Destinos injustos

Lições da Bíblia

“3. Leia Jó 15:14-16. Que verdade Elifaz apresentou a Jó? Assinale a alternativa correta:”1

“14 Que é o homem, para que seja puro? E o que nasce de mulher, para ser justo? 15 Eis que Deus não confia nem nos seus santos; nem os céus são puros aos seus olhos, 16 quanto menos o homem, que é abominável e corrupto, que bebe a iniqüidade como a água!” (Jó 15:14-16 ARA)2.

A. (   ) Todo sofrimento é fruto dos nossos pecados.

B. (   ) Não podemos esperar nada de Deus, pois Ele é justo, e nós, pecadores.

C. (   ) Todos os homens nascidos de mulher são pecadores, injustos e corruptos.

D. (   ) Deus perdoaria os pecados de Jó, se ele somente os confessasse.

Resposta: Alternativa C

“Novamente Elifaz falou a verdade, assim como os outros amigos haviam falado, dessa vez, porém, a respeito da pecaminosidade de todo ser humano. O pecado é uma realidade universal da vida na Terra, assim como o sofrimento. E, como também sabemos, no fim das contas todo sofrimento é resultado do pecado. Além disso, não há dúvidas de que Deus pode usar o sofrimento para nos ensinar lições importantes. ‘Deus sempre tem provado Seu povo na fornalha da aflição. É no calor da fornalha que a escória se separa do verdadeiro ouro do caráter cristão’ (Patriarcas e Profetas, p. 129).”1

“Há, porém, um problema mais profundo com relação ao sofrimento. O que dizer das vezes em que não vemos benefício algum como resultado do sofrimento? E quanto ao sofrimento dos que não tiveram, em seu caráter, a escória separada do ouro, pois foram mortos instantaneamente? O que dizer dos que sofrem sem conhecer o Deus verdadeiro ou qualquer coisa a Seu respeito? E as pessoas cujos sofrimentos apenas as tornaram amargas, furiosas e revoltadas com Deus? Não podemos ignorar esses exemplos nem tentar colocá-los numa fórmula simples. Fazer isso talvez nos tornasse culpados dos mesmos erros cometidos pelos acusadores de Jó.”1

“Independentemente das lições que Jó e seus acusadores pudessem aprender, e da derrota que Satanás enfrentaria mediante a fidelidade de Jó, o destino dessas outras pessoas certamente não parece justo. O fato é que essas coisas não são justas, nem razoáveis ou corretas.”1

“Enfrentamos desafios semelhantes hoje. Uma criança de seis anos morre de câncer. Isso é justo? Uma universitária de vinte anos é tirada à força de seu carro e abusada sexualmente. Isso é justo? Uma mulher de trinta e cinco anos, mãe de três filhos, morre em um acidente automobilístico. Isso é justo? O que dizer dos 19 mil japoneses mortos no terremoto de 2011? Todos eles eram culpados de alguma coisa, para que aquele terremoto fosse considerado uma punição justa? Se não, essas mortes também não foram justas.”1

“Essas são questões difíceis.”1

Terça-feira, 15 de novembro de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÕES da escola sabatina. O livro de Jó. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 486, Out. Nov. Dez. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Maldito dia! – Estudo adicional

Lições da Bíblia

Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

 

