A “nova” aliança

Lições da Bíblia

“A epístola aos Hebreus descreve a nova aliança como ‘superior’ à antiga (Hb 8:1, 2, 6). A pergunta óbvia é: Por que Deus estabeleceu a antiga aliança se ela era imperfeita? O problema, porém, não estava com a aliança, mas com a resposta do povo a ela.”1

“5. Leia Hebreus 7:19; 8:9; 10:1-4. Que problemas com a antiga aliança são mencionados?” “(pois a lei nunca aperfeiçoou coisa alguma), e, por outro lado, se introduz esperança superior, pela qual nos chegamos a Deus.” (Hebreus 7:19 ARA)2; “não segundo a aliança que fiz com seus pais, no dia em que os tomei pela mão, para os conduzir até fora da terra do Egito; pois eles não continuaram na minha aliança, e eu não atentei para eles, diz o Senhor.” (Hebreus 8:9 ARA)2; “1 Ora, visto que a lei tem sombra dos bens vindouros, não a imagem real das coisas, nunca jamais pode tornar perfeitos os ofertantes, com os mesmos sacrifícios que, ano após ano, perpetuamente, eles oferecem. 2 Doutra sorte, não teriam cessado de ser oferecidos, porquanto os que prestam culto, tendo sido purificados uma vez por todas, não mais teriam consciência de pecados? 3 Entretanto, nesses sacrifícios faz-se recordação de pecados todos os anos, 4 porque é impossível que o sangue de touros e de bodes remova pecados.” (Hebreus 10:1-4 ARA)2. “A lei não podia aperfeiçoar coisa alguma; a antiga aliança não deu certo porque o povo foi infiel; por isso, não percebeu o sentido mais amplo dela, cumprido em Cristo, nem sua mensagem principal: o sacrifício de Jesus. Acabaram se apegando à lei e às tradições como meio de salvação. Deveriam ter olhado para a lei como uma evidência de sua necessidade do perdão e salvação em Jesus.1

“As pessoas ‘não permaneceram fiéis’ à aliança (Hb 8:9, NVI), mas foram desobedientes e rebeldes. Isso, juntamente com o fato de que os sacrifícios de animais da antiga aliança nunca poderiam remover pecados (Hb 10:4), significava que o problema do pecado permanecia. Apenas ‘a oferta do corpo de Jesus Cristo, uma vez por todas’, poderia expiar o pecado, incluindo aqueles cometidos sob a antiga aliança (Hb 10:10; 9:15). A razão para isso é que ‘a lei nunca aperfeiçoou coisa alguma, e, por outro lado, se introduz esperança superior, pela qual nos chegamos a Deus’ (Hb 7:19), através da promessa da nova aliança.”1

“Em certo sentido, a nova aliança não é nova porque, desde a promessa feita no Éden, de que o Descendente da mulher esmagaria a cabeça da serpente, o plano da salvação sempre foi fundamentado na morte de Cristo, ‘o Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo’ (Ap 13:8; ver também Jr 32:40; Hb 13:20, 21; Jo 13:34).”1

“‘A aliança da graça não é uma verdade nova, porque desde a eternidade existiu na mente de Deus. Por essa razão é chamada aliança eterna’ (Ellen G. White, A Fé Pela Qual Eu Vivo [MM 1959], p. 77).1

“Conforme a experiência de Paulo, algo especial acontece quando nos voltamos para o Senhor. Deus prometeu, em conexão com a aliança eterna: ‘Porei o Meu temor no seu coração, para que nunca se apartem de Mim’ (Jr 32:40). Sem fé, oferecer sacrifícios de animais era quase como pagar pelos pecados. Porém, olhar para Jesus, que ‘suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia e que suportou tamanha oposição dos pecadores contra Si mesmo’ (Hb 12:2, 3), revela o preço imensurável do pecado e a boa notícia de que o preço foi pago por Alguém ‘pelo sangue da eterna aliança’ (13:20). Essa ‘nova’ aliança transforma nossa maneira de ver todas as coisas, incluindo o mandamento de amar uns aos outros. Não é realmente novo (Lv 19:18), exceto no sentido de que não devemos apenas amar nosso próximo como a nós mesmos, mas como Jesus nos amou (Jo 13:34).”1

“Como podemos aprender a amar os outros como Jesus nos amou?”1

Quarta-feira, 24 de dezembro de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Carta de Tiago. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 478, Out. Nov. Dez. 2014. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

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