Confiando na bondade de Deus (Habacuque) – Vídeo

Lições da Bíblia.

Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

“Há uma resposta à pergunta de Habacuque, não em termos de pensamento, mas de eventos. A resposta de Deus acontecerá, mas não pode ser expressa em palavras. A resposta certamente virá. ‘Ainda que demore, espere-a’ (Hc 2:3, NVI). É verdade, é difícil suportar o tempo. O justo fica horrorizado com o que vê. Para isso, a grande resposta é dada: ‘O justo viverá pela sua fé’ (Hc 2:4). Mais uma vez, é uma resposta não em termos de pensamento, mas de existência. A fé profética é confiança nAquele em cuja presença a tranquilidade é uma forma de entendimento” (Abraham J. Heschel, The Prophets [Os Profetas], p. 143).”

“A firme palavra da profecia encontrará seu final cumprimento no glorioso advento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, como Rei dos reis e Senhor dos senhores. O tempo de espera pode parecer longo, o coração pode ser oprimido por circunstâncias desanimadoras, muitos daqueles em quem confiamos podem cair ao longo do caminho; mas, a exemplo do profeta que procurou encorajar Judá em tempo de apostasia sem precedente, confiantemente declaremos: ‘O Senhor está no Seu santo templo; cale-se diante dEle toda a Terra’” (Hc 2:20, RC; Ellen G. White, Profetas e Reis, p. 387, 388).

“Como os comentários acima nos ajudam a compreender melhor as mensagens de Habacuque?”

Perguntas para reflexão

“1. Resuma o diálogo de Habacuque com Deus. Qual foi sua queixa básica? Como ele reagiu às respostas divinas?”

“2. Será que, aos olhos de Deus, perguntas honestas e até dúvidas são atitude religiosa mais aceitável do que a mera crença superficial?”

“3. Os adventistas do sétimo dia de gerações passadas acreditavam que Cristo voltaria em seu tempo e que eles veriam o cumprimento final de todas essas promessas maravilhosas. Como podemos aprender a manter a fé enquanto aguardamos a vinda de Jesus em nossa geração?”

Sexta-feira, 24 de maio de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Deus é nossa força

Lições da Bíblia.

“Quando ouvi tudo isso, fiquei assustado, e os meus lábios tremeram de medo. Perdi todas as forças e não pude ficar de pé. Portanto, vou esperar, tranquilo, o dia em que Deus castigará aqueles que nos atacam. Ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; o produto da oliveira minta, e os campos não produzam mantimento; […] todavia, eu me alegro no Senhor, exulto no Deus da minha salvação. O Senhor Deus é a minha fortaleza, e faz os meus pés como os da corça, e me faz andar altaneiramente” (Hc 3:16-19).

“6. O que há de bom na atitude do profeta em Habacuque 3:17-19?” “Ainda que as figueiras não produzam frutas, e as parreiras não dêem uvas; ainda que não haja azeitonas para apanhar nem trigo para colher; ainda que não haja mais ovelhas nos campos nem gado nos currais, mesmo assim eu darei graças ao SENHOR e louvarei a Deus, o meu Salvador. O SENHOR Deus é a minha força. Ele torna o meu andar firme como o de uma corça e me leva para as montanhas, onde estarei seguro.” (Habacuque 3:17-19 NTLH). “Como podemos cultivar tal atitude? Compare com Fp 4:11” “Não estou dizendo isso por me sentir abandonado, pois aprendi a estar satisfeito com o que tenho.” (Filipenses 4:11 NTLH). “Diante da crise do momento, o profeta demonstrou confiança e alegria por causa da obra de Deus em favor de Seus servos e da Sua salvação. Habacuque aprendeu e decidiu estar contente em toda e qualquer circunstância.”

“As palavras finais do livro de Habacuque (Hc 3:16-19) trazem a resposta do profeta à revelação do poder e da bondade de Deus. Um novo olhar sobre os atos salvadores de Deus despertou a coragem de Habacuque, enquanto ele esperava o ataque do inimigo. O medo agitou seu íntimo enquanto ele esperava que o juízo divino caísse sobre sua nação. A invasão poderia resultar na devastação das figueiras e oliveiras, tão valorizadas na Palestina, juntamente com as videiras, cereais e o gado, igualmente necessários. Mas a fé firme do profeta permanecia intocada, porque ele tinha uma visão do Senhor vivo.”

“Com base em suas experiências passadas, Habacuque conhecia a fidelidade absoluta de Deus. Foi por isso que ele se submeteu aos propósitos de Deus naquela ocasião (Hc 3:16-19). Apesar de todas as circunstâncias desfavoráveis, o profeta estava determinado a colocar sua confiança no Senhor e na Sua bondade, não importando se sua situação parecesse desesperadora.”

“Habacuque esperava com firme confiança, mesmo que não houvesse sinais imediatos de salvação. Ele foi um profeta que, por meio do diálogo, insultos e hino de louvor, tem instruído os fiéis ao longo dos séculos a desenvolver uma fé mais profunda e viva no Redentor. Por seu exemplo, ele incentiva o piedoso cristão a dialogar com Deus, a colocar à prova sua fidelidade a Ele em tempos difíceis, a desenvolver esperança no Senhor e a louvá-Lo.”

“Habacuque encerrou seu livro com uma atitude de fé expressa de modo muito bonito: Independentemente de como a vida pudesse se tornar difícil, seria possível encontrar alegria e força em Deus. A mensagem essencial de seu livro aponta para a necessidade de esperar pacientemente a salvação divina em um período de opressão, mesmo que pareça não ter fim. ‘Esperar no Senhor’ é o tema que domina o livro de Habacuque. Esse tema teria relevância especial para nós, adventistas do sétimo dia que, como nosso nome diz, temos fé na segunda vinda de Jesus?”

Quinta-feira, 23 de maio de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Lembrando a glória divina

Lições da Bíblia.

“5. Leia Habacuque 3. O que o profeta estava fazendo ali, e por que isso é tão importante, especialmente levando em conta as circunstâncias e perguntas difíceis que ele estava enfrentando?” Esta é uma oração do profeta Habacuque. Ó SENHOR, ouvi falar do que tens feito e estou cheio de temor. Faze agora, em nosso tempo, as coisas maravilhosas que fizeste no passado, para que nós também as vejamos. Mesmo que estejas irado, tem compaixão de nós! Deus vem vindo da terra de Edom, o Santo Deus vem do monte Parã. A sua glória cobre os céus, e na terra todos o louvam. Ele brilha como a luz, e raios de luz saltam da sua mão, onde se esconde o seu poder. Na frente dele vão pragas terríveis, e atrás vêm doenças mortais. Ele pára, e a terra treme; ele olha para as nações, e elas ficam com medo. Os montes antigos se abalam, caem as velhas montanhas por onde ele tem andado desde a eternidade. Vi que os povos de Cuchã estão aflitos e que os moradores de Midiã estão com medo. É contra os rios, ó SENHOR, que estás irado? É contra o mar que estás furioso? É por isso que montas os teus cavalos e vens vitorioso no teu carro de guerra? Pegas o teu arco e te preparas para atirar as tuas flechas. Tu cavas a terra com enchentes. As montanhas te viram e tremeram; uma tromba-d’água caiu do céu. As águas debaixo da terra rugiram; as suas ondas imensas se levantaram. O sol e a lua deixaram de brilhar quando viram o brilho das tuas flechas e a luz brilhante da tua lança. Na tua ira, marchaste pela terra inteira, na tua fúria, pisaste as nações. Saíste para salvar o teu povo, para salvar o rei que escolheste. Feriste o chefe dos maus e acabaste completamente com o seu exército. Com as tuas flechas, mataste o comandante dos soldados quando avançavam como uma tempestade para nos atacar; eles vinham orgulhosos, querendo nos destruir como quem mata um pobre em segredo. Montado nos teus cavalos marchaste pelo mar, pelas ondas furiosas do mar. Quando ouvi tudo isso, fiquei assustado, e os meus lábios tremeram de medo. Perdi todas as forças e não pude ficar de pé. Portanto, vou esperar, tranqüilo, o dia em que Deus castigará aqueles que nos atacam. Ainda que as figueiras não produzam frutas, e as parreiras não dêem uvas; ainda que não haja azeitonas para apanhar nem trigo para colher; ainda que não haja mais ovelhas nos campos nem gado nos currais, mesmo assim eu darei graças ao SENHOR e louvarei a Deus, o meu Salvador. O SENHOR Deus é a minha força. Ele torna o meu andar firme como o de uma corça e me leva para as montanhas, onde estarei seguro.” (Habacuque 3:1-19 NTLH). ”Entoando um cântico, no qual expressou sua angústia, orou a Deus suplicando ajuda, descreveu a atuação de Deus como Guerreiro e louvou ao Senhor por Sua atuação contra os inimigos de Seu povo e pela salvação de Seus fiéis.”

