Olhando-se no espelho

Lições da Bíblia.

“Os policiais em três carros convergiram para uma mulher que dirigia e a forçaram a parar ao lado da estrada. Então, eles se aproximaram do carro com armas em punho. A mulher estava horrorizada quando saiu, com as mãos erguidas. – O que foi que eu fiz? – perguntou ela, tremendo de medo. Eles pediram para ver seus documentos e, depois de alguns minutos, todos relaxaram e as armas voltaram para seus lugares. – Por favor – disse ela – o que estava errado? Por que vocês me cercaram? – Bem – disse um dos policiais – nós vimos você dirigindo como uma louca e fazendo gestos obscenos para os outros motoristas. – E por isso vocês me fizeram encostar, apontando as armas para mim? – Não, senhora – respondeu o policial – foi porque vimos o adesivo com símbolos cristãos, e achamos que o carro tinha sido roubado.”

“Essa história (admitimos) ingênua ilustra um ponto triste: nem todos os cristãos, ou os que professam o nome de Cristo, vivem de acordo com os elevados padrões que sua fé requer. Alguns fazem isso melhor que outros, mas todos ficam aquém. Qual cristão, não importando quão fiel seja, ao olhar no espelho, pode alegar algum tipo de justiça própria? Qual cristão, olhando no espelho, não fica horrorizado com o que sabe que se esconde sob a superfície?”

Isaías 64 descrever a justiça humana como trapos imundos, mas se confiarmos em Deus, Ele pode nos moldar, como o oleiro molda o barro. Mas todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças, como trapo da imundícia; todos nós murchamos como a folha, e as nossas iniquidades, como um vento, nos arrebatam. […] Mas agora, ó SENHOR, tu és nosso Pai, nós somos o barro, e tu, o nosso oleiro; e todos nós, obra das tuas mãos. (Isa. 64:6,8). “Que se conclui? Temos nós qualquer vantagem? Não, de forma nenhuma; pois já temos demonstrado que todos, tanto judeus como gregos, estão debaixo do pecado; como está escrito: Não há justo, nem um sequer, não há quem entenda, não há quem busque a Deus; todos se extraviaram, à uma se fizeram inúteis; não há quem faça o bem, não há nem um sequer. A garganta deles é sepulcro aberto; com a língua, urdem engano, veneno de víbora está nos seus lábios, a boca, eles a têm cheia de maldição e de amargura; são os seus pés velozes para derramar sangue, nos seus caminhos, há destruição e miséria; desconheceram o caminho da paz. Não há temor de Deus diante de seus olhos. Ora, sabemos que tudo o que a lei diz, aos que vivem na lei o diz para que se cale toda boca, e todo o mundo seja culpável perante Deus, visto que ninguém será justificado diante dele por obras da lei, em razão de que pela lei vem o pleno conhecimento do pecado. […] pois todos pecaram e carecem da glória de Deus, sendo justificados gratuitamente, por sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus, (Rm 3:9-20, 23-24).

“A expressão ‘trapos da imundícia’, indica uma peça de vestuário contaminada pela menstruação. Que imagem mais poderosa a Bíblia poderia apresentar para descrever a justiça humana depois da queda? O apóstolo Paulo retoma o tema em Romanos 3, onde ele deixa claro que tanto judeus quanto gentios estão na mesma posição diante de Deus: pecadores necessitados da graça divina. O texto de Isaías 64 pode ser visto como um precursor de Romanos 3 no Antigo Testamento. Aponta o nosso dilema como pecadores e, no entanto, não nos deixa sem esperança.”

“Qual foi a última vez que você olhou profundamente para si mesmo, seus pensamentos, seus motivos mais íntimos e seus desejos? O que você viu? Foi muito assustador? Qual é a sua única esperança?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – domingo 27 de março de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

No tear do Céu

Lições da Bíblia.

“Como são felizes aqueles que têm suas transgressões perdoadas, cujos pecados são apagados!” (Romanos 4:7, NVI).

“Embora nos julguemos muito bons, ou pareçamos assim aos outros, nossa bondade, em última instância, não tem mérito para a salvação. Todos somos pecadores carentes da graça divina, simbolizada na Bíblia como o manto da perfeita justiça de Cristo, […] um dom imerecido e gratuito. No entanto, temos de aceitar suas provisões, entregando diariamente a Deus a vontade e os desejos. Devemos deixar que Cristo viva Sua vontade e Seus desejos em nossa vida.”

“Cristo é o substituto e garantia do pecador. Ele obedeceu à lei em lugar do pecador, a fim de que o pecador possa crer nEle e crescer nEle em todas as coisas até a plena estatura humana em Cristo Jesus, e assim ser completo nEle. Cristo fez a reconciliação pelo pecado e suportou toda a sua ignomínia, reprovação e punição. E ainda, embora tenha carregado os pecados, trouxe justiça eterna, para que o cristão esteja imaculado diante de Deus. Haverá ocasiões em que se perguntará: ‘Quem intentará acusação contra os eleitos de Deus?’ E a resposta será: ‘É Cristo Jesus quem morreu ou, antes, quem ressuscitou’ (Rm 8:33, 34). Aquele que tem as vestes imaculadas de justiça, tecida nos teares do Céu, em quem não existe um filamento sequer da humanidade pecaminosa, está à mão direita de Deus para vestir Seus filhos crentes com a roupagem perfeita de Sua justiça. Aqueles que estão salvos no reino de Deus não terão nada de que se gloriar; todo louvor e glória são dirigidos a Deus, doador da salvação” (Ellen G. White, The Youth’s Instructor, 6 de dezembro, 1894).

“Observe as imagens: vestes de justiça, vestes imaculadas de justiça ‘tecida nos teares do Céu’ e sem um filamento sequer da humanidade pecaminosa entremeado. Que imagem maravilhosa da justiça de Jesus, justiça que abrange todos os que, por fim, serão salvos para Seu reino!”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – sábado 26 de março de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

A eleição da graça. “[…] no tempo de hoje, sobrevive um remanescente segundo a eleição da graça.” (Rm 11:5).

Lições da Bíblia.

“Pergunto, pois: terá Deus, porventura, rejeitado o seu povo? De modo nenhum! Porque eu também sou israelita da descendência de Abraão, da tribo de Benjamim. Deus não rejeitou o seu povo, a quem de antemão conheceu. Ou não sabeis o que a Escritura refere a respeito de Elias, como insta perante Deus contra Israel, dizendo: Senhor, mataram os teus profetas, arrasaram os teus altares, e só eu fiquei, e procuram tirar-me a vida. Que lhe disse, porém, a resposta divina? Reservei para mim sete mil homens, que não dobraram os joelhos diante de Baal. Assim, pois, também agora, no tempo de hoje, sobrevive um remanescente segundo a eleição da graça. E, se é pela graça, já não é pelas obras; do contrário, a graça já não é graça. Que diremos, pois? O que Israel busca, isso não conseguiu; mas a eleição o alcançou; e os mais foram endurecidos,” (Rom. 11:1-7).

“’Na primeira parte de sua resposta à pergunta: ‘Terá Deus, porventura, rejeitado o Seu povo?’ Paulo aponta para um remanescente, uma eleição da graça, como prova de que Deus não rejeitou Seu povo. A salvação está aberta a todos os que a aceitarem, tanto judeus como gentios.”

“Nestes versos, Paulo cita o Antigo Testamento, uma autoridade que os judeus aceitavam. As passagens que Paulo cita representam Deus como dando a Israel um espírito de entorpecimento, impedindo-os de ver e ouvir. Deus cega os olhos das pessoas para impedi-las de ver a luz que as levaria à salvação? Nunca! […] Paulo não está falando de salvação individual, pois Deus não rejeita ninguém coletivamente para a salvação. O assunto neste verso, ao contrário, como foi desde o princípio, se refere ao papel que esse povo teve em Sua obra.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – Segunda-feira, 06 de setembro de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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O que a lei não pode fazer.

Lições da Bíblia.

“Embora seja boa, a ‘lei’ (a lei cerimonial, a lei moral, ou mesmo ambas) não pode fazer por nós o que mais precisamos, isto é, nos prover os meios de salvação, de modo a nos salvar da condenação e da morte que o pecado traz. Para isso, precisamos de Jesus.”

“Porquanto o que fora impossível à lei, no que estava enferma pela carne, isso fez Deus enviando o seu próprio Filho em semelhança de carne pecaminosa e no tocante ao pecado; e, com efeito, condenou Deus, na carne, o pecado, a fim de que o preceito da lei se cumprisse em nós, que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito.” (Rom. 8:3-4).

“Deus proveu um remédio ‘enviando o Seu próprio Filho em semelhança de carne pecaminosa’, e ‘condenou…, na carne, o pecado’. A encarnação de Cristo foi um passo importante do plano de salvação. É apropriado exaltar a cruz, mas, no resultado do plano de salvação, a vida de Cristo “em semelhança de carne pecaminosa” também é extremamente importante.”

“Como resultado do que Deus fez ao enviar Cristo, agora é possível atendermos aos justos requisitos da lei; isto é, fazer as coisas certas que a lei exige. ‘Debaixo da lei’ (Rm 6:14), isso era impossível; agora, ‘em Cristo’, é possível.”

“Mas devemos nos lembrar de que fazer o que a lei exige não significa guardar a lei para obter a salvação. Essa não é uma opção – nunca foi. Significa simplesmente viver como Deus nos habilita a viver; significa uma vida de obediência, em que crucificamos ‘a carne, com as suas paixões e os seus desejos’ (Gl 5:24), vida em que refletimos o caráter de Cristo.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – Segunda-feira, 23 de agosto de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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Liberdade em Cristo. “Portanto, agora, nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, […]” (Rm 8:1).

Lições da Bíblia.

“Portanto, agora, nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito” (Romanos 8:1, RC).

“Quando morremos com Cristo, somos ressuscitados para viver como Cristo viveu e, então, vivemos como filhos de Deus, controlados pelo Espírito. Nenhuma quantia de esforço humano pode fornecer a paz e liberdade que Cristo nos oferece pela ação de Seu Espírito.”

"Romanos 8 é a resposta de Paulo a Romanos 7. Em Romanos 7, Paulo fala de frustração, fracasso e condenação. Em Romanos 8, a condenação está anulada, substituída pela liberdade e vitória provida por Jesus Cristo. […] Paulo (explica) que essa liberdade foi adquirida a um custo infinito. Cristo, o Filho de Deus, que assumiu a humanidade – a única maneira de Ele Se relacionar conosco – Se tornou nosso exemplo perfeito e o substituto que morreu em nosso lugar. Ele veio “em semelhança de carne pecaminosa” (v. 3). Como resultado, os requisitos justos da lei podem ser cumpridos em nós (v. 4). Em outras palavras, Cristo tornou possível a vitória sobre o pecado, bem como o atendimento aos reclamos positivos da lei."

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – Sábado, 21 de agosto de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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Debaixo da lei? “[…] pois não estais debaixo da lei, e sim da graça.” (Rom. 6:14)

Lições da Bíblia.

“Porque o pecado não terá domínio sobre vós; pois não estais debaixo da lei, e sim da graça.” (Rom. 6:14).

“[…] como a lei moral poderia ser revogada e o pecado ainda ser uma realidade? Pois é a lei moral que define o pecado! Se você ler tudo o que veio antes em Romanos, mesmo no capítulo 6, seria difícil ver como, em meio a toda essa discussão sobre a realidade do pecado, de repente, Paulo dissesse: ‘Além disso, a lei moral, dos Dez Mandamentos, que definem o pecado, foi abolida’. Isso não faria nenhum sentido.”

“Paulo estava dizendo aos romanos que a pessoa que vive ‘sob a lei’ – que está sob o regime judaico, de acordo com o que era praticado em seus dias, com todas as suas regras e regulamentos humanos – será governada pelo pecado. Em contraste, aquele que vive sob a graça terá vitória sobre o pecado, porque a lei está escrita em seu coração, e o Espírito de Deus guia seus passos. Aceitando Jesus Cristo como o Messias, sendo justificado por Ele, sendo batizado em Sua morte, tendo o ‘velho homem’ sido destruído, ressuscitando para andar em novidade de vida – essas coisas destronarão o pecado de nossa vida. Lembre-se: esse é todo o contexto em que este verso aparece, o contexto da promessa de vitória sobre o pecado.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – Terça-feira, 10 de agosto de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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Graça abundante. “[…] mas onde abundou o pecado, superabundou a graça,” (Rom. 5:20)

Lições da Bíblia.

Sobreveio a lei para que avultasse a ofensa; mas onde abundou o pecado, superabundou a graça, (Rom. 5:20)

Em Romanos 5:20, Paulo argumenta “[…] que não importa quanto pecado haja ou quão terríveis sejam seus resultados, a graça de Deus é suficiente para lidar com ele. Que esperança isso deve trazer a cada um de nós, especialmente quando somos tentados a sentir que nossos pecados são muito grandes para ser perdoados! No verso seguinte, Paulo mostra que, embora o pecado leve à morte, a graça de Deus em Jesus derrotou a morte e nos dá a vida eterna.” “a fim de que, como o pecado reinou pela morte, assim também reinasse a graça pela justiça para a vida eterna, mediante Jesus Cristo, nosso Senhor.” (Rom. 5:21).

“Paulo segue uma interessante linha de raciocínio no capítulo 6, dizendo por que uma pessoa justificada não deve pecar. Para começar, ele diz que não devemos pecar porque morremos para o pecado. Então, ele explica o que significa isso.”

“Que diremos, pois? Permaneceremos no pecado, para que seja a graça mais abundante? De modo nenhum! Como viveremos ainda no pecado, nós os que para ele morremos? Ou, porventura, ignorais que todos nós que fomos batizados em Cristo Jesus fomos batizados na sua morte? Fomos, pois, sepultados com ele na morte pelo batismo; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também andemos nós em novidade de vida. Porque, se fomos unidos com ele na semelhança da sua morte, certamente, o seremos também na semelhança da sua ressurreição, sabendo isto: que foi crucificado com ele o nosso velho homem, para que o corpo do pecado seja destruído, e não sirvamos o pecado como escravos; porquanto quem morreu está justificado do pecado. Ora, se já morremos com Cristo, cremos que também com ele viveremos, sabedores de que, havendo Cristo ressuscitado dentre os mortos, já não morre; a morte já não tem domínio sobre ele. Pois, quanto a ter morrido, de uma vez para sempre morreu para o pecado; mas, quanto a viver, vive para Deus. Assim também vós considerai-vos mortos para o pecado, mas vivos para Deus, em Cristo Jesus.” (Rom 6:1-11).

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – Domingo, 08 de agosto de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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Promessa e lei. “Pois, se os que são da lei são herdeiros, logo a fé é vã e a promessa é anulada. (Rm 4:14).

Lições da Bíblia

“Não foi mediante a lei que Abraão e a sua descendência receberam a promessa de que ele seria herdeiro do mundo, mas mediante a justiça que vem da fé” (Rm 4:13).

“Neste verso, promessa e lei estão contrastadas. Paulo busca estabelecer uma base do Antigo Testamento para seu ensino de justificação pela fé. Ele encontra um exemplo em Abraão, a quem todos os judeus aceitavam como seu antepassado. A aceitação ou justificação vieram a Abraão à parte da lei. Deus fez uma promessa a Abraão de que ele seria “herdeiro do mundo”. Abraão creu nessa promessa; isto é, ele aceitou o papel que lhe cabia. Como resultado, Deus o aceitou e operou através dele para salvar o mundo. Este é um exemplo poderoso de como a graça estava em operação no Antigo Testamento, e não resta dúvida de que foi por isso que Paulo o usou.”

“Pois, se os que são da lei são herdeiros, logo a fé é vã e a promessa é anulada. Porque a lei opera a ira; mas onde não há lei também não há transgressão. Porquanto procede da fé o ser herdeiro, para que seja segundo a graça, a fim de que a promessa seja firme a toda a descendência, não somente à que é da lei, mas também à que é da fé que teve Abraão, o qual é pai de todos nós. (como está escrito: Por pai de muitas nações te constituí) perante aquele no qual creu, a saber, Deus, que vivifica os mortos, e chama as coisas que não são, como se já fossem.” (Rm 4:14-17).

“Se Paulo aqui estava se referindo exclusivamente à lei moral, que, em princípio, existia mesmo antes do Sinai, a questão permanece a mesma. Talvez ainda mais! Aquele que procura receber as promessas de Deus através da lei, ele disse, torna a fé nula ou inútil.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – Terça-feira, 27 de julho de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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