Para todas as gerações – Estudo adicional

Lições da Bíblia1

Textos de Ellen G. White: Patriarcas e Profetas, p. 90-104 (“O dilúvio”) e p. 105-110 (“O mundo pós-diluviano”).

“O arco-íris, um fenômeno físico natural, era um símbolo apropriado da promessa de Deus de nunca mais destruir a Terra por uma inundação. Uma vez que as condições climáticas da Terra seriam diferentes após o dilúvio, e que, na maioria dos lugares do mundo, a chuva tomaria o lugar do antigo orvalho que molhava o solo, era necessário algo para aquietar os temores humanos cada vez que chuva começasse a cair. A mente espiritual pode ver, nos fenômenos naturais, revelações que Deus faz de Si mesmo (ver Rm 1:20). Assim, o arco-íris é uma evidência, para o crente, de que a chuva trará bênçãos, e não destruição universal” (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, v. 1, p. 255).

Perguntas para consideração

1. “Naqueles dias o mundo fervilhava, o povo se multiplicava, o mundo bradava como um touro selvagem, e o grande deus foi despertado pelo alarido do povo. Enlil ouviu aquele alarido e disse aos deuses no concílio: ‘O alvoroço da humanidade é intolerável e não se pode mais dormir por causa de babel’. Então os deuses concordaram em exterminar a humanidade” (“The Story of the Flood” em The Epic of Gilgamesh, trad. N. K. Sanders. Londres: The Penguin Group, 1972, p. 108). Compare essa razão dada para o dilúvio com aquela apresentada na Bíblia.

2. Além de advertir sua geração sobre o iminente juízo de Deus, Noé buscou ajudá-la a sentir a necessidade de salvação. Por que essa verdade é impopular?

Jo 3:19 (ARA)2: “O julgamento é este: que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz; porque as suas obras eram más.”

Jo 7:47, 48 (ARA)2: “47 Replicaram-lhes, pois, os fariseus: Será que também vós fostes enganados? 48 Porventura, creu nele alguém dentre as autoridades ou algum dos fariseus?

Jo 12:42, 43 (ARA)2: “42 Contudo, muitos dentre as próprias autoridades creram nele, mas, por causa dos fariseus, não o confessavam, para não serem expulsos da sinagoga; 43 porque amaram mais a glória dos homens do que a glória de Deus.

Tg 4:4 (ARA)2: “Infiéis, não compreendeis que a amizade do mundo é inimiga de Deus? Aquele, pois, que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus.”

Sexta-feira, 16 de abril de 2021. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. A promessa: a aliança eterna de Deus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 504, abr. maio. jun. 2021. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Os princípios fundamentais da aliança – Estudo adicional

Lições da Bíblia1

Textos de Ellen G. White: Patriarcas e Profetas, p. 132-138 (“Abraão em Canaã”); Profetas e Reis, p. 569-571 (“Oposição fracassada”).

“O jugo que liga ao serviço é a lei de Deus. A grande lei de amor revelada no Éden, proclamada no Sinai e, na nova aliança, escrita no coração,  é o que liga o obreiro humano à vontade de Deus. Se fôssemos entregues às nossas próprias tendências, para ir exatamente aonde nos levasse nossa vontade, cairíamos nas fileiras de Satanás e nos tornaríamos possuidores de seus atributos. Portanto, Deus nos restringe à Sua vontade, que é elevada, digna e enobrecedora. Deseja que empreendamos de forma paciente e sábia os deveres do serviço. Esse jugo do serviço foi levado pelo próprio Cristo na humanidade. Ele declarou: “Agrada-Me fazer a Tua vontade, ó Deus Meu; a Tua lei está dentro do Meu coração” (Sl 40:8; Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 329, 330).

Perguntas para consideração

1. A aliança de Deus com Noé, Abraão, Moisés e conosco foi uma continuação de Sua aliança com Adão, ou foi algo novo? (Compare os seguintes textos: Gn 3:15; 22:18; Gl 3:8, 16).

Gênesis 3:15 (ARA)2: “Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente. Este te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar.”

Gênesis 22:18 (ARA)2: “Então, disse o Senhor Deus: Eis que o homem se tornou como um de nós, conhecedor do bem e do mal; assim, que não estenda a mão, e tome também da árvore da vida, e coma, e viva eternamente.”

Gálatas 3:8, 16 (ARA)2: “Ora, tendo a Escritura previsto que Deus justificaria pela fé os gentios, preanunciou o evangelho a Abraão: Em ti, serão abençoados todos os povos […] Ora, as promessas foram feitas a Abraão e ao seu descendente. Não diz: E aos descendentes, como se falando de muitos, porém como de um só: E ao teu descendente, que é Cristo.”

2. Por que o aspecto pessoal e relacional da aliança é importante? É possível fazer um acordo com feitos legais, uma “aliança”, sem interação pessoal. Mas não era esse tipo de acordo que o Senhor estava buscando em Sua aliança com o povo. Por quê? Discuta.

3. O casamento é semelhante à aliança? Essa analogia é insuficiente para descrever a aliança?

Resumo: O pecado rompeu o relacionamento do Criador com a família humana. Então, Deus buscou restabelecer esse vínculo amoroso por meio de uma aliança. Essa aliança significa tanto um relacionamento de compromisso entre Deus e nós (como um laço matrimonial) quanto um acordo para nos salvar e nos trazer à harmonia com o Criador. Deus, motivado por Seu grande amor por nós, é o iniciador do relacionamento de aliança. Mediante promessas e atos graciosos, Ele nos convida a entrar em união com Ele.

Sexta-feira, 09 de abril de 2021. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. A promessa: a aliança eterna de Deus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 504, abr. maio. jun. 2021. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Nova aliança (Jr 31:31-33)

Lições da Bíblia1

A primeira vez que o Antigo Testamento menciona o que se chama de “nova aliança” é na passagem de Jeremias 31:31-33. Essa aliança foi registrada no contexto do retorno dos israelitas do exílio e fala sobre as bênçãos que eles receberiam de Deus. Novamente, como em todas as outras, Deus foi o responsável por iniciar a aliança, e Ele a cumpriria por Sua graça.

Observe também a linguagem usada nesse texto. Deus Se referiu a Si mesmo como um esposo para o povo; Ele falou que escreveria Sua lei no coração deles; e, usando a linguagem da aliança abraâmica, disse que seria o Deus deles, e eles seriam o Seu povo. Portanto, como antes, a aliança não era apenas um acordo legalmente obrigatório, como nos tribunais de hoje, mas tratava de algo mais.

9. Compare Jeremias 31:33 com Êxodo 6:7, que detalha parte da aliança feita com Israel. Que elemento essencial aparece? O que Deus queria com o Seu povo? Assinale a alternativa correta:

Jeremias 31:33 “Porque esta é a aliança que firmarei com a casa de Israel, depois daqueles dias, diz o Senhor: Na mente, lhes imprimirei as minhas leis, também no coração lhas inscreverei; eu serei o seu Deus, e eles serão o meu povo.

Êxodo 6:7 (ARA)2: “Tomar-vos-ei por meu povo e serei vosso Deus; e sabereis que eu sou o Senhor, vosso Deus, que vos tiro de debaixo das cargas do Egito.”

A. ( ) Queria ter um relacionamento especial com Seu povo.
B. ( ) Desejava restabelecer um relacionamento de escravidão.

Resposta sugestiva: Alternativa A.

10. Compare Jeremias 31:34 com João 17:3. Qual é a principal ação do Senhor que estabelece o fundamento para esse relacionamento?

Jeremias 31:34 (ARA)2: “Não ensinará jamais cada um ao seu próximo, nem cada um ao seu irmão, dizendo: Conhece ao Senhor, porque todos me conhecerão, desde o menor até ao maior deles, diz o Senhor. Pois perdoarei as suas iniquidades e dos seus pecados jamais me lembrarei.

João 17:3 (ARA)2: “E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste.

Em Jeremias 31:31-34, vemos os elementos da graça e da obediência, como nas alianças anteriores. Deus perdoaria os pecados do povo, entraria em um relacionamento com ele e lhe concederia Sua graça. Como resultado, o povo simplesmente O obedeceria; não de maneira mecânica nem por hábito, mas puramente porque O conhecia, porque O amava e porque desejava servi-Lo. Essa é a essência do relacionamento de aliança que o Senhor buscava com Seu povo.

Como você entende a ideia de escrever a lei em nosso coração? Isso implica que a lei se torna subjetiva e pessoal, algo a ser interpretado e aplicado de acordo com as inclinações individuais do nosso coração? Ou isso significa outra coisa?

Quinta-feira, 08 de abril de 2021. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. A promessa: a aliança eterna de Deus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 504, abr. maio. jun. 2021. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Aliança com Abraão

Lições da Bíblia1

“Abençoarei aqueles que o abençoarem e amaldiçoarei aquele que o amaldiçoar. Em você serão benditas todas as famílias da Terra” (Gn 12:3).

