Deuteronômio em escritos posteriores – Estudo adicional

Lições da Bíblia1

O texto de “[Miqueias 6:1-8] é uma das grandes passagens do AT. Como Amós 5:24 e Oseias 6:6, resume a mensagem dos profetas do 8º século. O texto começa com um exemplo de uma ação judicial de aliança em que o profeta convoca o povo a ouvir a acusação que Yahweh tem contra eles. As montanhas e colinas são o júri porque existem há muito tempo e testemunharam a maneira pela qual Deus trata Israel. Em vez de acusar diretamente Israel de quebrar a aliança, Deus pergunta se o povo tem alguma acusação contra Ele. ‘O que Eu fiz? Como Eu o cansei?’ Diante da injustiça, alguns podem ter ‘se cansado de fazer o bem’. Diante das oportunidades de enriquecimento rápido, alguns dos proprietários de terras podem ter se cansado de guardar as leis da aliança” (Ralph L. Smith, Word Biblical Commentary, Micah-Malachi [Word Books, 1984], v. 32, p. 50).

“Na reforma que se seguiu, o rei voltou sua atenção para a destruição de todo vestígio de idolatria que havia permanecido. Os habitantes da Terra tinham por tanto tempo seguido os costumes das nações que os rodeavam, de se ajoelhar diante de imagens de madeira e de pedra, que parecia estar quase além do poder humano conseguir remover cada traço desses males. Josias, porém, perseverou em seus esforços para purificar o território” (Ellen G. White, Profetas e Reis, p. 401).

Perguntas para consideração

1. Hoje estamos na posição de Israel: tendo verdades que o mundo precisava ouvir. Isso é um privilégio. Será que estamos cumprindo nossas responsabilidades?

2. O conhecimento do livro de Deuteronômio serviu de apoio à fé dos judeus na época de Daniel? De modo semelhante, o entendimento das Escrituras nos ajuda a lidar com dificuldades que, de outra forma, seriam desanimadoras?

3. Repasse a profecia das 70 semanas (Dn 9:24-27 [“24 Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo e sobre a tua santa cidade, para fazer cessar a transgressão, para dar fim aos pecados, para expiar a iniquidade, para trazer a justiça eterna, para selar a visão e a profecia e para ungir o Santo dos Santos. 25 Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém, até ao Ungido, ao Príncipe, sete semanas e sessenta e duas semanas; as praças e as circunvalações se reedificarão, mas em tempos angustiosos. 26 Depois das sessenta e duas semanas, será morto o Ungido e já não estará; e o povo de um príncipe que há de vir destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será num dilúvio, e até ao fim haverá guerra; desolações são determinadas. 27 Ele fará firme aliança com muitos, por uma semana; na metade da semana, fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares; sobre a asa das abominações virá o assolador, até que a destruição, que está determinada, se derrame sobre ele.”]). Que papel a aliança tem nessa profecia? Por que a aliança é tão importante nesse contexto – e também para nós?

Sexta-feira, 10 de dezembro de 2021. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. A verdade presente em Deuteronômio. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 506, out. nov. dez. 2021. Adulto, Professor. 

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