Expulsos do jardim

Lições da Bíblia1

Uma das consequências mais devastadoras do pecado foi a separação entre Deus e a humanidade. Adão e Eva foram expulsos do Éden e já não podiam falar com o Senhor face a face. O profeta Isaías descreveu essa condição radical: “Mas as iniquidades de vocês fazem separação entre vocês e o seu Deus; e os pecados que vocês cometem O levam a esconder o Seu rosto de vocês” (Is 59:2).

De fato, Adão e Eva continuavam sendo filhos de Deus; porém, as consequências do pecado não puderam ser evitadas, e eles tiveram que deixar o Éden – nada seria como antes.

4. Leia Êxodo 19:16-22. Como o pecado alterou nossa comunicação com Deus?

Êxodo 19:16-22 (NAA)2: 16 Ao amanhecer do terceiro dia, houve trovões e relâmpagos, uma espessa nuvem cobriu o monte, e ouviu-se um forte som de trombeta, de maneira que todo o povo que estava no arraial tremeu de medo. 17 E Moisés levou o povo para fora do arraial ao encontro de Deus; e puseram-se ao pé do monte. 18 Todo o monte Sinai fumegava, porque o Senhor havia descido sobre ele em fogo. A fumaça subia como fumaça de uma fornalha, e todo o monte tremia com violência. 19 E o som da trombeta ia aumentando cada vez mais. Moisés falava, e Deus lhe respondia no trovão. 20 O Senhor desceu sobre o monte Sinai, sobre o alto do monte. O Senhor chamou Moisés para o alto do monte e Moisés foi até lá. 21 E o Senhor disse a Moisés: — Desça e avise ao povo que não ultrapasse o limite até o Senhor para vê-lo, para evitar que muitos deles sejam mortos. 22 Também os sacerdotes, que se aproximam do Senhor, devem se consagrar, para que o Senhor não se volte contra eles.

O pecado transformou a vida humana de inúmeras maneiras (veja Gn 3:14-24), em aspectos que nem conseguimos imaginar, pois tudo o que conhecemos é um mundo de pecado. Por causa da queda, a terra foi amaldiçoada e produziria “espinhos e ervas daninhas”. Os seres humanos agora vivenciariam a dor, trabalhariam arduamente para obter o sustento, até que, por fim, morressem e voltassem ao pó – a morte é a mais contundente lembrança do pecado.

Ainda assim, Adão e Eva receberam a promessa de uma solução para enfrentar os danos do pecado. Embora nossos primeiros pais já não pudessem ver Deus nem falar com Ele diretamente, deixaram o Éden com esperança, para o presente e para o futuro. Deus tomou a iniciativa e lhes revelou Seu plano de resgate.

Gênesis 3:15, chamado de “primeira promessa do evangelho”, estava carregado de esperança para eles (e ainda está para nós), apesar do que havia acontecido. A promessa de um Redentor vindouro traria inimizade contra o pecado e ofereceria à humanidade uma esperança de salvação. Na verdade, o fato de Deus ter provido vestes para Adão e Eva antes de saírem do jardim foi um ato simbólico, que apontava para a redenção futura. Por meio da morte e ressurreição de Jesus, a comunhão com Deus seria restaurada (Jo 14:1-3).

Ali mesmo no Éden, logo após a entrada do pecado, a humanidade recebeu a esperança e a promessa de que o problema do pecado seria definitivamente resolvido. Desde o momento em que houve pecado, houve também a promessa de um Salvador.

O que você sentiu ao errar? Culpa? Vergonha? Desprezo próprio? Quais foram as consequências? De que maneira sua fé em Deus e na promessa do evangelho o impediram de desistir?

Quarta-feira 30 de setembro de 2026. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico. 

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. O dom de profecia. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 526, out. nov. dez. 2026. Adulto, Professor.

2 BÍBLIA Sagrada. Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil. Edição Revista e Atualizada no Brasil, 3. ed. (Nova Almeida Atualizada). Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2017.

Escondendo-se de Deus

Lições da Bíblia1

Deus é amor (1Jo 4:8) e não criou seres humanos como “robôs”, pois o amor envolve escolha. Adão e Eva precisavam ser criados livres; caso contrário, eles não poderiam amar de verdade.

