Prelúdio ao descanso

Lições da Bíblia1

No princípio, Deus estava ali. Ele falou e tudo passou a existir. A luz separou o dia da noite; o firmamento, o céu e os mares passaram a existir no segundo dia; a terra seca e a vegetação vieram no terceiro. Deus formou a estrutura básica do tempo e da geografia e a preencheu nos três dias seguintes. Os luzeiros governavam o céu de dia e de noite. Diferentemente das histórias das culturas antigas, o relato bíblico diz que o Sol, a Lua e as estrelas não são deuses. Eles entraram em cena somente no quarto dia e estavam sujeitos à palavra do Criador. A descrição que Moisés fez do quinto e sexto dias (Gn 1:20-31) é repleta de vida e beleza. Pássaros, peixes, animais terrestres – todos ocupavam o espaço preparado por Deus.

1. O que a avaliação de Deus indica sobre a criação? Gn 1:1-31

Gn 1:1-31 (ARA)2: “1 No princípio, criou Deus os céus e a terra. 2 A terra, porém, estava sem forma e vazia; havia trevas sobre a face do abismo, e o Espírito de Deus pairava por sobre as águas.

3 Disse Deus: Haja luz; e houve luz. 4 E viu Deus que a luz era boa; e fez separação entre a luz e as trevas. 5 Chamou Deus à luz Dia e às trevas, Noite. Houve tarde e manhã, o primeiro dia.

6 E disse Deus: Haja firmamento no meio das águas e separação entre águas e águas. 7 Fez, pois, Deus o firmamento e separação entre as águas debaixo do firmamento e as águas sobre o firmamento. E assim se fez. 8 E chamou Deus ao firmamento Céus. Houve tarde e manhã, o segundo dia.

9 Disse também Deus: Ajuntem-se as águas debaixo dos céus num só lugar, e apareça a porção seca. E assim se fez. 10 À porção seca chamou Deus Terra e ao ajuntamento das águas, Mares. E viu Deus que isso era bom. 11 E disse: Produza a terra relva, ervas que deem semente e árvores frutíferas que deem fruto segundo a sua espécie, cuja semente esteja nele, sobre a terra. E assim se fez. 12 A terra, pois, produziu relva, ervas que davam semente segundo a sua espécie e árvores que davam fruto, cuja semente estava nele, conforme a sua espécie. E viu Deus que isso era bom. 13 Houve tarde e manhã, o terceiro dia.

14 Disse também Deus: Haja luzeiros no firmamento dos céus, para fazerem separação entre o dia e a noite; e sejam eles para sinais, para estações, para dias e anos. 15 E sejam para luzeiros no firmamento dos céus, para alumiar a terra. E assim se fez. 16 Fez Deus os dois grandes luzeiros: o maior para governar o dia, e o menor para governar a noite; e fez também as estrelas. 17 E os colocou no firmamento dos céus para alumiarem a terra, 18 para governarem o dia e a noite e fazerem separação entre a luz e as trevas. E viu Deus que isso era bom. 19 Houve tarde e manhã, o quarto dia.

20 Disse também Deus: Povoem-se as águas de enxames de seres viventes; e voem as aves sobre a terra, sob o firmamento dos céus. 21 Criou, pois, Deus os grandes animais marinhos e todos os seres viventes que rastejam, os quais povoavam as águas, segundo as suas espécies; e todas as aves, segundo as suas espécies. E viu Deus que isso era bom. 22 E Deus os abençoou, dizendo: Sede fecundos, multiplicai-vos e enchei as águas dos mares; e, na terra, se multipliquem as aves. 23 Houve tarde e manhã, o quinto dia.

24 Disse também Deus: Produza a terra seres viventes, conforme a sua espécie: animais domésticos, répteis e animais selváticos, segundo a sua espécie. E assim se fez. 25 E fez Deus os animais selváticos, segundo a sua espécie, e os animais domésticos, conforme a sua espécie, e todos os répteis da terra, conforme a sua espécie. E viu Deus que isso era bom.