“Habacuque expressou sua aceitação dos caminhos de Deus em uma oração cantada (Hc 3:19). Tendo plena consciência do poder de Deus, ele pediu que o Senhor Se lembrasse de Sua misericórdia quando o juízo começasse. O profeta lembrou reverentemente os relatos dos grandes atos de Deus no passado e orou para que Ele trouxesse redenção em seus dias. Parecia que ele estava entre dois tempos. Com um olho olhava para trás, para o evento do Êxodo, enquanto com o outro, olhava adiante, para o dia do Senhor. Ele esperava uma revelação do poder de Deus em sua situação atual.”

“O hino do capítulo 3 descreve poeticamente a libertação de Israel da escravidão egípcia. O que havia acontecido na época do Êxodo era um prenúncio do grande dia do juízo. O piedoso não devia ficar ansioso a respeito do dia do Senhor, mas devia esperar, perseverar e se alegrar na esperança que lhe pertencia.”

“O hino era também uma celebração do poder, glória e natureza vitoriosa de Deus. O Senhor é descrito como soberano sobre toda a Terra. A revelação de Sua glória é comparável ao esplendor do nascer do Sol (Hc 3:4).”

“Deus julga as nações opressoras. No entanto, ao mesmo tempo, Ele operou a redenção do Seu povo em Seus ‘carros de vitória’ (Hc 3:8). O poder de Deus nem sempre é visível superficialmente, mas a pessoa de fé sabe que Deus está ali, não importa o que aconteça.”

“Habacuque nos convida a olhar com expectativa para a salvação do Senhor, quando Ele estabelecerá Sua justiça sobre a Terra e encherá o mundo com Sua glória. Ao cantar louvores ao Senhor, o povo de Deus encoraja uns aos outros a meditar sobre os atos passados de Deus e sobre a esperança para o futuro glorioso (Ef 5:19, 20; Cl 3:16). O próprio exemplo de Habacuque demonstra como se pode perseverar ao viver tendo essa visão da salvação.”

“Pense na liderança do Senhor sobre sua vida no passado. Isso o ajuda a confiar mais nEle e em Sua bondade, não importando o que o futuro trará? Por que é sempre tão importante olhar para o futuro final e eterno que nos espera?”

Terça-feira, 21 de maio de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

A Terra se encherá (Habacuque 2)

Lições da Bíblia.

“O capítulo 2 de Habacuque traz a resposta de Deus à pergunta do profeta em Habacuque 1:17. Depois dessa resposta, temos um cântico que zomba do opressor orgulhoso. Nada menos que cinco ais (Hc 2:6, 9, 12, 15, 19) afirmam a mensagem de que a destruição de Babilônia está selada. A punição do inimigo estaria de acordo com o princípio ‘medida por medida’. O que os ímpios fizessem às suas vítimas seria, no fim, feito a eles. Colheriam o que houvessem semeado, porque Deus não pode ser zombado pelos orgulhosos seres humanos (Gl 6:7).”

“Em contraste com o opressor que seria julgado por Deus, o justo tinha a promessa da vida eterna em Cristo, independentemente do que acontecesse com eles nesta vida. Ao descrever o remanescente fiel no tempo do fim, o livro do Apocalipse apresenta a expressão ‘a paciência dos santos’ (Ap 14:12, RC). Na verdade, os justos são persistentes na espera pela intervenção divina, mesmo que a vejam somente na segunda vinda de Cristo.”

“4. Leia Hebreus 11:1-13. Como esses versos nos ajudam em nossa luta com as mesmas questões com as quais Habacuque lutou?” “A fé é a certeza de que vamos receber as coisas que esperamos e a prova de que existem coisas que não podemos ver. Foi pela fé que as pessoas do passado conseguiram a aprovação de Deus. É pela fé que entendemos que o Universo foi criado pela palavra de Deus e que aquilo que pode ser visto foi feito daquilo que não se vê. Foi pela fé que Abel ofereceu a Deus um sacrifício melhor do que o de Caim. Pela fé ele conseguiu a aprovação de Deus como homem correto, tendo o próprio Deus aprovado as suas ofertas. Por meio da sua fé, Abel, mesmo depois de morto, ainda fala. Foi pela fé que Enoque escapou da morte. Ele foi levado para Deus, e ninguém o encontrou porque Deus mesmo o havia levado. As Escrituras Sagradas dizem que antes disso ele já havia agradado a Deus. Sem fé ninguém pode agradar a Deus, porque quem vai a ele precisa crer que ele existe e que recompensa os que procuram conhecê-lo melhor. Foi pela fé que Noé ouviu os avisos de Deus sobre as coisas que iam acontecer e que não podiam ser vistas. Noé obedeceu a Deus e construiu uma barca em que ele e a sua família foram salvos. Assim Noé condenou o mundo e recebeu de Deus a aprovação que vem por meio da fé. Foi pela fé que Abraão, ao ser chamado por Deus, obedeceu e saiu para uma terra que Deus lhe prometeu dar. Ele deixou o seu próprio país, sem saber para onde ia. Pela fé ele morou como estrangeiro na terra que Deus lhe havia prometido. Viveu em barracas com Isaque e Jacó, que também receberam a mesma promessa de Deus. Porque Abraão esperava a cidade que Deus planejou e construiu, a cidade que tem alicerces que não podem ser destruídos. Foi pela fé que Abraão se tornou pai, embora fosse velho demais e a própria Sara não pudesse mais ter filhos. Ele creu que Deus ia cumprir a sua promessa. Assim, de um só homem, que estava praticamente morto, nasceram tantos descendentes como as estrelas do céu, tão numerosos como os grãos de areia da praia do mar. Todos esses morreram cheios de fé. Não receberam as coisas que Deus tinha prometido, mas as viram de longe e ficaram contentes por causa delas. E declararam que eram estrangeiros e refugiados, de passagem por este mundo.” (Hebreus 11:1-13 NTLH). “Pela fé podemos ter certeza do futuro, ver o invisível e entender que Deus é o Criador; Abel, Enoque, Noé, Abraão e Sara aceitaram o chamado de Deus, seguiram o caminho da fé e justiça e enfrentaram dificuldades.”

“A resposta final de Deus às perguntas de Habacuque foi a afirmação de Sua presença permanente. Certeza da presença de Deus e confiança em Seu juízo. Apesar das aparências em contrário, essa é a mensagem do livro de Habacuque, bem como de toda a revelação bíblica. Fé profética é confiança no Senhor e em Seu caráter imutável.”

“A fé que fortaleceu Habacuque e todos os santos e justos naqueles dias de grande provação, é a mesma que sustém o povo de Deus hoje. Nas horas mais escuras, sob as mais proibitivas circunstâncias, o cristão fiel pode firmar-se sobre a fonte de toda luz e poder. Dia a dia, pela fé em Deus, sua esperança e ânimo podem ser renovados” (Ellen G. White, Profetas e Reis, p. 386, 387)

Terça-feira, 21 de maio de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Nas profundezas do mar

Lições da Bíblia.

“O livro de Miqueias começa com uma descrição dos juízos, mas termina com palavras de esperança. Há pessoas que tentam minimizar ou negar a realidade dos juízos de Deus. Fazer isso é cair na armadilha em que caíram os contemporâneos de Miqueias, que acreditavam que Deus nunca mandaria juízos sobre a nação escolhida.”

“A justiça de Deus é o outro lado do Seu amor e preocupação. A boa notícia apresentada por Miqueias é que a punição nunca é a última palavra de Deus. A ação divina nas Escrituras se move constantemente do juízo para o perdão, da punição para a graça e do sofrimento para a esperança.”

“5. Leia Miqueias 7:18-20. Como a esperança do evangelho é revelada nesses versos? Por que precisamos dela desesperadamente?” “Ó Deus, não há outro deus como tu, pois perdoas os pecados e as maldades daqueles do teu povo que ficaram vivos. Tu não continuas irado para sempre, mas tens prazer em nos mostrar sempre o teu amor. Novamente, terás compaixão de nós; acabarás com as nossas maldades e jogarás os nossos pecados no fundo do mar. Como prometeste antigamente aos nossos antepassados, tu serás fiel e mostrarás o teu amor a nós, os descendentes de Abraão e de Jacó.” (Miquéias 7:18-20 NTLH). “Deus perdoa nossos pecados e os esquece; em Sua misericórdia, Ele lançará nossas iniquidades nas profundezas do mar e manterá a fidelidade ao Seu povo. Sem o perdão de Deus, não temos esperança!”

“Os versos finais de Miqueias apresentam seu louvor cheio de esperança. A pergunta ‘Quem, ó Deus, é semelhante a Ti […]’? Corresponde ao nome de Miqueias, que significa ‘Quem é como o Senhor?’ Ela serve como lembrete da singularidade de Deus e afirma a verdade de que não há ninguém igual a Ele. Como poderia haver? Afinal, somente Ele é o Criador. Tudo o mais são criaturas. Ainda mais importante, nosso Criador é o Deus da graça, do perdão, um Deus que foi aos extremos mais inimagináveis possíveis a fim de nos salvar da destruição que seria, de modo justo, nossa recompensa. Ele teria feito isso pela nação hebraica e também fará o mesmo por nós.”

“É possível que sejamos rodeados por circunstâncias difíceis e experiências dolorosas que nos deixem perguntando por que Deus permite que tudo isso aconteça. Às vezes, é muito difícil entender as coisas. Em tais momentos, nossa esperança repousa apenas no Senhor, que promete lançar nossos pecados nas profundezas do mar. Há esperança para o futuro ao lembrar o que Deus fez no passado.”

“Considere sua vida com atenção. Por que sua única esperança está na promessa de que Deus lançará seus pecados ‘nas profundezas do mar’?”

Quinta-feira, 16 de maio de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Encorajar uns aos outros (1 Ts 5:9-11)

Lições da Bíblia.

“Como vimos, em 1 Tessalonicenses 5:1-11, Paulo traçou uma série de contrastes para ilustrar os dois lados do juízo na volta de Jesus. Em nosso texto para hoje (1Ts 5:9-11), ele abordou o contraste entre a ira e a salvação. Os crentes podem ter confiança nos últimos dias porque em Cristo há certeza de que eles são filhos da luz.”

“6. Qual é a mensagem essencial de 1 Tessalonicenses 5:8-11? De que esperança Paulo estava falando e por que podemos suplicá-la para nós? Como o evangelho é revelado nesses textos?” “Nós, porém, que somos do dia, sejamos sóbrios, revestindo-nos da couraça da fé e do amor e tomando como capacete a esperança da salvação; porque Deus não nos destinou para a ira, mas para alcançar a salvação mediante nosso Senhor Jesus Cristo, que morreu por nós para que, quer vigiemos, quer durmamos, vivamos em união com ele. Consolai-vos, pois, uns aos outros e edificai-vos reciprocamente, como também estais fazendo.” (1 Ts 5:8-11). “Devemos viver na fé, no amor e na esperança, porque temos a certeza da salvação e de que seremos salvos da condenação; nessa certeza, devemos viver animando e edificando uns aos outros.”

“Hoje, muitos acham que o conceito bíblico da ira de Deus reflete mais a cultura dos tempos bíblicos do que a verdade sobre Deus. Isso, no entanto, é um equívoco. É verdade que, na Bíblia, Deus ajustou Sua verdade aos limites da linguagem humana. Mas o conceito da ira de Deus não está limitado às partes mais antigas da Bíblia. Ele é difundido também no Novo Testamento, incluindo as palavras de Jesus (‘Ai das que estiverem grávidas e das que amamentarem naqueles dias! Porque haverá grande aflição na terra e ira contra este povo. Luc. 21:23; ‘Por isso, quem crê no Filho tem a vida eterna; o que, todavia, se mantém rebelde contra o Filho não verá a vida, mas sobre ele permanece a ira de Deus.’ João 3:36), os escritos de Paulo’ (‘A ira de Deus se revela do céu contra toda impiedade e perversão dos homens que detêm a verdade pela injustiça;’ Rom. 1:18; ‘e para aguardardes dos céus o seu Filho, a quem ele ressuscitou dentre os mortos, Jesus, que nos livra da ira vindoura.’ 1 Ts 1:10) e as visões do Apocalipse (‘e disseram aos montes e aos rochedos: Caí sobre nós e escondei-nos da face daquele que se assenta no trono e da ira do Cordeiro, porque chegou o grande Dia da ira deles; e quem é que pode suster-se?’ Apoc. 6:16-17; ’Vi no céu outro sinal grande e admirável: sete anjos tendo os sete últimos flagelos, pois com estes se consumou a cólera de Deus.’ Apoc. 15:1). Assim, não podemos seguramente ignorar o conceito, que deve expressar algo muito importante sobre Deus e o plano da salvação.”

“Embora não possamos nos aprofundar no assunto neste estudo, devemos ter certeza de que a ira de Deus não é uma fúria irracional e impulsiva. Os caminhos de Deus não são os nossos caminhos (‘Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos, os meus caminhos, diz o SENHOR, porque, assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos, mais altos do que os vossos pensamentos.’ Isa. 55:8-9). O conceito bíblico da ira de Deus é mais semelhante à necessidade de justiça de uma nação em relação aos transgressores que prejudicam e oprimem os outros. Os que persistem na iniquidade serão punidos e destruídos. Visto que todos nós trangredimos a lei de Deus, todos estaríamos sujeitos à execução da justiça, se não fosse a vida, morte e ressurreição de Cristo.”

“Essa é a boa notícia sobre a ira de Deus que brilha em 1 Tessalonicenses 5:8-11.”

“O propósito de Deus para nós não é a ‘ira’ ou justiça punitiva, mas a graça e a salvação. Em Cristo, Ele providenciou a proteção de que precisamos para que não sejamos destruídos no juízo. Por isso, Paulo pensava que a ira de Deus, corretamente compreendida, fosse uma razão para encorajamento e não para medo (‘Consolai-vos, pois, uns aos outros e edificai-vos reciprocamente, como também estais fazendo.’ 1 Ts 5:11). Em Cristo, nunca precisaremos enfrentar a ira de Deus porque, na cruz, Jesus a enfrentou por nós.”

“Essa realmente é uma boa notícia, você não acha? O que ela significa para você?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – quinta-feira 30 de agosto de 2012. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Consolem uns aos outros (1Ts 4:13, 17, 18)

Lições da Bíblia.

“6. Leia 1 Tessalonicenses 4:13, 17, 18. Qual é o objetivo final dessa passagem sobre a segunda vinda de Jesus?” ”Não queremos, porém, irmãos, que sejais ignorantes com respeito aos que dormem, para não vos entristecerdes como os demais, que não têm esperança. […] depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor. Consolai-vos, pois, uns aos outros com estas palavras.” (1 Ts 4:13,17-18). “Instruir, alegrar e trazer esperança de vida eterna e consolo.”

“Como dissemos anteriormente, o propósito da profecia não é satisfazer nossa curiosidade sobre o futuro, mas nos ensinar a viver hoje. Para Paulo, a ordem dos eventos finais tinha implicações práticas para a vida cristã cotidiana. A profecia é valiosa na medida em que influencia nosso relacionamento com Deus e com os outros. Nesse caso, Paulo quis usar os eventos dos últimos dias para trazer conforto àqueles que perderam entes queridos.”

“7. Que aspectos importantes da segunda vinda de Jesus não são abrangidos em 1 Tessalonicenses 4:16, 17? Jo 14:1-3; Mt 24:31; At 1:9-11” “Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor.” (1 Ts 4:16-17). “Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora, eu vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos lugar. E, quando eu for e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei para mim mesmo, para que, onde eu estou, estejais vós também.” (João 14:1-3).E ele enviará os seus anjos, com grande clangor de trombeta, os quais reunirão os seus escolhidos, dos quatro ventos, de uma a outra extremidade dos céus.” (Mat. 24:31). “Ditas estas palavras, foi Jesus elevado às alturas, à vista deles, e uma nuvem o encobriu dos seus olhos. E, estando eles com os olhos fitos no céu, enquanto Jesus subia, eis que dois varões vestidos de branco se puseram ao lado deles e lhes disseram: Varões galileus, por que estais olhando para as alturas? Esse Jesus que dentre vós foi assunto ao céu virá do modo como o vistes subir.” (Atos 1:9-11). ”Na segunda vinda, Jesus não ficará na Terra, mas levará Seu povo para a casa do Pai; os anjos serão enviados a todos os lugares da Terra para reunir os salvos; Jesus voltará assim como foi visto subir.”

“Esse texto diz que os crentes se unirão a Jesus nos ares para estar com Ele para sempre. O tema principal é o ato de se reunir uns com os outros e estar com Jesus. O texto não explica para onde eles irão após o encontro inicial nos ares, embora Paulo não tenha dito claramente que, na segunda vinda, Jesus e os crentes descerão do Céu para a Terra e reinarão ali. Na verdade, dentro da própria passagem, o movimento dos santos é apenas para cima. Os crentes mortos primeiro se erguem de seus túmulos. Em seguida, eles e os crentes vivos sobem juntos para encontrar seu Senhor nos ares.”

“Paulo provê informações adicionais em 1 Coríntios 15:23, 24. Ali, ele traça um forte paralelo entre a experiência de Jesus e dos que estão ‘em Cristo.’ Jesus ressuscitou e subiu ao Céu como as ‘primícias’, o que implica que os que estão nEle terão uma experiência similar.”

“O destino imediato dos santos é esclarecido fora dos escritos de Paulo, em João 14:1-3. Quando Jesus vier, levará Seus discípulos para estar onde Ele está (Céu). Ele não virá para Se unir a eles onde eles estão (na Terra). Por isso, os adventistas creem que, durante os mil anos após a volta de Jesus (Ap 20:4-6), os justos estarão com Ele no Céu, os maus estarão mortos e Satanás estará confinado à Terra, sem ninguém para tentar nem aborrecer. Somente após todos os eventos associados com o milênio, os fiéis voltarão a habitar na Terra (‘Nós, porém, segundo a sua promessa, esperamos novos céus e nova terra, nos quais habita justiça.’ 2 Ped. 3:13; ’Ao vencedor, fá-lo-ei coluna no santuário do meu Deus, e daí jamais sairá; gravarei também sobre ele o nome do meu Deus, o nome da cidade do meu Deus, a nova Jerusalém que desce do céu, vinda da parte do meu Deus, e o meu novo nome.’ (Apoc. 3:12).”

“Considere como a nossa grande esperança é uma coisa do ‘outro mundo’. Entretanto, como poderia ser diferente? Afinal, que esperança real este mundo nos oferece em longo prazo? Como podemos aprender a não ficar tão envolvidos naquilo que não nos traz nenhuma esperança?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – quinta-feira 23 de agosto de 2012. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF