Amabilidade, bondade e fidelidade

Lições da Bíblia

“5. Leia 1 Coríntios 13:4. Por que a bondade genuína atrai as pessoas de maneira tão positiva? Onde você vê a divina bondade no trato do Senhor para com a humanidade?”1

O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece,” (1 Coríntios 13:4 ARA)2.

“‘Benignidade’ ou ‘bondade’ é a palavra frequentemente utilizada para descrever a maneira pela qual Deus trata Seu povo. Bondade descreve também nossa maneira de tratar outras pessoas em suas falhas. Deus poderia ser bastante severo ao lidar com nossos erros, mas Ele nos trata da mesma forma que um pai amoroso trata uma criança em fase de aprendizagem (Os 11:1-4). Talvez nada seja mais prejudicial ao testemunho e ministério cristãos do que a dureza e a crueldade. Não custa nada ser bondoso, mas isso pode abrir a porta do coração de outras pessoas. Não importa quão firmes devamos ser na hora de repreendê-las, não precisamos tratá-las com dureza e crueldade, independentemente das suas falhas e problemas. Repreender com bondade talvez seja o maior sinal de nobreza de caráter.”1

“6. Leia Efésios 5:9. O que acompanha a bondade nesse verso? Assinale as alternativas corretas:”1

(porque o fruto da luz consiste em toda bondade, e justiça, e verdade),” (Efésios 5:9 ARA)2.

A. (   ) Amor

B. (   ) Justiça

C. (   ) Fidelidade

D. (   ) Verdade

Resposta: Alternativas B e D.

“A bondade é o amor em ação. A bondade que cresce como fruto do Espírito inclui também obras e atos bondosos. Ela é demonstrada a outras pessoas em ações práticas de amor. Quando o Espírito Santo habitar em nós, haverá um positivo fluxo de bondade às pessoas com quem entramos em contato.”1

“7. Leia Gálatas 5:22. Por que é importante ser digno de confiança e fiel na caminhada cristã?”1

Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade,” (Gálatas 5:22 ARA)2.

“O que está em consideração aqui é a fidelidade de caráter e de conduta produzida pelo Espírito Santo. Fidelidade significa integridade e confiabilidade. Os fiéis fazem o que prometem fazer. A fidelidade é também uma característica de Jesus Cristo, que é chamado de ‘a testemunha fiel’ (Ap 1:5, NVI), e de Deus Pai, que cumpre Suas promessas e é fiel no que faz (1Co 1:9; 10:13; 1Ts 5:24; 2Ts 3:3). Em nossa fidelidade, refletimos a imagem de Deus em nossa vida. ‘Não são os grandes resultados que obtemos, mas os motivos que nos levam à ação, o que pesa à vista de Deus. Ele preza a bondade e a fidelidade mais do que a grandeza da obra realizada’ (Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v. 2, p. 510, 511).”1

7º dia: Hoje é dia de orar por um relacionamento intenso com Jesus, que nos leve a aceitar o sinal de Deus e rejeitar o sinal da besta.

Quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

_______________
1HASEL, Frank. O Espírito Santo e a espiritualiadade. Lições da escola sabatina. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 487, Jan. Fev. Mar. 2017. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Bendito seja o nome do Senhor

Lições da Bíblia

“3. Quando chegaram as notícias a respeito das calamidades que lhe foram causadas por Satanás, como Jó reagiu? (Veja Jó 1:20-22). Avalie as afirmações abaixo e marque a única alternativa correta:”1

20 Então, Jó se levantou, rasgou o seu manto, rapou a cabeça e lançou-se em terra e adorou; 21 e disse: Nu saí do ventre de minha mãe e nu voltarei; o SENHOR o deu e o SENHOR o tomou; bendito seja o nome do SENHOR! 22 Em tudo isto Jó não pecou, nem atribuiu a Deus falta alguma.” (Jó 1:120-22 ARA)2.

“I. Jó ficou irado, mas não culpou Deus, refutando assim a acusação de Satanás.

