Morte em um mundo de pecado

Lições da Bíblia1

“Assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado veio a morte, assim também a morte passou a toda a humanidade, porque todos pecaram” (Rm 5:12).

Cristo foi o Agente Divino por meio de quem Deus trouxe o Universo e o mundo à existência (Jo 1:1-3, 10; Cl 1:16; Hb 1:2). Mas, quando Deus Pai conferiu honra especial a Cristo e anunciou que juntos criariam este mundo, “Lúcifer ficou com inveja e ciúme de Jesus Cristo” (Ellen G. White, História da Redenção, p. 10) e conspirou contra Ele.

Ao ser expulso do Céu, Satanás decidiu “destruir a felicidade de Adão e Eva” na Terra e assim causar “tristeza no Céu”. Ele imaginou que, “Se pudesse, de alguma forma, induzi-los à desobediência, Deus faria provisão pela qual pudessem ser perdoados, e então, ele e todos os anjos caídos teriam uma oportunidade de participar da misericórdia de Deus” (História da Redenção, p. 20). Plenamente ciente da estratégia de Satanás, Deus advertiu Adão e Eva para que não se expusessem à tentação (Gn 2:16, 17). Isso significa que, mesmo quando o mundo ainda era perfeito e irrepreensível, já havia restrições claras às quais os seres humanos deviam obedecer.

Nesta semana refletiremos sobre a queda de Adão e Eva, a respeito de como o pecado e a morte tomaram conta do nosso mundo e acerca de como Deus plantou uma semente de esperança para a humanidade ainda no Éden.

Sábado, 01 de outubro de 2022. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Vida, morte e eternidade. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 510, out. nov. dez. 2022. Adulto, Professor. 

A morte de Moisés

Lições da Bíblia1

Pobre Moisés! Depois de chegar tão longe e passar por tanta coisa, ficar de fora do cumprimento da promessa a Abrão: “Darei esta terra à sua descendência” (Gn 12:7).

4. Leia Deuteronômio 34:1-12. O que aconteceu com Moisés, e o que o Senhor disse sobre ele que mostrou como era um homem especial?

Deuteronômio 34:1-12 (ARA)2: “1 Então, subiu Moisés das campinas de Moabe ao monte Nebo, ao cimo de Pisga, que está defronte de Jericó; e o Senhor lhe mostrou toda a terra de Gileade até Dã; 2 e todo o Naftali, e a terra de Efraim, e Manassés; e toda a terra de Judá até ao mar ocidental; 3 e o Neguebe e a campina do vale de Jericó, a cidade das Palmeiras, até Zoar. 4 Disse-lhe o Senhor: Esta é a terra que, sob juramento, prometi a Abraão, a Isaque e a Jacó, dizendo: à tua descendência a darei; eu te faço vê-la com os próprios olhos; porém não irás para lá. 5 Assim, morreu ali Moisés, servo do Senhor, na terra de Moabe, segundo a palavra do Senhor. Este o sepultou num vale, na terra de Moabe, defronte de Bete-Peor; e ninguém sabe, até hoje, o lugar da sua sepultura. Tinha Moisés a idade de cento e vinte anos quando morreu; não se lhe escureceram os olhos, nem se lhe abateu o vigor. 8 Os filhos de Israel prantearam Moisés por trinta dias, nas campinas de Moabe; então, se cumpriram os dias do pranto no luto por Moisés. 9 Josué, filho de Num, estava cheio do espírito de sabedoria, porquanto Moisés impôs sobre ele as mãos; assim, os filhos de Israel lhe deram ouvidos e fizeram como o Senhor ordenara a Moisés. 10 Nunca mais se levantou em Israel profeta algum como Moisés, com quem o Senhor houvesse tratado face a face, 11 no tocante a todos os sinais e maravilhas que, por mando do Senhor, fez na terra do Egito, a Faraó, a todos os seus oficiais e a toda a sua terra; 12 e no tocante a todas as obras de sua poderosa mão e aos grandes e terríveis feitos que operou Moisés à vista de todo o Israel”

“Na solidão, Moisés reviu sua vida de lutas e dificuldades, desde que havia deixado as honras da corte e de um reino que poderia ter sido seu no Egito, para arriscar o futuro com o povo escolhido de Deus. Lembrou-se dos longos anos no deserto com os rebanhos de Jetro, do aparecimento do Anjo na sarça ardente e do chamado para libertar Israel. Viu de novo os milagres do poder de Deus realizados em favor do povo escolhido e Sua paciente misericórdia durante os anos de peregrinação e rebelião. Apesar de tudo que Deus tinha feito pelo povo, apesar das próprias orações e dos esforços de Moisés, apenas dois de todos os adultos do vasto exército que deixou o Egito foram considerados dignos de entrar na terra prometida. Revendo os resultados de seus trabalhos, sua vida de provações e sacrifícios, Moisés tinha a impressão de que quase tudo havia sido em vão” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 471, 472).

Deuteronômio 34:4 diz algo interessante. “Esta é a terra que, sob juramento, prometi a Abraão, a Isaque e a Jacó, dizendo que a daria à descendência deles”. O Senhor usou quase as mesmas palavras que havia dito repetidamente aos patriarcas e seus filhos, sobre dar-lhes a terra. Naquele momento, Ele as repetiu a Moisés.

O Senhor também disse: “Estou permitindo que você a veja com os seus olhos, mas você não entrará nela” (Dt 34:4, grifo nosso). Não havia como Moisés, parado onde estava, ter visto tudo o que o Senhor lhe apontou, de Moabe a Dã, a Naftali e assim por diante. Ellen G. White esclareceu: foi uma revelação sobrenatural, não apenas da terra, mas de como seria depois que tivessem tomado posse dela.

Era como se Deus estivesse provocando Moisés, cutucando a ferida: Você poderia ter estado aqui se tivesse Me obedecido. Mas o Senhor mostrou a ele que apesar do erro do Seu servo, Deus seria fiel às promessas da aliança feita com os patriarcas e com Israel. Além disso, o Senhor tinha algo melhor para aquele servo fiel e imperfeito.

Terça-feira, 21 de dezembro de 2021. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. A verdade presente em Deuteronômio. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 506, out. nov. dez. 2021. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Escolham a vida – Estudo adicional

Lições da Bíblia1

No presente, como no passado, devemos fazer uma escolha. Sim, a palavra crucial é escolha. Ao contrário de uma ideia difundida no cristianismo, segundo a qual, mesmo antes do nascimento, Deus predestinou alguns não apenas a se perderem, mas até a queimarem no inferno para sempre, as Escrituras ensinam que nossa escolha pela vida ou pela morte, bênção ou maldição, bem ou mal, determina qual tríade (vida, bem, bênção – ou morte, mal, maldição) iremos finalmente encarar. É reconfortante saber que, mesmo que alguém faça a escolha errada, o resultado será morte eterna, não tormento eterno em um lago de fogo sem fim.

“‘O salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor’ (Rm 6:23). Ao passo que a vida é a herança dos justos, a morte é o destino dos ímpios. Moisés declarou a Israel: ‘Vê que proponho, hoje, a vida e o bem, a morte e o mal’ (Dt 30:15). A morte a que se faz referência nessas passagens não é a que foi pronunciada sobre Adão, pois a humanidade toda sofre a pena de sua transgressão. É a ‘segunda morte’ que contrasta com a vida eterna” (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 544).

Perguntas para consideração

1. É Deus quem diretamente traz a punição pela desobediência ou é consequência dos atos de desobediência? Ou podem ser ambos? Como entender esse assunto?

2. O que os textos de Ellen White ensinam sobre o poder para vencer o pecado?

3. Leia Romanos 10:1-10, em que Paulo cita Deuteronômio 30:11-14 ao explicar a salvação pela graça mediante a fé em Jesus em contraste com a busca pela salvação e justiça por meio da lei. Por que ele citou Deuteronômio? Observe especialmente Romanos 10:10. O que Paulo defende?

4. A cultura e a sociedade ao seu redor têm opiniões que levam à adoração falsa?

Sexta-feira, 19 de novembro de 2021. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. A verdade presente em Deuteronômio. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 506, out. nov. dez. 2021. Adulto, Professor. 

Sem meio-termo

Lições da Bíblia1

Em toda a Bíblia, duas opções são apresentadas ao ser humano. No contexto da história do pecado, dois caminhos, dois senhores e dois destinos foram colocados diante da humanidade.

2. Leia os seguintes textos. Quais são as duas opções, declaradas abertamente ou implícitas? De que modo elas são apresentadas?

Jo 3:16 (ARA)2: “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”

Gn 7:22, 23 (ARA)2: “22 Tudo o que tinha fôlego de vida em suas narinas, tudo o que havia em terra seca, morreu. 23 Assim, foram exterminados todos os seres que havia sobre a face da terra; o homem e o animal, os répteis e as aves dos céus foram extintos da terra; ficou somente Noé e os que com ele estavam na arca.”

Rm 6:23 (ARA)2: “porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor.”

Rm 8:6 (ARA)2: “Porque o pendor da carne dá para a morte, mas o do Espírito, para a vida e paz.”

1Jo 5:12 (ARA)2: “Aquele que tem o Filho tem a vida; aquele que não tem o Filho de Deus não tem a vida.”

Mt 7:24-27 (ARA)2: “24 Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as pratica será comparado a um homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha; 25 e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, que não caiu, porque fora edificada sobre a rocha. 26 E todo aquele que ouve estas minhas palavras e não as pratica será comparado a um homem insensato que edificou a sua casa sobre a areia; 27 e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, e ela desabou, sendo grande a sua ruína.”

No final das contas, não existe meio-termo para nós. Antes que o grande conflito termine, o pecado, Satanás, o mal, a desobediência e a rebelião serão erradicados. Depois disso, cada um de nós, individualmente, terá a vida eterna, que Deus planejou para todos antes da criação do mundo, ou enfrentaremos a morte eterna, isto é, “penalidade de eterna destruição, banidos da face do Senhor e da glória do Seu poder” (2Ts 1:9). A Bíblia parece não nos dar outras opções.

Qual será o nosso destino? Essa resposta depende de nós mesmos. Temos a escolha diante de nós: vida ou morte.

3. Sobre a morte eterna, qual das opções abaixo reflete a verdade bíblica?

A. ( ) O lago de fogo queimará os ímpios até que eles sejam completamente extintos e a justiça seja cumprida.
B. ( ) O fogo atormentará os ímpios eternamente.

Resposta sugestiva: Alternativa A.

No contexto da vida ou morte eterna, por que é reconfortante a verdade bíblica de que o inferno não queima e tortura as pessoas para sempre? Se o tormento eterno e consciente fosse o destino dos perdidos, o que isso diria sobre o caráter divino?

Segunda-feira, 15 de novembro de 2021. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. A verdade presente em Deuteronômio. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 506, out. nov. dez. 2021. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Descanse em paz

Lições da Bíblia1

Há muitos séculos, os cristãos aguardam a volta de Cristo. Ela é a culminação das nossas esperanças – e não apenas das nossas, mas das esperanças dos fiéis ao longo da História.

6. Qual é a grande promessa em Hebreus 11:13-16, não apenas para as pessoas da antiguidade, mas também para nós?

Hebreus 11:13-16 (ARA): “13 Todos estes morreram na fé, sem ter obtido as promessas; vendo-as, porém, de longe, e saudando-as, e confessando que eram estrangeiros e peregrinos sobre a terra. 14 Porque os que falam desse modo manifestam estar procurando uma pátria. 15 E, se, na verdade, se lembrassem daquela de onde saíram, teriam oportunidade de voltar. 16 Mas, agora, aspiram a uma pátria superior, isto é, celestial. Por isso, Deus não se envergonha deles, de ser chamado o seu Deus, porquanto lhes preparou uma cidade.”

Esses versos não teriam sentido se a versão popular da morte fosse verdadeira. Do que trata essa passagem bíblica ao dizer que essas pessoas “não obtiveram as promessas”? De modo equivocado, muitos pensam que, após a morte, os fiéis estão supostamente no Céu com Jesus, desfrutando da recompensa. Por exemplo, após a morte de Billy Graham, repetidamente ouvimos que ele estava agora no Céu com Jesus.

Há uma ironia nessa visão, porque muitas vezes, quando alguém morre, ouvimos: “Que descanse em paz”. Mas o que está acontecendo? As pessoas estão descansando em paz ou estão no Céu fazendo o que deveriam fazer lá (talvez observando a vida aqui na Terra)?

7. Como Jesus descreveu a morte? Jo 11:11

Jo 11:11 (ARA): “Isto dizia e depois lhes acrescentou: Nosso amigo Lázaro adormeceu, mas vou para despertá-lo.”

A ideia do descanso “em paz” é a verdade sobre o que acontece na morte, não é mesmo? Os mortos estão em repouso. “Para aquele que crê, a morte é de pouca importância. Cristo fala dela como possuindo pouco valor. ‘Se alguém guardar a Minha palavra, nunca verá a morte’, ‘nunca provará a morte’ (Jo 8:51, 52, ARC). Para o cristão, a morte é apenas um sono, um período de silêncio e escuridão. A vida está escondida com Cristo em Deus, e ‘quando Cristo, que é a nossa vida, Se manifestar, então, vós também sereis manifestados com Ele, em glória’” (Cl 3:4; Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 787).

Jesus comparou com um sono inconsciente a condição da pessoa entre a morte e a manhã da ressurreição (Jo 11:11, 14), mas também enfatizou que os salvos e os perdidos receberão sua recompensa após a ressurreição (Jo 5:28, 29). Ele destacou a necessidade de estarmos preparados para a morte.

Que conforto obtemos ao saber que nossos queridos falecidos estão descansando agora?

Quarta-feira, 22 de setembro de 2021. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Descanso em Cristo. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 505, jul. ago. set. 2021. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

O destino dos mortos em Cristo

Lições da Bíblia

“No século 17, um escritor francês chamado Blaise Pascal refletiu sobre a condição da humanidade. Para ele, um ponto era muito claro: não importava quanto tempo um ser humano vivesse (e naquela época a expectativa de vida era baixa) nem se a vida dessa pessoa fosse boa (e a vida naquela época também não era tão boa assim) – o fato é que, mais cedo ou mais tarde, essa pessoa morreria.”1

“Além disso, o que quer que viesse após a morte seria infinitamente mais longo do que o curto período de vida aqui na Terra. Portanto, para Pascal, a coisa mais lógica que uma pessoa deveria descobrir é o destino dos mortos. E ele ficou surpreso ao ver as pessoas se preocupando com coisas como ‘a perda de emprego ou algum insulto imaginário à sua honra’, não dando atenção ao que aconteceria depois que morressem.”1

“Pascal tinha razão. E não há dúvida do motivo pelo qual grande parte da Bíblia é dedicada às promessas reservadas para os que encontraram a salvação em Jesus, promessas relacionadas ao que os aguarda no futuro. Na segunda vinda de Jesus, os salvos ressuscitarão para a vida eterna. Após os mil anos, os perdidos ressuscitarão para a morte eterna (Ap 20).”1

“1. Qual esperança é oferecida a nós? Leia Jo 6:54; 3:16; 1Jo 5:13; 1Tm 1:16; Jo 4:14; 6:40; Jd 1:21; Tt 3:7. Assinale a alternativa correta:”1

Jo 6:54 (ARA)2: “Quem comer a minha carne e beber o meu sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia.”

Jo 3:16 (ARA)2: “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”

1Jo 5:13 (ARA)2: “Estas coisas vos escrevi, a fim de saberdes que tendes a vida eterna, a vós outros que credes em o nome do Filho de Deus.”  

1Tm 1:16 (ARA)2: “Mas, por esta mesma razão, me foi concedida misericórdia, para que, em mim, o principal, evidenciasse Jesus Cristo a sua completa longanimidade, e servisse eu de modelo a quantos hão de crer nele para a vida eterna.”

Jo 4:14 (ARA)2: “aquele, porém, que beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede; pelo contrário, a água que eu lhe der será nele uma fonte a jorrar para a vida eterna.

Jo 6:40 (ARA)2: “De fato, a vontade de meu Pai é que todo homem que vir o Filho e nele crer tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia.”

Jd 1:21 (ARA)2: “guardai-vos no amor de Deus, esperando a misericórdia de nosso Senhor Jesus Cristo, para a vida eterna.”

Tt 3:7 (ARA)2: “a fim de que, justificados por graça, nos tornemos seus herdeiros, segundo a esperança da vida eterna.”

A.( ) A esperança da ressurreição e da vida eterna com Cristo.
B.( ) A esperança de obter ascensão social e fama.

Reposta sugestiva: Alternativa A.

“A vida eterna faz muito sentido à luz da cruz; na realidade, à luz da cruz, nada mais faz sentido senão a vida eterna. Afinal, qual teria sido o propósito do Criador, Aquele que ‘fez o Universo’ (Hb 1:2), em quem ‘vivemos, e nos movemos, e existimos’ (At 17:28), ao encarnar em um corpo humano e morrer nesse corpo, se o nosso destino fosse apenas morrer e apodrecer como animais atropelados à beira da estrada?”1

“Por isso, o Novo Testamento inclui muitas promessas de vida eterna, pois somente a eternidade garante restituição. Nem um bilhão de anos de bons momentos compensariam os momentos ruins passados aqui. Unicamente a eternidade pode equilibrar todas as coisas e superar infinitamente os sofrimentos e limitações produzidos pela história do pecado.”1

“Pascal acertou ao dizer que nosso tempo aqui é muito limitado, se comparado ao que está por vir. É tolice não estarmos prontos para a eternidade.”1

Domingo, 20 de dezembro de 2020. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

Leia o livro A Grande Esperança,
baixe o seu exemplar gratuitamente

A Grande Esperança

VIVA COM A CERTEZA DE QUE TUDO VAI TERMINAR BEM

Esse livro é parte de uma grande campanha desenvolvida nos últimos anos em favor da esperança, com o objetivo de discutir uma visão do futuro para mudar o presente.

São 11 capítulos curtos, simples, mas provocativos. Discutem algumas das questões que mais interessam a todos nós, como: a razão do sofrimento, a verdadeira paz, a vida após a morte e a vitória final do amor de Deus.

Eles seguem uma ordem lógica, que começa com a origem dos problemas e termina com a solução definitiva.
Mas entre esses dois extremos cada um de nós tem que viver o seu dia a dia e nesse ponto é que a esperança faz toda a diferença.
A boa notícia é que há uma luz no fim. E essa luz está chegando até nós, para iluminar o nosso caminho.

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Educação e redenção. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 502, out. nov. dez. 2020. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Perdas – Estudo adicional

Lições da Bíblia

Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

Estudo adicional

“Muitos sofrem como resultado de seus vícios. Eles se tornam escravos de seus desejos e perdem dinheiro, trabalho, saúde e liberdade. Mas Jesus veio para nos libertar do nosso pecado e de todos os nossos vícios. Se, pois, o Filho nos libertar, verdadeiramente seremos livres (Jo 8:36). Jesus também prometeu que sempre estaria conosco (Mt 28:20; Is 43:2); portanto, não temos que enfrentar essa guerra sozinhos. Na verdade, devemos nos lembrar de que a batalha é do Senhor (1Sm 17:47) e Ele promete a vitória (1Pe 1:3-9). Hoje podemos começar a trilhar o caminho da vitória sobre todo vício e receber a liberdade que desejamos e que Deus quer para nós. Isso não significa que não teremos lutas nem significa que não podemos, às vezes, falhar. Mas a boa notícia é que, desde que não desistamos do Senhor, Ele não desistirá de nós. E, evidentemente, não há nada de errado em procurar também ajuda profissional. Assim como o Senhor usa um médico para ajudá-lo com problemas de saúde, Ele também pode guiar um conselheiro profissional para o ajudar na questão do vício.”1

“Quando nos assediam dificuldades e provações, devemos fugir para Deus e confiantemente esperar auxílio Dele, que é poderoso para salvar e forte para livrar. Temos que pedir as bênçãos de Deus, se é que as queremos receber. A oração é um dever e uma necessidade; não negligenciamos, porém, o louvor? Não deveríamos mais frequentemente render ações de graças ao Doador de todas as nossas bênçãos? Precisamos cultivar a gratidão. Devemos frequentemente contemplar e contar de novo as misericórdias de Deus e louvar e glorificar o Seu santo nome, mesmo quando passamos por tristeza e aflição” (Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, v. 2, p. 268).1

Perguntas para discussão

“1. Qual é a função do perdão na restauração de um relacionamento rompido? (Mt 6:12-15; 18:21, 22) “O amor […] não se ressente do mal” (1Co 13:4, 5).”1

“2. Qual é o benefício de contemplar e relatar as misericórdias de Deus ao passarmos por tristeza e aflição?”1

“3. Como podemos, como igreja, ajudar os que estão sofrendo com qualquer tipo de perda?”1

Sexta-feira, 31 de maio de 2019. Saiba mais, faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Estações da vida. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 496, abr. maio. jun. 2019. Adulto, Professor.

Perda da vida

Lições da Bíblia

“Como seres humanos, conhecemos a realidade da morte. Lemos a respeito dela, convivemos com ela e talvez até tenhamos chegado perto de enfrentá-la.”1

“5. Leia 1 Coríntios 15:26. Como a morte é descrita? Por que ela é descrita dessa maneira?”1

1 Coríntios (15:26 ARA)2:O último inimigo a ser destruído é a morte.

“Quem, tendo perdido uma pessoa amada, não sente pessoalmente o quanto a morte é um inimigo poderoso? Por outro lado, os mortos estarão em ‘boas circunstâncias’, caso eles fechem os olhos no Senhor e, em um tempo que pareça apenas um instante, sejam ressuscitados para a imortalidade. ‘Para o crente a morte não é senão de pouca importância. […] Para o cristão a morte não é mais que um sono, um momento de silêncio e escuridão. A vida está escondida com Cristo em Deus, e ‘quando Cristo, que é a nossa vida, Se manifestar, então também vós vos manifestareis com Ele em glória’ (Cl 3:4; Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 787).”1

“Os vivos, especialmente os amigos ou familiares do falecido, conhecem a dor e a tristeza após a morte. O fato é que o luto é uma resposta natural e normal à perda. É o sofrimento emocional que vivenciamos quando algo ou alguém que amamos nos é tirado.”1

“O processo do luto não é igual para todos, mas a maioria das pessoas passa por vários estágios. Normalmente, a primeira reação à morte de um ente querido é o choque e a negação, mesmo quando a morte é esperada. O choque é a proteção emocional por ser subitamente esmagado pela perda e dura de dois a três meses. Podemos também passar por um momento em que somos constantemente consumidos por pensamentos sobre o ente querido, mesmo durante tarefas comuns. Muitas vezes as conversas se voltam para nossa perda ou para a pessoa querida. Esse período pode durar de seis meses a um ano.”1

“O estágio do desespero e depressão é um longo período de pesar, provavelmente o estágio mais doloroso e prolongado, durante o qual gradualmente aceitamos e lidamos com a realidade da perda. Nesse estágio, podemos sentir emoções como ira, culpa, arrependimento, tristeza e ansiedade. O objetivo do luto não é eliminar a dor ou as lembranças da nossa perda. No estágio final da recuperação, começamos a ter interesse renovado nas atividades diárias e a exercer nossas funções normalmente.”1

“Quais palavras confortadoras encontramos na Bíblia? Rm 8:31-39; Ap 21:4; 1Co 15:52-57.”1

Romanos (8:31-39 ARA)2: 31 Que diremos, pois, à vista destas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós? 32 Aquele que não poupou o seu próprio Filho, antes, por todos nós o entregou, porventura, não nos dará graciosamente com ele todas as coisas? 33 Quem intentará acusação contra os eleitos de Deus? É Deus quem os justifica. 34 Quem os condenará? É Cristo Jesus quem morreu ou, antes, quem ressuscitou, o qual está à direita de Deus e também intercede por nós. 35 Quem nos separará do amor de Cristo? Será tribulação, ou angústia, ou perseguição, ou fome, ou nudez, ou perigo, ou espada? 36 Como está escrito: Por amor de ti, somos entregues à morte o dia todo, fomos considerados como ovelhas para o matadouro. 37 Em todas estas coisas, porém, somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou. 38 Porque eu estou bem certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente, nem do porvir, nem os poderes, 39 nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor.”

Apocalipse (21:4 ARA)2: “E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram.”

1 Coríntios (15:52-57 ARA)2: “52 num momento, num abrir e fechar de olhos, ao ressoar da última trombeta. A trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados. 53 Porque é necessário que este corpo corruptível se revista da incorruptibilidade, e que o corpo mortal se revista da imortalidade. 54 E, quando este corpo corruptível se revestir de incorruptibilidade, e o que é mortal se revestir de imortalidade, então, se cumprirá a palavra que está escrita: Tragada foi a morte pela vitória. 55 Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão? 56 O aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei. 57 Graças a Deus, que nos dá a vitória por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo.”

Quinta-feira, 30 de maio de 2019. Saiba mais, faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Estações da vida. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 496, abr. maio. jun. 2019. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.