Estudo adicional

“‘Em uma era tão excepcionalmente iluminada pela ciência e a razão, as ‘boas- novas’ do cristianismo tornaram-se uma estrutura metafísica cada vez menos convincente, um fundamento menos seguro sobre o qual construir a vida e menos psicologicamente necessário. A absoluta improbabilidade de toda a sucessão de eventos se tornava dolorosamente óbvia – que um Deus infinito e eterno repentinamente tivesse Se tornado um ser humano em um lugar e num momento histórico específicos apenas para ser vergonhosamente executado; que uma única pessoa tenha vivido durante poucos anos, há dois milênios, em uma nação obscura e primitiva, em um planeta hoje conhecido como uma porção de matéria relativamente insignificante, que gira em torno de uma estrela dentre bilhões de estrelas em um Universo impessoal e inconcebivelmente vasto; e que tal acontecimento indistinto tivesse um grande significado cósmico e eterno – tudo isso não mais poderia ser uma crença atrativa para homens racionais. Era completamente improvável que o Universo como um todo tivesse muito interesse nesta minúscula parte de sua imensidão. Sob os holofotes da exigência moderna pela confirmação pública, empírica e científica de todas as declarações de crença, a essência do cristianismo perdeu seu vigor’ (Richard Tarnas,Passion of the Western Mind; Nova York: Ballantine Books, 1991, p. 305). Qual é o problema com esse pensamento? O que o autor está omitindo? Quais são os limites do que “ciência e razão” podem conhecer sobre a realidade de Deus e Seu amor por nós? O que isso nos revela a respeito da necessidade da verdade revelada, que a “ciência e razão” humanas não podem obter por si mesmas?”1

Perguntas para reflexão

“1. Como você responderia à pergunta ‘que é o homem’? A sua resposta seria diferente daquela das pessoas que não creem no Deus da Bíblia?”1

“2. ‘Certamente, os mortos estão além da morte!’, escreveu Cormac McCarthy. ‘A morte é o que os vivos levam consigo’. Por que nossa compreensão do que ocorre após a morte deve nos confortar quanto aos nossos entes queridos? Podemos obter um pouco de consolo em saber que eles estão em paz, descansando, livres das fadigas e preocupações da vida?”

“3. Por que mesmo nas situações mais miseráveis, a maioria das pessoas se apega à vida, ainda que a vida pareça ser muito ruim?”1

“4. O que a cruz ensina sobre o valor da humanidade?”1

Sexta-feira, 28 de outubro de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÕES da escola sabatina. O livro de Jó. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 486, Out. Nov. Dez. 2016. Adulto, Professor.

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A dor dos outros

Lições da Bíblia

“Jó concluiu seu primeiro lamento, conforme registrado no capítulo 3. Nos dois capítulos seguintes, um de seus amigos, Elifaz, pregou-lhe um sermão e o repreendeu (voltaremos a esse tema na semana que vem). Nos capítulos 6 e 7, Jó continuou falando de seu sofrimento.”1

“4. ‘Oh! Se a minha queixa, de fato, se pesasse, e contra ela, numa balança, se pusesse a minha miséria, esta, na verdade, pesaria mais que a areia dos mares’ (Jó 6:2, 3). Como Jó expressou sua dor? Marque verdadeiro (V) ou falso (F).”1

(   ) Jó expressou sua dor através de uma metáfora.

(   ) Ele expressou sua dor através da própria realidade do fato.

Resposta: V e F

“Essa imagem nos dá uma ideia de como Jó enxergava seu sofrimento. Se toda a areia do mar estivesse em um lado da balança e sua ‘dor’ e a ‘calamidade’ no outro, os seus sofrimentos excederiam o peso de toda a areia.”1

“O sofrimento de Jó era muito real para ele. Esse sofrimento era apenas dele e de ninguém mais. Às vezes ouvimos falar do conceito da ‘soma do sofrimento humano’. Porém, isso não expressa bem a verdade. Não sofremos em grupos. Não sofremos a dor de ninguém, apenas a nossa própria. Conhecemos somente nossa dor, nosso sofrimento. A dor de Jó, por maior que tenha sido, não foi maior do que a dor que outras pessoas poderiam sofrer. Algumas pessoas bem-intencionadas poderiam dizer a alguém: ‘Eu sinto sua dor’. Não sentem; elas não podem sentir. Tudo o que podem experimentar é a própria dor, que pode vir em resposta ao sofrimento de outra pessoa. Mas é sempre e somente isso, a dor própria, não a de outra pessoa.”1

