Um ser belo e perfeito

Lições da Bíblia.

“Entre as criaturas de Deus, que antes não existiam, e depois passaram a existir, estava a hoste angelical. O principal entre os anjos era o ser criado chamado Lúcifer, cuja queda é contada em Ezequiel 28, na figura do rei de Tiro.”

Lúcifer é descrito como o “[…] querubim da guarda ungido, perfeito, sábio e belo. Era revestido com pedras preciosas e ouro, simbolizando a santidade e nobreza.” “Filho do homem, levanta uma lamentação contra o rei de Tiro e dize-lhe: Assim diz o SENHOR Deus: Tu és o sinete da perfeição, cheio de sabedoria e formosura. Estavas no Éden, jardim de Deus; de todas as pedras preciosas te cobrias: o sárdio, o topázio, o diamante, o berilo, o ônix, o jaspe, a safira, o carbúnculo e a esmeralda; de ouro se te fizeram os engastes e os ornamentos; no dia em que foste criado, foram eles preparados. Tu eras querubim da guarda ungido, e te estabeleci; permanecias no monte santo de Deus, no brilho das pedras andavas. Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado até que se achou iniquidade em ti. Na multiplicação do teu comércio, se encheu o teu interior de violência, e pecaste; pelo que te lançarei, profanado, fora do monte de Deus e te farei perecer, ó querubim da guarda, em meio ao brilho das pedras. Elevou-se o teu coração por causa da tua formosura, corrompeste a tua sabedoria por causa do teu resplendor; lancei-te por terra, diante dos reis te pus, para que te contemplem. Pela multidão das tuas iniqüidades, pela injustiça do teu comércio, profanaste os teus santuários; eu, pois, fiz sair do meio de ti um fogo, que te consumiu, e te reduzi a cinzas sobre a terra, aos olhos de todos os que te contemplam. Todos os que te conhecem entre os povos estão espantados de ti; vens a ser objeto de espanto e jamais subsistirás.” (Ezeq. 28:12-19)

“Descrevendo Lúcifer como o ‘filho da alva’, Isaías 14:12 registra como Deus o retratou em seu estado de inocência. Em Ezequiel 28:12 Deus o descreveu como ‘o sinete da perfeição’; a palavra perfeição poderia ser traduzida como ‘modelo’. Em outras palavras: ‘Você era um exemplo de perfeição [NTLH]’ (The SDA Bible Commentary, v. 4, p. 675). Lúcifer também foi descrito como ‘estrela da manhã’ ou ‘brilhante’ (Is 14:12, NTLH). Em hebraico, htlel (brilhante) e seus equivalentes em línguas relacionadas geralmente eram aplicados ao planeta Vênus, quando aparecia em seu brilho inigualável como a estrela da manhã.”

“Imagine-se usando uma vestimenta, um manto, feito possivelmente de rubis, diamantes, topázio, berilo, ônix, jaspe, safira, esmeralda, crisólito e turquesa, engastados em ouro. Embora pudéssemos tentar visualizar as cores das vestes de Lúcifer (vermelho, amarelo, verde, azul-celeste, azul-esverdeada, verde-oliva), nossa visão terrena das joias celestiais e das cores majestosas jamais nos permitiria contemplar esse manto como os anjos podiam. Como um ser celestial, adornado com tanto esplendor e com a mais alta posição entre eles, Lúcifer certamente deve ter alcançado o respeito e a afeição de todos os outros anjos.”

“Os anjos desejavam agir de acordo com as ordens recebidas. Eles refletiam a beleza de seu Criador e O louvavam pelo privilégio de viver no paraíso de harmonia celestial. Seu constante louvor ao Criador inspirava amor desinteressado de uns para com os outros e, enquanto esse foi seu único desejo, viveram em um ambiente estável, inigualável e amoroso. Nesse ambiente celestial reinaram harmonia, perfeição, amor e adoração, uma descrição que nós, como seres humanos, nem podemos imaginar.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – segunda-feira 4 de abril de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

O Criador de tudo

Lições da Bíblia.

“O Nosso Deus é o Criador. ‘No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e, sem ele, nada do que foi feito se fez. João 1:1-3 deixa claro que tudo que foi criado, ou seja, tudo que antes não existia, mas passou a existir, surgiu unicamente pela ação do Senhor.”

“Certa vez, alguém perguntou: ‘Por que há algo em lugar do nada?’ Talvez essa seja a mais básica de todas as perguntas que já foram feitas. Essa ideia é igualmente interessante à luz do que é conhecido como a Teoria do Big Bang, que ensina que nosso Universo, em vez de ser eterno, como muitos acreditaram durante milênios, passou a existir bilhões de anos atrás. Quer a teoria se verifique verdadeira ou falsa, muitos a têm visto como evidência de um Deus, um Criador, porque muita ciência, muita física, e muitas equações matemáticas foram necessárias para que o Big Bang houvesse ocorrido. E, como um cientista perguntou: ‘Quem soprou fogo nas equações?’ Nós sabemos a resposta, não é mesmo?”

“Agora, os cientistas especulam também que há imensas áreas inteiramente fora da nossa visão, as quais são preenchidas com o que se chama de matéria escura e energia escura. O que isso deveria nos dizer, no mínimo, é que somos muito limitados em nossa visão do que realmente está lá fora.”

O relato bíblico deixa claro que Jesus é o criador de tudo. “pois, nele, foram criadas todas as coisas, nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam soberanias, quer principados, quer potestades. Tudo foi criado por meio dele e para ele. Ele é antes de todas as coisas. Nele, tudo subsiste.” (Col. 1:16-17). “Precisamos ser humildes porque conhecemos apenas uma parte da criação.”

“Observe também naqueles versos que, não somente todas essas coisas foram criadas por Deus, elas também foram criadas ‘para Ele’. O que isso poderia significar? Como podemos entender isso? O que deve significar para nós saber que também fomos criados ‘para Ele’?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – domingo 3 de abril de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Da glória ao pó

Lições da Bíblia.

“Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado até que se achou iniquidade em ti” (Ez 28:15).

“A liberdade que Deus nos dá de escolhê-Lo e escolher o modo de vida que Ele deseja que tenhamos nos permite escolher o inverso. Deus não força Sua vontade sobre nós. Precisamos escolhê-Lo conscientemente todos os dias da vida. Quando alimentou orgulho pelos seus dons e buscou mais do que Deus lhe havia dado, Lúcifer cultivou o mal em seu coração e encorajou a dúvida nos outros. Isso trouxe guerra no Céu e tragédia à Terra.”

O texto de Ezequiel 28:15, “[…] deve ser um dos mais profundos em toda a revelação. Duas palavras cruciais se destacam: perfeito e iniquidade, com a última (iniquidade) incluída na primeira (perfeito). Isso significa que, contido na ideia de ser perfeito, de ter perfeição (mesmo no Céu!), estava o potencial para a iniquidade. Como a maldade poderia ser encontrada em um ser criado ‘perfeito’, a menos que a perfeição possibilitasse isso? A iniquidade não poderia surgir em um ser criado perfeito, a não ser que o fato de ser “perfeito” incluísse essa possibilidade, o que obviamente aconteceu.”

“O que esse texto mostra é que, no Universo de Deus, o conceito de ‘perfeito’ inclui liberdade moral, a capacidade de escolher entre o certo e o errado. Se não fosse assim, como a humanidade ainda poderia ser moral e livre? Uma empresa pode ser capaz de configurar programas que bloqueiam os funcionários de acessar pornografia, jogos de azar ou outros sites imorais na Internet, mas ninguém chamaria o programa em si de ‘moral’ ou ‘livre’.”

“O que temos, então, é um ser, Lúcifer, tão altamente exaltado, que mesmo suas vestes e sua cobertura receberam atenção especial nas Escrituras, porém ele abusou da sua liberdade e se afastou do Senhor. O que podemos aprender de seu erro trágico?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – sábado 2 de abril de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

A Justiça Pela Fé

Lições da Bíblia.

“O pensamento de que a justiça de Cristo nos é imputada, não por algum mérito de nossa parte, mas como um dom gratuito de Deus, é um precioso pensamento. O inimigo de Deus e do homem não quer que esta verdade seja claramente apresentada; pois sabe que, se o povo a aceitar plenamente, está despedaçado o seu poder. Se ele pode dominar a mente de maneira que a dúvida e a incredulidade e as trevas constituam a experiência dos que professam ser filhos de Deus, ele os pode vencer com a tentação.

Aquela fé simples, que toma a Deus em Sua palavra, deve ser estimulada. O povo de Deus deve ter aquela fé que lança mão do poder divino; ‘porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isso não vem de vós; é dom de Deus’. Efés. 2:8. Os que crêem que Deus, por amor de Cristo, lhes perdoou os pecados, não devem, pela tentação, deixar de prosseguir em combater o bom combate da fé. Sua fé deve-se tornar mais forte, até que sua vida cristã bem como suas palavras, declarem: ‘O sangue de Jesus Cristo… nos purifica de todo o pecado.’ I João 1:7.

Se queremos ter o espírito e poder da terceira mensagem angélica, temos de apresentar a lei e o evangelho juntos, pois eles andam de mãos dadas. À medida que um poder de baixo está incitando os filhos da desobediência para anular a lei de Deus, e pisar a verdade de que Cristo é nossa justiça, um poder de cima está operando no coração dos leais, para exaltarem a lei, e erguerem a Jesus como Salvador completo.” (Ellen G. White, Obreiros evangélicos, p. 161).

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – quinta-feira 31 de março de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Graça barata e legalismo

Lições da Bíblia.

“Em toda a Bíblia, os escritores inspirados enfatizam a necessidade de obediência. Pensar que não importa o que fazemos, desde que Cristo esteja em nosso coração, é um engano. Se Cristo realmente vive em nosso coração, boas ações devem, necessariamente, ser o resultado. Ao mesmo tempo, não é menos fatal pensar que podemos ser salvos pelas nossas próprias obras de obediência. Paulo escreveu um relatório impressionante de sua vida, realizações e linhagem, antes de conhecer Jesus: ele foi circuncidado ao oitavo dia, era descendente de Israel, era fariseu, tinha zelo e era irrepreensível. Isso demonstra legalismo. Após sua conversão, ele chamou essas coisas de lixo, comparadas com o conhecimento de Cristo. Ele obteve justiça ao aceitar o manto da justiça de Cristo e queria se tornar como Ele.”

Em Filipenses 3:3-16, Paulo expressa a grande verdade da salvação pela fé e o que isso significa na vida de uma pessoa salva. Porque nós é que somos a circuncisão, nós que adoramos a Deus no Espírito, e nos gloriamos em Cristo Jesus, e não confiamos na carne. Bem que eu poderia confiar também na carne. Se qualquer outro pensa que pode confiar na carne, eu ainda mais: circuncidado ao oitavo dia, da linhagem de Israel, da tribo de Benjamim, hebreu de hebreus; quanto à lei, fariseu, quanto ao zelo, perseguidor da igreja; quanto à justiça que há na lei, irrepreensível. Mas o que, para mim, era lucro, isto considerei perda por causa de Cristo. Sim, deveras considero tudo como perda, por causa da sublimidade do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; por amor do qual perdi todas as coisas e as considero como refugo, para ganhar a Cristo e ser achado nele, não tendo justiça própria, que procede de lei, senão a que é mediante a fé em Cristo, a justiça que procede de Deus, baseada na fé; para o conhecer, e o poder da sua ressurreição, e a comunhão dos seus sofrimentos, conformando-me com ele na sua morte; para, de algum modo, alcançar a ressurreição dentre os mortos. Não que eu o tenha já recebido ou tenha já obtido a perfeição; mas prossigo para conquistar aquilo para o que também fui conquistado por Cristo Jesus. Irmãos, quanto a mim, não julgo havê-lo alcançado; mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus. Todos, pois, que somos perfeitos, tenhamos este sentimento; e, se, porventura, pensais doutro modo, também isto Deus vos esclarecerá. Todavia, andemos de acordo com o que já alcançamos.” (Filip. 3:3-16)

“Teologicamente, temos que fazer a diferença entre a justiça imputada de Cristo – a justiça que nos justifica – e a obra que o Espírito Santo faz em nós para nos transformar. Mas nunca devemos separá-las no contexto do que significa ser cristão. Precisamos das duas. Ter a primeira sem a segunda é como ter uma moeda com apenas um lado. Isso não existe.”

“A compreensão de que a obediência vem como um dom nos livra de duas valas: graça barata e legalismo. Primeiro, acreditaremos na importância de obedecer e, segundo, nossa obediência não será meritória, pois a teremos recebido como um dom. Somos tão dependentes de Cristo para obedecer à lei e ser santificados como somos para ser justificados e perdoados diante de Deus. O Senhor está mais do que disposto; Ele está ansioso, não só para nos justificar, mas para nos dar a vitória sobre o pecado e o eu. Como sempre, nossa vontade continua sendo o fator imprevisível: Quão dispostos estamos a Lhe entregar nosso eu, diariamente, ‘para O conhecer, e o poder da Sua ressurreição, e a comunhão dos Seus sofrimentos, conformando-[nos] com Ele na Sua morte’ (Fp 3:10)?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – quinta-feira 31 de março de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

A roupa faz o homem

Lições da Bíblia.

“Um autor escreveu uma pequena história sobre dois bandidos medíocres tentando realizar um assalto. No plano, um dos bandidos deveria vestir o uniforme de policial e ficar em frente ao local a ser assaltado. Dessa forma, com ele ali, ninguém desconfiaria, enquanto seu parceiro realizasse o assalto. No entanto, a história terminou com o parceiro vestido como policial, prendendo o outro. Vestido como policial, ele começou a agir como tal! Essa história traz uma questão relevante para nosso tema. Sim, pela fé somos cobertos pela justiça de Cristo, Seu ‘manto de justiça’, como ela é chamada. Nascemos de novo e temos vida nova em Cristo. Não há dúvida, portanto, de que nossa vida refletirá a roupa que vestimos.”

“Ao receber o manto da justiça de Cristo, assumimos um compromisso total de permitir que Ele coloque em nossa vida Seus atributos de caráter. Somos totalmente justificados pela graça, obra de um momento, e também recebemos poder para obedecer, que é assimilado ao longo do tempo e produzido como obra de uma vida. Por que pedir mais poder? Porque ‘tudo posso nAquele que me fortalece’ (Fp 4:13). Certamente, isso significaria, pelo menos, o poder para obedecer à Sua lei.”

O texto de Romanos 6:1-13 diz que tipo de vida devemos ter após estarmos cobertos, “vestidos” pela justiça de Jesus. “Que diremos, pois? Permaneceremos no pecado, para que seja a graça mais abundante? De modo nenhum! Como viveremos ainda no pecado, nós os que para ele morremos? Ou, porventura, ignorais que todos nós que fomos batizados em Cristo Jesus fomos batizados na sua morte? Fomos, pois, sepultados com ele na morte pelo batismo; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também andemos nós em novidade de vida. Porque, se fomos unidos com ele na semelhança da sua morte, certamente, o seremos também na semelhança da sua ressurreição, sabendo isto: que foi crucificado com ele o nosso velho homem, para que o corpo do pecado seja destruído, e não sirvamos o pecado como escravos; porquanto quem morreu está justificado do pecado. Ora, se já morremos com Cristo, cremos que também com ele viveremos, sabedores de que, havendo Cristo ressuscitado dentre os mortos, já não morre; a morte já não tem domínio sobre ele. Pois, quanto a ter morrido, de uma vez para sempre morreu para o pecado; mas, quanto a viver, vive para Deus. Assim também vós considerai-vos mortos para o pecado, mas vivos para Deus, em Cristo Jesus. Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, de maneira que obedeçais às suas paixões; nem ofereçais cada um os membros do seu corpo ao pecado, como instrumentos de iniqüidade; mas oferecei-vos a Deus, como ressurretos dentre os mortos, e os vossos membros, a Deus, como instrumentos de justiça.” (Rom. 6:1-13).

“Paulo deixa muito claro que a pessoa que foi ‘crucificada’ com Jesus recebe um impacto radical, capaz de mudar a vida. Observe a imagem de vida e morte ali. Não há nada pela metade. Nossa antiga pessoa, que vestia trapos imundos, morreu; uma nova pessoa nasceu, vestida com a justiça de Jesus, uma justiça que se manifesta para que agora possamos andar ‘em novidade de vida’. Essa novidade significa que não devemos mais permitir que o pecado reine em nós. Temos recebido muitas promessas de vitória. A pergunta é: Será que reivindicaremos essas promessas para nós?”

“Que aspectos de sua vida revelam a realidade de sua experiência com Deus? Quais são as áreas em que você está lutando?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – quarta-feira 30 de março de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Sem a Lei

Lições da Bíblia.

“Um pregador se colocou diante de uma congregação e declarou: ‘Jesus Cristo mudou minha vida. Eu sou uma pessoa totalmente nova e diferente do que era antes. No entanto, após 25 anos sendo cristão, se há uma verdade que minha experiência me ensinou – uma experiência provada e julgada pela Palavra de Deus – é esta: se no fim, eu tiver que ser salvo, se eu realmente ‘perseverar até o fim’, como Jesus disse, e entrar no reino eterno de Deus, então não há dúvida de que será apenas porque estou coberto pelo manto da justiça de Cristo, justiça tecida no tear do Céu e que me cobre completamente. Posso vencer o pecado, e pela graça de Deus obtive muitas vitórias; pela graça de Deus estou superando defeitos de caráter; pela graça de Deus estou aprendendo a amar todas as classes de pessoas, mesmo os meus inimigos. Apesar de tudo isso, sei que nada disso está perto de ser bom o suficiente. A menos que esteja coberto pela justiça de Jesus, justiça creditada a mim pela fé, independente da minha obediência à lei, no fim dos mil anos, você poderá se colocar sobre o muro da cidade santa, e acenar para mim, porque sei que não estarei lá com você. Não poderei estar lá com você.’”

Em Romanos 3:21-31, o apostolo Paulo está dizendo: “sem fé na graça de Deus e na justiça pelos méritos do sangue de Jesus, não há esperança de salvação para os pecadores.” “Mas agora, sem lei, se manifestou a justiça de Deus testemunhada pela lei e pelos profetas; justiça de Deus mediante a fé em Jesus Cristo, para todos [e sobre todos] os que crêem; porque não há distinção, pois todos pecaram e carecem da glória de Deus, sendo justificados gratuitamente, por sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus, a quem Deus propôs, no seu sangue, como propiciação, mediante a fé, para manifestar a sua justiça, por ter Deus, na sua tolerância, deixado impunes os pecados anteriormente cometidos; tendo em vista a manifestação da sua justiça no tempo presente, para ele mesmo ser justo e o justificador daquele que tem fé em Jesus. Onde, pois, a jactância? Foi de todo excluída. Por que lei? Das obras? Não; pelo contrário, pela lei da fé. Concluímos, pois, que o homem é justificado pela fé, independentemente das obras da lei. É, porventura, Deus somente dos judeus? Não o é também dos gentios? Sim, também dos gentios, visto que Deus é um só, o qual justificará, por fé, o circunciso e, mediante a fé, o incircunciso. Anulamos, pois, a lei pela fé? Não, de maneira nenhuma! Antes, confirmamos a lei.” (Rom. 3:21-31).

“Embora Paulo estivesse se dirigindo a um grupo específico, com uma questão específica, o assunto é relevante para todos, judeus e gentios. Hoje, para nós, […] a questão é especialmente importante. Na condição de pecadores, a justiça que nos salva, a justiça de que precisamos, nos cobrindo como um vestido, é uma justiça que se manifestou ‘sem a lei’. Em outras palavras, é a justiça de Jesus, a retidão de Sua vida, a justiça que nos traz ‘a redenção que há em Cristo Jesus’. A redenção está nEle, não em nós mesmos nem no cumprimento da lei, e essa redenção se torna nossa pela fé.”

“Qual tem sido a sua experiência com a guarda da lei? Você já sentiu que seus melhores esforços na obediência o estavam justificando diante de Deus? Quais são as implicações de sua resposta? Comente sua resposta com a classe.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – terça-feira 29 de março de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Justiça imputada

Lições da Bíblia.

“Sem dúvida, qualquer cristão sincero, olhando para si mesmo, particularmente em contraste com a justiça de Deus, especialmente da forma como foi revelada em Cristo, verá algo bastante assustador. Não há muito para recomendá-lo diante de Deus, certo? Na verdade, não há nada, nada mesmo, exceto o ‘trapo da imundícia’.”

“Que esperança temos, então? Uma grande esperança, verdadeiramente, e o termo teológico para essa esperança é justiça imputada. O que significa isso? De modo muito simples, é a perfeita justiça de Jesus, a justiça ‘tecida no tear do Céu’ e concedida a nós pela fé. ‘Justiça imputada’ significa substituir nossa vida pecaminosa por Sua vida sem pecado. Ela vem de fora de nós, é creditada a nós, e nos cobre completamente. Somos vistos aos olhos de Deus como se nunca houvéssemos pecado, como se tivéssemos sido sempre totalmente obedientes aos mandamentos de Deus, como se fôssemos tão santos e justos como o próprio Jesus.”

A confiança de Abraão em Deus ilustra a justiça imputada. ”Abraão creu na promessa de muitos descendentes e isso lhe foi atribuído como justiça. Pela fé, a justiça de Cristo nos é imputada.” “Que, pois, diremos ter alcançado Abraão, nosso pai segundo a carne? Porque, se Abraão foi justificado por obras, tem de que se gloriar, porém não diante de Deus. Pois que diz a Escritura? Abraão creu em Deus, e isso lhe foi imputado para justiça. Ora, ao que trabalha, o salário não é considerado como favor, e sim como dívida. Mas, ao que não trabalha, porém crê naquele que justifica o ímpio, a sua fé lhe é atribuída como justiça. E é assim também que Davi declara ser bem-aventurado o homem a quem Deus atribui justiça, independentemente de obras: Bem-aventurados aqueles cujas iniqüidades são perdoadas, e cujos pecados são cobertos; (Rom. 4:1-7).

“Paulo disse em Romanos 4:2 que, se Abraão tivesse sido justificado pelas obras, ele poderia ter se gloriado. Entretanto, Abraão creu em Deus e, portanto, foi considerado justo. Jesus nos convida a ir a Ele em fé simples, pecadores que somos, e Ele dará Seu manto de perfeição, a justiça perfeita que Ele alcançou enquanto esteve aqui, vivendo na carne. Isso é conhecido como ‘justiça imputada’, e é a única solução para o dilema descrito tão vividamente em Isaías 64 e Romanos 3.”

“Imagine assim: Jesus tira suas antigas roupas manchadas, seu trapo imundo, e o envolve com o manto de Sua justiça perfeita, Sua santidade perfeita, Seu registro perfeito de obediência à Lei. Ele o envolve e então sussurra ao seu ouvido: ‘Agora você é perfeito. Eu lhe dei minha perfeição. Por favor, use este manto, e não o afaste de você.’”

“Qual foi o maior presente que alguém já lhe deu? Como você se sentiu com o presente, especialmente se você não fez nada para merecê-lo? Quanto mais gratos devemos ser, então, pelo dom da justiça de Jesus?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – segunda-feira 28 de março de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF