O teste

Lições da Bíblia.

“A lição da semana passada falou sobre uma verdade fundamental: a liberdade que Deus concede aos seres morais. Novamente, sem essa liberdade, eles poderiam fazer coisas ‘morais’, da mesma forma que o alarme de uma casa, que protege as pessoas do crime, faz algo ‘moral’; mas, quem consideraria o alarme ‘moral’? Da mesma forma, seres que não têm nenhuma escolha, exceto fazer o que é certo, também não são ‘morais’. Somente os seres livres podem ser morais.”

“Um teste simples foi dado a Adão e Eva, para ver se, em sua liberdade, eles obedeceriam ao Senhor. Em certo sentido, foi um tempo de prova para essas criaturas livres. Liberdade significa exatamente isto: liberdade. E eles teriam que provar que fariam a coisa certa com a liberdade que lhes foi dada.”

O ambiente tornou sua transgressão muito mais notória, “Éden era um paraíso perfeito; Deus alertou sobre o teste; podiam desfrutar de tudo, exceto de uma árvore.” “Tomou, pois, o SENHOR Deus ao homem e o colocou no jardim do Éden para o cultivar e o guardar. E o SENHOR Deus lhe deu esta ordem: De toda árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás; porque, no dia em que dela comeres, certamente morrerás. (Gên. 2:15-17)

Observe que Satanás distorceu a ordem divina misturando-a com suas mentiras. A ordem de Deus era para comer de todas as árvores, menos uma; além do mais, Satanás desmentiu a Lei de Deus, quanto aos efeitos da desobediência. “Mas a serpente, mais sagaz que todos os animais selváticos que o SENHOR Deus tinha feito, disse à mulher: É assim que Deus disse: Não comereis de toda árvore do jardim? Respondeu-lhe a mulher: Do fruto das árvores do jardim podemos comer, mas do fruto da árvore que está no meio do jardim, disse Deus: Dele não comereis, nem tocareis nele, para que não morrais. Então, a serpente disse à mulher: É certo que não morrereis. (Gên. 3:1-4).

“É interessante que a árvore era do ‘bem e do mal’. Deus, obviamente, não queria negar o bem a Adão e Eva. Na verdade, todo o mundo que Deus criou, incluindo eles, era bom, aliás ‘muito bom’ (Gn 1:31). O Senhor queria preservá-los do conhecimento do mal.”

“Isso não é difícil de entender, certo? Mesmo em nosso mundo caído, qual pai não quer proteger seus filhos do conhecimento do mal? Quanto mais, então, Deus desejava também proteger Adão e Eva do mal, do conhecimento daquilo que os levaria a perder suas vestes de luz, e os faria conhecer a vergonha, o sofrimento e morte?”

“O mal nem sempre vem em manifestações gritantes, fáceis de ver e detectar e, muitas vezes, evitar (afinal de contas, quantas pessoas são assassinas em série e coisas afins?). Há, no entanto, manifestações muito sutis do mal. Quais poderiam ser essas? Como podemos aprender a identificar essas formas do mal e nos proteger delas?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – terça-feira 12 de abril de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Da glória ao pó

Lições da Bíblia.

“Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado até que se achou iniquidade em ti” (Ez 28:15).

“A liberdade que Deus nos dá de escolhê-Lo e escolher o modo de vida que Ele deseja que tenhamos nos permite escolher o inverso. Deus não força Sua vontade sobre nós. Precisamos escolhê-Lo conscientemente todos os dias da vida. Quando alimentou orgulho pelos seus dons e buscou mais do que Deus lhe havia dado, Lúcifer cultivou o mal em seu coração e encorajou a dúvida nos outros. Isso trouxe guerra no Céu e tragédia à Terra.”

O texto de Ezequiel 28:15, “[…] deve ser um dos mais profundos em toda a revelação. Duas palavras cruciais se destacam: perfeito e iniquidade, com a última (iniquidade) incluída na primeira (perfeito). Isso significa que, contido na ideia de ser perfeito, de ter perfeição (mesmo no Céu!), estava o potencial para a iniquidade. Como a maldade poderia ser encontrada em um ser criado ‘perfeito’, a menos que a perfeição possibilitasse isso? A iniquidade não poderia surgir em um ser criado perfeito, a não ser que o fato de ser “perfeito” incluísse essa possibilidade, o que obviamente aconteceu.”