26 Também disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; tenha ele domínio sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus, sobre os animais domésticos, sobre toda a terra e sobre todos os répteis que rastejam pela terra. 27 Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. 28 E Deus os abençoou e lhes disse: Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus e sobre todo animal que rasteja pela terra. 29 E disse Deus ainda: Eis que vos tenho dado todas as ervas que dão semente e se acham na superfície de toda a terra e todas as árvores em que há fruto que dê semente; isso vos será para mantimento. 30 E a todos os animais da terra, e a todas as aves dos céus, e a todos os répteis da terra, em que há fôlego de vida, toda erva verde lhes será para mantimento. E assim se fez. 31 Viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom. Houve tarde e manhã, o sexto dia.”

Deus não criou um espaço qualquer; era um lugar perfeito. Criaturas enchiam a Terra. Como o refrão de uma melodia, Deus dizia que tudo “era bom”, ao término de cada dia.

2. O que foi diferente na criação da humanidade em relação ao restante das criaturas da Terra? Gn 1:26, 27; 2:7, 21-24

Gn 1:26, 27 (ARA)2: “26 Também disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; tenha ele domínio sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus, sobre os animais domésticos, sobre toda a terra e sobre todos os répteis que rastejam pela terra. 27 Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.

Gn 2:7, 21-24 (ARA)2: “Então, formou o Senhor Deus ao homem do pó da terra e lhe soprou nas narinas o fôlego de vida, e o homem passou a ser alma vivente. […] 21 Então, o Senhor Deus fez cair pesado sono sobre o homem, e este adormeceu; tomou uma das suas costelas e fechou o lugar com carne. 22 E a costela que o Senhor Deus tomara ao homem, transformou-a numa mulher e lha trouxe. 23 E disse o homem: Esta, afinal, é osso dos meus ossos e carne da minha carne; chamar-se-á varoa, porquanto do varão foi tomada. 24 Por isso, deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne.

Deus Se inclinou e começou a dar forma ao barro. A criação da humanidade à imagem e semelhança de Deus é uma lição prática de intimidade e proximidade. Deus Se inclinou e soprou o fôlego de vida nas narinas de Adão, e ali estava então um ser vivo. A criação especial de Eva a partir da costela de Adão adiciona outro elemento importante à semana da criação. O casamento é parte do plano de Deus para a humanidade – uma parceria sagrada entre ‘ish e ‘ishshah, “homem” e “mulher”.

Quando Deus examinou tudo o que tinha feito no sexto dia, o refrão soou diferente: “Deus viu tudo o que havia feito, e eis que era muito bom” (Gn 1:31, ênfase acrescentada).

Pense na diferença radical entre a história bíblica da criação e as narrativas que não têm a orientação da Bíblia. Precisamos depender da Palavra de Deus para entender a verdade?

Domingo, 22 de agosto de 2021. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Descanso em Cristo. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 505, jul. ago. set. 2021. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Os ritmos do descanso

Lições da Bíblia1

“E Deus abençoou o sétimo dia e o santificou; porque nele descansou de toda a obra que, como Criador, tinha feito” (Gn 2:3).

Imagine como foram os atos da criação – luz em meio às trevas, oceanos repletos de vida, pássaros levantando voo. E a criação sobrenatural de Adão e Eva? Não podemos sequer começar a compreender como Deus fez isso.

No entanto, depois da criação ativa, Deus voltou Sua atenção para outra coisa. Não parecia tão espetacular quanto baleias saltitantes ou deslumbrantes exibições de penas. Deus simplesmente criou um dia, o sétimo dia, e o tornou especial. Mesmo antes que a humanidade se precipitasse na vida estressante imposta por nós mesmos, Deus estabeleceu um marcador como auxílio vivo à memória. Ele queria que esse dia fosse um momento para interrompermos nossas atividades e aproveitarmos a vida – um dia para ser e não fazer, para celebrar a dádiva da relva, do ar, da vida selvagem, da água, das pessoas e, acima de tudo, do Criador de toda boa dádiva.

Esse convite ao descanso continuou mesmo depois que o primeiro casal foi exilado do Éden. Deus queria ter certeza de que o convite resistiria ao teste do tempo e, portanto, desde o início, Ele o entrelaçou na própria estrutura do tempo.

Nesta semana estudaremos o maravilhoso convite de Deus para entrarmos, repetidamente, em um descanso dinâmico, a cada sete dias.