II. Jó lamentou e rasgou suas vestes, mas não culpou Deus em nenhum momento, provando que Satanás não tinha razão.

III. Jó teve um acesso de ira e amaldiçoou o dia em que nasceu.

IV. Jó reconheceu que tudo vinha de Deus, e bendisse o nome do Senhor, refutando a acusação de Satanás.”1

A. (   ) Todas as afirmativas estão incorretas.

B. (   ) As afirmativas I e III estão corretas.

C. (   ) As afirmativas II e IV estão corretas

D. (   ) As afirmativas, I, II e IV estão corretas.

Resposta: Alternativa C

“Olivre arbítrio é o fundamento do governo de Deus, que tem por base o amor. Deus quer que O sirvamos por amor, não por obrigação. ‘Satanás insinuou que Jó servia a Deus por motivos egoístas […] Ele tentou negar que a verdadeira religião brota do amor e de uma apreciação inteligente do caráter de Deus; que os verdadeiros adoradores amam a religião por causa da própria religião e não da recompensa dela; que os que servem a Deus fazem isso porque tal serviço é correto e não meramente porque o Céu é cheio de glória’ (Comentário Bíblico Adventista, v. 3, p. 557).”1

“4. Compare o que aconteceu em Jó 1 com o que aconteceu com Adão e Eva em Gênesis 3:1-8. Ao comparar as duas situações, por que o pecado dos nossos primeiros pais parece tão terrível? Preencha as lacunas:”1

“1 Mas a serpente, mais sagaz que todos os animais selváticos que o SENHOR Deus tinha feito, disse à mulher: É assim que Deus disse: Não comereis de toda árvore do jardim? 2 Respondeu-lhe a mulher: Do fruto das árvores do jardim podemos comer, 3 mas do fruto da árvore que está no meio do jardim, disse Deus: Dele não comereis, nem tocareis nele, para que não morrais. 4 Então, a serpente disse à mulher: É certo que não morrereis. 5 Porque Deus sabe que no dia em que dele comerdes se vos abrirão os olhos e, como Deus, sereis conhecedores do bem e do mal. 6 Vendo a mulher que a árvore era boa para se comer, agradável aos olhos e árvore desejável para dar entendimento, tomou-lhe do fruto e comeu e deu também ao marido, e ele comeu. 7 Abriram-se, então, os olhos de ambos; e, percebendo que estavam nus, coseram folhas de figueira e fizeram cintas para si. 8 Quando ouviram a voz do SENHOR Deus, que andava no jardim pela viração do dia, esconderam-se da presença do SENHOR Deus, o homem e sua mulher, por entre as árvores do jardim.” (Gênesis 3:1-8 ARA)2.

“Adão e Eva eram santos e moravam no paraíso. Mesmo assim eles caíram na tentação. Jó, em contrapartida, era pecador e estava vivendo uma grande tragédia . Ainda assim permaneceu fiel a Deus.”1

“Adão e Eva, seres sem pecado num verdadeiro paraíso, transgrediram a lei e caíram por causa dos ataques de Satanás. Jó, em meio ao absoluto sofrimento, tragédia e ruína, permaneceu fiel ao Senhor apesar dos ataques de Satanás. Em ambos os casos temos um exemplo das grandes questões em jogo quanto ao livre-arbítrio.”1

“Como a reação de Jó demonstra quanto podem ser baratas, fáceis e falsas as nossas desculpas para pecar?”1

Terça-feira, 11 de outubro de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
__________________
1 LIÇÕES da escola sabatina. O papel da igreja na comunidade. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Jul. Ago. Set. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Nota: As ofertas apresentadas em forma de anúncios junto de nossas publicações são de responsabilidade da plataforma de hospedagem deste blog. Isso ocorre por termos optado pela modalidade de hospedagem gratuita.

Conservando a igreja fiel (2Ts 2:13-3:18) Vídeo

Lições da Bíblia.

Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

“Os crentes de Tessalônica eram muito incomodados por homens que chegaram ao seu meio com opiniões e doutrinas fanáticas. Alguns andavam ‘desordenadamente, não trabalhando; antes, se [intrometendo] na vida alheia’ (2Ts 3:11). A igreja havia sido devidamente organizada, e tinham sido designados oficiais a fim de agir como pastores e diáconos. Mas havia alguns rebeldes e impetuosos, que não se sujeitavam aos que exerciam os cargos de autoridade na igreja’ (Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p. 261).”

“Paulo não dependeu inteiramente do trabalho de suas mãos para se manter enquanto esteve em Tessalônica… (Fp 4:16). Não obstante o fato de haver recebido esse auxílio, ele foi cuidadoso em dar aos tessalonicenses um exemplo de diligência, para que ninguém pudesse com razão acusá-lo de cobiça e também para que os que mantinham pontos de vistas fanáticos referentes ao trabalho manual recebessem uma reprovação prática” (Ibid., p. 348, 349).

