O Armagedom e o monte Carmelo: parte 1

Lições da Bíblia

“O que é essa grande batalha do Armagedom? Em primeiro lugar, o nome parece significar ‘Monte de Megido’. No entanto, nessa região não há um monte conhecido como Megido, mas o monte Carmelo estava localizado nas proximidades, e os estudiosos têm entendido a expressão ‘Monte de Megido’ como uma referência ao monte Carmelo.”1

“Mais precisamente, os estudiosos da Bíblia têm visto a história de Elias e os falsos profetas de Baal no monte Carmelo como um símbolo, um tipo do que ocorrerá em Apocalipse 13.”1

“Como vimos ontem, o texto de Apocalipse 16:13, com sua referência ao dragão, à besta e ao falso profeta, remete aos eventos de Apocalipse 13, a falsa trindade que vimos na lição nove.”1

“Os problemas em Apocalipse 13 começam a chegar ao clímax nos versos 13 e 14, quando a segunda besta realiza atos sobrenaturais, ‘de maneira que até fogo do céu faz descer à Terra, diante dos homens’ (Ap 13:13). Esses eventos levam ao confronto direto entre Deus e Satanás, entre os que adoram o Deus verdadeiro e os que adoram a ‘imagem da besta’ (Ap 13:14).”1

“5. Leia 1 Reis 18:1 a 18. De que maneira essa história reflete alguns problemas que se desenvolverão nos eventos finais, como vemos no Apocalipse?”1

1 Reis (18:1-18 ARA)2: “1 Muito tempo depois, veio a palavra do SENHOR a Elias, no terceiro ano, dizendo: Vai, apresenta-te a Acabe, porque darei chuva sobre a terra. 2 Partiu, pois, Elias a apresentar-se a Acabe; e a fome era extrema em Samaria. 3 Acabe chamou a Obadias, o mordomo. (Obadias temia muito ao SENHOR, 4 porque, quando Jezabel exterminava os profetas do SENHOR, Obadias tomou cem profetas, e de cinqüenta em cinqüenta os escondeu numa cova, e os sustentou com pão e água.) 5 Disse Acabe a Obadias: Vai pela terra a todas as fontes de água e a todos os vales; pode ser que achemos erva, para que salvemos a vida aos cavalos e mulos e não percamos todos os animais. 6 Repartiram entre si a terra, para a percorrerem; Acabe foi à parte por um caminho, e Obadias foi sozinho por outro. 7 Estando Obadias já de caminho, eis que Elias se encontrou com ele. Obadias, reconhecendo-o, prostrou-se com o rosto em terra e disse: És tu meu senhor Elias? 8 Respondeu-lhe ele: Sou eu; vai e dize a teu senhor: Eis que aí está Elias. 9 Porém ele disse: Em que pequei, para que entregues teu servo na mão de Acabe, e ele me mate? 10 Tão certo como vive o SENHOR, teu Deus, não houve nação nem reino aonde o meu senhor não mandasse homens à tua procura; e, dizendo eles: Aqui não está; fazia jurar aquele reino e aquela nação que te não haviam achado. 11 Agora, tu dizes: Vai, dize a teu senhor: Eis que aí está Elias. 12 Poderá ser que, apartando-me eu de ti, o Espírito do SENHOR te leve não sei para onde, e, vindo eu a dar as novas a Acabe, e não te achando ele, me matará; eu, contudo, teu servo, temo ao SENHOR desde a minha mocidade. 13 Acaso, não disseram a meu senhor o que fiz, quando Jezabel matava os profetas do SENHOR, como escondi cem homens dos profetas do SENHOR, de cinqüenta em cinqüenta, numas covas, e os sustentei com pão e água? 14 E, agora, tu dizes: Vai, dize a teu senhor: Eis que aí está Elias. Ele me matará. 15 Disse Elias: Tão certo como vive o SENHOR dos Exércitos, perante cuja face estou, deveras, hoje, me apresentarei a ele. 16 Então, foi Obadias encontrar-se com Acabe e lho anunciou; e foi Acabe ter com Elias. 17 Vendo-o, disse-lhe: És tu, ó perturbador de Israel? 18 Respondeu Elias: Eu não tenho perturbado a Israel, mas tu e a casa de teu pai, porque deixastes os mandamentos do SENHOR e seguistes os baalins.”.

