Retribuindo – Estudo adicional

Lições da Bíblia1

Ellen G. White escreveu dois capítulos sobre esse importante tema de distribuição de nossos bens: Testemunhos Para a Igreja, v. 3, p. 101-111 (“A Pais Ricos”), e Testemunhos Para a Igreja, v. 4, p. 412-419 (“Testamentos e Legados”).

Há também uma seção que discute o planejamento patrimonial em Conselhos Sobre Mordomia, p. 219-224. Ellen G. White escreveu: “Se fossem cristãos verdadeiros, praticariam em vida, estando ainda saudáveis e fortes, o que adiam até a morte. Dedicariam a Deus a si mesmos e o que lhes pertence, ao passo que, agindo como Seus mordomos, teriam a satisfação de estar cumprindo seu dever. Como executores de seus próprios testamentos poderiam por si mesmos satisfazer às reivindicações divinas em vez de deixar essa responsabilidade a outros” (Testemunhos Para a Igreja, v. 4, p. 415).

O que ela quis dizer com “executores de seus próprios testamentos”? Em um testamento normal, aquele que faz o testamento nomeia um executor para distribuir os bens após sua morte, conforme o testamento. Ao se tornar seu próprio executor, você distribui seus bens enquanto está vivo. Assim, terá a satisfação de ver os resultados e de saber que está lidando de forma adequada com os talentos confiados por Deus.

A segunda vinda de Cristo é a nossa “bendita esperança”. Será incrível ver Jesus voltando. Queremos ouvir as palavras: “Muito bem, servo bom e fiel”. Mas, e se descansarmos antes da volta de Jesus? Se seguirmos Sua vontade revelada, poderemos ter a satisfação de ver Sua obra avançar por causa de nossos esforços, sabendo que, devido ao nosso plano patrimonial, ela continuará depois que partirmos.

Perguntas para consideração

Por que ajuntar tesouros no Céu não é “comprar” a sua salvação?

Devemos ser generosos, mas devemos ser sábios. Algumas pessoas marcam datas para eventos proféticos e fazem apelos por dinheiro: “Visto que nosso dinheiro será inútil naquele tempo, é melhor doá-lo para o ministério deles agora”. Como discernir entre esse engano e maneiras legítimas de usar nosso dinheiro para a causa de Deus?

Sexta-feira, 10 de março de 2023. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Administradores fiéis: à espera do Mestre. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 511, jan. fev. mar. 2023. Adulto, Professor. 

José confronta seus irmãos

Lições da Bíblia1

2. Leia Gênesis 42. O que aconteceu e como isso revelou a providência divina, a despeito da maldade e vileza humana?

Gênesis 42 (ARA)2: “1 Sabedor Jacó de que havia mantimento no Egito, disse a seus filhos: Por que estais aí a olhar uns para os outros?E ajuntou: Tenho ouvido que há cereais no Egito; descei até lá e comprai-nos deles, para que vivamos e não morramos.Então, desceram dez dos irmãos de José, para comprar cereal do Egito. 4 A Benjamim, porém, irmão de José, não enviou Jacó na companhia dos irmãos, porque dizia: Para que não lhe suceda, acaso, algum desastre. 5 Entre os que iam, pois, para lá, foram também os filhos de Israel; porque havia fome na terra de Canaã. 6 José era governador daquela terra; era ele quem vendia a todos os povos da terra; e os irmãos de José vieram e se prostraram rosto em terra, perante ele. 7 Vendo José a seus irmãos, reconheceu-os, porém não se deu a conhecer, e lhes falou asperamente, e lhes perguntou: Donde vindes? Responderam: Da terra de Canaã, para comprar mantimento. 8 José reconheceu os irmãos; porém eles não o reconheceram. 9 Então, se lembrou José dos sonhos que tivera a respeito deles e lhes disse: Vós sois espiões e viestes para ver os pontos fracos da terra. 10 Responderam-lhe: Não, senhor meu; mas vieram os teus servos para comprar mantimento. 11 Somos todos filhos de um mesmo homem; somos homens honestos; os teus servos não são espiões. 12 Ele, porém, lhes respondeu: Nada disso; pelo contrário, viestes para ver os pontos fracos da terra. 13 Eles disseram: Nós, teus servos, somos doze irmãos, filhos de um homem na terra de Canaã; o mais novo está hoje com nosso pai, outro já não existe. 14 Então, lhes falou José: É como já vos disse: sois espiões. 15 Nisto sereis provados: pela vida de Faraó, daqui não saireis, sem que primeiro venha o vosso irmão mais novo. 16 Enviai um dentre vós, que traga vosso irmão; vós ficareis detidos para que sejam provadas as vossas palavras, se há verdade no que dizeis; ou se não, pela vida de Faraó, sois espiões. 17 E os meteu juntos em prisão três dias. 18 Ao terceiro dia, disse-lhes José: Fazei o seguinte e vivereis, pois temo a Deus. 19 Se sois homens honestos, fique detido um de vós na casa da vossa prisão; vós outros ide, levai cereal para suprir a fome das vossas casas. 20 E trazei-me vosso irmão mais novo, com o que serão verificadas as vossas palavras, e não morrereis. E eles se dispuseram a fazê-lo. 21 Então, disseram uns aos outros: Na verdade, somos culpados, no tocante a nosso irmão, pois lhe vimos a angústia da alma, quando nos rogava, e não lhe acudimos; por isso, nos vem esta ansiedade. 22 Respondeu-lhes Rúben: Não vos disse eu: Não pequeis contra o jovem? E não me quisestes ouvir. Pois vedes aí que se requer de nós o seu sangue. 23 Eles, porém, não sabiam que José os entendia, porque lhes falava por intérprete. 24 E, retirando-se deles, chorou; depois, tornando, lhes falou; tomou a Simeão dentre eles e o algemou na presença deles. 25 Ordenou José que lhes enchessem de cereal os sacos, e lhes restituíssem o dinheiro, a cada um no saco de cereal, e os suprissem de comida para o caminho; e assim lhes foi feito. 26 E carregaram o cereal sobre os seus jumentos e partiram dali. 27 Abrindo um deles o saco de cereal, para dar de comer ao seu jumento na estalagem, deu com o dinheiro na boca do saco de cereal. 28 Então, disse aos irmãos: Devolveram o meu dinheiro; aqui está na boca do saco de cereal. Desfaleceu-lhes o coração, e, atemorizados, entreolhavam-se, dizendo: Que é isto que Deus nos fez? 29 E vieram para Jacó, seu pai, na terra de Canaã, e lhe contaram tudo o que lhes acontecera, dizendo: 30 O homem, o senhor da terra, falou conosco asperamente e nos tratou como espiões da terra. 31 Dissemos-lhe: Somos homens honestos; não somos espiões; 32 somos doze irmãos, filhos de um mesmo pai; um já não existe, e o mais novo está hoje com nosso pai na terra de Canaã. 33 Respondeu-nos o homem, o senhor da terra: Nisto conhecerei que sois homens honestos: deixai comigo um de vossos irmãos, tomai o cereal para remediar a fome de vossas casas e parti; 34 trazei-me vosso irmão mais novo; assim saberei que não sois espiões, mas homens honestos. Então, vos entregarei vosso irmão, e negociareis na terra. 35 Aconteceu que, despejando eles os sacos de cereal, eis cada um tinha a sua trouxinha de dinheiro no saco de cereal; e viram as trouxinhas com o dinheiro, eles e seu pai, e temeram. 36 Então, lhes disse Jacó, seu pai: Tendes-me privado de filhos: José já não existe, Simeão não está aqui, e ides levar a Benjamim! Todas estas coisas me sobrevêm. 37 Mas Rúben disse a seu pai: Mata os meus dois filhos, se to não tornar a trazer; entrega-mo, e eu to restituirei. 38 Ele, porém, disse: Meu filho não descerá convosco; seu irmão é morto, e ele ficou só; se lhe sucede algum desastre no caminho por onde fordes, fareis descer minhas cãs com tristeza à sepultura.”

A fome obrigou Jacó a enviar seus filhos ao Egito para comprar grãos. Ironicamente, foi Jacó quem iniciou o projeto de comprar os cereais (Gn 42:1). O infeliz ancião, vítima de circunstâncias além de seu controle, sem saber pôs em movimento uma incrível cadeia de eventos que o levaria a se reencontrar com o filho por quem havia chorado durante tanto tempo.

O caráter providencial desse encontro é destacado por meio de duas circunstâncias fundamentais: primeiro, ele é visto como uma realização dos sonhos de José. O evento previsto nos seus sonhos proféticos (“os feixes de vocês […] se inclinavam diante do meu” [Gn 37:7]) estava acontecendo. José foi identificado como “governador daquela terra” (Gn 42:6) e “senhor da terra” (Gn 42:30, 33). Sua posição poderosa contrasta com a de seus irmãos necessitados, que “se prostraram com o rosto em terra, diante dele” (Gn 42:6), os mesmos dez irmãos que zombaram de José sobre seu sonho e duvidaram de sua realização (Gn 37:8).

Em segundo lugar, esse encontro providencial é descrito como uma resposta. As semelhanças linguísticas e temáticas entre os dois eventos destacam o caráter de justa retribuição. A frase “disseram entre si” (Gn 42:21) também foi usada quando começaram a conspirar contra José (Gn 37:19). A estada dos irmãos na prisão (Gn 42:17) relembra a de José (Gn 40:3, 4). Na verdade, seus irmãos relacionaram o que estava acontecendo com eles com o que haviam feito, talvez 20 anos antes. “Então disseram entre si: – Na verdade, estamos sendo castigados por causa de nosso irmão, pois vimos a angústia de sua alma, quando nos pedia, e não lhe demos ouvidos; por isso, nos sobrevém agora esta ansiedade” (Gn 42:21).

Rúben disse: “O sangue dele está sendo requerido de nós” (Gn 42:22). Essas palavras relembraram sua advertência anterior: “Não derramem sangue” (Gn 37:22), e reforçaram a ligação entre o que estavam enfrentando e o que tinham feito.

Fazemos coisas sobre as quais lamentamos. É possível compensar o que fizemos? Por que aceitar as promessas de perdão de Deus em Jesus é tão crucial (Rm 5:7-11)?

Rm 5:7-11 (ARA)2: “7 Dificilmente, alguém morreria por um justo; pois poderá ser que pelo bom alguém se anime a morrer. 8 Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores. 9 Logo, muito mais agora, sendo justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira. 10 Porque, se nós, quando inimigos, fomos reconciliados com Deus mediante a morte do seu Filho, muito mais, estando já reconciliados, seremos salvos pela sua vida; 11 e não apenas isto, mas também nos gloriamos em Deus por nosso Senhor Jesus Cristo, por intermédio de quem recebemos, agora, a reconciliação.”

Segunda-feira, 13 de junho de 2022. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Gênesis. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 508, abr. maio jun. 2022. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Comer ou ser devorado (Is 1:19-31)

Lições da Bíblia1

8. Qual é o tema de Isaías 1:19-31 e que é visto em toda a Bíblia? Assinale a alternativa correta:

Isaías 1:19-31 (ARA)2: “19 Se quiserdes e me ouvirdes, comereis o melhor desta terra. 20 Mas, se recusardes e fordes rebeldes, sereis devorados à espada; porque a boca do Senhor o disse. 21 Como se fez prostituta a cidade fiel! Ela, que estava cheia de justiça! Nela, habitava a retidão, mas, agora, homicidas. 22 A tua prata se tornou em escórias, o teu licor se misturou com água. 23 Os teus príncipes são rebeldes e companheiros de ladrões; cada um deles ama o suborno e corre atrás de recompensas. Não defendem o direito do órfão, e não chega perante eles a causa das viúvas. 24 Portanto, diz o Senhor, o Senhor dos Exércitos, o Poderoso de Israel: Ah! Tomarei satisfações aos meus adversários e vingar-me-ei dos meus inimigos. 25 Voltarei contra ti a minha mão, purificar-te-ei como com potassa das tuas escórias e tirarei de ti todo metal impuro. 26 Restituir-te-ei os teus juízes, como eram antigamente, os teus conselheiros, como no princípio; depois, te chamarão cidade de justiça, cidade fiel. 27 Sião será redimida pelo direito, e os que se arrependem, pela justiça. 28 Mas os transgressores e os pecadores serão juntamente destruídos; e os que deixarem o Senhor perecerão. 29 Porque vos envergonhareis dos carvalhos que cobiçastes e sereis confundidos por causa dos jardins que escolhestes. 30 Porque sereis como o carvalho, cujas folhas murcham, e como a floresta que não tem água. 31 O forte se tornará em estopa, e a sua obra, em faísca; ambos arderão juntamente, e não haverá quem os apague.”

A. ( ) Bênçãos mediante a obediência e maldições em caso de rebeldia.
B. ( ) O livramento de Deus.

Resposta sugestiva: Alternativa A.

Observe a estrutura lógica em Isaías 1:19, 20: Se o povo escolhesse obedecer a Deus, comeria “o melhor desta terra” (Is 1:19). Por outro lado, se recusasse Sua oferta de perdão e restauração e se rebelasse contra Ele, seria devorado “pela espada” (Is 1:20). A escolha era deles. Esses versos, portanto, contêm bênção e maldição condicionais.

Isaías 1 reiterou e aplicou as palavras de Moisés, registradas quando a aliança com Israel havia sido estabelecida: “Hoje tomo o céu e a Terra por testemunhas contra vocês, que lhes propus a vida e a morte, a bênção e a maldição” (Dt 30:19, 20).

9. Examine essas palavras de Moisés. Observe que não há meio-termo. É vida ou morte, bênção ou maldição. Por que existe apenas uma das duas opções? Por que não pode haver transigência?

A aliança envolve uma escolha no contexto do conflito entre o bem e o mal; não podemos ficar com as duas opções.

Essas palavras de Moisés resumem a sequência de advertências, bênçãos e maldições que concluem o estabelecimento da aliança em Deuteronômio 27–30 (compare com Lv 26). Os elementos dessa aliança incluem (1) recapitulação do que Deus havia feito por eles; (2) condições/estipulações (mandamentos) a ser observadas para que a aliança fosse mantida; (3) referência a testemunhas; e (4) bênçãos e maldições a fim de advertir o povo do que aconteceria caso eles violassem as condições da aliança.

Os estudiosos descobriram que esses elementos aparecem na mesma ordem nos tratados políticos que envolviam povos não israelitas, como os hititas. Portanto, a fim de estabelecer Sua aliança com os israelitas, Deus usou um meio para que eles entendessem. Ele queria que ficassem gravadas em sua mente, com a maior força possível, a natureza e as consequências do relacionamento que os obrigava mutuamente, no qual eles estavam escolhendo entrar. Os benefícios da aliança eram surpreendentes, mas, se Israel quebrasse o acordo, estaria em pior situação do que nunca.

Como você tem vivenciado o princípio de bênçãos e maldições na sua vida cristã?

Quarta-feira, 30 de dezembro de 2020. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Isaías: Consolo para o povo de Deus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 503, jan. fev. mar. 2021. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Retribuição divina

Lições da Bíblia

“Central nos argumentos dos amigos de Jó foi a ideia de que Deus é justo e que o pecado atrai o castigo divino sobre os maus e bênçãos especiais sobre os bons. Não sabemos a época exata em que aqueles homens viveram. No entanto, por aceitarmos que Moisés escreveu o livro de Jó enquanto estava em Midiã, então eles devem ter vivido algum tempo antes da época do Êxodo. É muito provável também que eles tenham vivido após o Dilúvio.”1

“4. Leia Gênesis 6:5-8. Embora não saibamos quanto Elifaz, Bildade e Zofar conheciam do Dilúvio, como essa história pode ter influenciado a teologia deles? Complete as lacunas:”1

“5 Viu o SENHOR que a maldade do homem se havia multiplicado na terra e que era continuamente mau todo desígnio do seu coração; 6 então, se arrependeu o SENHOR de ter feito o homem na terra, e isso lhe pesou no coração. 7 Disse o SENHOR: Farei desaparecer da face da terra o homem que criei, o homem e o animal, os répteis e as aves dos céus; porque me arrependo de os haver feito. 8 Porém Noé achou graça diante do SENHOR.” (Gênesis 6:5-8 ARA)2.

“A História do Dilúvio é um exemplo de que Deus Se entristece por causa da maldade humana e permite que os pecadores colham as consequência da transgressão.”1

“A história do Dilúvio é um exemplo da retribuição divina pelo pecado. Porém, até mesmo nessa história é revelada a ideia de graça, conforme notamos em Gênesis 6:8. Ellen G. White também escreveu sobre o fato de que ‘cada pancada [de martelo] desferida sobre a arca pregava para o povo’ (História da Redenção, p. 63).”1

“5. Como a difusão do mal e a ideia do juízo retributivo é vista em Gênesis 13:13, 18:20-32 e 19:24, 25 Relacione as colunas:”1

Ora, os homens de Sodoma eram maus e grandes pecadores contra o SENHOR.” (Gênesis 13:13 ARA)2.

“20 Disse mais o SENHOR: Com efeito, o clamor de Sodoma e Gomorra tem-se multiplicado, e o seu pecado se tem agravado muito. 21 Descerei e verei se, de fato, o que têm praticado corresponde a esse clamor que é vindo até mim; e, se assim não é, sabê-lo-ei. 22 Então, partiram dali aqueles homens e foram para Sodoma; porém Abraão permaneceu ainda na presença do SENHOR. 23 E, aproximando-se a ele, disse: Destruirás o justo com o ímpio? 24 Se houver, porventura, cinqüenta justos na cidade, destruirás ainda assim e não pouparás o lugar por amor dos cinqüenta justos que nela se encontram? 25 Longe de ti o fazeres tal coisa, matares o justo com o ímpio, como se o justo fosse igual ao ímpio; longe de ti. Não fará justiça o Juiz de toda a terra? 26 Então, disse o SENHOR: Se eu achar em Sodoma cinqüenta justos dentro da cidade, pouparei a cidade toda por amor deles. 27 Disse mais Abraão: Eis que me atrevo a falar ao Senhor, eu que sou pó e cinza. 28 Na hipótese de faltarem cinco para cinqüenta justos, destruirás por isso toda a cidade? Ele respondeu: Não a destruirei se eu achar ali quarenta e cinco. 29 Disse-lhe ainda mais Abraão: E se, porventura, houver ali quarenta? Respondeu: Não o farei por amor dos quarenta. 30 Insistiu: Não se ire o Senhor, falarei ainda: Se houver, porventura, ali trinta? Respondeu o SENHOR: Não o farei se eu encontrar ali trinta. 31 Continuou Abraão: Eis que me atrevi a falar ao Senhor: Se, porventura, houver ali vinte? Respondeu o SENHOR: Não a destruirei por amor dos vinte. 32 Disse ainda Abraão: Não se ire o Senhor, se lhe falo somente mais esta vez: Se, porventura, houver ali dez? Respondeu o SENHOR: Não a destruirei por amor dos dez.” (Gênesis 18:20-32 ARA)2.

“24 Então, fez o SENHOR chover enxofre e fogo, da parte do SENHOR, sobre Sodoma e Gomorra. 25 E subverteu aquelas cidades, e toda a campina, e todos os moradores das cidades, e o que nascia na terra.” (Genesis 19:24-25 ARA)2.

A. Gn 13:13

B. Gn 18:20-32

C. Gn 19:24, 25

1. (   ) Na destruição de Sodoma e Gomorra com fogo e enxofre.

2. (   ) Na maldade dos homens de Sodoma.

3. (   ) No agravamento dos pecados de Sodoma e Gomorra.

Resposta: A = 2; B =3; C= 1.

“Não importa se Elifaz, Bildade e Zofar conheciam bem essas histórias bíblicas, o fato é que elas revelam a realidade do juízo divino sobre o mal. Deus não estava simplesmente abandonando os pecadores aos seus pecados e deixando que o próprio pecado os destruísse. Assim como no Dilúvio, Deus foi o agente direto do castigo dos ímpios de Sodoma e Gomorra. Ali, Deus atuou como juiz e destruidor da impiedade e do mal.”1

“Por mais que desejemos (e devamos) nos concentrar no divino caráter de amor, graça e perdão, por que não devemos nos esquecer da realidade da Sua justiça? Pense em todo o mal que ainda está impune. O que isso nos diz sobre a necessidade da retribuição divina, não importando quando ou como ela venha?”1

Terça-feira, 08 de novembro de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÕES da escola sabatina. O livro de Jó. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 486, Out. Nov. Dez. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

