O segundo retorno dos exilados

Lições da Bíblia

Em Esdras 7:1-10 e Esdras 8:1-14, vemos que o rei Artaxerxes I permitiu que Esdras retornasse a Jerusalém (o ano era 457 a.C.) e levasse com ele todos os que desejassem retornar à pátria de Israel. Não se sabe muito sobre a relação entre Esdras e o rei, nem se o escriba trabalhava para a corte. O capítulo 8 de Esdras lista os chefes das famílias dos que retornaram, começando com os sacerdotes, seguidos pela linhagem real e terminando com a população judaica em geral. Doze famílias foram mencionadas de maneira específica, dando a impressão de que essa é uma referência proposital às doze tribos de Israel.

O livro de Esdras lista cerca de 1.500 homens e um total aproximado de 5 a 6 mil pessoas, contando mulheres e crianças. Esse grupo era muito menor do que o primeiro grupo que havia retornado anteriormente com Zorobabel e Josué.

“3. Leia Esdras 7:1-10. O que essa passagem nos ensina sobre esse servo do Senhor? Assinale a alternativa correta:”1

Esdras (7:1-10 ARA)2: “1 Passadas estas coisas, no reinado de Artaxerxes, rei da Pérsia, Esdras, filho de Seraías, filho de Azarias, filho de Hilquias, 2 filho de Salum, filho de Zadoque, filho de Aitube, 3 filho de Amarias, filho de Azarias, filho de Meraiote, 4 filho de Zeraías, filho de Uzi, filho de Buqui, 5 filho de Abisua, filho de Fineias, filho de Eleazar, filho de Arão, o sumo sacerdote, este Esdras subiu da Babilônia. 6 Ele era escriba versado na Lei de Moisés, dada pelo Senhor, Deus de Israel; e, segundo a boa mão do Senhor, seu Deus, que estava sobre ele, o rei lhe concedeu tudo quanto lhe pedira. 7 Também subiram a Jerusalém alguns dos filhos de Israel, dos sacerdotes, dos levitas, dos cantores, dos porteiros e dos servidores do templo, no sétimo ano do rei Artaxerxes. 8 Esdras chegou a Jerusalém no quinto mês, no sétimo ano deste rei; 9 pois, no primeiro dia do primeiro mês, partiu da Babilônia e, no primeiro dia do quinto mês, chegou a Jerusalém, segundo a boa mão do seu Deus sobre ele. 10 Porque Esdras tinha disposto o coração para buscar a Lei do Senhor, e para a cumprir, e para ensinar em Israel os seus estatutos e os seus juízos.”

A. (   ) Esdras era um sacerdote rebelde.
B. (   ) Ele era um escriba e tinha profundo conhecimento da Lei de Moisés.

Resposta sugestiva: Alternativa B.

“Esdras era um escriba com um legado sacerdotal. Ele era descendente de Arão, irmão de Moisés, que foi o primeiro sacerdote da nação de Israel. Devido aos fatos registrados no relato bíblico, e com base na tradição judaica, Esdras é tido em alta conta até hoje. Não se sabe se ele serviu como escriba na corte do rei Artaxerxes; portanto, a menção do nome dele como escriba se deve às suas responsabilidades anteriores ou às habilidades que ele começou a exercer após sua chegada a Judá. O fato de Esdras ter sido enviado como líder da expedição indica que ele deve ter trabalhado para Artaxerxes em alguma função de confiança.”1

“Esdras foi identificado como um escriba ou mestre ‘hábil’ (Ed 7:6, 10, ARC) e com o coração ‘preparado’ (ARC). A palavra ‘hábil’ significa literalmente ‘rápido’, sugerindo alguém de rápida compreensão e manipulação mental de informação. O servo do Senhor era conhecido por sua perspicácia na interpretação da Lei de Deus. Além disso, o fato de ter sido escolhido pelo rei para liderar um grupo de israelitas a Judá é prova da coragem e capacidade de Esdras.”1

“Esdras preparou seu coração para ‘buscar a Lei do Senhor’ (Ed 7:10). Como podemos aplicar esse princípio à nossa vida?”1

Terça-feira, 01 de outubro de 2019. Saiba mais, faça um Curso Bíblico. 