“Ouvimos falar em desastres provocados pelo próprio ser humano ou por outras causas, com alto número de mortes. O número de mortos ou de feridos nos choca. Mal podemos imaginar um sofrimento de tamanha proporção. Mas no caso de Jó, e também de toda a humanidade caída desde Adão e Eva até o fim deste mundo, todos os seres caídos que já viveram puderam conhecer somente seu próprio sofrimento e não mais que isso.”1

“É evidente que jamais devemos menosprezar o sofrimento individual e, sendo cristãos, somos chamados a aliviar o sofrimento quando e onde pudermos (veja Tg 1:27 [‘A religião pura e sem mácula, para com o nosso Deus e Pai, é esta: visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações e a si mesmo guardar-se incontaminado do mundo.’]2; Mt 25:34-40 [‘34 então, dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai! Entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo. 35 Porque tive fome, e me destes de comer; tive sede, e me destes de beber; era forasteiro, e me hospedastes; 36 estava nu, e me vestistes; enfermo, e me visitastes; preso, e fostes ver-me. 37 Então, perguntarão os justos: Senhor, quando foi que te vimos com fome e te demos de comer? Ou com sede e te demos de beber? 38 E quando te vimos forasteiro e te hospedamos? Ou nu e te vestimos? 39 E quando te vimos enfermo ou preso e te fomos visitar? 40 O Rei, respondendo, lhes dirá: Em verdade vos afirmo que, sempre que o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes.’]2). Entretanto, não importa quanto sofrimento exista no mundo, podemos ser gratos pelo fato de que nenhum ser humano caído sofre mais do que pode suportar. Há somente uma exceção, como veremos na lição 12.”1

“Reflita sobre a ideia de que o sofrimento humano está limitado apenas a cada indivíduo. Isso pode lhe ajudar a enxergar o problema do sofrimento em uma perspectiva diferente?”1

Terça-feira, 25 de outubro de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÕES da escola sabatina. O livro de Jó. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 486, Out. Nov. Dez. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

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Pereça o dia do meu nascimento

Lições da Bíblia

“Imagine que você seja Jó. Inexplicavelmente a sua vida e tudo pelo que você trabalhou, tudo o que conquistou, todas as bênçãos que Deus lhe concedeu, tornam-se em ruínas. Isso simplesmente não faz sentido. Parece não haver nenhuma razão, boa nem má, para tal situação.”1

“Há alguns anos um ônibus escolar saiu da rodovia e acabou matando muitas crianças. Naquele contexto, um ateu disse que aquilo era o tipo de coisa que podíamos esperar neste mundo em que não há significado, propósito nem direção alguma. Uma tragédia como aquela não tinha sentido algum, pois o próprio mundo não tem sentido.”1

“No entanto, como vimos anteriormente, essa resposta não funciona para quem crê em Deus. E para Jó, um fiel seguidor do Senhor, essa resposta também não funcionou. Mas qual era a resposta? Qual era a explicação? Jó não tinha uma resposta. Tudo o que ele tinha era uma extrema aflição e todas as perguntas que inevitavelmente a acompanhavam.”1

“1. Leia Jó 3:1-10. Como Jó expressou sua dor e sofrimento? De que maneira nos identificamos com o que ele falou?”1

“1 Depois disto, passou Jó a falar e amaldiçoou o seu dia natalício. 2 Disse Jó: 3 Pereça o dia em que nasci e a noite em que se disse: Foi concebido um homem! 4 Converta-se aquele dia em trevas; e Deus, lá de cima, não tenha cuidado dele, nem resplandeça sobre ele a luz. 5 Reclamem-no as trevas e a sombra de morte; habitem sobre ele nuvens; espante-o tudo o que pode enegrecer o dia. 6 Aquela noite, que dela se apoderem densas trevas; não se regozije ela entre os dias do ano, não entre na conta dos meses. 7 Seja estéril aquela noite, e dela sejam banidos os sons de júbilo. 8 Amaldiçoem-na aqueles que sabem amaldiçoar o dia e sabem excitar o monstro marinho. 9 Escureçam-se as estrelas do crepúsculo matutino dessa noite; que ela espere a luz, e a luz não venha; que não veja as pálpebras dos olhos da alva, 10 pois não fechou as portas do ventre de minha mãe, nem escondeu dos meus olhos o sofrimento.” (Jó 3:1-10 ARA)2.”

Jó amaldiçoou o dia do seu nascimento. Por causa do seu sofrimento, disse que teria sido melhor se ele não tivesse nascido.1

“A vida é um presente de Deus. Existimos somente porque Deus nos criou (At 17:28; Ap 4:11). Nossa própria existência é um milagre que tem deixado perplexa a ciência moderna. De fato, os cientistas não estão em total harmonia sobre qual é a definição de ‘vida’, muito menos a respeito de como ela surgiu, ou ainda mais importante, por que ela surgiu.”1

“No entanto, em momentos de desespero, quem já não questionou se vale a pena viver? Não estamos nos referindo aos casos infelizes de suicídio. Em vez disso, estamos falando das vezes em que, a exemplo de Jó, podemos ter desejado não ter nascido, algo que ocorre com muitas pessoas.”1

“Um antigo grego uma vez disse que a melhor coisa que poderia acontecer com uma pessoa, além de morrer, seria nunca ter nascido. Ou seja, a vida pode ser tão miserável que julgamos que estaríamos em melhor situação se não existíssemos, e assim seríamos poupados da angústia inevitável que acompanha a vida humana neste mundo caído.”1

“Você já se sentiu como Jó, desejando não ter nascido? No fim das contas, o que aconteceu? Você superou esse sentimento? Nos piores momentos da vida, qual é a importância da esperança e da perspectiva de que de as coisas irão melhorar?”1

Domingo, 23 de outubro de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

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Maldito dia!

Lições da Bíblia

Introdução ao tema da Lição desta semana e comentários do autor

 

Tu és digno, Senhor e Deus nosso, de receber a glória, a honra e o poder, porque todas as coisas Tu criaste, sim, por causa da Tua vontade vieram a existir e foram criadas” (Ap 4:11).1

“Ao lermos a história de Jó, temos duas vantagens distintas: a primeira é saber como ela termina, e a segunda é conhecer o pano de fundo, o conflito cósmico que ocorre nos bastidores.”1

“Jó não sabia dessas coisas. O que ele sabia era que tudo ia bem em sua vida quando, de repente, uma calamidade após a outra, tragédia após tragédia, caíram sobre ele. E então, esse homem que ‘era o maior de todos os do oriente’ (Jó 1:3), foi rebaixado ao luto e ao sofrimento num monte de cinzas.”1

“Ao continuar o estudo do livro de Jó, vamos tentar nos colocar no lugar dele, pois isso nos ajudará a compreender melhor a confusão, a ira e a tristeza pelas quais ele estava passando. E, em certo sentido, isso não deveria ser muito difícil para nós, não é mesmo? Não que tenhamos passado pelo que Jó passou, mas quem dentre os seres humanos, nascidos neste mundo caído, não conhece um pouco da perplexidade que a tragédia e o sofrimento trazem, especialmente quando tentamos servir ao Senhor fielmente e fazer o que é correto aos Seus olhos?”1

Entre os dias 19 e 26 de novembro será realizada uma grande campanha evangelística em todo Brasil. Serão mais de 4 mil pontos de pregação. Envolva sua igreja também! Comece a orar e trabalhar pelos amigos que serão convidados!

Sábado, 22 de outubro de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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Deus e o sofrimento humano – Estudo adicional

Lições da Bíblia

Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

 

Estudo adicional

“Oescritor e apologista cristão C. S. Lewis escreveu um livro que fala sobre a morte de sua esposa e a luta que ele teve para aceitar e superar essa perda. Lewis escreveu: ‘Não que eu esteja (penso eu) correndo o perigo de deixar de crer em Deus. O verdadeiro perigo é eu acreditar em coisas tão terríveis sobre Ele. A conclusão que temo não é: ‘Então realmente não existe Deus’, mas: ‘Então é assim que Deus realmente é? Não se engane mais’ (A Anatomia de uma Dor, p. 6, 7).”1

“Jó também lutou com essas perguntas. Como vimos anteriormente, ele nunca duvidou da existência de Deus. O motivo de sua luta era a questão do caráter divino. Jó serviu ao Senhor fielmente; ele foi um homem ‘bom’. Portanto, ele sabia que não merecia as coisas pelas quais estava passando. Dessa forma, ele fez a pergunta que muitos crentes fazem em meio às tragédias: Como Deus realmente é? E não é essa a pergunta fundamental do grande conflito? A questão em jogo não é a existência de Deus, mas Seu caráter. E embora haja muitas coisas envolvidas na resolução do grande conflito, não há dúvida de que a morte de Jesus na cruz, onde o Filho de Deus ‘Se entregou a Si mesmo por nós, como oferta e sacrifício a Deus, em aroma suave’ (Ef 5:2), mais do que qualquer outra coisa revelou ao Universo o verdadeiro caráter do nosso Criador. A cruz nos mostrou que podemos confiar em Deus.”1

Perguntas para reflexão

“1. Os que não creem em Deus não precisam lutar com as mesmas perguntas que os crentes lutam ao enfrentar tragédias. Por outro lado, que esperança eles têm de um dia obter respostas? Imagine acreditar que a sepultura seja o fim de todas as coisas. Muitos incrédulos se desesperam com a vida ou com a ausência de significado para a existência. A literatura secular está repleta de exclamações e protestos a respeito da falta de sentido da vida. Em meio às tristezas, como podemos obter esperança por meio da fé, apesar das perguntas difíceis que permanecem?”1

“2. Por que é tão importante sempre pensarmos na cruz, a revelação mais poderosa do amor de Deus e de Seu caráter? Quando somos engolidos pela tristeza, tragédia e pelo mal inexplicável, o que a cruz nos diz sobre o caráter de Deus? Quando mantemos a realidade da cruz sempre diante de nós, que esperança temos sobre o resultado final de tudo o que enfrentamos hoje?”1

Sexta-feira, 21 de outubro de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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Deus e o sofrimento humano

Lições da Bíblia

Introdução ao tema da Lição desta semana, comentários do autor.

Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal(Mt 6:43, ARC).1

“Diferente de todos os outros livros da Bíblia, o livro de Jó está completamente separado do contexto da terra e do povo de Israel. Desde o Gênesis, com a promessa de que o Senhor faria de Abraão ‘uma grande nação’ (Gn 12:2), até o Apocalipse, em que há a descrição da ‘cidade santa’, Jerusalém (Ap 22:19), de algum modo, seja ele direto ou indireto, o contexto de Israel e sua aliança com Deus ajuda a dar forma a cada livro da Bíblia. No entanto, não existe nada disso registrado no livro de Jó, nem sequer uma menção ao evento precursor na história do antigo Israel, o Êxodo. A primeira razão é que Moisés teria escrito o livro de Jó, juntamente com o livro de Gênesis, no deserto de Midiã (veja também o Comentário Bíblico Adventista, v. 3, p. 1291). O Êxodo ainda não havia acontecido, o que explicaria porque ele não é mencionado no livro de Jó.”1

“Mas talvez haja outra razão ainda mais importante. Um dos principais temas do livro de Jó, o sofrimento humano, é universal. Esse tema não está limitado a um povo ou época. Judeus ou gentios, todos entendemos alguma coisa das aflições de Jó e do sofrimento que envolve a existência neste mundo caído. Embora seu sofrimento tenha sido singular, Jó representa todos nós em nossos sofrimentos.”1

Sábado, 15 de outubro de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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