“O que esse texto mostra é que, no Universo de Deus, o conceito de ‘perfeito’ inclui liberdade moral, a capacidade de escolher entre o certo e o errado. Se não fosse assim, como a humanidade ainda poderia ser moral e livre? Uma empresa pode ser capaz de configurar programas que bloqueiam os funcionários de acessar pornografia, jogos de azar ou outros sites imorais na Internet, mas ninguém chamaria o programa em si de ‘moral’ ou ‘livre’.”

“O que temos, então, é um ser, Lúcifer, tão altamente exaltado, que mesmo suas vestes e sua cobertura receberam atenção especial nas Escrituras, porém ele abusou da sua liberdade e se afastou do Senhor. O que podemos aprender de seu erro trágico?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – sábado 2 de abril de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Escolhas: boas e más

Lições da Bíblia

Mesmo depois da queda (pecado), embora tenha havido mudanças em nossa natureza, continuamos com a capacidade do livre-arbítrio, podemos escolher e decidir viver ou não em harmonia com a vontade de Deus. A bíblia relata exemplos de escolhas e suas consequências:

O caso de Abraão e Sara: “Ora, Sarai, mulher de Abrão, não lhe dava filhos; tendo, porém, uma serva egípcia, por nome Agar, disse Sarai a Abrão: Eis que o SENHOR me tem impedido de dar à luz filhos; toma, pois, a minha serva, e assim me edificarei com filhos por meio dela. E Abrão anuiu ao conselho de Sarai. Então, Sarai, mulher de Abrão, tomou a Agar, egípcia, sua serva, e deu-a por mulher a Abrão, seu marido, depois de ter ele habitado por dez anos na terra de Canaã. Ele a possuiu, e ela concebeu. Vendo ela que havia concebido, foi sua senhora por ela desprezada.” (Gêneses 16:1-4). Ênfases acrescentadas.

“A poligamia se tornara tão espalhada que deixara de ser considerada pecado; mas nem por isso deixava de ser uma violação da lei de Deus, e era de resultado fatal à santidade e paz na relação da família. Do casamento de Abraão com Hagar resultaram males, não somente para a sua própria casa, mas para as gerações futuras” (WHITE, E. G. Patriarcas e Profetas, p. 145).

O caso de Daniel: "Disse o rei a Aspenaz, chefe dos seus eunucos, que trouxesse alguns dos filhos de Israel, tanto da linhagem real como dos nobres, jovens sem nenhum defeito, de boa aparência, instruídos em toda a sabedoria, doutos em ciência, versados no conhecimento e que fossem competentes para assistirem no palácio do rei e lhes ensinasse a cultura e a língua dos caldeus. Determinou-lhes o rei a ração diária, das finas iguarias da mesa real e do vinho que ele bebia, e que assim fossem mantidos por três anos, ao cabo dos quais assistiriam diante do rei. Entre eles, se achavam, dos filhos de Judá, Daniel, Hananias, Misael e Azarias. O chefe dos eunucos lhes pôs outros nomes, a saber: a Daniel, o de Beltessazar; a Hananias, o de Sadraque; a Misael, o de Mesaque; e a Azarias, o de Abede-Nego. Resolveu Daniel, firmemente, não contaminar-se com as finas iguarias do rei, nem com o vinho que ele bebia; então, pediu ao chefe dos eunucos que lhe permitisse não contaminar-se." (Daniel 1:3-8). Ênfases acrescentadas.

“De que maneira podemos programar nossa mente de forma que estejamos mais preparados para tomar as decisões certas?”

“Guardo no coração as tuas palavras, para não pecar contra ti.” (Sal. 119:11).

“Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento.” (Filip. 4:8).

“Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da terra;” (Col. 3:2).

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – Terça-feira, 06 de abril de 2010.
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A realidade da liberdade

Lições da Bíblia

“A palavra (liberdade) significa coisas diferentes para pessoas diferentes em contextos diferentes. Nem sempre é fácil determinar exatamente o que as pessoas querem dizer quando falam sobre ‘liberdade’.”.

Fomos criados a imagem e semelhança de Deus, seres morais, livres para escolher. Um dos aspectos da perfeição, com a qual Deus nos criou, consistia e consiste na possibilidade do ser humano poder ser imperfeito, ou seja, escolher viver em desarmonia com a vontade de Deus. Essa possibilidade ficou comprovada pela decisão feita por Adão e Eva em escolher fazer a sua própria vontade, uma escolha com consequências eternas.

