Verei a Deus

Lições da Bíblia1

1. Leia Jó 19:25-27 e compare com João 1:18 e 1 Timóteo 6:16. Quando e em que circunstâncias Jó esperava “ver a Deus”?

Jó 19:25-27 (ARA)2: “25 Porque eu sei que o meu Redentor vive e por fim se levantará sobre a terra.  26 Depois, revestido este meu corpo da minha pele, em minha carne verei a Deus. 27 Vê-lo-ei por mim mesmo, os meus olhos o verão, e não outros; de saudade me desfalece o coração dentro de mim.”

João 1:18 (ARA)2: “Ninguém jamais viu a Deus; o Deus unigênito, que está no seio do Pai, é quem o revelou.”

1 Timóteo 6:16 (ARA)2: “o único que possui imortalidade, que habita em luz inacessível, a quem homem algum jamais viu, nem é capaz de ver. A ele honra e poder eterno. Amém!”

A vida não é justa. Observamos isso especialmente quando vemos o “bom” sofrendo e o “injusto” prosperando (Sl 73:12-17; Ml 3:14-18). Por exemplo, Jó era “íntegro e reto”, “temia a Deus e se desviava do mal” (Jó 1:1). Mesmo assim, Deus permitiu que Satanás o afligisse de várias maneiras. No aspecto físico, seu corpo foi devastado por uma doença dolorosa (Jó 2:1-8). No aspecto material, ele perdeu seus rebanhos (Jó 1:13-17). No tocante à sua família e aos de sua casa, perdeu alguns de seus servos e até mesmo os próprios filhos (Jó 1:16, 18). E, no aspecto emocional, estava cercado de amigos que o acusavam de ser um pecador impenitente que merecia o que estava enfrentando (Jó 4:1–5:27; 8:1-22; 11:1-20, etc.). A sua própria esposa declarou: “Você ainda conserva a sua integridade? Amaldiçoe a Deus e morra!” (Jó 2:9).

Jó não sabia que havia se tornado o epicentro de uma luta cósmica entre Deus e Satanás. Afligido por essa luta, lamentou o próprio nascimento e desejou nunca ter nascido (Jó 3:1-26). No entanto, expressou sua fidelidade incondicional a Deus: “Ainda que Ele me mate, Nele esperarei” (Jó 13:15, ARC). Mesmo imaginando que sua vida teria fim, ele manteve a certeza de que a morte não teria a palavra final. Com forte convicção, afirmou que, embora morresse, seu Redentor um dia Se levantaria, e ele veria a Deus em sua carne (Jó 19:25-27). “Este é um vislumbre inequívoco da ressurreição” (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, v. 3, p. 617).

Que esperança gloriosa em meio a uma tragédia dessa! Cercado pela doença e dor, pelo colapso econômico, pela reprovação social e pelo abalo emocional, Jó ainda podia ansiar pelo dia em que ressuscitaria dos mortos e contemplaria seu amado Redentor. Na verdade, sua declaração sobre a ressurreição estava repleta da mesma certeza com que, séculos mais tarde, Marta disse a Jesus: “Eu sei que ele há de ressurgir na ressurreição, no último dia” (Jo 11:24). Jó, como Marta, teve que reivindicar essa promessa pela fé, embora, diferentemente de Jó, Marta logo tenha recebido poderosa evidência empírica de sua crença.

Como podemos aprender a confiar em Deus mesmo em meio às injustiças da vida?

Domingo, 16 de outubro de 2022. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico. 

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Vida, morte e eternidade. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 510, out. nov. dez. 2022. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

O poder da ressurreição

Lições da Bíblia1

A ressurreição aborda o problema da incapacidade humana. Ao pensarmos sobre a vida, morte e ressurreição de Jesus, com frequência refletimos sobre como a morte de Cristo nos tornou legalmente justos diante de Deus. E isso, claro, é verdade.

No entanto, a ressurreição acrescenta uma dimensão específica à salvação. Ela é significativa não apenas porque nos mostra que um dia também seremos ressuscitados. Esse evento colocou Jesus à direita do Pai em uma posição de poder e autoridade, e Deus nos disponibiliza esse mesmo poder!

3. Em Efésios 1:18-23, Paulo falou sobre o poder de Deus. O que esses versos nos ensinam sobre o poder da ressurreição? Que esperança e promessas há nesses versos?