“O costume de apoiar homens e mulheres ociosos por meio de dádivas particulares ou dinheiro da igreja os encoraja em hábitos pecaminosos, e esse caminho deve ser conscientemente evitado” (Ellen G. White, SDA Bible Commentary, v. 7, p. 912).

Perguntas para reflexão

“1. Como a igreja pode manter o equilíbrio entre manter as verdades confirmadas no passado e seguir a crescente luz divina?”

“2. Como podemos lidar com os rebeldes e problemáticos na igreja, que sempre parecem estar reclamando de alguma coisa? E quanto aos que estão expressando preocupações sobre problemas reais?”

“3. Resuma a mensagem de Paulo aos tessalonicenses nessas duas cartas, de uma forma que as torne relevantes para a situação da nossa igreja.”

“Resumo: As duas cartas de Paulo aos Tessalonicenses nos ensinam muito acerca de como ser uma igreja em um ambiente difícil. Por mais diferente que tenha sido o contexto imediato com que ele lidou, em relação ao nosso, os princípios que ele defendeu são duradouros e eternos, porque são inspirados pelo próprio Senhor.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – sexta-feira 28 de setembro de 2012. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Fiéis por escolha divina (2Ts 2:13-17)

Lições da Bíblia.

“A linguagem desta seção relembra a oração no início de 1 Tessalonicenses. É quase como se Paulo estivesse retornando ao lugar em que começou, criando uma conclusão natural para essas duas cartas. Paulo expressou a preocupação de que os crentes em Tessalônica não se desviassem do caminho no qual ele os havia conduzido.”

“1. Leia 2 Tessalonicenses 2:13-17. Por que Paulo agradeceu a Deus pelos tessalonicenses? O que ele pediu que eles fizessem? Por que essas palavras são tão apropriadas para nós hoje, ao nos aproximarmos do fim?” “Entretanto, devemos sempre dar graças a Deus por vós, irmãos amados pelo Senhor, porque Deus vos escolheu desde o princípio para a salvação, pela santificação do Espírito e fé na verdade, para o que também vos chamou mediante o nosso evangelho, para alcançardes a glória de nosso Senhor Jesus Cristo. Assim, pois, irmãos, permanecei firmes e guardai as tradições que vos foram ensinadas, seja por palavra, seja por epístola nossa. Ora, nosso Senhor Jesus Cristo mesmo e Deus, o nosso Pai, que nos amou e nos deu eterna consolação e boa esperança, pela graça, consolem o vosso coração e vos confirmem em toda boa obra e boa palavra.” (2 Ts 2:13-17). “Porque Deus os havia escolhido para salvação, pela santificação do Espírito e fé na verdade; mediante o evangelho eles foram chamados para alcançar a glória de Cristo; pediu que permanecessem firmes e guardassem as tradições ensinadas pelos apóstolos.”

“Para Paulo, a vida dos tessalonicenses era evidência de que eles tinham sido escolhidos como ‘primícias para ser salvos’ (English Standard Bible). Em algumas traduções, as palavras são: ‘desde o princípio’. Embora a salvação seja um dom, o crente a experimenta por meio da santificação do Espírito Santo e fé na verdade. A vida do cristão, em lugar de ser apenas uma experiência subjetiva, está solidamente fundamentada na verdade.”

“Por isso, Paulo estava tão preocupado em que os tessalonicenses se firmassem nas doutrinas nas quais haviam sido ensinados, tanto por carta quanto pela palavra falada. Com o tempo, muitas vezes, muda a compreensão que as pessoas têm da verdade. Por isso precisamos ser sempre confirmados pelos que pregam e nos ensinam.”

“Nos primeiros dias da igreja, havia até mesmo uma preferência pela tradição oral sobre a tradição escrita. A tradição oral é menos sujeita à distorção involuntária. Tom de voz e gestos comunicam significado com mais precisão do que palavras em uma página. Por isso, a pregação como método de comunicação jamais envelhece.”

“Mas a tradição escrita, como nas cartas de Paulo, é menos sujeita a distorções intencionais por aqueles que alteram o evangelho segundo seus próprios interesses. A palavra escrita oferece uma norma segura e imutável pela qual podem ser postas à prova as mensagens orais que surgem por meio da pregação. No livro de Atos, os bereanos foram elogiados porque combinaram a atenção às mensagens orais com o exame cuidadoso das Escrituras (‘Ora, estes de Beréia eram mais nobres que os de Tessalônica; pois receberam a palavra com toda a avidez, examinando as Escrituras todos os dias para ver se as coisas eram, de fato, assim.’ Atos 17:11).”

