O fim da lei. "Porque o fim da lei é Cristo, para justiça de todo aquele que crê." (Rm 10:4).

Lições da Bíblia.

“Irmãos, a boa vontade do meu coração e a minha súplica a Deus a favor deles são para que sejam salvos. Porque lhes dou testemunho de que eles têm zelo por Deus, porém não com entendimento. Porquanto, desconhecendo a justiça de Deus e procurando estabelecer a sua própria, não se sujeitaram à que vem de Deus. Porque o fim da lei é Cristo, para justiça de todo aquele que crê.” (Rom. 10:1-4)

“O legalismo pode vir em muitas formas, algumas mais sutis que outras. Os que olham a si mesmos, a suas boas ações, a sua alimentação, a sua estrita guarda do sábado, a todas as coisas más que não praticam, ou às boas coisas que alcançam – mesmo com as melhores das intenções – estão caindo na armadilha do legalismo. A cada momento de nossa vida, devemos manter diante de nós a santidade de Deus em contraste com nossa pecaminosidade. Esse é o caminho mais seguro para nos proteger do pensamento que leva as pessoas a buscar a “justiça própria”, que é contrária à justiça de Cristo.”

“Romanos 10:4 é um texto importante que capta a essência de toda a mensagem de Paulo aos Romanos. Primeiro, precisamos conhecer o contexto. Muitos judeus estavam “procurando estabelecer a sua própria” justiça (Rm 10:3) e buscando a “justiça decorrente da lei” (Rm 10:5). Mas, com a vinda do Messias, o verdadeiro caminho da justiça foi apresentado. A justiça foi oferecida a todos os que manifestassem fé em Cristo. Era para Ele que apontava o antigo sistema cerimonial.”

Mesmo que se inclua na definição de lei aqui os Dez Mandamentos, isso não significa que os Dez Mandamentos foram abolidos. A lei moral assinala nossos pecados, culpas, negligências e, assim, nos leva a perceber a necessidade de um Salvador, de perdão, de justiça, os quais só podem ser encontrados em Jesus. Nesse sentido, Cristo é o “fim” da lei, no sentido de que a lei nos leva a Ele e Sua justiça. A palavra grega traduzida aqui como fim é teloes, que também pode ser traduzida como objetivo ou propósito. Cristo é o propósito final da lei, no sentido de que a lei deve nos levar a Jesus.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – Domingo, 05 de setembro de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico.

Este conteúdo é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress.

Para impressão acesse arquivo em formato PDF

2 comentários sobre “O fim da lei. "Porque o fim da lei é Cristo, para justiça de todo aquele que crê." (Rm 10:4).

  1. Está Escrito, em Romanos 10:4: “Porque o fim da lei é Cristo para justiça de todo aquele que crê”. Romanos 10:3-4. O termo FIM tem por propriedade dois sentidos na língua grega: conclusão ou término de uma ação e perfeição no cumprimento dessa ação. Era como Paulo dissesse: “O fim de minha pregação é a salvação de vocês”. Portanto, o fim da lei é Cristo, mas os pastores evangélicos, em sua imensa maioria, se aproveitam desse termo para temerariamente tentarem impor o fim do Decálogo, o que é absolutamente impossível, pois sem leis o homem ficaria perdido nas trevas e estaria fazendo Jesus de contraditório. Pode?

    Mas esse termo o fim das leis é Cristo, pode ter dupla interpretação, mas acontece que ambas nada têm a ver com a derrocada do Decálogo em uma só vírgula sequer:

    Como é impossível Paulo estar se referindo às Dez Leis de Deus como findas, pois se assim fosse ele seria um gigantesco contraditório por ter declarado, especificamente, que era escravo das leis, as leis são santas, que sem elas não se reconheceria o pecado e que as leis foram dadas por Deus a todas as nações da Terra para obediência, então fica claríssimo que ele estava se reportando às leis citadas acima, que escravizavam, as mesmas leis citadas em Gálatas. Portanto, Paulo canta o fim das leis que escravizavam, as mesmas que Cristo pregou-as na cruz, leis essa que só vigoraram até João (Lucas 16:16). Basta uma breve meditação para se concluir isso. Por essa ou por outra, nem por sonhos Jesus impôs o final das leis do Decálogo, pois se assim pudesse ter sido, ele seria um gigantesco contraditório depois de reger que o Universo inteiro seria destruído antes que das leis de Deus pudesse ser removido até uma simples vírgula delas todas, e lembrando que são DEZ.

    E, na Nova Mensagem, como Jesus posicionou-se verdadeiramente a respeito das Dez Leis do Decálogo, instituídas e promulgadas por Deus Pai? Ora, logo na sua primeira pregação à Humanidade, no Sermão do Monte – um real resumo de todo o Evangelho -, de modo direto, claro e deveras ostensivo, Jesus, que falava pelo Espírito Santo de Deus, foi logo de cara, com toda autoridade, descartando completamente qualquer hipótese de o homem tentar invalidar uma só das Dez Leis, até mesmo uma simples vírgula delas todas:

    “Não penseis que vim para revogar as leis, mas para cumprir”. “Passarão os Céus e a Terra antes que das leis possa retirar-se um só til”. Jesus, em Mateus, 5.17, perpetuando as leis.