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Esdras e Neemias. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 498, out. nov. dez. 2019. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Resumo dos reis e eventos

Lições da Bíblia

“O primeiro grupo de repatriados recebeu a incumbência de reconstruir o templo de Deus. Estudaremos em uma lição posterior a respeito da oposição que se levantou contra a realização dessa tarefa. Por ora, examinaremos a sucessão dos reis persas durante o longo período de construção do templo e reconstrução de Jerusalém. É importante conhecer a história que envolve a obra de Esdras e Neemias, pois ela contribui para que tenhamos uma visão ampliada de suas mensagens.”1

“2. Leia Esdras 4:1-7. Quais foram os reis em cujos reinados ocorreu a oposição à construção do templo?”1

Esdras (4:1-7 ARA)2: “1 Ouvindo os adversários de Judá e Benjamim que os que voltaram do cativeiro edificavam o templo ao Senhor, Deus de Israel, 2 chegaram-se a Zorobabel e aos cabeças de famílias e lhes disseram: Deixai-nos edificar convosco, porque, como vós, buscaremos a vosso Deus; como também já lhe sacrificamos desde os dias de Esar-Hadom, rei da Assíria, que nos fez subir para aqui. 3 Porém Zorobabel, Jesua e os outros cabeças de famílias lhes responderam: Nada tendes conosco na edificação da casa a nosso Deus; nós mesmos, sozinhos, a edificaremos ao Senhor, Deus de Israel, como nos ordenou Ciro, rei da Pérsia. 4 Então, as gentes da terra desanimaram o povo de Judá, inquietando-o no edificar; 5 alugaram contra eles conselheiros para frustrarem o seu plano, todos os dias de Ciro, rei da Pérsia, até ao reinado de Dario, rei da Pérsia. 6 No princípio do reinado de Assuero, escreveram uma acusação contra os habitantes de Judá e de Jerusalém. 7 E, nos dias de Artaxerxes, rei da Pérsia, Bislão, Mitredate, Tabeel e os outros seus companheiros lhe escreveram; a carta estava escrita em caracteres aramaicos e na língua siríaca.”

“Eis a lista dos reis persas, em sua ordem cronológica, ligados aos livros de Esdras e Neemias. A lista começa com Ciro, que estabeleceu o Império Persa e conquistou Babilônia em 539 a.C.”

Ciro II, o Grande (559-530 a.C.)

Cambises II (530-522 a.C.)

Dario I (522-486 a.C.)

Xerxes I (485-465 a.C.) [também conhecido no livro de Ester como Assuero]

Artaxerxes I (465-424 a.C.)

Ao estudarmos esses livros, é muito importante perceber que o aparecimento desses reis não é mencionado em ordem cronológica no livro de Esdras. Por exemplo, o conteúdo de Esdras 4:6-24 está inserido antes do capítulo 5, que continua a história da oposição à construção do templo. Consequentemente, as cartas envolvendo Xerxes I (Assuero) e Artaxerxes I, descritas em Esdras 4, ocorreram após os eventos registrados nos capítulos 5 e 6, que tratam de Dario I. Essa sequência pode parecer complicada para os leitores, e isso explica por que houve algumas dificuldades ao longo dos séculos para compreender esses livros. Conhecer a ordem dos acontecimentos nos ajudará a entender as mensagens de Esdras e Neemias.

Você já encontrou fatos na Bíblia que o deixaram perplexo? Como podemos confiar em Deus e em Sua Palavra quando nos deparamos com situações que parecem não ter sentido? Por que essa confiança é importante?