“Leia novamente os textos para hoje. Tantas forças estão sempre tentando nos afastar da verdade! Considere como você mudou ao longo do tempo. Essas mudanças revelam uma lenta e constante adequação à verdade ou o movimento lento, constante para longe dela? Em outras palavras, em que direção sua vida está se movendo?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – domingo 23 de setembro de 2012. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Betel, a Casa de Deus

Lições da Bíblia.

“Jacó e Esaú, e também Caim e Abel, representam duas classes de adoradores. O espírito aventureiro e corajoso de Esaú apelou a seu tranquilo e reservado pai. Jacó, por outro lado, parecia ter uma natureza mais espiritual. Mas ele também tinha algumas graves falhas de caráter. Jacó queria obter o direito de primogenitura, que legalmente pertencia a seu irmão gêmeo. Mas, para obtê-lo, ele se dispôs a se envolver no esquema enganoso de sua mãe. Como resultado, Jacó ficou com medo e fugiu para escapar do ódio e da ira de seu irmão. Nunca mais ele viu sua querida mãe.”

A história da fuga de Jacó, relatada em Gn 28:10-22, apresenta mensagens de encorajamento e segurança dada por Deus e a reação de Jacó a essas mensagens. Jacó respondeu com obediência, reconhecendo o cuidado divino, e erigiu uma coluna de pedras como memorial da aliança que fez com Deus, prometendo fidelidade nos dízimos. “Partiu Jacó de Berseba e seguiu para Harã. Tendo chegado a certo lugar, ali passou a noite, pois já era sol-posto; tomou uma das pedras do lugar, fê-la seu travesseiro e se deitou ali mesmo para dormir. E sonhou: Eis posta na terra uma escada cujo topo atingia o céu; e os anjos de Deus subiam e desciam por ela. Perto dele estava o SENHOR e lhe disse: Eu sou o SENHOR, Deus de Abraão, teu pai, e Deus de Isaque. A terra em que agora estás deitado, eu ta darei, a ti e à tua descendência. A tua descendência será como o pó da terra; estender-te-ás para o Ocidente e para o Oriente, para o Norte e para o Sul. Em ti e na tua descendência serão abençoadas todas as famílias da terra. Eis que eu estou contigo, e te guardarei por onde quer que fores, e te farei voltar a esta terra, porque te não desampararei, até cumprir eu aquilo que te hei referido. Despertado Jacó do seu sono, disse: Na verdade, o SENHOR está neste lugar, e eu não o sabia. E, temendo, disse: Quão temível é este lugar! É a Casa de Deus, a porta dos céus. Tendo-se levantado Jacó, cedo, de madrugada, tomou a pedra que havia posto por travesseiro e a erigiu em coluna, sobre cujo topo entornou azeite. E ao lugar, cidade que outrora se chamava Luz, deu o nome de Betel. Fez também Jacó um voto, dizendo: Se Deus for comigo, e me guardar nesta jornada que empreendo, e me der pão para comer e roupa que me vista, de maneira que eu volte em paz para a casa de meu pai, então, o SENHOR será o meu Deus; e a pedra, que erigi por coluna, será a Casa de Deus; e, de tudo quanto me concederes, certamente eu te darei o dízimo.” (Gên. 28:10-22).

“Esta é a primeira menção da ‘Casa de Deus’ em Gênesis (v. 17). Embora para Jacó fosse apenas uma coluna de pedra, Betel se tornou um lugar significativo na história sagrada. Ali Jacó adorou o Deus de seus pais. Ali ele fez uma promessa de fidelidade ao Senhor. E, como Abraão, prometeu devolver a Deus o dízimo, um décimo de suas bênçãos materiais, como ato de adoração. Perceba o senso de temor e admiração de Jacó na presença de Deus. Ele deve ter compreendido mais do que nunca a grandeza de Deus em contraste com ele e, assim, a Bíblia registra sua atitude de medo, reverência e espanto. O que ele fez em seguida foi adorar. Naquele momento, também, vemos um princípio sobre o tipo de atitude que devemos ter na adoração: uma atitude revelada em Apocalipse 14:7, no chamado para temer a Deus.” “dizendo, em grande voz: Temei a Deus e dai-lhe glória, pois é chegada a hora do seu juízo; e adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas.” (Apoc. 14:7).

