A segunda morte

Lições da Bíblia

“Certamente, a maior e mais poderosa manifestação do juízo retributivo será no fim dos tempos, com a destruição dos ímpios, chamada na Bíblia de ‘segunda morte’ (Ap 20:14). É claro que essa morte não deve ser confundida com a morte comum a todos os descendentes de Adão. Essa é a morte da qual o segundo Adão, Jesus Cristo, poupará os justos no fim dos tempos (1Co 15:26). Por outro lado, a segunda morte, assim como alguns outros castigos vistos na época do Antigo Testamento, é o castigo direto de Deus para os pecadores que não se arrependeram e não receberam a salvação em Jesus.”1

“8. Leia 2 Pedro 3:5-7. O que a Palavra de Deus nos diz sobre o destino dos perdidos? Assinale verdadeiro (V) ou falso (F):”1

“5 Porque, deliberadamente, esquecem que, de longo tempo, houve céus bem como terra, a qual surgiu da água e através da água pela palavra de Deus, 6 pela qual veio a perecer o mundo daquele tempo, afogado em água. 7 Ora, os céus que agora existem e a terra, pela mesma palavra, têm sido entesourados para fogo, estando reservados para o Dia do Juízo e destruição dos homens ímpios.” (2 Pedro 3:5-7 ARA)2.

(   ) Sofrerão o tormento eterno, do qual jamais ficarão livres.

(   ) Serão totalmente destruídos pelo fogo no juízo final.

Resposta: F; V.

“De Deus desce fogo do Céu. A Terra se fende. São retiradas as armas escondidas em suas profundezas. Chamas devoradoras irrompem de cada abismo imenso. As próprias rochas estão ardendo. Vindo é o dia que arderá ‘como forno’ (Ml 4:1). Os elementos fundem-se pelo vivo calor, e também a Terra e as obras que nela há são queimadas (2Pe 3:10). A superfície da Terra parece uma massa fundida – um vasto e fervente lago de fogo. É o tempo do juízo e perdição dos homens maus – ‘dia da vingança do Senhor, ano de retribuições pela luta de Sião’ (Is 34:8; O Grande Conflito, p. 672, 673).”1

“Embora o pecado possa trazer, como consequência, seu próprio castigo, com certeza há situações em que o próprio Senhor pune diretamente o pecado e os pecadores, conforme argumentaram os protagonistas do livro de Jó. É verdade que todo sofrimento neste mundo veio do pecado. Mas não é verdade que todo sofrimento é castigo de Deus pelo pecado. Esse certamente não foi o caso de Jó, e não acontece na maioria das situações. O fato é que estamos envolvidos no grande conflito, e temos um inimigo que está à solta para nos causar dano. A boa notícia é que, em meio a tudo isso, podemos ter certeza de que Deus está conosco. Sejam quais forem as razões para as provações que enfrentamos, ou as atuais consequências dessas provações, temos a garantia do amor de Deus – um amor tão grande que Jesus veio e morreu na cruz por nós, um único ato que promete dar um fim a todo sofrimento.”1

“Como podemos ter certeza de que o sofrimento de alguém é um castigo direto de Deus? Se não podemos ter certeza, qual é a melhor atitude a tomar para com a pessoa sofredora, ou até mesmo para com nosso próprio sofrimento?”1

Quinta-feira, 10 de novembro de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÕES da escola sabatina. O livro de Jó. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 486, Out. Nov. Dez. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

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“Se o Senhor criar alguma coisa nova”

Lições da Bíblia

“Muito tempo depois da morte de todos os personagens do livro de Jó, foram registrados nas Escrituras muitos exemplos do direto castigo divino sobre os maus, bem como das bênçãos para os fiéis.”1

“6. Que grande promessa é dada aos obedientes? Dt 6:24, 25. De acordo com o texto, assinale verdadeiro (V) ou falso (F):”1

“24 O SENHOR nos ordenou cumpríssemos todos estes estatutos e temêssemos o SENHOR, nosso Deus, para o nosso perpétuo bem, para nos guardar em vida, como tem feito até hoje. 25 Será por nós justiça, quando tivermos cuidado de cumprir todos estes mandamentos perante o SENHOR, nosso Deus, como nos tem ordenado.” (Deuteronômio 6:24-25 ARA)2.

(   ) A promessa de que não teremos problemas nesta vida.

(   ) A promessa de sermos bem-sucedidos e preservados em vida.

Resposta: F; V.

“O Antigo Testamento está repleto de promessas de bênção e prosperidade. Deus diretamente as traria ao Seu povo se ele Lhe obedecesse. Portanto, podemos ver aqui exemplos do que Elifaz, Bildade e Zofar haviam dito a Jó a respeito de Deus abençoar a fidelidade daqueles que buscam obedecer a Ele e aos Seus mandamentos, e ter uma vida piedosa e justa.”1

“É evidente que o Antigo Testamento também apresenta muitas advertências a respeito do castigo divino que recairia nos desobedientes. Em grande parte do Antigo Testamento, especialmente após a aliança feita com Israel no Sinai, Deus advertiu os israelitas sobre as consequências da desobediência deles. ‘Todavia, se vocês desobedecerem ao Senhor e se rebelarem contra o Seu mandamento, Sua mão se oporá a vocês da mesma forma como se opôs aos seus antepassados’ (1Sm 12:15, NVI).”1

“7. Leia Números 16:1-33. O que esse incidente nos ensina sobre a realidade do castigo retributivo de Deus?”1

“1 Corá, filho de Isar, filho de Coate, filho de Levi, tomou consigo a Datã e a Abirão, filhos de Eliabe, e a Om, filho de Pelete, filhos de Rúben. 2 Levantaram-se perante Moisés com duzentos e cinqüenta homens dos filhos de Israel, príncipes da congregação, eleitos por ela, varões de renome, 3 e se ajuntaram contra Moisés e contra Arão e lhes disseram: Basta! Pois que toda a congregação é santa, cada um deles é santo, e o SENHOR está no meio deles; por que, pois, vos exaltais sobre a congregação do SENHOR? 4 Tendo ouvido isto, Moisés caiu sobre o seu rosto. 5 E falou a Corá e a todo o seu grupo, dizendo: Amanhã pela manhã, o SENHOR fará saber quem é dele e quem é o santo que ele fará chegar a si; aquele a quem escolher fará chegar a si. 6 Fazei isto: tomai vós incensários, Corá e todo o seu grupo; 7 e, pondo fogo neles amanhã, sobre eles deitai incenso perante o SENHOR; e será que o homem a quem o SENHOR escolher, este será o santo; basta-vos, filhos de Levi. 8 Disse mais Moisés a Corá: Ouvi agora, filhos de Levi: 9 acaso, é para vós outros coisa de somenos que o Deus de Israel vos separou da congregação de Israel, para vos fazer chegar a si, a fim de cumprirdes o serviço do tabernáculo do SENHOR e estardes perante a congregação para ministrar-lhe; 10 e te fez chegar, Corá, e todos os teus irmãos, os filhos de Levi, contigo? Ainda também procurais o sacerdócio? 11 Pelo que tu e todo o teu grupo juntos estais contra o SENHOR; e Arão, que é ele para que murmureis contra ele? 12 Mandou Moisés chamar a Datã e a Abirão, filhos de Eliabe; porém eles disseram: Não subiremos; 13 porventura, é coisa de somenos que nos fizeste subir de uma terra que mana leite e mel, para fazer-nos morrer neste deserto, senão que também queres fazer-te príncipe sobre nós? 14 Nem tampouco nos trouxeste a uma terra que mana leite e mel, nem nos deste campos e vinhas em herança; pensas que lançarás pó aos olhos destes homens? Pois não subiremos. 15 Então, Moisés irou-se muito e disse ao SENHOR: Não atentes para a sua oferta; nem um só jumento levei deles e a nenhum deles fiz mal. 16 Disse mais Moisés a Corá: Tu e todo o teu grupo, ponde-vos perante o SENHOR, tu, e eles, e Arão, amanhã. 17 Tomai cada um o seu incensário e neles ponde incenso; trazei-o, cada um o seu, perante o SENHOR, duzentos e cinqüenta incensários; também tu e Arão, cada qual o seu. 18 Tomaram, pois, cada qual o seu incensário, neles puseram fogo, sobre eles deitaram incenso e se puseram perante a porta da tenda da congregação com Moisés e Arão. 19 Corá fez ajuntar contra eles todo o povo à porta da tenda da congregação; então, a glória do SENHOR apareceu a toda a congregação. 20 Disse o SENHOR a Moisés e a Arão: 21 Apartai-vos do meio desta congregação, e os consumirei num momento. 22 Mas eles se prostraram sobre o seu rosto e disseram: Ó Deus, Autor e Conservador de toda a vida, acaso, por pecar um só homem, indignar-te-ás contra toda esta congregação? 23 Respondeu o SENHOR a Moisés: 24 Fala a toda esta congregação, dizendo: Levantai-vos do redor da habitação de Corá, Datã e Abirão. 25 Então, se levantou Moisés e foi a Datã e a Abirão; e após ele foram os anciãos de Israel. 26 E disse à congregação: Desviai-vos, peço-vos, das tendas destes homens perversos e não toqueis nada do que é seu, para que não sejais arrebatados em todos os seus pecados. 27 Levantaram-se, pois, do redor da habitação de Corá, Datã e Abirão; e Datã e Abirão saíram e se puseram à porta da sua tenda, juntamente com suas mulheres, seus filhos e suas crianças. 28 Então, disse Moisés: Nisto conhecereis que o SENHOR me enviou a realizar todas estas obras, que não procedem de mim mesmo: 29 se morrerem estes como todos os homens morrem e se forem visitados por qualquer castigo como se dá com todos os homens, então, não sou enviado do SENHOR. 30 Mas, se o SENHOR criar alguma coisa inaudita, e a terra abrir a sua boca e os tragar com tudo o que é seu, e vivos descerem ao abismo, então, conhecereis que estes homens desprezaram o SENHOR. 31 E aconteceu que, acabando ele de falar todas estas palavras, a terra debaixo deles se fendeu, 32 abriu a sua boca e os tragou com as suas casas, como também todos os homens que pertenciam a Corá e todos os seus bens. 33 Eles e todos os que lhes pertenciam desceram vivos ao abismo; a terra os cobriu, e pereceram do meio da congregação.” (Números 16:1-33 ARA)2.

“Dada a maneira surpreendente pela qual os rebeldes foram destruídos, esse incidente não pode ser atribuído à ideia do ‘pecado provocando o seu próprio castigo’. Aquelas pessoas sofreram o direto castigo divino por seu pecado e rebelião. Nesse caso vemos manifestações sobrenaturais do poder de Deus. Parece que as próprias leis da natureza haviam sido mudadas. ‘Mas, se o Senhor criar alguma coisa nova, e a terra abrir a sua boca e os tragar com tudo o que é seu, e vivos descerem ao sepulcro, então, conhecereis que estes homens irritaram ao Senhor’ (Nm 16:30, ARC).”1

“O verbo ‘criar’ nesse verso vem da mesma raiz utilizada para a palavra ‘criou’ em Gênesis 1:1. O Senhor queria que todos soubessem que foi Ele mesmo que, de maneira imediata e direta, havia trazido aquele castigo sobre os rebeldes.”1

Quarta-feira, 09 de novembro de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÕES da escola sabatina. O livro de Jó. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 486, Out. Nov. Dez. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

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Retribuição divina

Lições da Bíblia

“Central nos argumentos dos amigos de Jó foi a ideia de que Deus é justo e que o pecado atrai o castigo divino sobre os maus e bênçãos especiais sobre os bons. Não sabemos a época exata em que aqueles homens viveram. No entanto, por aceitarmos que Moisés escreveu o livro de Jó enquanto estava em Midiã, então eles devem ter vivido algum tempo antes da época do Êxodo. É muito provável também que eles tenham vivido após o Dilúvio.”1

“4. Leia Gênesis 6:5-8. Embora não saibamos quanto Elifaz, Bildade e Zofar conheciam do Dilúvio, como essa história pode ter influenciado a teologia deles? Complete as lacunas:”1

“5 Viu o SENHOR que a maldade do homem se havia multiplicado na terra e que era continuamente mau todo desígnio do seu coração; 6 então, se arrependeu o SENHOR de ter feito o homem na terra, e isso lhe pesou no coração. 7 Disse o SENHOR: Farei desaparecer da face da terra o homem que criei, o homem e o animal, os répteis e as aves dos céus; porque me arrependo de os haver feito. 8 Porém Noé achou graça diante do SENHOR.” (Gênesis 6:5-8 ARA)2.

“A História do Dilúvio é um exemplo de que Deus Se entristece por causa da maldade humana e permite que os pecadores colham as consequência da transgressão.”1

“A história do Dilúvio é um exemplo da retribuição divina pelo pecado. Porém, até mesmo nessa história é revelada a ideia de graça, conforme notamos em Gênesis 6:8. Ellen G. White também escreveu sobre o fato de que ‘cada pancada [de martelo] desferida sobre a arca pregava para o povo’ (História da Redenção, p. 63).”1

“5. Como a difusão do mal e a ideia do juízo retributivo é vista em Gênesis 13:13, 18:20-32 e 19:24, 25 Relacione as colunas:”1

“Ora, os homens de Sodoma eram maus e grandes pecadores contra o SENHOR.” (Gênesis 13:13 ARA)2.

“20 Disse mais o SENHOR: Com efeito, o clamor de Sodoma e Gomorra tem-se multiplicado, e o seu pecado se tem agravado muito. 21 Descerei e verei se, de fato, o que têm praticado corresponde a esse clamor que é vindo até mim; e, se assim não é, sabê-lo-ei. 22 Então, partiram dali aqueles homens e foram para Sodoma; porém Abraão permaneceu ainda na presença do SENHOR. 23 E, aproximando-se a ele, disse: Destruirás o justo com o ímpio? 24 Se houver, porventura, cinqüenta justos na cidade, destruirás ainda assim e não pouparás o lugar por amor dos cinqüenta justos que nela se encontram? 25 Longe de ti o fazeres tal coisa, matares o justo com o ímpio, como se o justo fosse igual ao ímpio; longe de ti. Não fará justiça o Juiz de toda a terra? 26 Então, disse o SENHOR: Se eu achar em Sodoma cinqüenta justos dentro da cidade, pouparei a cidade toda por amor deles. 27 Disse mais Abraão: Eis que me atrevo a falar ao Senhor, eu que sou pó e cinza. 28 Na hipótese de faltarem cinco para cinqüenta justos, destruirás por isso toda a cidade? Ele respondeu: Não a destruirei se eu achar ali quarenta e cinco. 29 Disse-lhe ainda mais Abraão: E se, porventura, houver ali quarenta? Respondeu: Não o farei por amor dos quarenta. 30 Insistiu: Não se ire o Senhor, falarei ainda: Se houver, porventura, ali trinta? Respondeu o SENHOR: Não o farei se eu encontrar ali trinta. 31 Continuou Abraão: Eis que me atrevi a falar ao Senhor: Se, porventura, houver ali vinte? Respondeu o SENHOR: Não a destruirei por amor dos vinte. 32 Disse ainda Abraão: Não se ire o Senhor, se lhe falo somente mais esta vez: Se, porventura, houver ali dez? Respondeu o SENHOR: Não a destruirei por amor dos dez.” (Gênesis 18:20-32 ARA)2.

“24 Então, fez o SENHOR chover enxofre e fogo, da parte do SENHOR, sobre Sodoma e Gomorra. 25 E subverteu aquelas cidades, e toda a campina, e todos os moradores das cidades, e o que nascia na terra.” (Genesis 19:24-25 ARA)2.

A. Gn 13:13

B. Gn 18:20-32

C. Gn 19:24, 25

1. (   ) Na destruição de Sodoma e Gomorra com fogo e enxofre.

2. (   ) Na maldade dos homens de Sodoma.

3. (   ) No agravamento dos pecados de Sodoma e Gomorra.

Resposta: A = 2; B =3; C= 1.

“Não importa se Elifaz, Bildade e Zofar conheciam bem essas histórias bíblicas, o fato é que elas revelam a realidade do juízo divino sobre o mal. Deus não estava simplesmente abandonando os pecadores aos seus pecados e deixando que o próprio pecado os destruísse. Assim como no Dilúvio, Deus foi o agente direto do castigo dos ímpios de Sodoma e Gomorra. Ali, Deus atuou como juiz e destruidor da impiedade e do mal.”1

“Por mais que desejemos (e devamos) nos concentrar no divino caráter de amor, graça e perdão, por que não devemos nos esquecer da realidade da Sua justiça? Pense em todo o mal que ainda está impune. O que isso nos diz sobre a necessidade da retribuição divina, não importando quando ou como ela venha?”1

Terça-feira, 08 de novembro de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÕES da escola sabatina. O livro de Jó. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 486, Out. Nov. Dez. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

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“Menos do que merece a tua iniquidade”

Lições da Bíblia

“2. Leia Jó 11:7-9 e Isaías 40:12-14. Que verdade é expressa nesses versos? Por que devemos sempre nos lembrar dela? Assinale as alternativas corretas:”1

“7 Porventura, desvendarás os arcanos de Deus ou penetrarás até à perfeição do Todo-Poderoso? 8 Como as alturas dos céus é a sua sabedoria; que poderás fazer? Mais profunda é ela do que o abismo; que poderás saber? 9 A sua medida é mais longa do que a terra e mais larga do que o mar.” (Jó 11:7-9 ARA)2.

“12 Quem na concha de sua mão mediu as águas e tomou a medida dos céus a palmos? Quem recolheu na terça parte de um efa o pó da terra e pesou os montes em romana e os outeiros em balança de precisão? 13 Quem guiou o Espírito do SENHOR? Ou, como seu conselheiro, o ensinou? 14 Com quem tomou ele conselho, para que lhe desse compreensão? Quem o instruiu na vereda do juízo, e lhe ensinou sabedoria, e lhe mostrou o caminho de entendimento?” (Isaías 40:12-14 ARA)2.

A. (   ) Deus e Seus mistérios estão além da compreensão humana. Precisamos ter a consciência de que somos pequenos e limitados diante de Deus.

B. (   ) Deus é eterno e nós somos transitórios. Um dia seremos eternos como Deus e também oniscientes.

C. (   ) Se nos esforçarmos, poderemos conhecer todos os segredos de Deus e merecer um pouco de Sua honra.

D. (   ) Deus é Todo-poderoso, mas somos imperfeitos. Isso torna impossível a superação das nossas dificuldades.

Resposta: Alternativa A.

“Há muita coisa sobre Deus que não conhecemos e, apesar de todos os nossos esforços para perscrutá-Lo por nós mesmos, ainda continuaremos conhecendo bem pouco. Um dos filósofos mais famosos do século 20, o falecido Richard Rorty, basicamente argumentou que nunca compreenderemos a realidade e a verdade, e que, portanto, devemos desistir de tentar entendê-las. Em vez de tentar compreender a realidade, argumentou Rorty, tudo o que podemos fazer é tentar lutar com ela. É impressionante que 2.600 anos de tradição filosófica ocidental culmine nessa expressão de derrota. Se toda a nossa busca e investigação tem nos deixado nas trevas quanto à natureza da realidade em que vivemos, será que poderemos, mediante o estudo, compreender o Criador – Aquele que, primeiramente, criou a realidade, e por isso é muito maior do que ela? Rorty essencialmente confirmou o que acabamos de ler no discurso de Zofar, como parte de um argumento errôneo contra Jó.”1

“3. Leia Jó 11:1-20. O que está correto na fala de Zofar? O que há de errado com o seu argumento?”1

“1 Então, respondeu Zofar, o naamatita: 2 Porventura, não se dará resposta a esse palavrório? Acaso, tem razão o tagarela? 3 Será o caso de as tuas parolas fazerem calar os homens? E zombarás tu sem que ninguém te envergonhe? 4 Pois dizes: A minha doutrina é pura, e sou limpo aos teus olhos. 5 Oh! Falasse Deus, e abrisse os seus lábios contra ti, 6 e te revelasse os segredos da sabedoria, da verdadeira sabedoria, que é multiforme! Sabe, portanto, que Deus permite seja esquecida parte da tua iniqüidade. 7 Porventura, desvendarás os arcanos de Deus ou penetrarás até à perfeição do Todo-Poderoso? 8 Como as alturas dos céus é a sua sabedoria; que poderás fazer? Mais profunda é ela do que o abismo; que poderás saber? 9 A sua medida é mais longa do que a terra e mais larga do que o mar. 10 Se ele passa, prende a alguém e chama a juízo, quem o poderá impedir? 11 Porque ele conhece os homens vãos e, sem esforço, vê a iniqüidade. 12 Mas o homem estúpido se tornará sábio, quando a cria de um asno montês nascer homem. 13 Se dispuseres o coração e estenderes as mãos para Deus; 14 se lançares para longe a iniqüidade da tua mão e não permitires habitar na tua tenda a injustiça, 15 então, levantarás o rosto sem mácula, estarás seguro e não temerás. 16 Pois te esquecerás dos teus sofrimentos e deles só terás lembrança como de águas que passaram. 17 A tua vida será mais clara que o meio-dia; ainda que lhe haja trevas, serão como a manhã. 18 Sentir-te-ás seguro, porque haverá esperança; olharás em derredor e dormirás tranqüilo. 19 Deitar-te-ás, e ninguém te espantará; e muitos procurarão obter o teu favor. 20 Mas os olhos dos perversos desfalecerão, o seu refúgio perecerá; sua esperança será o render do espírito.” (Jó 11:1-20 ARA)2.

