Andando com o Senhor

Lições da Bíblia

“Ao nos aproximarmos do fim do livro de Salmos, as exclamações de louvor parecem aumentar cada vez mais. Os cinco últimos Salmos começam com a ordem simples e direta: ‘Louvai ao Senhor!’; porém, o primeiro deles, o Salmo 146, tem como a principal razão para esse louvor um foco especial no interesse de Deus pelos pobres e oprimidos.”1

“4. Leia o Salmo 146. Qual é a mensagem dele para nós? O que Deus estava dizendo, especialmente nos versos 5 a 9?”1

Salmo (146 ARA)2: “1 Aleluia! Louva, ó minha alma, ao SENHOR. 2 Louvarei ao SENHOR durante a minha vida; cantarei louvores ao meu Deus, enquanto eu viver. 3 Não confieis em príncipes, nem nos filhos dos homens, em quem não há salvação. 4 Sai-lhes o espírito, e eles tornam ao pó; nesse mesmo dia, perecem todos os seus desígnios. 5 Bem-aventurado aquele que tem o Deus de Jacó por seu auxílio, cuja esperança está no SENHOR, seu Deus, 6 que fez os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e mantém para sempre a sua fidelidade. 7 Que faz justiça aos oprimidos e dá pão aos que têm fome. O SENHOR liberta os encarcerados. 8 O SENHOR abre os olhos aos cegos, o SENHOR levanta os abatidos, o SENHOR ama os justos. 9 O SENHOR guarda o peregrino, ampara o órfão e a viúva, porém transtorna o caminho dos ímpios. 10 O SENHOR reina para sempre; o teu Deus, ó Sião, reina de geração em geração. Aleluia!”

“Com a mesma certeza de que Deus é o Criador deste mundo (veja Sl 146:6 [‘que fez os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e mantém para sempre a sua fidelidade.’]2), esse Salmo descreve Sua obra contínua como juiz, provedor, libertador, curador, auxiliador e defensor. Esses atributos têm seu foco em pessoas que necessitam especificamente desse tipo de ajuda. É uma visão inspiradora do que Deus faz e busca fazer em nossa vida, em nossa comunidade e em nosso mundo.”1

“Às vezes pensamos no cuidado para com os necessitados como algo que devemos fazer porque Deus mandou. Mas o Salmo 146 declara que Deus já cuida deles – e somos convidados a nos unir a Ele. Quando trabalhamos contra a pobreza, a opressão e a doença estamos verdadeiramente trabalhando com Deus dentro dos Seus propósitos. Que maior privilégio pode haver do que participar com o Senhor do cumprimento de algo tão inspirador quanto o Salmo 146?”1

“No entanto, também existem benefícios para nós. Muitas vezes, os cristãos falam de sua busca por Deus e do seu desejo de ter um relacionamento mais próximo com Ele. Contudo, o Salmo 146:7-9 e muitos outros na Bíblia indicam que uma forma de encontrar Deus é participar do que Ele faz. Portanto, se Ele trabalha para erguer os pobres, doentes e oprimidos, como o Salmo 146 declara, também deveríamos trabalhar com Ele. ‘Cristo veio a este mundo para andar e trabalhar entre os pobres e sofredores. Eles receberam a maior parte da Sua atenção. E hoje, na pessoa de Seus filhos, Ele visita os pobres e os necessitados, aliviando os angustiados e sofredores. […]’”1

“Eliminando-se o sofrimento e a necessidade não teríamos nenhuma forma de compreender a misericórdia e o amor de Deus, não conheceríamos o compassivo e complacente Pai celestial. Jamais o evangelho assume uma expressão maior de graça do que quando é levado às regiões mais desfavorecidas e necessitadas” (Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v. 7, p. 226).1

“Qual tem sido sua experiência de proximidade com Deus ao servir aos outros?”1

Quarta-feira, 24 de julho de 2019. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. “Meus pequeninos irmãos”: servindo aos necessitados. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 496, jul. ago. set. 2019. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Promessas de um rei

Lições da Bíblia

“3. Leia o Salmo 101. Embora escrito para líderes, qual conselho importante podemos extrair para nós, seja qual for nossa posição na vida? Assinale ‘V’ para verdadeiro ou ‘F’ para falso:”1

Salmo (101 ARA)2:

“1 Cantarei a bondade e a justiça; a ti, SENHOR, cantarei. 2 Atentarei sabiamente ao caminho da perfeição. Oh! Quando virás ter comigo? Portas a dentro, em minha casa, terei coração sincero. 3 Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará.Longe de mim o coração perverso; não quero conhecer o mal.Ao que às ocultas calunia o próximo, a esse destruirei; o que tem olhar altivo e coração soberbo, não o suportarei. 6 Os meus olhos procurarão os fiéis da terra, para que habitem comigo; o que anda em reto caminho, esse me servirá. Não há de ficar em minha casa o que usa de fraude; o que profere mentiras não permanecerá ante os meus olhos. 8 Manhã após manhã, destruirei todos os ímpios da terra, para limpar a cidade do SENHOR dos que praticam a iniquidade.”

A. (   ) Devemos buscar justiça apenas para nós mesmos.
B. (   ) Precisamos promover a justiça em todos os aspectos e para todas as pessoas.

Resposta sugestiva: Alternativa B.

“O Salmo 101 é um texto para líderes. Acredita-se que esses versos foram compostos por Davi nos seus primeiros dias como rei de Israel. Eles podem até ter sido adaptados de votos que ele fez no momento de sua coroação. Em sua experiência como guerreiro de Saul e depois sendo fugitivo dele, Davi testemunhou por si mesmo como um rei que ‘perde a cabeça’ pode prejudicar a nação e a própria família. Davi decidiu que ele seria um líder diferente.”1

“Poucos de nós somos líderes políticos ou de uma nação, mas temos funções em que temos a oportunidade de influenciar e encorajar os outros. Essas atribuições podem ser em nossa vida profissional, no envolvimento comunitário, na família ou na igreja. Como Ellen G. White comentou sobre um desses contextos de liderança, ‘os votos de Davi, registrados no Salmo 101, devem ser os de todos sobre quem repousam as responsabilidades de zelar pelas influências do lar’ (Conselhos aos Pais, Professores e Estudantes, p. 119).”1

“Quando tivermos oportunidade, devemos estar preparados para sugerir e defender esses princípios aos que ocupam posições de liderança. E todos nós, em nossa liderança e esferas de influência, temos a oportunidade de aplicar os princípios de liderança de Davi a fim de que sejamos uma bênção para os outros.”1

“O ponto de partida para Davi foi honrar a Deus por Sua misericórdia e justiça (Sl 101:1), que se tornaram o fundamento de tudo o que Davi buscou defender em sua liderança. Ele buscou aprender e praticar essas características em sua vida e obra. Para fazer isso, ele teve que resistir às tentações de praticar delitos, corrupção e desonestidade, os quais são armadilhas especiais aos que estão em posições de liderança.”1

“Sabendo da importância dos bons conselheiros para ajudá-lo a fazer o que era correto, Davi prometeu buscar pessoas confiáveis e nomear oficiais honestos. Justiça e misericórdia deveriam marcar sua liderança, mesmo entre os que trabalhavam com ele.”1

“Ainda que não estejamos numa posição em que tenhamos conselheiros e oficiais, como podemos preencher nossa vida com influências que nos ajudem a viver e a liderar com justiça e misericórdia em favor dos que precisam?”1

Terça-feira, 23 de julho de 2019. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. “Meus pequeninos irmãos”: servindo aos necessitados. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 496, jul. ago. set. 2019. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

“Faça alguma coisa, Deus!”

