Cristo ressuscitado, nossa única esperança

Lições da Bíblia1

Em 1 Coríntios 15:9 a 19, Paulo mostra quão graves e terríveis são as consequências de negar a ressurreição. Sem ela, os crentes não têm esperança – nem para o presente, muito menos para o futuro.

3. Leia 1 Coríntios 15:9-19. Quais seriam as consequências se Cristo não tivesse ressuscitado?

1 Coríntios 15:9-19 (NAA)2: 9 Porque eu sou o menor dos apóstolos, e nem mesmo sou digno de ser chamado apóstolo, pois persegui a igreja de Deus. 10 Mas, pela graça de Deus, sou o que sou. E a sua graça, que me foi concedida, não se tornou vã. Pelo contrário, trabalhei muito mais do que todos eles; todavia, não eu, mas a graça de Deus comigo. 11 Portanto, seja eu ou sejam eles, assim pregamos e assim vocês creram. 12 Ora, se o que se prega é que Cristo ressuscitou dentre os mortos, como alguns de vocês afirmam que não há ressurreição de mortos? 13 E, se não há ressurreição de mortos, então Cristo não ressuscitou. 14 E, se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa pregação, e é vã a fé que vocês têm. 15 Além disso, somos tidos por falsas testemunhas de Deus, porque temos testemunhado contra Deus que ele ressuscitou a Cristo, ao qual ele não ressuscitou, se é certo que os mortos não ressuscitam. 16 Porque, se os mortos não ressuscitam, também Cristo não ressuscitou. 17 E, se Cristo não ressuscitou, é vã a fé que vocês têm, e vocês ainda permanecem nos seus pecados. 18 E ainda mais: os que adormeceram em Cristo estão perdidos. 19 Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos as pessoas mais infelizes deste mundo.

De modo geral, os pagãos antigos não criam na ressurreição, especialmente no mundo grego, marcado pelo dualismo entre corpo e alma (segundo o qual, na morte, a “alma” se desprende do corpo e vai para onde se supõe que as “almas” dos mortos vão). Paulo começa 1 Coríntios 15:12 com uma pergunta retórica que revela sua perplexidade: “O quê? Como é que alguns de vocês dizem que não existe ressurreição dos mortos?” (1Co 15:12, tradução do autor). Para ele, era inconcebível não crer na ressurreição – até porque havia muitas testemunhas oculares (1Co 15:5-8). Pior ainda: sem a ressurreição, a esperança deles estaria construída sobre uma mentira, e eles a 19 com permaneciam em seus pecados.

Paulo afirma que, se não há ressurreição dos mortos, então: (1) Cristo não ressuscitou (1Co 15:13, 16); (2) nossa pregação é vã (1Co 15:14); (3) nossa fé também é vã (1Co 15:14); (4) somos falsas testemunhas (1Co 15:15); (5) nossa fé é inútil (1Co 15:17); (6) ainda permanecemos em nossos pecados (1Co 15:17); e, naturalmente, (7) os que morreram estão perdidos (1Co 15:18).

Sem a ressurreição, tanto a pregação quanto a fé são “vãs” (1Co 15:14). O termo grego traduzido por “vã”, “vazio” é kenos. Essa tradução é adequada, mas pouco específica. Os estudiosos discutem se kenos significa “vazio” por carecer de verdade (“não é verdadeiro”), de resultado (“sem efeito”) ou de propósito (“sem propósito”, “em vão”).

Seja como for, em um cenário sem ressurreição, a fé é descrita como mataios, “fútil” ou “vã” (1Co 15:17). Embora mataios seja próxima de kenos, a ideia é que, se Jesus não está vivo, a fé é infrutífera – um engano –, porque nossos pecados não foram perdoados (1Co 15:17). Seríamos falsas testemunhas, enganando e sendo enganados (1Co 15:15).

Se, ao morrer, a pessoa vai imediatamente para o Céu ou para o inferno, que sentido em 1 Coríntios 15? Por que a verdade bíblica do “sono” dos mortos é um ensino tão importante?

Segunda-feira, 17 de agosto de 2026. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico. 

