Duas razões para o sábado

Lições da Bíblia

“2. Leia Êxodo 20:8-11 e Deuteronômio 5:12-15. Como essas duas versões do quarto mandamento se complementam?”1

Êxodo (20:8-11 ARA)2: “8 Lembra-te do dia de sábado, para o santificar. 9 Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra. 10 Mas o sétimo dia é o sábado do SENHOR, teu Deus; não farás nenhum trabalho, nem tu, nem o teu filho, nem a tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o forasteiro das tuas portas para dentro; 11 porque, em seis dias, fez o SENHOR os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e, ao sétimo dia, descansou; por isso, o SENHOR abençoou o dia de sábado e o santificou.”

Deuteronômio (5:12-15 ARA)2: “12 Guarda o dia de sábado, para o santificar, como te ordenou o SENHOR, teu Deus. 13 Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra. 14 Mas o sétimo dia é o sábado do SENHOR, teu Deus; não farás nenhum trabalho, nem tu, nem o teu filho, nem a tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu boi, nem o teu jumento, nem animal algum teu, nem o estrangeiro das tuas portas para dentro, para que o teu servo e a tua serva descansem como tu; 15 porque te lembrarás que foste servo na terra do Egito e que o SENHOR, teu Deus, te tirou dali com mão poderosa e braço estendido; pelo que o SENHOR, teu Deus, te ordenou que guardasses o dia de sábado.”

“O ato de ‘lembrar’ é uma parte importante do relacionamento que Deus busca restabelecer com Seu povo – um relacionamento centrado no fato de que Ele é nosso Criador e Redentor. Ambas as funções aparecem nas duas versões bíblicas, o quarto mandamento define o porquê, o como e quem está envolvido na lembrança do sábado.”1

“Ao saírem de uma terra dominada por tantos deuses falsos, os israelitas precisavam ser lembrados da função do verdadeiro Deus como Criador. O sábado era uma forma crucial de fazer isso e se tornou ainda mais significativo no contexto do ciclo semanal de provisão extra de maná às sextas-feiras, um poderoso exemplo de Seu poder criativo. Deus, como Criador, é revelado mais claramente na versão do quarto mandamento apresentada em Êxodo 20.”1

“Em contrapartida, o resgate, a redenção e a salvação do povo são o foco do quarto mandamento em Deuteronômio 5. Os israelitas deviam recontar regularmente essa história de salvação; eles poderiam se reconectar com ela especialmente a cada sábado. Sua história tratava, em primeiro lugar, de um resgate real e físico da escravidão no Egito; contudo, à medida que sua compreensão de Deus e da salvação se desenvolvesse, o sábado também se tornaria um símbolo e celebração semanal de sua salvação espiritual.”1

“Ambas as motivações para a guarda do sábado tratavam da restauração do relacionamento entre Deus e Seu povo: ‘Também lhes dei os Meus sábados, para servirem de sinal entre Mim e eles, para que soubessem que Eu Sou o Senhor que os santifica’ (Ez 20:12). E, como vimos, a questão nunca foi somente a respeito desse grupo de pessoas. Fundamentados nesse relacionamento, os israelitas deveriam estabelecer uma nova sociedade que fosse bondosa com estrangeiros e uma bênção para o restante do mundo.”1

“‘O Senhor, teu Deus, te tirou dali com mão poderosa e braço estendido; pelo que o Senhor, teu Deus, te ordenou que guardasses o dia de sábado’ (Dt 5:15). Ao guardarmos o sábado como uma forma de lembrar e celebrar a nossa criação e redenção, podemos continuar crescendo em nosso relacionamento não apenas com o Senhor, mas com aqueles que nos rodeiam. Deus é bondoso conosco; portanto, devemos ser amáveis para com os outros.

“A guarda do sábado nos torna pessoas melhores, mais gentis, mais atenciosas e compassivas?”1

Segunda-feira, 15 de julho de 2019. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. “Mesus pequeninos irmãos”: servindo aos necessitados. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 496, jul. ago. set. 2019. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Maná suficiente

Lições da Bíblia

“Após gerações de escravidão e a degradação social que essa condição infligiu a Seu povo oprimido, Deus buscou elevar os recém-libertados israelitas, apontando-lhes um estilo de vida melhor e dando-lhes leis para a melhor organização de sua nova sociedade. Porém, uma das primeiras partes desse processo veio na forma de uma lição prática e instrutiva.”1

“Continuando durante todos os 40 anos de peregrinação do povo pelo deserto, esse ritmo de vida, evidência visível da provisão de Deus e do exercício de altruísmo, devia ter se tornado parte da cultura da sociedade israelita. Essa lição ocorreu na forma do maná, uma comida que aparecia no chão todas as manhãs ao redor do acampamento dos israelitas.”1

“1. Leia Êxodo 16:16-18. Em sua opinião, qual é a importância da medida específica para cada pessoa, enfatizada nesses versos?”1

Êxodo (16:16-18 ARA)2: “16 Eis o que o SENHOR vos ordenou: Colhei disso cada um segundo o que pode comer, um gômer por cabeça, segundo o número de vossas pessoas; cada um tomará para os que se acharem na sua tenda. 17 Assim o fizeram os filhos de Israel; e colheram, uns, mais, outros, menos. 18 Porém, medindo-o com o gômer, não sobejava ao que colhera muito, nem faltava ao que colhera pouco, pois colheram cada um quanto podia comer.”

“Em 2 Coríntios 8:10-15, Paulo fez referência a essa história como um exemplo de como os cristãos devem doar: ‘Neste tempo presente, a vossa abundância supra a falta dos outros, para que também a sua abundância supra a vossa falta, e haja igualdade’ (v. 14, ARC).”1

“A lição para os israelitas (e para nós) é esta: Deus concede o suficiente para Seu povo e para Suas criaturas. Se pegarmos apenas aquilo de que necessitamos e estivermos preparados para compartilhar o excedente com os outros, Deus cuidará de nós e nos proporcionará todas as coisas. Pegar apenas o maná suficiente para o dia exigia do povo a confiança de que haveria mais no dia seguinte. Pessoas oprimidas, como os escravos israelitas, tendem a se concentrar em sua sobrevivência; porém, Deus desejava mostrar a eles uma vida de confiança, generosidade e solidariedade.”1

“Mas havia outra dimensão notável nessa prática. Todas as sextas­feiras surgia no chão uma porção dupla de maná e, nesse dia – e somente nesse dia – as pessoas deviam recolher o maná extra, em preparação para o sábado. A provisão especial para o sábado se tornou um meio adicional para que o povo aprendesse a confiar no Senhor em todas as suas necessidades. Essa porção extra de maná, um ato de graça da parte de Deus, permitiu-lhes desfrutar ainda mais plenamente do descanso que Deus lhes prometeu no sábado.”1

“O que podemos fazer às sextas-feiras para aproveitar melhor o que Deus nos oferece no sábado?”1

Domingo, 14 de julho de 2019. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. “Mesus pequeninos irmãos”: servindo aos necessitados. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 496, jul. ago. set. 2019. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Sábado: um dia de liberdade

Lições da Bíblia

“O sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do sábado” (Mc 2:27).

 “Deus criou o sábado como o ato final da semana de criação. Dizem que Ele não apenas descansou no sétimo dia, mas criou o descanso como parte integrante do mundo. O sábado foi uma demonstração de que fomos criados para interagir com Deus e uns com os outros.”1

“Portanto, não é surpresa constatar que o sábado, como um dos mandamentos no plano de Deus para Seu povo, aparece logo no início do estabelecimento da nova nação israelita. Ele devia ter uma função essencial na vida dos hebreus.”1

“Muitas vezes, quando falamos sobre o sábado, a conversa logo muda para a maneira pela qual devemos guardá-lo, quais coisas não devemos fazer e coisas similares. Por mais importantes que sejam essas questões, precisamos compreender a função integral que o sábado foi planejado para desempenhar no mundo e na vida do povo de Deus como um símbolo da graça e de Sua provisão.”1

“Como Jesus disse, o sábado foi criado para toda a humanidade. Quando realmente nos lembramos do sétimo dia, ele nos beneficia todos os dias da semana e, como Jesus demonstrou, ele também pode ser um meio para abençoar outras pessoas.”1

Sábado, 13 de julho de 2019. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. “Mesus pequeninos irmãos”: servindo aos necessitados. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 496, jul. ago. set. 2019. Adulto, Professor. 

Plano para um mundo melhor – Estudo adicional

Lições da Bíblia

Textos de Ellen G. White: Patriarcas e Profetas, p. 303-314 (“Israel Recebe a Lei”); p. 530-536 (“O Cuidado de Deus para com os Pobres”).

“Depois do reconhecimento dos direitos de Deus, nada há que mais caracterize as leis dadas por Moisés do que o espírito liberal, afetuoso e hospitaleiro ordenado para com os pobres. Embora Deus houvesse prometido abençoar grandemente Seu povo, não era Seu desígnio que a pobreza fosse inteiramente desconhecida entre eles. Ele declarou que os pobres nunca se acabariam na Terra. Sempre haveria entre Seu povo os que poriam em ação a compaixão, ternura e benevolência deles. Naquele tempo, como agora, as pessoas estavam sujeitas a contratempos, enfermidade e perda de propriedade. Entretanto, enquanto seguiram as instruções dadas por Deus, não houve mendigos entre eles, nem qualquer que sofresse fome” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 530, 531).1

“Aqueles estatutos destinavam-se a abençoar os ricos não menos que os pobres. Restringiriam a avareza e a disposição para a exaltação própria e cultivariam um espírito nobre e de beneficência; e, alimentando a boa vontade e a confiança entre todas as classes, promoveriam a ordem social e a estabilidade do governo. Nós nos achamos todos entretecidos na grande trama da humanidade, e o que quer que possamos fazer para beneficiar e elevar os outros refletirá em bênçãos a nós mesmos” (Patriarcas e Profetas, p. 534, 535).1

Perguntas para discussão

“1. Do plano de Deus para Israel, qual lei ou estatuto chama sua atenção?”1

“2. Nas leis de Deus para Seu povo, por que Ele Se concentra tanto nos mais vulneráveis?”1

“3. Como devemos entender essas leis hoje? Quais delas são relevantes para nós? O que aprendemos com essas instruções a respeito da maneira pela qual os israelitas deveriam ordenar sua sociedade e sua vida?”1

Resumo:

“Deus ouviu o clamor do povo de Israel no Egito e interveio para resgatá-lo. Ele desenvolveu uma aliança especial com eles e trabalhou com eles para estabelecer uma nova sociedade abençoada, mesmo para os esquecidos, marginalizados e vulneráveis.”1

Sexta-feira, 12 de julho de 2019. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. “Mesus pequeninos irmãos”: servindo aos necessitados. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 496, jul. ago. set. 2019. Adulto, Professor. 

O ano do jubileu

Lições da Bíblia

“Quando Se encontrou com os israelitas como um povo que não tinha uma pátria e que desejava chegar à terra prometida, Deus sabia a importância que a questão da terra passaria a ter quando eles estabelecessem sua nova sociedade em Canaã. Sob a supervisão divina, Josué liderou uma distribuição organizada da terra por tribos e grupos familiares.”1

“Mas o Senhor também sabia que, com o tempo, a prosperidade, a oportunidade e os recursos ligados à posse da terra tenderiam a se concentrar nas mãos de poucos. Dificuldades familiares, problemas de saúde, más escolhas e outras adversidades poderiam fazer com que alguns proprietários de terras vendessem seus bens para obter ganhos a curto prazo ou simplesmente para sobreviver; porém, isso significava que a família poderia ficar desapropriada por sucessivas gerações.”1

“A solução de Deus foi decretar que a terra jamais poderia ser vendida de maneira definitiva. Em vez disso, a terra seria vendida somente até o ‘ano do jubileu’ seguinte, quando retornaria para a família a qual havia sido outorgada, e qualquer terreno vendido poderia ser resgatado pelo vendedor ou por outro membro da sua família a qualquer momento. Novamente, Deus lembrou o povo de seu relacionamento com Ele e como isso afetava sua relação com os outros: ‘Também a terra não se venderá em perpetuidade, porque a terra é Minha; pois vós sois para Mim estrangeiros e peregrinos’ (Lv 25:23).”1

“6. Leia Levítico 25:8-23. Como seria a sociedade se esses princípios fossem aplicados, especialmente as palavras ‘não oprimais ao vosso próximo’?”1

Levítico (25:8-23 ARA)2: “8 Contarás sete semanas de anos, sete vezes sete anos, de maneira que os dias das sete semanas de anos te serão quarenta e nove anos. 9 Então, no mês sétimo, aos dez do mês, farás passar a trombeta vibrante; no Dia da Expiação, fareis passar a trombeta por toda a vossa terra. 10 Santificareis o ano quinquagésimo e proclamareis liberdade na terra a todos os seus moradores; ano de jubileu vos será, e tornareis, cada um à sua possessão, e cada um à sua família. 11 O ano quinquagésimo vos será jubileu; não semeareis, nem segareis o que nele nascer de si mesmo, nem nele colhereis as uvas das vinhas não podadas. 12 Porque é jubileu, santo será para vós outros; o produto do campo comereis. 13 Neste Ano do Jubileu, tornareis cada um à sua possessão. 14 Quando venderes alguma coisa ao teu próximo ou a comprares da mão do teu próximo, não oprimas teu irmão. 15 Segundo o número dos anos desde o Jubileu, comprarás de teu próximo; e, segundo o número dos anos das messes, ele venderá a ti. 16 Sendo muitos os anos, aumentarás o preço e, sendo poucos, abaixarás o preço; porque ele te vende o número das messes. 17 Não oprimais ao vosso próximo; cada um, porém, tema a seu Deus; porque eu sou o SENHOR, vosso Deus. 18 Observai os meus estatutos, guardai os meus juízos e cumpri-os; assim, habitareis seguros na terra. 19 A terra dará o seu fruto, e comereis a fartar e nela habitareis seguros. 20 Se disserdes: Que comeremos no ano sétimo, visto que não havemos de semear, nem colher a nossa messe? 21 Então, eu vos darei a minha bênção no sexto ano, para que dê fruto por três anos. 22 No oitavo ano, semeareis e comereis da colheita anterior até ao ano nono; até que venha a sua messe, comereis da antiga. 23 Também a terra não se venderá em perpetuidade, porque a terra é minha; pois vós sois para mim estrangeiros e peregrinos.

“‘Os estatutos que Deus havia estabelecido destinavam-se a promover a igualdade social. As disposições do ano sabático e do jubileu em grande medida poriam em ordem o que no período anterior havia ido mal na economia social e política da nação’ (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 534).”1

“Os historiadores da Bíblia não têm certeza se esse ritmo econômico e social foi seguido plenamente por um período significativo (veja 2Cr 36:21 [‘para que se cumprisse a palavra do SENHOR, por boca de Jeremias, até que a terra se agradasse dos seus sábados; todos os dias da desolação repousou, até que os setenta anos se cumpriram.’]). Mesmo assim, essas regras oferecem um vislumbre intrigante de como o mundo poderia funcionar se as leis de Deus fossem seguidas completamente. Além disso, elas destacam a preocupação especial de Deus para com os pobres e marginalizados, bem como Seu interesse em que a justiça seja manifestada de maneira prática em nosso mundo.”1

Quinta-feira, 11 de julho de 2019. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. “Mesus pequeninos irmãos”: servindo aos necessitados. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 496, jul. ago. set. 2019. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Segundo dízimo

Lições da Bíblia

“Muitos cristãos reconhecem e seguem as instruções da Bíblia quanto à devolução do dízimo. Fundamentados no texto de Malaquias 3:10, devolvem 10% de seu rendimento – ou ‘lucro’ – para sustentar a obra da igreja na disseminação do evangelho. Os dízimos são confiados às igrejas e estas geralmente têm diretrizes rígidas sobre a maneira de usar esses recursos, principalmente aplicando-os para o sustento do ministério direto e do evangelismo.”1

“5. Leia Deuteronômio 14:22-29. Nessas instruções, qual é o objetivo primário do dízimo? Assinale a alternativa correta:”1

Deuteronômio (14:22-29 ARA)2: “22 Certamente, darás os dízimos de todo o fruto das tuas sementes, que ano após ano se recolher do campo. 23 E, perante o SENHOR, teu Deus, no lugar que escolher para ali fazer habitar o seu nome, comerás os dízimos do teu cereal, do teu vinho, do teu azeite e os primogênitos das tuas vacas e das tuas ovelhas; para que aprendas a temer o SENHOR, teu Deus, todos os dias. 24 Quando o caminho te for comprido demais, que os não possas levar, por estar longe de ti o lugar que o SENHOR, teu Deus, escolher para ali pôr o seu nome, quando o SENHOR, teu Deus, te tiver abençoado, 25 então, vende-os, e leva o dinheiro na tua mão, e vai ao lugar que o SENHOR, teu Deus, escolher. 26 Esse dinheiro, dá-lo-ás por tudo o que deseja a tua alma, por vacas, ou ovelhas, ou vinho, ou bebida forte, ou qualquer coisa que te pedir a tua alma; come-o ali perante o SENHOR, teu Deus, e te alegrarás, tu e a tua casa; 27 porém não desampararás o levita que está dentro da tua cidade, pois não tem parte nem herança contigo. 28 Ao fim de cada três anos, tirarás todos os dízimos do fruto do terceiro ano e os recolherás na tua cidade. 29 Então, virão o levita (pois não tem parte nem herança contigo), o estrangeiro, o órfão e a viúva que estão dentro da tua cidade, e comerão, e se fartarão, para que o SENHOR, teu Deus, te abençoe em todas as obras que as tuas mãos fizerem.”

A (   ) Dividir as bênçãos do dízimo com os levitas e sacerdotes nos anos regulares e a cada três anos com os estrangeiros, órfãos, etc.
B (   ) Usar o dízimo apenas em benefício próprio.

Resposta sugestiva: Alternativa A.

“A tentação é pensar que nossa doação está completa quando entregamos os 10%. Contudo, estudos sugerem que um israelita que vivia e doava de acordo com as diretrizes das leis levíticas daria regularmente entre 25% a 33% da renda do ano para a obra de Deus a fim de sustentar os sacerdotes e o santuário, bem como ajudar os pobres.”1

“Alguns estudiosos descrevem essa doação – especialmente para sustentar os estrangeiros, órfãos e viúvas – como um segundo dízimo. Evidentemente, Deus prometeu abençoá-los, especialmente em sua nova terra, mas eles não deviam tomar essa bênção como garantida nem esquecer os desfavorecidos.”1

“Em anos regulares, essa porção da colheita deveria ser levada ao santuário, mas a cada três anos as bênçãos deveriam ser compartilhadas com a comunidade. Nessas celebrações da colheita, os dízimos eram dados ‘ao levita, ao estrangeiro, ao órfão e à viúva, para que [comessem] dentro das [suas] cidades e se [fartassem]’ (Dt 26:12).”1

“De acordo com as instruções de Deus, pelo menos uma parte das doações dos israelitas deveria se concentrar em prover assistência financeira e prática aos necessitados. Isso estava fundamentado na lembrança do povo e no reconhecimento de como Deus havia sido misericordioso e justo para com eles.”1

“Leia Deuteronômio 26:1-11 [‘1 Ao entrares na terra que o SENHOR, teu Deus, te dá por herança, ao possuí-la e nela habitares, 2 tomarás das primícias de todos os frutos do solo que recolheres da terra que te dá o SENHOR, teu Deus, e as porás num cesto, e irás ao lugar que o SENHOR, teu Deus, escolher para ali fazer habitar o seu nome. 3 Virás ao que, naqueles dias, for sacerdote e lhe dirás: Hoje, declaro ao SENHOR, teu Deus, que entrei na terra que o SENHOR, sob juramento, prometeu dar a nossos pais. 4 O sacerdote tomará o cesto da tua mão e o porá diante do altar do SENHOR, teu Deus. 5 Então, testificarás perante o SENHOR, teu Deus, e dirás: Arameu prestes a perecer foi meu pai, e desceu para o Egito, e ali viveu como estrangeiro com pouca gente; e ali veio a ser nação grande, forte e numerosa. 6 Mas os egípcios nos maltrataram, e afligiram, e nos impuseram dura servidão. 7 Clamamos ao SENHOR, Deus de nossos pais; e o SENHOR ouviu a nossa voz e atentou para a nossa angústia, para o nosso trabalho e para a nossa opressão; 8 e o SENHOR nos tirou do Egito com poderosa mão, e com braço estendido, e com grande espanto, e com sinais, e com milagres; 9 e nos trouxe a este lugar e nos deu esta terra, terra que mana leite e mel. 10 Eis que, agora, trago as primícias dos frutos da terra que tu, ó SENHOR, me deste. Então, as porás perante o SENHOR, teu Deus, e te prostrarás perante ele. 11 Alegrar-te-ás por todo o bem que o SENHOR, teu Deus, te tem dado a ti e a tua casa, tu, e o levita, e o estrangeiro que está no meio de ti.’].

O que o Senhor estava dizendo ao povo? Como devemos aplicar isso à nossa atitude em relação aos necessitados?”1

Ore e prepare seu coração para a Semana de Oração Jovem, a ser realizada de 20 a 27 de julho.

Quarta-feira, 10 de julho de 2019. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. “Mesus pequeninos irmãos”: servindo aos necessitados. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 496, jul. ago. set. 2019. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Escravos, viúvas, órfãos e estrangeiros

Lições da Bíblia

“3. Leia Êxodo 23:9. Qual é a mensagem de Deus para Israel nesse verso? Assinale ‘V’ para verdadeiro ou ‘F’ para falso:”1

Êxodo (23:9 ARA)2:

“Também não oprimirás o forasteiro; pois vós conheceis o coração do forasteiro, visto que fostes forasteiros na terra do Egito.”

A. (   ) Oprimam o estrangeiro que vive em Israel.

B. (   ) A essência é: ‘Façam aos outros o que vocês desejam que façam a vocês’.

Resposta sugestiva: F; V.

 “Como escravos recém-libertos, os israelitas sabiam o que era ser oprimido, explorado e marginalizado. Enquanto celebravam a liberdade, a preocupação de Deus era de que eles se esquecessem de onde tinham vindo, o que era ser excluído e o que Ele havia feito para salvá-los. Ele instituiu a Páscoa como um evento memorial e uma oportunidade para recontar a história: ‘O Senhor com mão forte nos tirou da casa da servidão’ (Êx 13:14).”1

“4. Leia Êxodo 22:21-23. Quando Deus instruiu o povo quanto ao modo de tratar os menos afortunados em sua nova sociedade, por que foi importante lembrá-los de sua própria história de escravidão?”1

Êxodo (22:21-23 ARA)2:

“21 Não afligirás o forasteiro, nem o oprimirás; pois forasteiros fostes na terra do Egito. 22 A nenhuma viúva nem órfão afligireis. 23 Se de algum modo os afligirdes, e eles clamarem a mim, eu lhes ouvirei o clamor;”

“Os ecos mal haviam desaparecido, após a promulgação dos Dez Mandamentos, quando Moisés foi chamado a passar mais tempo com Deus. Ele então recebeu instruções detalhadas sobre como esses grandiosos mandamentos deviam ser vividos na sociedade israelita. Mesmo antes das instruções para construir o tabernáculo, Deus concedeu, em três capítulos, leis como, por exemplo, o tratamento apropriado dos escravos – leis que estavam em claro contraste com o tratamento que os israelitas haviam recebido. Havia leis que tratavam de crimes violentos, leis relacionadas à propriedade, leis para a vida cotidiana e princípios para estabelecer tribunais que implementassem essas leis e administrassem a justiça (Leia Êxodo 22:21-23).”1

“Entre essas leis, destacava-se a preocupação com os concidadãos nessa nova sociedade, bem como o cuidado com os estrangeiros e os mais vulneráveis. Essas pessoas não deveriam ser exploradas; elas receberam até direitos de acesso ao alimento de maneira a respeitar sua dignidade, como a possibilidade de recolher as sobras das colheitas. Esse tratamento para com os estrangeiros não era comum no mundo antigo. Ainda hoje alguns parecem esquecer os importantes princípios morais encontrados aqui em relação à maneira de tratar os outros.”1

“Alguma lembrança o tornou mais compassivo e preocupado com o sofrimento ou a injustiça que atinge os outros? Qual?”1

Terça-feira, 09 de julho de 2019. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. “Mesus pequeninos irmãos”: servindo aos necessitados. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 496, jul. ago. set. 2019. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.