Certo tipo de esperança

Lições da Bíblia

“A religião tem sido muitas vezes criticada por uma tendência de tirar o foco dos cristãos da vida presente e atraí-los a uma vida melhor no além. A crítica é que a ênfase em outro domínio se torna uma forma de escapismo santificado e torna o cristão menos benéfico para o mundo e para a sociedade. Por vezes, os cristãos têm se tornado vulneráveis a essas críticas, às vezes até cultivando, pregando e praticando essas atitudes.”1

“Também temos exemplos terríveis de pessoas poderosas dizendo aos pobres e oprimidos que simplesmente aceitem sua triste sorte aqui, pois, quando Jesus voltar, tudo será corrigido.”1

“Evidentemente, nosso mundo é caído, arruinado e trágico, e não há nada de errado nem inapropriado em almejar o dia em que Deus colocará o mundo em ordem, em que Ele acabará com a injustiça, a dor e a tristeza e substituirá a desordem atual por Seu reino glorioso e justo. Afinal, sem essa esperança e essa promessa, realmente não teríamos nenhuma perspectiva.”1

“Em Seu sermão sobre o fim do mundo (veja Mt 24 e 25), Jesus passou a primeira metade de Seu discurso detalhando a necessidade de fugir, chegando ao ponto de dizer que, se ‘aqueles dias’ ‘não tivessem’ ‘sido abreviados, ninguém seria salvo’ (Mt 24:22). Contudo, essa é mais uma introdução à Sua explicação sobre o significado das promessas de Deus. No contexto da esperança cristã para o futuro, concentrar-se unicamente no aspecto da ‘fuga’ é não entender algumas das questões mais profundas que Jesus estava apresentando.”1

“2. Leia Mateus 24 e 25. Quais são os pontos mais importantes da sua leitura desse sermão de Jesus? Como você resumiria as instruções de Cristo sobre como devemos viver enquanto esperamos Seu retorno?”1

Mateus (24 ARA)2: […] 12 E, por se multiplicar a iniquidade, o amor se esfriará de quase todos. 13 Aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo. 14 E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim. […] 21 porque nesse tempo haverá grande tribulação, como desde o princípio do mundo até agora não tem havido e nem haverá jamais. 22 Não tivessem aqueles dias sido abreviados, ninguém seria salvo; mas, por causa dos escolhidos, tais dias serão abreviados. […] 37 Pois assim como foi nos dias de Noé, também será a vinda do Filho do Homem. 38 Porquanto, assim como nos dias anteriores ao dilúvio comiam e bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, 39 e não o perceberam, senão quando veio o dilúvio e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do Homem. […] 44 Por isso, ficai também vós apercebidos; porque, à hora em que não cuidais, o Filho do Homem virá. […] 46 Bem-aventurado aquele servo a quem seu senhor, quando vier, achar fazendo assim. […]”

Mateus (25 ARA)2: “[…] 31 Quando vier o Filho do Homem na sua majestade e todos os anjos com ele, então, se assentará no trono da sua glória; 32 e todas as nações serão reunidas em sua presença, e ele separará uns dos outros, como o pastor separa dos cabritos as ovelhas; 33 e porá as ovelhas à sua direita, mas os cabritos, à esquerda; 34 então, dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai! Entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo. 35 Porque tive fome, e me destes de comer; tive sede, e me destes de beber; era forasteiro, e me hospedastes; 36 estava nu, e me vestistes; enfermo, e me visitastes; preso, e fostes ver-me. 37 […] 44 E eles lhe perguntarão: Senhor, quando foi que te vimos com fome, com sede, forasteiro, nu, enfermo ou preso e não te assistimos? 45 Então, lhes responderá: Em verdade vos digo que, sempre que o deixastes de fazer a um destes mais pequeninos, a mim o deixastes de fazer. 46 E irão estes para o castigo eterno, porém os justos, para a vida eterna.