Assim, Adão e Eva tinham liberdade para obedecer ou desobedecer ao Criador. A realidade dessa liberdade de escolha aparece na ordem para que não comessem da árvore do conhecimento do bem e do mal (veja Gn 2:15-17). Por que Deus os advertiria contra comer daquela árvore se eles não tivessem liberdade para desobedecer?

“Nossos primeiros pais, embora criados inocentes e santos, não foram colocados fora da possibilidade de praticar o mal. Deus os fez como seres morais livres, capazes de reconhecer a sabedoria e benignidade  de Seu caráter e a justiça de Suas ordens, e com ampla liberdade de prestar obediência ou recusá-la. Deviam desfrutar comunhão com Deus e com os santos anjos […]. Sem liberdade de opção, sua obediência não teria sido voluntária, mas forçada” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas [CPB, 2022], p. 24, 25).

2. Por que Adão e Eva tentaram se esconder do Criador depois de desobedecer-Lhe? Gn 3:1-8 (compare com Jr 23:24; Hb 4:13)

Gn 3:1-8 (NAA)2: 1 Mas a serpente, mais astuta que todos os animais selvagens que o Senhor Deus tinha feito, disse à mulher: — É verdade que Deus disse: “Não comam do fruto de nenhuma árvore do jardim”? 2 A mulher respondeu à serpente: — Do fruto das árvores do jardim podemos comer, 3 mas do fruto da árvore que está no meio do jardim, Deus disse: “Vocês não devem comer dele, nem tocar nele, para que não venham a morrer.” 4 Então a serpente disse à mulher: — É certo que vocês não morrerão. 5 Porque Deus sabe que, no dia em que dele comerem, os olhos de vocês se abrirão e, como Deus, vocês serão conhecedores do bem e do mal. 6 Vendo a mulher que a árvore era boa para se comer, agradável aos olhos e árvore desejável para dar entendimento, tomou do seu fruto e comeu; e deu também ao marido, e ele comeu. 7 Então os olhos de ambos se abriram; e, percebendo que estavam nus, costuraram folhas de figueira e fizeram cintas para si. 8 Ao ouvirem a voz do Senhor Deus, que andava no jardim quando soprava o vento suave da tarde, o homem e a sua mulher se esconderam da presença do Senhor Deus, entre as árvores do jardim.

Jr 23:24 (NAA)2: Pode alguém se ocultar em esconderijos, de modo que eu não o veja? — diz o Senhor. Não encho eu os céus e a terra? — diz o Senhor.

Hb 4:13 (NAA)2: E não há criatura que não seja manifesta na sua presença; pelo contrário, todas as coisas estão descobertas e expostas aos olhos daquele a quem temos de prestar contas

Gênesis 3 descreve a queda de Adão e Eva. Depois do diálogo entre a serpente (Satanás) e Eva, nossos primeiros pais foram tentados a comer da árvore proibida. O tentador usou o poder das palavras, das emoções e de seduções aprazíveis para convencer Eva – e, por meio dela, Adão – a ir contra a ordem de Deus. Ela percebeu que a árvore era “boa para se comer”, “agradável aos olhos” e “desejável para dar entendimento” (Gn 3:6). A promessa de Satanás de que seriam “como Deus, conhecedores do bem e do mal” soou irresistível (Gn 3:5, NVI).

O discurso enganoso de Satanás ocultou do primeiro casal as consequências da sua desobediência. Quando desobedeceram, seus olhos imediatamente “se abriram”, e perceberam que “estavam nus” (Gn 3:7). O “manto” de Deus, de luz e glória (Sl 104:1, 2), que refletia a “imagem” divina, havia desaparecido. Não é de admirar que Adão e Eva tenham se escondido do Criador – como se fosse realmente possível esconder-se de Deus. O pecado nos enche de culpa e, tomados por esse sentimento, desejamos fugir da presença do Senhor.

Qual tem sido sua experiência com a vergonha e a tentativa de se esconder de Deus após pecar?

Segunda-feira 28 de setembro de 2026. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico. 

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. O dom de profecia. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 526, out. nov. dez. 2026. Adulto, Professor.

2 BÍBLIA Sagrada. Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil. Edição Revista e Atualizada no Brasil, 3. ed. (Nova Almeida Atualizada). Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2017.

Aprendendo com o passado

Lições da Bíblia1

Após oferecer um exemplo de abnegação tomado da própria experiência, Paulo passa especificamente à questão da idolatria. Em certo sentido, 1 Coríntios 10 desenvolve a ideia de 1 Coríntios 9:27, em que o apóstolo afirma esmurrar o próprio corpo para que não viesse a ser desqualificado. Ele desejava que os coríntios seguissem seu exemplo – tendo Cristo como modelo supremo (1Co 11:1).

3. Leia 1 Coríntios 10:7-11. Que pecados Israel cometeu no deserto? E por que os privilégios concedidos ao povo tornavam esses pecados ainda mais graves?

1 Coríntios 10:7-11 (NAA)2: 7 Não sejam idólatras, como alguns deles foram, conforme está escrito: “O povo assentou-se para comer e beber e levantou-se para se divertir.” 8 E não pratiquemos imoralidade, como alguns deles o fizeram e caíram mortos, num só dia, vinte e três mil. 9 Não ponhamos Cristo à prova, como alguns deles fizeram e foram mortos pelas serpentes. 10 Não fiquem murmurando, como alguns deles murmuraram e foram destruídos pelo exterminador. 11 Estas coisas aconteceram com eles para servir de exemplo e foram escritas como advertência a nós, para quem o fim dos tempos tem chegado.

Em 1 Coríntios 10:1 a 5, Paulo faz alusão à história do povo de Deus no deserto. A referência à nuvem e ao mar traz à memória a direção, presença e proteção divinas; por sua vez, o alimento e a bebida representam a provisão de Deus. O apóstolo descreve a experiência de Israel na nuvem e no mar como um batismo, comparável ao batismo cristão. Do mesmo modo, ao mencionar alimento e bebida, ele faz alusão à Ceia do Senhor.

Em outras palavras, 1 Coríntios 10 ensina que, em certo sentido, os cristãos estão vivendo as mesmas experiências que Israel passou. Paulo recordou a história israelita porque não queria que ela se repetisse: apesar de tantos privilégios, muitos desejaram “coisas más” (1Co 10:6), como idolatria (1Co 10:7) e imoralidade sexual (1Co 10:8). Não é de admirar que “Deus não Se agradou da maioria deles” (1Co 10:5). 

É fácil apontar o dedo para o antigo Israel e dizer que cometeram pecados graves. No entanto, Paulo argumenta que os cristãos também são suscetíveis aos mesmos erros – mesmo tendo o grande privilégio de conhecer a história de Cristo. Isso fica claro na advertência: “Por isso, aquele que pensa estar em pé veja que não caia” (1Co 10:12). A expressão “aquele que pensa” sugere que alguns, na igreja, não percebiam o perigo real de cair nesses pecados. Corremos hoje o mesmo risco?

“Por isso, aquele que pensa estar em pé veja que não caia.” Quem de nós nunca experimentou a realidade dessa advertência?

A Bíblia diz que Deus não permitirá que sejamos tentados além do que podemos suportar, mas “juntamente com a tentação proverá livramento” (1Co 10:13). Por que, então, ainda nos vemos cair com tanta facilidade?

Terça-feira, 28 de julho de 2026. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico. 

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. 1 e 2 Coríntios. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 525, jul. ago. set. 2026. Adulto, Professor.

2 BÍBLIA Sagrada. Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil. Edição Revista e Atualizada no Brasil, 3. ed. (Nova Almeida Atualizada). Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2017.

Pecado na igreja – Estudo adicional

Lições da Bíblia1

Leia, de Ellen G. White, Atos dos Apóstolos [CPB, 2021], “Mensagem de advertência e apelo” (p. 190-196).

Curiosamente, nas listas de pecados de 1 Coríntios 5:10 e 11; 6:9 e 10, a idolatria e a embriaguez aparecem ao lado da imoralidade sexual. Como Paulo relembra em 1 Coríntios 10:7, as festas idolátricas costumavam ser marcadas por comer e beber em excesso (veja Êx 32:1-6), o que abria a porta para a imoralidade sexual (1Co 10:8). Ellen White diz:

“É impossível a qualquer pessoa desfrutar da bênção da santificação enquanto é egoísta e glutona. […] O poder da constituição humana para resistir aos abusos praticados contra ela é maravilhoso; mas os persistentes maus hábitos no excessivo comer e beber enfraquecerão cada função do corpo. Na satisfação do apetite pervertido ou da paixão, mesmo cristãos professos prejudicam a natureza em seu trabalho e diminuem a força física, mental e moral” (Santificação [CPB, 2022], p. 16).