Efésios 1:18-23 (ARA)2: “18 iluminados os olhos do vosso coração, para saberdes qual é a esperança do seu chamamento, qual a riqueza da glória da sua herança nos santos 19 e qual a suprema grandeza do seu poder para com os que cremos, segundo a eficácia da força do seu poder; 20 o qual exerceu ele em Cristo, ressuscitando-o dentre os mortos e fazendo-o sentar à sua direita nos lugares celestiais, 21 acima de todo principado, e potestade, e poder, e domínio, e de todo nome que se possa referir não só no presente século, mas também no vindouro. 22 E pôs todas as coisas debaixo dos pés e, para ser o cabeça sobre todas as coisas, o deu à igreja, 23 a qual é o seu corpo, a plenitude daquele que a tudo enche em todas as coisas.”

Paulo orava para que os efésios entendessem alguns conceitos que só podem ser entendidos corretamente com a ajuda divina: (1) existe esperança de transformação e um futuro eterno para o qual Jesus nos chamou; (2) há um poder que foi manifestado em nosso favor.

Paulo tentou descrever esse poder disponível para nós, e que é o mesmo que ressuscitou Jesus não apenas de volta à vida, mas para o lugar de poder à direita do Pai.

A ressurreição não deu a Jesus nenhum tipo de poder, mas a autoridade de governar e oferecer tudo o que Seu povo pudesse precisar – por toda a eternidade!

4. Faça uma lista das áreas de sua vida para as quais você precisa do poder do Jesus ressurreto. Ore para que esse poder atue. Ao mesmo tempo, pense nas escolhas que você pode fazer para permitir que esse poder aja com mais liberdade em sua vida.

Terça-feira, 16 de agosto de 2022. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico. 

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Provados pelo fogo. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 509, jul. ago. set. 2022. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

A ressurreição de Moisés – Estudo adicional

Lições da Bíblia1

“Quando exclamaram com raiva: ‘Faremos sair água desta rocha?’ (Nm 20:10), puseram-se no lugar de Deus, como se o poder estivesse com eles, homens cheios de fragilidades e emoções humanas. Cansado da contínua murmuração e rebelião do povo, Moisés perdeu de vista seu Auxiliador todo-poderoso e, sem a força divina, maculou o relato de seus feitos com uma exibição de fraqueza humana. O homem que poderia ter permanecido puro, firme e abnegado até o fim de sua carreira acabou sendo vencido. Deus foi desonrado perante a congregação de Israel, quando devia ter sido engrandecido e exaltado” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 418).

“No monte da transfiguração, Moisés estava presente com Elias, que tinha sido trasladado. Foram enviados como portadores de luz e glória da parte do Pai ao Seu Filho. E, assim, a oração de Moisés, proferida havia tantos séculos, finalmente se cumpriu. Ele estava na “boa montanha” (Dt 3:25, ARC), dentro da herança de seu povo, dando testemunho Daquele em quem se centralizavam todas as promessas de Israel. Essa é a última cena revelada aos olhos mortais na história desse homem tão honrado pelo Céu” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 479).

Perguntas para consideração

1. Moisés foi ressuscitado e levado ao Céu. Mas, presumimos, ele sabe a terrível confusão das coisas aqui. O restante dos salvos em Jesus Cristo ressuscitará depois que a luta na Terra terminar. Deus foi sábio em planejar nossa ressurreição para o futuro?

2. Embora o NT seja fundamentado no AT, o relato da ressurreição de Moisés não mostra que o NT lança luz nova sobre o AT? Leia Judas 9.

3. Moisés viveu pela fé, mas cometeu erros, como o acesso de ira junto à rocha. A vida dele comprova que somos salvos pela fé, independentemente das obras da lei?

4. Por que a promessa da ressurreição, no fim dos tempos, é a nossa grande esperança? Se cremos que Deus nos ressuscitará, não devemos confiar Nele em tudo o mais?

Sexta-feira, 24 de dezembro de 2021. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico. 

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. A verdade presente em Deuteronômio. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 506, out. nov. dez. 2021. Adulto, Professor. 

A ressurreição dos filhos de Deus

Lições da Bíblia1

Com a luz adicional do NT, a exclusão de Moisés da terra prometida não parece um grande castigo, afinal. Em vez de uma Canaã terrestre e depois uma Jerusalém terrena (que sempre foi um lugar de guerra, conquista e sofrimento), “a Jerusalém celestial” (Hb 12:22) é sua casa. Uma morada muito melhor, com certeza!

Moisés foi o primeiro exemplo conhecido na Bíblia da ressurreição dos mortos. Enoque e Elias foram levados ao Céu sem passar pela morte (Gn 5:24; 2Rs 2:11). Moisés foi o primeiro a ressuscitar para a vida eterna.

Não se sabe por quanto tempo Moisés dormiu no pó, mas, para ele, não fez diferença. Isso também é verdade em relação a todos os mortos ao longo da história, pois, ao menos no que diz respeito a estar morto, não será diferente de Moisés. Fecharemos os olhos na morte, e o próximo evento que veremos será a segunda vinda de Jesus ou, infelizmente, enfrentaremos o juízo final (ver Ap 20:7-15).

6. Leia 1 Coríntios 15:13-22. Que grande promessa é encontrada nessa passagem e por que as palavras de Paulo só fazem sentido se entendermos que os mortos dormem em Cristo até a ressurreição?

1 Coríntios 15:13-22 (ARA): “13 E, se não há ressurreição de mortos, então, Cristo não ressuscitou. 14 E, se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa pregação, e vã, a vossa fé; 15 e somos tidos por falsas testemunhas de Deus, porque temos asseverado contra Deus que ele ressuscitou a Cristo, ao qual ele não ressuscitou, se é certo que os mortos não ressuscitam. 16 Porque, se os mortos não ressuscitam, também Cristo não ressuscitou. 17 E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados. 18 E ainda mais: os que dormiram em Cristo pereceram. 19 Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens. 20 Mas, de fato, Cristo ressuscitou dentre os mortos, sendo ele as primícias dos que dormem. 21 Visto que a morte veio por um homem, também por um homem veio a ressurreição dos mortos. 22 Porque, assim como, em Adão, todos morrem, assim também todos serão vivificados em Cristo.”

Sem a promessa da ressurreição, não temos nenhuma esperança. A ressurreição de Cristo é nossa garantia; “depois de ter feito a purificação dos pecados” (Hb 1:3) na cruz como nosso Cordeiro pascal, Cristo morreu e ressuscitou dos mortos, e por causa disso temos garantia. Moisés foi o primeiro exemplo de um ser humano pecador ressuscitado dos mortos. Por causa do que Cristo faria, Moisés foi ressuscitado, e por causa do que Cristo fez, se morrermos antes da volta de Jesus, nós também seremos ressuscitados.

Portanto, Moisés é um exemplo de salvação pela fé, a qual se manifestou em uma vida de fidelidade a Deus e confiança Nele, mesmo que o profeta tenha tropeçado em algum ponto. Em todo o livro de Deuteronômio, Moisés chama o povo de Deus a praticar fidelidade semelhante, uma resposta à graça dada a eles, como foi dada a nós, que estamos nas fronteiras da terra prometida.

Quinta-feira, 23 de dezembro de 2021. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico. 

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. A verdade presente em Deuteronômio. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 506, out. nov. dez. 2021. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

A ressurreição de Moisés

Lições da Bíblia1

“Assim Moisés, servo do Senhor, morreu ali, na terra de Moabe, segundo a palavra do Senhor. Este o sepultou num vale, na terra de Moabe, diante de Bete-Peor, mas até hoje ninguém sabe o lugar da sua sepultura” (Dt 34:5, 6). Assim faleceu Moisés, tão fundamental para Israel, um homem cujos escritos continuam vivos, não apenas em Israel, como também nas igrejas e nas sinagogas atuais.

Moisés morreu, foi sepultado, o povo pranteou e foi isso. As palavras do Apocalipse se aplicam a esse caso: “Bem-aventurados os mortos que, desde agora, morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito, para que descansem das suas fadigas, pois as suas obras os acompanham” (Ap 14:13).

Contudo, a morte de Moisés não foi o capítulo final na história desse profeta.

5. Leia Judas 9. O que aconteceu? Como esse texto explica a aparição de Moisés posteriormente no NT?

Judas 9 (ARA)2: “Contudo, o arcanjo Miguel, quando contendia com o diabo e disputava a respeito do corpo de Moisés, não se atreveu a proferir juízo infamatório contra ele; pelo contrário, disse: O Senhor te repreenda!”

Embora tenhamos apenas um vislumbre, que cena incrível é retratada nesse texto! Miguel, o próprio Cristo, disputou com o diabo o corpo de Moisés, que foi um pecador; seu último pecado conhecido, tomar para si a glória que era de Deus, foi o mesmo tipo de pecado que excluiu Lúcifer do Céu. “Subirei acima das mais altas nuvens e serei semelhante ao Altíssimo” (Is 14:14). A disputa sobre o corpo deve ter ocorrido porque Cristo estava reivindicando para Moisés a ressurreição prometida.

Por que Cristo faria isso por um transgressor da lei? A resposta só poderia ser a cruz. Assim como os sacrifícios de animais apontavam para a morte de Cristo, o Senhor anteviu a cruz e reivindicou que o corpo de Moisés fosse ressuscitado. “Em consequência do pecado, Moisés tinha caído sob o poder de Satanás. Por seus méritos, era um legítimo cativo da morte. Contudo, foi ressuscitado para a vida imortal pelo direito que tinha a ela em nome do Redentor. Moisés saiu do túmulo glorificado e ascendeu com seu Libertador à cidade de Deus” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 479).

Mesmo antes da cruz, Moisés foi ressuscitado para a imortalidade. Esse fato nos ajuda a entender a profundidade do plano da salvação?

Quarta-feira, 22 de dezembro de 2021. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico. 

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. A verdade presente em Deuteronômio. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 506, out. nov. dez. 2021. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

A ressurreição

Lições da Bíblia

“3. Leia Daniel 12:2,3. De qual evento ele falou nessa passagem? Considerando o que entendemos sobre a morte, por que esse evento é tão importante para nós?”1

Daniel 12: 2-3 (ARA)2: “2 Muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, e outros para vergonha e horror eterno. 3 Os que forem sábios, pois, resplandecerão como o fulgor do firmamento; e os que a muitos conduzirem à justiça, como as estrelas, sempre e eternamente.”

Assinale a alternativa correta:

A. (   ) Da ressurreição. É importante porque justos e injustos serão salvos.
B. (   ) Da ressurreição. Os justos terão a vida, e os ímpios, a vergonha eterna.

Resposta sugestiva: Alternativa B.

“Daniel fez provavelmente a referência mais explícita do Antigo Testamento à ressurreição vindoura. E, à medida que refletimos sobre essa passagem, descobrimos algumas verdades muito importantes. Primeiramente, como a metáfora do “sono” indica, nenhuma alma imortal habita corpos humanos. O ser humano é uma unidade indivisível de corpo, mente e espírito. Na morte, a pessoa deixa de existir e permanece inconsciente até a ressurreição. Em segundo lugar, esse texto aponta para a ressurreição futura como uma reversão do que acontece como consequência do pecado. De fato, a expressão traduzida como ‘pó da terra’, na linguagem original de Daniel 12:2 é ‘terra do pó’. Essa sequência incomum de palavras remonta a Gênesis 3:19, que, ao lado desse verso de Daniel, é uma das duas únicas passagens bíblicas em que a palavra ‘terra’ precede a palavra ‘pó’. Isso implica que o pronunciamento da morte feito na queda do ser humano será revertido, e a morte não mais prevalecerá. Como Paulo declarou: ‘Tragada foi a morte pela vitória’ (1Co 15:54).”1

“4. Leia Romanos 8:18 e Hebreus 2:14,15. Por quais razões não precisamos temer a morte?”1

Romanos 8:18 (ARA)2: “Porque para mim tenho por certo que os sofrimentos do tempo presente não podem ser comparados com a glória a ser revelada em nós.”

Hebreus 2:14, 15 (ARA)2: “14 Visto, pois, que os filhos têm participação comum de carne e sangue, destes também ele, igualmente, participou, para que, por sua morte, destruísse aquele que tem o poder da morte, a saber, o diabo, 15 e livrasse todos que, pelo pavor da morte, estavam sujeitos à escravidão por toda a vida.”

Assinale a alternativa correta:

A. (   ) Porque Cristo já a venceu. Ela não terá domínio sobre nós.
B. (   ) Porque quando morremos continuamos existindo em outro plano.

Resposta sugestiva: Alternativa A.

“A morte traz ruína e é o fim de tudo por aqui. Porém, recebemos a promessa de que ela não terá a última palavra para os fiéis. A morte é um inimigo derrotado. Quando Cristo quebrou as cadeias da morte e ressurgiu do túmulo, Ele lhe desferiu o golpe fatal. Agora podemos contemplar além da realidade temporária da morte à realidade suprema da vida que recebemos de Deus em Cristo. Visto que Miguel Se levantará (veja Dn 12:1), aqueles que pertencem a Ele também se levantarão da ‘terra do pó’ para brilhar como as estrelas para todo o sempre.”1

“Em meio às dores e à luta da vida, como podemos obter esperança e consolo da promessa da ressurreição no fim? Por que, em um sentido muito real, quase nada mais importa?”1

Terça-feira, 24 de março de 2020. Saiba mais, faça um Curso Bíblico. 

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Daniel. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 499, jan. fev. mar. 2020. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Esperança da ressurreição

Lições da Bíblia

“A esperança cristã da segunda vinda de Jesus não significa apenas aguardar ansiosamente um futuro brilhante. Para os primeiros cristãos, a ressurreição corpórea de Jesus deu à promessa de Seu retorno uma sólida realidade. Se Ele pôde ressuscitar, o que eles haviam testemunhado por si mesmos, certamente voltaria para concluir o projeto de remover o pecado e seus efeitos e renovar o mundo

(veja 1Co 15:22, 23 [‘22 Porque, assim como, em Adão, todos morrem, assim também todos serão vivificados em Cristo. 23 Cada um, porém, por sua própria ordem: Cristo, as primícias; depois, os que são de Cristo, na sua vinda.’]).

“Para o apóstolo Paulo, a ressurreição era o elemento essencial da esperança do advento. Ele estava preparado para apostar a credibilidade de tudo o que pregava nesse milagre supremo na história de Jesus: ‘E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé’ (1Co 15:17). Pense nas palavras do apóstolo nesse verso e na importância da ressurreição de Cristo para todas as nossas esperanças.”1

“3. Leia 1 Coríntios 15:12-19. Por que a verdade da ressurreição é tão essencial para a esperança cristã? Assinale a alternativa correta:”1

Coríntios (15:12-19 ARA)2: “12 Ora, se é corrente pregar-se que Cristo ressuscitou dentre os mortos, como, pois, afirmam alguns dentre vós que não há ressurreição de mortos? 13 E, se não há ressurreição de mortos, então, Cristo não ressuscitou. 14 E, se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa pregação, e vã, a vossa fé; 15 e somos tidos por falsas testemunhas de Deus, porque temos asseverado contra Deus que ele ressuscitou a Cristo, ao qual ele não ressuscitou, se é certo que os mortos não ressuscitam. 16 Porque, se os mortos não ressuscitam, também Cristo não ressuscitou. 17 E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados. 18 E ainda mais: os que dormiram em Cristo pereceram. 19 Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens.”

A. (   ) Porque ela tira nosso desejo de viver aqui e ajudar os outros.
B. (   ) Porque Cristo ressuscitou; portanto, também ressuscitaremos.

Resposta sugestiva: Alternativa B.

“Presenciar o Cristo ressurreto transformou os primeiros discípulos. Como já vimos, Jesus os tinha enviado anteriormente para anunciar e expandir o reino de Deus (veja Mt 10:5-8), mas a morte de Cristo destruiu a coragem deles e esmagou suas esperanças. A comissão posterior

(veja Mt 28:18-20 [‘18 Jesus, aproximando-se, falou-lhes, dizendo: Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra. 19 Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; 20 ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século.’]),

dada a eles pelo Cristo ressurreto e fortalecida pela vinda do Espírito Santo

(veja At 2:1-4 [‘1 Ao cumprir-se o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar; 2 de repente, veio do céu um som, como de um vento impetuoso, e encheu toda a casa onde estavam assentados. 3 E apareceram, distribuídas entre eles, línguas, como de fogo, e pousou uma sobre cada um deles. 4 Todos ficaram cheios do Espírito Santo e passaram a falar em outras línguas, segundo o Espírito lhes concedia que falassem.’]),

levou-os a mudar o mundo e a viver o reino que Jesus havia estabelecido.”1

“Livres do poder e do medo da morte, os primeiros cristãos compartilharam e viveram corajosamente em nome de Jesus

(veja, por exemplo, 1Co 15:30, 31 [‘30 E por que também nós nos expomos a perigos a toda hora? 31 Dia após dia, morro! Eu o protesto, irmãos, pela glória que tenho em vós outros, em Cristo Jesus, nosso Senhor.’]).

O mal que trouxe a morte é o mesmo que traz sofrimento, injustiça, pobreza e opressão em todas as suas formas. No entanto, por causa de Jesus e Sua vitória sobre a morte, tudo isso terminará um dia. ‘O último inimigo a ser destruído é a morte’ (1Co 15:26).”1

“No fim, não importa a quem ajudamos hoje, todos acabarão morrendo. Por que é importante anunciar aos outros a esperança que eles podem encontrar na morte e ressurreição de Jesus?”1

Está chegando a Semana da Esperança (Evangelismo de Colheita) e o grande Batismo da Primavera. Será de 21 a 28 de setembro. Ore e leve pessoas a Cristo.

Terça-feira, 10 de setembro de 2019. Saiba mais, faça um Curso Bíblico. 

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. “Meus pequeninos irmãos”: servindo aos necessitados. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 496, jul. ago. set. 2019. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Ressurreição e restauração dos relacionamentos

Lições da Bíblia

“Desde os primórdios da igreja, talvez mais que qualquer outra coisa, a promessa da volta de Cristo tem sustentado o coração do fiel povo de Deus, especialmente durante as provações. Em suas terríveis lutas, tristezas e dores inconsoláveis, eles tinham a esperança do retorno de Cristo e as maravilhosas promessas que o segundo advento contém.”1

“4. De acordo com 1 Tessalonicenses 4:13-18, quais promessas estão incluídas nessa passagem? O que isso revela sobre a esperança da restauração de relacionamentos?”1

1 Tessalonicenses (4:13-18 ARA)2: 13 Não queremos, porém, irmãos, que sejais ignorantes com respeito aos que dormem, para não vos entristecerdes como os demais, que não têm esperança. 14 Pois, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também Deus, mediante Jesus, trará, em sua companhia, os que dormem. 15 Ora, ainda vos declaramos, por palavra do Senhor, isto: nós, os vivos, os que ficarmos até à vinda do Senhor, de modo algum precederemos os que dormem. 16 Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; 17 depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor. 18 Consolai-vos, pois, uns aos outros com estas palavras.”

“A segunda vinda de Cristo impactará a humanidade de maneira profunda. Um aspecto importante do estabelecimento do reino de Deus é a reunião dos eleitos. ‘Ele enviará Seus anjos, com grande clangor de trombeta, os quais reunirão os Seus escolhidos, dos quatro ventos, de uma a outra extremidade dos céus’ (Mt 24:31). No momento dessa reunião, os justos mortos ressuscitarão e receberão a imortalidade (1Co 15:52, 53). ‘Os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro’ (1Ts 4:16). Esse é o momento que todos aguardamos. Os ressuscitados se reunirão com os que anseiam sua presença e amor. Assim Paulo se alegrou com esse evento: ‘Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão?’ (1Co 15:55).”1

“O corpo enfermo, envelhecido e desfigurado que desceu ao túmulo não se levantará na ressurreição, mas sim o corpo novo, imortal e perfeito, não mais marcado pelo pecado que causou sua deterioração. Os santos ressuscitados experimentarão a conclusão da divina obra de restauração, refletindo a perfeita imagem de Deus planejada na criação (Gn 1:26; 1Co 15:46-49).”1

“No momento do segundo advento de Jesus, quando os mortos redimidos ressuscitarem, os justos vivos na Terra serão transformados e também receberão um corpo novo e perfeito. ‘Porque é necessário que este corpo corruptível se revista da incorruptibilidade, e que o corpo mortal se revista da imortalidade’ (1Co 15:53). Então, esses dois grupos de remidos, os justos ressuscitados e os transformados, serão ‘arrebatados […], entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim’, estarão ‘para sempre com o Senhor’ (1Ts 4:17).”1

“Em nossa era científica, alguns cristãos tentam encontrar uma explicação natural para tudo, até para os milagres. Tendo em mente a promessa da ressurreição, por que apenas os atos sobrenaturais de Deus podem nos salvar?”1

Terça-feira, 25 de dezembro de 2018. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Unidade em Cristo. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 494, out. nov. dez. 2018. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.