Lições da Bíblia

“2. Leia o Salmo 82. Qual é a mensagem desse cântico para nós? Assinale a alternativa correta:”1

Salmo (82 ARA)2: “1 Deus assiste na congregação divina; no meio dos deuses, estabelece o seu julgamento. 2 Até quando julgareis injustamente e tomareis partido pela causa dos ímpios? 3 Fazei justiça ao fraco e ao órfão, procedei retamente para com o aflito e o desamparado.Socorrei o fraco e o necessitado; tirai-os das mãos dos ímpios. 5 Eles nada sabem, nem entendem; vagueiam em trevas; vacilam todos os fundamentos da terra. 6 Eu disse: sois deuses, sois todos filhos do Altíssimo. 7 Todavia, como homens, morrereis e, como qualquer dos príncipes, haveis de sucumbir. 8 Levanta-te, ó Deus, julga a terra, pois a ti compete a herança de todas as nações.

A. (   ) Podemos ser parciais no julgamento, pois todos são diferentes.
B. (   ) Devemos julgar com justiça, defendendo os pobres e aflitos.

Resposta sugestiva: Alternativa B.

“Apesar da organização e dos estatutos de sociedade dados por Deus à nação israelita, em vários momentos de sua história o povo não conseguiu cumprir esse plano. Muito facilmente Israel se tornou como as nações ao seu redor, vivenciando em um modelo de injustiça e opressão. Líderes e juízes cuidavam apenas de si mesmos, e o favor deles podia ser comprado com suborno. Sem os tribunais para proteger o povo, as pessoas comuns e os pobres, em especial, estavam sujeitos à exploração.”1

“O Salmo 82 é uma resposta a essa situação. Ele descreve a função de Deus como Juiz supremo e retrata uma cena em que o Senhor julga os líderes e até mesmo os juízes do povo. Esse salmo enfatiza que aqueles que preenchem tais funções na sociedade ‘são apontados para agir como juízes sob Sua administração’ (Ellen G. White, Profetas e Reis, p. 198). Eles mantêm sua posição e conduzem seu trabalho como representantes e subordinados de Deus. Na visão do salmista, a justiça de Deus é um modelo de como deveria funcionar a justiça terrestre, e a sua percepção apresenta a medida com a qual serão julgados essa justiça ou injustiça e aqueles que a dispensam.”1

“O salmo termina com um pedido específico para que Deus aja (Sl 82:8), intervenha e interrompa a injustiça tão predominante na nação. Como muitos salmos, essa poesia dá voz aos que não têm voz, aos oprimidos cujas vozes foram silenciadas pelos sistemas injustos em que eles viviam e trabalhavam.”1

“O Salmo 82 faz uma apelação a Deus em Sua posição de Juiz supremo e soberano Governante do Universo. Não existe tribunal nem autoridade superior para os quais tal apelação possa ser feita. Existe a segurança de que mesmo que os tribunais terrestres não ouçam os clamores dos pobres e oprimidos, ainda há uma inegável oportunidade de pedir ajuda.”1

“Em certos momentos da vida podemos nos ver como vítimas da injustiça, mas em outros podemos cometê-la. No Salmo 82, encontramos discernimento e sabedoria, quer sejamos os oprimidos ou os opressores. Deus também Se preocupa com os juízes injustos, descrevendo-os como Seus filhos, e deseja que eles escolham viver melhor (veja Sl 82:6). Portanto, há esperança até para os que estão do lado dos opressores, se eles permitirem que Deus os transforme.”1

Segunda-feira, 22 de julho de 2019. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. “Mesus pequeninos irmãos”: servindo aos necessitados. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 496, jul. ago. set. 2019. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Salmos: cânticos de esperança para os oprimidos

Lições da Bíblia

“Como já observamos, Deus vê e ouve pessoas em aflição e dificuldade. Na maioria das vezes, nos Salmos, vemos o clamor de pessoas que confiavam em Deus, mas não viam a justiça sendo feita. As afirmações sobre a bondade, a justiça e o poder de Deus pareciam sufocadas diante da injustiça e opressão vivenciadas e observadas pelas vozes desses cânticos.”1

“No entanto, esses são os hinos dos que ainda estavam cantando. Nem sua vida nem sua fé haviam se extinguido. Ainda havia esperança; e a urgência era que Deus agisse antes que fosse tarde demais, antes que o mal triunfasse, antes que os oprimidos fossem destruídos pelo peso do mal trazido contra eles. Dessa maneira, os escritores dos Salmos tentaram preencher a lacuna entre as declarações de sua fé e as provações e tragédias da vida.”1

“1. Leia o Salmo 9:7-9, 13-20. Com base no texto, você imagina as circunstâncias em que Davi estava? Pode sentir a tensão entre sua fé na bondade de Deus e sua experiência? Como fica sua fé em meio às provações?”1

Salmo (9:7-9, 13-20 ARA)2: “7 Mas o SENHOR permanece no seu trono eternamente, trono que erigiu para julgar. 8 Ele mesmo julga o mundo com justiça; administra os povos com retidão. 9 O SENHOR é também alto refúgio para o oprimido, refúgio nas horas de tribulação. […] 13 Compadece-te de mim, SENHOR; vê a que sofrimentos me reduziram os que me odeiam, tu que me levantas das portas da morte; 14 para que, às portas da filha de Sião, eu proclame todos os teus louvores e me regozije da tua salvação. 15 Afundam-se as nações na cova que fizeram, no laço que esconderam, prendeu-se-lhes o pé. 16 Faz-se conhecido o SENHOR, pelo juízo que executa; enlaçado está o ímpio nas obras de suas próprias mãos. 17 Os perversos serão lançados no inferno, e todas as nações que se esquecem de Deus. 18 Pois o necessitado não será para sempre esquecido, e a esperança dos aflitos não se há de frustrar perpetuamente. 19 Levanta-te, SENHOR; não prevaleça o mortal. Sejam as nações julgadas na tua presença. 20 Infunde-lhes, SENHOR, o medo; saibam as nações que não passam de mortais.”

“Ao longo dos Salmos, a repetida resposta a essa tensão é a esperança e a promessa do bom e justo juízo de Deus. O mal e a injustiça parecem triunfar por enquanto, mas Deus julgará os malfeitores e os injustos. Eles serão punidos, enquanto os que eles feriram e oprimiram serão restaurados e renovados.”1

“Na obra Lendo os Salmos, C. S. Lewis descreveu sua surpresa inicial com o entusiasmo e o anseio pelo juízo de Deus expressados repetidamente nos Salmos. Observando que muitos leitores da Bíblia hoje consideram o juízo como algo a ser temido, ele considerou a perspectiva judaica original e escreveu: ‘Centenas e milhares de pessoas que foram despojadas de tudo o que possuíam e que tinham o direito inteiramente ao seu lado seriam, por fim, ouvidas. É claro que elas não temiam o juízo. Sabiam que seu caso era inquestionável – desde que conseguissem ser ouvidas. Quando Deus viesse, sua causa, por fim, seria julgada’ (C. S. Lewis, Lendo os Salmos [Viçosa, MG: Editora Ultimato, 2015], p. 19).”1

“Nos Salmos, vemos esperança para os oprimidos, mesmo agora, em meio a seus sofrimentos e decepções.”1

“Quais razões temos para considerar a ideia de juízo uma coisa positiva e não algo a ser temido?”1

Domingo, 21 de julho de 2019. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. “Mesus pequeninos irmãos”: servindo aos necessitados. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 496, jul. ago. set. 2019. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Misericórdia e justiça em Salmos e Provérbios

Lições da Bíblia

“Defendei o pobre e o órfão; fazei justiça ao aflito e necessitado. Livrai o pobre e o necessitado; tirai-os das mãos dos ímpios” (Sl 82:3, 4; ARC).1

“Os livros de Salmos e Provérbios descrevem a experiência com Deus nas coisas comuns da vida, não apenas em momentos de adoração ou em outras atividades religiosas. Enquanto o livro de Provérbios oferece uma gama de conselhos da sabedoria prática, desde relacionamentos e família a negócios e governo, os Salmos são uma coletânea de cânticos que compreende uma variedade de emoções e experiências espirituais, desde lamentos e louvores exultantes e tudo o mais. Sabemos que nossa fé deve fazer a diferença em todos os aspectos e experiências da nossa vida, pois Deus tem especial interesse em cada um deles.”1

“Entretanto, toda reflexão sobre a vida neste mundo decaído dificilmente ignora a injustiça que tanto permeia a condição humana. Na verdade, ela é repetidamente descrita como algo com que nosso Senhor Se importa e procura aliviar. Ele é a esperança dos desesperados.”1

“Embora possamos tocar apenas brevemente no que esses livros declaram sobre o assunto, talvez esta lição possa inspirá-lo a ser mais proativo em atender às necessidades dos pobres, oprimidos e negligenciados. Que o estudo resulte na sua decisão de responder a esse chamado de Deus!”1

Sábado, 20 de julho de 2019. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. “Mesus pequeninos irmãos”: servindo aos necessitados. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 496, jul. ago. set. 2019. Adulto, Professor. 

Sábado: um dia de liberdade – Estudo adicional

Lições da Bíblia

Textos de Ellen G. White: Patriarcas e Profetas, p. 295-297 (“Do Mar Vermelho ao Sinai”); O Desejado de Todas as Nações, p. 281-289 (“O Sábado”); texto de Sigve K. Tonstad: The Lost Meaning of the Seventh Day [O Significado Perdido do Sábado], p. 125-143 (“The Social Conscience of the Seventh Day”” [A Consciência Social do Sétimo Dia]).1

“Jesus lhe asseverou que a obra de aliviar os aflitos estava em harmonia com a lei do sábado. Estava em harmonia com os anjos de Deus que estão sempre descendo e subindo entre o Céu e a Terra para servir à humanidade sofredora.
[…]
“E o homem também tem nesse dia uma obra a realizar. Devem-se atender às necessidades da vida, cuidar dos doentes, suprir as faltas dos necessitados. Não será tido por inocente o que negligenciar aliviar o sofrimento no sábado. O santo dia de repouso de Deus foi feito para o homem, e os atos de misericórdia se acham em perfeita harmonia com seu desígnio. Deus não deseja que Suas criaturas sofram uma hora de dor que possa ser aliviada no sábado ou noutro dia qualquer” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 206, 207).1

Perguntas para discussão

“1. De que maneira você tem vivenciado o sábado como demonstração de confiança em Deus? Você já teve uma experiência como a do maná, em que Deus providenciou o sustento em resposta à sua fé?”1

“2. No quarto mandamento (Êx 20:8-11; Dt 5:12-15), Deus enfatizou diferentes aspectos do sábado. Qual deles você mais aprecia?”1

“3. Como podemos compartilhar as bênçãos do sábado com nossa comunidade?”1

“4. Em que área de sua vida os padrões e princípios do sábado deveriam ter um impacto maior?”1

Resumo:

“Deus concedeu o sábado como uma lembrança da criação e da redenção, mas ele também nos ensina a confiar na provisão de Deus e a promover a igualdade; e pode se tornar uma disciplina espiritual capaz de transformar todos os nossos relacionamentos. Jesus demonstrou Seu ideal para o sábado tornando-o um dia para beneficiar os necessitados.”1

Sexta-feira, 19 de julho de 2019. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. “Mesus pequeninos irmãos”: servindo aos necessitados. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 496, jul. ago. set. 2019. Adulto, Professor. 

Descanso sabático para a terra

Lições da Bíblia

“Como vimos, o sábado era uma parte enraizada no ciclo da vida da nação israelita. Mas o princípio do sábado não se referia apenas a um dia a cada semana. Ele também incluía um descanso especial em todo sétimo ano, culminando no ano do jubileu após sete séries de sete anos, ou seja, a cada 50 anos.”1

“5. Leia Levítico 25:1-7. O que é marcante nessa instrução? De que maneiras você pode incorporar esse princípio em sua vida e trabalho?”1

Levítico (25:1-7 ARA)2: “1 Disse o SENHOR a Moisés, no monte Sinai: 2 Fala aos filhos de Israel e dize-lhes: Quando entrardes na terra, que vos dou, então, a terra guardará um sábado ao SENHOR.Seis anos semearás o teu campo, e seis anos podarás a tua vinha, e colherás os seus frutos.Porém, no sétimo ano, haverá sábado de descanso solene para a terra, um sábado ao SENHOR; não semearás o teu campo, nem podarás a tua vinha. 5 O que nascer de si mesmo na tua seara não segarás e as uvas da tua vinha não podada não colherás; ano de descanso solene será para a terra. 6 Mas os frutos da terra em descanso vos serão por alimento, a ti, e ao teu servo, e à tua serva, e ao teu jornaleiro, e ao estrangeiro que peregrina contigo;e ao teu gado, e aos animais que estão na tua terra, todo o seu produto será por mantimento.”

“O ano sabático permitia que a terra agrícola permanecesse em repouso durante o ano. É um extraordinário ato de administração do solo, e a sabedoria dessa prática agrícola tem sido amplamente reconhecida.”1

“O sétimo ano também era importante para os escravos (veja Êx 21:1-11).

Êxodo (21:1-11 ARA): “1 São estes os estatutos que lhes proporás: 2 Se comprares um escravo hebreu, seis anos servirá; mas, ao sétimo, sairá forro, de graça. 3 Se entrou solteiro, sozinho sairá; se era homem casado, com ele sairá sua mulher. 4 Se o seu senhor lhe der mulher, e ela der à luz filhos e filhas, a mulher e seus filhos serão do seu senhor, e ele sairá sozinho. 5 Porém, se o escravo expressamente disser: Eu amo meu senhor, minha mulher e meus filhos, não quero sair forro. 6 Então, o seu senhor o levará aos juízes, e o fará chegar à porta ou à ombreira, e o seu senhor lhe furará a orelha com uma sovela; e ele o servirá para sempre. 7 Se um homem vender sua filha para ser escrava, esta não lhe sairá como saem os escravos. 8 Se ela não agradar ao seu senhor, que se comprometeu a desposá-la, ele terá de permitir-lhe o resgate; não poderá vendê-la a um povo estranho, pois será isso deslealdade para com ela. 9 Mas, se a casar com seu filho, tratá-la-á como se tratam as filhas. 10 Se ele der ao filho outra mulher, não diminuirá o mantimento da primeira, nem os seus vestidos, nem os seus direitos conjugais. 11 Se não lhe fizer estas três coisas, ela sairá sem retribuição, nem pagamento em dinheiro.”

“No caso de um israelita ficar tão endividado a ponto de se vender como escravo, ele seria libertado no sétimo ano. Da mesma forma, as dívidas pendentes deveriam ser canceladas no final do sétimo ano (veja Dt 15:1-11).”1

Deuteronômio (15:1-11 ARA): “Como ocorria no tempo do maná concedido por Deus aos israelitas no deserto, o fato de não plantar durante um período era um ato de confiança de que Deus proveria o suficiente no ano anterior e a partir daquilo que a terra produzisse por si mesma no ano sabático. Semelhantemente, libertar escravos e cancelar dívidas era um ato de misericórdia, mas também um ato de confiança no poder de Deus para suprir as necessidades deles. De certa maneira, as pessoas necessitavam descobrir que não precisavam oprimir os outros para se sustentarem.”1

“Os princípios e o modelo do sábado deveriam estar intimamente ligados à estrutura da sociedade israelita como um todo. Semelhantemente, a guarda do sábado contemporânea deve ser uma disciplina espiritual que transforme todos os nossos outros dias. Em sentido prático, o sábado é uma forma de viver as instruções de Jesus de buscar primeiramente ‘o Seu reino e a Sua justiça’. Ele disse: ‘Vosso Pai celeste sabe que necessitais de todas” essas coisas, e elas “vos serão acrescentadas’ (Mt 6:32, 33).”1

“Que diferença a guarda do sábado deve fazer para os outros seis dias da semana? Afinal, se alguém é ganancioso, egoísta e insensível de domingo a sexta-feira, é possível ser diferente no sábado? O que precisamos mudar para que a nossa semana seja mais parecida com o espírito do sábado?”1

Quinta-feira, 18 de julho de 2019. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. “Mesus pequeninos irmãos”: servindo aos necessitados. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 496, jul. ago. set. 2019. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.