Sábado, 21 de agosto de 2021. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Descanso em Cristo. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 505, jul. ago. set. 2021. Adulto, Professor. 

Exaustos e cansados

Lições da Bíblia1

1. Leia Gênesis 2:1-3. Por que Deus criou um dia de descanso antes mesmo que alguém ficasse cansado?

Gênesis 2:1-3 (ARA)2: “1 Assim, pois, foram acabados os céus e a terra e todo o seu exército. 2 E, havendo Deus terminado no dia sétimo a sua obra, que fizera, descansou nesse dia de toda a sua obra que tinha feito.E abençoou Deus o dia sétimo e o santificou; porque nele descansou de toda a obra que, como Criador, fizera.

Antes que o homem passasse a viver de modo estressante, Deus estabeleceu um marco, uma forma viva de estimular nossa memória: um dia para dar uma pausa e deliberadamente aproveitar a vida, um tempo para ser e não fazer, para celebrar especialmente a dádiva da relva, do ar, da vida selvagem, da água, das pessoas e, acima de tudo, do Criador de toda boa dádiva. Aquele convite não expirou quando o homem foi expulso do Éden. Deus queria garantir que o convite resistiria ao teste do tempo e, portanto, desde o início, o Senhor colocou o descanso sabático na estrutura do tempo. Sempre haveria o convite a uma tranquila celebração da criação a cada sete dias.

Com todos os nossos dispositivos para economizar tempo de trabalho, hoje deveríamos estar menos cansados do que as pessoas que viveram nos séculos passados. No entanto, o descanso parece estar em falta. Mesmo quando não estamos trabalhando, somos envolvidos por atividades frenéticas. Sempre parece que, de alguma forma, estamos atrasados; por mais que consigamos fazer as coisas, sempre há mais a fazer.

Pesquisas mostram que dormimos menos e que muitos dependem da cafeína para continuar suas atividades. Temos telefones celulares mais rápidos, computadores mais rápidos, conexões de internet mais rápidas, mas parece que nunca temos tempo suficiente.

2. Por que descansar é importante? Mc 6:31; Sl 4:8; Êx 23:12; Dt 5:14; Mt 11:28

Mc 6:31 (ARA)2: “E ele lhes disse: Vinde repousar um pouco, à parte, num lugar deserto; porque eles não tinham tempo nem para comer, visto serem numerosos os que iam e vinham.”

Sl 4:8 (ARA)2: “Em paz me deito e logo pego no sono, porque, Senhor, só tu me fazes repousar seguro.”

Êx 23:12 (ARA)2: “12 Seis dias farás a tua obra, mas, ao sétimo dia, descansarás; para que descanse o teu boi e o teu jumento; e para que tome alento o filho da tua serva e o forasteiro.

Dt 5:14 (ARA)2: “Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor, teu Deus; não farás nenhum trabalho, nem tu, nem o teu filho, nem a tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu boi, nem o teu jumento, nem animal algum teu, nem o estrangeiro das tuas portas para dentro, para que o teu servo e a tua serva descansem como tu;

Mt 11:28 (ARA)2: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei.

O Criador sabia que precisaríamos de descanso. Ele formou ciclos no tempo – as noites e o sábado – para nos dar a chance do repouso. Aceitar Jesus como Senhor da vida significa reservar tempo para descansar. Afinal, o mandamento do sábado não é apenas uma sugestão!

O que você pode fazer para vivenciar mais o descanso físico e espiritual que Deus deseja para nós?

Domingo, 27 de junho de 2021. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Descanso em Cristo. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 505, jul. ago. set. 2021. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

O sinal da aliança – Estudo adicional

Lições da Bíblia1

Textos de Ellen G. White: Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, v. 7, p. 1.096; Testemunhos Para a Igreja, v. 6, p. 349-351 (“A observância do sábado”); Patriarcas e Profetas, p. 295-297 (“Do Mar Vermelho ao Sinai”).

Os Dez Mandamentos definem de maneira abrangente e fundamental as relações entre Deus e o ser humano e também entre o ser humano e seus semelhantes. No decálogo, o mandamento do sábado é central. Ele identifica o Senhor do sábado de modo especial e indica Sua esfera de autoridade e propriedade. Observe estes dois aspectos: (1) a identidade da Divindade: Yahweh (SENHOR), que é o Criador (Êx 20:11; 31:17) e que, portanto, ocupa lugar singular; (2) a esfera de Sua propriedade e autoridade – “os céus e a Terra, o mar e tudo o que neles há” (Êx 20:11; compare com Êx 31:17). Nesses dois aspectos, o mandamento do sábado tem as características típicas dos selos de documentos de tratados internacionais do antigo Oriente Próximo. Esses selos geralmente estão no centro de documentos de tratados e contêm (1) a identidade da divindade (geralmente um deus pagão) e (2) a esfera de propriedade e autoridade (geralmente uma área geográfica limitada).

“A santificação do Espírito assinala a diferença entre os que têm o selo de Deus e os que guardam um dia de repouso espúrio. Quando vier a prova, será mostrado claramente o que é a marca da besta. Ela é a observância do domingo […]. Deus designou o sétimo dia como seu dia de repouso [citado Êx 31:13, 17, 16]. Assim é traçada a distinção entre os leais e os desleais. Aqueles que desejam ter o selo de Deus em sua fronte devem guardar o sábado do quarto mandamento” (Ellen G. White, Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, v. 7, p. 1.096).

Perguntas para consideração

1. Levítico 19:30 relaciona o santuário e o sábado. Considerando o que aprendemos sobre o sábado como sinal, por que essa relação tem sentido?

2. A guarda do sábado tem ajudado sua vida? Você precisa fazer mudanças?

Resumo: O sábado é o sinal da aliança que vai até a consumação do plano da salvação; aponta para a criação passada, e, como sinal da aliança da graça, para a restauração final, quando Deus renovará todas as coisas.

Sexta-feira, 28 de maio de 2021. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. A promessa: a aliança eterna de Deus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 504, abr. maio. jun. 2021. Adulto, Professor. 

Lembrando do sábado

Lições da Bíblia1

“Lembre-se do dia de sábado, para o santificar” (Êx 20:8).

O sábado foi e é um sinal para que o homem se lembrasse. O uso da palavra “lembrar” pode servir para várias funções. Em primeiro lugar, lembrar-se de algo envolve olhar para trás, pensar no passado. Nesse caso, o sábado nos indica a criação feita por Deus, que culminou com a instituição do sábado como dia semanal de descanso e comunhão especial com o Senhor.

A ordem para que nos lembremos também tem implicações para o presente. Não devemos apenas nos “lembrar” do sábado (Êx 20:8); devemos “observá-lo” e “guardá-lo” (veja Dt 5:12). Portanto, o sábado tem implicações importantes para nós hoje.

Por fim, a lembrança do sábado também nos indica o futuro. A pessoa que se lembra de guardar o sábado tem um futuro promissor, rico e significativo com o Senhor do sábado. Essa pessoa permanece na relação de aliança, pois permanece no Criador. Novamente, quando entendemos que a aliança é um relacionamento entre Deus e a humanidade, o sábado, que fortalece esse relacionamento, ganha destaque específico.

De fato, ao lembrar-se da criação e de seu Criador, o povo de Deus também se lembra dos graciosos atos de salvação de Deus (veja Dt 5:14 [“Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor, teu Deus; não farás nenhum trabalho, nem tu, nem o teu filho, nem a tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu boi, nem o teu jumento, nem animal algum teu, nem o estrangeiro das tuas portas para dentro, para que o teu servo e a tua serva descansem como tu;”], em que o sábado é visto, nesse contexto, como sinal de libertação do Egito, um símbolo da salvação suprema encontrada em Deus). A criação e a recriação estão interligadas. A primeira torna possível a última. O sábado é um sinal que comunica que Deus é o Criador do mundo e o Criador da nossa salvação.

“Santificando Seu santo sábado, devemos mostrar que somos Seu povo. Sua Palavra declara que o sábado é um sinal distintivo do povo que observa os mandamentos […]. Os que observam a lei de Deus serão um com Ele no grande conflito iniciado no Céu entre Satanás e Deus” (Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, v. 2, p. 160).

6. Observe novamente essa declaração de Ellen G. White. Por que o sábado nos distingue como o “povo que observa os mandamentos” mais do que, talvez, qualquer um dos outros mandamentos?

Não é fácil guardar o sábado. Muitos têm tropeçado nesse mandamento. No entanto, ele distingue o verdadeiro povo de Deus.

Quinta-feira, 27 de maio de 2021. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. A promessa: a aliança eterna de Deus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 504, abr. maio. jun. 2021. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Sinal de santificação

Lições da Bíblia1

“Certamente vocês guardarão os Meus sábados, pois é sinal entre Mim e vocês de geração em geração, para que vocês saibam que Eu sou o Senhor, que os santifica” (Êx 31:13).

Êxodo 31:12-17 é um texto excepcionalmente rico a respeito do sábado, e vem logo após as orientações do Senhor para a construção do santuário e o estabelecimento de seus rituais (Êx 25:1–31:11).

O conceito do sábado como um “sinal” visível, exterior e eterno entre Deus e Seu povo é expresso dessa maneira pela primeira vez. O texto contém alguns conceitos impressionantes que merecem nosso estudo. Duas novas ideias são reunidas nesse texto:

1. O sábado como sinal de conhecimento;

2. O sábado como sinal de santificação;

Considere o aspecto do sinal relacionado ao conhecimento. A compreensão hebraica de conhecimento inclui aspectos intelectuais, relacionais e emocionais. “Conhecer” não significava simplesmente saber um fato, especialmente quando uma pessoa estivesse envolvida. “Conhecer” também significava ter um relacionamento significativo com a pessoa conhecida. Assim, conhecer o Senhor significava estar no relacionamento certo com Ele – servi-Lo (1Cr 28:9), temê-Lo (Is 11:2), crer Nele (Is 43:10), confiar Nele, buscá-Lo (Sl 9:10) e invocar Seu nome (Jr 10:25).

5. Consulte cada um dos textos do parágrafo acima. De que maneira eles nos ajudam a entender o que significa “conhecer” o Senhor?

Servi-Lo – 1Cr 28:9 (ARA)2: “Tu, meu filho Salomão, conhece o Deus de teu pai e serve-o de coração íntegro e alma voluntária; porque o Senhor esquadrinha todos os corações e penetra todos os desígnios do pensamento. Se o buscares, ele deixará achar-se por ti; se o deixares, ele te rejeitará para sempre.”

Temê-Lo – Is 11:2 (ARA)2: “Repousará sobre ele o Espírito do Senhor, o Espírito de sabedoria e de entendimento, o Espírito de conselho e de fortaleza, o Espírito de conhecimento e de temor do Senhor.”

Crer Nele – Is 43:10 (ARA)2: “Vós sois as minhas testemunhas, diz o Senhor, o meu servo a quem escolhi; para que o saibais, e me creiais, e entendais que sou eu mesmo, e que antes de mim deus nenhum se formou, e depois de mim nenhum haverá.

Confiar Nele, buscá-Lo – Sl 9:10 (ARA)2: “Em ti, pois, confiam os que conhecem o teu nome, porque tu, Senhor, não desamparas os que te buscam.”

Invocar Seu nome – Jr 10:25 (ARA)2: “Derrama a tua indignação sobre as nações que não te conhecem e sobre os povos que não invocam o teu nome; porque devoraram a Jacó, devoraram-no, consumiram-no e assolaram a sua morada.”

O sábado também é um sinal de santificação. Significa que o Senhor “santifica” Seu povo (compare com Lv 20:8 [“Guardai os meus estatutos e cumpri-os. Eu sou o Senhor, que vos santifico.”]; Dt 7:6 [“6 Porque tu és povo santo ao Senhor, teu Deus; o Senhor, teu Deus, te escolheu, para que lhe fosses o seu povo próprio, de todos os povos que há sobre a terra.”]).

O processo de santificação é obra do amor redentivo de Deus e revela salvação e redenção. Tanto a justiça (justificação) quanto a santificação são obras Dele: “Eu sou o Senhor, que os santifico” (Lv 20:8). Portanto, o sábado é um sinal que dá conhecimento de Deus como Santificador. “Dado ao mundo como sinal do Criador, o sábado é também o sinal de Deus como nosso Santificador” (Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v. 6, p. 350).

Qual é a função da guarda do sábado no processo de santificação? Como o Senhor usa nossa experiência de guardar o sábado para nos santificar?

Quarta-feira, 26 de maio de 2021. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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O sábado antes do Sinai

Lições da Bíblia1

“Ele respondeu: – Isto é o que disse o Senhor: ‘Amanhã é repouso, o santo sábado dedicado ao Senhor. O que vocês quiserem assar no forno, assem, e o que quiserem cozinhar em água, cozinhem; e tudo o que sobrar separem, guardando para a manhã seguinte’” (Êx 16:23).

Examine Êxodo 16, a história do maná concedido a Israel no deserto, antes do Sinai. Observe o que esse relato revela:

1. Apenas uma porção regular de maná podia ser usada a cada dia, mas no sexto dia uma porção dobrada devia ser colhida.

2. O maná não era dado no sábado.

3. A porção extra necessária para o sábado era guardada sem estragar do sexto para o sétimo dia, enquanto o maná não se conservava nos outros dias.

3. O que essa história revela sobre a santidade do sábado antes da promulgação da lei no Sinai? Êxodo 16:23-28

Êxodo 16:23-28 (ARA)2: “23 Respondeu-lhes ele: Isto é o que disse o Senhor: Amanhã é repouso, o santo sábado do Senhor; o que quiserdes cozer no forno, cozei-o, e o que quiserdes cozer em água, cozei-o em água; e tudo o que sobrar separai, guardando para a manhã seguinte. 24 E guardaram-no até pela manhã seguinte, como Moisés ordenara; e não cheirou mal, nem deu bichos. 25 Então, disse Moisés: Comei-o hoje, porquanto o sábado é do Senhor; hoje, não o achareis no campo. 26 Seis dias o colhereis, mas o sétimo dia é o sábado; nele, não haverá. 27 Ao sétimo dia, saíram alguns do povo para o colher, porém não o acharam. 28 Então, disse o Senhor a Moisés: Até quando recusareis guardar os meus mandamentos e as minhas leis?”

“Na verdade, o fato de que o sábado era considerado o sétimo dia, a declaração de que o Senhor havia dado o sábado aos israelitas, e o registro de que o povo, por ordem de Deus, havia descansado no sétimo dia – tudo apontava inequivocamente para a instituição original do sábado [na criação]” (G. F. Waterman, The Zondervan Pictorial Encyclopedia of the Bible, v. 5, p. 184).

Há muito mais sobre o sábado em Êxodo 16 do que se vê à primeira vista. Esse trecho nos ensina:

1. Qual é o dia de preparação para o sábado.

2. Qual dia da semana é o sábado.

3. De onde veio o sábado.

4. Que tipo de dia deveria ser o sábado.

5. Seria o sábado um dia de jejum?

6. O sábado como prova de lealdade a Deus.

Como sua compreensão do sábado se compara com o ensino de Êxodo 16?

Segunda-feira, 24 de maio de 2021. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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O sinal da aliança

Lições da Bíblia1

“Os filhos de Israel guardarão o sábado, celebrando-o por aliança perpétua de geração em geração” (Êx 31:16).

O sábado é como um prego martelado que, com regularidade constante, nos faz voltar cada semana ao fundamento de tudo o que somos ou podemos ser. Estamos sempre tão ocupados, correndo atrás de nossos afazeres, ganhando e gastando dinheiro, correndo para lá e para cá, indo a todos os lugares. Mas então chega o sábado, que nos conduz novamente ao nosso fundamento, o ponto de partida de tudo, pois o que tem significado para nós existe unicamente porque Deus o criou e a nós também.

Com incessante regularidade e sem exceções, o sábado surge silenciosamente no horizonte e em cada fresta e fissura da nossa vida. Ele nos lembra de que tudo pertence ao Criador, Aquele que nos colocou aqui, o Deus que “no princípio” criou os Céus e a Terra, um ato que continua sendo o fundamento de toda a fé cristã e do qual o sábado é o sinal irrefutável e insubstituível.

Nesta semana, examinaremos esse sinal no contexto da aliança do Sinai.

Resumo da semana: Qual é a origem do sábado? Quais evidências provam que o sábado existia antes do Sinai? O que torna o sábado um sinal da aliança tão apropriado?

Sábado, 22 de maio de 2021. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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