“Quando uma pessoa está inteiramente vazia do próprio ego, quando todo falso deus é expulso do ser, o vazio é preenchido com a comunicação do Espírito de Cristo. Essa pessoa possui a fé que purifica a alma de contaminação” (Ellen G. White, Obreiros Evangélicos [CPB, 2024], p. 225).

“Deus busca elevar-nos ao Seu padrão elevado, puro e celestial. Com esse propósito, Seu Espírito está constantemente operando em nós. […] Nossas tendências naturais, a menos que sejam corrigidas pelo Espírito Santo de Deus, trazem em si as sementes da morte moral” (Ellen G. White, Manuscrito 12, 1888).

Perguntas para consideração

1. Coríntios 5 e 6, há uma série de sete perguntas introduzidas pela fórmula “Vocês não sabem?” (1Co 5:6; 6:2, 3, 9, 15, 16, 19). Todas exigem uma resposta afirmativa e enfática – algo como: “É claro que sim!” Como essas perguntas demonstram as preocupações de Paulo com a igreja? Por que também devemos nos preocupar com esses temas hoje?

2. O casamento vem de Deus (Gn 1:27, 28; 2:18-24) e deve ser honrado (Hb 13:4). Em uma época em que muitos o consideram “antiquado”, como mostrar que o casamento é um presente divino, vindo diretamente do Éden?

Sexta-feira, 24 de julho de 2026. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico. 

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. 1 e 2 Coríntios. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 525, jul. ago. set. 2026. Adulto, Professor.

Pecado na igreja

Lições da Bíblia1

Sábado à tarde

Ano Bíblico: RPSP: JÓ 22

“Será que vocês não sabem que o corpo de vocês é santuário do Espírito Santo, que está em vocês e que vocês receberam de Deus, e que vocês não pertencem a vocês mesmos? Porque vocês foram comprados por preço. Agora, pois, glorifiquem a Deus no corpo de vocês” (1Co 6:19, 20).

Leituras da semana: 1Co 5:1-13; 6:1-13; 6:19–7:9; 2Co 2:5-10; 1Ts 4:1-8

Nosso cérebro é como uma esponja: tudo o que chega pelos sentidos fica registrado. Talvez não estejamos conscientes da maior parte do que entra (se nos lembrássemos de tudo, mal conseguiríamos pensar). Ainda assim, esse conteúdo permanece e, de algum modo, influencia o que pensamos, sentimos e fazemos.

Por isso, mesmo como cristãos, somos facilmente impactados pelo mal ao nosso redor. Desde o início, a igreja cristã tem enfrentado esse desafio. De onde, por exemplo, veio a guarda do domingo? A igreja simplesmente inventou isso? Claro que não. Veio da cultura ao redor.

Vemos esse princípio desenrolar-se em Corinto. Depois do apelo contra o partidarismo (1Co 1–4), Paulo trata de temas como imoralidade sexual, ações judiciais entre irmãos, prostituição, casamento e vida de solteiro (1Co 5–7). Os padrões do mundo afetaram os cristãos coríntios profundamente. As divisões descritas em 1 Coríntios capítulos 1 a 4 abriram a porta para as condutas reprováveis denunciadas nos capítulos seguintes.

Como Paulo tratou desse pecado na igreja? Quais lições podemos extrair do que ele escreveu?

Sábado, 18 de julho de 2026. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico. 

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. 1 e 2 Coríntios. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 525, jul. ago. set. 2026. Adulto, Professor.

Pecado, evangelho e lei

Lições da Bíblia1

“Nunca me esquecerei dos Teus preceitos, pois é por meio deles que me tens dado vida. Sou Teu; salva-me, pois eu busco os Teus preceitos” (Sl 119:93, 94).

Leituras da semana: Jz 14:1-20; Mc 9:42-48; Rm 3:20, 28; Mt 5:17, 18; Mt 7:24-29

Sem dúvida, o pecado é o maior obstáculo para um relacionamento próximo com Deus. Ele não apenas nos separa do Senhor (Is 59:2), como também engana, fere, corrói e, por fim, destrói. A luta contra o pecado e contra o ego é a maior batalha de nossa vida, pois tem consequências enormes e eternas.

Alguns tratam o pecado como algo “normal” da vida. Afinal, é da natureza humana buscar prazer. Mas será que temos dado menos importância ao pecado porque a sociedade se acostumou com ele? Às vezes, evitamos o assunto com receio de ofender alguém ao chamar o pecado pelo nome. No fim, quanto mais escolhemos conviver em paz com o pecado, mais nos afastamos de um relacionamento saudável com Deus.

Sim, todos pecamos, e nossos pensamentos, nossas motivações, nossas ações e palavras ferem a nós mesmos, aos outros e a Deus. No fim, o pecado destrói nosso relacionamento com o Senhor. Mas Ele Se revelou por meio de Sua lei, que aponta para o pecado em nossa vida.

Nesta semana, vamos entender por que Deus nos deu Sua lei e entender também que, quando uma pessoa desobedece a ela e peca, há Alguém que pode restaurar o relacionamento com o Pai.

Sábado, 23 de maio de 2026. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico. 

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Crescendo em um relacionamento com Deus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 524, abr. mai. jun. 2026. Adulto, Professor.

O pecado mais ofensivo

Lições da Bíblia1

Imagine ser um dos discípulos de Jesus. Você pode viajar com Ele, comer com Ele, dormir perto Dele e aprender com Ele, enquanto vê incontáveis vidas sendo transformadas – inclusive a sua. As multidões O seguem, e você percebe quão especial é ter sido escolhido para estar entre os doze mais próximos Dele. Então surge uma pergunta: Quem será o mais importante dentre todos os discípulos?

4. Leia Lucas 22:24-27. Como Jesus respondeu à discussão dos discípulos sobre o que é a verdadeira grandeza? Que frase resume esse ensino de Jesus?

Lucas 22:24-27 (NAA)2: 24 Houve também entre eles uma discussão sobre qual deles parecia ser o maior. 25 Mas Jesus lhes disse: — Os reis dos povos dominam sobre eles, e os que exercem autoridade são chamados de benfeitores. 26 Mas vocês não são assim; pelo contrário, o maior entre vocês seja como o menor; e aquele que dirige seja como o que serve. 27 Pois qual é maior: aquele que está à mesa ou aquele que serve? Não é verdade que é aquele que está à mesa? Pois, no meio de vocês, eu sou como quem serve.

Seria natural imaginar que, depois de tanto tempo ao lado de Jesus, os discípulos jamais levantariam uma discussão como essa. Mas não foi o que aconteceu.

Em vez de se alegrarem com o chamado que haviam recebido, o orgulho cresceu no coração deles, e cada um começou a pensar que era melhor do que os outros. É fácil deixar esse tipo de pensamento tomar conta da nossa mente também.

No entanto, recebemos uma advertência séria: “Nada é tão ofensivo a Deus nem tão perigoso para o espírito humano como o orgulho e a presunção. De todos os pecados, esse é o que menos esperança incute e o mais irremediável” (Ellen G. White, Parábolas de Jesus [CPB, 2022], p. 85).

Isso é grave. Nada ofende mais a Deus do que o nosso orgulho – e esse é um pecado difícil de vencer, justamente porque muitas vezes nem conseguimos enxergá-lo. Quando nos tornamos autossuficientes, evitamos olhar para dentro de nós mesmos – afinal, o orgulho já assumiu o controle. Precisamos parar, fazer uma avaliação sincera e pedir que Deus abra nossos olhos para ver quem realmente somos. O orgulho pode ser a principal barreira que nos impede de viver hoje um relacionamento profundo com Deus.

Se você reconhece que só o Senhor pode remover o orgulho e o egoísmo do seu coração, pare agora mesmo e ore usando estas palavras: “Senhor, toma o meu coração, pois não consigo entregá-lo. É Tua propriedade. Conserva-o puro, pois não posso conservá-lo para Ti. Salva-me apesar de mim mesmo, tão fraco e tão dessemelhante de Cristo. Molda-me, forma-me e eleva-me a uma atmosfera pura e santa, onde a rica corrente de Teu amor possa fluir por minha alma” (Parábolas de Jesus, p. 88). 

Quarta-feira, 15 de abril de 2026. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico. 

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Crescendo em um relacionamento com Deus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 524, abr. mai. jun. 2026. Adulto, Professor.

2 BÍBLIA Sagrada. Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil. Edição Revista e Atualizada no Brasil, 3. ed. (Nova Almeida Atualizada). Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2017.

Ensinar aos transgressores os Teus caminhos

Lições da Bíblia1:

Depois que Isaías viu o Senhor na sala do trono, e depois que foi informado de que “a sua iniquidade foi tirada, e o seu pecado, perdoado”, ele respondeu ao chamado divino dizendo: “Eis-me aqui, envia-me a mim” (Is 6:7, 8). Uma vez que ele estava em paz com Deus, apesar de conhecer suas falhas, estava pronto para trabalhar para o Senhor.

Isso também ocorre conosco? Como proclamar a salvação aos outros se nós não a recebemos? Só podemos recebê-la pela fé em Jesus e no que Ele fez por nós.

5. Leia o Salmo 51:7-15. O que Davi prometeu fazer depois que Deus o perdoasse e purificasse do pecado?

Salmo 51:7-15 (NAA)2: 7 Purifica-me com hissopo, e ficarei limpo; lava-me, e ficarei mais alvo do que a neve. 8 Faze-me ouvir júbilo e alegria, para que exultem os ossos que esmagaste. 9 Esconde o teu rosto dos meus pecados e apaga todas as minhas iniquidades. 10 Cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova dentro de mim um espírito inabalável. 11 Não me lances fora da tua presença, nem me retires o teu Santo Espírito. 12 Restitui-me a alegria da tua salvação e sustenta-me com um espírito voluntário. 13 Então ensinarei aos transgressores os teus caminhos, e os pecadores se converterão a ti. 14 Livra-me dos crimes de sangue, ó Deus, Deus da minha salvação, e a minha língua exaltará a tua justiça. 15 Abre, Senhor, os meus lábios, e a minha boca manifestará o teu louvor.

Ser chamado à presença de Deus é, em última análise, ser enviado de volta ao lugar em que estávamos. Em Sua sabedoria, Deus designou os redimidos para servir como Sua voz para o mundo caído. Em breve, o mundo sentirá o impacto do povo de Deus. O apelo final à humanidade caída iluminará o mundo inteiro (Ap 18:1).

“Tão logo uma pessoa aceita a Cristo, em seu coração nasce um desejo de apresentar aos outros o precioso amigo que encontrou em Jesus Cristo; a verdade salvadora e santificadora não pode ficar escondida em seu coração. Se estivermos revestidos da justiça de Cristo e cheios da alegria que Seu Espírito produz, será impossível nos contermos. Se já provamos e vimos que o Senhor é bom, teremos alguma coisa a dizer. Como Filipe, ao encontrarmos o Salvador, convidaremos outros para Sua presença” (Ellen G. White, Caminho a Cristo [CPB, 2024], p. 50).

As três mensagens angélicas estão fundamentadas no “evangelho eterno”. O fundamento do evangelho, a salvação em Jesus, é proclamado antes da adoração ao Criador, da queda de Babilônia, ou da advertência contra a adoração à “besta e a sua imagem” (Ap 14:6-9). E isso porque as mensagens dos três anjos significam, acima de tudo, a esperança e a promessa que temos em Jesus e no que Ele fez por nós. Fora do “evangelho eterno”, realmente não temos nada de valor a dizer ao mundo.

Antes da proclamação das três mensagens angélicas, somos conduzidos ao “evangelho eterno”. Qual é a importância dessa verdade fundamental para todas as nossas crenças?

Quinta-feira, 22 de maio de 2025. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico. 

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Alusões, imagens e símbolos. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 520, abr. maio. jun. 2025. Adulto, Professor.
2 BÍBLIA Sagrada. Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil. Edição Revista e Atualizada no Brasil, 3. ed. (Nova Almeida Atualizada). Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2017.