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O louco lançando raízes

Lições da Bíblia

1 Chama agora! Haverá alguém que te atenda? E para qual dos santos anjos te virarás? 2 Porque a ira do louco o destrói, e o zelo do tolo o mata. 3 Bem vi eu o louco lançar raízes; mas logo declarei maldita a sua habitação. 4 Seus filhos estão longe do socorro, são espezinhados às portas, e não há quem os livre. 5 A sua messe, o faminto a devora e até do meio dos espinhos a arrebata; e o intrigante abocanha os seus bens. 6 Porque a aflição não vem do pó, e não é da terra que brota o enfado. 7 Mas o homem nasce para o enfado, como as faíscas das brasas voam para cima. 8 Quanto a mim, eu buscaria a Deus e a ele entregaria a minha causa; 9 ele faz coisas grandes e inescrutáveis e maravilhas que não se podem contar; 10 faz chover sobre a terra e envia águas sobre os campos, 11 para pôr os abatidos num lugar alto e para que os enlutados se alegrem da maior ventura. 12 Ele frustra as maquinações dos astutos, para que as suas mãos não possam realizar seus projetos. 13 Ele apanha os sábios na sua própria astúcia; e o conselho dos que tramam se precipita. 14 Eles de dia encontram as trevas; ao meio-dia andam como de noite, às apalpadelas. 15 Porém Deus salva da espada que lhes sai da boca, salva o necessitado da mão do poderoso. 16 Assim, há esperança para o pobre, e a iniqüidade tapa a sua própria boca. 17 Bem-aventurado é o homem a quem Deus disciplina; não desprezes, pois, a disciplina do Todo-Poderoso. 18 Porque ele faz a ferida e ele mesmo a ata; ele fere, e as suas mãos curam. 19 De seis angústias te livrará, e na sétima o mal te não tocará. 20 Na fome te livrará da morte; na guerra, do poder da espada. 21 Do açoite da língua estarás abrigado e, quando vier a assolação, não a temerás. 22 Da assolação e da fome te rirás e das feras da terra não terás medo. 23 Porque até com as pedras do campo terás a tua aliança, e os animais da terra viverão em paz contigo. 24 Saberás que a paz é a tua tenda, percorrerás as tuas possessões, e nada te faltará. 25 Saberás também que se multiplicará a tua descendência, e a tua posteridade, como a erva da terra. 26 Em robusta velhice entrarás para a sepultura, como se recolhe o feixe de trigo a seu tempo. 27 Eis que isto já o havemos inquirido, e assim é; ouve-o e medita nisso para teu bem.” (Jó 5 ARA)2.

“No capítulo 5, Elifaz continuou com sua argumentação. Basicamente ele disse a mesma coisa que tinha dito no capítulo anterior: o mal acontece apenas com pessoas más. Imagine como Jó deve ter se sentido, sabendo que isso não podia estar correto e que ele não merecia sua condição deplorável.”1

“No entanto, há um problema aqui: nem tudo o que Elifaz disse estava errado. Ao contrário, muitos desses mesmos pensamentos são ecoados em outras partes da Bíblia.”1

“5. Como os seguintes textos refletem as opiniões expressas em Jó 5?”

Sl 37:10 – “Mais um pouco de tempo, e já não existirá o ímpio; procurarás o seu lugar e não o acharás.2

Pv 26:2 – “Como o pássaro que foge, como a andorinha no seu vôo, assim, a maldição sem causa não se cumpre.2

Lc 1:52 – “Derribou do seu trono os poderosos e exaltou os humildes.2

1Co 3:19 – “Fiel é Deus, pelo qual fostes chamados à comunhão de seu Filho Jesus Cristo, nosso Senhor.2

Sl 34:6 – “Clamou este aflito, e o SENHOR o ouviu e o livrou de todas as suas tribulações.2

Hb 12:5 – “e estais esquecidos da exortação que, como a filhos, discorre convosco: Filho meu, não menosprezes a correção que vem do Senhor, nem desmaies quando por ele és reprovado;2

Os 6:1 – “Vinde, e tornemos para o SENHOR, porque ele nos despedaçou e nos sarará; fez a ferida e a ligará.2

Sl 33:19 – “para livrar-lhes a alma da morte, e, no tempo da fome, conservar-lhes a vida.2

Quarta-feira, 02 de novembro de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÕES da escola sabatina. O livro de Jó. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 486, Out. Nov. Dez. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

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