(Veja Is 55:8, 9 [‘8 Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos, os meus caminhos, diz o Senhor, 9 porque, assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos, mais altos do que os vossos pensamentos.’]).

Segunda-feira, 30 de setembro de 2019. Saiba mais, faça um Curso Bíblico. 

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Esdras e Neemias. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 498, out. nov. dez. 2019. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

O primeiro retorno dos exilados

Lições da Bíblia

“1. Leia Jeremias 25:11, 12; Jeremias 29:10; e Daniel 9:1, 2. Quando ocorreu o primeiro retorno dos exilados? Qual profecia esse retorno cumpriu?”1

Jeremias (25:11, 12 ARA)2: “11 Toda esta terra virá a ser um deserto e um espanto; estas nações servirão ao rei da Babilônia setenta anos. 12 Acontecerá, porém, que, quando se cumprirem os setenta anos, castigarei a iniquidade do rei da Babilônia e a desta nação, diz o Senhor, como também a da terra dos caldeus; farei deles ruínas perpétuas.”

Jeremias (29:10 ARA)2: “Assim diz o Senhor: Logo que se cumprirem para a Babilônia setenta anos, atentarei para vós outros e cumprirei para convosco a minha boa palavra, tornando a trazer-vos para este lugar.”

Daniel (9:1, 2 ARA)2: “1 No primeiro ano de Dario, filho de Assuero, da linhagem dos medos, o qual foi constituído rei sobre o reino dos caldeus, 2 no primeiro ano do seu reinado, eu, Daniel, entendi, pelos livros, que o número de anos, de que falara o Senhor ao profeta Jeremias, que haviam de durar as assolações de Jerusalém, era de setenta anos.”

“Jeremias havia escrito que a terra de Judá permaneceria desolada por 70 anos, sob o domínio de Babilônia (isso aconteceu no período de 606-605 a.C. a 537-536 a.C.). Então Deus abriria as portas para que os cativos retornassem, por meio da ordem de Ciro, em cumprimento à profecia. Quando Daniel estudou os escritos de Jeremias, percebeu que havia chegado a hora desse retorno prometido.”1

“Em Daniel 9, o profeta estava perturbado, porque os 70 anos estavam quase se findando sem nenhuma mudança aparente, e o novo Império Persa já havia subido ao poder. Ele se lamentou e se voltou para Deus, implorando por misericórdia e pelo cumprimento de Suas promessas. No mesmo capítulo

(Dn 9:24-27 [24 Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo e sobre a tua santa cidade, para fazer cessar a transgressão, para dar fim aos pecados, para expiar a iniquidade, para trazer a justiça eterna, para selar a visão e a profecia e para ungir o Santo dos Santos. 25 Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém, até ao Ungido, ao Príncipe, sete semanas e sessenta e duas semanas; as praças e as circunvalações se reedificarão, mas em tempos angustiosos. 26 Depois das sessenta e duas semanas, será morto o Ungido e já não estará; e o povo de um príncipe que há de vir destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será num dilúvio, e até ao fim haverá guerra; desolações são determinadas. 27 Ele fará firme aliança com muitos, por uma semana; na metade da semana, fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares; sobre a asa das abominações virá o assolador, até que a destruição, que está determinada, se derrame sobre ele.]),

Deus assegurou a Daniel que estava cuidando de tudo e que, no futuro, o Libertador morreria pelo povo, para expiar seus pecados, trazer a justiça e cumprir o sistema sacrifical. Na verdade, Deus estava dizendo: ‘Daniel, não se preocupe. O verdadeiro Libertador (Jesus) certamente virá, mas também lhes enviarei livramento agora’. Pouco tempo depois, Deus moveu Ciro, o rei da Pérsia, a dar a ordem para libertar os cativos. Deus é sempre fiel às Suas promessas (veja em Daniel 10 como Deus interveio para assegurar que Seu povo prosperasse na terra).