“É muito difícil entender como alguém pôde ir até um homem que estava sofrendo como Jó e dizer a ele, basicamente: ‘Você está recebendo o que merece. Não, na verdade, você está recebendo menos do que merece.’ O pior é que Zofar estava fazendo isso, assim como os outros dois amigos, numa tentativa de defender a bondade e o caráter de Deus.”1

Segunda-feira, 07 de novembro de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÕES da escola sabatina. O livro de Jó. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 486, Out. Nov. Dez. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

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Mais acusações

Lições da Bíblia

“Como se já não bastasse receber um sermão de Elifaz, Jó também encarou o discurso de Bildade, que disse coisas semelhantes ao que Elifaz havia dito. Infelizmente, Bildade foi ainda mais rude e duro com Jó do que Elifaz. Imagine ir até alguém cujos filhos morreram e dizer a essa pessoa: ‘Se os seus filhos pecaram contra Deus, Ele os castigou por sua transgressão’ (Jó 8:4, New King James Version, tradução livre).”1

“Isso é irônico, pois o primeiro capítulo de Jó (1:5) deixa claro que Jó oferecia sacrifícios em favor de seus filhos exatamente por essa razão, caso eles houvessem pecado. Portanto, vemos um contraste entre a compreensão da graça, vista nas ações de Jó, e as primeiras palavras de Bildade, que revelam um legalismo duro e punitivo. Mas ainda pior é que Bildade falou dessa maneira numa tentativa de defender o caráter de Deus.”1

“1. Leia Jó 8:1-22. Qual foi o argumento de Bildade? Quanta verdade ele proferiu? Se você se esquecesse do contexto imediato e observasse apenas as opiniões expressas, encontraria algum erro nas palavras de Bildade?”1

1 Então, respondeu Bildade, o suíta: 2 Até quando falarás tais coisas? E até quando as palavras da tua boca serão qual vento impetuoso? 3 Perverteria Deus o direito ou perverteria o Todo-Poderoso a justiça? 4 Se teus filhos pecaram contra ele, também ele os lançou no poder da sua transgressão. 5 Mas, se tu buscares a Deus e ao Todo-Poderoso pedires misericórdia, 6 se fores puro e reto, ele, sem demora, despertará em teu favor e restaurará a justiça da tua morada. 7 O teu primeiro estado, na verdade, terá sido pequeno, mas o teu último crescerá sobremaneira. 8 Pois, eu te peço, pergunta agora a gerações passadas e atenta para a experiência de seus pais; 9 porque nós somos de ontem e nada sabemos; porquanto nossos dias sobre a terra são como a sombra. 10 Porventura, não te ensinarão os pais, não haverão de falar-te e do próprio entendimento não proferirão estas palavras: 11 Pode o papiro crescer sem lodo? Ou viça o junco sem água? 12 Estando ainda na sua verdura e ainda não colhidos, todavia, antes de qualquer outra erva se secam. 13 São assim as veredas de todos quantos se esquecem de Deus; e a esperança do ímpio perecerá. 14 A sua firmeza será frustrada, e a sua confiança é teia de aranha. 15 Encostar-se-á à sua casa, e ela não se manterá, agarrar-se-á a ela, e ela não ficará em pé. 16 Ele é viçoso perante o sol, e os seus renovos irrompem no seu jardim; 17 as suas raízes se entrelaçam num montão de pedras e penetram até às muralhas. 18 Mas, se Deus o arranca do seu lugar, então, este o negará, dizendo: Nunca te vi. 19 Eis em que deu a sua vida! E do pó brotarão outros. 20 Eis que Deus não rejeita ao íntegro, nem toma pela mão os malfeitores. 21 Ele te encherá a boca de riso e os teus lábios, de júbilo. 22 Teus aborrecedores se vestirão de ignomínia, e a tenda dos perversos não subsistirá.” (Jó 8:1-22 ARA).

“Quem pode encontrar algum erro no que Bildade disse? ‘Pois nós nascemos ontem e não sabemos nada. Nossos dias na Terra não passam de uma sombra’ (Jó 8:9, NVI). Essas são palavras poderosas, verdadeiras e muito bíblicas (Tg 4:14). Ou ainda, que há de errado com sua advertência de que os ímpios que colocam sua esperança em coisas terrestres e temporais estão, de fato, confiando em algo cuja firmeza é como a ‘teia de aranha’ (Jó 8:14)? Pensamento mais bíblico que esse é difícil de encontrar.”1

“Talvez o maior problema é que Bildade estava apresentando apenas um aspecto do caráter de Deus. É como estar em uma vala de um ou de outro lado da estrada. Nenhum desses lugares é onde você realmente deveria estar. Alguém pode, por exemplo, se concentrar apenas na lei, na justiça e na obediência, enquanto outra pessoa pode focalizar a graça, o perdão e a substituição. A ênfase exagerada em ambos os casos geralmente leva a uma imagem distorcida de Deus e da verdade. Vemos na fala de Bildade um problema semelhante.”1

“Devemos sempre lutar pelo equilíbrio entre lei e graça em nossa teologia e em nosso trato para com as pessoas que erram. A lei seria diminuída se estendêssemos a graça aos que caíram profundamente? Por quê?”1

Domingo, 06 de novembro de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÕES da escola sabatina. O livro de Jó. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 486, Out. Nov. Dez. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

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Castigo retributivo

Lições da Bíblia

Introdução ao tema da Lição desta semana e comentários do autor

“Você consegue perscrutar os mistérios de Deus? Pode sondar os limites do Todo-poderoso?” (Jó 11:7, NVI).1

“Oproblema do sofrimento humano certamente continua a assombrar a humanidade. Vemos pessoas ‘boas’ sofrerem imensas tragédias, enquanto os maus ficam impunes nesta vida. Há alguns anos foi lançado um livro cujo título é Why do bad things happen to good people? [Por que coisas ruins acontecem com pessoas boas?]. Ao longo dos milênios, essa foi uma das diversas tentativas de se chegar a uma resposta satisfatória para o problema. Bem, não deu certo. Muitos outros escritores e pensadores têm escrito sobre suas lutas para aceitar o sofrimento humano. No entanto, parece que eles não encontraram as respostas certas.”1

“É evidente que esse é o tema do livro de Jó, e nele continuamos a investigar por que até mesmo pessoas ‘boas’, tais como Jó, sofrem neste mundo. A diferença crucial entre o livro de Jó e os outros, entretanto, é que o livro de Jó não está fundamentado em perspectivas humanas sobre o sofrimento, ainda que encontremos muitas delas no livro. Em vez disso, por ser a Bíblia, vemos ali a perspectiva de Deus sobre o problema.”1

“Nesta semana estudaremos mais alguns discursos dos que foram visitar Jó em sua miséria. O que podemos aprender com eles, principalmente com seus erros, à medida que eles, assim como outros têm feito, tentam lidar com o problema do sofrimento?”1

“Há um poder transformador na Palavra de Deus e na literatura da Casa Publicadora Brasileira. Planeje em sua igreja o dia da literatura, com sermão sobre a importância da leitura devocional e culto jovem sobre o assunto.”1

Sábado, 05 de novembro de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÕES da escola sabatina. O livro de Jó. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 486, Out. Nov. Dez. 2016. Adulto, Professor.

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Maldição sem causa? – Estudo adicional

Lições da Bíblia

Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

 

Estudo adicional

“Como vimos, não é que Elifaz não tivesse compaixão de Jó; é que simplesmente ela ficou em segundo plano, pois ele via como sua maior necessidade defender o caráter de Deus. Afinal de contas, Jó estava sofrendo muito, e Deus é justo. Portanto, Jó devia ter feito algo para merecer o que havia acontecido com ele. Elifaz concluiu que essa seria a essência da justiça de Deus. Portanto, Jó estava errado em sua queixa.”1

“É evidente que Deus é justo. Mas isso não significa automaticamente que veremos a manifestação de Sua justiça em tudo que ocorre neste mundo caído. A verdade é que muitas vezes isso não acontece. A justiça e o juízo virão, mas não necessariamente agora (Ap 20:12). Parte do que significa viver pela fé é confiar em Deus, crendo que a justiça tão escassa hoje será revelada e manifestada um dia.”1

“O que vemos com Elifaz também aparece na atitude de alguns escribas e fariseus para com Jesus. Aqueles homens estavam tão presos ao seu desejo de ser ‘fiéis’ e religiosos, que sua ira por causa das curas que o Senhor realizava no dia de sábado (Mt 12) superou a alegria que eles deveriam ter sentido, pois o enfermo havia sido curado, e o sofredor, aliviado. Por mais específicas que tenham sido as palavras de Cristo no texto a seguir, elas têm um princípio que nós, que amamos a Deus e somos zelosos por Ele, devemos sempre nos lembrar: ‘Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas, porque dais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho e tendes negligenciado os preceitos mais importantes da Lei: a justiça, a misericórdia e a fé; devíeis, porém, fazer estas coisas, sem omitir aquelas’ (Mt 23:23).”

Perguntas para reflexão

“1. Como podemos saber quando uma pessoa precisa de compaixão e solidariedade, e quando ela precisa de um sermão ou talvez até de uma repreensão? Por que muitas vezes seria melhor escolher o lado da compaixão e solidariedade ao lidar com os que sofrem, mesmo que seja por causa de seus próprios pecados e erros?”1

“2. Leia novamente o que Elifaz disse a Jó nos capítulos 4 e 5. Em que situação essas palavras teriam sido mais apropriadas do que foram naquele momento?”1

“3. Suponha que você fosse um amigo de Jó e fosse vê-lo enquanto ele estivesse sentado no monte de cinzas. O que você teria dito para ele? Por quê? Se você estivesse no lugar de Jó, o que gostaria que as pessoas lhe dissessem?”1

Sexta-feira, 04 de novembro de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÕES da escola sabatina. O livro de Jó. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 486, Out. Nov. Dez. 2016. Adulto, Professor.

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Julgamento precipitado

Lições da Bíblia

“Muito do que Elifaz disse a Jó estava correto. Isto é, ele fez muitas colocações válidas, que foram expressas na Bíblia posteriormente. Contudo, havia algo muito errado em sua resposta a Jó. O problema foi o contexto, pois as verdades que ele estava expressando não se aplicavam àquela situação.”1

“Veja esta afirmação de Ellen G. White: ‘Nenhuma verdade a Bíblia ensina mais claramente do que aquela segundo a qual o que fazemos é o resultado do que somos. Em grande parte, as experiências da vida são fruto de nossos próprios pensamentos e ações’ (Educação, p. 146).”1

“Contudo, você poderia imaginar um ‘santo’ bem-intencionado indo até alguém numa situação como a de Jó e lendo para essa pessoa a afirmação de Ellen G. White mencionada acima? Teria sido muito melhor se esse ‘santo’ bem-intencionado tivesse, em vez disso, seguido este conselho: ‘Muitos pensam que estão representando a justiça de Deus, enquanto deixam inteiramente de Lhe representar a ternura e o grande amor. Muitas vezes aqueles a quem eles tratam com severidade e rispidez se acham pressionados pela tentação. Satanás está lutando com essas pessoas, e as palavras ásperas, destituídas de compaixão, desanimam-nas, fazendo-as cair presa do poder do tentador’ (A Ciência do Bom Viver, p. 163).”1

“Havia muito mais coisas acontecendo ali do que Elifaz e todos os outros, inclusive Jó, sabiam. Portanto, o julgamento precipitado de Elifaz, mesmo com toda a sua teologia correta, era dificilmente a coisa certa a se fazer, dadas as circunstâncias.”1

“6. Por que os seguintes textos devem ser os primeiros em nossa lista quando lidamos com alguém que, segundo pensamos, tenha cometido erros? Mt 7:1, 2; Rm 2:1-3; 1Co 4:5. Avalie as afirmações abaixo e marque as alternativas corretas. Os textos revelam que:”1

“1 Não julgueis, para que não sejais julgados. 2 Pois, com o critério com que julgardes, sereis julgados; e, com a medida com que tiverdes medido, vos medirão também.” (Mateus 7:1-2 ARA)2.

“1 Portanto, és indesculpável, ó homem, quando julgas, quem quer que sejas; porque, no que julgas a outro, a ti mesmo te condenas; pois praticas as próprias coisas que condenas. 2 Bem sabemos que o juízo de Deus é segundo a verdade contra os que praticam tais coisas. 3 Tu, ó homem, que condenas os que praticam tais coisas e fazes as mesmas, pensas que te livrarás do juízo de Deus?” (Romanos 2:1-3 ARA)2.

“Portanto, nada julgueis antes do tempo, até que venha o Senhor, o qual não somente trará à plena luz as coisas ocultas das trevas, mas também manifestará os desígnios dos corações; e, então, cada um receberá o seu louvor da parte de Deus.” (1 Coríntios 4:5 ARA)2.

A. (   ) Estamos na mesma condição das outras pessoas e, portanto, não podemos julgar.

B. (   ) Com a medida com que julgarmos, também seremos julgados.

C. (   ) Não sabemos das intenções do coração; elas serão reveladas somente quando Deus trouxer à luz aquilo que está oculto.

D. (   ) Ao julgar, estamos cometendo os mesmos atos daquele que é julgado.

Resposta: “Todas as afirmações estão corretas.”1

“Mesmo que Elifaz estivesse certo e Jó, de fato, fosse o responsável por aquele sofrimento, as palavras de Elifaz foram imprudentes e inoportunas. Todos nós, em algum momento, precisamos de compaixão e solidariedade, não de um sermão. É evidente que há um momento e lugar para receber uma advertência. Mas quando um homem está sentado num monte de cinzas, com sua vida arruinada, seus filhos mortos e seu corpo coberto de feridas, esse com certeza não é o momento certo.”1

Quinta-feira, 03 de novembro de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÕES da escola sabatina. O livro de Jó. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 486, Out. Nov. Dez. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

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