O Cristo ressuscitado

Lições da Bíblia

“A fé cristã se centraliza não somente na cruz, mas na tumba vazia. A verdade é que a maioria das pessoas, inclusive as não cristãs, creem que um homem chamado Jesus de Nazaré morreu numa cruz. Não muito tempo depois de Jesus ter vivido, encontramos referências históricas como esta, de Tácito (57-117 d.C.), um historiador romano: ‘Nero […] infligiu as mais requintadas torturas a uma classe odiada por suas abominações, chamada de cristãos […] pela populaça. Christus, que deu origem ao nome, sofreu a penalidade máxima durante o reinado de Tibério, nas mãos de um de nossos procuradores, Pôncio Pilatos’ (www.causeofjesusdeath.com/jesus-in-secular-history).”1

“Não havia dúvidas naquela época, como não há hoje, a respeito da condenação e crucifixão de uma figura histórica chamada Jesus.”1

“A parte difícil é a ressurreição: a ideia de que Jesus de Nazaré, que morreu numa sexta-feira à tarde, voltou à vida num domingo de manhã. Essa é a dificuldade de muitas pessoas. Afinal de contas, um judeu crucificado pelos romanos na Judeia era uma ocorrência bastante comum. Mas um judeu ressuscitar dos mortos depois de ter sido crucificado? Essa é uma história completamente diferente.”1

“Contudo, sem essa crença no Jesus ressuscitado, simplesmente não temos fé cristã. Paulo escreveu: ‘Se Cristo não ressuscitou, é inútil a nossa pregação, como também é inútil a fé que vocês têm. […] Se é somente para esta vida que temos esperança em Cristo, dentre todos os homens somos os mais dignos de compaixão’ (1Co 15:14, 19, NVI). A morte de Jesus, em si, tinha que ser seguida pela ressurreição, porque em Sua ressurreição temos a certeza da nossa.”1

“Quando chegamos à história da ressurreição de Jesus, temos duas opções. A primeira é considerar essa história uma propaganda sentimental escrita por alguns solitários seguidores de Jesus para manter viva Sua memória, da mesma forma que tentamos manter viva a memória de alguma figura bem conhecida que morre hoje em dia. A segunda opção é tomá-la literalmente, como um relato em primeira mão de um evento extraordinário, um evento mais tarde interpretado como tendo implicações para todo ser humano que já viveu.”

“Leia Mateus 28:1-15. Por que Jesus disse às mulheres: ‘Alegrem-se’ (v. 9, New King James Version)? Eles estavam alegres porque Ele tinha ressuscitado, porque seu Mestre havia voltado. Mas qual é a verdadeira razão para nos regozijarmos com a ressurreição de Jesus?”1

“1 No findar do sábado, ao entrar o primeiro dia da semana, Maria Madalena e a outra Maria foram ver o sepulcro. 2 E eis que houve um grande terremoto; porque um anjo do Senhor desceu do céu, chegou-se, removeu a pedra e assentou-se sobre ela. 3 O seu aspecto era como um relâmpago, e a sua veste, alva como a neve. 4 E os guardas tremeram espavoridos e ficaram como se estivessem mortos. 5 Mas o anjo, dirigindo-se às mulheres, disse: Não temais; porque sei que buscais Jesus, que foi crucificado. 6 Ele não está aqui; ressuscitou, como tinha dito. Vinde ver onde ele jazia. 7 Ide, pois, depressa e dizei aos seus discípulos que ele ressuscitou dos mortos e vai adiante de vós para a Galiléia; ali o vereis. É como vos digo! 8 E, retirando-se elas apressadamente do sepulcro, tomadas de medo e grande alegria, correram a anunciá-lo aos discípulos. 9 E eis que Jesus veio ao encontro delas e disse: Salve! E elas, aproximando-se, abraçaram-lhe os pés e o adoraram. 10 Então, Jesus lhes disse: Não temais! Ide avisar a meus irmãos que se dirijam à Galiléia e lá me verão. 11 E, indo elas, eis que alguns da guarda foram à cidade e contaram aos principais sacerdotes tudo o que sucedera. 12 Reunindo-se eles em conselho com os anciãos, deram grande soma de dinheiro aos soldados, 13 recomendando-lhes que dissessem: Vieram de noite os discípulos dele e o roubaram enquanto dormíamos. 14 Caso isto chegue ao conhecimento do governador, nós o persuadiremos e vos poremos em segurança. 15 Eles, recebendo o dinheiro, fizeram como estavam instruídos. Esta versão divulgou-se entre os judeus até ao dia de hoje” (Mateus 28:1-15 ARA)2.

Quarta-feira, 22 de junho de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÕES da escola sabatina. O Evangelho de Mateus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Abr. Mai. Jun. 2016. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Véu rasgado e rochas fendidas

Lições da Bíblia

“Cada um dos autores dos evangelhos contou a história de Jesus a partir de perspectivas diferentes, mas todos se concentraram em Sua morte. Porém, somente Mateus escreveu sobre o véu rasgado e as sepulturas abertas.”1

“3. Leia Mateus 27:49-54. Qual é o significado desses acontecimentos? Para qual esperança eles apontam?”1

“49 Os outros, porém, diziam: Deixa, vejamos se Elias vem salvá-lo. 50 E Jesus, clamando outra vez com grande voz, entregou o espírito. 51 Eis que o véu do santuário se rasgou em duas partes de alto a baixo; tremeu a terra, fenderam-se as rochas; 52 abriram-se os sepulcros, e muitos corpos de santos, que dormiam, ressuscitaram; 53 e, saindo dos sepulcros depois da ressurreição de Jesus, entraram na cidade santa e apareceram a muitos. 54 O centurião e os que com ele guardavam a Jesus, vendo o terremoto e tudo o que se passava, ficaram possuídos de grande temor e disseram: Verdadeiramente este era Filho de Deus.” (Mateus 27:49-54 ARA).

“O véu do santuário se rasgou para mostrar que o serviço do santuário terrestre foi encerrado com a morte de Cristo. Nossa fé deve estar no sangue de Cristo e em Sua obra em nosso favor; os santos ressuscitados na morte de Cristo são uma garantia de que um dia todos os fiéis ressurgirão para a vida eterna.”1

“Cristo morreu logo depois que a turba, não entendendo as palavras de Jesus, havia zombado dEle por ter chamado Elias para vir salvá-Lo. A zombaria deles foi outro exemplo, poderoso mas triste, de como Jesus foi mal interpretado por muitos de Seu próprio povo.”1

“Mateus registrou que a cortina do templo se rasgou de alto a baixo. O simbolismo é inequívoco: havia começado uma nova era na história da salvação. Os serviços sacrificais, que por tanto tempo haviam apontado para Jesus, não mais eram necessários. Os velhos símbolos terrestres haviam sido substituídos por algo muito melhor.”1

“4. Leia Hebreus 8:1-6. O que essa passagem diz que nos ajuda a entender o que aconteceu com o sistema do santuário terrestre? O que o substituiu?”1

“1 Ora, o essencial das coisas que temos dito é que possuímos tal sumo sacerdote, que se assentou à destra do trono da Majestade nos céus, 2 como ministro do santuário e do verdadeiro tabernáculo que o Senhor erigiu, não o homem. 3 Pois todo sumo sacerdote é constituído para oferecer tanto dons como sacrifícios; por isso, era necessário que também esse sumo sacerdote tivesse o que oferecer. 4 Ora, se ele estivesse na terra, nem mesmo sacerdote seria, visto existirem aqueles que oferecem os dons segundo a lei, 5 os quais ministram em figura e sombra das coisas celestes, assim como foi Moisés divinamente instruído, quando estava para construir o tabernáculo; pois diz ele: Vê que faças todas as coisas de acordo com o modelo que te foi mostrado no monte. 6 Agora, com efeito, obteve Jesus ministério tanto mais excelente, quanto é ele também Mediador de superior aliança instituída com base em superiores promessas.” (Hbreus 8:1-6 ARA).

“Depois do sacrifício de Cristo na cruz, o serviço do santuário terrestre não mais era necessário. Após a ressurreição, Jesus assumiu a função de sacerdote no santuário celestial, com base numa aliança superior e em superiores promessas, incluindo o perdão dos pecados, a ressurreição dos fiéis e a vida eterna.”1

“Mateus registrou não só o fato de que o véu se rasgou, mas também que as rochas se fenderam, que as sepulturas se abriram e alguns dentre os mortos foram ressuscitados – eventos que puderam acontecer apenas por causa do que Jesus havia realizado ao morrer pelo pecado como nosso Substituto. Portanto, em Mateus, vemos acontecimentos que o antigo sistema, em si, nunca poderia ter causado. ‘É impossível que o sangue de touros e de bodes remova pecados’ (Hb 10:4). É claro que somente Jesus poderia tirar pecados, e para nós o grande resultado, a grande promessa decorrente do fato de Jesus tirar nossos pecados é a ressurreição dos mortos. Sem essa promessa, nada temos (ver 1Co 15:13, 14, 19). Nessas primeiras ressurreições (não sabemos quantas foram) podemos ver a esperança e a promessa de nossa ressurreição futura.”1

Terça-feira, 21 de junho de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÕES da escola sabatina. O Evangelho de Mateus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Abr. Mai. Jun. 2016. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999. 

Nosso Substituto crucificado

Lições da Bíblia

“2. ‘Desde a hora sexta até à hora nona, houve trevas sobre toda a terra. Por volta da hora nona, clamou Jesus em alta voz, dizendo: Eli, Eli, lamá sabactâni? O que quer dizer: Deus Meu, Deus Meu, por que Me desamparaste?’ (Mt 27:45, 46). Qual é o significado desse clamor? Como entendemos suas implicações em termos do plano da salvação?”1

“Jesus Se sentiu separado do Pai porque os pecados do mundo inteiro foram colocados sobre Ele. Jesus pagou nossa dívida e sofreu a dor que deveríamos sentir, para que pudéssemos ser reconciliados com Deus.”1

“Mateus registrou o que tem sido chamado pelos teólogos de ‘o grito do abandono’. ‘Abandono’ traz a ideia de desamparo, de alguém deixado sozinho e necessitado. Nesse caso, podemos ver o senso de abandono da parte do Pai, experimentado por Jesus. As trevas que cercaram a Terra naquela ocasião simbolizavam o juízo divino (Is 13:9-16; Am 5:18-20; Jr 13:16); Jesus estava experimentando em Si mesmo as horríveis consequências do pecado e da completa separação do Pai. Em nosso lugar, Ele estava suportando em Si mesmo o juízo divino contra o pecado. ‘Assim também Cristo, tendo-Se oferecido uma vez para sempre para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que O aguardam para a salvação’ (Hb 9:28; ver também 2Co 5:21). Na cruz Jesus Se apropriou da linguagem de Salmos 22:1 porque, de maneira singular, estava experimentando o que os seres humanos experimentam: a separação de Deus por causa do pecado. ‘As vossas iniquidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o Seu rosto de vós, para que vos não ouça’ (Is 59:2).”1

“Não se tratava de fingimento. Jesus suportou verdadeiramente a ira de Deus contra o pecado. A penalidade pelas nossas transgressões caiu sobre Ele e, assim, encheram Sua alma de consternação e pavor enquanto Ele suportava o peso da culpa, nossa culpa, sobre Si. Quão mau deve ser o pecado aos olhos de Deus, uma vez que foi preciso que um dos membros da Divindade sofresse a culpa e a punição dele, para que fôssemos perdoados!”1

“Contudo, mesmo em meio a esse horror, Jesus pôde clamar: ‘Meu Deus, Meu Deus!’ Apesar de tudo o que estava acontecendo com Ele, Sua fé permaneceu intacta. Ele permaneceria fiel até o fim, a despeito do sofrimento, apesar do senso de ter sido abandonado pelo Pai.”1

“Como é sentir a separação de Deus devido ao pecado? Por que nosso único caminho de volta é reivindicar a justiça de Cristo, além do arrependimento, confissão e resolução de abandonar o pecado?”1

Segunda-feira, 20 de junho de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÕES da escola sabatina. O Evangelho de Mateus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Abr. Mai. Jun. 2016. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Jesus ou Barrabás

Lições da Bíblia

“1. Leia Mateus 27:11-26. Quais são algumas das implicações mais profundas da opção oferecida às pessoas e da escolha que elas fizeram?”1

“11 Jesus estava em pé ante o governador; e este o interrogou, dizendo: És tu o rei dos judeus? Respondeu-lhe Jesus: Tu o dizes. 12 E, sendo acusado pelos principais sacerdotes e pelos anciãos, nada respondeu. 13 Então, lhe perguntou Pilatos: Não ouves quantas acusações te fazem? 14 Jesus não respondeu nem uma palavra, vindo com isto a admirar-se grandemente o governador. 15 Ora, por ocasião da festa, costumava o governador soltar ao povo um dos presos, conforme eles quisessem. 16 Naquela ocasião, tinham eles um preso muito conhecido, chamado Barrabás. 17 Estando, pois, o povo reunido, perguntou-lhes Pilatos: A quem quereis que eu vos solte, a Barrabás ou a Jesus, chamado Cristo? 18 Porque sabia que, por inveja, o tinham entregado. 19 E, estando ele no tribunal, sua mulher mandou dizer-lhe: Não te envolvas com esse justo; porque hoje, em sonho, muito sofri por seu respeito. 20 Mas os principais sacerdotes e os anciãos persuadiram o povo a que pedisse Barrabás e fizesse morrer Jesus. 21 De novo, perguntou-lhes o governador: Qual dos dois quereis que eu vos solte? Responderam eles: Barrabás! 22 Replicou-lhes Pilatos: Que farei, então, de Jesus, chamado Cristo? Seja crucificado! Responderam todos. 23 Que mal fez ele? Perguntou Pilatos. Porém cada vez clamavam mais: Seja crucificado! 24 Vendo Pilatos que nada conseguia, antes, pelo contrário, aumentava o tumulto, mandando vir água, lavou as mãos perante o povo, dizendo: Estou inocente do sangue deste [justo]; fique o caso convosco! 25 E o povo todo respondeu: Caia sobre nós o seu sangue e sobre nossos filhos! 26 Então, Pilatos lhes soltou Barrabás; e, após haver açoitado a Jesus, entregou-o para ser crucificado.” (Mateus 27:11-27 ARA).

“Jesus representa a verdadeira libertação por meio do amor, justiça e sacrifício. Barrabás representa a falsa e ilícita libertação, por meio de ódio, violência, injustiça e vício. O povo preferiu libertar as trevas e a mentira, e crucificar a verdade e a luz. Jesus não fez nenhum mal, e foi condenado. Barrabás não fez nenhum bem, e foi inocentado, num julgamento injusto. Jesus preferiu morrer pela verdade do que viver pela mentira. O apoio político ou popular não torna o crime uma virtude. Jesus pagou pelo crime de Barrabás.”1

“Era Barrabás, o assassino, que devia ser crucificado na cruz do meio. Os criminosos que estavam de ambos os lados provavelmente fossem seus comparsas. Barrabás não era o primeiro nome do indivíduo, mas seu segundo nome. Barsignifica ‘filho de’, assim como Simão Barjonas significava ‘Simão, filho de Jonas’, ou Bartolomeu significava ‘filho de Tolomeu’. Barrabás significava ‘filho de abbas’, isto é, ‘filho do pai’. Muitos manuscritos antigos registram o primeiro nome de Barrabás como sendo Yeshua (Jesus). Yeshua era um nome comum na época e significava ‘Yahweh salva’. Assim, o nome de Barrabás tinha mais ou menos o sentido de ‘Yahweh salva, filho do pai’.”1

“Que farsa!”1

‘Esse homem havia afirmado ser o Messias. Pretendia autoridade para estabelecer uma nova ordem de coisas, para emendar o mundo. Sob uma ilusão satânica, pretendia que tudo quanto pudesse obter por furtos e assaltos era dele. Por meios diabólicos havia realizado coisas admiráveis, atraído seguidores e despertado sedição contra o governo romano. Sob a capa de entusiasmo religioso, era um endurecido e consumado vilão, dado à rebelião e à crueldade. Oferecendo ao povo escolha entre esse homem e o inocente Salvador, Pilatos julgava despertar-lhes o sentimento da justiça. Esperava conquistar-lhes a simpatia para Jesus, em oposição aos sacerdotes e príncipes’ (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 733).”1

“Pilatos estava errado. A menos que estejam sob a convicção do Espírito Santo, inevitavelmente as pessoas fazem a escolha espiritual errada, como fez aquela multidão. No fim, todos temos a escolha entre Cristo e Barrabás, entre Cristo e o mundo corrompido e caído, entre a vida e a morte. ‘O julgamento é este: que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz; porque as suas obras eram más’ (Jo 3:19).”1

“Por que as pessoas têm a tendência de preferir as trevas à luz? Como você pode ver, até em si mesmo, essa tendência inata? O que isso lhe diz sobre a realidade de nossa natureza caída, e sobre nossa necessidade de nos entregarmos totalmente ao Senhor?”1

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Domingo, 19 de junho de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÕES da escola sabatina. O Evangelho de Mateus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Abr. Mai. Jun. 2016. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Crucificado e ressurreto

Lições da Bíblia

“Toda a autoridade Me foi dada no Céu e na Terra” (Mt 28:18).

“Um anúncio numa revista britânica perguntava se alguém doaria seu corpo para a Ciência. Ele dizia que cientistas haviam estudado a mumificação egípcia e que estavam procurando um voluntário com alguma doença terminal que estivesse preparado para doar seu corpo após a morte. Esses cientistas acreditavam, afirmava o anúncio, que haviam descoberto o segredo de como os egípcios faziam a mumificação, e que o corpo ‘seria preservado – potencialmente por centenas ou mesmo milhares de anos’ (www.independent.co.uk/news/science/now-you-canbe-mummified-just-like-the-egyptians-1863896.html).”1

“Como cristãos, não precisamos nos preocupar em ter nosso corpo preservado. Deus nos prometeu algo muito melhor do que isso. A morte de Jesus, na qual Ele pagou em Si mesmo a penalidade pelos nossos pecados, e Sua ressurreição, na qual Ele foi ‘as primícias dos que dormem’ (1Co 15:20), prepararam o caminho, não para que nosso corpo fosse ‘preservado’, como o dos antigos faraós (além disso, se você já viu um desses corpos, percebeu que eles, de qualquer forma, não são nada bonitos), mas transformado num corpo incorruptível que viverá para sempre.”1

“Nesta semana, que trata dos capítulos finais de Mateus, estudaremos as inexauríveis verdades referentes à morte e à ressurreição de nosso Senhor, e estudaremos a respeito da esperança que esses dois acontecimentos nos oferecem.”

Introdução ao tema da Lição desta semana, comentários do autor.

Incentive os jovens de sua igreja a dedicar as próximas férias à colportagem evangelística e a estudar em nossos internatos.

Sábado, 18 de junho de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÕES da escola sabatina. O Evangelho de Mateus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Abr. Mai. Jun. 2016. Adulto, Professor.

Os últimos dias de Jesus–Estudo Adicional

Lições da Bíblia

Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

Estudo adicional

“Em 1959, dois criminosos entraram numa casa em Kansas e mataram um casal e dois filhos adolescentes. Antes que os assassinos fossem encontrados, o irmão do pai assassinado escreveu esta carta para o jornal local: ‘Há muito ressentimento nesta comunidade. Já ouvi em mais de uma ocasião que o homem, quando encontrado, devia ser enforcado na árvore mais próxima. Não tenhamos esses sentimentos. O ato já foi cometido, e tirar outra vida não vai mudá-lo. Em vez disso, vamos perdoar como Deus quer que o façamos. Não é certo guardar rancor no coração. Na verdade, o autor desse ato vai achar muito difícil conviver consigo mesmo. Somente vai encontrar a paz quando for a Deus em busca de perdão. Não lhe impeçamos o caminho; em vez disso, oremos para que ele possa encontrar a paz’ (Truman Capote, In Cold Blood [A sangue frio]. Nova York: Modern Library, 2013; p. 124).”1

“‘Pedro havia acabado de declarar que não conhecia Jesus, mas compreendia então com amarga dor quão bem o Senhor o conhecia e como havia lido com exatidão o seu coração, cuja falsidade nem ele próprio conhecia’ (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 713). Jesus perdoou a Pedro. Ao lidar com pessoas que cometem erros semelhantes, é importante que aprendamos a lhes estender a graça, assim como desejaríamos que fizessem conosco.”1

Perguntas para reflexão

“1. Escreveu C. S. Lewis: ‘Toda história de conversão é a história de uma bendita derrota.’ Você já experimentou essa ‘derrota’?”1

“2. Jesus pediu que o cálice passasse dEle, mas somente se fosse possível. Para que a humanidade fosse salva, Jesus precisaria renunciar à Sua vida? Por quê?”1

Sexta-feira, 17 de junho de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÕES da escola sabatina. O Evangelho de Mateus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Abr. Mai. Jun. 2016. Adulto, Professor.

A negação de Pedro

Lições da Bíblia

“Jesus sabia de antemão a respeito da decisão que Judas tomaria, de acordo com seu livre-arbítrio, de traí-Lo. Esse é um dos exemplos bíblicos que mostram que o fato de Deus conhecer antecipadamente nossas livres escolhas não infringe, de maneira alguma, a liberdade de escolher. Ele conhecia não só a traição de Judas, mas também sabia que Pedro, apesar de toda a sua ostentação de coragem, fugiria no momento crucial e depois O negaria.”1

“7. Leia Mateus 26:51-75. Por que Pedro negou Jesus?”1

“51 E eis que um dos que estavam com Jesus, estendendo a mão, sacou da espada e, golpeando o servo do sumo sacerdote, cortou-lhe a orelha. 52 Então, Jesus lhe disse: Embainha a tua espada; pois todos os que lançam mão da espada à espada perecerão. 53 Acaso, pensas que não posso rogar a meu Pai, e ele me mandaria neste momento mais de doze legiões de anjos? 54 Como, pois, se cumpririam as Escrituras, segundo as quais assim deve suceder? 55 Naquele momento, disse Jesus às multidões: Saístes com espadas e porretes para prender-me, como a um salteador? Todos os dias, no templo, eu me assentava [convosco] ensinando, e não me prendestes. 56 Tudo isto, porém, aconteceu para que se cumprissem as Escrituras dos profetas. Então, os discípulos todos, deixando-o, fugiram. 57 E os que prenderam Jesus o levaram à casa de Caifás, o sumo sacerdote, onde se haviam reunido os escribas e os anciãos. 58 Mas Pedro o seguia de longe até ao pátio do sumo sacerdote e, tendo entrado, assentou-se entre os serventuários, para ver o fim. 59 Ora, os principais sacerdotes e todo o Sinédrio procuravam algum testemunho falso contra Jesus, a fim de o condenarem à morte. 60 E não acharam, apesar de se terem apresentado muitas testemunhas falsas. Mas, afinal, compareceram duas, afirmando: 61 Este disse: Posso destruir o santuário de Deus e reedificá-lo em três dias. 62 E, levantando-se o sumo sacerdote, perguntou a Jesus: Nada respondes ao que estes depõem contra ti? 63 Jesus, porém, guardou silêncio. E o sumo sacerdote lhe disse: Eu te conjuro pelo Deus vivo que nos digas se tu és o Cristo, o Filho de Deus. 64 Respondeu-lhe Jesus: Tu o disseste; entretanto, eu vos declaro que, desde agora, vereis o Filho do Homem assentado à direita do Todo-Poderoso e vindo sobre as nuvens do céu. 65 Então, o sumo sacerdote rasgou as suas vestes, dizendo: Blasfemou! Que necessidade mais temos de testemunhas? Eis que ouvistes agora a blasfêmia! 66 Que vos parece? Responderam eles: É réu de morte. 67 Então, uns cuspiram-lhe no rosto e lhe davam murros, e outros o esbofeteavam, dizendo: 68 Profetiza-nos, ó Cristo, quem é que te bateu! 69 Ora, estava Pedro assentado fora no pátio; e, aproximando-se uma criada, lhe disse: Também tu estavas com Jesus, o galileu. 70 Ele, porém, o negou diante de todos, dizendo: Não sei o que dizes. 71 E, saindo para o alpendre, foi ele visto por outra criada, a qual disse aos que ali estavam: Este também estava com Jesus, o Nazareno. 72 E ele negou outra vez, com juramento: Não conheço tal homem. 73 Logo depois, aproximando-se os que ali estavam, disseram a Pedro: Verdadeiramente, és também um deles, porque o teu modo de falar o denuncia. 74 Então, começou ele a praguejar e a jurar: Não conheço esse homem! E imediatamente cantou o galo. 75 Então, Pedro se lembrou da palavra que Jesus lhe dissera: Antes que o galo cante, tu me negarás três vezes. E, saindo dali, chorou amargamente.” (Mateus 26:51-75 ARA)2.

“Porque não entendia a missão de Jesus. Achava que Jesus estabeleceria um reino na Terra. Quando Jesus permitiu que O prendessem, Pedro ficou confuso, sem saber o que fazer. Talvez, ele tenha negado Jesus por ter duvidado de suas próprias convicções sobre o Filho de Deus, ao vê-Lo preso e humilhado. Por isso, decidiu negar Jesus até que as coisas ficassem mais definidas. No entanto, diante do olhar compassivo de Jesus, Pedro se arrependeu e continuou sua caminhada com o Salvador.”1

“Muitas vezes temos a ideia de que Pedro negou Jesus simplesmente porque estava com medo. Mas foi Pedro (de acordo com João 18:10) que teve a coragem de puxar a espada contra soldados romanos! Ele estava disposto a sair num arroubo de glória, até que Jesus o deteve.”1

“Então, o que mudou em Pedro daquele momento em que ele estava brandindo a espada para aquele momento em que ele estava negando Jesus pouco tempo depois? Por que ele disse que não era discípulo? Por que Pedro disse: ‘Não conheço tal Homem’ (Mt 26:72)?”1

“Talvez porque Pedro tivesse percebido que não conhecia o Homem, não sabia para que Ele tinha vindo e não sabia o que Sua prisão significava. Portanto, num momento de pânico, negou que O conhecia. Talvez Pedro tenha negado Jesus porque percebeu que não entendia o que Jesus estava fazendo. Ele desistiu quando viu o que pensou ser uma desistência da parte de Jesus. Pedro ainda estava colocando demasiada fé em seu próprio entendimento em vez de colocar sua fé totalmente em Jesus, apesar de todos os sinais que ele havia visto e de sua ousada confissão de fé em Jesus como o Cristo (Mt 16:16). A negação de Pedro deve nos fazer ver que nem todos os milagres e sinais do mundo nos manterão fiéis a Deus enquanto nosso coração não for plenamente entregue a Ele.”1

“Na terceira vez que Pedro negou ser discípulo de Jesus, o próprio Jesus ‘voltou-Se e olhou diretamente para Pedro’ (Lc 22:61, NVI). A mesma palavra, emblepo, foi usada para descrever como o olhar de Jesus penetrou na alma de Pedro quando eles se encontraram pela primeira vez (ver Jo 1:42 [‘e o levou a Jesus. Olhando Jesus para ele, disse: Tu és Simão, o filho de João; tu serás chamado Cefas (que quer dizer Pedro).’]2). Que esperança podemos extrair disso a respeito do amor de Deus por nós, mesmo quando falhamos, como aconteceu com Pedro?”1

Quarta-feira, 16 de junho de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÕES da escola sabatina. O Evangelho de Mateus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Abr. Mai. Jun. 2016. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Judas vende a alma

Lições da Bíblia

“Como é triste a história de Judas! Se ele tivesse morrido antes de sua última viagem a Jerusalém, talvez estivesse entre os heróis mais venerados da história sagrada. Os edifícios de igrejas talvez recebessem seu nome. Mas, em vez disso, seu nome está ligado para sempre à traição e à deslealdade.”1

“5. Leia João 6:70 e Lucas 22:3. Como essas passagens ajudam a explicar os atos de Judas?”1

“Replicou-lhes Jesus: Não vos escolhi eu em número de doze? Contudo, um de vós é diabo.” (João 6:70 ARA)2.

“Ora, Satanás entrou em Judas, chamado Iscariotes, que era um dos doze.” (Lucas 22:3 ARA)2.

“Judas não recebeu Cristo em seu coração. Em vez disso, suas escolhas permitiram que o diabo tomasse posse de sua vida, até que seu caráter ficou semelhante ao do diabo.”1

“É claro que culpar Satanás pelo que Judas fez está certo, mas levanta uma pergunta: O que, na pessoa de Judas, permitiu que o diabo o levasse a tal ato de traição? Afinal de contas, até foi dito que Satanás queria Pedro também (ver Lc 22:31[‘Simão, Simão, eis que Satanás vos reclamou para vos peneirar como trigo!’]). A diferença, contudo, deve estar no fato de que Judas se recusou a se entregar totalmente ao Senhor. Ele deve ter se apegado a algum pecado, algum defeito de caráter que permitiu que Satanás entrasse e o levasse a trair Jesus. Vemos, nessa história, mais uma vez, outra poderosa consequência do livre-arbítrio.”1

“6. Leia Mateus 26:47-50. Que lições devemos tirar da triste história de Judas?”1

“47 Falava ele ainda, e eis que chegou Judas, um dos doze, e, com ele, grande turba com espadas e porretes, vinda da parte dos principais sacerdotes e dos anciãos do povo. 48 Ora, o traidor lhes tinha dado este sinal: Aquele a quem eu beijar, é esse; prendei-o. 49 E logo, aproximando-se de Jesus, lhe disse: Salve, Mestre! E o beijou. 50 Jesus, porém, lhe disse: Amigo, para que vieste? Nisto, aproximando-se eles, deitaram as mãos em Jesus e o prenderam.” (Mateus 26:47-50 ARA)2.

“Mesmo convivendo com Jesus, tendo uma experiência com Ele, vendo Seus milagres e trabalhando em Sua obra, podemos traí-Lo e deixá-Lo triste. O envolvimento com os inimigos de Jesus pode nos trazer a ilusão de vantagens políticas e financeiras, mas no fim o que resta é a amarga derrota e a morte. Não devemos nos unir com líderes que se colocam contra Jesus. Judas tentou obter as vantagens de Cristo e do mundo, mas acabou perdendo tudo. É possível chamar Jesus de Mestre e até beijá-Lo, enquanto O traímos.”1

“Em Mateus 26:47-50 vemos Judas guiando um destacamento de soldados (cerca de 600 homens), além dos principais sacerdotes e anciãos. Que tremendo momento de poder para Judas! Quando tem algo que as pessoas realmente desejam, você possui um tremendo poder, como foi o caso de Judas naquela ocasião. Isso vai bem, pelo menos enquanto você tem o que elas desejam. Mas se elas se importam com você somente por causa do que tem, depois que elas obtêm o que querem, passam a não mais precisar de você. Assim, dentro de algumas horas Judas ficou sozinho e sem nada.”1

“Outra importante lição se concentra naquilo pelo que Judas perdeu a alma. Trinta moedas de prata? Hoje, essa soma equivaleria ao salário de um a quatro meses, dependendo do tipo de moeda de prata à qual o texto se refere. Mesmo que o valor fosse dez ou cem vezes essa quantia, veja o que lhe custou! E, como a história mostra, até o dinheiro ele perdeu. Não chegou a desfrutar nada dele. Em vez disso, lançou-o aos pés dos que lhe haviam pago. Esse é um poderoso exemplo de como, no fim das contas, qualquer coisa que nos desvie de Jesus, que faça com que percamos a alma, é tão inútil quanto foi aquele dinheiro para Judas. Ele estava tão perto da vida eterna; contudo, escolheu jogá-la fora por nada!”1

Quarta-feira, 15 de junho de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÕES da escola sabatina. O Evangelho de Mateus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Abr. Mai. Jun. 2016. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.