Esdras 1 registra a proclamação do rei Ciro de que a nação de Israel estava livre para retornar a Jerusalém e construir a casa do Senhor. O primeiro grupo que retornou a Judá era composto por cerca de 50.000 pessoas e provavelmente incluísse mulheres e crianças de outros territórios. A ordem dada por Ciro, entre os anos 539 e 537 a.C., não apenas os deixou ir, mas também garantiu que eles retornassem com presentes e ofertas, incluindo os vasos originais do templo, que haviam sido saqueados por Nabucodonosor. Esse evento nos lembra da saída dos israelitas do Egito muitos anos antes, quando Deus moveu o coração dos egípcios para presentear Israel em sua despedida.”1

“Quais outras profecias históricas foram cumpridas exatamente como prometido na Palavra? Você sente conforto ao saber que Deus conhece o futuro e que podemos confiar em Suas promessas?”1

A partir do mês de outubro teremos o lançamento do Mutirão de Natal. Neste ano o tema será ‘Mais Amor no Natal’.

Domingo, 29 de setembro de 2019. Saiba mais, faça um Curso Bíblico. 

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Esdras e Neemias. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 498, out. nov. dez. 2019. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Entendendo a história: Zorobabel e Esdras

Lições da Bíblia

“Assim diz Ciro, rei da Pérsia: O Senhor, Deus dos céus, me deu todos os reinos da terra e me encarregou de lhe edificar uma casa em Jerusalém de Judá.” (Ed 1:2).1

“Nos escritos de Jeremias, Deus havia prometido que Seu povo voltaria para Israel após 70 anos de exílio babilônico. O rei Ciro foi o instrumento que Deus usou para permitir que esse retorno acontecesse. Ungido por Deus (Is 45:1), Ciro publicou um decreto por volta de 538 a.C. libertando o povo de Deus e consentindo que este retornasse a Jerusalém para reconstruir o templo. Deus (e não Ciro) falou a respeito da cidade: “Será edificada”, garantindo sua reconstrução; e do templo: ‘Será fundado’ (Is 44:28), movendo o coração de Ciro a conceder permissão para a construção do templo.”1

“É sempre encorajador ver o povo de Deus reagir positivamente às ações do Senhor: ‘Então, se levantaram os cabeças de famílias de Judá e de Benjamim, e os sacerdotes, e os levitas, com todos aqueles cujo espírito Deus despertou, para subirem a edificar a Casa do SBNHOR, a qual está em Jerusalém’ (Ed 1:5).”1

“Vemos aqui um exemplo de pessoas reagindo positivamente aos atos poderosos e graciosos de Deus. Nossas melhores ações resultam da percepção de quem Deus é e do que Ele faz, bem como do conhecimento do modo amoroso como intervém em favor de Seu povo.”1

Sábado, 28 de setembro de 2019. Saiba mais, faça um Curso Bíblico. 

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Esdras e Neemias. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 498, out. nov. dez. 2019. Adulto, Professor. 

Uma comunidade de servos – Estudo adicional

Lições da Bíblia

Textos de Ellen G. White: Atos dos Apóstolos, p. 546-556 (“Uma Fiel Testemunha”) e Beneficência Social, p. 81-86 (“Bondade – a Chave Para os Corações”).

“A obra que os discípulos fizeram, nós também devemos fazer. Todo cristão deve ser missionário. Cumpre-nos, em simpatia e compaixão, servir aos que necessitam de auxílio, buscando com abnegado zelo aliviar as misérias da humanidade sofredora.” […]1

“Temos que alimentar o faminto, vestir o nu, confortar o aflito e o sofredor. Devemos ajudar os que estão em desespero e inspirar esperança aos destituídos dela.

“O amor de Cristo, manifestado num ministério abnegado, será mais eficaz na reforma do malfeitor do que a espada ou o tribunal de justiça. […] Muitas vezes o coração que se endurece sob a reprovação, abranda-se ante o amor de Cristo” (Ellen G. White, A Ciência do Bom Viver, p. 104, 106).

“A escravidão, o sistema de castas, preconceitos raciais, a opressão dos pobres, a negligência dos desafortunados – todos esses são apresentados como contrários ao cristianismo, uma séria ameaça ao bem-estar da humanidade, e como males que a igreja de Cristo é ordenada por seu Senhor a derrotar” (A.G. Daniells, presidente da Associação Geral, falando sobre a obra de Ellen G. White em seu funeral, Life Sketches of Ellen G. White [Histórias da Vida de Ellen G. White], p. 473).1

Perguntas para discussão

“1. Quais forças, percepções e recursos a Igreja Adventista do Sétimo Dia pode usar na tarefa de aliviar as necessidades mundiais?”1

“2. Você já se sentiu encorajado e apoiado por sua igreja? Como pode estender esse encorajamento a outras pessoas?”1

“3. O que pode ajudá-lo a não se cansar de fazer o bem?”1

“4. A Igreja Adventista do Sétimo Dia apoia projetos que promovem a justiça e combatem a pobreza no mundo. Você conhece essas iniciativas? Como podemos contribuir com esse aspecto do trabalho da igreja?”1

Resumo:

“Somos chamados a cuidar das necessidades dos outros, especialmente dos feridos, sofredores e oprimidos. Embora tenhamos nossas responsabilidades individuais nessa área, como comunidade podemos ser mais eficientes.”1

Sexta-feira, 27 de setembro de 2019. Saiba mais, faça um Curso Bíblico. 

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. “Meus pequeninos irmãos”: servindo aos necessitados. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 496, jul. ago. set. 2019. Adulto, Professor. 

Estimulemos uns aos outros às boas obras

Lições da Bíblia

“Ainda que tenhamos as melhores motivações e intenções, trabalhar para o Senhor pode ser difícil e desanimador. A tristeza e a dor do nosso mundo são reais. Essa é uma razão pela qual precisamos da igreja. Jesus deu o exemplo desse tipo de comunidade de apoio com Seus discípulos. Ele raramente enviava as pessoas sozinhas, e mesmo quando isso acontecia, elas logo se juntavam novamente para compartilhar suas histórias e renovar sua energia e coragem.”

“5. Leia Hebreus 10:23-25. Como os versos 23 e 24 nos ajudam a entender o verso 25, a parte mais conhecida dessa passagem? Como podemos nos incentivar uns aos outros “ao amor e às boas obras”? Assinale a alternativa correta:”1

Hebreus (10:23-25 ARA)2: “23 Guardemos firme a confissão da esperança, sem vacilar, pois quem fez a promessa é fiel. 24 Consideremo-nos também uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras. 25 Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações e tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima.”

A. (   ) Por meio de cobranças e exigências.
B. (   ) Mediante o cuidado e a comunhão de uns com os outros.

Resposta sugestiva: Alternativa B.

“Em quase todas as tarefas, causas ou projetos, um grupo que trabalha unido pode alcançar mais do que seria realizado se todas as pessoas atuassem individualmente. Isso nos lembra novamente da imagem da igreja como o corpo de Cristo

(veja Rm 12:3-6 [‘3 Porque, pela graça que me foi dada, digo a cada um dentre vós que não pense de si mesmo além do que convém; antes, pense com moderação, segundo a medida da fé que Deus repartiu a cada um. 4 Porque assim como num só corpo temos muitos membros, mas nem todos os membros têm a mesma função, 5 assim também nós, conquanto muitos, somos um só corpo em Cristo e membros uns dos outros, 6 tendo, porém, diferentes dons segundo a graça que nos foi dada: se profecia, seja segundo a proporção da fé;’]),

no qual todos temos funções diferentes, mas complementares. Quando cada um faz o seu melhor no papel que lhe foi designado, mas de uma forma que permita que sua influência trabalhe em conjunto com os demais, é certo que sua vida e seu trabalho farão a diferença para a eternidade.”1

“Embora os resultados sejam importantes quando buscamos fazer o que é certo, precisamos confiar em Deus. Às vezes, quando trabalhamos para reduzir a pobreza, proteger os vulneráveis, libertar os oprimidos e defender os que não têm voz, vemos pouco progresso. Mas temos a esperança de que estamos trabalhando em uma causa muito maior e inevitavelmente vitoriosa: ‘E não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não desfalecermos. Por isso, enquanto tivermos oportunidade, façamos o bem a todos, mas principalmente aos da família da fé’ (Gl 6:9, 10, veja também Hb 13:16 [‘Não negligencieis, igualmente, a prática do bem e a mútua cooperação; pois, com tais sacrifícios, Deus se compraz.’]).”1

“Somos chamados a nos encorajarmos mutuamente. Viver fielmente é ao mesmo tempo uma experiência alegre e difícil. Nosso Deus justo e nossa comunidade são os nossos maiores amparos. Por essa razão, convidamos os outros a se unirem a nós.”1

“Você conhece alguém que trabalha regularmente aliviando o sofrimento dos outros? Como sua igreja pode encorajar essa pessoa na boa obra que ela está fazendo?”1

Quinta-feira, 26 de setembro de 2019. Saiba mais, faça um Curso Bíblico. 

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. “Meus pequeninos irmãos”: servindo aos necessitados. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 496, jul. ago. set. 2019. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Graça dentro da igreja

Lições da Bíblia

“No início do livro de Jó, Deus indica que a fidelidade de Jó para com Ele é uma demonstração da excelência de Seus caminhos e de Seu relacionamento com a humanidade caída

(veja Jó 1:8 [‘Perguntou ainda o Senhor a Satanás: Observaste o meu servo Jó? Porque ninguém há na terra semelhante a ele, homem íntegro e reto, temente a Deus e que se desvia do mal.’]).

É impressionante que Deus permita que Sua reputação dependa da maneira pela qual Seu povo vive na Terra. Mas Paulo estendeu essa fé que Deus tem em alguns de seus ‘santos’ e incluiu nela a comunidade da igreja: ‘A intenção dessa graça era que agora, mediante a igreja, a multiforme sabedoria de Deus se tornasse conhecida dos poderes e autoridades nas regiões celestiais’ (Ef 3:10, NVI).”1

“4. Leia Efésios 2:19. O que está incluído na descrição da igreja como a ‘família’ de Deus? Como essa ideia deve influenciar o funcionamento da igreja?”1

Efésios 2:19 ARA): “Assim, já não sois estrangeiros e peregrinos, mas concidadãos dos santos, e sois da família de Deus,”

“Em toda comunidade ou organização, a maneira como essa entidade trata seus membros reflete os valores fundamentais do grupo. Como família de Deus, corpo de Cristo e comunidade do Espírito, a igreja tem o chamado mais elevado para viver de maneira fiel, seguindo o exemplo divino, ‘Porque Deus não é de confusão, e sim de paz. Como em todas as igrejas dos santos’ (1Co 14:33).”1

“Os valores da justiça, graça e amor devem governar tudo o que acontece na igreja. Esses princípios devem guiar os líderes em sua maneira de liderar, de tomar decisões e de cuidar do ‘menor destes pequeninos irmãos’ da comunidade. Eles também devem nos orientar na resolução das contendas que surgem entre os membros. Se não tratamos com justiça e dignidade os nossos irmãos, como faremos isso com os outros?”1

“Nos lugares em que a organização da igreja emprega pessoas, ela deve fazer isso com generosidade, valorizando-as e trabalhando contra a injustiça. As igrejas devem ser lugares seguros, com todos os cristãos fazendo o que podem para proteger os vulneráveis. E, como vemos na igreja primitiva, os cristãos devem estar especialmente preparados para dar apoio aos necessitados e sofredores da ‘família’ da igreja.”1

“Jesus apresentou isso como um mandamento, afirmando que tal atitude não apenas transformaria a comunidade de fé, como também demonstraria a realidade de sua fé aos que estivessem observando: ‘Novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como Eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros. Nisto conhecerão todos que sois Meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros’ (Jo 13:34, 35).”1

Quarta-feira, 25 de setembro de 2019. Saiba mais, faça um Curso Bíblico. 

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. “Meus pequeninos irmãos”: servindo aos necessitados. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 496, jul. ago. set. 2019. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Alcançando pessoas

Lições da Bíblia

“As discussões da igreja às vezes parecem ficar presas na aparente necessidade de escolher entre o trabalho social ou evangelístico, a caridade ou o testemunho, fazer justiça ou evangelizar. Mas quando entendemos melhor cada um desses conceitos e observamos o ministério de Jesus, essa diferença se desfaz, e percebemos que pregar o evangelho e ajudar os outros são assuntos intimamente ligados.”1

“Em uma declaração muito conhecida, Ellen G. White explicou: ‘Unica­mente os métodos de Cristo trarão verdadeiro êxito no aproximar­se do povo. O Salvador misturava-Se com os homens como uma pessoa que lhes desejava o bem. Manifestava compaixão por eles, ministrava-lhes as necessidades e granjeava-lhes a confiança. Ordenava então: ‘Segue-Me’. […] Os pobres devem ser socorridos, cuidados os doentes, os aflitos e os que sofreram perdas confortados, instruídos os ignorantes e os inexperientes aconselhados. Cumpre-nos chorar com os que choram, alegrar-nos com os que se alegram’ (A Ciência do Bom Viver, p. 143).”1

“Essas duas ações do reino, fazer justiça e evangelizar, estavam intimamente ligadas, não apenas no ministério de Jesus, mas na primeira comissão aos discípulos: ‘Pregai que está próximo o reino dos céus. Curai enfermos, ressuscitai mortos, purificai leprosos, expeli demônios; de graça recebestes, de graça dai’ (Mt 10:7, 8). Em suma, uma das melhores maneiras de alcançar os outros com nossa mensagem é ministrar às suas necessidades.”1

“3. Leia 1Pedro 2:12 e Filipenses 2:15. Qual é o poder da influência das boas obras realizadas pelo povo de Deus?”1

1 Pedro (2:12 ARA): “mantendo exemplar o vosso procedimento no meio dos gentios, para que, naquilo que falam contra vós outros como de malfeitores, observando-vos em vossas boas obras, glorifiquem a Deus no dia da visitação.”

Filipenses (2:15 ARA)2: “porque Deus é quem efetua em vós tanto o querer como o realizar, segundo a sua boa vontade.”

“Compreendendo mais amplamente as boas-novas de Deus, vemos que o evangelismo não tem nenhum sentido sem paixão pelas pessoas. Passagens como 1 João 3:16-18 e Tiago 2:16 enfatizam a contradição de pregar o evangelho sem vivê-lo. Em sua melhor forma, ao trazer as boas-novas de esperança, resgate, arrependimento, transformação e o vasto amor de Deus, o evangelismo é uma expressão de justiça.”1

“O evangelismo e o desejo por justiça surgem do reconhecimento do amor de Deus por pessoas perdidas, destroçadas e feridas – um amor que cresce em nosso coração sob a influência divina. Não escolhemos entre uma ação ou outra; em vez disso, trabalhamos com Deus em Sua obra pelas pessoas, usando os recursos que Deus nos confiou para atendê-las.”1

“Ao realizarmos boas obras pelos outros, como podemos ter certeza de que não estamos negligenciando a pregação das boas-novas da salvação?”1

Terça-feira, 24 de setembro de 2019. Saiba mais, faça um Curso Bíblico. 

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. “Meus pequeninos irmãos”: servindo aos necessitados. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 496, jul. ago. set. 2019. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.