“Nossas crenças acerca do futuro têm implicações importantes sobre nossa maneira de viver hoje. Uma confiança saudável nas promessas de Deus para o futuro do nosso mundo deve ser o catalisador do envolvimento ativo, a faísca de uma vida rica e profunda e que faz a diferença para os outros.”1

“Como a esperança e a promessa do retorno de Jesus devem influenciar nossa maneira de viver hoje, especialmente no contexto de ajudar os necessitados?”1

Segunda-feira, 09 de setembro de 2019. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. “Meus pequeninos irmãos”: servindo aos necessitados. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 496, jul. ago. set. 2019. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

“Até quando, Senhor?”

Lições da Bíblia

“Ao longo da história bíblica, há um repetido clamor do povo de Deus, especialmente dos que estavam vivenciando a escravidão, o exílio, a opressão, a pobreza ou outra injustiça ou tragédia, para que Ele interviesse. Os escravos no Egito, os israelitas em Babilônia e muitos outros clamaram a Deus para que Ele visse e ouvisse seu sofrimento e corrigisse esses males. E a Bíblia oferece importantes exemplos das ações de Deus para resgatar e restaurar Seu povo, às vezes até vingando-Se de seus opressores e inimigos.”1

“Mas esses resgates eram geralmente efêmeros, e os diversos profetas continuaram a apontar para uma intervenção final, quando Deus colocaria um fim ao mal e ergueria os oprimidos. Ao mesmo tempo, esses profetas continuaram clamando: ‘Ó Senhor dos Exércitos, até quando?’ Por exemplo, o anjo do Senhor perguntou sobre o exílio dos israelitas: ‘Ó Senhor dos Exércitos, até quando não terás compaixão’? (Zc 1:12).”1

“Os salmos estão repletos de lamentos sobre a aparente prosperidade e boa sorte dos ímpios, enquanto os justos são maltratados, explorados e pobres. O salmista repetidamente pediu a Deus que interviesse, crendo que o mundo presente não é ordenado da maneira que Deus o criou, e assumindo o clamor dos profetas e oprimidos. ‘Até quando, Senhor?’

(Veja, por exemplo, Sl 94:3-7 [‘3 Até quando, SENHOR, os perversos, até quando exultarão os perversos? 4 Proferem impiedades e falam coisas duras; vangloriam-se os que praticam a iniquidade. 5 Esmagam o teu povo, SENHOR, e oprimem a tua herança. 6 Matam a viúva e o estrangeiro e aos órfãos assassinam. 7 E dizem: O SENHOR não o vê; nem disso faz caso o Deus de Jacó.’]).1

“Em certo sentido, a injustiça é mais difícil de ser suportada entre os que acreditam em um Deus justo que deseja justiça para todo o Seu povo. O povo de Deus sempre terá um senso de impaciência para com o mal no mundo – e a aparente inércia de Deus é outra fonte de inquietação. Daí, às vezes, as duras perguntas dos profetas: ‘Até quando, Senhor, clamarei por socorro, sem que Tu ouças? Até quando gritarei a Ti: ‘Violência!’ sem que tragas salvação?’ (Hc 1:2, NVI).”1

“Um clamor semelhante é erguido no Novo Testamento, em que até mesmo a própria criação é retratada como se estivesse clamando, com gemidos, pelo resgate e recriação divinos

(veja Rm 8:19-22 [‘19 A ardente expectativa da criação aguarda a revelação dos filhos de Deus. 20 Pois a criação está sujeita à vaidade, não voluntariamente, mas por causa daquele que a sujeitou, 21 na esperança de que a própria criação será redimida do cativeiro da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus. 22 Porque sabemos que toda a criação, a um só tempo, geme e suporta angústias até agora.’]).

Em Apocalipse 6:10, esse clamor, ‘Ó Senhor dos Exércitos, até quando?’, é levantado em nome daqueles que foram martirizados por sua fé em Deus. Porém, é o mesmo clamor, pedindo a intervenção de Deus em favor de Seu povo oprimido e perseguido.”1

“1. Leia Lucas 18:1-8. O que Jesus disse sobre a resposta de Deus aos repetidos clamores e orações de Seu povo para que Ele agisse em favor deles? Como isso está ligado à necessidade de fé?”1

Lucas (18:1-8 ARA)2: “1 Disse-lhes Jesus uma parábola sobre o dever de orar sempre e nunca esmorecer: 2 Havia em certa cidade um juiz que não temia a Deus, nem respeitava homem algum. 3 Havia também, naquela mesma cidade, uma viúva que vinha ter com ele, dizendo: Julga a minha causa contra o meu adversário. 4 Ele, por algum tempo, não a quis atender; mas, depois, disse consigo: Bem que eu não temo a Deus, nem respeito a homem algum; 5 todavia, como esta viúva me importuna, julgarei a sua causa, para não suceder que, por fim, venha a molestar-me. 6 Então, disse o Senhor: Considerai no que diz este juiz iníquo. 7 Não fará Deus justiça aos seus escolhidos, que a ele clamam dia e noite, embora pareça demorado em defendê-los?Digo-vos que, depressa, lhes fará justiça. Contudo, quando vier o Filho do Homem, achará, porventura, fé na terra?

Domingo, 08 de setembro de 2019. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. “Meus pequeninos irmãos”: servindo aos necessitados. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 496, jul. ago. set. 2019. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Vivendo a esperança do advento


Lições da Bíblia

“Meus amados irmãos, sede firmes, inabaláveis e sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que, no Senhor, o vosso trabalho não é vão” (1Co 15:58).1

“Jesus anunciou o reino de Deus como uma realidade presente da qual podemos fazer parte hoje. Ele enviou Seus discípulos para fazer o mesmo anúncio e estabelecer Seu reino mediante a pregação do evangelho e serviço aos outros; isto é, dando gratuitamente como haviam recebido

(veja Mt 10:5-8 [‘5 A estes doze enviou Jesus, dando-lhes as seguintes instruções: Não tomeis rumo aos gentios, nem entreis em cidade de samaritanos; 6 mas, de preferência, procurai as ovelhas perdidas da casa de Israel; 7 e, à medida que seguirdes, pregai que está próximo o reino dos céus. 8 Curai enfermos, ressuscitai mortos, purificai leprosos, expeli demônios; de graça recebestes, de graça dai.’]).”1

“Mas Jesus também foi claro em dizer que Seu reino é diferente, ao dizer que ele ‘não é deste mundo’ (Jo 18:36), e que ainda viria em plenitude. Por Sua encarnação, ministério, morte e ressurreição, o reino de Deus foi inaugurado; no entanto, Jesus também aguardava com ansiedade o tempo em que Seu reino substituiria totalmente os reinos deste mundo, e o reino de Deus seria pleno.”1

“Por definição, os adventistas, que aguardam essa vinda e esse reino, são pessoas esperançosas. Mas essa esperança não trata apenas de um novo mundo futuro. Enquanto a esperança contempla o futuro, ela também transforma o presente. Com essa esperança, vivemos no presente de acordo com o que esperamos viver no futuro, e trabalhamos para fazer a diferença hoje de uma forma que se harmonize com aquilo que esperamos que o mundo seja um dia.”1

Sábado, 07 de setembro de 2019. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. “Meus pequeninos irmãos”: servindo aos necessitados. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 496, jul. ago. set. 2019. Adulto, Professor. 

Vivendo o evangelho – Estudo adicional

Lições da Bíblia

Textos de Ellen G. White: O Desejado de Todas as Nações, p. 19-26 (“Deus Conosco”), e A Ciência do Bom Viver, p. 95-107 (“Salvo Para Servir”).

“Deus reclama toda a Terra como Sua vinha. Embora nas mãos do usurpador, ela pertence a Deus. É Sua não menos pela redenção que pela criação. […] Diariamente, todo o mundo recebe bênçãos de Deus. Cada gota de chuva, cada raio de luz que cai sobre esta geração ingrata, cada folha, e flor, e fruto testifica da longanimidade de Deus e de Seu grande amor” (Ellen G. White, Parábolas de Jesus, p. 301, 302).1

“Em Cristo não há nem judeu nem grego, servo nem livre. Todos são aproximados por Seu precioso sangue” (Gl 3:28; Ef 2:13).

“Há pessoas pobres e tentadas que necessitam de palavras de compaixão e atos de ajuda. Há viúvas que carecem de compaixão e assistência. Há órfãos, aos quais Cristo ordenou aos Seus seguidores que recebessem como um encargo divino. Muitas vezes são abandonados. Podem ser maltrapilhos, grosseiros e, segundo toda a aparência, nada atraentes; contudo são propriedade de Deus. Foram comprados por preço, e aos Seus olhos são tão preciosos quanto nós. São membros da grande família de Deus, e os cristãos, como mordomos Seus, são por eles responsáveis” (Ellen G. White, Parábolas de Jesus, p. 386, 387).1

Perguntas para discussão

“1. Ao realizar boas obras e ajudar os outros, como resistir à tentação de pensar que isso nos torna melhores e nos traz mérito perante Deus?”1

“2. Sua igreja faz ‘distinção’ entre pessoas ou todos são iguais em Cristo? Como ser mais inclusivo?”1

3. Como encontrar o equilíbrio entre fazer o bem aos necessitados e, ao mesmo tempo, alcançá-los com o evangelho? Como fazer as duas coisas?”1

Resumo:

“O amor de Deus, expresso no plano da salvação, oferece perdão, vida e esperança. Como recebedores dessa graça, buscamos compartilhar isso com os outros não para obter a salvação, mas porque fomos criados e recriados para fazê-lo. O evangelho transforma relacionamentos e nos motiva a servir, especialmente aos mais necessitados.”1

Sexta-feira, 06 de setembro de 2019. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. “Meus pequeninos irmãos”: servindo aos necessitados. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 496, jul. ago. set. 2019. Adulto, Professor. 

O evangelho eterno

Lições da Bíblia

“O convite e o apelo transformadores do evangelho ‘a cada nação, e tribo, e língua, e povo’ (Ap 14:6) têm continuado por toda a história cristã. No entanto, o Apocalipse descreve uma proclamação renovada dessa mensagem (as boas-novas sobre Jesus e tudo o que isso implica) no fim dos tempos.”

“7. Leia Apocalipse 14:6, 7. Como a compreensão comum do evangelho, resumida em João 3:16, está incluída na mensagem específica do anjo, no verso 7?”1

Apocalipse (14:6, 7 ARA)2: “6 Vi outro anjo voando pelo meio do céu, tendo um evangelho eterno para pregar aos que se assentam sobre a terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo, 7 dizendo, em grande voz: Temei a Deus e dai-lhe glória, pois é chegada a hora do seu juízo; e adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas.”

“Apocalipse 14:7 reúne três elementos essenciais já observados neste estudo sobre a preocupação de Deus com o mal, a pobreza e a opressão em toda a história da Bíblia:

Juízo. O apelo ao juízo (para que a justiça seja feita) tem sido um repetido clamor dos que têm sido oprimidos ao longo da História. Felizmente, a Bíblia descreve Deus como Aquele que ouve os clamores dos aflitos. Como foi muitas vezes expressado nos Salmos, por exemplo, os que estavam sendo tratados injustamente consideravam o juízo uma boa notícia.

Adoração. Os escritos dos profetas hebreus muitas vezes relacionam a adoração e as boas obras, especialmente ao comparar a adoração dos que afirmavam ser o povo de Deus com os erros que eles haviam cometido e continuavam praticando. Em Isaías 58, por exemplo, Deus declarou explicitamente que a adoração que Ele mais desejava eram atos de bondade e cuidado para com os pobres e necessitados (veja Is 58:6, 7).

Criação. Como vimos, um dos elementos fundamentais do apelo de Deus por justiça é a família comum da humanidade, o fato de que todos fomos criados à Sua imagem e somos amados por Ele, de que temos valor aos Seus olhos e de que ninguém deve ser explorado nem oprimido pela ganância de outros e por seu ganho injusto. Parece claro que essa proclamação do evangelho no fim dos tempos é um chamado amplo e abrangente para aceitarmos o resgate, a redenção e a restauração que Deus deseja para a humanidade caída. Portanto, mesmo em meio às questões relativas à adoração verdadeira e falsa e à perseguição

(veja Ap 14:8-12 [‘8 Seguiu-se outro anjo, o segundo, dizendo: Caiu, caiu a grande Babilônia que tem dado a beber a todas as nações do vinho da fúria da sua prostituição. 9 Seguiu-se a estes outro anjo, o terceiro, dizendo, em grande voz: Se alguém adora a besta e a sua imagem e recebe a sua marca na fronte ou sobre a mão, 10 também esse beberá do vinho da cólera de Deus, preparado, sem mistura, do cálice da sua ira, e será atormentado com fogo e enxofre, diante dos santos anjos e na presença do Cordeiro. 11 A fumaça do seu tormento sobe pelos séculos dos séculos, e não têm descanso algum, nem de dia nem de noite, os adoradores da besta e da sua imagem e quem quer que receba a marca do seu nome. 12 Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus.’]),

o povo de Deus defenderá o que é certo, os mandamentos de Deus e a fé de Jesus, mesmo em meio ao pior dos males.

Como podemos encontrar maneiras de ministrar aos necessitados e, ao mesmo tempo, compartilhar com eles tanto a esperança quanto a advertência encontradas nas três mensagens angélicas?

Quinta-feira, 05 de setembro de 2019. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. “Meus pequeninos irmãos”: servindo aos necessitados. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 496, jul. ago. set. 2019. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Nossa humanidade em comum

Lições da Bíblia

“Por Seu ministério e ensino, Jesus instigou uma inclusão radical. Todos os que sinceramente buscavam Sua atenção (mulheres de má reputação, coletores de impostos, leprosos, samaritanos, centuriões romanos, líderes religiosos ou crianças), eram recebidos com genuína ternura e cuidado. Como a igreja primitiva viria a descobrir de maneira transformadora, isso incluía a oferta do dom da salvação.”1

“À medida que os primeiros cristãos lentamente reconheciam a característica inclusiva do evangelho, eles não apenas acrescentavam à sua fé boas obras em favor dos outros como uma coisa “boa” a ser feita. Isso era fundamental à sua compreensão do evangelho, conforme eles tinham experimentado na vida, ministério e morte de Jesus. Ao lutarem contra os problemas e questões que surgiam, primeiramente de maneira individual para líderes como Paulo e Pedro

(veja, por exemplo, At 10:9-20 [‘9 No dia seguinte, indo eles de caminho e estando já perto da cidade, subiu Pedro ao eirado, por volta da hora sexta, a fim de orar. 10 Estando com fome, quis comer; mas, enquanto lhe preparavam a comida, sobreveio-lhe um êxtase; 11 então, viu o céu aberto e descendo um objeto como se fosse um grande lençol, o qual era baixado à terra pelas quatro pontas, 12 contendo toda sorte de quadrúpedes, répteis da terra e aves do céu. 13 E ouviu-se uma voz que se dirigia a ele: Levanta-te, Pedro! Mata e come. 14 Mas Pedro replicou: De modo nenhum, Senhor! Porque jamais comi coisa alguma comum e imunda. 15 Segunda vez, a voz lhe falou: Ao que Deus purificou não consideres comum. 16 Sucedeu isto por três vezes, e, logo, aquele objeto foi recolhido ao céu. 17 Enquanto Pedro estava perplexo sobre qual seria o significado da visão, eis que os homens enviados da parte de Cornélio, tendo perguntado pela casa de Simão, pararam junto à porta; 18 e, chamando, indagavam se estava ali hospedado Simão, por sobrenome Pedro. 19 Enquanto meditava Pedro acerca da visão, disse-lhe o Espírito: Estão aí dois homens que te procuram; 20 levanta-te, pois, desce e vai com eles, nada duvidando; porque eu os enviei.”

depois como um corpo da igreja no Concílio de Jerusalém (veja At 15), eles começaram a perceber a mudança dramática que essas ‘boas-novas’ trouxeram à sua compreensão do amor e do caráter inclusivo de Deus e como isso deve ser vivido por aqueles que professam segui-Lo.”1

“6. O que os textos a seguir ensinam sobre nossa humanidade em comum? De que maneira cada uma dessas ideias deve influenciar nossa atitude em relação aos outros?”1

Ml 2:10 – “Não temos nós todos o mesmo Pai? Não nos criou o mesmo Deus? Por que seremos desleais uns para com os outros, profanando a aliança de nossos pais?

At 17:26 – “de um só fez toda a raça humana para habitar sobre toda a face da terra, havendo fixado os tempos previamente estabelecidos e os limites da sua habitação;”

Rm 3:23 – “pois todos pecaram e carecem da glória de Deus,”

Gl 3:28 – “Dessarte, não pode haver judeu nem grego; nem escravo nem liberto; nem homem nem mulher; porque todos vós sois um em Cristo Jesus.”

“Gálatas 3:28 é um resumo teológico da história prática que Jesus contou sobre o bom samaritano. Em vez de discutirmos acerca das pessoas a quem devemos servir, apenas sirvamos e estejamos preparados para ser servidos por quem não esperamos que nos sirva. O elemento comum da família humana global é percebido em um nível superior na comunidade dos que estão unidos pelo evangelho, pelo salvífico amor de Deus que nos chama à unidade Nele: ‘Pois, em um só Espírito, todos nós fomos batizados em um corpo, quer judeus, quer gregos, quer escravos, quer livres’ (1Co 12:13).”1

Quarta-feira, 04 de setembro de 2019. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. “Meus pequeninos irmãos”: servindo aos necessitados. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 496, jul. ago. set. 2019. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Graça e boas obras

Lições da Bíblia

“4. Resuma Efésios 2:8-10 com suas palavras. O que esses versos revelam sobre a relação entre a graça e as boas obras?”1

Efésios (2:8-10 ARA)2: “8 Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; 9 não de obras, para que ninguém se glorie. 10 Pois somos feitura dele, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas.”

“A Bíblia revela que fomos criados para, entre outras coisas, adorar a Deus e servir aos outros. Somente em nossa imaginação podemos tentar entender como seriam essas ações em um ambiente sem pecado.”1

“Por enquanto, por causa do pecado, conhecemos apenas este mundo arruinado e caído. Felizmente, a graça de Deus, expressada e representada no sacrifício de Jesus pelos pecados do mundo, torna possível o perdão e a cura. Portanto, mesmo em meio a essa existência arruinada, nossa vida se torna mais plenamente uma obra de Deus, e Ele nos usa para, juntamente com Ele, curar e reparar os danos e as feridas na vida dos outros (veja Ef 2:10). ‘Os que recebem devem comunicar a outros. De todas as direções vêm pedidos de auxílio. Deus roga aos homens que ministrem alegremente a seus semelhantes’ (Ellen G. White, A Ciência do Bom Viver, p. 103).”1

“Não realizamos boas obras (ao cuidar dos pobres, elevar os oprimidos e alimentar os famintos) a fim de ganhar a salvação nem justificação diante de Deus. Em Cristo, pela fé, temos toda a aprovação de que necessitamos aos olhos do Senhor. Além disso, reconhecemo-nos como pecadores e vítimas do pecado, embora tenhamos a consciência de que somos amados e redimidos por Deus. Enquanto ainda lutamos contra as tentações do egocentrismo e da ganância, a graça abnegada e humilde de Deus oferece uma nova vida e um amor que transforma nossa vida.”1

“Quando olhamos para a cruz, vemos o grande e pleno sacrifício feito por nós e percebemos que não podemos acrescentar nada ao que ele nos oferece em Cristo. Mas isso não significa que não devamos fazer algo em resposta ao que recebemos em Cristo. Ao contrário, devemos corresponder ao amor revelado a nós demonstrando amor aos outros.”1

“5. Leia 1 João 3:16, 17. Qual deve ser nossa resposta à cruz? Assinale ‘V’ para verdadeiro ou ‘F’ para falso:”1

1 João (3:16, 17 ARA)2: “16 Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a sua vida por nós; e devemos dar nossa vida pelos irmãos. 17 Ora, aquele que possuir recursos deste mundo, e vir a seu irmão padecer necessidade, e fechar-lhe o seu coração, como pode permanecer nele o amor de Deus?

A. (   ) Como Cristo deu a vida por nós, devemos dar nossa vida aos nossos irmãos.
B. (   ) Precisamos sempre pensar primeiramente em nós.

Resposta sugestiva: V; F.

Terça-feira, 03 de setembro de 2019. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. “Meus pequeninos irmãos”: servindo aos necessitados. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 496, jul. ago. set. 2019. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.