“E o SENHOR Deus lhe deu esta ordem: De toda árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás; porque, no dia em que dela comeres, certamente morrerás.” (Gên. 2:16-17)

“Mas a serpente, mais sagaz que todos os animais selváticos que o SENHOR Deus tinha feito, disse à mulher: É assim que Deus disse: Não comereis de toda árvore do jardim? Respondeu-lhe a mulher: Do fruto das árvores do jardim podemos comer, mas do fruto da árvore que está no meio do jardim, disse Deus: Dele não comereis, nem tocareis nele, para que não morrais. Então, a serpente disse à mulher: É certo que não morrereis. Porque Deus sabe que no dia em que dele comerdes se vos abrirão os olhos e, como Deus, sereis conhecedores do bem e do mal. Vendo a mulher que a árvore era boa para se comer, agradável aos olhos e árvore desejável para dar entendimento, tomou-lhe do fruto e comeu e deu também ao marido, e ele comeu.” (Gên. 3:1-6)

“A liberdade moral humana deve ser algo muito importante aos olhos de Deus. Afinal, pense em quanto Lhe custou quando abusamos dessa liberdade. Esse dom é tão sagrado, tão fundamental que, em lugar de negá-lo a nós, Deus estava disposto a enfrentar a cruz em vez de permitir que perecêssemos como consequência de abusarmos dele.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – Domingo, 04 de abril de 2010.
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O poder da escolha “Resolveu Daniel, firmemente, não contaminar-se […]” (Daniel 1:8).

Lições da Bíblia

“Escolhas – todos as temos, todos temos que fazê-las, e todos temos que conviver com suas consequências.”

"Disse o rei a Aspenaz, chefe dos seus eunucos, que trouxesse alguns dos filhos de Israel, tanto da linhagem real como dos nobres, jovens sem nenhum defeito, de boa aparência, instruídos em toda a sabedoria, doutos em ciência, versados no conhecimento e que fossem competentes para assistirem no palácio do rei e lhes ensinasse a cultura e a língua dos caldeus. Determinou-lhes o rei a ração diária, das finas iguarias da mesa real e do vinho que ele bebia, e que assim fossem mantidos por três anos, ao cabo dos quais assistiriam diante do rei. Entre eles, se achavam, dos filhos de Judá, Daniel, Hananias, Misael e Azarias. O chefe dos eunucos lhes pôs outros nomes, a saber: a Daniel, o de Beltessazar; a Hananias, o de Sadraque; a Misael, o de Mesaque; e a Azarias, o de Abede-Nego. Resolveu Daniel, firmemente, não contaminar-se com as finas iguarias do rei, nem com o vinho que ele bebia; então, pediu ao chefe dos eunucos que lhe permitisse não contaminar-se." (Daniel 1:3-8)

“Para Daniel, o temor do Senhor era o princípio da sabedoria. Ele foi colocado numa posição em que a tentação era forte. Nas cortes reais havia dissipação em toda a parte; condescendência egoísta, satisfação do apetite, intemperança e glutonaria constituíam a ordem de cada dia. Daniel poderia participar das práticas debilitantes e corrompedoras dos cortesãos, ou resistir à influência degradante. Ele preferiu esta última linha de conduta. Assentou em seu coração não corromper-se com as condescendências pecaminosas com que era posto em contato, quaisquer que fossem as consequências. Nem mesmo se contaminaria com as iguarias da mesa do rei, ou com o vinho que ele bebia. O Senhor Se agradou do procedimento adotado por Daniel. Ele era muito amado e honrado pelo Céu; e o Deus da sabedoria deu-lhe conhecimento da cultura dos caldeus e inteligência de todas as visões e sonhos.” (WHITE, E. G. Fundamentos da Educação Cristã, p. 86-87).

“O elevado valor que Deus atribuiu à nossa liberdade de escolha e livre-arbítrio é ilustrado pelas providências de Cristo para nossa salvação depois da queda. Nossa apreciação do amor de Deus, revelado no sacrifício de Cristo, é reconhecida quando O escolhemos como nosso Salvador.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – Sábado, 03 de abril de 2010.
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