“Adoração não é nos aproximarmos de Deus como faríamos a um amigo ou colega. Nossa atitude deve ser a de um pecador que precisa desesperadamente de graça, caindo diante do Criador, com senso de necessidade, temor e gratidão, pelo fato de que Deus, o Criador do Universo, nos amou e fez um grande sacrifício para nos redimir.”

“Quanta admiração, reverência e temor, você tem quando adora ao Senhor? Ou seu coração é duro, frio e ingrato? Nesse caso, como você pode mudar?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – quinta-feira 30 de junho de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Ambições contrariadas.

Lições da Bíblia.

“A seriedade da situação finalmente parece ter sido percebida pelo povo de Judá. Em Jeremias 36:9, o povo se reuniu no templo para um dia de jejum diante do Senhor. Por sua ligação profissional com outros escribas, Baruque conseguiu um bom lugar público, na janela de Gemarias na entrada do templo. Ali, Baruque fez a leitura do rolo que havia escrito pelo ditado de Jeremias. Depois que Baruque leu a mensagem, as autoridades lhe pediram que fizesse uma leitura reservada. Depois de investigar de onde vinha a mensagem, os oficiais decidiram levá-la à atenção do rei. Por um breve momento, parecia que poderia haver mudanças em Judá. Para Baruque, esse foi um momento de esperança. Caso as coisas mudassem, seu apoio a Jeremias teria sido compensador. Na possível reforma, ele seria um homem de importância, talvez elevado a uma alta posição no governo.”

O rei frustrou as esperanças de Baruque, que jamais cairia nas graças do rei para servir na corte real. “No quarto ano de Jeoaquim, filho de Josias, rei de Judá, veio esta palavra do SENHOR a Jeremias, dizendo: Toma um rolo, um livro, e escreve nele todas as palavras que te falei contra Israel, contra Judá e contra todas as nações, desde o dia em que te falei, desde os dias de Josias até hoje. […] Então, Jeremias chamou a Baruque, filho de Nerias; escreveu Baruque no rolo, segundo o que ditou Jeremias, todas as palavras que a este o SENHOR havia revelado. Jeremias ordenou a Baruque, dizendo: Estou encarcerado; não posso entrar na Casa do SENHOR. Entra, pois, tu e, do rolo que escreveste, segundo o que eu ditei, lê todas as palavras do SENHOR, diante do povo, na Casa do SENHOR, no dia de jejum; e também as lerás diante de todos os de Judá que vêm das suas cidades. […] Fez Baruque, filho de Nerias, segundo tudo quanto lhe havia ordenado Jeremias, o profeta, e leu naquele livro as palavras do SENHOR, na Casa do SENHOR. […] Então, todos os príncipes mandaram Jeudi, filho de Netanias, filho de Selemias, filho de Cusi, dizer a Baruque: O rolo que leste diante do povo, toma-o contigo e vem. Baruque, filho de Nerias, tomou o rolo consigo e veio ter com eles. Disseram-lhe: Assenta-te, agora, e lê-o para nós. E Baruque o leu diante deles. Tendo eles ouvido todas aquelas palavras, entreolharam-se atemorizados e disseram a Baruque: Sem dúvida nenhuma, anunciaremos ao rei todas estas palavras. […] e anunciaram diante do rei todas aquelas palavras. Então, enviou o rei a Jeudi, para que trouxesse o rolo; Jeudi tomou-o da câmara de Elisama, o escrivão, e o leu diante do rei e de todos os príncipes que estavam com ele. […] Tendo Jeudi lido três ou quatro folhas do livro, cortou-o o rei com um canivete de escrivão e o lançou no fogo que havia no braseiro, e, assim, todo o rolo se consumiu no fogo que estava no braseiro. Não se atemorizaram, não rasgaram as vestes, nem o rei nem nenhum dos seus servos que ouviram todas aquelas palavras. […] Então, veio a Jeremias a palavra do SENHOR, depois que o rei queimara o rolo com as palavras que Baruque escrevera ditadas por Jeremias, dizendo: Toma outro rolo e escreve nele todas as palavras que estavam no original, que Jeoaquim, rei de Judá, queimou. […] Tomou, pois, Jeremias outro rolo e o deu a Baruque, filho de Nerias, o escrivão, o qual escreveu nele, ditado por Jeremias, todas as palavras do livro que Jeoaquim, rei de Judá, queimara; e ainda se lhes acrescentaram muitas palavras semelhantes.” (Jr. 36)

“Baruque tivera esperança de chegar a ocupar uma posição honrada na corte, mas, a partir daí, percebeu que havia apoiado o jogador ‘errado’ e sabotado seu futuro como escriba na corte real de Jerusalém. Ele também havia provocado a ira do homem mais poderoso do reino. Este é um caso claro em que o apoio de alguém ao Senhor custou alguma coisa. Como Jeremias, Baruque era agora um homem marcado. Os oficiais do rei estavam vasculhando a cidade, em busca desses derrotistas.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – terça-feira 21 de dezembro de 2010. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Fidelidade é um estilo de vida.

Lições da Bíblia.

“Davi consentiu com o pedido dos gibeonitas, e sete descendentes de Saul foram encontrados. É aqui que encontramos Rispa novamente. Seus dois filhos com o rei Saul estavam entre os selecionados para execução a fim de que fosse alcançada a “expiação”. 2 Samuel 21:3 usa a palavra hebraica expiação, que aparece também em contextos como o Dia de Expiação em Levítico 16. Em 2 Samuel 21:1-9 há um exemplo de textos nas Escrituras que não conseguimos explicar completamente, mas ainda assim precisamos simplesmente confiar no Senhor.”

Há situações na Bíblia em que, apesar de não compreendermos, precisamos confiar na bondade e misericórdia de Deus: “Houve, em dias de Davi, uma fome de três anos consecutivos. Davi consultou ao SENHOR, e o SENHOR lhe disse: Há culpa de sangue sobre Saul e sobre a sua casa, porque ele matou os gibeonitas. Então, chamou o rei os gibeonitas e lhes falou. […] Disse Davi: Que é, pois, que quereis que vos faça? Responderam ao rei: Quanto ao homem que nos destruiu e procurou que fôssemos assolados, sem que pudéssemos subsistir em limite algum de Israel, de seus filhos se nos dêem sete homens, para que os enforquemos ao SENHOR, em Gibeá de Saul, o eleito do SENHOR. Disse o rei: Eu os darei. Porém o rei poupou a Mefibosete, filho de Jônatas, filho de Saul, por causa do juramento ao SENHOR, que entre eles houvera, entre Davi e Jônatas, filho de Saul. Porém tomou o rei os dois filhos de Rispa, filha de Aiá, que tinha tido de Saul, a saber, a Armoni e a Mefibosete, como também os cinco filhos de Merabe, filha de Saul, que tivera de Adriel, filho de Barzilai, meolatita; e os entregou nas mãos dos gibeonitas, os quais os enforcaram no monte, perante o SENHOR; caíram os sete juntamente. Foram mortos nos dias da ceifa, nos primeiros dias, no princípio da ceifa da cevada.” (2 Sam. 21:1-9)

“Davi se lembrou da promessa feita a seu amigo Jônatas (1Sm 20:12-17, 42) e, consequentemente, não entregou o filho de Jônatas, Mefibosete, aos gibeonitas. Isso enfatiza um ponto importante no texto bíblico: embora Saul houvesse quebrado um voto de Israel aos gibeonitas, Davi honrou seu voto a Jônatas, mesmo depois de sua morte.”

Rispa, demostrando coragem, protegeu os corpos de seus filhos e dos outros cinco, para que não fossem consumidos pelas aves de rapina nem por outros animais. (Davi) “[…] os entregou nas mãos dos gibeonitas, os quais os enforcaram no monte, perante o SENHOR; caíram os sete juntamente. Foram mortos nos dias da ceifa, nos primeiros dias, no princípio da ceifa da cevada. Então, Rispa, filha de Aiá, tomou um pano de saco e o estendeu para si sobre uma penha, desde o princípio da ceifa até que sobre eles caiu água do céu; e não deixou que as aves do céu se aproximassem deles de dia, nem os animais do campo, de noite.(2 Sam. 21:9-10)

“O autor enfatiza sua elevada consideração pelos atos de Rispa mencionando novamente o nome do seu pai (cf. 2Sm 3:7), em contraste com Davi, que não é chamado de rei nem por sua linhagem. Só podemos imaginar a dor e o pesar de Rispa ao vigiar os corpos dos sete executados. Ela construiu uma cabana provisória de pano de saco, e lá, a céu aberto, acampou perto dos corpos em decomposição e os protegeu da profanação por pássaros e animais. Rispa não fez isso nem por um nem por sete dias, mas parece que vigiou os corpos por muitas semanas, até começarem as chuvas do outono. Rispa foi não apenas mãe dedicada, mas se distinguiu como exemplo de fidelidade em uma história dominada por homens que nem sempre foram fiéis.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – quarta-feira 24 de novembro de 2010. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF