O Sermão do Monte – Estudo adicional

Lições da Bíblia

Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

 

 

Estudo adicional

Leia, de Ellen G. White, ‘O Sermão da Montanha’, em O Desejado de Todas as Nações, p. 298-314, e o livro O Maior Discurso de Cristo.

“Nas parábolas de Mateus 13:44-46, os homens encontraram algo de grande valor. Nesse contexto, especialmente depois de Jesus ter contado a terceira parábola (Mt 13:47-50), o que eles encontraram foi a verdade, que leva à vida eterna, em contraste com a destruição eterna ‘na fornalha acesa’ (v. 50). Isso é importante porque vivemos numa época em que a ideia de ‘verdade’ é considerada antiquada, na melhor das hipóteses, e perigosa, no pior cenário. Infelizmente, essa é uma falsa ideia na qual alguns cristãos caíram. Mas a Bíblia está fundamentada na ideia da verdade absoluta. Jesus disse: ‘Eu Sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por Mim’ (Jo 14:6). Se isso não é declarar uma verdade absoluta, o que seria? Naturalmente, quando alguém com tanto conhecimento quanto Paulo podia dizer que ‘em parte, conhecemos’ (1Co 13:9), é óbvio que há muita coisa que não conhecemos. Mas a mera declaração de que conhecemos ‘em parte’ implica que há mais verdades a ser conhecidas, as quais literalmente fazem diferença para a vida eterna ou para a morte eterna. Poderia haver algo mais absoluto do que vida eterna ou morte eterna?”

Perguntas para reflexão

1. Como seria viver num mundo em que todos seguissem os princípios encontrados no Sermão do Monte?

2. Jesus contou a parábola do construtor insensato e do prudente (ver Mt 7:24-27). Na estação seca, a diferença na aparência da rocha e da areia nas praias era quase imperceptível, e um construtor poderia construir sua casa sobre a areia, pensando que fosse rocha. Quando as chuvas chegavam, o alicerce arenoso era revelado, e a casa caía. Jesus comparou os que ouvem Suas palavras mas não as praticam com um alicerce arenoso. Como as tempestades revelam se nosso alicerce é de rocha ou de areia? Como podemos ter um alicerce firme mesmo em meio às piores provações?

Sexta-feira, 15 de abril de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. O Evangelho de Mateus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Abr. Mai. Jun. 2016. Adulto, Professor.

Recebendo as palavras do reino

Lições da Bíblia

“O topo de um monte não foi o único lugar em que Jesus pregou. Ele pregou a mesma mensagem do reino por todo o Israel. Mateus 13 registra que Jesus ensinou de um barco, ‘e toda a multidão estava em pé na praia’ (Mt 13:2). Jesus contou parábolas que tinham o objetivo de fazer as pessoas entenderem a importância não só de ouvir, mas de aplicar Sua Palavra.”1

“8. Leia Mateus 13:44-52. Nessas parábolas, o que é especialmente importante para entender como aplicar à nossa vida as verdades reveladas no Sermão do Monte?”1

“44 O reino dos céus é semelhante a um tesouro oculto no campo, o qual certo homem, tendo-o achado, escondeu. E, transbordante de alegria, vai, vende tudo o que tem e compra aquele campo. 45 O reino dos céus é também semelhante a um que negocia e procura boas pérolas; 46 e, tendo achado uma pérola de grande valor, vende tudo o que possui e a compra. 47 O reino dos céus é ainda semelhante a uma rede que, lançada ao mar, recolhe peixes de toda espécie. 48 E, quando já está cheia, os pescadores arrastam-na para a praia e, assentados, escolhem os bons para os cestos e os ruins deitam fora. 49 Assim será na consumação do século: sairão os anjos, e separarão os maus dentre os justos, 50 e os lançarão na fornalha acesa; ali haverá choro e ranger de dentes. 51 Entendestes todas estas coisas? Responderam-lhe: Sim! 52 Então, lhes disse: Por isso, todo escriba versado no reino dos céus é semelhante a um pai de família que tira do seu depósito coisas novas e coisas velhas.” (Mateus 13:44-52 ARA)2.

Para obter o tesouro celestial e todas as suas bênçãos, é preciso investir tudo o que somos e temos. Um dia, na consumação do reino dos Céus, os anjos mostrarão quem fez a escolha certa.1

“Dois pontos se destacam nas duas primeiras histórias. Em ambas há a ideia de separação, de se livrar daquilo que se tem para obter algo novo, seja um tesouro no campo ou uma pérola. Outro ponto crucial é o grande valor que cada um dos homens colocou naquilo que descobriu. Em ambos os casos, eles foram e venderam tudo o que possuíam para obter aquilo. Embora não possamos comprar a salvação (Is 55:1, 2), a lição das parábolas é clara: nada que tenhamos neste reino, neste mundo, vale a perda do reino e do mundo por vir.”1

“Assim, para aplicar à nossa vida o que Deus pede de nós, precisamos fazer a escolha de nos separar de todas as coisas do mundo e da carne, e deixar que o Espírito de Deus nos encha (ver Rm 8:5-10 [‘5 Porque os que se inclinam para a carne cogitam das coisas da carne; mas os que se inclinam para o Espírito, das coisas do Espírito. 6 Porque o pendor da carne dá para a morte, mas o do Espírito, para a vida e paz. 7 Por isso, o pendor da carne é inimizade contra Deus, pois não está sujeito à lei de Deus, nem mesmo pode estar. 8 Portanto, os que estão na carne não podem agradar a Deus. 9 Vós, porém, não estais na carne, mas no Espírito, se, de fato, o Espírito de Deus habita em vós. E, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele. 10 Se, porém, Cristo está em vós, o corpo, na verdade, está morto por causa do pecado, mas o espírito é vida, por causa da justiça.’]2). Isso pode não ser fácil; exigirá a morte do eu e a disposição de tomar a própria cruz. Mas se conservarmos sempre diante de nós o valor e a importância do que nos é prometido, teremos toda a motivação de que precisamos para fazer as escolhas que devemos fazer.”1

“Leia a última parábola (Mt 13:47-50). Ela também fala sobre uma separação. De que maneira a separação vista nas primeiras duas parábolas nos ajuda a entender o que está acontecendo na terceira parábola?”1

Quinta-feira, 14 de abril de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. O Evangelho de Mateus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Abr. Mai. Jun. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Os princípios do reino

Lições da Bíblia

“6. Talvez o ensino mais radical de Jesus se encontre em Mateus 5:48. Como devemos praticar o ensino desse texto, especialmente em vista do fato de que somos pecadores?”

Portanto, sede vós perfeitos como perfeito é o vosso Pai celeste.” (Mateus 5:48 ARA)2.

Ser perfeito como Deus é perfeito é amar a todos, amigos e inimigos, bons e maus. Devemos imitar a Deus nesse aspecto.1

“De todos os ensinos do Sermão do Monte, esse tem sido um dos mais surpreendentes, o mais ‘radical’. Ser tão perfeito como nosso ‘Pai celeste’? O que isso significa?”

“Um componente fundamental para compreendermos essa passagem se encontra na primeira palavra: ‘portanto’. Essa palavra implica uma conclusão, uma dedução a partir do que veio antes dela. O que veio antes?”1

“7. Leia Mateus 5:43-47. Como esses versos, que terminam com Mateus 5:48, nos ajudam a entender melhor o que Jesus quis dizer com o verso 48? Ver também Lucas 6:36.”

“43 Ouvistes que foi dito: Amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo. 44 Eu, porém, vos digo: amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem; 45 para que vos torneis filhos do vosso Pai celeste, porque ele faz nascer o seu sol sobre maus e bons e vir chuvas sobre justos e injustos. 46 Porque, se amardes os que vos amam, que recompensa tendes? Não fazem os publicanos também o mesmo? 47 E, se saudardes somente os vossos irmãos, que fazeis de mais? Não fazem os gentios também o mesmo?” (Mateus 5:43-47 ARA)2. “Sede misericordiosos, como também é misericordioso vosso Pai.” (Lucas 6:36 ARA)2.

Mateus mostrou que devemos tratar as pessoas com igualdade e misericórdia, assim como Deus faz.1

“Essa não é a primeira vez que uma ideia assim é vista na Bíblia. No livro de Levítico 19:2 o Senhor já havia dito ao Seu povo: ‘Santos sereis, porque Eu, o Senhor, vosso Deus, Sou santo.’ Em Lucas 6:36 Jesus disse: ‘Sede misericordiosos, como também é misericordioso vosso Pai.’”

“O contexto de Mateus 5:43-48 não está relacionado à conformidade exterior a regras e padrões, por mais importante que isso seja. Em vez disso, o enfoque dessa seção é o amor às pessoas, não simplesmente àquelas que qualquer um poderia amar, mas àquelas que, pelos padrões do mundo, geralmente não amaríamos (porém, isso está relacionado aos padrões do reino de Deus, não de reinos humanos).”1

“O importante a ser lembrado é que Deus não nos pede nada que não possa realizar em nós. Se fôssemos deixados a nós mesmos, sendo dominados por nosso coração pecaminoso e egoísta, quem de nós amaria seus inimigos? Não é assim que o mundo funciona, mas agora somos cidadãos de outro mundo. Temos a promessa de que, se nos entregarmos a Deus, ‘Aquele que começou boa obra em [nós] há de completá-la até ao Dia de Cristo Jesus’ (Fp 1:6). Que obra maior Deus poderia realizar em nós do que fazer com que, em nossa esfera, amemos como Ele nos ama?”1

“Sua vida seria muito diferente, agora mesmo, se você amasse seus inimigos?”1

Quarta-feira, 13 de abril de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. O Evangelho de Mateus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Abr. Mai. Jun. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

A justiça dos escribas e fariseus

Lições da Bíblia

“4. Leia Mateus 5:20. O que Jesus quis dizer ao declarar que, se a nossa justiça ‘não exceder em muito a dos escribas e fariseus’ não poderemos entrar no reino dos Céus?”1

Porque vos digo que, se a vossa justiça não exceder em muito a dos escribas e fariseus, jamais entrareis no reino dos céus.” (Mateus 5:20 ARA)2.

A justiça dos fariseus era falsa e destituída de amor.”1

“Embora a salvação sempre tenha sido pela fé, e ainda que o judaísmo, como devia ter sido praticado, sempre tenha sido um sistema fundamentado na graça, o legalismo se infiltrou, como pode se infiltrar em qualquer religião que leve a obediência a sério, como o adventismo do sétimo dia. No tempo de Cristo, muitos dos líderes religiosos (mas não todos) haviam caído num tipo de ‘ortodoxia rígida […], destituída de contrição, ternura ou amor’, que os deixou sem ‘poder algum para preservar o mundo da corrupção’ (Ellen G. White, O Maior Discurso de Cristo, p. 53).”1

“Meras formas exteriores, especialmente as que são criadas pelo homem, não têm poder para mudar a vida nem transformar o caráter. A única fé verdadeira é aquela que atua pelo amor (Gl 5:6); somente ela torna os atos exteriores aceitáveis aos olhos de Deus.”1

“5. Leia Miqueias 6:6-8. Em que aspecto essa passagem é um resumo do Sermão do Monte?”1

“6 Com que me apresentarei ao SENHOR e me inclinarei ante o Deus excelso? Virei perante ele com holocaustos, com bezerros de um ano? 7 Agradar-se-á o SENHOR de milhares de carneiros, de dez mil ribeiros de azeite? Darei o meu primogênito pela minha transgressão, o fruto do meu corpo, pelo pecado da minha alma? 8 Ele te declarou, ó homem, o que é bom e que é o que o SENHOR pede de ti: que pratiques a justiça, e ames a misericórdia, e andes humildemente com o teu Deus.” (Miqueias 6:6-8 ARA)2.

Deus espera do ser humano o que é bom: praticar a justiça, amar a misericórdia e andar humildemente com o seu Deus.”1

“Mesmo nos tempos do Antigo Testamento, os sacrifícios não eram um fim em si mesmos, mas um meio para se chegar a um fim, isto é, uma vida na qual os seguidores de Deus refletissem o amor e o caráter dEle, algo que só podia ser feito por meio de entrega total a Deus e do reconhecimento de nossa completa dependência de Sua graça salvadora. Apesar de toda a sua aparência exterior de piedade e fé, muitos dos escribas e fariseus definitivamente não eram um modelo de como o seguidor de Deus deve viver.”1

“Mesmo que você creia firmemente na salvação somente pela fé e por meio da justiça de Jesus, como evitar que alguma forma de legalismo, mesmo que sutil, se infiltre em sua experiência?”1

Terça-feira, 12 de abril de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. O Evangelho de Mateus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Abr. Mai. Jun. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

O sermão versus a lei

Lições da Bíblia

“Alguns cristãos veem o Sermão do Monte como uma nova ‘lei de Cristo’, que substituiu a ‘lei de Deus’. Eles dizem que um sistema legalista foi então substituído por um sistema de graça, ou que a lei de Jesus é diferente da lei de Deus. Essas noções são concepções errôneas a respeito do Sermão do Monte.”1

“2. O que os seguintes textos dizem sobre a lei e sobre a ideia de que os dez mandamentos foram substituídos pelo Sermão do Monte? Mt 5:17-19, 21, 22, 27, 28; ver também Tg 2:10, 11; Rm 7:71

“17 Não penseis que vim revogar a Lei ou os Profetas; não vim para revogar, vim para cumprir. 18 Porque em verdade vos digo: até que o céu e a terra passem, nem um i ou um til jamais passará da Lei, até que tudo se cumpra. 19 Aquele, pois, que violar um destes mandamentos, posto que dos menores, e assim ensinar aos homens, será considerado mínimo no reino dos céus; aquele, porém, que os observar e ensinar, esse será considerado grande no reino dos céus. […] 21 Ouvistes que foi dito aos antigos: Não matarás; e: Quem matar estará sujeito a julgamento. 22 Eu, porém, vos digo que todo aquele que [sem motivo] se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento; e quem proferir um insulto a seu irmão estará sujeito a julgamento do tribunal; e quem lhe chamar: Tolo, estará sujeito ao inferno de fogo. […] 27 Ouvistes que foi dito: Não adulterarás. 28 Eu, porém, vos digo: qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura, no coração, já adulterou com ela.” (Mateus 5:17-19, 21, 22, 27, 28 ARA)2. “10 Pois qualquer que guarda toda a lei, mas tropeça em um só ponto, se torna culpado de todos. 11 Porquanto, aquele que disse: Não adulterarás também ordenou: Não matarás. Ora, se não adulteras, porém matas, vens a ser transgressor da lei.” (Tiago 2:10-11 ARA). “Que diremos, pois? É a lei pecado? De modo nenhum! Mas eu não teria conhecido o pecado, senão por intermédio da lei; pois não teria eu conhecido a cobiça, se a lei não dissera: Não cobiçarás.” (Romanos 7:7 ARA)2.

Em vez de abolir a lei, o Sermão do Monte a confirmou, corrigiu distorções sobre ela e aprofundou seu significado. Quando rejeitamos ou transgredimos qualquer parte da lei, somos culpado de pecado contra toda a lei.”1

“Craig S. Keener escreveu: ‘A maioria dos judeus entendia os mandamentos no contexto da graça […]; em vista das exigências de Jesus quanto a uma prática maior da graça […], Ele sem dúvida apresentava as exigências do reino à luz da graça (ver Mt 6:12; Lc 11:4; Mc 11:25; Mt 6:14, 15; Mc 10:15). Nas narrativas dos evangelhos, Jesus abraça aqueles que se humilham e reconhecem o direito de Deus governar, mesmo que, na prática, fiquem aquém do alvo da perfeição moral (Mt 5:48). Mas a graça do reino, proclamada por Jesus, não era a graça sem obras de grande parte do cristianismo ocidental. Nos evangelhos, a mensagem do reino transforma aqueles que a aceitam com mansidão, da mesma forma que humilha os arrogantes, que estão religiosa e socialmente satisfeitos’ (The Gospel of Matthew: A Socio-Rhetorical Commentary [O Evangelho de Mateus: Um Comentário Sócio-Retórico]. Grand Rapids: William B. Eerdmans Publishing Company, 2009; p. 161, 162).”1

“3. Leia Gênesis 15:6. Como essa passagem confirma que a salvação sempre foi pela fé?”1

Ele creu no SENHOR, e isso lhe foi imputado para justiça.” (Gênesis 15:6 ARA)1.

Abraão e todos os salvos do Antigo Testamento foram justificados pela fé na graça de Deus.1

“A fé de Jesus Cristo não era nova; era a mesma fé que houve desde a queda da humanidade. O Sermão do Monte não foi a substituição da salvação por meio das obras pela salvação através da graça. A salvação sempre foi pela graça. Os filhos de Israel foram salvos pela graça no Mar Vermelho, antes que fossem solicitados a obedecer no Sinai. (Ver Êx 20:2. [‘Eu sou o SENHOR, teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão.’]2)”1

“O que nossa experiência com o Senhor e Sua lei deve nos ensinar sobre o motivo pelo qual a salvação sempre teve que ser pela fé e não pela lei?”1

Segunda-feira, 11 de abril de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. O Evangelho de Mateus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Abr. Mai. Jun. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Princípios e normas

Lições da Bíblia

“1. Faça uma leitura rápida do Sermão do Monte em Mateus 5–7. Resuma, nas linhas abaixo, o que mais se destaca em sua mente a respeito dele e o que ele diz a você.”1

“3 Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus. 4 Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados. 5 Bem-aventurados os mansos, porque herdarão a terra. 6 Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão fartos. 7 Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia. 8 Bem-aventurados os limpos de coração, porque verão a Deus. 9 Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus. 10 Bem-aventurados os perseguidos por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus. 11 Bem-aventurados sois quando, por minha causa, vos injuriarem, e vos perseguirem, e, mentindo, disserem todo mal contra vós. 12 Regozijai-vos e exultai, porque é grande o vosso galardão nos céus; pois assim perseguiram aos profetas que viveram antes de vós. 13 Vós sois o sal da terra; ora, se o sal vier a ser insípido, como lhe restaurar o sabor? Para nada mais presta senão para, lançado fora, ser pisado pelos homens. 14 Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder a cidade edificada sobre um monte; 15 nem se acende uma candeia para colocá-la debaixo do alqueire, mas no velador, e alumia a todos os que se encontram na casa. 16 Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus. 17 Não penseis que vim revogar a Lei ou os Profetas; não vim para revogar, vim para cumprir. […] 20 Porque vos digo que, se a vossa justiça não exceder em muito a dos escribas e fariseus, jamais entrareis no reino dos céus. […] 48 Portanto, sede vós perfeitos como perfeito é o vosso Pai celeste.” (Mateus 5:3-17, 20, 48 ARA)2.

“1 Guardai-vos de exercer a vossa justiça diante dos homens, com o fim de serdes vistos por eles; doutra sorte, não tereis galardão junto de vosso Pai celeste. […] 6 Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto e, fechada a porta, orarás a teu Pai, que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará. […] 9 Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; 10 venha o teu reino; faça-se a tua vontade, assim na terra como no céu; 11 o pão nosso de cada dia dá-nos hoje; 12 e perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores; 13 e não nos deixes cair em tentação; mas livra-nos do mal [pois teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Amém]! […] 19 Não acumuleis para vós outros tesouros sobre a terra, onde a traça e a ferrugem corroem e onde ladrões escavam e roubam; 20 mas ajuntai para vós outros tesouros no céu, onde traça nem ferrugem corrói, e onde ladrões não escavam, nem roubam; 21 porque, onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração. […] 24 Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de aborrecer-se de um e amar ao outro, ou se devotará a um e desprezará ao outro. Não podeis servir a Deus e às riquezas. 25 Por isso, vos digo: não andeis ansiosos pela vossa vida, quanto ao que haveis de comer ou beber; nem pelo vosso corpo, quanto ao que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o alimento, e o corpo, mais do que as vestes? […] 33 buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas. 34 Portanto, não vos inquieteis com o dia de amanhã, pois o amanhã trará os seus cuidados; basta ao dia o seu próprio mal. (Mateus 6:6, 9-13, 19-21, 24-25, 33-34 ARA)2.

“1 Não julgueis, para que não sejais julgados. 2 Pois, com o critério com que julgardes, sereis julgados; e, com a medida com que tiverdes medido, vos medirão também. […] 7 Pedi, e dar-se-vos-á; buscai e achareis; batei, e abrir-se-vos-á. 8 Pois todo o que pede recebe; o que busca encontra; e, a quem bate, abrir-se-lhe-á. […] 12 Tudo quanto, pois, quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles; porque esta é a Lei e os Profetas. 13 Entrai pela porta estreita (larga é a porta, e espaçoso, o caminho que conduz para a perdição, e são muitos os que entram por ela), […] 15 Acautelai-vos dos falsos profetas, que se vos apresentam disfarçados em ovelhas, mas por dentro são lobos roubadores. 16 Pelos seus frutos os conhecereis. Colhem-se, porventura, uvas dos espinheiros ou figos dos abrolhos? […] 21 Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. […] 24 Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as pratica será comparado a um homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha; […] 26 E todo aquele que ouve estas minhas palavras e não as pratica será comparado a um homem insensato que edificou a sua casa sobre a areia;” (Mateus 7:1-2, 7-8, 12-13, 15-16, 21, 24, 26 ARA)2.

As bem-aventuranças mostram o que significa ser feliz; ser o sal da Terra e a luz do mundo é ter a essência da lei no coração e nas ações; em lugar de nos apegarmos às coisas materiais, devemos confiar no Senhor; o objetivo da verdadeira religião é ajudar o próximo e glorificar a Deus, não apenas com palavras, mas com a obediência à Sua vontade.1

“‘Talvez nenhum outro discurso religioso na história da humanidade tenha atraído tanta atenção quanto a que tem sido devotada ao Sermão do Monte. Contudo, filósofos e ativistas de muitas perspectivas não cristãs que se recusaram a adorar Jesus admiraram Sua ética. No século vinte, Mahatma Gandhi foi o mais famoso devoto não cristão desse sermão’ (Craig L. Blomberg, The New American Commentary: Matthew [O novo comentário americano: Mateus]. Nashville: B&H Publishing Group, 1992; v. 22, p. 93, 94).”1

“Esse sermão tem sido visto de muitas maneiras diferentes. Alguns o veem como um padrão moral muito alto e inatingível, que nos coloca de joelhos e nos leva a reivindicar a justiça de Jesus como nossa única esperança de salvação, porque ficamos muito aquém do padrão divino revelado no Sermão do Monte. Outros o veem como um discurso de ética civil, um chamado ao pacifismo. Alguns veem nele o evangelho social, um chamado a trazer o reino de Deus à Terra pelo esforço humano.”1

“Em certo sentido, provavelmente cada pessoa projeta algo de sua própria experiência nesse sermão, porque ele nos toca poderosamente em áreas cruciais de nossa vida; assim, todos nós reagimos a ele à nossa própria maneira. Ellen G. White escreveu: ‘No Sermão do Monte, [Jesus] procurou desfazer a obra da falsa educação, dando a Seus ouvintes um conceito exato de Seu reino, bem como de Seu próprio caráter. […] As verdades que ensinou não são menos importantes para nós que para a multidão que O seguia. Não menos do que eles necessitamos aprender os princípios fundamentais do reino de Deus’ (O Desejado de Todas as Nações, p. 299).”1

“Assim, acima de qualquer outra conotação dada ao Sermão do Monte, ele nos apresenta os princípios fundamentais do reino de Deus, nos diz o que Deus é como governante de Seu reino, e nos diz o que Ele deseja que sejamos como súditos do Seu reino. É um chamado radical para que deixemos os princípios e padrões dos transitórios reinos deste mundo e sigamos os preceitos e normas do único reino que existirá para sempre (Ver Dn 7:27).”1

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Domingo, 10 de abril de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. O Evangelho de Mateus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Abr. Mai. Jun. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

O Sermão do Monte

Lições da Bíblia

Quando Jesus acabou de proferir estas palavras, estavam as multidões maravilhadas da Sua doutrina; porque Ele as ensinava como quem tem autoridade e não como os escribas(Mt 7:28, 29).

“No livro de Êxodo, vemos Deus tirar os filhos de Israel do Egito, ‘batizá-los’ no Mar Vermelho, conduzi-los pelo deserto durante 40 anos, operar sinais e maravilhas e Se encontrar pessoalmente com eles no topo do monte, onde lhes deu a lei.”1

“No livro de Mateus, vemos Jesus sair do Egito, ser batizado no rio Jordão, ir para o deserto durante 40 dias, operar sinais e maravilhas e Se encontrar pessoalmente com Israel no topo de um monte, onde ampliou aquela mesma lei. Jesus percorreu a história de Israel, tornou-Se Israel e todas as promessas da aliança foram cumpridas nEle.”1

“O Sermão do Monte é a pregação mais poderosa de todos os tempos. Suas palavras influenciaram profundamente não só os ouvintes originais, mas a todos os que já ouviram suas mensagens transformadoras ao longo dos séculos.”1

“Contudo, não devemos apenas ouvir esse sermão; precisamos também aplicá-lo. Nesta semana, além de estudar o que Jesus disse no Sermão do Monte (Mt 5–7), estudaremos o que Ele disse em Mateus 13 a respeito de aplicar Suas palavras à nossa vida.”

Introdução ao tema da Lição desta semana, comentários do autor.

 

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Sexta-feira, 08 de abril de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. O Evangelho de Mateus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Abr. Mai. Jun. 2016. Adulto, Professor.

Início do ministério de Cristo – Estudo adicional

Lições da Bíblia

Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

 

 

Estudo adicional

“Um evangelista chegou à cidade e anunciou da seguinte forma a reunião que dirigiria: ‘Venham ver um pregador arrancar uma página da Bíblia!’ Isso atraiu uma multidão. Ele se colocou diante deles, abriu a Bíblia e, para assombro deles, arrancou uma página. ‘Esta página’, ele disse, ‘nunca devia ter sido colocada aqui. É a página que separa o Antigo do Novo Testamento’. Independentemente do que se pense acerca da encenação que ele fez, o pregador apresentou um bom argumento. Esses dois conjuntos de livros, na realidade, formam um só, a Bíblia Sagrada. O Antigo Testamento é citado ao longo de todo o Novo Testamento. Vez após vez, eventos do Novo Testamento são explicados e justificados pelo próprio Jesus, ou pelos escritores do Novo Testamento, por meio de referências ao Antigo Testamento. Muitas vezes Jesus declarou, de uma forma ou de outra, que algo estava acontecendo ‘para se cumprir a Escritura’. Seja por meio do próprio Jesus, que Se referiu repetidamente aos escritos do Antigo Testamento (ver Jo 5:39; Lc 24:27; Mt 22:29; Jo 13:18), de Paulo, que sempre citava o Antigo Testamento (Rm 4:3;11:8; Gl 4:27), ou do livro do Apocalipse, onde se estima que haja 550 alusões ao Antigo Testamento, o Novo Testamento se conecta constantemente ao Antigo. Embora, sem dúvida, algumas partes do Antigo Testamento, como o sistema sacrifical, não sejam mais obrigatórias para os cristãos, nunca devemos cometer o erro de atribuir a ele, de alguma forma, um status inferior ao do Novo. A Bíblia é composta de ambos os Testamentos e, por meio de ambos, aprendemos verdades cruciais sobre Deus e o plano da salvação.”1

Perguntas para reflexão

“1. Embora Jesus fosse o próprio Senhor, agora em ‘semelhança de carne pecaminosa’ (Rm 8:3), Ele usou as Escrituras como meio de defesa contra as tentações do diabo. Se Jesus teve que fazer isso, qual é a importância da Bíblia em nossa vida, especialmente quando lutamos contra a tentação? Embora saibamos que devemos usá-la em nossa batalha contra a tentação, como fazer isso na prática? De que maneira podemos usar a Bíblia para resistir aos ataques que enfrentamos?”1

“2. Por que a humildade é uma característica tão essencial para os cristãos? Como aprender a ser humilde? Qual é o papel da cruz nessa importante transformação?”1

Sexta-feira, 08 de abril de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. O Evangelho de Mateus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Abr. Mai. Jun. 2016. Adulto, Professor.