“A fim de que todos sejam um” – Estudo adicional

Lições da Bíblia

Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

Estudo adicional

“Leia ‘A imutável Lei de Deus’, p. 443-446, em O Grande Conflito; ‘Denominations, Relations to Other’ [Relações com Outras Denominações], p. 763, 764, e ‘Roman Catholic Church’, p. 1.110, em Ellen G. White Encyclopedia.”1

“Os adventistas não afirmam ser a igreja universal de Cristo. A igreja universal é mais ampla do que qualquer denominação. É visível e invisível na medida em que consiste naqueles que creem em Jesus e O seguem. Essa questão teológica específica é destacada se considerarmos a apostasia entre os cristãos, abordada de maneira contundente no livro do Apocalipse. A igreja pura (Ap 12) é contrastada com a ‘meretriz’ (Ap 17), Babilônia, a grande cidade que, por sua vez, é contrastada com a noiva do Cordeiro, a cidade santa ou a Nova Jerusalém (Ap 21 e 22). No primeiro século, a igreja universal pode ter sido visível. É muito mais difícil e complexo vê-la, por exemplo, durante a Idade Média.”1

“‘[…] A verdadeira igreja é composta por aqueles que creem Nele. Deus os conhece. Os adventistas, por outro lado, afirmam ser o remanescente visível e especial do tempo do fim, de Apocalipse 12:17 e dos capítulos 12–14. Esse remanescente possui um caráter local e universal’ (Ap 2:24; 12:17; Ekkehardt Mueller, ‘The Universality of the Church in the New Testament’, em Ángel Manuel Rodríguez, ed., Message, Mission and Unity of the Church. Silver Spring, Md.: Biblical Research Institute, Associação Geral dos Adventistas do Sétimo Dia, 2013, p. 37).”1

Perguntas para discussão

“1. Por que o cumprimento da oração de Jesus (Jo 17) é tão importante? O que o desejo de Cristo pela unidade da igreja do 1º século revela sobre Seu desejo para a igreja hoje?”1

“2. Sua igreja trabalha com outras igrejas? Como atuar com elas e manter a verdade?”1

“3. Como alcançar a unidade? ‘Se o professo povo de Deus recebesse a luz como lhe refulge da Sua Palavra, alcançaria a unidade pela qual Cristo orou’ (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 379).”

“Resumo: A oração de Jesus (Jo 17) é um lembrete de que Cristo Se preocupa com a unidade. Devemos solidificar nossa fé na Bíblia. O amor de uns pelos outros também deve caracterizar nossos relacionamentos.”1

Sexta-feira, 19 de outubro de 2018. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Unidade em Cristo. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 494, out. nov. dez. 2018. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Uma fé compartilhada em amor

Lições da Bíblia

“6. Em João 17:3, Jesus disse que a vida eterna é conhecer a Deus. De acordo com 1 João 2:3-6, o que significa conhecer a Deus? Como demonstramos nosso conhecimento de Deus?”1

João (17:3 ARA)2: “E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste.”

1 João (2:3-6 ARA)2: “3 Ora, sabemos que o temos conhecido por isto: se guardamos os seus mandamentos. 4 Aquele que diz: Eu o conheço e não guarda os seus mandamentos é mentiroso, e nele não está a verdade. 5 Aquele, entretanto, que guarda a sua palavra, nele, verdadeiramente, tem sido aperfeiçoado o amor de Deus. Nisto sabemos que estamos nele: 6 aquele que diz que permanece nele, esse deve também andar assim como ele andou.

“Embora as pessoas se considerem cidadãs que respeitam a lei, muitas vezes, elas minimizam a obrigação bíblica de guardar os mandamentos de Deus. Alguns até argumentam que a graça de Deus anula a Sua lei. Mas esse não é o ensinamento bíblico: ‘Guardar os mandamentos não é uma condição para conhecer a Deus, mas um sinal de que O conhecemos e O amamos. Portanto, o conhecimento de Deus não é apenas um conhecimento teórico, mas conduz à ação’ (Ekkehardt Mueller, The Letters of John [As cartas de João]. Nampa, Idaho: Pacific Press, 2009, p. 39). O próprio Jesus enfatizou: ‘Se Me amais, guardareis os Meus mandamentos’ (Jo 14:15; compare com 14:21 [‘Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado por meu Pai, e eu também o amarei e me manifestarei a ele.’]). ‘Nisto conhecemos que amamos os filhos de Deus: quando amamos a Deus e praticamos os Seus mandamentos. Porque este é o amor de Deus: que guardemos os Seus mandamentos; ora, os Seus mandamentos não são penosos’ (1Jo 5:2, 3).”1

“7. De acordo com João 13:34, 35, que novo mandamento Jesus deu aos Seus discípulos? Como isso se relaciona com a unidade entre os cristãos?”1

João (13:34, 35 ARA)2: “34 Novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros. 35 Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros.

“O mandamento de amar o próximo não era novo em si mesmo, pois é encontrado nas ordens e instruções que Deus deu a Moisés (Lv 19:18). O que há de novo é o mandamento de Jesus aos discípulos para que amassem uns aos outros como Ele os tinha amado. O exemplo do amor abnegado de Jesus é a nova ética para a comunidade cristã.”1

“Que padrão maravilhoso foi estabelecido! A vida de Jesus foi uma demonstração prática do amor. Toda a obra da graça é um serviço contínuo de amor e esforço abnegado. A vida de Cristo foi uma manifestação incessante de amor e desprendimento pelo bem dos outros. O princípio que moveu Jesus deve mover Seu povo no seu trato de uns para com os outros. Que testemunho poderoso esse amor será para o mundo! E também que força poderosa em favor da unidade entre nós esse amor proporcionará!”1

“Como podemos revelar aos outros o amor abnegado que Jesus nos revelou?”1

Quinta-feira, 18 de outubro de 2018. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Unidade em Cristo. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 494, out. nov. dez. 2018. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Unidade entre cristãos

Lições da Bíblia

“5. Leia Marcos 9:38-41 e João 10:16. O que a resposta de Jesus ao apóstolo João ensina sobre exclusivismo e julgamentos precipitados quanto à identidade dos verdadeiros seguidores de Jesus?”1

Marcos (9:38-41 ARA): “38 Disse-lhe João: Mestre, vimos um homem que, em teu nome, expelia demônios, o qual não nos segue; e nós lho proibimos, porque não seguia conosco. 39 Mas Jesus respondeu: Não lho proibais; porque ninguém há que faça milagre em meu nome e, logo a seguir, possa falar mal de mim. 40 Pois quem não é contra nós é por nós. 41 Porquanto, aquele que vos der de beber um copo de água, em meu nome, porque sois de Cristo, em verdade vos digo que de modo algum perderá o seu galardão.

João (10:16 ARA)2: “Ainda tenho outras ovelhas, não deste aprisco; a mim me convém conduzi-las; elas ouvirão a minha voz; então, haverá um rebanho e um pastor.

“Os adventistas entendem que a oração de Jesus, em João 17, tem aplicação direta à unidade da igreja. Devemos estar unidos para cumprir nossa missão de compartilhar com o mundo as três mensagens angélicas. Sobre esse assunto não há discordância.”1

“Mas, e quanto à unidade com outros cristãos? Como devemos nos relacionar com eles à luz da oração de Jesus?”1

“Deus tem fiéis em outras igrejas, mesmo em Babilônia (Ap 18:4). Ao mesmo tempo, sabemos que existe uma apostasia entre os que professam o nome de Cristo e que, nos últimos dias, muitos falsos cristãos se unirão uns com os outros e com o Estado para realizar a perseguição representada vividamente em Apocalipse 13:1-17. Portanto, os adventistas são cautelosos quanto ao envolvimento em convocações em favor da unidade com outras igrejas, como é visto no movimento ecumênico.”1

“Como, então, devemos nos relacionar com outras denominações? Ellen G. White escreveu o seguinte a respeito do trabalho em conjunto com outros cristãos, sobre uma questão específica: ‘Submetendo o agente humano sua vontade à vontade de Deus, o Espírito Santo impressionará o coração daqueles a quem o agente humano ministra. Foi-me mostrado que não devemos evitar o contato com os membros da União Feminina de Temperança Cristã. Unindo-nos com elas no esforço pela abstinência total não estamos mudando nossa posição sobre a observância do sétimo dia, e podemos mostrar nossa apreciação pela posição delas na questão da temperança. Abrindo-lhes a porta e convidando-as a se unirem conosco no que respeita à temperança, garantimo-nos seu auxílio nesse setor; e elas, unindo­se conosco, ouvirão novas verdades com as quais o Espírito espera impressionar os corações’ (Beneficência Social, p. 163).”1

“Embora estivesse lidando com um problema específico em um momento específico, Ellen White apresentou princípios a respeito da nossa relação com outros cristãos, especialmente na questão da união em torno de uma causa.”1

“Primeiramente, podemos trabalhar com outros cristãos em interesses sociais comuns. Em segundo lugar, se nos unirmos a eles, devemos fazê-lo de maneira a não comprometer nossas crenças nem práticas. Em terceiro lugar, podemos e devemos usar essa ‘unidade’ para compartilhar as preciosas verdades com as quais fomos abençoados.”1

Quarta-feira, 17 de outubro de 2018. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Unidade em Cristo. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 494, out. nov. dez. 2018. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

“Por aqueles que vierem a crer em Mim”

Lições da Bíblia

“Após orar por Seus discípulos, Jesus ampliou Sua oração a fim de incluir aqueles que viriam a crer Nele, por intermédio da palavra dos discípulos (Jo 17:20).”1

“4. De acordo com João 17:20-26, qual era o maior desejo de Jesus para os que creriam no evangelho? Por que é importante que essa oração seja cumprida?”1

João (17:20-26 ARA)2: “20 Não rogo somente por estes, mas também por aqueles que vierem a crer em mim, por intermédio da sua palavra; 21 a fim de que todos sejam um; e como és tu, ó Pai, em mim e eu em ti, também sejam eles em nós; para que o mundo creia que tu me enviaste. 22 Eu lhes tenho transmitido a glória que me tens dado, para que sejam um, como nós o somos; 23 eu neles, e tu em mim, a fim de que sejam aperfeiçoados na unidade, para que o mundo conheça que tu me enviaste e os amaste, como também amaste a mim. 24 Pai, a minha vontade é que onde eu estou, estejam também comigo os que me deste, para que vejam a minha glória que me conferiste, porque me amaste antes da fundação do mundo. 25 Pai justo, o mundo não te conheceu; eu, porém, te conheci, e também estes compreenderam que tu me enviaste. 26 Eu lhes fiz conhecer o teu nome e ainda o farei conhecer, a fim de que o amor com que me amaste esteja neles, e eu neles esteja.

“Como o Pai e o Filho são um, Jesus orou para que os futuros cristãos também fossem um. Jesus Se referiu à unidade do Pai e do Filho. Eles nunca agem independentemente um do outro, mas estão sempre unidos em tudo o que fazem (Jo 5:20-23). Eles compartilham amor pela humanidade caída, de tal maneira que o Pai Se dispôs a dar Seu Filho pelo mundo, e o Filho, a dar Sua vida por ele também (Jo 3:16; 10:15).”1

“A unidade à qual Jesus Se referiu nessa oração é uma unidade de amor e propósito, como a que há entre Pai e Filho (Jo 13:35). Manifestar essa unidade em amor confirmaria publicamente tanto o relacionamento dos discípulos com Jesus quanto com o Pai. ‘A manifestação da unidade genuína dos discípulos devia apresentar convincente testemunho da verdade do evangelho’ (Andreas J. Köstenberger, John, Baker Exegetical Commentary on the New Testament. Grand Rapids: Baker Academic, 2004, p. 498). Assim o mundo saberá que Jesus é o Salvador. Em outras palavras, essa unidade pela qual Jesus orou não é invisível. Como o mundo pode se convencer da veracidade do evangelho se não vê amor nem unidade entre o povo de Deus?”1

“Deus está conduzindo um povo para ficar em perfeita unidade sobre a plataforma da verdade eterna […]. É o desígnio de Deus que Seu povo chegue todo à unidade da fé. A oração de Cristo pouco antes de Sua crucifixão foi que Seus discípulos fossem um, assim como Ele era um com o Pai, para que o mundo cresse que o Pai O enviara. Essa tocante e maravilhosa oração vem através dos séculos, até nossos dias; pois Suas palavras foram: ‘E não rogo somente por estes, mas também por aqueles que pela sua palavra hão de crer em Mim’ (Jo 17:20)”.1

“‘Com que diligência os professos seguidores de Cristo devem buscar responder em sua vida esta oração!’ (Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v. 4, p. 17).”1

“Como podemos ajudar a igreja a alcançar essa unidade? Por que ‘morrer para o próprio eu’ é crucial, se quisermos que nossa igreja seja unida como deve ser?”1

Terça-feira, 16 de outubro de 2018. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Unidade em Cristo. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 494, out. nov. dez. 2018. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Jesus orou por Seus discípulos

Lições da Bíblia

“3. Leia João 17:9-19. Sobre o que Jesus orou especificamente em relação a Seus discípulos? Assinale a alternativa correta:”1

João (17:9-19 ARA)2: “9 É por eles que eu rogo; não rogo pelo mundo, mas por aqueles que me deste, porque são teus; 10 ora, todas as minhas coisas são tuas, e as tuas coisas são minhas; e, neles, eu sou glorificado. 11 Já não estou no mundo, mas eles continuam no mundo, ao passo que eu vou para junto de ti. Pai santo, guarda-os em teu nome, que me deste, para que eles sejam um, assim como nós. 12 Quando eu estava com eles, guardava-os no teu nome, que me deste, e protegi-os, e nenhum deles se perdeu, exceto o filho da perdição, para que se cumprisse a Escritura. 13 Mas, agora, vou para junto de ti e isto falo no mundo para que eles tenham o meu gozo completo em si mesmos. 14 Eu lhes tenho dado a tua palavra, e o mundo os odiou, porque eles não são do mundo, como também eu não sou. 15 Não peço que os tires do mundo, e sim que os guardes do mal. 16 Eles não são do mundo, como também eu não sou. 17 Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade. 18 Assim como tu me enviaste ao mundo, também eu os enviei ao mundo. 19 E a favor deles eu me santifico a mim mesmo, para que eles também sejam santificados na verdade.

A.(   ) Ele orou para que os discípulos prosperassem financeiramente.
B.(   ) Ele orou para que os discípulos fossem protegidos do mal.

Resposta sugestiva: Alternativa B.

“Em seguida, Jesus orou por Seus discípulos, que estavam em grave perigo de perder sua fé Nele nos dias vindouros, quando Ele, Jesus, não mais estivesse com eles fisicamente. Portanto, Ele os confiou ao cuidado de Seu Pai.”1

“Jesus orou pela proteção deles no mundo. Sendo assim, Ele não orou pelo mundo, pois sabia que este, intrinsecamente, se opõe à vontade do Pai (1Jo 5:19). Mas, visto que o mundo era o lugar em que os discípulos realizariam seu serviço, Jesus orou para que eles fossem preservados do mal no mundo. Cristo Se interessa pelo mundo. Na verdade, Ele é seu Salvador. Mas a propagação do evangelho estava ligada ao testemunho daqueles que pregariam as boas-novas. Por essa razão, Jesus precisou interceder por eles para que o maligno não os derrotasse (Mt 6:13).”1

“Contudo, um discípulo foi derrotado. No início daquela noite, Jesus havia mencionado que um deles tinha decidido traí-Lo (Jo 13:18-30). Embora Jesus tenha Se referido ao fato de que as Escrituras haviam predito a traição (Sl 41:9), Judas não foi vítima do destino. Durante a última ceia, Jesus apelou a ele em um gesto de amor e amizade (Jo 13:26-30). ‘À ceia pascoal Jesus provou Sua divindade, ao revelar os desígnios do traidor. Incluiu ternamente Judas no serviço prestado aos discípulos. Mas o último apelo de amor foi desatendido’ (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 720).”

“Sabendo que a inveja e os ciúmes poderiam dividir os discípulos, como havia acontecido algumas vezes antes, Jesus orou pela unidade deles. ‘Pai santo, guarda-os em Teu nome, que Me deste, para que eles sejam um, assim como Nós’ (Jo 17:11). Essa unidade está além da realização humana. Ela somente pode ser o resultado e o dom da graça divina. A unidade deles estava fundamentada na unidade do Pai e do Filho, e era um pré-requisito indispensável para o serviço eficaz no futuro.”1

“A santificação ou consagração dos discípulos à verdade também era indispensável para o serviço. A obra da graça de Deus no coração dos discípulos os transformaria. Mas se eles quisessem testemunhar da verdade divina, eles mesmos deviam ser transformados por ela.”1

“O que significa ‘não ser do mundo’? O que faz com que não sejamos deste mundo?”1

Segunda-feira, 15 de outubro de 2018. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Unidade em Cristo. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 494, out. nov. dez. 2018. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Jesus orou por Si mesmo

Jesus orou por Si mesmo

“A oração sacerdotal é dividida em três partes. Primeiramente, Jesus orou por Si (Jo 17:1-5), em seguida por Seus discípulos (Jo 17:6-19) e, por fim, pelos que posteriormente viriam a crer Nele (Jo 17:20-26).”1

“1. Leia João 17:1-5. Qual é a essência de Sua oração, e o que ela significa para nós?”1

João (17:1-5 ARA)2: “1 Tendo Jesus falado estas coisas, levantou os olhos ao céu e disse: Pai, é chegada a hora; glorifica a teu Filho, para que o Filho te glorifique a ti, 2 assim como lhe conferiste autoridade sobre toda a carne, a fim de que ele conceda a vida eterna a todos os que lhe deste. 3 E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste. 4 Eu te glorifiquei na terra, consumando a obra que me confiaste para fazer; 5 e, agora, glorifica-me, ó Pai, contigo mesmo, com a glória que eu tive junto de ti, antes que houvesse mundo.

“Primeiramente, Jesus intercedeu por Si mesmo. Em eventos anteriores, no Evangelho de João, Jesus havia indicado que Sua hora ainda não tinha chegado (Jo 2:4; 7:30; 8:20). Mas agora Ele sabia que aquela era a hora de Seu sacrifício. Havia chegado o momento do dramático fim de Sua vida terrestre, e Ele precisava de forças para completar Sua missão. Era hora de orar.”1

“Jesus glorificaria o Pai fazendo Sua vontade, mesmo que isso significasse suportar a cruz. Sua aceitação da cruz não era uma espécie de fatalismo. Em vez disso, era Sua maneira de exercer a autoridade que o Pai Lhe tinha dado. Ele não morreu como mártir, mas voluntariamente glorificou Seu Pai ao cumprir o motivo de Sua encarnação: Sua morte sacrificial na cruz pelos pecados do mundo.”1

“2. De acordo com João 17:3, o que é a vida eterna? O que significa conhecer a Deus? Complete as lacunas:”1

E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste.” (Jo 17:3).1

“Em primeiro lugar, Jesus disse que a vida eterna consiste em nosso conhecimento pessoal de Deus. Não é salvação pelas obras nem pelo conhecimento, mas a experiência de conhecer o Senhor por causa do que Cristo fez por nós na cruz. Esse conhecimento é mediado por um relacionamento pessoal com o Pai. Nossa tendência humana é limitar o conhecimento aos fatos e detalhes, mas Jesus buscou algo mais profundo e gratificante: um relacionamento pessoal com Deus. O primeiro advento de Cristo também teve o propósito de guiar a humanidade em sua busca por um conhecimento mais significativo e salvífico de Deus e a unidade de uns com os outros à qual esse conhecimento conduz.”1

“Qual é a diferença entre conhecer sobre Deus e conhecê-Lo pessoalmente? O que ajudou você a conhecer o Senhor?”1

Domingo, 14 de outubro de 2018. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Unidade em Cristo. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 494, out. nov. dez. 2018. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

“A fim de que todos sejam um”

Lições da Bíblia

Não rogo somente por estes, mas também por aqueles que vierem a crer em Mim, por intermédio da sua palavra; a fim de que todos sejam um; e como és Tu, ó Pai, em Mim e Eu em Ti, também sejam eles em Nós; para que o mundo creia que Tu Me enviaste” (Jo 17:20, 21).1

“O Evangelho de João revela as preocupações imediatas de Jesus, à medida que Sua traição e morte surgiam no horizonte. Em cinco capítulos cruciais (Jo 13–17), Jesus apresentou Suas últimas instruções, que culminaram com o que, por vezes, tem sido chamado de ‘oração sacerdotal’ (Jo 17).”1

“‘É uma designação apropriada, pois nessa oração, nosso Senhor consagrou-Se ao sacrifício em que Ele foi, simultaneamente, sacerdote e vítima. Ao mesmo tempo, é uma oração de consagração em favor daqueles por quem o sacrifício foi oferecido – os discípulos que estavam presentes no cenáculo e os que posteriormente viriam a crer mediante o testemunho deles’ (F. F. Bruce, The Gospel of John [O Evangelho de João]; Grand Rapids: Eerdmans, 1983, p. 328).”1

“No centro dessa oração está a preocupação de Jesus com a unidade entre Seus discípulos e entre os que futuramente viriam a crer Nele. Esse foi um tema fundamental em Sua oração (Jo 17:9, 10).”1

“Nenhuma discussão significativa sobre a unidade da igreja (sobre nossa unidade em Cristo) pode estar completa sem uma atenção minuciosa a essa oração. Pelo que Jesus orou? Por quem Ele orou? O que Sua oração significa para nós hoje?”1

Sábado, 13 de outubro de 2018. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Unidade em Cristo. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 494, out. nov. dez. 2018. Adulto, Professor.

Causas da desunião – Estudo adicional

Lições da Bíblia

Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

Estudo adicional

“Leia, de Ellen G. White, ‘O Reino é Rasgado’, p. 87-98, em Profetas e Reis; ‘Mensagem de Advertência e de Apelo’, p. 298-308, em Atos dos Apóstolos.”

“‘O Senhor deseja que Seus escolhidos servos aprendam a se unir num esforço harmônico. Talvez pareça a alguns que o contraste entre seus dons e os de seus coobreiros é demasiadamente grande para permitir que se unam em esforço assim harmônico. Mas, ao lembrarem que há variedade de pessoas a ser atingidas, e que algumas rejeitarão a verdade apresentada por um obreiro, abrindo o coração à verdade de Deus ante o modo diferente de outro, eles hão de se esforçar esperançosamente por trabalhar juntos, em união. Seus talentos, conquanto diversos, podem-se achar todos sob a direção do mesmo Espírito. Em toda palavra e ação, eles manifestarão bondade e amor; e ao ocupar cada obreiro fielmente o lugar que lhe é designado, a oração de Cristo em favor da unidade de Seus seguidores será atendida, e o mundo conhecerá que esses são Seus discípulos’ (Ellen G. White, Obreiros Evangélicos, p. 483).”

Perguntas para discussão

“1. A questão de fazer o que é reto aos próprios olhos não é novidade. O pós­modernismo, que se opõe à ideia de qualquer autoridade intelectual ou moral, abre caminho para o tipo de anarquia contra a qual a Bíblia adverte. Como devemos confrontar esse desafio?”1

“2. Reflita sobre Roboão e a divisão de Israel (1Rs 12). Quais são as lições para nós hoje?”1

“3. Estude Provérbios 6:16-19 [‘16 Seis coisas o SENHOR aborrece, e a sétima a sua alma abomina: 17 olhos altivos, língua mentirosa, mãos que derramam sangue inocente, 18 coração que trama projetos iníquos, pés que se apressam a correr para o mal, 19 testemunha falsa que profere mentiras e o que semeia contendas entre irmãos.’]2, que fala sobre discórdia. Como evitar a discórdia na igreja?”1

“Resumo: Na Bíblia encontramos situações que levaram à desunião. Quando o povo de Deus viveu em obediência fiel, os perigos da desunião diminuíram grandemente. Exemplos da época dos juízes, bem como do reinado de Roboão, abriram a porta para a divisão. Mesmo nos tempos do Novo Testamento, o potencial de desunião permaneceu. A compreensão apropriada da Palavra de Deus e o esforço santificado para obedecê-la são a melhor proteção contra a desunião e a divisão entre nós.”1

Sexta-feira, 12 de outubro de 2018. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Unidade em Cristo. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 494, out. nov. dez. 2018. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.