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. 1 e 2 Coríntios. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 525, jul. ago. set. 2026. Adulto, Professor.

2 BÍBLIA Sagrada. Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil. Edição Revista e Atualizada no Brasil, 3. ed. (Nova Almeida Atualizada). Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2017.

Fé, esperança e amor

Lições da Bíblia1

Até aqui, aprendemos que o amor é paciente, bondoso, alegre, resiliente, confiante, esperançoso e perseverante – porque Jesus é tudo isso. Ao enxergarmos essas qualidades em Cristo, o passo seguinte é imitá-Lo. Era esse o desejo de Paulo para os coríntios. Contudo, se retirarmos o “não” das oito características negativas do amor, “teremos uma boa descrição da conduta dos coríntios no convívio da igreja: invejosos, vangloriosos, orgulhosos, grosseiros, egoístas, irritadiços e atentos aos erros alheios. Paulo ajusta aqui os verbos à situação de Corinto” (Verlyn D. Verbrugge, “1 Corinthians”, em The Expositor’s Bible Commentary: Romans–Galatians [Grand Rapids, MI: Zondervan, 2008], p. 372).

Os coríntios tinham muito a aprender – e nós também. Depois de descrever o que amor é e o que ele não é, Paulo conclui essa seção destacando o caráter permanente do amor, a fim de estimular a prática do amor genuíno. Um dia, as profecias não mais serão necessárias. Além disso, falaremos uma só língua. E o conhecimento humano, limitado e falho, dará lugar a um conhecimento novo de Deus (1Co 13:12). Os dons do Espírito cessarão apenas quando o propósito para o qual existem for plenamente cumprido (1Co 13:10). “O amor”, porém, “jamais acaba” (1Co 13:8).

Do mesmo modo, quando Cristo voltar, a fé dará lugar à vista (2Co 5:7), e aquilo que esperamos há tanto tempo se tornará realidade (Rm 8:24). Acima de tudo, o amor permanecerá como emblema do caráter do nosso Deus triúno. Ainda assim, em certo sentido, a fé e a esperança também permanecerão para sempre: a fé como experiência da salvação (Rm 4:3) e a esperança como anseio e expectativa por novas alegrias e por novo conhecimento na nova Terra. Ambas marcarão, para sempre, a experiência dos remidos. Porém o amor – o amor de Deus – durará para sempre.

Muito em breve, veremos nosso Senhor face a face (1Co 13:12). Até esse dia, nossa vida deve ser definida por estas três virtudes: fé, esperança e amor. Esse trio representa a plenitude da vida cristã no Espírito e, por isso, foi mencionado com frequência entre os cristãos (Rm 5:1-5; Gl 5:5, 6; Ef 1:15, 18; 4:1-5). O amor, porém, é o maior deles; afinal, é a única virtude usada para descrever a própria natureza de Deus (1Jo 4:8).

Reflita sobre a afirmação “Deus é amor”. Como compreender o que ela significa? E, ainda que só possamos entender isso em parte, por que essa verdade é uma notícia tão boa para nós?

Quinta-feira, 13 de agosto de 2026. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico. 

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. 1 e 2 Coríntios. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 525, jul. ago. set. 2026. Adulto, Professor.

Reconciliação e esperança – Estudo adicional

Lições da Bíblia1

“Não possuímos em nós mesmos a justiça necessária para satisfazer as exigências da lei de Deus. Mas Cristo providenciou uma solução. […] Ao entregar-se a Ele, aceitando-O como seu Salvador, você, por causa Dele, será considerado justo, não importa quão pecaminosa possa ter sido sua vida. O caráter de Cristo substituirá seu caráter, e você será aceito diante de Deus como se não houvesse pecado.

“Além de tudo isso, Cristo transformará seu coração; e ali, pela fé, Ele vai habitar. Por meio da fé e de uma contínua submissão de sua vontade a Cristo, você deve manter essa ligação com Cristo. Assim fazendo, Ele operará em você o querer e o realizar, segundo Sua vontade. […]

“Portanto, nada temos pelo que nos vangloriar, nenhum motivo para exaltação própria. Nossa única razão para a esperança está na justiça de Cristo que nos é atribuída, como resultado da obra do Espírito Santo, o qual atua em nós e por nosso intermédio” (Ellen G. White, Caminho a Cristo [CPB, 2024], p. 40, 41).

“Foi dado a mim o esclarecimento muito vívido de que muitos sairiam de nosso meio, dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas de demônios. O Senhor deseja que toda alma que professa crer na verdade tenha inteligente compreensão do que seja a verdade” (Ellen G. White, Mensagens Escolhidas [CPB, 2023], v. 2, p. 332).

Perguntas para consideração

1. Leia novamente o verso para memorizar (2Co 5:21). O que significa Cristo ter Se tornado pecado por nós? Como isso revela que Ele foi nosso Substituto e que, Nele, nos tornamos “justiça de Deus”?

2. “Uma vez salvo, salvo para sempre”. Por que consideramos essa doutrina equivocada? Que riscos ela apresenta? Como ter certeza da salvação sem adotar esse falso ensino?

3. Você está alicerçado e firme na fé (Cl 1:23)? Compreende bem no que acredita e por que acredita? O que pode fazer para aprofundar esse entendimento? Por que é essencial estar alicerçado e firme na fé?

Sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico. 

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Cristo em Filipenses e Colossenses. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 523, jan. fev. mar. 2026. Adulto, Professor.

Reconciliação e esperança

Lições da Bíblia1

“Aquele que não conheceu pecado, Deus O fez pecado por nós, para que, Nele, fôssemos feitos justiça de Deus” (2Co 5:21).

Leituras da semana: Cl 1:20-29; Ef 5:27; 3:17; Rm 8:18; Ef 1:7-10; 3:3-6; Pv 14:12

Paulo continuou desenvolvendo o tema da reconciliação, destacado de forma marcante em Colossenses 1:20 (veja o estudo de quinta-feira da Lição 8). Nesse verso, ele descreveu o alcance cósmico dessa reconciliação, enquanto o que vem em seguida se torna mais pessoal e individual. Por meio de Sua morte na cruz, Jesus realizou a reconciliação de todas as coisas e de todas as criaturas, especialmente dos seres humanos, que estavam afastados da vida de Deus por causa do pecado. Agora, pela fé, temos a oportunidade de nos reconciliarmos com Ele.

O processo de reconciliação individual é destacado na passagem desta semana. Assim como na esfera cósmica, essa reconciliação ocorre por meio da morte de Cristo. No nível pessoal, a cruz deixa de ser apenas um símbolo passivo e se torna uma realidade ativa, em que o amor de Deus transforma vidas à medida que as pessoas ouvem o evangelho e recebem Cristo, a esperança da glória.

Paulo mencionou o “mistério que esteve escondido durante séculos e gerações” (Cl 1:26). O que é esse mistério, e o que ele abrange, em nível individual e em relação ao Universo? Como esse “mistério” se relaciona com o evangelho que Paulo pregou com tanta paixão?

Sábado, 21 de fevereiro de 2026. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico. 

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Cristo em Filipenses e Colossenses. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 523, jan. fev. mar. 2026. Adulto, Professor.

Esperança em meio à turbulência

Lições da Bíblia1:

O Livro dos Salmos frequentemente usa linguagem simbólica, mas, quando se trata de textos que apontam para a restauração do planeta, não há razões para acreditar que a linguagem seja meramente simbólica. O Salmo 46 nos lembra de que a Terra física será profundamente afetada pelo retorno de Cristo. No entanto, não apenas os mares e os montes serão afetados; o clímax da história significará o colapso dos reinos do mundo, os fracassados sistemas de governo que causaram tanto sofrimento. Finalmente, esses poderes, e todo o mal e sofrimento que eles trouxeram, chegarão ao fim.

2. Leia Jeremias 4:23-26. O que esse texto diz sobre o destino do mundo, pelo menos até que haja “novo céu e nova Terra” (Ap 21:1)?

Jeremias 4:23-26 (NAA)2: 23 Olhei para a terra, e eis que ela estava sem forma e vazia; olhei para os céus, e eles não tinham luz. 24 Olhei para os montes, e eis que tremiam; e todas as colinas estremeciam. 25 Olhei, e eis que não havia ninguém, e todas as aves dos céus haviam fugido. 26 Olhei ainda, e eis que a terra fértil era um deserto, e todas as suas cidades estavam derrubadas em ruínas diante do Senhor, diante do furor da sua ira.

Ap 21:1 (NAA)2: E vi novo céu e nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe.

A profecia bíblica mostra o que acontecerá com o mundo. A visão de Daniel 7 descreve um mar tempestuoso em meio ao qual surgem as nações do mundo. Os ventos de conflito e guerra sopram no mar dos povos (que representa a Terra). Isso produz um reino após o outro, e nenhum deles é capaz de resolver os problemas reais que afligem a raça humana. Os líderes humanos em quem ousamos confiar quase sempre provam ser tão pecadores e egoístas quanto qualquer um de nós.

Nenhum dos reinos mostrados a Daniel provou ser uma fortaleza para o povo de Deus (embora alguns fossem melhores do que outros). Mas “a nossa pátria está nos Céus” (Fp 3:20), e bem acima do caos da Terra há um trono inabalável (Ez 1:26). Jesus ensinou que o mundo chegará a uma desordem cada vez mais profunda conforme nos aproximamos do Seu retorno (Mt 24). Apesar disso, podemos permanecer inabaláveis com fé, independentemente da condição do planeta, porque sabemos que Deus está no controle e que Ele cumprirá Suas promessas: “Bramam nações, reinos se abalam. Deus faz ouvir a Sua voz, e a Terra se dissolve. O Senhor dos Exércitos está conosco; o Deus de Jacó é o nosso refúgio” (Sl 46:6, 7). Em curto prazo, as coisas vão piorar. Mas em longo prazo? Com Jesus, tudo será diferente.

O mundo parece caótico e fora de controle. A profecia de Daniel 7 pode nos ajudar a ver que, no fim da história, tudo dará certo para nós se permanecermos fiéis?

Segunda-feira, 26 de maio de 2025. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico. 

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Alusões, imagens e símbolos. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 520, abr. maio. jun. 2025. Adulto, Professor.
2 BÍBLIA Sagrada. Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil. Edição Revista e Atualizada no Brasil, 3. ed. (Nova Almeida Atualizada). Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2017.

Esperança do breve retorno de Jesus

Lições da Bíblia1:

4. Leia João 14:1-3; Tito 2:11-14. À luz dos desafios do futuro e do tempo de angústia, por que esses versos são tão encorajadores?

João 14:1-3 (NAA)2: “1 — Que o coração de vocês não fique angustiado; vocês creem em Deus, creiam também em mim. 2 Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se não fosse assim, eu já lhes teria dito. Pois vou preparar um lugar para vocês. 3 E, quando eu for e preparar um lugar, voltarei e os receberei para mim mesmo, para que, onde eu estou, vocês estejam também.”

Tito 2:11-14 (NAA)2: “11 Porque a graça de Deus se manifestou, trazendo salvação a todos. 12 Ela nos educa para que, renegadas a impiedade e as paixões mundanas, vivamos neste mundo de forma sensata, justa e piedosa, 13 aguardando a bendita esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador Jesus Cristo. 14 Ele deu a si mesmo por nós, a fim de nos remir de toda iniquidade e purificar, para si mesmo, um povo exclusivamente seu, dedicado à prática de boas obras.”

Jesus disse: “Que o coração de vocês não fique angustiado”. Essas palavras garantem que Ele nunca nos deixará e voltará para nos levar para casa. Este mundo não é nosso lar. Um dia melhor chegará. Uma vez a cada 25 versos, o NT fala da volta do Senhor. Quando os dias forem escuros e as leis opressivas da união da Igreja com Estado ameaçarem a vida, a promessa da segunda vinda de Cristo encherá nosso coração com a “bendita esperança” que tem inspirado o povo fiel de Deus em todas as gerações.

5. Leia Apocalipse 6:15-17; Isaías 25:8, 9. Compare as atitudes dos salvos e dos perdidos reveladas nesses versos. O que explica a diferença entre essas duas atitudes?

Apocalipse 6:15-17 (NAA)2: “15 Os reis da terra, os grandes, os comandantes, os ricos, os poderosos e todo escravo e todo livre se esconderam nas cavernas e nos penhascos dos montes 16 e disseram aos montes e aos rochedos: — Caiam sobre nós e nos escondam da face daquele que está sentado no trono e da ira do Cordeiro! 17 Porque chegou o grande Dia da ira deles, e quem poderá subsistir?”

Isaías 25:8, 9 (NAA)2: “8 Tragará a morte para sempre, e, assim, o Senhor Deus enxugará as lágrimas de todos os rostos, e tirará de toda a terra o vexame do seu povo, porque o Senhor falou.  9 Naquele dia, se dirá: “Eis que este é o nosso Deus, em quem esperávamos, e ele nos salvará; este é o Senhor, a quem aguardávamos; na sua salvação exultaremos e nos alegraremos.”

Os ímpios percebem as horríveis consequências do pecado, enquanto os justos aceitam as maravilhosas provisões da graça. A rebelião contra Deus leva ao medo, à culpa, à condenação e, finalmente, à perdição eterna. Nossa resposta à Sua graça salvadora leva ao perdão, à paz e à alegria eternas em Seu glorioso retorno.

6. Leia Apocalipse 15:3, 4; 19:7. Como os redimidos responderão à gloriosa salvação provida por meio de Cristo?

Apocalipse 15:3, 4 (NAA)2: “3 E entoavam o cântico de Moisés, servo de Deus, e o cântico do Cordeiro, dizendo: ‘Grandes e admiráveis são as tuas obras, Senhor Deus, Todo-Poderoso! Justos e verdadeiros são os teus caminhos, ó Rei das nações!  4 Quem não temerá e não glorificará o teu nome, ó Senhor? Pois só tu és santo. Por isso, todas as nações virão e se prostrarão diante de ti, porque os teus atos de justiça se fizeram manifestos.’”

Apocalipse 19:7 (NAA)2: “Alegremo-nos, exultemos e demos-lhe a glória, porque chegou a hora das bodas do Cordeiro, e a noiva dele já se preparou.”

“A cruz de Cristo será a ciência e o cântico dos remidos por toda a eternidade. No Cristo glorificado, eles contemplarão o Cristo crucificado. […] O fato de o Criador de todos os mundos, o Árbitro de todos os destinos, ter deixado Sua glória e se humilhado por amor ao ser humano despertará eternamente a admiração e a adoração do Universo” (Ellen G. White, O Grande Conflito [CPB, 2021], p. 539).

Leia Apocalipse 12:17; 17:13, 14; 19:11-16. Observe a progressão desses versos. O que isso nos diz sobre a última guerra da Terra e a vitória de Cristo?

Ap 12:17 (NAA)2: “O dragão ficou irado com a mulher e foi travar guerra com o restante da descendência dela, ou seja, os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus.”

Ap 17:13, 14 (NAA)2: “13 Estes têm um mesmo propósito e oferecem à besta o poder e a autoridade que possuem. 14 Lutarão contra o Cordeiro, e o Cordeiro os vencerá, pois é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis; serão vencedores também os chamados, eleitos e fiéis que estão com o Cordeiro.”

Ap 19:11-16 (NAA)2: “11 Vi o céu aberto, e eis um cavalo branco. O seu cavaleiro se chama Fiel e Verdadeiro e julga e combate com justiça. 12 Os seus olhos são como chama de fogo; na cabeça dele há muitos diademas; tem um nome escrito que ninguém conhece, a não ser ele mesmo. 13 Está vestido com um manto encharcado de sangue, e o seu nome é ‘Verbo de Deus’. 14 Os exércitos do céu o seguiam, montados em cavalos brancos e vestidos de linho finíssimo, branco e puro. 15 Da sua boca sai uma espada afiada, para com ela ferir as nações. Ele mesmo as regerá com cetro de ferro e ele mesmo é o que pisa o lagar do vinho do furor da ira do Deus Todo-Poderoso. 16 No seu manto e na sua coxa está escrito um nome: ‘Rei dos reis e Senhor dos senhores’.”

Segunda-feira, 24 de junho de 2024. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico. 

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. O grande conflito. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 516, abr. mai. jun. 2024. Adulto, Professor.
2 BÍBLIA Sagrada. Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil. Edição Revista e Atualizada no Brasil, 3. ed. (Nova Almeida Atualizada). Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2017.

Motivados pela esperança – Estudo adicional

Lições da Bíblia1

Olhe no gráfico a seguir as profecias das 70 semanas e dos 2.300 dias. As profecias começam em 457 a.C. e predizem os eventos em torno do “Messias, o Príncipe”, sobre quem a profecia de 70 semanas se fundamenta. Com essa base sólida, a profecia de 2.300 dias termina no ano de 1844.

 “Assim como os primeiros discípulos, Miller e seus colaboradores não compreenderam completamente o significado da mensagem que apresentavam. Erros que por muito tempo estavam estabelecidos na igreja os impediam de chegar a uma interpretação correta de um ponto importante da profecia. Dessa forma, embora proclamassem a mensagem que Deus lhes confiara para transmitir ao mundo, acabaram sofrendo um desapontamento por causa de uma compreensão equivocada do significado dessa mensagem” (Ellen G. White, O Grande Conflito [CPB, 2021], p. 299, 300).

“No entanto, Deus cumpriu Seu misericordioso propósito, permitindo que a advertência do Juízo fosse feita exatamente do modo como ocorreu. O grande dia estava próximo e, pela providência divina, o povo foi provado em relação ao tempo definido, para que lhes fosse manifesto o que estava em seu coração. A mensagem era destinada a provar e purificar a igreja, e seus membros deveriam ser levados a ver se suas afeições estavam postas neste mundo ou em Cristo e no Céu” (O Grande Conflito, p. 301).

Perguntas para consideração

Que lições aprendemos com a experiência de Guilherme Miller?

Entender Daniel 9:24-27 confirma a integridade da Bíblia e a divindade de Cristo?

Que papel a compreensão da profecia desempenha no plano da salvação?

Sexta-feira, 17 de maio de 2024. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico. 

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. O grande conflito. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 516, abr. mai. jun. 2024. Adulto, Professor.

Motivados pela esperança

Lições da Bíblia1

“Naquele dia, se dirá: Eis que este é o nosso Deus, em quem esperávamos, e Ele nos salvará; este é o SENHOR, a quem aguardávamos; na Sua salvação exultaremos e nos alegraremos” (Is 25:9).

A segunda vinda de Jesus é um dos temas centrais das Escrituras. É um fio de ouro que atravessa as páginas sagradas da Bíblia. Um estudioso estimou que há 1.845 referências à segunda vinda de Cristo no AT. Nos 260 capítulos do NT, há mais de 300 referências ao retorno de Cristo. Um em cada 25 versos menciona essa esperança. 

Depois que a Reforma na Europa naufragou e foi dificultada por divisões e conflitos, o protestantismo criou raízes no Novo Mundo, no território que se tornaria os Estados Unidos. Muitas pessoas buscaram tomar o manto da verdade, o que incluía a crença sobre a segunda vinda de Cristo. 

Entre essas pessoas estava um fazendeiro batista chamado Guilherme Miller. A partir de seu estudo da Bíblia, ele acreditou que Jesus viria em breve, em sua geração. Ele começou a pregar essa mensagem, iniciando um movimento que, embora tenha enfrentado um grande desapontamento, revelou verdades que permanecem relevantes. 

Nesta semana, examinaremos por que a segunda vinda de Cristo tem alegrado o coração dos crentes ao longo dos séculos, e como devemos nos preparar para esse evento. 

* Esta lição se baseia nos capítulos 18 a 21 d o livro O Grande Conflito.

Sábado, 11 de maio de 2024. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico. 

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. O grande conflito. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 516, abr. mai. jun. 2024. Adulto, Professor.