O sábado e a teoria da evolução

Lições da Bíblia

“Assim como Satanás tem sido bem-sucedido em enganar o mundo quanto à imortalidade da alma, ele também tem obtido tanto sucesso, senão mais, ao usurpar o sábado bíblico e mudá-lo para o domingo (veja as Lições das semanas 6 e 8). Ele tem feito isso ao longo da maior parte da história cristã.”1

“Nos últimos anos, o diabo surgiu com outro engano que diminui a influên­cia do sábado na mente das pessoas: a teoria da evolução.”1

“4. Leia Gênesis 1–2:3. Como o Senhor criou o nosso mundo e quanto tempo demorou para fazê-lo?”1

Gênesis (1-2:3 ARA): 1 No princípio, criou Deus os céus e a terra. 2 A terra, porém, estava sem forma e vazia; havia trevas sobre a face do abismo, e o Espírito de Deus pairava por sobre as águas. 3 Disse Deus: Haja luz; e houve luz. 4 E viu Deus que a luz era boa; e fez separação entre a luz e as trevas. 5 Chamou Deus à luz Dia e às trevas, Noite. Houve tarde e manhã, o primeiro dia. 6 E disse Deus: Haja firmamento no meio das águas e separação entre águas e águas. 7 Fez, pois, Deus o firmamento e separação entre as águas debaixo do firmamento e as águas sobre o firmamento. E assim se fez. 8 E chamou Deus ao firmamento Céus. Houve tarde e manhã, o segundo dia. 9 Disse também Deus: Ajuntem-se as águas debaixo dos céus num só lugar, e apareça a porção seca. E assim se fez. 10 À porção seca chamou Deus Terra e ao ajuntamento das águas, Mares. E viu Deus que isso era bom. 11 E disse: Produza a terra relva, ervas que dêem semente e árvores frutíferas que dêem fruto segundo a sua espécie, cuja semente esteja nele, sobre a terra. E assim se fez. 12 A terra, pois, produziu relva, ervas que davam semente segundo a sua espécie e árvores que davam fruto, cuja semente estava nele, conforme a sua espécie. E viu Deus que isso era bom. 13 Houve tarde e manhã, o terceiro dia. 14 Disse também Deus: Haja luzeiros no firmamento dos céus, para fazerem separação entre o dia e a noite; e sejam eles para sinais, para estações, para dias e anos. 15 E sejam para luzeiros no firmamento dos céus, para alumiar a terra. E assim se fez. 16 Fez Deus os dois grandes luzeiros: o maior para governar o dia, e o menor para governar a noite; e fez também as estrelas. 17 E os colocou no firmamento dos céus para alumiarem a terra, 18 para governarem o dia e a noite e fazerem separação entre a luz e as trevas. E viu Deus que isso era bom. 19 Houve tarde e manhã, o quarto dia. 20 Disse também Deus: Povoem-se as águas de enxames de seres viventes; e voem as aves sobre a terra, sob o firmamento dos céus. 21 Criou, pois, Deus os grandes animais marinhos e todos os seres viventes que rastejam, os quais povoavam as águas, segundo as suas espécies; e todas as aves, segundo as suas espécies. E viu Deus que isso era bom. 22 E Deus os abençoou, dizendo: Sede fecundos, multiplicai-vos e enchei as águas dos mares; e, na terra, se multipliquem as aves. 23 Houve tarde e manhã, o quinto dia. 24 Disse também Deus: Produza a terra seres viventes, conforme a sua espécie: animais domésticos, répteis e animais selváticos, segundo a sua espécie. E assim se fez. 25 E fez Deus os animais selváticos, segundo a sua espécie, e os animais domésticos, conforme a sua espécie, e todos os répteis da terra, conforme a sua espécie. E viu Deus que isso era bom. 26 Também disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; tenha ele domínio sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus, sobre os animais domésticos, sobre toda a terra e sobre todos os répteis que rastejam pela terra. 27 Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. 28 E Deus os abençoou e lhes disse: Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus e sobre todo animal que rasteja pela terra. 29 E disse Deus ainda: Eis que vos tenho dado todas as ervas que dão semente e se acham na superfície de toda a terra e todas as árvores em que há fruto que dê semente; isso vos será para mantimento. 30 E a todos os animais da terra, e a todas as aves dos céus, e a todos os répteis da terra, em que há fôlego de vida, toda erva verde lhes será para mantimento. E assim se fez. 31 Viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom. Houve tarde e manhã, o sexto dia. – 1 Assim, pois, foram acabados os céus e a terra e todo o seu exército. 2 E, havendo Deus terminado no dia sétimo a sua obra, que fizera, descansou nesse dia de toda a sua obra que tinha feito. 3 E abençoou Deus o dia sétimo e o santificou; porque nele descansou de toda a obra que, como Criador, fizera.”.

“Esses versos revelam dois pontos sobre o relato da criação. Primeiramente, tudo foi planejado e calculado; nada foi aleatório, arbitrário nem por acaso. As Escrituras não deixam espaço para o acaso no processo da criação.”1

“Em segundo lugar, os textos revelam inequivocamente que cada criatura foi feita segundo a sua própria espécie; isto é, cada uma foi feita separada e distintamente das outras. A Bíblia não ensina nada sobre um ancestral natural comum (por exemplo, uma célula primitiva simples) para toda a vida na Terra.”1

“Mesmo partindo de uma interpretação não literal de Gênesis, esses dois pontos são óbvios: nada foi aleatório na criação, e não houve um ancestral natural comum para todas as espécies.”1

“Então vem a evolução darwiniana que, em suas várias formas, ensina duas coisas: aleatoriedade e um ancestral natural comum para todas as espécies.”1

“Por que então muitas pessoas interpretam o Gênesis através da lente de uma teoria que, em seu nível mais básico, contradiz os fundamentos do relato bíblico? Na verdade, o erro da evolução não tem apenas arrastado milhões de pessoas secularizadas, mas muitos cristãos professos acreditam que podem harmonizá-lo com a fé cristã, apesar das contradições evidentes que acabamos de mencionar.”1

“No entanto, as implicações da evolução no contexto dos eventos finais tornam ainda mais evidente o perigo desse engano. Por que levar a sério um dia, o sábado, como um memorial de uma criação que não demorou seis dias, mas cerca de 3 bilhões de anos (a última atualização de quando a vida supostamente começou na Terra)? A evolução despoja o sétimo dia de qualquer importância real, pois transforma os seis dias da criação em nada além de um mito semelhante ao que diz que Rômulo e Remo foram criados por lobos. Além disso, quem, ao acreditar que a criação exigiu bilhões de anos em vez de seis dias, realmente arriscaria ser perseguido ou morto defendendo o sábado em oposição ao domingo?”1

Quarta-feira, 30 de maio de 2018. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Preparação para o tempo do fim. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 492, abr. maio jun. 2018. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

A “mudança” da lei – Estudo adicional

Lições da Bíblia
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Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

Estudo adicional

“O mesmo dragão, Satanás, que guerreou contra Deus no Céu (Ap 12:7) guerreia contra o povo de Deus na Terra, os que ‘guardam os mandamentos de Deus’ (Ap 12:17; 13:2, 4). Na verdade, o próprio Satanás também se torna objeto de adoração (Ap 13:4). Portanto, a guerra que o inimigo iniciou no Céu contra Deus, ele busca continuar na Terra. E o seu ataque à lei divina é fundamental à sua investida contra o Altíssimo.”1

“‘No quarto mandamento, Deus é revelado como Criador do Céu e da Terra, e por isso Se distingue de todos os falsos deuses. Foi para memória da obra da criação que o sétimo dia foi santificado como dia de repouso para o ser humano. Destinava-se a conservar o Deus vivo sempre diante da mente humana como a fonte de todo ser e objeto de reverência e culto. Satanás se esforça por desviar os homens de sua aliança com Deus e de prestarem obediência à Sua lei; dirige Seus esforços, portanto, especialmente contra o mandamento que aponta a Deus como o Criador’ (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 53, 54).”1

“Adoramos o Senhor porque Ele é o Criador dos ‘céus e da Terra’, e o sábado é o sinal fundamental de Sua criação, que remonta à própria semana da criação (veja Gn 2:1- 3). Não é de admirar que, em seu ataque à autoridade de Deus, Satanás ataque o sinal principal e fundamental dessa autoridade: o sábado.”1

“Nos últimos dias, o povo de Deus permanecerá firme e fiel em sua lealdade a Ele, uma lealdade manifestada na obediência aos Seus mandamentos – todos eles, incluindo aquele que especificamente revela o Senhor como Criador, o Único digno da nossa adoração.”1

Perguntas para discussão

“1. Qual é o problema dos que falam sobre a realidade do pecado e, no entanto, argumentam que a lei de Deus foi abolida? Qual é a grande incoerência desse raciocínio?”1

“2. Quais têm sido suas experiências com os que defendem o domingo em vez do sábado? Quais argumentos você usa? Eles são eficazes? Como pode refutar o argumento comum de que a guarda do sábado é uma tentativa de obter salvação pelas obras?”1

“3. Ao conversarmos com outras pessoas sobre o sábado e nos prepararmos para os eventos finais, por que é importante deixar claro que as provações em relação à ‘marca da besta’ ainda não aconteceram?”1

Sexta-feira, 11 de maio de 2018. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Preparação para o tempo do fim. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 492, abr. maio jun. 2018. Adulto, Professor.

 

A tentativa de mudança do sábado

Lições da Bíblia

“A lei de Deus, os Dez Mandamentos, ainda é válida (veja Tg 2:10-12 [‘10 Pois qualquer que guarda toda a lei, mas tropeça em um só ponto, se torna culpado de todos. 11 Porquanto, aquele que disse: Não adulterarás também ordenou: Não matarás. Ora, se não adulteras, porém matas, vens a ser transgressor da lei. 12 Falai de tal maneira e de tal maneira procedei como aqueles que hão de ser julgados pela lei da liberdade.’]2), e essa lei inclui o sábado. Por que, então, tantos cristãos guardam o domingo se não há justificativa bíblica para isso?”1

“Daniel 7 fala sobre a ascensão de quatro grandes impérios: Babilônia, Média-Pérsia, Grécia e Roma, sendo este o quarto e último império terrestre. Em Daniel 7:8, há uma descrição do poder de um chifre pequeno, que surgiria em um período posterior do Império Romano. Esse poder ainda faria parte do Império Romano, só que em uma fase posterior. O que mais poderia ser esse poder, senão o Papado, que surgiu diretamente de Roma e, até hoje, ainda faz parte dela? Thomas Hobbes escreveu no século 16: ‘Se considerarmos a origem desse poderoso domínio eclesiástico, perceberemos facilmente que o Papado nada mais é do que o fantasma do finado Império Romano, coroado sobre seu túmulo’ (Thomas Hobbes, Leviathan [Leviatã]; Oxford: Oxford University Press, 1996, p. 463).”1

“9. Leia Daniel 7:23 a 25. Quais são as origens da guarda do domingo?”1

Daniel (7:23-25 ARA) “23 Então, ele disse: O quarto animal será um quarto reino na terra, o qual será diferente de todos os reinos; e devorará toda a terra, e a pisará aos pés, e a fará em pedaços. 24 Os dez chifres correspondem a dez reis que se levantarão daquele mesmo reino; e, depois deles, se levantará outro, o qual será diferente dos primeiros, e abaterá a três reis. 25 Proferirá palavras contra o Altíssimo, magoará os santos do Altíssimo e cuidará em mudar os tempos e a lei; e os santos lhe serão entregues nas mãos, por um tempo, dois tempos e metade de um tempo.

“O idioma original, o aramaico, revela no verso 25 que o poder do chifre pequeno ‘pretendia’ mudar a lei. Qual poder terrestre pode realmente mudar a lei de Deus?”1

“Embora a história não esclareça os detalhes exatos, sabemos que, sob o domínio de Roma papal, o sábado foi substituído pela tradição da guarda do domingo. Essa tradição foi tão firmemente enraizada que a Reforma Protestante a manteve viva, mesmo até o século 21. Hoje, a maioria dos protestantes ainda guarda o primeiro dia da semana, em vez de obedecer ao mandamento bíblico do sábado.”1

“10. Leia Apocalipse 13:1 a 17 e compare com Daniel 7:1 a 8, 21, 24 e 25. Quais imagens semelhantes são usadas nesses textos? Como elas nos ajudam a entender os eventos finais?”1

Apocalipse (13:1-17 ARA)2: “1 Vi emergir do mar uma besta que tinha dez chifres e sete cabeças e, sobre os chifres, dez diademas e, sobre as cabeças, nomes de blasfêmia. 2 A besta que vi era semelhante a leopardo, com pés como de urso e boca como de leão. E deu-lhe o dragão o seu poder, o seu trono e grande autoridade. 3 Então, vi uma de suas cabeças como golpeada de morte, mas essa ferida mortal foi curada; e toda a terra se maravilhou, seguindo a besta; 4 e adoraram o dragão porque deu a sua autoridade à besta; também adoraram a besta, dizendo: Quem é semelhante à besta? Quem pode pelejar contra ela? 5 Foi-lhe dada uma boca que proferia arrogâncias e blasfêmias e autoridade para agir quarenta e dois meses; 6 e abriu a boca em blasfêmias contra Deus, para lhe difamar o nome e difamar o tabernáculo, a saber, os que habitam no céu. 7 Foi-lhe dado, também, que pelejasse contra os santos e os vencesse. Deu-se-lhe ainda autoridade sobre cada tribo, povo, língua e nação; 8 e adorá-la-ão todos os que habitam sobre a terra, aqueles cujos nomes não foram escritos no Livro da Vida do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo. 9 Se alguém tem ouvidos, ouça. 10 Se alguém leva para cativeiro, para cativeiro vai. Se alguém matar à espada, necessário é que seja morto à espada. Aqui está a perseverança e a fidelidade dos santos. 11 Vi ainda outra besta emergir da terra; possuía dois chifres, parecendo cordeiro, mas falava como dragão. 12 Exerce toda a autoridade da primeira besta na sua presença. Faz com que a terra e os seus habitantes adorem a primeira besta, cuja ferida mortal fora curada. 13 Também opera grandes sinais, de maneira que até fogo do céu faz descer à terra, diante dos homens. 14 Seduz os que habitam sobre a terra por causa dos sinais que lhe foi dado executar diante da besta, dizendo aos que habitam sobre a terra que façam uma imagem à besta, àquela que, ferida à espada, sobreviveu; 15 e lhe foi dado comunicar fôlego à imagem da besta, para que não só a imagem falasse, como ainda fizesse morrer quantos não adorassem a imagem da besta. 16 A todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos, faz que lhes seja dada certa marca sobre a mão direita ou sobre a fronte, 17 para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome.”.

Daniel (7:1-8, 21, 24-25 ARA)2: 1 No primeiro ano de Belsazar, rei da Babilônia, teve Daniel um sonho e visões ante seus olhos, quando estava no seu leito; escreveu logo o sonho e relatou a suma de todas as coisas. 2 Falou Daniel e disse: Eu estava olhando, durante a minha visão da noite, e eis que os quatro ventos do céu agitavam o mar Grande. 3 Quatro animais, grandes, diferentes uns dos outros, subiam do mar. 4 O primeiro era como leão e tinha asas de águia; enquanto eu olhava, foram-lhe arrancadas as asas, foi levantado da terra e posto em dois pés, como homem; e lhe foi dada mente de homem. 5 Continuei olhando, e eis aqui o segundo animal, semelhante a um urso, o qual se levantou sobre um dos seus lados; na boca, entre os dentes, trazia três costelas; e lhe diziam: Levanta-te, devora muita carne. 6 Depois disto, continuei olhando, e eis aqui outro, semelhante a um leopardo, e tinha nas costas quatro asas de ave; tinha também este animal quatro cabeças, e foi-lhe dado domínio. 7 Depois disto, eu continuava olhando nas visões da noite, e eis aqui o quarto animal, terrível, espantoso e sobremodo forte, o qual tinha grandes dentes de ferro; ele devorava, e fazia em pedaços, e pisava aos pés o que sobejava; era diferente de todos os animais que apareceram antes dele e tinha dez chifres. 8 Estando eu a observar os chifres, eis que entre eles subiu outro pequeno, diante do qual três dos primeiros chifres foram arrancados; e eis que neste chifre havia olhos, como os de homem, e uma boca que falava com insolência. […] 21 Eu olhava e eis que este chifre fazia guerra contra os santos e prevalecia contra eles, […] 24 Os dez chifres correspondem a dez reis que se levantarão daquele mesmo reino; e, depois deles, se levantará outro, o qual será diferente dos primeiros, e abaterá a três reis. 25 Proferirá palavras contra o Altíssimo, magoará os santos do Altíssimo e cuidará em mudar os tempos e a lei; e os santos lhe serão entregues nas mãos, por um tempo, dois tempos e metade de um tempo.

“Utilizando ilustrações diretamente de Daniel, inclusive sobre o último período de Roma papal, o livro do Apocalipse revela a perseguição que sobrevirá no tempo do fim aos que se recusarem a ‘adorar’ de acordo com os ditames dos poderes vistos no livro do Apocalipse.”1

“De acordo com Apocalipse 14:6 e 7 [‘6 Vi outro anjo voando pelo meio do céu, tendo um evangelho eterno para pregar aos que se assentam sobre a terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo, 7 dizendo, em grande voz: Temei a Deus e dai-lhe glória, pois é chegada a hora do seu juízo; e adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas.’], o sábado será crucial nessa crise final sobre adoração?”1

Quinta-feira, 10 de maio de 2018. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Preparação para o tempo do fim. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 492, abr. maio jun. 2018. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

O sétimo dia no Novo Testamento

Lições da Bíblia

“Como vimos ontem, os textos comumente usados para promover a ideia de que o domingo substituiu o sábado não afirmam isso. Na verdade, toda referência ao sétimo dia (sábado) no Novo Testamento revela que ele ainda estava sendo guardado como um dos Dez Mandamentos de Deus.”1

“7. Leia Lucas 4:14 a 16; 23:55 e 56. O que essas passagens declaram sobre o sétimo dia, o sábado, antes e depois da morte de Cristo?”1

Lucas (4:14-16 ARA)2: “14 Então, Jesus, no poder do Espírito, regressou para a Galiléia, e a sua fama correu por toda a circunvizinhança. 15 E ensinava nas sinagogas, sendo glorificado por todos. 16 Indo para Nazaré, onde fora criado, entrou, num sábado, na sinagoga, segundo o seu costume, e levantou-se para ler.”.

Lucas (23:55-56 ARA)2: “55 As mulheres que tinham vindo da Galiléia com Jesus, seguindo, viram o túmulo e como o corpo fora ali depositado. 56 Então, se retiraram para preparar aromas e bálsamos. E, no sábado, descansaram, segundo o mandamento.”.

“Observe que as mulheres que estiveram com Cristo ‘descansaram, segundo o mandamento’ (Lc 23:56). Essa é uma referência ao quarto mandamento, escrito nas tábuas de pedra, no Sinai. Portanto, entre as coisas que essas mulheres aprenderam em sua experiência com Jesus, não há indícios de que Ele tenha lhes ensinado algo diferente, senão guardar os mandamentos de Deus, que incluem a guarda do sábado. Na verdade, Cristo disse a Seus discípulos: ‘Se Me amais, guardareis os Meus mandamentos’ (Jo 14:15). Seus mandamentos, os quais Ele mesmo havia guardado, incluíam a observância do sétimo dia. Se o sábado devia ser substituído pelo domingo, essas mulheres nada sabiam sobre isso.”1

“8. Leia Atos 13:14, 42 a 44 e Atos 16:12 e 13. Quais evidências esses versos apresentam em favor da guarda do sábado? Quais provas eles trazem em defesa da observância do domingo?”1

Atos (13:14, 42-44 ARA)2: “14 Mas eles, atravessando de Perge para a Antioquia da Pisídia, indo num sábado à sinagoga, assentaram-se. 42 Ao saírem eles, rogaram-lhes que, no sábado seguinte, lhes falassem estas mesmas palavras. 43 Despedida a sinagoga, muitos dos judeus e dos prosélitos piedosos seguiram Paulo e Barnabé, e estes, falando-lhes, os persuadiam a perseverar na graça de Deus. 44 No sábado seguinte, afluiu quase toda a cidade para ouvir a palavra de Deus.

Atos (16:12, 13 ARA)2: “12 e dali, a Filipos, cidade da Macedônia, primeira do distrito e colônia. Nesta cidade, permanecemos alguns dias. 13 No sábado, saímos da cidade para junto do rio, onde nos pareceu haver um lugar de oração; e, assentando-nos, falamos às mulheres que para ali tinham concorrido.

“Não encontramos nesses textos nenhuma evidência de mudança do dia de guarda, isto é, do sábado para o domingo. Em vez disso, eles mostram claramente a prática entre os cristãos primitivos de guardar o sábado.”1

“O episódio de Atos 16:13 é especialmente interessante, pois ocorreu fora do contexto da sinagoga. Os cristãos se reuniram ao lado de um rio, onde alguns tinham o costume de orar. Eles fizeram isso no sábado, muitos anos depois da morte de Jesus. Nada nessas passagens indica uma mudança do dia de guarda para o domingo.”1

“Como você pode testemunhar aos guardadores do domingo a respeito do sábado, de maneira gentil e sem demonstrar condenação?”1

Quarta-feira, 09 de maio de 2018. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Preparação para o tempo do fim. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 492, abr. maio jun. 2018. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Do sábado para o domingo?

Lições da Bíblia

“Como adventistas do sétimo dia, muitas vezes ouvimos irmãos de outras denominações argumentando que a lei foi abolida, ou que não estamos mais debaixo da lei, mas da graça. O que eles realmente querem dizer, no entanto, é que apenas o quarto mandamento foi abolido. Muitos, porém, não dizem nem isso. Eles declaram que o sétimo dia, o sábado, foi substituí­do pelo primeiro dia, o domingo, em homenagem à ressurreição de Jesus. Além do mais, eles creem que podem provar esse argumento por meio de textos bíblicos.”1

“Abaixo estão alguns textos comuns do Novo Testamento usados por muitos cristãos para indicar que o sábado foi ‘mudado’ do sétimo dia (no Antigo Testamento) para o primeiro dia (no Novo Testamento). À medida que os lemos, precisamos nos perguntar se eles realmente falam sobre uma mudança do dia, ou se estão apenas descrevendo eventos ocorridos naquele dia, não chegando a prescrever uma mudança.”1

“4. Leia João 20:19 a 23. Por que os discípulos estavam reunidos naquela sala? Parece ter sido um culto de adoração em homenagem à ressurreição de Jesus, como alguns afirmam? Assinale ‘V’ para verdadeiro ou ‘F’ para falso:”1

João (20:19-23 ARA)2: “19 Ao cair da tarde daquele dia, o primeiro da semana, trancadas as portas da casa onde estavam os discípulos com medo dos judeus, veio Jesus, pôs-se no meio e disse-lhes: Paz seja convosco! 20 E, dizendo isto, lhes mostrou as mãos e o lado. Alegraram-se, portanto, os discípulos ao verem o Senhor. 21 Disse-lhes, pois, Jesus outra vez: Paz seja convosco! Assim como o Pai me enviou, eu também vos envio. 22 E, havendo dito isto, soprou sobre eles e disse-lhes: Recebei o Espírito Santo. 23 Se de alguns perdoardes os pecados, são-lhes perdoados; se lhos retiverdes, são retidos.”.

A.(  ) Eles estavam celebrando a Páscoa e a vitória de Cristo.

B.(  ) Eles estavam reunidos numa casa com medo dos judeus.

Resposta sugestiva: F; V.

“5. Leia Atos 20:6 e 7 e Atos 2:46. Esses textos indicam que o sábado foi mudado para o domingo, o primeiro dia da semana? Assinale a alternativa correta:”1

Atos (20:6-7 ARA)2: “6 Depois dos dias dos pães asmos, navegamos de Filipos e, em cinco dias, fomos ter com eles naquele porto, onde passamos uma semana. 7 No primeiro dia da semana, estando nós reunidos com o fim de partir o pão, Paulo, que devia seguir viagem no dia imediato, exortava-os e prolongou o discurso até à meia-noite.

Atos (2:46 ARA)2: “Diariamente perseveravam unânimes no templo, partiam pão de casa em casa e tomavam as suas refeições com alegria e singeleza de coração,”.

A.(  ) Sim.

  1. ( ) Não.

Resposta sugestiva: Alternativa B.

“6. Leia 1 Coríntios 16:1 a 4. Além do fato de que os discípulos deviam armazenar as ofertas em casa no primeiro dia da semana, o que essa passagem ensina sobre alguma mudança do sábado para o domingo? Assinale a alternativa correta:”1

1 Coríntios (16:1-4 ARA)2: “1 Quanto à coleta para os santos, fazei vós também como ordenei às igrejas da Galácia. 2 No primeiro dia da semana, cada um de vós ponha de parte, em casa, conforme a sua prosperidade, e vá juntando, para que se não façam coletas quando eu for. 3 E, quando tiver chegado, enviarei, com cartas, para levarem as vossas dádivas a Jerusalém, aqueles que aprovardes. 4 Se convier que eu também vá, eles irão comigo.”.

A.(  ) Nada.
B.(  ) O dia de adoração judaico passou a ser o domingo.

Resposta sugestiva: Alternativa A.

“Essas passagens são a essência da ‘evidência’ textual usada para promover a doutrina da substituição do sétimo dia, o sábado, pelo primeiro dia da semana. Com exceção de descrever algumas vezes em que, por várias razões, os cristãos se reuniram, nenhum texto indica que esses encontros fossem cultos de adoração, realizados no domingo como substituto do sétimo dia, o sábado. Esse argumento apenas atribui aos textos a interpretação defendida pela centenária tradição cristã da guarda do domingo. Ele acrescenta a esses versos algo que, para começar, nunca esteve ali.”1

Terça-feira, 08 de maio de 2018. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Preparação para o tempo do fim. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 492, abr. maio jun. 2018. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Preocupações universais

Lições da Bíblia

“3. Leia Gênesis 2:1-3. O que essa passagem nos diz sobre a universalidade do sábado?”1

“1 Assim, pois, foram acabados os céus e a terra e todo o seu exército. 2 E, havendo Deus terminado no dia sétimo a sua obra, que fizera, descansou nesse dia de toda a sua obra que tinha feito. 3 E abençoou Deus o dia sétimo e o santificou; porque nele descansou de toda a obra que, como Criador, fizera.” (Gênesis 2:1-3 ARA)2.

O sábado é um memorial da criação da Terra e de todos os seres vivos. Deus descansou nesse dia, o abençoou e o santificou, para que nele todas as criaturas também descansem nas Suas bênçãos e na Sua santidade, e compartilhem esses benefícios com os que sofrem por falta desse descanso em Deus.1

“Se observarmos verdadeiramente o sábado, não nos contentaremos apenas com nosso próprio descanso (Êx 23:12), redenção (Dt 5:12-15) e restauração final na nova Terra (Is 66:22, 23), mas ajudaremos outras pessoas a encontrarem o descanso em Deus. Na verdade, o sábado nos diz que Deus é o Criador de todos os que vivem na Terra, Aquele que provê descanso para todos eles. A universalidade do descanso do sábado implica que todos nós, ricos ou pobres, temos algo em comum. A paternidade comum de Deus significa uma igualdade e um interesse comum entre todos os seres humanos.”1

“Além disso, como vimos ontem, o interesse pela justiça social se estende dos sábados semanais para os anos sabáticos e ao ano do jubileu. Os princípios por trás dos três sábados apresentados em Levítico 23 e 25 se estendem também para os cristãos. O sábado apontará perpetuamente para o passado, para a criação, para a cruz, bem como para o futuro e a nova Terra. Ele fortalecerá nosso relacionamento com nosso compassivo Criador e Salvador, levando-nos assim para mais perto daqueles que Ele ama profundamente – pessoas que têm necessidades profundas, que são pobres ou estão sofrendo.”1

“Note que, embora o ano sabático e o ano do jubileu ilustrem princípios eternos, isso não significa que devamos observar literalmente essas festas hoje em dia. Não devemos. Diferentemente do sábado semanal, instituído na criação, no mundo anterior à queda, o ano sabático e o ano do jubileu estão entre os sábados cerimoniais que eram ‘sombra das coisas que haviam de vir’ (Cl 2:16, 17) e que apontavam para o futuro, para o ministério e o sacrifício de Jesus, e que terminariam com Sua morte na cruz. Esses sábados apontam para um princípio relacionado à maneira pela qual devemos tratar os outros, especialmente os necessitados. Como um povo redimido, Israel tinha a obrigação de ser uma luz para o mundo, mostrando aos outros a misericórdia de Deus sem parcialidade. Com ações de graças, deviam representar o caráter de Deus àqueles que não O conheciam.”1

“Leia Amós 8:4-7 [‘4 Ouvi isto, vós que tendes gana contra o necessitado e destruís os miseráveis da terra, 5 dizendo: Quando passará a Festa da Lua Nova, para vendermos os cereais? E o sábado, para abrirmos os celeiros de trigo, diminuindo o efa, e aumentando o siclo, e procedendo dolosamente com balanças enganadoras, 6 para comprarmos os pobres por dinheiro e os necessitados por um par de sandálias e vendermos o refugo do trigo? 7 Jurou o SENHOR pela glória de Jacó: Eu não me esquecerei de todas as suas obras, para sempre!]. O que estava acontecendo ali? Somos culpados de fazer a mesma coisa com os outros? De acordo com o contexto, o que significam as palavras: “Eu não Me esquecerei de todas as suas obras, para sempre”?”1

Segunda-feira, 11 de julho de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÕES da escola sabatina. O papel da igreja na comunidade. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Jul. Ago. Set. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Descanso em Cristo – Estudo adicional

Lições da Bíblia

Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

Estudo adicional

“Alguém disse: ‘Com ou sem religião, espera-se que boas pessoas façam coisas boas, e que más pessoas façam coisas más. Porém, para que boas pessoas façam coisas más, isso requer religião.’ No século 17, o filósofo e matemático francês Blaise Pascal ficou famoso ao declarar que ‘os homens nunca fazem o mal de maneira tão completa e entusiástica como quando fazem isso por convicção religiosa’. Embora haja um pouco de exagero nessas ideias, infelizmente há também um pouco de verdade. Isso pode ser visto no contexto da lição desta semana, que trata da relação entre os fariseus e o sábado. ‘Quando Jesus Se voltou para os fariseus perguntando se era lícito no dia de sábado fazer o bem ou o mal, salvar ou matar, os confrontou com seus próprios maus desígnios. Estavam caçando Sua vida com ódio amargo, ao passo que Ele salvava a vida e trazia felicidade às multidões. Seria melhor matar no sábado, como estavam planejando, do que curar o aflito, como Ele havia feito? Seria mais justo ter o homicídio no coração durante o santo dia de Deus, do que amor para com todos os homens, amor que se expressa em atos de misericórdia?’ (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 287.)”1

Perguntas para reflexão

“1. O que Jesus quis dizer quando declarou: ‘Misericórdia quero e não holocaustos’ (Mt 12:7)? Considere também Mateus 9:10-13, Oseias 6:6e Isaías 1:11-17.”1

“2. O que poderíamos fazer, além de mostrar evidências bíblicas, para tornar as pessoas mais abertas à verdade do sábado?”1

“3. Como você guarda o sábado? O que você poderia fazer para obter uma experiência mais profunda e rica a partir da guarda do sábado?”

“4. Jesus disse: ‘O Meu jugo é suave, e o Meu fardo é leve.’ Faça a si mesmo a pergunta: De que modo posso ajudar a diminuir o fardo e a suavizar o jugo daqueles que me cercam?”1

Sexta-feira, 06 de maio de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. O Evangelho de Mateus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Abr. Mai. Jun. 2016. Adulto, Professor.