“Em muitos aspectos, o que vemos nesse texto é um claro retrato do grande conflito. Elias declarou de maneira inequívoca no verso 18: o povo abandonou a lei de Deus e está adorando e seguindo deuses falsos. Esse não tem sido sempre o problema, independentemente das infinitas formas e maneiras pelas quais esse mal tem se manifestado ao longo da história? Ou estamos adorando ‘Aquele que fez o céu, e a Terra, e o mar, e as fontes das águas’ (Ap 14:7), ou estamos adorando outra pessoa ou coisa. No caso de Apocalipse 13 e dos acontecimentos que se desenrolam ali, em vez de adorarem o Senhor, as pessoas estão adorando a besta e sua imagem. Não há meio-termo. Ou estamos do lado de Deus ou do lado de Satanás. Isso mostra a grande importância das questões em jogo, agora e especialmente na batalha do Armagedom, em que, como veremos na história sobre o monte Carmelo, a distinção se torna muito clara.”1

Quarta-feira, 20 de junho de 2018. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Preparação para o tempo do fim. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 492, abr. maio jun. 2018. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

 

Armagedom

Lições da Bíblia

“Embora a maioria das pessoas, inclusive muitos cristãos, não tenha muito conhecimento sobre o livro do Apocalipse, uma imagem ou palavra desse livro alcançou a cultura popular: Armagedom (veja Ap 16:16 [‘Então, os ajuntaram no lugar que em hebraico se chama Armagedom.’]). Mesmo na cultura secular, a palavra passou a representar uma luta final em que o destino da Terra está em jogo. Hollywood produziu um filme chamado Armagedom, a respeito de um asteroide gigante pronto para destruir o planeta. Até certo ponto, a ideia do fim do mundo também está na mente das pessoas seculares.”

“Muitos cristãos familiarizados com o livro do Apocalipse e que acreditam nele entendem a batalha do Armagedom como um conflito militar literal que ocorrerá no Oriente Médio, próximo ao fim do mundo. Uma versão afirma que um exército de 200 milhões de homens da Ásia assolará o norte de Israel. Outros se concentram nos vários conflitos militares e políticos naquela parte do mundo que, em sua compreensão, prepararão o terreno para a batalha militar final do Armagedom, na região de Megido.”

“No entanto, a Bíblia apresenta uma imagem totalmente diferente. As Escrituras apresentam o Armagedom como o clímax final, não entre nações em disputa, mas entre os dois lados do conflito cósmico. Por mais que fatores econômicos e políticos possam entrar em jogo, será uma luta religiosa, não uma batalha política e econômica.”

“4. Leia Apocalipse 16:12 a 16. O que esse texto revela sobre o Armagedom? Assinale ‘V’ para verdadeiro ou ‘F’ para falso:”1

Apocalipse (16:12-16 ARA)2: “12 Derramou o sexto a sua taça sobre o grande rio Eufrates, cujas águas secaram, para que se preparasse o caminho dos reis que vêm do lado do nascimento do sol. 13 Então, vi sair da boca do dragão, da boca da besta e da boca do falso profeta três espíritos imundos semelhantes a rãs; 14 porque eles são espíritos de demônios, operadores de sinais, e se dirigem aos reis do mundo inteiro com o fim de ajuntá-los para a peleja do grande Dia do Deus Todo-Poderoso. 15 (Eis que venho como vem o ladrão. Bem-aventurado aquele que vigia e guarda as suas vestes, para que não ande nu, e não se veja a sua vergonha.) 16 Então, os ajuntaram no lugar que em hebraico se chama Armagedom.”.

A. ( ) O Armagedom será uma guerra que ocorrerá no Oriente Médio.
B. ( ) O Armagedom está relacionado à luta entre o dragão (Satanás) e Cristo.

Resposta sugestiva: F; V.

“Primeiramente, observe como a linguagem dessa passagem é simbólica. Espíritos semelhantes a rãs saem da boca do dragão, da boca do falso profeta e da boca da besta (referências aos poderes de Ap 13; o ‘falso profeta’ deve ser uma referência à besta de Ap 13:11, que emerge da terra). O grande conflito também é visto quando os ‘espíritos de demônios’ (Ap 16:14) saem à batalha no ‘grande Dia do Deus Todo-Poderoso’ (Ap 16:14). Independentemente da maneira em que o Armagedom se desenvolverá, ele será um conflito mundial entre as forças de Cristo e Satanás. Assim como Babilônia, no Apocalipse, não se refere aos eventos na remota região do Iraque moderno, o Armagedom não será uma batalha local na região de Megido.”1

“Leia Apocalipse 16:15 [‘Eis que venho como vem o ladrão. Bem-aventurado aquele que vigia e guarda as suas vestes, para que não ande nu, e não se veja a sua vergonha.’]. Em meio ao conflito, Jesus nos encoraja com a mensagem do evangelho, por meio da promessa de Sua vinda e da necessidade de sermos cobertos com Sua justiça. Isso revela a natureza espiritual dessa batalha?”1

Terça-feira, 19 de junho de 2018. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Preparação para o tempo do fim. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 492, abr. maio jun. 2018. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Caiu! Caiu a grande Babilônia!

Lições da Bíblia

“Por mais corrupta e abrangente que tenha sido a influência de Babilônia no mundo, o livro do Apocalipse ensina que um dia ela será completamente destruída.”1

“3. Leia Apocalipse 18:1 a 10. O que esses versos revelam sobre ‘a grande Babilônia’?”1

Apocalipse (18:1-10 ARA)2: “1 Depois destas coisas, vi descer do céu outro anjo, que tinha grande autoridade, e a terra se iluminou com a sua glória. 2 Então, exclamou com potente voz, dizendo: Caiu! Caiu a grande Babilônia e se tornou morada de demônios, covil de toda espécie de espírito imundo e esconderijo de todo gênero de ave imunda e detestável, 3 pois todas as nações têm bebido do vinho do furor da sua prostituição. Com ela se prostituíram os reis da terra. Também os mercadores da terra se enriqueceram à custa da sua luxúria. 4 Ouvi outra voz do céu, dizendo: Retirai-vos dela, povo meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos; 5 porque os seus pecados se acumularam até ao céu, e Deus se lembrou dos atos iníquos que ela praticou. 6 Dai-lhe em retribuição como também ela retribuiu, pagai-lhe em dobro segundo as suas obras e, no cálice em que ela misturou bebidas, misturai dobrado para ela. 7 O quanto a si mesma se glorificou e viveu em luxúria, dai-lhe em igual medida tormento e pranto, porque diz consigo mesma: Estou sentada como rainha. Viúva, não sou. Pranto, nunca hei de ver! 8 Por isso, em um só dia, sobrevirão os seus flagelos: morte, pranto e fome; e será consumida no fogo, porque poderoso é o Senhor Deus, que a julgou. 9 Ora, chorarão e se lamentarão sobre ela os reis da terra, que com ela se prostituíram e viveram em luxúria, quando virem a fumaceira do seu incêndio, 10 e, conservando-se de longe, pelo medo do seu tormento, dizem: Ai! Ai! Tu, grande cidade, Babilônia, tu, poderosa cidade! Pois, em uma só hora, chegou o teu juízo.

“A segunda mensagem angélica (Ap 14:8) sobre a queda de Babilônia é repetida em Apocalipse 18:2. É uma expressão do quanto essa entidade se tornou corrupta.”1

“‘A Escritura Sagrada declara que Satanás, antes da vinda do Senhor, operará ‘com todo o poder, e sinais, e prodígios da mentira, e com todo engano da injustiça’; e os que ‘não acolheram o amor da verdade para serem salvos’ serão deixados à mercê da ‘operação do erro, para darem crédito à mentira’ (2Ts 2:9-11). A queda de Babilônia se completará quando essa condição for atingida, e a união da igreja com o mundo se tiver consumado em toda a cristandade. A mudança é gradual, e o pleno cumprimento de Apocalipse 14:8 está ainda no futuro’ (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 389, 390).”1

“Se esse ‘pleno cumprimento’ ocorreu em nossos dias, só Deus sabe. Mas o que sabemos é que, de acordo com esses textos, a Babilônia espiritual um dia enfrentará o juízo de Deus por causa de sua grande maldade. ‘Porque os seus pecados se acumularam até ao Céu, e Deus Se lembrou dos atos iníquos que ela praticou’ (Ap 18:5). Essa expressão também reflete a linguagem do Antigo Testamento a respeito da antiga Babilônia (veja Jr 51:9 [‘Queríamos curar Babilônia, ela, porém, não sarou; deixai-a, e cada um vá para a sua terra; porque o seu juízo chega até ao céu e se eleva até às mais altas nuvens.’]), e significa que a hora do juízo certamente virá.”1

“O juízo futuro não deve ser surpreendente. Afinal, a Babilônia dos tempos antigos enfrentou o juízo (veja Dn 5). A Escritura deixa muito claro, em diversas passagens, que um dia todos terão que responder por suas ações, inclusive Babilônia. Como é animador saber que, como cristãos, temos um Intercessor que nos defenderá nesse juízo (1Jo 2:1; Dn 7:22). Caso contrário, nosso destino não seria melhor que o de Babilônia.”1

“Toda injustiça e iniquidade que parecem ficar impunes hoje, um dia enfrentarão a retribuição final de Deus. Você encontra conforto nessa promessa?”1

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Segunda-feira, 18 de junho de 2018. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Preparação para o tempo do fim. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 492, abr. maio jun. 2018. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

O “vinho da fúria da sua prostituição”

Lições da Bíblia

“1. Leia Apocalipse 14:8; 16:19; 17:5; 18:2, 10 e 21, as seis referências a Babilônia nesse livro. Tendo em mente a história de Babilônia no Antigo Testamento, o que esses textos revelam sobre a Babilônia, tal como ela aparece no contexto dos eventos finais?”1

Apocalipse (14:8 ARA)2: “Seguiu-se outro anjo, o segundo, dizendo: Caiu, caiu a grande Babilônia que tem dado a beber a todas as nações do vinho da fúria da sua prostituição.”.

Apocalipse (16:9 ARA)2: “Com efeito, os homens se queimaram com o intenso calor, e blasfemaram o nome de Deus, que tem autoridade sobre estes flagelos, e nem se arrependeram para lhe darem glória.”.

Apocalipse (17:5 ARA)2: “Na sua fronte, achava-se escrito um nome, um mistério: BABILÔNIA, A GRANDE, A MÃE DAS MERETRIZES E DAS ABOMINAÇÕES DA TERRA.”.

Apocalipse (18:2, 10, 21 ARA)2: “Então, exclamou com potente voz, dizendo: Caiu! Caiu a grande Babilônia e se tornou morada de demônios, covil de toda espécie de espírito imundo e esconderijo de todo gênero de ave imunda e detestável, […] e, conservando-se de longe, pelo medo do seu tormento, dizem: Ai! Ai! Tu, grande cidade, Babilônia, tu, poderosa cidade! Pois, em uma só hora, chegou o teu juízo. […] Então, um anjo forte levantou uma pedra como grande pedra de moinho e arrojou-a para dentro do mar, dizendo: Assim, com ímpeto, será arrojada Babilônia, a grande cidade, e nunca jamais será achada.

“Dizem que a Bíblia é uma narrativa sobre duas cidades, Jerusalém e Babilônia. Enquanto Jerusalém representa a cidade de Deus e o povo da aliança em toda a Bíblia (Sl 102:21; Is 52:9; 65:19; Ap 3:12), Babilônia representa a opressão, violência, falsa religião e completa rebelião contra Deus.”1

“Pense, por exemplo, na torre de Babel (Gn 11:9). A palavra hebraica para ‘Babel’ é a mesma para o reino de ‘Babilônia’. Em 1 Pedro 5:13 [‘Aquela que se encontra em Babilônia, também eleita, vos saúda, como igualmente meu filho Marcos.’], o apóstolo enviou saudações da igreja que se encontrava em ‘Babilônia’, geralmente entendida não como as ruínas do antigo reino localizado hoje no Iraque, mas como a própria cidade de Roma, que em breve se tornaria a opressora da igreja. ‘Babilônia’ é um título interessante à luz da função de Roma apresentada no livro do Apocalipse.”1

“2. Leia Apocalipse 14:8 e 18:3. O que esses textos revelam sobre a influência maligna de Babilônia no mundo e no povo de Deus? Assinale a alternativa correta:”1

Apocalipse (14:8 ARA)2: “Seguiu-se outro anjo, o segundo, dizendo: Caiu, caiu a grande Babilônia que tem dado a beber a todas as nações do vinho da fúria da sua prostituição.”.

Apocalipse (18:3 ARA)2: “pois todas as nações têm bebido do vinho do furor da sua prostituição. Com ela se prostituíram os reis da terra. Também os mercadores da terra se enriqueceram à custa da sua luxúria.

A.(  ) Babilônia exerce sua influência corruptora sobre todas as nações, fazendo-as se prostituírem com o vinho de sua ira.
B.(  ) A influência de Babilônia traz paz, harmonia, justiça e progresso.

Resposta sugestiva: Alternativa A.

“Não há dúvida de que o poder representado por Babilônia, conforme a descrição no livro do Apocalipse, é extremamente corrupto, estendendo essa influência corruptora por todo o mundo, em maior ou menor grau. A expressão ‘vinho da fúria da sua prostituição’ (Ap 14:8) é claramente uma referência à falsa doutrina, ao falso ensino, às práticas corruptas e às consequências dessas coisas. Babilônia é uma força maligna que se espalhou a ‘todas as nações’ (Ap 18:3). Portanto, todos devem tomar cuidado para que também não sejam corrompidos.”1

“Diante da corrupção, confusão e opressão no mundo hoje, por que precisamos estar ancorados em Jesus e em Sua Palavra?”

Domingo, 17 de junho de 2018. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Preparação para o tempo do fim. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 492, abr. maio jun. 2018. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Babilônia e o Armagedom

Lições da Bíblia

Na sua fronte, achava-se escrito um nome, um mistério: BABILÔNIA, A GRANDE, A MÃE DAS MERETRIZES E DAS ABOMINAÇÕES DA TERRA” (Ap 17:5).1

“O livro do Apocalipse, como já observamos, é repleto de imagens e linguagem tiradas diretamente do Antigo Testamento. Por exemplo, o nome ‘Babilônia’ aparece seis vezes no Apocalipse. No entanto, ele não se refere ao antigo reino de Nabucodonosor, que havia desaparecido da história mundial centenas de anos antes. Em vez disso, João estava usando imagens do Antigo Testamento para expressar uma verdade. Nesse caso, Babilônia – um imenso poder político e religioso que tinha oprimido o povo de Deus – descreve, hoje, os grandes poderes políticos e religiosos que buscarão fazer a mesma coisa no tempo do fim.”1

“Algo semelhante ocorre com a palavra Armagedom, que surge apenas no Apocalipse, mas é baseada em uma expressão hebraica que parece significar ‘Monte de Megido’, uma referência a um local do antigo Israel. Existe uma grande especulação sobre o Armagedom. Muitas pessoas aguardam a ocorrência de uma grande batalha militar nesse lugar, em Megido, perto do fim do mundo.”1

“Nesta semana, estudaremos sobre Babilônia e o Armagedom, e buscaremos descobrir o que a Bíblia revela com essas imagens.”1

No mês de julho teremos a Semana de Oração Jovem. Ore pelas pessoas que participarão desse importante evento. A igreja que cuida dos seus jovens multiplica esperança.

Sábado, 16 de junho de 2018. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Preparação para o tempo do fim. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 492, abr. maio jun. 2018. Adulto, Professor.

O selo de Deus ou a marca da besta? – Estudo adicional

Lições da Bíblia

Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

Estudo adicional

“‘Assim que o povo de Deus for selado em sua testa – e não se trata de selo ou sinal que se possa ver, mas uma fixação na verdade, tanto intelectual como espiritualmente, de modo que não possa mais mudar – estará também selado e preparado para a sacudidura que virá. Na verdade, ela já começou; os juízos de Deus estão agora sobre a Terra […] a fim de sabermos o que está vindo’ (Ellen G. White, A Fé Pela Qual Eu Vivo [Meditação Matinal, 2006], p. 285).”1

“O sábado será a grande prova de lealdade, pois é o ponto da verdade especialmente controvertido. Quando sobrevier aos homens a prova final, será traçada a linha divisória entre os que servem a Deus e os que não O servem. Ao passo que a observância do falso sábado em conformidade com a lei do Estado, contrária ao quarto mandamento, será uma declaração de fidelidade ao poder que se acha em oposição a Deus, a guarda do verdadeiro sábado, em obediência à lei divina, é uma prova de lealdade para com o Criador. Ao passo que uma classe, aceitando o sinal de submissão aos poderes terrestres, recebe o sinal da besta, a outra, preferindo o sinal da obediência à autoridade divina, recebe o selo de Deus’ (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 605).”1

Perguntas para discussão

“1. Como podemos revelar aos outros a verdade sobre a marca da besta e o selo de Deus sem causar conflitos desnecessários? Por que devemos enfatizar o fato de que ninguém hoje tem a marca da besta?”1

“2. Qual é a relação entre o sábado e o selamento do Espírito Santo?”1

“3. O que significa a ideia de que o selamento é ‘uma fixação na verdade, tanto intelectual como espiritualmente’?”1

“4. O que caracteriza a Babilônia espiritual, seus valores e métodos? Como eles diferem dos valores do reino de Deus? Os valores de Babilônia estão entrando em nossa igreja? Como reconhecer esses valores e lidar com eles de maneira cristã, refletindo os valores do reino de Deus?”1

Sexta-feira, 15 de junho de 2018. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Preparação para o tempo do fim. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 492, abr. maio jun. 2018. Adulto, Professor.

O sábado como o selo

Lições da Bíblia

“Como já vimos, o sábado tem sido um sinal do verdadeiro povo de Deus ao longo da história, desde o tempo de Adão e Eva e o período de Israel. Ele também foi perpetuado na igreja do Novo Testamento com a prática de Jesus e dos apóstolos, e aparece como sinal distintivo do povo de Deus nos últimos dias, ‘os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus’ (Ap 14:12).”1

“7. Por que o sábado é tão importante? Que significado especial ele tem para os cristãos? Êx 20:8-11; Hb 4:9, 10”1

Êxodo (20:8-11 ARA)2: “8 Lembra-te do dia de sábado, para o santificar. 9 Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra. 10 Mas o sétimo dia é o sábado do SENHOR, teu Deus; não farás nenhum trabalho, nem tu, nem o teu filho, nem a tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o forasteiro das tuas portas para dentro; 11 porque, em seis dias, fez o SENHOR os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e, ao sétimo dia, descansou; por isso, o SENHOR abençoou o dia de sábado e o santificou.”.

Hebreus (4:9, 10 ARA)2: “9 Portanto, resta um repouso para o povo de Deus. 10 Porque aquele que entrou no descanso de Deus, também ele mesmo descansou de suas obras, como Deus das suas.”.

“O sábado aparece no centro dos Dez Mandamentos. Ele foi dado pelo Criador como sinal ou selo de Sua autoridade. Esse mandamento O identifica pelo nome, o Senhor Deus. Identifica o domínio sobre o qual Ele tem jurisdição, ‘os céus e a Terra, o mar e tudo o que neles há’ (Êx 20:11). Também identifica o fundamento de Sua autoridade: ‘Porque, em seis dias, fez o Senhor os céus e a Terra, […] e, ao sétimo dia, descansou’.”1

“O Novo Testamento identifica Jesus como Aquele por meio de quem Deus fez todas as coisas (Jo 1:1-3; Cl 1:16; Hb 1:1, 2). Cristo criou nosso mundo em seis dias e descansou no sétimo. Portanto, é muito significativo o fato de que, enquanto Jesus estava pendurado na cruz naquela tarde de sexta-feira, Ele bradou: ‘Está consumado!’ (Jo 19:30). Assim como Cristo descansou no sábado depois de concluir Sua obra de criação, Ele também descansou no túmulo durante o sábado, depois de concluir Sua obra sacrifical ao morrer em nosso lugar para nossa redenção. Portanto, o sábado foi duplamente abençoado, primeiramente na criação e depois na cruz. Por essa razão, de acordo com o livro de Hebreus, ao descansar no sábado, o cristão mostra que ‘ele mesmo descansou de suas obras, como Deus das Suas’ (Hb 4:10). O sábado é um símbolo perfeito de que não podemos nos salvar; de que, do começo ao fim, a salvação é a obra de Cristo, que se torna disponível a nós mediante a fé (compare com Hb 12:2 [‘olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus, o qual, em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, e está assentado à destra do trono de Deus.’]2).”1

“Se o sábado simboliza o descanso de nossas obras, o que representa a guarda do domingo? Como isso se encaixa perfeitamente no caráter essencial de Babilônia?”1

Quinta-feira, 14 de junho de 2018. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Preparação para o tempo do fim. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 492, abr. maio jun. 2018. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.