíblia

Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

Estudo adicional

“Embora tenham descrito a história da ressurreição, Mateus, Marcos, Lucas e João não nos deram uma verdadeira explicação teológica sobre ela, ainda que ela seja tão importante para a fé cristã. É nos escritos de Paulo que obtemos a explicação mais detalhada sobre o significado da cruz e da ressurreição. Leia 1 Coríntios 15:20-22 [‘20 Mas, de fato, Cristo ressuscitou dentre os mortos, sendo ele as primícias dos que dormem. 21 Visto que a morte veio por um homem, também por um homem veio a ressurreição dos mortos. 22 Porque, assim como, em Adão, todos morrem, assim também todos serão vivificados em Cristo.’]2 e Colossenses 2:12 [‘tendo sido sepultados, juntamente com ele, no batismo, no qual igualmente fostes ressuscitados mediante a fé no poder de Deus que o ressuscitou dentre os mortos.’]2. Pedro escreveu: ‘E isso é representado pelo batismo que agora também salva vocês — não a remoção da sujeira do corpo, mas o compromisso de uma boa consciência diante de Deus — por meio da ressurreição de Jesus Cristo’ (1Pe 3:21, NVI). Embora não saibamos por que os escritores dos evangelhos não deram uma explicação detalhada, alguns eruditos vêm nisso uma evidência adicional da veracidade de seu relato. Afinal de contas, escrevendo muitos anos depois do acontecimento, por que eles não usaram a oportunidade para dar uma explicação detalhada do que eles desejavam que as pessoas acreditassem sobre a ressurreição? Se a ressurreição fosse uma fraude, por que não aproveitar a oportunidade para fazê-la significar o que quer que eles desejassem que ela significasse? Em vez disso, eles simplesmente contaramm a história, sem fazer nenhuma tentativa de embelezá-la com quaisquer explicações teológicas quanto ao que ela devia significar.”1

Perguntas para reflexão

“1. No momento da morte de Jesus, o véu do templo da antiga aliança foi rasgado de alto a baixo, e foi inaugurada a nova aliança, que é presidida por um novo sumo sacerdote, Jesus Cristo. (Hb 10:19-21). Como o fato de que agora o próprio Cristo atua como nosso Sumo Sacerdote faz você se sentir?”1

“2. O evangelho de Mateus trata de muitos assuntos. Que coisas em especial o impressionaram a respeito da maneira pela qual Jesus foi apresentado ali? Como o estudo desse evangelho pode ajudar você a entender o que significa ser um cristão e ajudá-lo a seguir os ensinos de Jesus?”1

Sexta-feira, 24 de junho de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÕES da escola sabatina. O Evangelho de Mateus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Abr. Mai. Jun. 2016. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

O Cristo ressuscitado

Lições da Bíblia

“A fé cristã se centraliza não somente na cruz, mas na tumba vazia. A verdade é que a maioria das pessoas, inclusive as não cristãs, creem que um homem chamado Jesus de Nazaré morreu numa cruz. Não muito tempo depois de Jesus ter vivido, encontramos referências históricas como esta, de Tácito (57-117 d.C.), um historiador romano: ‘Nero […] infligiu as mais requintadas torturas a uma classe odiada por suas abominações, chamada de cristãos […] pela populaça. Christus, que deu origem ao nome, sofreu a penalidade máxima durante o reinado de Tibério, nas mãos de um de nossos procuradores, Pôncio Pilatos’ (www.causeofjesusdeath.com/jesus-in-secular-history).”1

“Não havia dúvidas naquela época, como não há hoje, a respeito da condenação e crucifixão de uma figura histórica chamada Jesus.”1

“A parte difícil é a ressurreição: a ideia de que Jesus de Nazaré, que morreu numa sexta-feira à tarde, voltou à vida num domingo de manhã. Essa é a dificuldade de muitas pessoas. Afinal de contas, um judeu crucificado pelos romanos na Judeia era uma ocorrência bastante comum. Mas um judeu ressuscitar dos mortos depois de ter sido crucificado? Essa é uma história completamente diferente.”1

“Contudo, sem essa crença no Jesus ressuscitado, simplesmente não temos fé cristã. Paulo escreveu: ‘Se Cristo não ressuscitou, é inútil a nossa pregação, como também é inútil a fé que vocês têm. […] Se é somente para esta vida que temos esperança em Cristo, dentre todos os homens somos os mais dignos de compaixão’ (1Co 15:14, 19, NVI). A morte de Jesus, em si, tinha que ser seguida pela ressurreição, porque em Sua ressurreição temos a certeza da nossa.”1

“Quando chegamos à história da ressurreição de Jesus, temos duas opções. A primeira é considerar essa história uma propaganda sentimental escrita por alguns solitários seguidores de Jesus para manter viva Sua memória, da mesma forma que tentamos manter viva a memória de alguma figura bem conhecida que morre hoje em dia. A segunda opção é tomá-la literalmente, como um relato em primeira mão de um evento extraordinário, um evento mais tarde interpretado como tendo implicações para todo ser humano que já viveu.”

“Leia Mateus 28:1-15. Por que Jesus disse às mulheres: ‘Alegrem-se’ (v. 9, New King James Version)? Eles estavam alegres porque Ele tinha ressuscitado, porque seu Mestre havia voltado. Mas qual é a verdadeira razão para nos regozijarmos com a ressurreição de Jesus?”1

“1 No findar do sábado, ao entrar o primeiro dia da semana, Maria Madalena e a outra Maria foram ver o sepulcro. 2 E eis que houve um grande terremoto; porque um anjo do Senhor desceu do céu, chegou-se, removeu a pedra e assentou-se sobre ela. 3 O seu aspecto era como um relâmpago, e a sua veste, alva como a neve. 4 E os guardas tremeram espavoridos e ficaram como se estivessem mortos. 5 Mas o anjo, dirigindo-se às mulheres, disse: Não temais; porque sei que buscais Jesus, que foi crucificado. 6 Ele não está aqui; ressuscitou, como tinha dito. Vinde ver onde ele jazia. 7 Ide, pois, depressa e dizei aos seus discípulos que ele ressuscitou dos mortos e vai adiante de vós para a Galiléia; ali o vereis. É como vos digo! 8 E, retirando-se elas apressadamente do sepulcro, tomadas de medo e grande alegria, correram a anunciá-lo aos discípulos. 9 E eis que Jesus veio ao encontro delas e disse: Salve! E elas, aproximando-se, abraçaram-lhe os pés e o adoraram. 10 Então, Jesus lhes disse: Não temais! Ide avisar a meus irmãos que se dirijam à Galiléia e lá me verão. 11 E, indo elas, eis que alguns da guarda foram à cidade e contaram aos principais sacerdotes tudo o que sucedera. 12 Reunindo-se eles em conselho com os anciãos, deram grande soma de dinheiro aos soldados, 13 recomendando-lhes que dissessem: Vieram de noite os discípulos dele e o roubaram enquanto dormíamos. 14 Caso isto chegue ao conhecimento do governador, nós o persuadiremos e vos poremos em segurança. 15 Eles, recebendo o dinheiro, fizeram como estavam instruídos. Esta versão divulgou-se entre os judeus até ao dia de hoje” (Mateus 28:1-15 ARA)2.

Quarta-feira, 22 de junho de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÕES da escola sabatina. O Evangelho de Mateus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Abr. Mai. Jun. 2016. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Crucificado e ressurreto

Lições da Bíblia

Toda a autoridade Me foi dada no Céu e na Terra” (Mt 28:18).

Um anúncio numa revista britânica perguntava se alguém doaria seu corpo para a Ciência. Ele dizia que cientistas haviam estudado a mumificação egípcia e que estavam procurando um voluntário com alguma doença terminal que estivesse preparado para doar seu corpo após a morte. Esses cientistas acreditavam, afirmava o anúncio, que haviam descoberto o segredo de como os egípcios faziam a mumificação, e que o corpo ‘seria preservado – potencialmente por centenas ou mesmo milhares de anos’ (www.independent.co.uk/news/science/now-you-canbe-mummified-just-like-the-egyptians-1863896.html).”1

“Como cristãos, não precisamos nos preocupar em ter nosso corpo preservado. Deus nos prometeu algo muito melhor do que isso. A morte de Jesus, na qual Ele pagou em Si mesmo a penalidade pelos nossos pecados, e Sua ressurreição, na qual Ele foi ‘as primícias dos que dormem’ (1Co 15:20), prepararam o caminho, não para que nosso corpo fosse ‘preservado’, como o dos antigos faraós (além disso, se você já viu um desses corpos, percebeu que eles, de qualquer forma, não são nada bonitos), mas transformado num corpo incorruptível que viverá para sempre.”1

“Nesta semana, que trata dos capítulos finais de Mateus, estudaremos as inexauríveis verdades referentes à morte e à ressurreição de nosso Senhor, e estudaremos a respeito da esperança que esses dois acontecimentos nos oferecem.”

Introdução ao tema da Lição desta semana, comentários do autor.

Incentive os jovens de sua igreja a dedicar as próximas férias à colportagem evangelística e a estudar em nossos internatos.

Sábado, 18 de junho de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÕES da escola sabatina. O Evangelho de Mateus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Abr. Mai. Jun. 2016. Adulto, Professor.

O último inimigo

Lições da Bíblia

“Evidentemente, alguns da igreja de Corinto estavam confusos a respeito da ressurreição. Paulo explicou cuidadosamente sua importância como elemento-chave do evangelho (1Co 15:1-4). Parece que havia alguma preocupação a respeito dos crentes que haviam morrido (1Co 15:6), e alguns estavam sugerindo que os que haviam morrido não participariam da volta de Cristo (1Co 15:12). Essa situação era semelhante à de Tessalônica (1Ts 4:13-17).”1

“5. Leia 1 Coríntios 15:12-18. Qual é a implicação de negar a ressurreição dos mortos?”1 “15 e somos tidos por falsas testemunhas de Deus, porque temos asseverado contra Deus que ele ressuscitou a Cristo, ao qual ele não ressuscitou, se é certo que os mortos não ressuscitam. 16 Porque, se os mortos não ressuscitam, também Cristo não ressuscitou. 17 E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados. 18 E ainda mais: os que dormiram em Cristo pereceram.” (1 Corintios 15:13-18 ARA)2. “Se Cristo não ressuscitou, é inútil a pregação do evangelho e até mesmo nossa fé. ‘Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes dos homens.’”1

“Paulo concluiu seu argumento dizendo que ‘se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens’ (1Co 15:19). Mas, ao contrário, Cristo de fato ressuscitou e Se tornou ‘as primícias dos que dormem’ (1Co 15:20).”1

“Então Paulo comparou Cristo com Adão: ‘Assim como, em Adão, todos morrem, assim também todos serão vivificados em Cristo’ (1Co 15:22), e especificou quando será essa ressurreição geral: ‘na Sua vinda’ (1Co 15:23). Posteriormente, no mesmo capítulo, ele continuou com a comparação dos dois ‘Adões’ (1Co 15:45-49). O primeiro homem foi feito do pó, mas o Homem celestial é do Céu; por isso, um dia também seremos iguais a Ele (1Co 15:47-49). O significado disso é explicado numa descrição do que acontece na segunda vinda: ‘A trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados. Porque é necessário que este corpo corruptível se revista da incorruptibilidade, e que o corpo mortal se revista da imortalidade’ (1Co 15:52, 53). Embora Adão a princípio tenha sido feito para viver para sempre, a humanidade logo se deteriorou a ponto de viver apenas por um período de tempo relativamente curto. Se vamos herdar a vida eterna, precisamos ser transformados para durar para sempre, e isso nos será concedido.”1

“Leia 1 Coríntios 15:23-26 [‘23 Cada um, porém, por sua própria ordem: Cristo, as primícias; depois, os que são de Cristo, na sua vinda. 24 E, então, virá o fim, quando ele entregar o reino ao Deus e Pai, quando houver destruído todo principado, bem como toda potestade e poder. 25 Porque convém que ele reine até que haja posto todos os inimigos debaixo dos pés. 26 O último inimigo a ser destruído é a morte. 27 Porque todas as coisas sujeitou debaixo dos pés. E, quando diz que todas as coisas lhe estão sujeitas, certamente, exclui aquele que tudo lhe subordinou.]2. Embora estejamos imersos no grande conflito, e ainda que a morte, o mal e as forças satânicas pareçam dominar o mundo, o que esses versos dizem sobre o final do grande conflito? Como aprender a olhar além do que vemos e captar o que essas promessas significam para cada um de nós?”1

Quinta-feira, 03 de março de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se pref//8ça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Rebelião e redenção. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 484, Jan. Fev. Mar. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.