  2. Waldecy A Simões
    “Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus”. Mateus 22:29 “Examinai tudo e retende o que é bom”. O Evangelho, em I Tessalonicenses 5:21. O fim da lei é Cristo? (Romanos 10:4). Não no sentido da anulação das leis! Veja porquê. Mesmo que você não saiba ou possa negar, é um felizardo, pois por essa mensagem vai ter a chance de tomar conhecimento de verdades bíblicas que a maioria pastoral cristã tenta esconder para não ter de colocar suas doutrinas ou tradições em xeque, quando comparadas, de fato e sem farisaísmo, com a Bíblia, com a Palavra de Deus Escrita! Tratado Sobre as Leis de Deus. (Inclui uma breve história das Raízes da Igreja). “Porém, confesso-te, segundo o Caminho, o qual chamam de seita, assim sirvo ao Deus de meus pais, acreditando em todas as coisas que estejam de acordo com a Lei nos Escritos dos profetas, tendo a minha esperança em Deus”. A Verdade da Lei, em Atos dos Apóstolos 24:14. “A Igreja de Deus, porém, achou conveniente transferir para o domingo a solene celebração do sábado”. Catecismo católico, Edição 2, Editora Vozes, Petrópolis, RJ. 1962. Este presente trabalho é destinado às pessoas que entendem que a Palavra de Deus Escrita é a Única Fonte da Verdade, a única totalmente confiável, e que por isso mesmo tem de ter absoluta preponderância e autoridade divina sobre todas as doutrinas e tradições cristãs. O objetivo desse trabalho é o de mostrar, claramente, com critério, com esmero e com todo o cuidado possível, sempre e unicamente segundo as Escrituras, segundo o Evangelho, segundo as profecias do Apocalipse capítulo 13, onde revela que Satanás conseguiu, finalmente, vencer os santos vivos do Evangelho, os quais, através dos séculos, devagar, mas progressivamente, como sempre age, foram induzidos por ele a praticar um gigantesco erro perante Deus por quase todos os seguimentos cristãos. E o pior disso tudo é que boa parte deles nem se dá conta disso. Foi-lhe permitido fazer guerra aos santos e vencê-los. Apocalipse 13:7. Segundo as Escrituras, a importância que o Senhor Deus atribuiu ao Decálogo foi tão extensa, grandiosa, sublime, marcante, extraordinária que, diferente de seus procedimentos anteriores quando ordenava seus profetas a escreverem suas palavras para a posteridade, desta vez ele fez questão de escrever, pessoalmente, também para a posteridade, nos altos de um monte (Êxodo19:18), num espetáculo indescritível, não nos papiros que se dissolvem, mas com o fogo de seu olhar, com palavras cravadas, fundidas profundamente em rochas sólidas para que nunca se apagassem, todas as suas leis, uma a uma, regulamentos resumidos, mas absolutamente perfeitos e suficientes para nortear o homem em suas ações, concedendo à Humanidade a grande e maravilhosa chance de viver sem problemas, sem tribulações, pois se todos obedecessem a todas as leis do Decálogo, os seres humanos estariam a viver num mundo de sonhos: todos se respeitariam, não haveria criminosos, nem a necessidade de grades, de trancas, de polícia, de exércitos armados e de qualquer tipo de armas e artefatos feitos para conflitos ou guerras, o mundo seria muito mais saudável, não haveria pobres muito pobres, como também o Senhor Deus seria muito mais honrado e glorificado e a paz sobreviria sobre a Terra inteira. E mesmo com tudo isso, uma corrente de despreparados “ensinadores” pretendem “lixar” os mandamentos das Rochas das Leis de Deus, e outra corrente pelo menos um deles: o Quarto Mandamento, o do Sétimo Dia, o Dia bíblico do Senhor. Mas o Evangelho revela uma Verdade diferente desses “pastoreadores”, pois abaixo mostramos exemplos inegáveis que revelam – exatamente para nos dar o exemplo – ostensiva e inequivocamente, Jesus santificando os sábados, a sua Igreja santificando os sábados e até o apóstolo Paulo, décadas após a ressurreição de Jesus, levando toda a sua Igreja a louvar aos sábados e jamais aos domingos, o que derrota completamente os argumentos dos fariseus de hoje e suas doutrinas contra o Sétimo Dia, que foi instituído na Criação para a Humanidade (Gênesis 2:2-3) que para não deixar dúvidas quanto à real importância divina, é o único Mandamento nomeado pelo Criador como Santo, Solene e Bendito e ainda como um Sinal, como um elo iluminado de ligação entre ele e o homem, para que saibamos que o Senhor é o nosso Deus: “Santificai os meus sábados, pois servirão de sinal entre mim e vós, para que saibais que eu sou o SENHOR, vosso Deus”. Ezequiel 20:20. Inicialmente, vejamos apenas uma parte dos exemplos citados acima: a Igreja dos tempos de Paulo, décadas após a ressurreição Jesus, coerentemente santificando os sábados do Senhor: “No dia de sábado, saímos fora da porta, junto ao rio, onde julgávamos haver um lugar de oração; e, assentado-nos, falamos às mulheres que para ali tinham concorrido”. Atos dos Apóstolos 16:13. Esse preceito revela, com toda clareza, um culto de louvor aos sábados pelos cristãos. As mulheres cristãs sempre trabalhavam, só não aos sábados. Então, segundo o preceito acima, estavam em dia de descanso, santificando os sábados assim como os homens! “No sábado seguinte, concorreu quase toda a cidade para ouvir a palavra de Deus, mas os judeus, vendo aquela concorrência, encheram-se de inveja…”. Atos 13:41 – 44. Se os judeus encheram-se de inveja não se tratava de uma reunião judia aos sábados, mas sim de um culto que reuniu quase toda a cidade cristã para louvar no sábado. A Palavra Escrita registrou essas duas revelações e várias outras idênticas colocadas a seguir como veremos, exatamente para revelar-nos que o sábado sempre será o Dia do Senhor, não importa que no catecismo católico, como também na maioria dos seguimentos evangélicos esteja completamente diferente da Proclamação do Deus Imutável: “Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas. Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou”. Êxodo 20:8-11 “Qualquer, pois, que violar um destes mandamentos, por menor que seja, e assim ensinar aos homens, será chamado o menor no reino dos céus; aquele, porém, que os cumprir e ensinar será chamado grande no reino dos céus”. Jesus, em Mateus 5:18-19, promulgando novamente o Decálogo de Deus também no Evangelho. “E faço misericórdia a milhares dos que me amam e aos que guardam os meus mandamentos”. Êxodo 20:6 Integrante da Igreja Batista do Sétimo Dia (http://www.ib7.org/), sempre resoluto em defender a Verdade de Deus, original, sem cortes e sem modificações, desta vez por conta das contradições e desconhecimento a respeito das leis por boa parte dos cristãos, o que resulta em grande confusão, resolvi elaborar esse Tratado sobre as Leis de Deus, por sinal sério, cuidadoso, objetivo, completo e muito elucidativo. Todas as colocações bíblicas aqui inseridas que legitimam meus argumentos foram copiadas da tradução original de João Ferreira de Almeida, aliás, excelente! Ela é aceita pelos pastores evangélicos e respeitada pelos outros seguimentos cristãos. https://www.bibliaonline.com.br Por que tanta preocupação e zelo em defender o Sábado Santo do Senhor Deus? Ora, por que é certo que assim como os ortodoxos no Cisma, também os protestantes na Reforma embarcaram na canoa furada do domingo, instituído pelo papado romano do engano satânico que adulterou, em suas doutrinas, o Quarto Mandamento, instituído pelo Criador na Fundação do Universo, como veremos abaixo com suficientes provas bíblicas imunes a qualquer contestação honesta. Os evangélicos e seus pastores sempre acusaram o clero católico de praticar a idolatria iconolátrica ao corromper, em sua doutrina, o Segundo Mandamento do Decálogo que proíbe a fabricação e culto às imagens e às figuras das coisas do Céu e da Terra, mas, estranhamente, as congregações evangélicas (quase todas) agem da mesma forma e com a mesma culpa adulterando, também, em sua doutrina, o Decálogo em um dos mandamentos mais amados de Deus (como veremos) e, para tentar legitimar o tal domingo como “substituto” do sábado, ardilosamente, distorcem o Evangelho fazendo de tudo o que podem e mais um pouco ainda para que a Palavra Escrita tente adaptar-se à sua doutrina do domingo. Assim agem, também, católicos e ortodoxos -, também fugindo da Verdade bíblica! O Clero reconhece sua culpa na exclusão do sábado ao impor sua insólita doutrina: “A Igreja de Deus, porém, achou conveniente transferir para o domingo a solene celebração do sábado”. Catecismo católico, Edição2, Editora Vozes, Petrópolis, RJ. 1962. Detalhes suficientes com fontes históricas ao final desse escrito. O Evangelho nos alerta sobre o surgimento de falsos profetas que hoje cauterizaram e anestesiaram a sua consciência para dar ouvidos a enganadores, citando como exemplo o caso no sábado trocado pelo domingo, feito satânico do papado: “Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios pela hipocrisia de homens que falam mentiras, tendo cauterizada a sua própria consciência”. Timóteo 4:1. Quem julgar conveniente contestar esses meus escritos, tem todo o direito e deve fazê-lo, e eu declaro que responderei a todas as possíveis considerações a favor ou contra, desde que aquele que se prestar a fazer isso tenha lido esse Tratado até o final. Desde 1999, tenho me correspondido com clérigos e mais assiduamente com pastores evangélicos e outros religiosos e, muitos deles bateram o pé afirmando que o Concerto, as leis do Decálogo foram promulgadas apenas aos israelitas e que os cristãos vivem apenas pela Graça do Jesus da liberdade, o mesmo Jesus que teria pregado as leis na cruz – segundo uma parte deles -, interpretando equivocadamente Colossenses 2:14, como veremos. Mediante afirmações tão inconsistentes e que demonstram acentuado desconhecimento bíblico, e muitas outras mais que atentam contra as Leis imutáveis do Senhor Deus e contra seus desígnios também imutáveis, bem claros e fáceis de entender nas Escrituras, como veremos, descontente com tudo isso resolvi elaborar esse Trabalho. Muito se tem discutido sobre leis, sobre a validade das leis, sobre a escravidão sob as leis, sobre a liberdade das leis com respeito ao Evangelho, sobre a Graça de Jesus que teria anulado as leis, ou quanto às leis do Decálogo que teriam sido promulgadas exclusivamente aos israelitas, que por tudo isso acaba por confundir o cristão. Quando a isso, tenho visto severas agressões aos desígnios de Deus com respeito às suas leis por parte de pastores evangélicos, católicos e ortodoxos, sendo que esses dois últimos seguimentos corromperam, gravemente, em suas doutrinas, as duas principais Leis de Deus, como veremos abaixo. Ainda quanto aos evangélicos, se os pastores (uma parte deles) aceitam as Leis de Deus, o Decálogo, valendo também no Evangelho, estranhamente, com alta gravidade, temerariamente, por sua conta e alto risco, tiveram a audácia herética de excluir em suas doutrinas um dos principais Mandamentos de Deus, o único Mandamento denominado por ele mesmo como Santo, Solene e Abençoado, repetindo: criado ainda na Fundação do Mundo, não só para os israelitas, como veremos, mas para toda carne (Gênesis 9:15) e o único Mandamento escolhido por Deus como um SINAL entre ele e a sua Criação (Ezequiel 20:20), pois sabemos que tudo o que Deus criou, tanto o Universo quanto as leis não visaram somente o primeiro casal, nem apenas os hebreus israelitas, o antigo povo de Deus, é claro, mas sempre a Humanidade como está provado abaixo. É sobre isso tudo que trataremos aqui, detalhadamente, do modo mais completo possível para poucas páginas, às vezes com necessárias repetições, mas com todo critério, lisura e seriedade possível e sempre fundamentado completamente nas Escrituras, não há como negar com honestidade. Em primeiro lugar, afirmo que qualquer homem verdadeiramente sábio, ou simplesmente sensato, tem a plena consciência de que nada funciona sem leis. Nem mesmo o Universo inteiro, o nosso corpo, os átomos ou a nossa Natureza funcionariam sem leis, sem as diretrizes pré-estabelecidas pelo Criador. Três séculos antes de Jesus, o famoso matemático Euclides já afirmava: “As leis da Natureza não passam de raciocínios matemáticos de Deus”. Até os minúsculos átomos obedecem a leis pré-estabelecidas. A lei da gravidade é fantástica! Por tudo isso, quanto à ausência das leis do Decálogo no Evangelho – como querem alguns seguimentos evangélicos -, imagine a impossibilidade de um Juiz estar a julgar um réu sem os códigos da lei civil. Da mesma forma, um promotor de justiça não conseguirá montar acusações contra um homem sem ter como fundamentos os livros da lei. Também no Julgamento Final, no Grande Dia de Jesus, não será possível ao Senhor Deus, segundo seus desígnios e sua Justiça, estar a acusar ou a condenar qualquer ímpio sem que antes tivesse promulgado e propagado, de modo claro e objetivo, leis a ele. Por isso mesmo, o Espírito Santo de Deus, na sua Sabedoria, manteve (como veremos) as Dez Leis de Deus escritas, não nos papiros que se dissolvem, mas fundidas nas rochas sólidas para que nunca se apagassem, para que jamais pudessem ser adulteradas dentro da Verdade e, também, como claros fundamentos do Evangelho até a Consumação dos Séculos, no Grande Julgamento, principalmente para regular as relações do homem com Deus e do homem com os semelhantes, tal como se apresenta nos dois mandamentos de Jesus, um inteligente resumo das Dez Leis, como veremos. As leis foram promulgadas pelo Criador a favor da Humanidade para serem obedecidas como parte importante dos merecimentos para a salvação na Eternidade – pois apesar da misericórdia de Jesus, no Julgamento Final será ele quem nos julgará e, segundo ele mesmo, no Evangelho, só se salvará quem fizer por merecer -, mas, pela autonomia de procedimentos com que foram criados anjos e homens, cada um tem a plena liberdade de escolher, por sua própria conta e risco, pela obediência a Deus ou não. Lúcifer e seus anjos, como também Adão e Eva optaram pela desobediência e deu no que deu. “E deu-lhe o poder de exercer o juízo, porque é o Filho do homem”. Jesus, o Juiz. João 5:27. Notem a completa sapiência de Deus: Antes do Grandioso Evento Monte Sinai, o Senhor Deus falava ao povo por meio de seus profetas e ordenava-os a escrever: “Disse mais o Senhor a Moisés: Escreve estas palavras; porque conforme ao teor destas palavras tenho feito aliança contigo e com Israel”. Êxodo 34:27 “Toma o rolo de um livro, e escreve nele todas as palavras que te tenho falado de Israel, e de Judá…”. Jeremias 36:2. “Vai, pois, escreve isto numa tabuinha perante eles; escreve-o num livro, para que fique registrado para os dias vindouros, para sempre, perpetuamente”. Isaías 30:8. Atente-se a isso: Se o Senhor Deus perpetuou os escritos dos profetas, imagine, então, a importância gigantesca do que ele escreveu pessoalmente! De tanta importância que o Senhor Deus atribuiu ao Decálogo, ele escreveu, pessoalmente, com fogo de seu olhar, cravando, fundindo profundamente as palavras nas rochas para que nunca se apagassem, todas as leis, uma a uma, regulamentos resumidos, mas absolutamente perfeitos e suficientes para nortear o homem em suas ações, concedendo a ele a grande e maravilhosa chance de viver sem problemas e sem tribulações como está colocado no início desse Tratado! Vejamos a sabedoria de Jesus: apesar de ter citado por várias vezes leis do Decálogo, ele condicionou todas elas resumindo-as na Lei do Amor, pois quem tem amor verdadeiro pelo Senhor e pelos semelhantes, com naturalidade viverá a observar todas as leis, provando assim que o amor é tudo: “Amarás ao teu Deus de todo o teu coração, com toda a tua alma e com todo o teu entendimento. Este é o grande e Primeiro Mandamento. O segundo é semelhante a este: Amarás a teu próximo como a ti mesmo. Destes dois Mandamentos dependem toda a Lei e os profetas”. Mateus 22:36 – 40. Para entender bem o preceito acima é necessário observar o complemento, em negrito, muito elucidativo – por isso mesmo ignorado convenientemente por aqueles contrários às leis de Deus -, pois mesmo no resumo do Decálogo por Jesus mais uma vez ele legitima todas as Dez Leis e não há quem possa contestar tal Verdade sem ingressar no farisaísmo. É claro que toda a lei e os profetas se refere ao Decálogo que tem completamente tudo a ver com o Amor ao Senhor e ao semelhante. Todos os Mandamentos de Deus são fundamentados no Amor e tem gente que quer a exclusão deles. No resumo das leis acima, Jesus dividiu em dois grupos os Mandamentos do Decálogo: O primeiro grupo, formado pelos quatro primeiros Mandamentos, se refere ao Amor a Deus e às relações que deve ter a Humanidade para com ele, e o segundo, formado pelos restantes seis Mandamentos se refere ao Amor e às relações entre os semelhantes, como Deus deseja. Como Jesus Cristo teria abolido as leis, “nos livrando delas” – como querem alguns -, se ele atesta, solenemente, sem nenhuma possibilidade de qualquer refutação honesta, a existência de suas duas leis, as leis do Amor, às quais as demais leis (do Decálogo) têm de estar sujeitas a elas, é claro, como está incluído nessa revelação? A Palavra Escrita nos revela que pela lei seremos julgados (Romanos 2:12). Mas que leis são essas? Veremos… Como citei, está bem claro, no Evangelho, que Jesus repetiu, por mais de uma vez, algumas das Dez Leis provando que estava legitimando perfeitamente o Decálogo, mas a despeito dessa Verdade, alguns seguimentos evangélicos entendem, erradamente, que ao ditar as duas leis do Amor, Jesus Cristo estaria eliminando o Decálogo no Evangelho a favor da Graça e de uma “Liberdade” sem leis (impossível). Grande tolice e infeliz conclusão, pois o Filho de Deus nada mais fez do que resumir todas as Dez Leis na Lei do Amor, e resumir não é excluir, pois quem ama de fato ao Senhor Deus vai procurar obedecer aos seus Mandamentos como ele nos ordenou, não vai honrar outros deuses, não vai fabricar nem usar estátuas e estatuetas na religião; não vai usar o Santo Nome de Deus em vão, não vai desrespeitar o seu Quarto Mandamento, o do Sábado Santo; da mesma forma quem ama verdadeiramente o seu semelhante não vai matá-lo, não vai roubar nada dele, não vai adulterar, não vai invejar os bens ou a mulher do semelhante e por aí afora. Essa é a Lei do Amor, a mesma de I Coríntios, 13:13, que segundo ali Está Escrito vale mais do que a fé! “Então, Pedro e os demais apóstolos afirmaram: Antes, importa obedecer aos homens ou a Deus?”. Atos 5:29. Ora, como se poderia obedecer a Deus se não houvesse Mandamentos, as leis, se Cristo as tivesse abolido como querem os fariseus modernos? Que confusão estão fazendo com o Evangelho Imutável de Jesus! Tentam, mesmo inutilmente, adaptar a Bíblia às suas doutrinas quando tem de ser exatamente o contrário! É ou não é? Por isso mesmo, o Espírito Santo de Deus nos revelou, através do apóstolo Paulo, que sem leis não há como se reconhecer o pecado (Romanos 7:7) e que as leis do Deus Eterno foram promulgadas a todas as nações, a cada uma delas em seu tempo, para cumprimento e obediência irrestrita como parte na busca da salvação na Eternidade (Romanos 16:25, abaixo colocado). Portanto, segundo as Escrituras, as leis são perpétuas, todas elas, até a Consumação dos Séculos, queiram ou não queiram os fariseus de hoje ou quem quer que seja. Fora disso, qualquer tentativa de abolição das Leis de Deus no Evangelho ou mesmo de uma só letra delas todas, trata-se de desconhecimento bíblico, farisaísmo, hipocrisia ou teimosia crônica. Num exame profundo da Palavra de Deus Escrita, notamos que a nossa salvação na Eternidade tem de passar primeiramente pela obediência às Leis de Deus e a Jesus (Obediência e Amor, mas o amor completo que faz agir pelo semelhante). Segundo a revelação abaixo, os escolhidos serão aqueles que obedeceram aos Mandamentos do Decálogo e viveram a religião da Graça de Jesus, e não apenas aqueles que simplesmente o reconheceram como o Senhor: “Aqui está a paciência dos santos; aqui estão os que guardam os Mandamentos de Deus e a fé em Jesus”. Apocalipse 14:12. O que realmente significa a Graça de Jesus veremos a seguir. Mas por que o apóstolo Paulo, que reconhecidamente falava pelo Espírito Santo de Deus, ora criticava duramente as leis, abominando-as radicalmente e, paradoxalmente, ora exaltava-as sobremaneira, colocando-as como claros fundamentos do Evangelho, necessárias para a salvação se observadas e ainda se declara escravo dessas leis? Paulo falava das mesmas leis – como querem os pastores evangélicos em geral – ou de leis diferentes? Das mesmas leis é absolutamente impossível, pois tal contradição seria altamente danosa à Palavra Escrita, e é exatamente isso que veremos a seguir, com todas as colocações absolutamente fundamentadas nas Escrituras, no Evangelho. Por isso tudo, é certo que há dois grupos de leis, assim também como há dois grupos de obras. Com certeza a resposta sobre a correta identificação desses grupos virá a seguir. O que significa, realmente, segundo as Escrituras o termo “O fim da lei é Cristo”, que por ele muitos pastores evangélicos tentam legitimar o fim das leis? Veremos a seguir. Poderia Jesus ter anulado as leis do Decálogo, contrariando um Deus Pai que nunca muda em suas promulgações à Humanidade, segundo I Carta de Pedro 1:24 e em Isaías 40:7- 8? Como pretendem alguns, como Jesus poderia ter “lixado” as leis das Rochas de Deus Pai, ou apenas uma só delas, que foram decretadas solenemente, no maior evento da Terra depois de Gênesis (evidentemente deixando-se à parte o nascimento e a morte de Jesus Cristo), ou mesmo uma só vírgula delas todas se ele, o Criador, promulgou-as à Humanidade num cerimonial incrivelmente suntuoso, exuberante, deslumbrante, magnificente, surpreendente, grandioso, altamente espetacular, assustador e até mesmo aterrador (pois raios e trovões pipocavam sobre o Monte que tremia fortemente, envolvido em fogo, sob altíssimo som das trombetas angelicais), que durou várias semanas sem interrupção? “Todo o Monte Sinai fumegava, pois o Senhor havia descido sobre ele em fogo. A fumaça subia como fumaça de uma fornalha, e todo o Monte tremia muito. Enquanto o som das trombetas aumentava cada vez mais, Moisés falava ao Senhor e ele respondia por meio de um trovão”. Êxodo 19:18 – 19. Qual o objetivo divino da exibição desse grandioso evento, senão o de chamar, de modo ostensivo, a atenção da Humanidade (pois Está Escrito que Deus não faz distinção de pessoas ou de raças, cujos preceitos afins estão a seguir) para a imensa importância da obediência fiel aos Dez Mandamentos instituídos, promulgados e propagados de forma escrita nas rochas, nos altos do Monte Sinai? O que significa, no Evangelho, os termos: libertos nós fomos das leis ou que as leis são malditas? Veremos abaixo respondidas essa e todas as próximas questões, sempre segundo as Escrituras. O que significam as colocações em Lucas 16:16, onde está revelado que as leis só vigoraram até João (Batista) e que leis foram essas? É muito importante inteirar-se sobre essas leis para bem entender porque o apóstolo Paulo ora falava mal das leis e ora as elegia como absolutamente necessárias para obediência como parte dos merecimentos para a salvação. Qual o significado bíblico de Colossenses 2:14, onde Está Escrito que Jesus nos libertou das leis que eram contra nós e, por isso mesmo, pregou-as na cruz com ele? Que leis são essas? Qual o significado correto de Colossenses 2:16, pelo qual aparenta que o apóstolo Paulo está abominando os benditos sábados do Senhor Deus? Veremos… O que significa o termo bíblico em Romanos 10:4: O fim das leis é Cristo? Veremos abaixo. A que tipo de obras Paulo se referia quando abominava algumas e a outras consagrava? Se as Leis de Deus Pai pudessem ter sido extintas no Evangelho da Graça, ou mesmo uma só delas, por que Jesus nos revela, em João 15:10, que ele, o Cristo de Deus guarda os Mandamentos do Pai (que são Dez) e nos exorta a imitá-lo, pois não pode haver amor a ele sem a obediência aos Mandamentos de Deus, que são 10? Se Jesus Cristo tivesse “nos libertado das leis”, mesmo que fosse apenas de uma ou de duas delas todas (impossível), por que, então, o Espírito Santo de Deus, que falava por Paulo, asseverou, fortemente, que os Mandamentos de Deus Eterno, no Decálogo, foram promulgados a todas as nações para obediência irrestrita na busca da Salvação na Eternidade, certamente para quem a deseja verdadeiramente (Romanos 16:25)? Certamente todas as nações inclui também a nossa! Por isso, os pastores que levam e aceitam os seus fiéis a desrespeitarem o Quarto Mandamento a favor do domingo, agridem, de forma grave, o Evangelho, o cristianismo verdadeiro que prima pela obediência a Deus e a Jesus É ou não é? Para o Senhor Deus o que vale imensamente mais: a sua Palavra Imutável ou as doutrinas e tradições dos homens? Se as leis do Pai pudessem ter sido “anuladas” por Jesus ou mesmo uma só delas, por que ele, o Cristo de Deus, no capítulo 10 de Marcos, respondeu ao Jovem Rico que para que esse se salvasse, como primeira condição de duas teria de guardar as Leis de Deus (o Decálogo) e depois, sim, ainda teria de complementar os merecimentos para a salvação praticando o verdadeiro amor ao semelhante que leva à ação (a Graça do Amor de Jesus) e, para isso, necessariamente, teria de tirar de si o peso nocivo do ouro dividindo toda a sua fortuna com os necessitados? Certamente entendemos que o jovem rico, ao desfazer-se de sua fortuna, poderia conservar apenas o suficiente para viver dignamente. No Evangelho, Jesus revelou, com objetividade, a todos os cristãos, sem possibilidade alguma de dupla interpretação, que é quase impossível a um rico entrar no Reino de Deus (Mateus 19:16), pois quase todos eles amam e apegam-se tenazmente às coisas do mundo, à sua fortuna, ao poder mais que ao Senhor Deus e, tal como um Tio Patinhas, com usura, retendo-a, buscando aumentá-la cada vez mais, esquivam-se da distribuição de rendas, diretamente fomentando a miséria, a fome aguda e a fome mortal. Porque a raiz de todos os males é o amor ao dinheiro. O Evangelho em Timóteo 6:9. Por que os pastores evangélicos, em chavões pré-elaborados, fazem alusões nocivas aos que procuram guardar todos os Mandamentos de Deus, chamando-os de reles legalistas e até de integrantes de seitas, sendo que Jesus mostrou-se também real legalista, tanto nos ensinos quanto nos seus exemplos dirigidos à Humanidade, os quais desmentem as doutrinas “bíblicas” de católicos, ortodoxos e também dos evangélicos em sua maioria, como veremos claramente e de modo irrefutável (se honestamente) colocados abaixo? Se os evangélicos, em parte (pois as doutrinas das congregações não são uniformes), aceitam nove dos Dez Mandamentos de Deus só fugindo do sábado, por que, então, eles não se julgam também legalistas? Ora, será que legalistas são somente os que guardam o Sétimo Dia? Dois pesos e duas medidas! Na verdade de Deus, está claro que ser legalista é uma bênção, desde que haja obediência fiel às suas Leis, sempre na medida do possível! Por que os pastores evangélicos, apoiando-se nas “contradições” de Paulo, estão sempre a apregoar que pelas obras não seremos salvos, mas apenas pela fé, se as Escrituras revelam que a fé sem os atos das obras de caridade torna-se inválida, ineficiente, insípida, oca, inútil e completamente nula o que invalida a salvação? (Tiago 2:14 e 2:17 / Mateus, 25:31 – 44 / Lucas 10:30 – 37). Segundo o Livro da Revelação, nós seremos salvos na Eternidade segundo a obediência ao Senhor Deus e segundo o Amor de Jesus pelo qual as obras a favor do semelhante têm valor descomunal. Se faltar registros de obras de caridade no Livro da Vida (da sua vida) não haverá salvação e o destino poderá ser o Lago de Fogo: “E vi os mortos, grandes e pequenos, que estavam diante de Deus, e abriram-se os livros; e abriu-se outro livro, que é o da vida. E os mortos foram julgados pelas coisas que estavam escritas nos livros, segundo as suas obras”. Apocalipse 20:12 Estudando-se os livros escritos pelo apóstolo Paulo, principalmente na Carta aos Gálatas, notamos que quando ele abominava as obras, tais obras eram as da carne, várias ordenanças israelitas antigas que realmente escravizavam, sendo que três delas consistiam em sacrifícios diários de animais nos templos, na circuncisão carnal e na lei da morte, que por isso mesmo não tiveram lugar no Evangelho. Nada a ver com as obras do amor de caridade para com o semelhante, absolutamente necessárias para a salvação, segundo Está Escrito e mostrado aqui como mais importante que a fé. Mas os pastores evangélicos, em geral, apóiam-se apenas na fé sem obras, o que pela Verdade de Deus agride violentamente a Religião do Amor do Jesus da Graça. Além dos preceitos citados sobre o valor imenso da prática da caridade (obras), todas as Sete Cartas às Igrejas à Ásia, no Apocalipse, citam o valor das obras, das obras do Amor onde e caridade, principalmente a da divisão de bens, tem suma importância e têm de estar perfeitamente integradas na difícil busca da salvação celeste, como veremos abaixo. A obediência, a fé e as obras de caridade têm de estar perfeitamente interligadas e integradas na vida dos verdadeiros cristãos de Jesus! Sem as obras de caridade o cristianismo verdadeiro não existiria, mesmo porque, o que mais Jesus fez na Terra foram OBRAS e exatamente por elas deu a sua vida por seus amigos, como assim ele mesmo afirmou: “Ninguém tem maior amor do que este, de dar alguém a sua vida pelos seus amigos”. Jesus, em João 15:13 Estudando-se as Cartas de Paulo, principalmente a de Gálatas, é fácil perceber que quando ele citava obras como nocivas, essas consistiam nas obras antigas, nas leis antigas de Levítico que só valeram até João. Uma das principais obras citadas consistia nos sacrifícios diários de animais nos templos e da aspersão do sangue deles nos presentes para o “perdão dos pecados”, miríades da tradição israelita que só valeram até a vinda de Jesus. Nada a ver com as obras do Amor, tão apreciadas e incentivadas pelo Senhor, exatamente por amor a nós! “Não penseis que vim para revogar as leis, mas para cumprir”. “Passarão os Céus e a Terra antes que das leis possa retirar-se um só til”. Jesus, em Mateus, 5.17 perpetuando as leis. Como os fariseus contrários ao Decálogo de Deus poderiam explicar um Jesus promulgando e propagando-o novamente ao reger que os Céus e a Terra poderão ser destruídos antes que das leis se consiga retirar até mesmo um simples caractere e, logo depois, incrivelmente – só na cabeça tola deles -, esse mesmo Jesus, também imutável, teria “anulado” essas leis do Decálogo (ou até mesmo uma só delas), “pregando-as na cruz como ele?” Que história mais contraditória, tola, sem nexo e até mesmo ridícula, pois tenta desmentir o Senhor Deus! Sabendo-se que o Senhor Deus extinguiu 11 das 12 tribos de Israel, seu povo, por causa das reiteradas e constantes transgressões causadas pelas repetidas desobediências às suas leis, segundo os profetas e, como Está Escrito que Deus nunca muda em suas promulgações à Humanidade, principalmente a oficialização do Decálogo nos altos do Monte Sinai, as Dez Leis cravadas nas rochas, então, como poderia esse mesmo Deus “ter mudado de idéia” e, “numa frivolidade gigantesca” (impossível), ter permitido riscar das Rochas das Leis as suas promulgações, ou mesmo uma só delas, “libertando” a Humanidade cristã das leis, deixando-a no escuro, assim como ensinam falsamente boa parte dos pastores evangélicos? O Senhor só preservou a tribo de Judá porque necessariamente o Messias teria de nascer israelita. Se os homens já pecam com leis, imagine-os livres delas. Conhecendo-se a natureza humana, os homens sem leis, sem responsabilidades, fariam do mundo um caos civil e religioso. Vamos a uma prova concreta de que Deus nunca muda em suas promulgações? Em Gênesis 3:16 -17, o Criador promulga tribulações e transtornos ao homem, à mulher e à descendência deles por causa da desobediência e da alta transgressão por pretenderem ser iguais ao Criador, mas mesmo com a vinda do Jesus do Amor, da Misericórdia, do Perdão, da Tolerância, da Liberdade e da Graça, um Jesus que se compadecia, que chorava e se comovia pelos injustiçados e que deu sua vida em sofrimento para nossa redenção, Deus Pai não moveu uma só palha para pelo menos amainar a dor do parto. Sabe por quê? Porque Palavra de Rei não volta atrás. Na sua perfeição, é impossível a Deus se desdizer! Apenas por isso, as Dez Leis foram perpetuadas pelo Senhor! Segundo seus desígnios, o Senhor Deus não pode anular um til de suas promulgações. Isso está atestado por Jesus, abaixo colocado. Por isso mesmo, se o Senhor Deus tivesse alterado o Decálogo no Evangelho, em um só caractere, ele seria imperfeito. Poderia o Senhor Deus ser imperfeito? Não sendo possível explicar ao homem a indescritível extensão de toda a sua Grandiosidade, o Senhor resumiu tudo em apenas cinco palavras: “E disse Deus a Moisés: EU SOU O QUE SOU”. Êxodo 3:14 Repetindo, pela alta importância: O Senhor Deus nunca mudou e jamais mudará um só til em suas promulgações cravadas nas Rochas para obediência pela Humanidade. Então, comparando, julgar que ele teria se tornado um contraditório modificando suas promulgações dirigidas ao ser humano no Evangelho é alto desrespeito a ele e puro farisaísmo. Poderia esse mesmo Deus, absolutamente Perfeito sob todos os aspectos, é claro, cuja Palavra permanece eternamente, solenemente promulgar leis ao homem e depois revogá-las a todas – ou que seja uma só delas -, desmentindo a si mesmo (impossível), como querem os fariseus de hoje? E que leis são essas? Veremos com todos os detalhes necessários. O que significam as colocações de Jesus quando bradou, no Grande Sermão do Monte, que passarão os Céus e a Terra antes que das leis se consiga retirar um só caractere? De que leis Jesus falava senão das Dez Leis das Rochas de Deus Eterno? Pergunto novamente: De que Leis Jesus falava? Veremos abaixo as provas bíblicas disso com todos os detalhes para suficiente entendimento. Como alegar que o apóstolo Paulo teria ensinado a seu povo cristão a “anular” as Dez Leis ou mesmo uma só delas, se ele mesmo nos revelou, iluminado pelo Espírito Santo de Deus, em Romanos 16:25, que o Senhor Deus promulgou suas leis para serem observadas por todas as nações da Terra, e ainda declarou-se escravo delas? Todas as nações engloba todos os tempos até a Consumação dos Séculos. Da mesma forma, se Jesus tivesse “nos libertado” das leis do Deccálogo(que ridículo!), por que o apóstolo Paulo, que falava pelo Espírito Santo, revela que tem prazer nas Leis de Deus e que se considera escravo dessas leis (Romanos 7:25), como também assevera que a lei é santa, justa e boa (Romanos 7:12), e ainda declara que sem as Leis de Deus não se reconheceria o pecado (Romanos 7:7)? Se fosse possível banir as Dez Leis no Evangelho – ou mesmo uma só delas -, por que as Escrituras nos revelam que no Grande Dia de Jesus a imponente Arca da Aliança Sagrada, que guarda as duas pranchas das Rochas das Leis de Deus, será retirada do Tabernáculo Celeste e será exibida ostensivamente a todas as nações da Terra (Apocalipse 11:19)? Por que Deus Pai promoverá cerimônia tão solene e grandiosa para os povos de todos os tempos se Jesus tivesse pregado as leis da Arca da Aliança na cruz, ou apenas uma ou duas delas todas, deixando-a vazia, incompleta, adulterada ou aleijada? O que há na Arca da Aliança mais importante que as Rochas das Leis? Certamente, o bastão de Arão ou o Maná é que não são! Se as leis pudessem ter sido “apagadas” por Jesus ou uma só delas, por que o maior dos profetas: Moisés, que tem tudo a ver com as Leis de Deus do Monte Sinai, será o único deles a ser homenageado no Grande Dia de Jesus, quando seus eleitos, vestidos de branco, solenemente cantarão o Hino de Moisés (Apocalipse 15:3)? Pergunto: Por que Deus Pai profetizou que vai honrar solenemente o Profeta do Decálogo frente a todas as nações da Terra – certamente desde Adão e Eva -, se o Filho tivesse “anulado as leis” ou que fosse apenas uma só delas? Por que os pastores evangélicos – na extensa maioria -, também católicos e ortodoxos desrespeitam o Quarto Mandamento da Lei de Deus, promulgado no Monte Sinai, sendo que dessa forma também estão rejeitando veementemente os ensinamentos de Jesus em Mateus 5:18 e 19 e, principalmente, os claros exemplos dele que revelam fiel obediência às leis, como também cristalinos e ostensivos exemplos da santificação e guarda dos sábados por ele próprio e por toda a sua Igreja, inclusive da Igreja dos tempos do apóstolo Paulo, décadas depois da ressurreição de Cristo, que levava toda a cidade a louvar aos sábados? Isso tudo está colocado no início e repetido abaixo, e completamente sem condições de qualquer refutação sem se ingressar no cerne nocivo do farisaísmo religioso, ou mesmo por teimosia em se negar a reconhecer o óbvio ululante. Em correspondência com pastores, padres e anciãos, nenhum deles teve a coragem de negar, quando lhes mostrado, que Jesus, sua Igreja, o apóstolo Paulo e seus discípulos guardavam e santificavam o Sétimo Dia como Está Escrito e como aqui está sendo mostrado de forma inegável, exatamente para nos deixar como exemplos a seguir, também santificando o sábado. Nem por sonhos existe uma única linha no Evangelho que pudesse retirar o Santo Sábado da vida dos cristãos, e nem indícios legítimos e nem qualquer exemplo aceitável e honesto que exiba qualquer apontamento da importância do domingo, e jamais encontraremos uma só linha que indique a substituição do sábado a favor do domingo, mas, quanto à santificação do sábado, fora as citações no Evangelho a favor (veremos a seguir), há sete exemplos nos quais está claramente revelado que nos mostram Jesus, sua Igreja antes e depois da sua morte santificando o sábado, o apóstolo Paulo e o povo da Igreja Cristã também guardando e santificando o sábado, todos eles diretos, legítimos e irrefutáveis, como veremos abaixo. No mais, quando o Evangelho nos mostra Paulo e sua Igreja santificando os sábados, décadas depois de Jesus, anula totalmente o tal domingo como o “Dia do Senhor”, pois se o cristão de verdade vive pela Palavra Escrita, muito mais deve viver pelos exemplos deixados por Jesus como normas para a salvação. Quanto aos exemplos de Jesus e de sua Igreja santificando os sábados (colocados abaixo), não dizem os sábios que um exemplo vale mais que mil palavras? Como os fariseus de hoje podem se safar dessa Verdade de Jesus sem ingressar em nociva teimosia crônica ou na absoluta hipocrisia para com as coisas de Deus? tomarmos conhecimento de suas dez leis, pois temos necessariamente de praticá-las na medida do possível e isso invalidada, novamente, os argumentos dos que pretendem acabar com o Decálogo de Deus ou mesmo com um só Mandamento. “Porque os simples ouvidores da lei não são justos diante de Deus, mas os que praticam a lei hão de ser justificados”. Romanos 12.13. Ora, se Cristo tivesse anulado as leis do Pai na cruz, como querem alguns, por que nas Escrituras por inteiro a Palavra de Deus cita tanto as leis como preceitos a cumprir na busca da Salvação na Eternidade? Pergunto: Como o Espírito Santo nos exorta, através dos evangelistas, a praticar as leis se essas tivessem sido anuladas por Cristo Jesus, mesmo que fosse apenas uma só delas? O apóstolo Paulo acusa um grupo de gálatas – apegado à sua tradição levita, – de tentar perverter o Evangelho: “E isto por causa dos falsos irmãos que se intrometeram, e secretamente entraram a espiar a nossa liberdade que temos em Cristo Jesus, para nos porem em servidão”. Gálatas 2:4. Os evangélicos, erradamente, se apóiam no preceito isolado abaixo para tentar se justificar do desrespeito aos santos sábados do Senhor, pois aqui Paulo se refere às leis antigas que nos escravizariam (nomeadas a seguir) se aceitas no Evangelho. Por isso mesmo Jesus pregou-as na cruz: “… tendo cancelado o escrito de dívida, que era contra nós e que constava de ordenanças, o qual nos era prejudicial, removeu-o inteiramente, encravando-o na cruz”. Segundo Colossenses, 2.14. Infelizmente, a maioria dos pastores evangélicos julga erradamente que colocar em servidão (para nos porem em servidão) se referia ao cumprimento fiel dos Dez Mandamentos de Deus. Ora, para provar essa tremenda tolice, hipocrisia religiosa ou acentuado desconhecimento bíblico eu tenho proposto um santo desafio a qualquer um deles com o quais me correspondo da seguinte maneira: “Pastor, se o senhor julga que quando Paulo citava as leis que escravizavam o homem ele estaria se referindo às Dez Leis de Deus, e que por isso teriam sido abolidas por Jesus no Evangelho da Graça e do Amor, então o nobre pastor não terá dificuldade alguma de apontar, diretamente, nessas leis, quais delas nos trazem elementos de escravidão, de maldição. Vou colocar aqui as Dez Leis originais e se o senhor for um cristão de verdade, honesto, sensato, peço que me aponte, sem delongas, qual ou quais dessas leis são malditas. Pastor. pelo menos me aponte uma só delas que possa apresentar-se com conteúdo nocivo ao cristianismo”: O Senhor falou conosco face a face, no monte, no meio do fogo. 1 Não terás outros deuses diante de mim. Na opinião do pastor, será este um mandamento da Lei de Deus que traz escravidão, que é prejudicial ou é contra nós? 2 Não farás para ti imagem de escultura, nem semelhança alguma do que há em cima, nos céus, nem embaixo, na terra, nem nas águas debaixo da Terra. Não as adorarás, nem lhes prestará culto; porque eu, o Senhor, teu Deus, sou o Deus Zeloso, que visito a iniquidade dos pais nos filhos até a terceira e a quarta geração daqueles que me aborrecem, e faço misericórdia até mil gerações daqueles que me amam e guardam os meus Mandamentos. Deuteronômio, 5.4 a 9. Na opinião do pastor, será este um mandamento da Lei de Deus que traz escravidão, que é prejudicial ou é contra nós? 3 Não tomarás o nome do Senhor, teu Deus, em vão. Na opinião do pastor, será este outro mandamento da Lei de Deus que traz escravidão, que é prejudicial ou é contra nós? “Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas. Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou”. Êxodo 20:8-11. Na opinião do pastor, será este outro mandamento da Lei de Deus que traz escravidão, que é prejudicial ou é contra nós? 5 Honrarás teu pai e tua mãe. Na opinião do pastor, será este outro mandamento da Lei de Deus que traz escravidão, que é prejudicial ou é contra nós? 6 Não matarás. Na opinião do pastor, será este outro mandamento da Lei de Deus que traz escravidão, que é prejudicial ou é contra nós? 7 Não cometerás adultério. Será que este outro Mandamento da Lei de Deus traz escravidão, que é prejudicial ou é contra nós? 8 Não furtarás. Será que este outro Mandamento da Lei de Deus que traz escravidão, que é prejudicial ou é contra nós? 9 Não dirás falso testemunho. Será que este outro Mandamento da Lei de Deus que traz escravidão, que é prejudicial ou é contra nós? 10 Não cobiçaras a casa de teu próximo nem desejarás a sua mulher, nem coisa alguma que lhe pertença. As Escrituras Sagradas. Êxodo, 20. Na opinião do pastor, será este outro mandamento da Lei de Deus que traz escravidão, que é prejudicial ou é contra nós? “E isto por causa dos falsos irmãos que se intrometeram, e secretamente entraram a espiar a nossa liberdade, que temos em Cristo Jesus, para nos porem em servidão”. Gálatas 2:4 “Então, nobre pastor, depois dessa apresentação bíblica, o senhor ainda ousa julgar que Paulo se referia às Dez Leis das Rochas de Deus contendo elementos de escravidão? Como o Senhor Deus cravaria, nas Rochas, para obediência, leis que nos escravizariam? Cadê o Deus da bondade? Ou será que Paulo se referia às leis nocivas vividas pelos judeus, que realmente escravizavam (descritas abaixo), leis nocivas essas que, sob a ira do apóstolo Paulo, um grupo de Gálatas tentou introduzir no Evangelho, segundo Gálatas 2:4?” (Essas leis só vigoraram até João). “Então, nobre pastor, me aponte quais ou qual desses mandamentos são contra nós ou nos são prejudiciais e que por isso mesmo “foram removidos por Jesus”, o Cristo de Deus?” “… tendo cancelado o escrito de dívida, que era contra nós e que constava de ordenanças, o qual nos era prejudicial, removeu-o inteiramente, encravando-o na cruz”. Segundo Colossenses, 2.14. “Aposto dez por um que, como todos os demais, o nobre pastor não terá a coragem de apontar diretamente um só mandamento do Decálogo que possa encaixar-se em Colossenses 2:14, nos trazendo escravidão, maldição ou que se apresenta nocivo e contra nós cristãos, pois saberá que se apontar um só que poderia trazer-nos conteúdo nocivo estará se revelando um servo de Satanás por causa da hipocrisia ao indispor-se violentamente contra Deus e seus desígnios”. Declaro que até hoje, 30 de novembro de 2014, nenhum das dezenas de pastores evangélicos, também clérigos católicos e até alguns ortodoxos com os quais me correspondi, teve a coragem e ousadia de apontar um só Mandamento dos Dez que, segundo a fiel obediência a eles, tivesse conteúdo nocivo à prática cristã. Vamos continuar com o apóstolo Paulo referindo-se às leis antigas que realmente escravizavam: “E isto por causa dos falsos irmãos que se intrometeram, e secretamente entraram a espiar a nossa liberdade que temos em Cristo Jesus, para nos porem em servidão”. Gálatas 2:4 Logo a seguir a essa colocação, em Gálatas 2:7 e seguintes, no contexto por inteiro, Paulo revela que uma dessas leis que escravizavam era a da circuncisão carnal que, no capítulo 15 de Atos, Simão Pedro a nomeia como carga pesada nos ombros dos cristãos, lei escrava. Nada a ver com as Dez Leis. Ainda a seguir, em Gálatas 2:11-12, Paulo nomeia mais uma obra da lei que escravizava: a segregação racial e ainda dá uma solene bronca em Simão Pedro (“o primeiro papa”, segundo o clero) que ali praticou momentaneamente essa lei – mesmo já tendo sido brindado com a sabedoria do Espírito Santo, o que vem a provar que ninguém no mundo é infalível, nem mesmo Pedro, o santo em vida, o “primeiro papa” -, e vendo Paulo tentou dissimular o que fazia. Na primeira reunião cristã (capítulo 15 de Atos dos Apóstolos) a citada lei da circuncisão, obra da carne, ordenança da carne foi oficialmente abolida no Evangelho. A lei da separação racial foi extinta pelo Senhor Deus, por Jesus, ao reger que não faz diferença alguma de pessoas ou de raças, pois todos são iguais perante ele (Romanos 10:12 – Atos 3:24 – Atos 10:34). Vamos então às principais leis antigas que escravizavam e até matavam legalmente o homem e a mulher até a chegada de Jesus. Segundo Lucas 16:16, as leis abaixo colocadas só vigoraram até João, leis essas às quais Paulo chamava-as de obras (nada a ver com obras de caridade) 1) Os holocaustos, as matanças diárias de animais nos templos seguidas da aspersão do sangue deles nos presentes para o “perdão dos pecados”. (sacrifícios, obras da carne, ordenanças antigas de Levítico, que não tiveram lugar no Evangelho, segundo Hebreus 9:11-12) 2) A operação na carne (na época dolorosa e perigosa) a fimose, chamada circuncisão – que veio com Abraão -, oficialmente anulada em Atos dos Apóstolos, capítulo 15, obras da carne (carga pesada) que os judeus da antiga tradição queriam ver imposta nos ombros do cristão, por isso mesmo essa lei antiga foi completamente abolida no Evangelho. 3) A separação racial imposta pela tradição israelita, removida por Jesus quando regeu que Deus não faz distinção de pessoas ou de raças e que todos são iguais perante ele. 4) A lei da morte por adultério, provinda de Levítico, anulada por Jesus ao perdoar e salvar a mulher adúltera condenada ao terrível esfacelamento mortal. 5) A lei das 40 chibatadas e outras mais de menor importância, todas elas chamadas por Paulo como obras da carne, ordenanças antigas, prejudiciais e contra o homem, originárias das leis de Levítico (Paulo levou 39 chibatadas por cinco vezes). 6) A lei da morte a quem fosse flagrado trabalhando aos sábados, carga pesada segundo Jesus no capítulo 23 de Mateus, também só valeu até João (Lucas 16:16) Exatamente apoiados nessa lei antiga, os fariseus tentaram, por várias vezes, matar Jesus, interpretando errado que ele violava os sábados. Na verdade, Jesus apenas praticava a caridade (obras), também aos sábados, quando curava e consolava as pessoas e isso não representava trabalho braçal (Números 15:32-36). Está Escrito, em Romanos: “Porque o fim da lei é Cristo para justiça de todo aquele que crê”. Romanos 10:3-4. O termo FIM tem por propriedade dois sentidos na língua grega com a qual foi escrito o Evangelho: conclusão ou término de uma ação e perfeição no cumprimento dessa ação. Era como Paulo dissesse: “O fim de minha pregação é a salvação de vocês”. Portanto, o fim da lei é Cristo, mas os pastores evangélicos, em sua imensa maioria, se aproveitam desse termo para temerariamente tentarem impor o fim do Decálogo, o que é absolutamente impossível, pois sem leis o homem ficaria perdido nas trevas e estaria fazendo Jesus de contraditório. Pode? Mas esse termo o fim das leis é Cristo, pode ter dupla interpretação, mas acontece que ambas nada têm a ver com a derrocada do Decálogo em uma só vírgula sequer: Como é impossível Paulo estar se referindo às Dez Leis de Deus como findas, pois se assim fosse ele seria um gigantesco contraditório por ter declarado, especificamente, que era escravo das leis, as leis são santas, que sem elas não se reconheceria o pecado e que as leis foram dadas por Deus a todas as nações da Terra para obediência, então fica claríssimo que ele estava se reportando às leis citadas acima, que escravizavam, as mesmas leis citadas em Gálatas. Portanto, Paulo canta o fim das leis que escravizavam, as mesmas que Cristo pregou-as na cruz, leis essa que só vigoraram até João (Lucas 16:16). Basta uma breve meditação para se concluir isso. Por essa ou por outra, nem por sonhos Jesus impôs o final das leis do Decálogo, pois se assim pudesse ter sido, ele seria um gigantesco contraditório depois de reger que o Universo inteiro seria destruído antes que das leis de Deus pudesse ser removido até uma simples vírgula delas todas, e lembrando que são DEZ. E, na Nova Mensagem, como Jesus posicionou-se verdadeiramente a respeito das Dez Leis do Decálogo, instituídas e promulgadas por Deus Pai? Ora, logo na sua primeira pregação à Humanidade, no Sermão do Monte – um real resumo de todo o Evangelho -, de modo direto, claro e deveras ostensivo, Jesus, que falava pelo Espírito Santo de Deus, foi logo de cara, com toda autoridade, descartando completamente qualquer hipótese de o homem tentar invalidar uma só das Dez Leis, até mesmo uma simples vírgula delas todas: “Não penseis que vim para revogar as leis, mas para cumprir”. “Passarão os Céus e a Terra antes que das leis possa retirar-se um só til”. Jesus, em Mateus, 5.17, perpetuando as leis. Irmão, irmã, entendeu agora por Jesus que as Dez Leis são absolutamente irrevogáveis, irretratáveis e perpétuas? Não há como ser diferente, apesar das inúmeras e diversificadas correntes contrárias! Basta meditar para entender que as Dez Leis promulgadas no Monte Sinai foram usadas por Jesus como fundamentos do Evangelho, como não poderia se diferente e que certamente, segundo o Senhor Deus, têm de valer até a Consumação dos Séculos! Notem que Jesus está declarando oficialmente que não veio à Terra para revogar lei alguma, e a do sábado está nesse grupo de Dez! Muitos pastores evangélicos – como tenho presenciado -, alguns deles fariseus no pleno sentido da palavra, a favor da extinção do Sétimo Dia por pura conveniência doutrinária, tentam, de todas as formas, perverter as declarações de Jesus acima. Mas não conseguindo eles, de modo algum, interpretar diferente o preceito “passarão os Céus e a Terra antes que das leis possa retirar-se um til” por ser direto, completo, cristalino, conclusivo, irrevogável e irretratável e absolutamente esclarecedor, focaram seu veneno no preceito: mas vim para cumprir”. Bem, esse preceito em negrito precede a declaração do Filho de Deus: “não vim para revogar as leis”, e só isso basta para concluir-se que Jesus está declarando, oficialmente, que não revogou lei alguma e nem mesmo um simples til delas todas (nem a do sábado, é claro), então, como disse, os fariseus se concentraram no preceito: “mas vim para cumprir”, afirmando esses pobres “entendidos” que Jesus Cristo veio e “cumpriu as leis por nós”, e que por isso mesmo “nós não precisamos mais cumprir”, como se agora, sem as responsabilidades do Decálogo de Deus, o homem solto e livre de obrigações pudesse honrar estátuas, fazer ídolos, repetir o Santo Nome de Deus em vão, desonrar o Sétimo Dia, dizer falso testemunho, pudesse roubar, matar, adulterar, invejar e por aí afora, jogando tudo isso nas costas de Jesus? Como explicar essa grotesca insensatez de certos pastores ao afirmarem que Jesus veio do Reino de Deus para cumprir as leis do Pai que logo em seguida seria anulada por ele próprio? Como Jesus iria cumprir uma lei que em seguida “seria anulada” por ele mesmo? Mas que enorme tolice! Na Verdade, Jesus veio do Reino de Deus Pai para complementar as Leis do Criador, promulgadas aos seres humanos, com a Lei do Amor, da Graça e a Lei da Liberdade (Tiago 1:25) e principalmente para nos libertar do jugo do pecado, nos redimindo e nos habilitando ao Reino de Deus no Grande Dia de Jesus, e jamais para impor leis provisórias a si próprio deixando o povo sem leis. Quanto ao pecado dos homens, que pecado poderia haver sem leis? Até a Graça e a Liberdade de Jesus é pautada biblicamente em leis: “Aquele, porém, que atenta bem para a lei perfeita da liberdade, e nisso persevera…”. Tiago 1:25 Sobretudo, Jesus disse para cumprir, e como ele cumpriu o Decálogo como ninguém, pois Está Escrito que jamais pecou, e da mesma forma como tudo o que ensinou foi direcionado para exortar o cristão e a toda Humanidade a imitá-lo, como sempre fez, fica para nós mais esse exemplo a seguir: o Mestre cumprindo as Leis de Deus, dessa forma nos exortando, também, a esforçar-nos na medida do possível para cumprir todas as Dez, pois essa obediência representa parte integrante dos merecimentos para a salvação na Eternidade (Tiago 2:10-11). Não pode ser negado que para realçar completamente que o Jesus da Graça e da Liberdade, no Sermão do Monte, em Mateus 5:17 e seguintes, se referia aos Mandamentos do Decálogo, na sequência cita dois dos Dez Mandamentos como completamente válidos e ainda aumenta a dificuldade de o ser humano observar essas duas leis: “Ouviste dos antigos: não matarás, mas qualquer um que se indispor com seu irmão (o semelhante) já pecou em seu coração”. Mateus, 5:21. “Ouviste dos profetas: não adulterarás, mas qualquer um que olhar com cobiça para uma mulher já pecou em seu coração”. Mateus 5:27. “Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til jamais passará da lei sem que tudo seja cumprido”. Está Escrito que tudo será cumprido na Consumação dos Séculos, no Grande Dia de Jesus, quando os Portais do Reino de Deus serão abertos aos mortais de Jesus, antes fechados desde Adão e Eva (João 14:1 – 3). Abaixo temos mais uma gigantesca evidência da validade das Dez Leis, também no Evangelho: “Qualquer, pois, que violar um destes mandamentos, por menor que seja, e assim ensinar aos homens, será chamado o menor no reino dos céus; aquele, porém, que os cumprir e ensinar será chamado grande no reino dos céus”. Jesus, no Sermão do Monte, em Mateus 5:18-19, realçando, novamente o Decálogo de Deus também no Evangelho. Infelizmente, quase todos os pastores evangélicos, convenientemente para eles próprios, com “naturalidade” se esquivam dos preceitos do Evangelho que não lhes interessam por se contraporem às suas doutrinas que os acusam perante as Escrituras, bloqueiam e anestesiam as suas consciências tentando enganar-se, para, propositadamente, não conseguirem entender que as Dez Leis das Rochas de Deus são para sempre, inclusive o Quarto Mandamento, a lei do Sétimo Dia instituída na Criação do mundo para ser observado pela Humanidade como parte da salvação. Outros se apegam ao preceito “Eu e meu Pai trabalhamos também aos sábados”, tentando, ardilosamente, colocar Jesus contra o Sábado. Ora, sabendo-se que aos sábados Jesus só praticava a caridade e que, quanto ao Pai, o Universo todo obedece a leis pré-estabelecidas por ele, e que por isso mesmo não necessita e nem pretende ficar a intervir na Natureza (Gênesis 8:21), é fácil entender e concluir que Jesus quis dizer que tanto ele como Deus Pai agem a favor das pessoas também aos sábados. Jesus acabara de curar um homem e apenas por isso foi injustamente acusado de violar os sábados: . “E aquele homem foi, e anunciou aos judeus que Jesus era o que o curara. E por esta causa os judeus perseguiram a Jesus, e procuravam matá-lo, porque fazia estas coisas no sábado. E Jesus lhes respondeu: Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também”. João 5:15-17. Ora, amigos fariseus de hoje, se o Senhor Deus instituiu o Sétimo Dia também como um sinal entre ele e a Humanidade, poderia esse dia sagrado, esse sinal, ser mudado para um dia comum (sem isso estar registrado no Evangelho), se Deus é imutável em suas proclamações? Portanto, até um tolo concluirá que, também por isso, o sábado é para sempre e ponto final! O Senhor criou o sábado também como um Sinal entre ele e a humanidade, também por isso fica provado que: como Deus não muda, jamais transferiria esse Sinal para o tal domingo, o primeiro dia de trabalho aos tempos de Jesus homem. É ou não é? Em correspondência com clérigos católicos, anciãos e pastores evangélicos, teólogos, quase todos eles imitando o papado romano do engano satânico -, afirmaram que ao guardarem o domingo contra o sábado estão honrando a Jesus Cristo por sua grande vitória ao ressuscitar num domingo. Ora, que beleza! Mas não há uma única linha no Evangelho que incite o cristão a trocar o sábado pelo domingo por conta da ressurreição de Jesus, nem escrito pelos evangelistas, nem por João no Apocalipse e nem pelo apóstolo Paulo, mesmo décadas após Jesus, pois se uma tola invencionice dessas fosse possível, por certo Paulo teria registrado isso pelo menos em uma de suas Encíclicas. É ou não é? Mas com certeza que é! Ao contrário, Está Escrito que Paulo levava toda a sua Igreja a louvar aos sábados, o que só isso anula totalmente o tal domingo dos homens como o “Dia do Senhor”. Estudando-se o Novo Testamento com critério e atenção, concluímos que a palavra de Deus não atribui nenhum significado litúrgico ao dia da ressurreição, simplesmente porque esse acontecimento tem de ser visto apenas como uma realidade existencial experimentada pelo poder do Cristo vitorioso também sobre sua própria morte. De modo algum a ressurreição de Jesus pode ser vista como uma prática cristã associada a culto aos domingos. Cristo, que havia ressuscitado a outros, não poderia ser vencido pela morte, o que anula totalmente a pretendida importância do tal domingo. Mas a Monumental Vitória de Jesus Cristo deu-se com a sua sofrida Morte na cruz! Ora, então porque tanta gente se posiciona contra Deus desrespeitando os seus sábados e usando estatuetas, imagens e figuras abominadas por ele? A respeito disso vamos contar uma historinha verídica, que além de exibir um resumo das Raízes da Igreja (o que aconteceu com a Igreja de Jesus e o que vai acontecer com a Igreja Desviada no Grande Dia de Jesus), nos mostra, claramente, como o mundo cristão foi levado por Satanás a um gigantesco erro: —————————————————————————————————————— Era uma vez um ser espiritual, que antes, no Céu, foi Aurora e Luz, provavelmente o anjo brilhante mais próximo de Deus, mas expulso do Céu com seus seguidores só o que conseguiu, depois, foi disfarçar-se de Luz. Ele é espírito poderoso, mentiroso, enganador, tremendamente impiedoso, mas belo, ardiloso e astuto chamado Satanás (II Coríntios 11:14). Como ele não conseguiu barrar o nascimento da Igreja de Jesus, citada no Apocalipse, capítulo 12, passou a perseguir a descendência dessa Igreja ao perseguir os santos vivos: “O dragão irou-se com a Mulher (a Igreja de Deus) e foi fazer guerra aos outros seus filhos que guardam os Mandamentos de Deus e retêm o testemunho de Cristo”. Apocalipse 12:17. As profecias do Livro da Revelação prediziam que Satanás (e sua turba de demônios) venceria os santos, em sua maioria, como de fato venceu-os ao rolar dos séculos, permanecendo completamente fiéis ao Senhor, segundo a Bíblia, apenas os remanescentes, os santos em vida, os da Palavra Escrita e nada mais, que por isso mesmo passaram a ser perseguidos de morte e multidões deles, de fato, foram barbaramente supliciados (os frades dominicanos torturadores seguiam um manual da tortura elaborado pelo bispo dominicano Inquisidor Bernardus Guidonis para provocar as piores dores possíveis sem matar, pois a morte teria de ser pelo fogo, e em público para “servir de exemplo”). Os perseguidos pelo clero tiveram saqueados os bens familiares após serem enforcados ou queimados vivos pelo papado romano (a Besta do Apocalipse) das épocas mais negras da corrupção da Igreja Católica “Apostólica” Romana, certamente regida pelo próprio Belzebu. Foi-lhe permitido fazer guerra aos santos e vencê-los. Apocalipse 13:7. Mas como Satanás conseguiu vencer os santos vivos? Como os chefes cristãos foram corrompidos? Segundo o Evangelho e suas profecias é fácil concluir que Satanás, por certo muito irado por não ter conseguido vencer a Jesus na tentação do deserto, e nem de barrar o difícil nascimento da Igreja cristã (Apocalipse 12:2), prometeu vingar-se do Senhor Deus – seu gigantesco inimigo – da forma mais agressiva e predadora possível. O odioso objetivo de Satã era o de dar o maior prejuízo possível à Religião de Jesus. Por três séculos após Jesus, com tenacidade ferrenha, Satanás patrocinou extensas tribulações aos cristãos através das ferozes perseguições romanas, inicialmente com N

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s