3. Leia Gênesis 12:1-3. Liste as promessas específicas que Deus fez a Abraão:

Gênesis 12:1-3 (ARA)2: “1 Ora, disse o Senhor a Abrão: Sai da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai e vai para a terra que te mostrarei; 2 de ti farei uma grande nação, e te abençoarei, e te engrandecerei o nome. Sê tu uma bênção! 3 Abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; em ti serão benditas todas as famílias da terra.”

4. Dentre as promessas, Deus disse que em Abraão seriam “benditas todas as famílias da Terra” (Gn 12:3). O que isso significa? Como as famílias foram abençoadas em Abraão? Vemos, nessa promessa anterior, a promessa do Messias? Gl 3:6-9, 29

Gálatas 3:6-9, 29 (ARA)2: “6 É o caso de Abraão, que creu em Deus, e isso lhe foi imputado para justiça. 7 Sabei, pois, que os da fé é que são filhos de Abraão. 8 Ora, tendo a Escritura previsto que Deus justificaria pela fé os gentios, preanunciou o evangelho a Abraão:De modo que os da fé são abençoados com o crente Abraão. 10 Todos quantos, pois, são das obras da lei estão debaixo de maldição; porque está escrito: Maldito todo aquele que não permanece em todas as coisas escritas no Livro da lei, para praticá-las. […] 29 E, se sois de Cristo, também sois descendentes de Abraão e herdeiros segundo a promessa.

Nessa primeira revelação divina a Abraão, Deus prometeu entrar em um relacionamento íntimo e duradouro com ele, antes mesmo de usar qualquer linguagem que falasse sobre fazer uma aliança. Referências diretas à aliança que Deus fez aparecem apenas posteriormente (Gn 15:4-21; 17:1-14). Naquele momento, Deus propôs um relacionamento divino-humano de grande importância. Os verbos conjugados no futuro, mostrarei, farei, abençoarei e amaldiçoarei (Gn 12:1-3), sugerem a profundidade e a grandeza da oferta e da promessa.

Além disso, Abraão recebeu uma única, porém difícil, ordem: “Saia da sua terra”. Ele obedeceu pela fé (Hb 11:8), não para tornar realidade as bênçãos prometidas. Sua obediência foi a resposta de fé ao relacionamento amoroso que Deus desejava que fosse estabelecido. Em outras palavras, Abraão já acreditava em Deus, já confiava Nele, já tinha fé em Suas promessas, pois, caso contrário, jamais teria deixado sua família e a terra de seus ancestrais para seguir rumo a lugares desconhecidos. Sua obediência revelou aos homens e aos anjos a sua fé.

Abraão, mesmo naquela época, revelou o relacionamento fundamental entre fé e obras. Somos salvos pela fé, a qual resulta em obras de obediência.

A promessa da salvação vem primeiro; em seguida, as obras. Embora não possa haver comunhão de aliança nem bênção sem obediência, essa obediência é a resposta de fé ao que Deus já fez. Essa fé ilustra o princípio de 1 João 4:19: “Nós amamos porque Ele nos amou primeiro”.

De que maneira Gênesis 15:6 [Ele creu no Senhor, e isso lhe foi imputado para justiça.] mostra o fundamento de todas as promessas da aliança? Por que essa bênção é a mais preciosa de todas?

Terça-feira, 06 de abril de 2021. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. A promessa: a aliança eterna de Deus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 504, abr. maio. jun. 2021. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Aliança com Noé

Lições da Bíblia1

“Com você estabelecerei a Minha aliança, e você entrará na arca, você e os seus filhos, a sua mulher, e as mulheres dos seus filhos” (Gn 6:18).

No verso acima, a palavra aliança aparece pela primeira vez na Bíblia e, nesse contexto, Deus havia acabado de contar a Noé sobre Sua decisão de destruir a Terra por causa da imensa e contínua disseminação do pecado. Embora essa destruição viesse na forma de um dilúvio mundial, Deus não estava abandonando o mundo que Ele havia criado. Ele continuou a propor a aliança estabelecida pela primeira vez após a queda. O divino “Eu” que propôs a aliança era Ele mesmo o fundamento da segurança de Noé.

Como o Deus que cumpria a aliança, o Senhor prometeu proteger os familiares do patriarca que estivessem dispostos a viver em um relacionamento de compromisso com Ele, que resultasse em obediência.

2. A aliança com Noé foi unilateral? Lembre-se de que uma aliança implica mais de uma parte. Noé teve que cumprir sua parte no acordo? Que lição aprendemos com isso?

Não. A aliança era mútua. Deus disse que destruiria a Terra, mas prometeu salvar Noé e sua família. Noé teve que preparar a arca e pregar durante 120 anos. A aliança com Deus é um acordo entre duas partes.

Deus declarou a Noé que haveria um dilúvio e que o mundo seria destruído. Porém, fez um acordo com ele, no qual prometia salvar Noé e sua família. Portanto, os riscos eram bastante grandes, pois se Deus não mantivesse Sua parte da promessa, então não importava o que Noé fizesse, ele seria exterminado com o restante do mundo.

Deus disse que faria uma “aliança” com Noé. A própria palavra sugere uma intenção de honrar o que se diz que será feito. Não era uma declaração incerta. A palavra em si vem carregada de compromisso. Imagine que o Senhor tivesse dito a Noé: “Veja, o mundo terminará em um terrível dilúvio, e Eu posso salvá-lo. Enquanto isso, faça isso ou aquilo, e depois veremos o que acontece, mas não estou dando nenhuma garantia”. Essas declarações dificilmente vêm com o tipo de garantia e promessa encontradas na própria palavra “aliança”.

Alguns defendem que o dilúvio de Noé não foi mundial, mas local. Nesse caso, no contexto do que Deus prometeu em Gênesis 9:15 (veja também Is 54:9), toda vez que outro dilúvio local acontece (e parece que acontece o tempo todo), a promessa da aliança de Deus é quebrada. Por outro lado, o fato de não ter havido outro dilúvio mundial prova a validade da promessa da aliança de Deus. O que isso revela sobre a confiança que podemos ter em Suas promessas?

Segunda-feira, 05 de abril de 2021. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. A promessa: a aliança eterna de Deus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 504, abr. maio. jun. 2021. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Fundamentos da aliança

Lições da Bíblia1

“Farei uma aliança entre Mim e você e darei a você uma descendência muito numerosa” (Gn 17:2).

“A palavra hebraica traduzida como ‘aliança’, que aparece cerca de 287 vezes no Antigo Testamento, é berith. Ela também pode ser traduzida como ‘testamento’ ou ‘último desejo’. Sua origem não é clara, mas passou a significar ‘aquilo que unia duas partes; no entanto, ela era usada para designar muitos tipos diferentes de ‘vínculo’, tanto entre os homens quanto entre o homem e Deus. Essa palavra possui um uso comum, em que ambas as partes eram homens, e um uso distintamente religioso, em que a aliança era entre Deus e o homem. O uso religioso era realmente uma metáfora com base no uso comum, mas com uma conotação [significação] mais profunda’” (J. Arthur Thompson, “Covenant (OT)” [Aliança (AT)], The International Standard Bible Encyclopedia [Enciclopédia Bíblica Internacional]. Grand Rapids, MI: William B. Eerdmans, 1979, v. 1, p. 790).

A exemplo do casamento, a aliança bíblica define um relacionamento e um acordo. Como acordo, a aliança contém estes elementos fundamentais:

1. Deus confirmou as promessas da aliança com um juramento (Gl 3:16; Hb 6:13, 17).

Gl 3:16 (ARA)2: “Ora, as promessas foram feitas a Abraão e ao seu descendente. Não diz: E aos descendentes, como se falando de muitos, porém como de um só: E ao teu descendente, que é Cristo.”

Hb 6:13, 17 (ARA)2: “13 Pois, quando Deus fez a promessa a Abraão, visto que não tinha ninguém superior por quem jurar, jurou por si mesmo, […] 17 Por isso, Deus, quando quis mostrar mais firmemente aos herdeiros da promessa a imutabilidade do seu propósito, se interpôs com juramento,”

2. A obrigação da aliança era a obediência à vontade de Deus, expressa nos Dez Mandamentos (Dt 4:13).

Dt 4:13 (ARA)2: “Então, vos anunciou ele a sua aliança, que vos prescreveu, os dez mandamentos, e os escreveu em duas tábuas de pedra.”

3. Cristo e o plano da salvação eram o meio pelo qual a obrigação da aliança de Deus foi finalmente cumprida (Is 42:1, 6).

Is 42:1, 6 (ARA)2: “1 Eis aqui o meu servo, a quem sustenho; o meu escolhido, em quem a minha alma se compraz; pus sobre ele o meu Espírito, e ele promulgará o direito para os gentios. 6 Eu, o Senhor, te chamei em justiça, tomar-te-ei pela mão, e te guardarei, e te farei mediador da aliança com o povo e luz para os gentios;”

1. Com base nesses elementos, como você vê esses fatores em ação em sua caminhada com o Senhor? Descreva como eles se manifestam em sua vida:

No Antigo Testamento o sistema sacrifical de tipos instruiu o povo a respeito do plano da salvação. Por meio de seus símbolos, os patriarcas e Israel aprenderam a exercer fé no Redentor vindouro. Pelos seus ritos, o penitente podia encontrar perdão para o pecado e libertar-se da culpa. As bênçãos da aliança podiam, portanto, ser mantidas, e o crescimento espiritual, a restauração da imagem de Deus na vida, poderia, desse modo, continuar, mesmo quando a humanidade deixasse de cumprir sua parte no acordo.

Embora haja alianças entre pessoas, o principal uso da palavra “berith” na Bíblia tratado relacionamento entre Deus e a humanidade. Considerando quem é Deus e quem somos em comparação com Ele, que tipo de relacionamento essa aliança retratava?

Domingo, 04 de abril de 2021. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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Os princípios fundamentais da aliança

Lições da Bíblia1

“Agora, pois, se ouvirem atentamente a Minha voz e guardarem a Minha aliança, vocês serão a Minha propriedade peculiar dentre todos os povos. Porque toda a terra é Minha” (Êx 19:5).

Na semana passada, mencionamos a queda da humanidade, que ocorreu devido ao pecado de nossos primeiros pais. A lição desta semana é um resumo do trimestre, visto que a cada dia examinaremos as primeiras alianças, que eram, à sua maneira, manifestações da verdade presente da verdadeira aliança, ratificada no Calvário pelo sangue de Jesus, a aliança em que, como cristãos, entramos com nosso Senhor.

Começaremos nosso estudo com a aliança que Deus fez com Noé para poupá-lo da destruição, bem como sua família. Então falaremos da aliança com Abraão, rica e repleta de promessas a nós; depois, passaremos à aliança no Sinai e à importância do que foi proclamado ali; e finalmente estudaremos a nova aliança, para qual as outras apontavam. Tudo isso será estudado com mais profundidade nas próximas semanas. Esta semana será apenas uma prévia.

Resumo da semana: O que significa a aliança? Quais elementos a compõem? Que aliança Deus fez com Noé? Que esperança podia ser encontrada na aliança com Abraão? Qual é a função da fé e das obras humanas na aliança? Seria a aliança apenas um acordo ou ela tem aspectos relacionais? Qual é a essência da “nova aliança”?

Sábado, 03 de abril de 2021. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. A promessa: a aliança eterna de Deus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 504, abr. maio. jun. 2021. Adulto, Professor. 

Deus e a aliança – Estudo adicional

Lições da Bíblia

Texto de Ellen G. White: Caminho a Cristo, p. 43-48 (“Consagração”).

“O serviço no santuário terrestre dividia-se em duas partes: os sacerdotes ministravam diariamente no lugar santo, ao passo que uma vez ao ano o sumo sacerdote efetuava uma obra especial de expiação no lugar santíssimo, para a purificação do santuário. Dia após dia, o pecador arrependido levava sua oferta à porta do tabernáculo e, colocando a mão sobre a cabeça da vítima, confessava seus pecados, ­transferindo-os assim, figuradamente, de si para o sacrifício inocente. O animal era então morto. ‘Sem derramamento de sangue, não há remissão de pecado’ (Hb 9:22). ‘A vida da carne está no sangue’ (Lv 17:11). A Lei de Deus, sendo violada, exige a vida do transgressor. O sangue, representando a vida que havia sido perdida pelo pecador cuja culpa a vítima carregava, era levado pelo sacerdote ao lugar santo e aspergido diante do véu, atrás do qual estava a arca contendo a Lei que o pecador transgredira. Por essa cerimônia, o pecado era transferido, mediante o sangue, em figura, para o santuário. Em alguns casos o sangue não era levado para o lugar santo; mas a carne deveria então ser comida pelo sacerdote, conforme Moisés determinou aos filhos de Arão […] ‘para que a iniquidade da congregação’ (Lv 10:17). Ambas as cerimônias simbolizavam […] a transferência do pecado do penitente para o santuário” (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 418).1

Perguntas para discussão

“1. Você já fez promessas e não as cumpriu? Como evitar um erro semelhante?”1

“2. Aliança é o estabelecimento legal de um relacionamento. Se quebramos a aliança com Deus, Ele é sempre fiel. A fidelidade divina pode nos atrair a uma ligação íntima com o Senhor e, assim, nos ajudar a viver como deveríamos?”1

“3. Você já foi infiel e rejeitou as promessas da aliança? (Lc 22:20; Hb 8:13; Hb 9:15). Entendeu a promessa do perdão em Jesus, cujo sangue selou a Nova Aliança conosco?”1

Sexta-feira, 22 de novembro de 2019. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Esdras e Neemias. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 498, out. nov. dez. 2019. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.