O poder da ressurreição de Cristo – Estudo adicional

Lições da Bíblia1

Leia, de Ellen G. White, O Grande Conflito [CPB, 2021], “O grande resgate” (p. 527-540).

“A divindade de Cristo é a certeza de vida eterna para aquele que crê. ‘Aquele que crê em Mim’, disse Jesus, ‘ainda que morra, viverá; e quem vive e crê em Mim não morrerá eternamente. Você crê nisso?’ (Jo 11:25, 26, NVI). Cristo estava olhando para o tempo de Sua segunda vinda. Nesse momento, os justos mortos ressuscitarão incorruptíveis, e os vivos serão trasladados para o Céu sem ver a morte. O milagre que Cristo estava prestes a realizar, ao ressuscitar Lázaro dos mortos, representaria a ressurreição de todos os justos mortos” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações [CPB, 2021], p. 424).

“A Terra ficou extremamente agitada quando a voz do Filho de Deus chamou os santos que dormiam o sono da morte. Eles respondiam à chamada e saíam revestidos de gloriosa imortalidade, clamando: ‘Tragada foi a morte pela vitória. Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão?’ (1Co 15:54, 55). Então os santos vivos e os ressuscitados erguiam a voz em uma aclamação de vitória, longa e arrebatadora. Aqueles corpos que haviam descido à sepultura levando os sinais da enfermidade e da morte surgiam com saúde e vigor imortais. Os santos vivos foram transformados em um momento, num abrir e fechar de olhos, e arrebatados com os ressuscitados; e juntos encontraram seu Senhor nos ares. Que encontro glorioso! Amigos que a morte havia separado foram reunidos, para nunca mais se separarem” (Ellen G. White, História da Redenção [CPB, 2021], p. 288, 289).

Perguntas para consideração

1. A ressurreição de Cristo é parte integrante da mensagem do evangelho (1Co 15:1-4). Sem a ressurreição, a proclamação da morte de Cristo perderia o sentido (1Co 15:14). A própria morte de Cristo seria irrelevante. Por quê? O que sua resposta revela sobre o poder da ressurreição?

2. Reflita na afirmação de Paulo: “Se os mortos não ressuscitam, ‘comamos e bebamos, porque amanhã morreremos’” (1Co 15:32). O que isso significa?

3. Em classe, converse sobre o estado dos mortos. Por que 1 Coríntios 15 não faz sentido se, ao morrer, os salvos fossem levados imediatamente para o Céu?

Sexta-feira, 21 de agosto de 2026. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. 1 e 2 Coríntios. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 525, jul. ago. set. 2026. Adulto, Professor.

Vitória final sobre a morte

Lições da Bíblia1

6. Leia 1 Coríntios 15:54-57. O que esse trecho nos diz a respeito da nossa vitória definitiva sobre a morte?

1 Coríntios 15:54-57 (NAA)2: 54 E, quando este corpo corruptível se revestir de incorruptibilidade e o que é mortal se revestir de imortalidade, então se cumprirá a palavra que está escrita: “Tragada foi a morte pela vitória.” 55 “Onde está, ó morte, a sua vitória? Onde está, ó morte, o seu aguilhão?” 56 O aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei. 57 Graças a Deus, que nos dá a vitória por meio de nosso Senhor Jesus Cristo.

Paulo inicia o último parágrafo de 1 Coríntios 15 com uma afirmação intrigante: “A carne e o sangue não podem herdar o reino de Deus” (1Co 15:50). Muitos leitores usam essa declaração para dizer que Paulo defendia uma existência imaterial no Céu. Contudo, o contexto aponta em outra direção. O paralelismo de 1 Coríntios 15:50 sugere que “carne e sangue” corresponde a “corrupção”, bem como “reino de Deus” corresponde a “incorrupção”. Assim como em 1 Coríntios 15:42 a 49, Paulo contrasta o corpo atual (ou mesmo o corpo morto) com o corpo ressuscitado. O corpo sepultado é marcado por corrupção e mortalidade; o ressuscitado, por incorrupção e imortalidade (1Co 15:50, 53, 54). Em resumo, nosso corpo precisa passar por uma transformação radical para herdar o Céu.

Em termos práticos, Paulo usa “corrupção” e “mortalidade” para se referir à nossa natureza pecaminosa. Em escritos judaicos, “carne e sangue” é uma expressão para a humanidade decaída. Por isso, nosso corpo deve ser transformado e purificado de toda imperfeição na volta de Cristo.

Somente quando essa natureza pecaminosa for removida (1Co 15:54) e passarmos pela experiência da glorificação (1Co 15:51-53; 1Ts 4:13-17) se cumprirá a proclamação: “Tragada foi a morte pela vitória” (1Co 15:54). Nesse momento, cantaremos este hino ousado e desafiador: “Onde está, ó morte, a sua vitória? Onde está, ó morte, o seu aguilhão?” (1Co 15:55). Tudo isso ocorrerá na segunda vinda de Cristo (1Co 15:51, 52).

Pense nisto: uma pessoa fecha os olhos na morte e, na sequência, a próxima experiência será a segunda vinda de Cristo, quando Ele a ressuscitará. Não importa quando o crente morreu – mesmo que há milhares de anos –, “num momento, num abrir e fechar de olhos”, voltará à vida “ao ressoar da última trombeta”. Pois a “trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados” (1Co 15:52).

Quem nunca lamentou como a vida passa rapidamente? Do mesmo modo, a volta de Jesus nos parecerá rápida. Talvez, naquele dia, pensemos: “Senhor, como Tua vinda foi rápida!” Como essa perspectiva nos ajuda a lidar melhor com o que é visto como “demora”?

Quinta-feira, 20 de agosto de 2026. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. 1 e 2 Coríntios. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 525, jul. ago. set. 2026. Adulto, Professor.

2 BÍBLIA Sagrada. Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil. Edição Revista e Atualizada no Brasil, 3. ed. (Nova Almeida Atualizada). Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2017.

O corpo ressuscitado

Lições da Bíblia1

Em 1 Coríntios 15:35 a 39, Paulo passa a tratar, ainda que brevemente, do corpo na ressurreição. Ele abre essa seção com duas perguntas: “Como é que os mortos ressuscitam? E com que corpo virão?” (1Co 15:35). As respostas aparecem em 1 Coríntios 15:36 a 49.

5. Leia 1 Coríntios 15:36-41. Como esse trecho responde às perguntas de 1 Coríntios 15:35?

1 Coríntios 15:35 (NAA)2: Mas alguém dirá: “Como é que os mortos ressuscitam? E com que corpo virão?”

1 Coríntios 15:36-41 (NAA)2: 36 Insensato! O que você semeia não nasce, se primeiro não morrer. 37 E, quando semeia, você não semeia o corpo que há de ser, mas o simples grão, como de trigo ou de qualquer outra semente. 38 Mas Deus lhe dá corpo como ele quer dar e a cada uma das sementes dá o seu corpo apropriado. 39 Nem toda carne é a mesma; porém uma é a carne dos seres humanos; outra, a dos animais; outra, a das aves; e outra, a dos peixes. 40 Também há corpos celestiais e corpos terrestres; e, sem dúvida, uma é a glória dos celestiais, e outra, a dos terrestres. 41 Uma é a glória do sol; outra, a glória da lua; e outra, a das estrelas. Porque até entre estrela e estrela há diferenças de glória.

Paulo usa três comparações para ajudar seus leitores a entenderem o que acontecerá na ressurreição. A primeira (1Co 15:36-38) observa que o corpo é como uma semente que precisa “morrer” (ou deixar de ser semente) para, de modo miraculoso, tornar-se planta. A lição é clara: a ressurreição é um milagre de Deus. A segunda comparação, a analogia dos corpos (1Co 15:39, 40), destaca que, neste mundo, Deus deu tipos distintos de corpos a animais e seres humanos, apropriados ao ambiente atual. Do mesmo modo, nosso corpo será adequado às novas circunstâncias do mundo celestial. Essa ideia prossegue com a analogia do corpo glorioso (1Co 15:40, 41), que enfatiza que a glória do corpo ressuscitado supera imensamente a do corpo anterior, marcado por nossa condição terrena e decaída.

Essa verdade também aparece em quatro contrastes entre o corpo atual e o corpo ressuscitado. O primeiro é terreno, corruptível, fraco e natural; o segundo é celestial, incorruptível, poderoso e espiritual (1Co 15:40-44). Isso não significa ausência de continuidade entre ambos. O uso do termo grego soma (“corpo”) tanto para o corpo sepultado quanto para o corpo ressuscitado indica continuidade. Por outro lado, os quatro contrastes acima apontam descontinuidade: nosso novo corpo – graças ao Senhor – não será o mesmo corpo sujeito à decadência que temos agora.

Paulo não relaciona o termo “espiritual” a uma existência imaterial. Em outra passagem, ele explica que Jesus “transformará o nosso corpo humilhado, tornando-o semelhante ao Seu corpo glorioso” (Fp 3:21, NVI). Teremos corpo real, porém que não se desgasta nem se corrompe. Como tudo o que conhecemos envolve decadência, doença e morte, é difícil imaginar a vida sem essas coisas, mas é exatamente isso que nos é prometido em Cristo.

De que maneira a certeza de que nosso corpo será transformado à perfeição nos ajuda a lidar, com resiliência, com as limitações físicas que enfrentamos hoje?

Quarta-feira, 19 de agosto de 2026. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. 1 e 2 Coríntios. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 525, jul. ago. set. 2026. Adulto, Professor.

2 BÍBLIA Sagrada. Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil. Edição Revista e Atualizada no Brasil, 3. ed. (Nova Almeida Atualizada). Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2017.

Cristo, as Primícias

Lições da Bíblia1

Se Jesus não estivesse vivo, toda expectativa em relação ao futuro seria uma ilusão (1Co 15:12-19). “Mas, de fato, Cristo ressuscitou dentre os mortos”. Sua ressurreição é um evento histórico. Por isso, podemos estar (1Co 15:20) certos de que todos os que morreram em Cristo ressuscitarão por ocasião de Sua vinda (1Co 15:20-23). 

4. Leia 1 Coríntios 15:20-23. O que significa dizer que Jesus é as “primícias”?

1 Coríntios 15:20-23 (NAA): 20 Mas, de fato, Cristo ressuscitou dentre os mortos, sendo ele as primícias dos que dormem. 21 Visto que a morte veio por um homem, também por um homem veio a ressurreição dos mortos. 22 Porque, assim como, em Adão, todos morrem, assim também todos serão vivificados em Cristo. 23 Cada um, porém, na sua ordem: Cristo, as primícias; depois, os que são de Cristo, na sua vinda.

O fim desta era maligna será marcado pela ressurreição corporal dos que morreram em Cristo (1Co 15:24; Ap 20:5, 6). Como o último Adão, regará o reino ao Pai, devolvendo-Lhe o domínio deste mundo (1Co 15:25-28). Devemos entender a sujeição de Cristo a Deus (1Co 15:28) à luz do paralelo entre Adão e Cristo. Como o Adão definitivo no plano da redenção (1Co 15:45), Jesus Se submete inteiramente à vontade do Pai – algo que o primeiro Adão não fez.

Em 1 Coríntios 15:29 a 34, Paulo retoma seu pensamento sobre a insensatez de negar a ressurreição. Ele usa a ilustração do batismo, que simboliza a união do crente com Cristo em Sua morte e ressurreição (Rm 6:3, 4; Cl 2:12); negar a ressurreição não faz sentido. O que é difícil de compreender, contudo, é o que Paulo quis dizer com batismo “por causa” dos mortos (1Co 15: 29).

“Há várias tentativas de explicação, mas é melhor interpretar a expressão como uma referência à decisão de algumas pessoas de se batizarem para que pudessem se reunir novamente, na ressurreição, com os entes queridos que já haviam falecido. Também poderia ser que a decisão de ser batizado fosse uma resposta à vida exemplar daqueles que morreram em Cristo. Nesse caso, a expressão se referiria a pessoas que não eram batizadas no lugar dos mortos, mas por causa da influência de pessoas que já haviam morrido” (Comentário Bíblico Andrews, v. 4: “Romanos a Apocalipse” [CPB, 2025], p. 206).

Além disso, arriscar a própria vida seria inútil se não houvesse ressurreição (1Co 15:30-32). Nesse cenário, seria melhor entregar-se aos prazeres deste mundo (1Co 15:32).

Reflita nas palavras de Paulo em 2 Timóteo 1:12. Como ele podia ter tanta certeza em relação ao futuro? E nós, como podemos tê-la?

Terça-feira, 18 de agosto de 2026. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. 1 e 2 Coríntios. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 525, jul. ago. set. 2026. Adulto, Professor.

2 BÍBLIA Sagrada. Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil. Edição Revista e Atualizada no Brasil, 3. ed. (Nova Almeida Atualizada). Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2017.

Cristo ressuscitado, nossa única esperança

Lições da Bíblia1

Em 1 Coríntios 15:9 a 19, Paulo mostra quão graves e terríveis são as consequências de negar a ressurreição. Sem ela, os crentes não têm esperança – nem para o presente, muito menos para o futuro.

3. Leia 1 Coríntios 15:9-19. Quais seriam as consequências se Cristo não tivesse ressuscitado?

1 Coríntios 15:9-19 (NAA)2: 9 Porque eu sou o menor dos apóstolos, e nem mesmo sou digno de ser chamado apóstolo, pois persegui a igreja de Deus. 10 Mas, pela graça de Deus, sou o que sou. E a sua graça, que me foi concedida, não se tornou vã. Pelo contrário, trabalhei muito mais do que todos eles; todavia, não eu, mas a graça de Deus comigo. 11 Portanto, seja eu ou sejam eles, assim pregamos e assim vocês creram. 12 Ora, se o que se prega é que Cristo ressuscitou dentre os mortos, como alguns de vocês afirmam que não há ressurreição de mortos? 13 E, se não há ressurreição de mortos, então Cristo não ressuscitou. 14 E, se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa pregação, e é vã a fé que vocês têm. 15 Além disso, somos tidos por falsas testemunhas de Deus, porque temos testemunhado contra Deus que ele ressuscitou a Cristo, ao qual ele não ressuscitou, se é certo que os mortos não ressuscitam. 16 Porque, se os mortos não ressuscitam, também Cristo não ressuscitou. 17 E, se Cristo não ressuscitou, é vã a fé que vocês têm, e vocês ainda permanecem nos seus pecados. 18 E ainda mais: os que adormeceram em Cristo estão perdidos. 19 Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos as pessoas mais infelizes deste mundo.

De modo geral, os pagãos antigos não criam na ressurreição, especialmente no mundo grego, marcado pelo dualismo entre corpo e alma (segundo o qual, na morte, a “alma” se desprende do corpo e vai para onde se supõe que as “almas” dos mortos vão). Paulo começa 1 Coríntios 15:12 com uma pergunta retórica que revela sua perplexidade: “O quê? Como é que alguns de vocês dizem que não existe ressurreição dos mortos?” (1Co 15:12, tradução do autor). Para ele, era inconcebível não crer na ressurreição – até porque havia muitas testemunhas oculares (1Co 15:5-8). Pior ainda: sem a ressurreição, a esperança deles estaria construída sobre uma mentira, e eles a 19 com permaneciam em seus pecados.

Paulo afirma que, se não há ressurreição dos mortos, então: (1) Cristo não ressuscitou (1Co 15:13, 16); (2) nossa pregação é vã (1Co 15:14); (3) nossa fé também é vã (1Co 15:14); (4) somos falsas testemunhas (1Co 15:15); (5) nossa fé é inútil (1Co 15:17); (6) ainda permanecemos em nossos pecados (1Co 15:17); e, naturalmente, (7) os que morreram estão perdidos (1Co 15:18).

Sem a ressurreição, tanto a pregação quanto a fé são “vãs” (1Co 15:14). O termo grego traduzido por “vã”, “vazio” é kenos. Essa tradução é adequada, mas pouco específica. Os estudiosos discutem se kenos significa “vazio” por carecer de verdade (“não é verdadeiro”), de resultado (“sem efeito”) ou de propósito (“sem propósito”, “em vão”).

Seja como for, em um cenário sem ressurreição, a fé é descrita como mataios, “fútil” ou “vã” (1Co 15:17). Embora mataios seja próxima de kenos, a ideia é que, se Jesus não está vivo, a fé é infrutífera – um engano –, porque nossos pecados não foram perdoados (1Co 15:17). Seríamos falsas testemunhas, enganando e sendo enganados (1Co 15:15).

Se, ao morrer, a pessoa vai imediatamente para o Céu ou para o inferno, que sentido em 1 Coríntios 15? Por que a verdade bíblica do “sono” dos mortos é um ensino tão importante?

Segunda-feira, 17 de agosto de 2026. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. 1 e 2 Coríntios. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 525, jul. ago. set. 2026. Adulto, Professor.

2 BÍBLIA Sagrada. Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil. Edição Revista e Atualizada no Brasil, 3. ed. (Nova Almeida Atualizada). Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2017.

Proclamando a ressurreição de Cristo

Lições da Bíblia1

Paulo iniciou 1 Coríntios 15 destacando o evangelho. Ele fala do evangelho: (1) que pregou aos coríntios; (2) que eles receberam; (3) no qual permaneciam firmes; e (4) pelo qual eram salvos (1Co 15:1, 2). Essa abertura prepara o leitor para o que vem a seguir no capítulo e mostra como a ressurreição de Cristo é fundamental para a nossa salvação (veja Rm 10:9, 10). Sua ressurreição é parte tão essencial da mensagem do evangelho que negá-la contradiz a fé Nele.

1. Leia 1 Coríntios 15:1-4; Lucas 24:44-47; Romanos 1:1-4. O que esses textos têm em comum?

1 Coríntios 15:1-4 (NAA)2: 1 Irmãos, venho lembrar-lhes o evangelho que anunciei a vocês, o qual vocês receberam e no qual continuam firmes. 2 Por meio dele vocês também são salvos, se retiverem a palavra assim tal como a preguei a vocês, a menos que tenham crido em vão. 3 Antes de tudo, entreguei a vocês o que também recebi: que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, 4 e que foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras.

Lucas 24:44-47 (NAA)2: 44 A seguir, Jesus lhes disse: — São estas as palavras que eu lhes falei, estando ainda com vocês: era necessário que se cumprisse tudo o que está escrito a respeito de mim na Lei de Moisés, nos Profetas e nos Salmos. 45 Então lhes abriu o entendimento para compreenderem as Escrituras. 46 E disse-lhes: — Assim está escrito que o Cristo tinha de sofrer, ressuscitar dentre os mortos no terceiro dia, 47 e que em seu nome se pregasse arrependimento para remissão de pecados a todas as nações, começando em Jerusalém.

Romanos 1:1-4 (NAA)2: 1 Paulo, servo de Cristo Jesus, chamado para ser apóstolo, separado para o evangelho de Deus, 2 que ele, no passado, prometeu por meio dos seus profetas nas Escrituras Sagradas. 3 Este evangelho diz respeito a seu Filho, o qual, segundo a carne, veio da descendência de Davi 4 e foi designado Filho de Deus com poder, segundo o Espírito de santidade, pela ressurreição dos mortos, a saber, Jesus Cristo, nosso Senhor.

Em 1 Coríntios 15:1 a 4, temos um resumo da mensagem de Paulo. Quer a expressão “segundo as Escrituras” se refira a passagens específicas do Antigo Testamento ou ao conjunto da Bíblia Hebraica, isso não altera o fato: a morte e a ressurreição de Jesus cumprem as promessas de Deus encontradas no Antigo Testamento.

2. Leia 1 Coríntios 15:2, 11. Por que esses versos colocam lado a lado crer e pregar? Que relação existe entre os dois conceitos?

1 Coríntios 15:2, 11 (NAA)2: 2 Por meio dele vocês também são salvos, se retiverem a palavra assim tal como a preguei a vocês, a menos que tenham crido em vão. […] 11 Portanto, seja eu ou sejam eles, assim pregamos e assim vocês creram.

Quem proclama que Cristo ressuscitou precisa, primeiro, crer que Sua ressurreição é um fato histórico. Nesse sentido, 1 Coríntios 15:5 a 8 tem papel decisivo no Novo Testamento: essa passagem apresenta forte evidência bíblica de que Cristo foi visto por inúmeras pessoas após a ressurreição – muitas delas ainda vivas quando Paulo escreveu a carta (1Co 15:6).

Em outras palavras, Paulo diz: “Perguntem a essas pessoas o que elas viram.” Tamanha era sua confiança na realidade da ressurreição de Cristo.

Essas pessoas foram testemunhas oculares. Eram aquilo que Jesus tinha dito que seriam: “testemunhas destas coisas” (Lc 24:48).

Que razões temos para crer na ressurreição de Cristo? Além disso, em que outras coisas – seculares ou sagradas – cremos, mesmo sem tê-las visto pessoalmente?

Domingo, 16 de agosto de 2026. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. 1 e 2 Coríntios. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 525, jul. ago. set. 2026. Adulto, Professor.

2 BÍBLIA Sagrada. Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil. Edição Revista e Atualizada no Brasil, 3. ed. (Nova Almeida Atualizada). Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2017.

O poder da ressurreição de Cristo

Lições da Bíblia1

“E, se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa pregação, e é vã a fé que vocês têm. […] E, se Cristo não ressuscitou, é vã a fé que vocês têm, e vocês ainda permanecem nos seus pecados” (1Co 15:14, 17).

Leituras da semana: 1Co 15:1-58; Lc 24:44-47; Ap 20:5, 6; Cl 2:12; 2Tm 1:12; 1Ts 4:13-17

É curioso que, já em seu tempo, Paulo precisou lidar com aqueles que negavam a ressurreição dos mortos. Afinal, as pessoas viam o que a morte faz ao corpo: ele se decompõe, apodrece, resseca e se torna pó – quase nada. Também sabiam que muitos estavam mortos havia muito tempo. Na verdade, a maioria das pessoas permanece morta por muito mais tempo do que viveu.

Do ponto de vista humano, a ressurreição dos mortos não parecia mais plausível para eles do que parece para muitos hoje. E foi exatamente esse o problema que Paulo enfrentou.

No entanto, esse é um tema crucial: se Jesus não ressuscitou, Ele não é quem disse ser, a cruz não teve efeito e nossos pecados não foram pagos. Restaria apenas o desespero. Mas o nosso Senhor ressuscitou, subiu ao Céu e voltará para nos levar para casa!

Nesta semana, vamos nos concentrar em 1 Coríntios 15 e no seu ensino sobre a ressurreição de Cristo. Influenciados pela mentalidade pagã ao redor, alguns em Corinto afirmavam que não há ressurreição. Em resposta, Paulo apresenta a ressurreição de Cristo como nossa única esperança de salvação.

Sexta-feira, 14 de agosto de 2026. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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O retrato do amor – Estudo adicional

Lições da Bíblia1

Leia, de Ellen G. White, “The Need of Love”, The Advent Review and Sabbath Herald, 28 de agosto de 1888, p. 545, 546.

“Não importa o que professe, aquele cujo coração não está cheio de amor a Deus e aos semelhantes não é verdadeiro discípulo de Cristo. Embora possua grande fé e tenha poder até para realizar milagres, sem amor sua fé não terá nenhum valor. Poderá ostentar grande generosidade, mas, se o motivo não for o amor genuíno, mesmo que entregue todos os seus bens para sustento dos pobres, esse ato não o recomendará ao favor de Deus. Em seu zelo poderá até morrer como mártir, mas, se não for impulsionado pelo amor, será considerado por Deus como um entusiasta iludido ou um hipócrita ambicioso” (Ellen G. White, Atos dos Apóstolos [CPB, 2021], p. 203).

“Temos muito a ensinar. O que é mais necessário […] é amor pelas pessoas que perecem, o amor que vem em ricas torrentes do trono de Deus. O verdadeiro cristianismo difunde o amor por todo o ser. Ele atinge todas as partes vitais: o cérebro, o coração, as mãos auxiliadoras, os pés, habilitando as pessoas a permanecer firmes onde Deus requer que permaneçam, para que não façam caminhos tortuosos para os pés, a fim de que não se extravie o que é manco. O ardente e consumidor amor de Cristo pelas pessoas que perecem é a vida de todo o sistema do cristianismo” (Ellen G. White, Exaltai-O [CPB, 1988], 30 de abril).

“Somente o amor que se origina no coração de Cristo pode curar. Unicamente Aquele em quem esse amor flui, assim como a seiva na árvore e o sangue no corpo, poderá restaurar o coração ferido” (Ellen G. White, Educação [CPB, 2021], p. 79).

Perguntas para consideração

1. O que Paulo quis dizer com a ordem: “Sigam o amor” (1Co 14:1)? Que relação isso tem com o que ele diz em 1 Coríntios 13:4 a 7?

2. Qual característica do amor você mais precisa colocar em prática no dia a dia? Quais são mais necessárias em sua igreja local? E por que Paulo compara o amor a dons como profecia, línguas e conhecimento (1Co 13:8)?

3. Paulo revela que o amor é a solução definitiva para a falta de unidade na igreja de Corinto. Por quê? Como isso se aplica às nossas igrejas hoje?

Sexta-feira, 14 de agosto de 2026. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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