O Sumo Sacerdote da nova aliança

Lições da Bíblia1

O santuário terrestre, em que Deus escolheu habitar com Seu povo, estava concentrado no sacrifício de animais. No entanto, o serviço não terminava com a morte dessas criaturas. O sacerdote ministrava o sangue no santuário em favor do pecador depois que o animal era morto.

Contudo, todo esse ritual era apenas uma sombra, um símbolo do que Cristo faria pelo mundo. Portanto, assim como os símbolos (o serviço do santuário) não terminavam com a morte do animal, a obra de Cristo por nós também não terminou com Sua morte na cruz.

6. Leia Hebreus 8:1-6. Em seguida, escreva com suas próprias palavras a mensagem do Senhor para nós nesses versos. Como esses textos nos ajudam a entender a nova aliança?

Hebreus 8:1-6 (ARA)2: 1 Ora, o essencial das coisas que temos dito é que possuímos tal sumo sacerdote, que se assentou à destra do trono da Majestade nos céus,como ministro do santuário e do verdadeiro tabernáculo que o Senhor erigiu, não o homem. 3 Pois todo sumo sacerdote é constituído para oferecer tanto dons como sacrifícios; por isso, era necessário que também esse sumo sacerdote tivesse o que oferecer. 4 Ora, se ele estivesse na terra, nem mesmo sacerdote seria, visto existirem aqueles que oferecem os dons segundo a lei, 5 os quais ministram em figura e sombra das coisas celestes, assim como foi Moisés divinamente instruído, quando estava para construir o tabernáculo; pois diz ele: Vê que faças todas as coisas de acordo com o modelo que te foi mostrado no monte. 6 Agora, com efeito, obteve Jesus ministério tanto mais excelente, quanto é ele também Mediador de superior aliança instituída com base em superiores promessas.

Assim como havia um santuário, um sacerdócio e um ministério terrestre na antiga aliança, também há um santuário, um sacerdócio e um ministério celestial na nova aliança. Entretanto, o que não passava de símbolos, imagens e sombra na antiga aliança (Hb 8:5) tornou-se uma realidade na nova.

Além disso, em vez de um animal sem conceito moral como nosso substituto, temos o Jesus imaculado; em vez de sangue de animais, temos o sangue de Cristo; em vez de um santuário feito pelo homem, temos o “santuário e […] verdadeiro tabernáculo que o Senhor erigiu, e não o homem” (Hb 8:2); e em vez de um sacerdote humano, pecador e errante, temos Jesus como nosso Sumo Sacerdote ministrando em nosso favor. Com tudo isso em mente, pense nas palavras de Paulo: “Como escaparemos nós, se não levarmos a sério tão grande salvação?” (Hb 2:3).

Pense nisto: Jesus viveu sem pecado, morreu, ressuscitou e agora está no Céu, ministrando no santuário em seu favor. Tudo isso foi feito para salvar você dos terríveis resultados finais do pecado. Fale com alguém sobre essa notícia maravilhosa, alguém que, em sua opinião, precisa ouvi-la.

Quarta-feira, 09 de junho de 2021. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. A promessa: a aliança eterna de Deus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 504, abr. maio. jun. 2021. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

O Sacerdote da nova aliança

Lições da Bíblia1

O livro de Hebreus enfatiza Jesus como Sumo Sacerdote no santuário celestial e apresenta a exposição mais clara do Novo Testamento sobre a nova aliança. Isso não é coincidência. O ministério celestial de Cristo está intrinsecamente ligado às promessas da nova aliança.

O serviço do santuário do Antigo Testamento era o meio pelo qual eram ensinadas as verdades da antiga aliança. A ênfase desse serviço eram os sacrifícios e a mediação. Os animais eram mortos, e seu sangue era usado pelos sacerdotes para fazer expiação. Todos esses eram símbolos da salvação encontrada em Jesus. Não havia salvação neles nem por meio deles.

8. Leia Hebreus 10:4. Por que não havia salvação na morte desses animais? Por que a morte de um animal não é suficiente para trazer salvação?

Hebreus 10:4 (ARA)2: “porque é impossível que o sangue de touros e de bodes remova pecados.

Todos esses sacrifícios, e a mediação sacerdotal que os acompanhava, se cumpriram em Cristo. Jesus Se tornou o Sacrifício do qual provém o sangue da nova aliança. O sangue do Salvador confirmou a nova aliança, tornando “antiga” ou nula a aliança sinaítica e seus sacrifícios. O verdadeiro sacrifício havia sido feito, de uma vez por todas (Hb 9:26). Depois que Cristo morreu, não havia mais a necessidade de que animais fossem mortos. Os serviços do santuário terrestre haviam cumprido sua função.

9. Mateus 27:51 conta que o véu do santuário terrestre se rasgou quando Jesus morreu. Esse evento nos ajuda a compreender por que o santuário terrestre foi revogado?

Mateus 27:51 (ARA)2: “Eis que o véu do santuário se rasgou em duas partes de alto a baixo; tremeu a terra, fenderam-se as rochas;”

O ministério sacerdotal – realizado pelos levitas que ofereciam e mediavam os sacrifícios no santuário terrestre em favor do povo – estava ligado aos sacrifícios de animais. Uma vez que os sacrifícios terminaram, seu ministério não mais era necessário. Tudo se cumpriu em Jesus, que ministra Seu próprio sangue no santuário celestial (Hb 8:1-5). O livro de Hebreus mostra que Cristo entrou no santuário celestial após derramar Seu sangue (Hb 9:12) e intercede por nós. Esse é o fundamento da esperança e da promessa da nova aliança.

Como você se sente ao entender que Jesus está ministrando Seu sangue no Céu em seu favor? Quanta confiança e segurança isso lhe dá a respeito da salvação?

Quinta-feira, 03 de junho de 2021. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. A promessa: a aliança eterna de Deus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 504, abr. maio. jun. 2021. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Sacerdotes e levitas como parte da adoração

Lições da Bíblia

“8. Leia Neemias 12:44-47. Por que Judá se regozijou ‘com os sacerdotes e os levitas que ministravam no templo’ (Ne 12:44, NVI)? Por que eles eram importantes?”1

Neemias (12:44-47 ARA): “44 Ainda no mesmo dia, se nomearam homens para as câmaras dos tesouros, das ofertas, das primícias e dos dízimos, para ajuntarem nelas, das cidades, as porções designadas pela Lei para os sacerdotes e para os levitas; pois Judá estava alegre, porque os sacerdotes e os levitas ministravam ali; 45 e executavam o serviço do seu Deus e o da purificação; como também os cantores e porteiros, segundo o mandado de Davi e de seu filho Salomão. 46 Pois já outrora, nos dias de Davi e de Asafe, havia chefes dos cantores, cânticos de louvor e ações de graças a Deus. 47 Todo o Israel, nos dias de Zorobabel e nos dias de Neemias, dava aos cantores e aos porteiros as porções de cada dia; e consagrava as coisas destinadas aos levitas, e os levitas, as destinadas aos filhos de Arão.”

“9. O que a obra dos sacerdotes (que eram levitas) simbolizava? Hb 9:1-11”1

Hebreus (9:1-11 ARA)2: “1 Ora, a primeira aliança também tinha preceitos de serviço sagrado e o seu santuário terrestre. 2 Com efeito, foi preparado o tabernáculo, cuja parte anterior, onde estavam o candeeiro, e a mesa, e a exposição dos pães, se chama o Santo Lugar; 3 por trás do segundo véu, se encontrava o tabernáculo que se chama o Santo dos Santos, 4 ao qual pertencia um altar de ouro para o incenso e a arca da aliança totalmente coberta de ouro, na qual estava uma urna de ouro contendo o maná, o bordão de Arão, que floresceu, e as tábuas da aliança; 5 e sobre ela, os querubins de glória, que, com a sua sombra, cobriam o propiciatório. Dessas coisas, todavia, não falaremos, agora, pormenorizadamente. 6 Ora, depois de tudo isto assim preparado, continuamente entram no primeiro tabernáculo os sacerdotes, para realizar os serviços sagrados;mas, no segundo, o sumo sacerdote, ele sozinho, uma vez por ano, não sem sangue, que oferece por si e pelos pecados de ignorância do povo, 8 querendo com isto dar a entender o Espírito Santo que ainda o caminho do Santo Lugar não se manifestou, enquanto o primeiro tabernáculo continua erguido. 9 É isto uma parábola para a época presente; e, segundo esta, se oferecem tanto dons como sacrifícios, embora estes, no tocante à consciência, sejam ineficazes para aperfeiçoar aquele que presta culto, 10 os quais não passam de ordenanças da carne, baseadas somente em comidas, e bebidas, e diversas abluções, impostas até ao tempo oportuno de reforma. 11 Quando, porém, veio Cristo como sumo sacerdote dos bens já realizados, mediante o maior e mais perfeito tabernáculo, não feito por mãos, quer dizer, não desta criação,

“‘A intercessão de Cristo no santuário celestial, em prol do homem, é tão essencial ao plano da redenção como Sua morte na cruz. Por Sua morte iniciou essa obra para cuja conclusão ascendeu ao Céu, após ressurgir. Pela fé devemos penetrar até o interior do véu, onde nosso Precursor entrou por nós’ (Hb 6:20; Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 489).”

“Embora as pessoas naquela época certamente não tivessem a luz que temos atualmente, elas entendiam o suficiente para saber que a obra dos levitas, que eram os únicos que podiam ministrar no templo, era muito importante. Eles estavam animados com o fato de que a obra de Deus seria feita por meio deles.”1

“A nação tinha passado tempo com Deus, lendo Sua Palavra, orando, adorando e se reconsagrando a Ele. Em meio a tudo isso, o povo percebeu que os ministérios do templo haviam sido negligenciados e precisavam ser restaurados. Agora que eles tinham sido estabelecidos novamente, alegraram-se com a importante obra que os levitas fariam em seu favor. Deus impressionou os judeus com a ideia de que os ministérios do templo faziam parte de Seu plano para a adoração.”1

“Infelizmente, muitas vezes não damos o devido valor aos ministros, mestres da Palavra e músicos. Mesmo na época de Neemias, a assistência aos levitas às vezes era forte e às vezes fraca. Com frequência, os levitas precisavam desempenhar outras funções para sustentar sua família porque as pessoas paravam de entregar seus dízimos e ofertas.”1

“Sem dízimos e ofertas, não há igreja mundial organizada. Se quisermos que nossos ministérios continuem, devemos nos comprometer a auxiliar os ministros por meio de contribuições monetárias e pelo reconhecimento verbal. Embora a igreja não seja perfeita, isso não deve enfraquecer nossa doação a Deus a fim de que Sua obra possa continuar ao redor do mundo.”1

Quinta-feira, 05 de dezembro de 2019. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Esdras e Neemias. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 498, out. nov. dez. 2019. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Onde estão os sacerdotes?

Lições da Bíblia

“Como vimos ontem, o cumprimento maravilhoso de uma profecia trouxe os judeus de volta da Babilônia.”1

“No entanto, assim como ocorre com tudo que envolve o ser humano, existiam problemas. Um deles era que, apesar de todas as promessas de restauração após o exílio, muitos judeus não quiseram retornar à terra de seus antepassados. Isto é, eles preferiram ficar em Babilônia. Qual foi a razão para isso?”

“5. Leia Esdras 8:1-15. De acordo com o verso 15, qual era a grande inquietação? Por que isso preocupava alguém que desejava restabelecer a nação de Israel em sua antiga terra natal? Assinale a alternativa correta:”1

Esdras (8:1-15 ARA)2: “1 São estes os cabeças de famílias, com as suas genealogias, os que subiram comigo da Babilônia, no reinado do rei Artaxerxes: 2 dos filhos de Fineias, Gérson; dos filhos de Itamar, Daniel; dos filhos de Davi, Hatus; 3 dos filhos de Secanias, dos filhos de Parós, Zacarias, e, com ele, foram registrados cento e cinquenta homens. 4 Dos filhos de Paate-Moabe, Elioenai, filho de Zeraías, e, com ele, duzentos homens. 5 Dos filhos de Secanias, o filho de Jaaziel, e, com ele, trezentos homens. 6 Dos filhos de Adim, Ebede, filho de Jônatas, e, com ele, cinquenta homens. 7 Dos filhos de Elão, Jesaías, filho de Atalias, e, com ele, setenta homens. 8 Dos filhos de Sefatias, Zebadias, filho de Micael, e, com ele, oitenta homens. 9 Dos filhos de Joabe, Obadias, filho de Jeiel, e, com ele, duzentos e dezoito homens. 10 Dos filhos de Bani, Selomite, filho de Josifias, e, com ele, cento e sessenta homens. 11 Dos filhos de Bebai, Zacarias, o filho de Bebai, e, com ele, vinte e oito homens. 12 Dos filhos de Azgade, Joanã, o filho de Hacatã, e, com ele, cento e dez homens. 13 Dos filhos de Adonicão, últimos a chegar, seus nomes eram estes: Elifelete, Jeiel e Semaías, e, com eles, sessenta homens. 14 Dos filhos de Bigvai, Utai e Zabude, e, com eles, setenta homens. 15 Ajuntei-os perto do rio que corre para Aava, onde ficamos acampados três dias. Passando revista ao povo e aos sacerdotes e não tendo achado nenhum dos filhos de Levi,

A. (   ) Esdras não achou levitas entre o povo. A inquietação era: quem cuidaria do templo em Jerusalém?
B. (   ) O povo começou a oferecer seus filhos em sacrifício. Esdras temia que essa prática corrompesse o povo em Jerusalém.

Resposta sugestiva: Alternativa A.

“O fato é que nem todos os judeus de Babilônia, incluindo alguns levitas, queriam retornar. Vários fatores poderiam estar envolvidos. Muitos desses judeus tinham nascido e crescido no novo país, e essa era sua única experiência. Alguns talvez não desejassem fazer a longa e perigosa viagem para uma terra que eles não conheciam. Por fim, apesar dos desafios, eles levaram levitas suficientes para ministrar no templo (veja a lição de quinta-feira).”1

“Naquele momento, os judeus tinham permanecido na terra do exílio por quase um século e meio. Escavações em Nippur trouxeram à luz vários documentos que mostram a riqueza de muitos judeus que viviam na região da Mesopotâmia durante o reinado de Artaxerxes I. Portanto, deve ter sido uma tarefa difícil para Esdras convencer muitos deles a retornar em sua companhia. Os colonos que voltaram podiam esperar apenas uma vida de árduo pioneirismo na antiga pátria, com muito menos conforto do que tinham em Babilônia. Em vista dessas considerações, é surpreendente que Esdras tenha sido bem-sucedido em convencer quase 2 mil famílias a retornar ao seu país de origem com os seus irmãos” (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, v. 3, p. 408).1

“‘Através de muitas tribulações, nos importa entrar no reino de Deus’ (At 14:22). Qual é a realidade das provações e dificuldades para os que desejam servir ao Senhor fielmente?”1

Terça-feira, 26 de novembro de 2019. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Esdras e Neemias. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 498, out. nov. dez. 2019. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Sacerdotes e profetas ímpios

Lições da Bíblia

“Vivendo mais de dois mil anos distante de Judá, no sentido cronológico, e talvez ainda mais no sentido cultural e social, é difícil entender tudo o que se passava no tempo de Jeremias. Quando leem a Bíblia, especialmente as duras advertências e ameaças que Deus proferiu contra as pessoas, muitos acham que o Senhor é apresentado como alguém severo, cruel e vingativo. Contudo, essa é uma falsa concepção, baseada apenas numa leitura superficial dos textos. O que o Antigo Testamento revela é o mesmo que o Novo apresenta: Deus ama os seres humanos e deseja sua salvação, mas não força nossa escolha. Se quisermos fazer o mal, mesmo diante de Seus apelos, somos livres para isso. Só temos que nos lembrar de que há consequências, e que somos advertidos a respeito delas com antecedência.”1

“1. Quais eram os males com os quais o Senhor estava lidando em Judá e contra os quais Jeremias estava profetizando? Jr 23:14, 15; 5:26-31”1 “14 Mas nos profetas de Jerusalém vejo coisa horrenda; cometem adultérios, andam com falsidade e fortalecem as mãos dos malfeitores, para que não se convertam cada um da sua maldade; todos eles se tornaram para mim como Sodoma, e os moradores de Jerusalém, como Gomorra. 15 Portanto, assim diz o SENHOR dos Exércitos acerca dos profetas: Eis que os alimentarei com absinto e lhes darei a beber água venenosa; porque dos profetas de Jerusalém se derramou a impiedade sobre toda a terra.” (Jeremias 23:14-15 ARA)2. “26 Porque entre o meu povo se acham perversos; cada um anda espiando, como espreitam os passarinheiros; como eles, dispõem armadilhas e prendem os homens. 27 Como a gaiola cheia de pássaros, são as suas casas cheias de fraude; por isso, se tornaram poderosos e enriqueceram. 28 Engordam, tornam-se nédios e ultrapassam até os feitos dos malignos; não defendem a causa, a causa dos órfãos, para que prospere; nem julgam o direito dos necessitados. 29 Não castigaria eu estas coisas? – diz o SENHOR; não me vingaria eu de nação como esta? 30 Coisa espantosa e horrenda se anda fazendo na terra: 31 os profetas profetizam falsamente, e os sacerdotes dominam de mãos dadas com eles; e é o que deseja o meu povo. Porém que fareis quando estas coisas chegarem ao seu fim?” (Jeremias 5:26-31 ARA)2. “Os profetas de Jerusalém tinham uma conduta pecaminosa. Por suas palavras e exemplo encorajavam o pecado em outros. Profetizavam falsamente e eram apoiados pelos sacerdotes.1

“A lista de males apresentada nesses textos é apenas uma pequena amostra das coisas em que o povo de Deus havia caído. Tanto os profetas quanto os sacerdotes eram ‘profanos’ (Jr 23:11, NVI), uma grande ironia, considerando que os sacerdotes deviam ser representantes de Deus, e os profetas, porta-vozes dEle. Esse foi só o princípio dos problemas que Jeremias confrontou.”1

“Os males apresentados são de vários tipos. Existia a apostasia dos líderes espirituais; eles também levavam outros a fazer o mal, ‘para que não se [convertessem] cada um da sua maldade’ (Jr 23:14). Mesmo quando o Senhor advertia sobre o juízo vindouro, os profetas diziam ao povo que isso não ocorreria. Enquanto isso, como estavam muito longe de Deus, o povo se havia esquecido da admoestação sobre cuidar dos órfãos e defender os necessitados (Jr 5:28). De todas as formas, a nação havia se afastado do Senhor. Grande parte da Bíblia, pelo menos entre os livros proféticos do Antigo Testamento, registra o esforço do Senhor para chamar de volta Seu povo desobediente. Ou seja, apesar de todos esses males, e outros mais, Ele estava disposto a perdoá-los, curá-los, e até mesmo restaurá-los. Mas, se eles não quisessem, que mais poderia ser feito?”1

Domingo, 25 outubro de 2015 . Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Jeremias. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 482, Out. Nov. Dez. 2015. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Cristo, nosso Sacerdote – Vídeo

Lições da Bíblia.

Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

“Leia no SDA Bible Commentary [Comentário Bíblico Adventista], v. 7A, Apêndice C, p. 680-692: ‘The Atonement, Part II – High-Priestly Application of Atoning Sacrifice’ [A Expiação, Parte II – Aplicação Sumo Sacerdotal do Sacrifício Expiatório].”

"Afaste-se da voz de Satanás, deixe de fazer sua vontade, e permaneça ao lado de Jesus, mantendo os atributos de Jesus, o Possuidor de ternas e finas sensibilidades, que pode tornar Sua própria a causa dos aflitos e sofredores. O homem que muito foi perdoado, amará muito. Jesus é o Intercessor compassivo, misericordioso e fiel Sumo Sacerdote. Ele, a Majestade do Céu, o Rei da glória, pode olhar para o homem finito, sujeito às tentações de Satanás, sabendo que sentiu o poder das artimanhas de Satanás" (Ellen G. White, Christian Education [Educação Cristã], p. 160).

"A consciência pode ser libertada da condenação. Pela fé em Seu sangue, todos podem ser aperfeiçoados em Cristo Jesus. Graças a Deus por não estarmos lidando com impossibilidades. Podemos pretender santificação. Podemos fruir o favor de Deus. Não devemos estar ansiosos acerca do que Cristo e Deus pensam de nós, mas do que Deus pensa de Cristo, nosso Substituto" (Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, v. 2, p. 32, 33).

Perguntas para reflexão

“1. Leia Hebreus 2:17 [‘Pelo que convinha que em tudo fosse feito semelhante a seus irmãos, para se tornar um sumo sacerdote misericordioso e fiel nas coisas concernentes a Deus, a fim de fazer propiciação pelos pecados do povo.’ Hebreus 2:17]. Por que foi necessário que Jesus Se tornasse humano e sofresse antes que Se tornasse nosso Sumo Sacerdote?”

“2. Pense nas seguintes palavras: ‘Não devemos estar ansiosos acerca do que Cristo e Deus pensam de nós, mas do que Deus pensa de Cristo, nosso Substituto.’ Como isso nos ajuda a entender o conceito de ser aperfeiçoado ‘em Cristo Jesus’?”

“3. Nosso Sumo Sacerdote, Jesus Cristo, é a certeza da nossa salvação. Ele aplica os efeitos e benefícios de Seu sacrifício e sangue. Com Ele ao nosso lado, não temos nada a temer. Como podemos tomar essas verdades maravilhosas, expressas no livro de Hebreus, e aplicá-las a nós mesmos, especialmente em momentos de tentação?”

“4. O livro de Hebreus diz claramente que o sacrifício de Jesus, de ‘uma vez por todas’ (Hb 9:26), foi tudo o que era necessário para resolver o problema do pecado. O que isso deve nos dizer sobre qualquer prática religiosa que pretenda repetir esse sacrifício tendo em vista o perdão dos pecados?”

Sexta-feira, 22 de novembro de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Cristo, nosso Sacerdote

Lições da Bíblia.

"Ora, o essencial das coisas que temos dito é que possuímos tal Sumo Sacerdote, que Se assentou à destra do trono da Majestade nos Céus, como ministro do santuário e do verdadeiro tabernáculo que o Senhor erigiu, não o homem" (Hb 8:1, 2).

“Depois de Sua ressurreição e ascensão ao santuário celestial, Cristo entrou em uma nova fase do plano da redenção (‘Pelo que convinha que em tudo fosse feito semelhante a seus irmãos, para se tornar um sumo sacerdote misericordioso e fiel nas coisas concernentes a Deus, a fim de fazer propiciação pelos pecados do povo.’ Hebreus 2:17). Com o cumprimento do indispensável requisito de Seu sacrifício, Ele foi empossado como sacerdote e começou Seu ministério sacerdotal intercedendo, com base em Seu sacrifício perfeito, em favor das pessoas cobertas por Seu sangue, mediante a fé. Seu ministério sacerdotal consiste em duas fases, ambas prefiguradas no santuário terrestre por meio do ministério diário e do ministério anual durante o Dia da Expiação.”

“Nesta semana, estudaremos a obra de Jesus durante Seu ministério diário e veremos alguns desdobramentos práticos de Sua obra em relação a nós. Podemos, de fato, encontrar grande conforto em saber que Jesus agora está na presença de Deus, aplicando em nosso favor os méritos de Seu sacrifício. A mensagem do santuário oferece esperança e encorajamento até mesmo ao mais fraco de Seus seguidores.”

Sábado, 16 de novembro de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Levando o pecado

Lições da Bíblia.

“4. Leia Levítico 6:25, 26; 10:16-18. Que verdade fundamental é revelada nesses textos?” “Fala a Arão e a seus filhos, dizendo: Esta é a lei da oferta pelo pecado: no lugar onde se imola o holocausto, se imolará a oferta pelo pecado, perante o SENHOR; coisa santíssima é. O sacerdote que a oferecer pelo pecado a comerá; no lugar santo, se comerá, no pátio da tenda da congregação.” (Levítico 6:25-26 RA); “Moisés diligentemente buscou o bode da oferta pelo pecado, e eis que já era queimado; portanto, indignando-se grandemente contra Eleazar e contra Itamar, os filhos que de Arão ficaram, disse: Por que não comestes a oferta pelo pecado no lugar santo? Pois coisa santíssima é; e o SENHOR a deu a vós outros, para levardes a iniquidade da congregação, para fazerdes expiação por eles diante do SENHOR. Eis que desta oferta não foi trazido o seu sangue para dentro do santuário; certamente, devíeis tê-la comido no santuário, como eu tinha ordenado. (Levítico 10:16-18 RA). “O sacerdote devia comer do sacrifício, para levar a iniquidade, o que faria a expiação pelo pecador.”

“Ao comer a oferta em um lugar santo, o sacerdote oficiante ‘[levaria] a iniquidade’ do ofensor. A carne dessa oferta não era apenas o pagamento pelos serviços dos sacerdotes (caso contrário, Moisés não teria ficado tão irado com os filhos de Arão por não comê-la), mas ela era uma parte fundamental da expiação.”

“De que modo o ato de comer do sacrifício contribuía para o processo de expiação? Só era exigido que se comesse das ofertas das quais o sangue não entrava no lugar santo, ou seja, as ofertas do líder e das pessoas comuns. A Bíblia diz explicitamente que, ao comer do sacrifício o sacerdote levaria a iniquidade, o que faria a expiação pelo pecador. O simbolismo de levar a culpa do pecador sugere que ele se tornava livre.”

“Em hebraico, Êxodo 34:7 diz que Deus ‘leva a iniquidade’, as mesmas duas palavras hebraicas usadas em Levítico 10:16, onde está claro que o ato do sacerdote levar o pecado é o que traz perdão ao pecador. Caso contrário, sem essa transferência, o pecador teria que levar seu próprio pecado (Lv 5:1), e isso, naturalmente, levaria à morte (‘Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus nosso Senhor.’ Romanos 6:23).”

“A obra do sacerdote de levar o pecado de outra pessoa é exatamente o que Cristo fez por nós. Ele morreu em nosso lugar. Concluímos, então, que o trabalho sacerdotal no santuário terrestre tipifica a obra de Cristo por nós, porque Ele assumiu a culpa dos nossos pecados.”

"A bênção vem por causa do perdão; o perdão vem mediante a fé em que o pecado, do qual nos arrependemos e confessamos, é suportado pelo grande Portador de pecados. Todas as nossas bênçãos provêm, assim, de Cristo. Sua morte é o sacrifício expiatório pelos nossos pecados. Ele é o grande meio através do qual recebemos a misericórdia e o favor de Deus. Ele é, na realidade, o Originador, Autor, bem como o Consumador de nossa fé" (Ellen G. White, Manuscript Releases, v. 9, p. 302).

“Imagine ficar diante de Deus no juízo. Em que você se apoiaria: boas obras, observância do sábado, as coisas boas que fez ou as coisas ruins que não fez? Isso seria suficiente para justificar você diante de um Deus santo e perfeito? Se não, qual é sua única esperança nesse julgamento?”

Quarta-feira, 30 de outubro de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF