Uma casa na rocha

Lições da Bíblia

“5. Leia Jó 31:24-34. O que mais podemos aprender sobre Jó? Analise as afirmações e assinale a(s) alternativa(s) correta(s):”1

“24 Se no ouro pus a minha esperança ou disse ao ouro fino: em ti confio; 25 se me alegrei por serem grandes os meus bens e por ter a minha mão alcançado muito; 26 se olhei para o sol, quando resplandecia, ou para a lua, que caminhava esplendente, 27 e o meu coração se deixou enganar em oculto, e beijos lhes atirei com a mão, 28 também isto seria delito à punição de juízes; pois assim negaria eu ao Deus lá de cima. 29 Se me alegrei da desgraça do que me tem ódio e se exultei quando o mal o atingiu 30 (Também não deixei pecar a minha boca, pedindo com imprecações a sua morte.); 31 se a gente da minha tenda não disse: Ah! Quem haverá aí que não se saciou de carne provida por ele 32 (O estrangeiro não pernoitava na rua; as minhas portas abria ao viandante.)! 33 Se, como Adão, encobri as minhas transgressões, ocultando o meu delito no meu seio; 34 porque eu temia a grande multidão, e o desprezo das famílias me apavorava, de sorte que me calei e não saí da porta.” (Jó 31:24-34 ARA)2.

A. (   ) Jó não colocava sua fé nas riquezas que possuía.

B. (   ) Jó não adorava outros deuses como o sol, a lua e as estrelas.

C. (   ) Jó foi compassivo com o estrangeiro.

Resposta: Alternativa A, B e C.

“Não é de admirar que o Senhor tivesse elogiado a vida e o caráter de Jó. Ele era um homem que vivia sua fé, um homem cujas obras revelavam a realidade de seu relacionamento com Deus. Isso, naturalmente, tornava sua queixa ainda mais amarga: ‘Por que isto está acontecendo comigo?’ E, claro, fazia com que os argumentos de seus amigos se tornassem inúteis e vazios.”1

“Mas há uma mensagem ainda mais profunda e importante que podemos extrair da vida fiel e obediente de Jó. Observe a íntima ligação entre sua vida passada e a maneira pela qual ele reagiu às tragédias que lhe sobrevieram. Não foi por acaso, sorte, nem pura força de vontade que Jó se recusou a amaldiçoar a Deus e morrer (Jó 2:9). Não! Foi porque todos aqueles anos de fidelidade e obediência a Deus concederam-lhe a fé e o caráter que o habilitaram a confiar no Senhor, apesar do que lhe havia acontecido.”1

“6. Leia Mateus 7:22-27 e responda: Por que Jó permaneceu fiel? Complete as lacunas de acordo com o conteúdo do texto:”1

“22 Muitos, naquele dia, hão de dizer-me: Senhor, Senhor! Porventura, não temos nós profetizado em teu nome, e em teu nome não expelimos demônios, e em teu nome não fizemos muitos milagres? 23 Então, lhes direi explicitamente: nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que praticais a iniqüidade. 24 Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as pratica será comparado a um homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha; 25 e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, que não caiu, porque fora edificada sobre a rocha. 26 E todo aquele que ouve estas minhas palavras e não as pratica será comparado a um homem insensato que edificou a sua casa sobre a areia; 27 e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, e ela desabou, sendo grande a sua ruína.” (Mateus 7:22-27 ARA)2.

“Jó foi fiel porque construiu a sua casa sobre a rocha, sendo participante da Palavra de Deus e não apenas ouvinte.”1

“A chave para a grande vitória de Jó estava em todas as vitórias ‘menores’ que ele havia obtido antes (veja também Lc 16:10). Sua adesão à justiça foi tão fiel que ele não estava disposto a fazer concessões – isso fez de Jó o que ele era. Vemos em Jó um exemplo do que o livro de Tiago diz a respeito do papel das obras na vida de fé: ‘Vês como a fé operava juntamente com as suas obras; com efeito, foi pelas obras que a fé se consumou’ (Tg 2:22). Que importante princípio de vida cristã é revelado nesse verso! Na história de Jó, vemos esse princípio se manifestando de maneira poderosa. Jó era de carne e osso como todos nós; no entanto, pela graça de Deus e seu próprio esforço diligente ele teve uma vida de fiel obediência a Deus.”1

“Que escolhas você precisa fazer para viver de maneira tão fiel quanto Jó?”1

Quarta-feira, 21 de dezembro de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÕES da escola sabatina. O livro de Jó. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 486, Out. Nov. Dez. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

A aliança do Sinai

Lições da Bíblia

“4. Como foi feita a aliança entre Deus e Israel no monte Sinai? Êx 24”1 1 Disse também Deus a Moisés: Sobe ao SENHOR, tu, e Arão, e Nadabe, e Abiú, e setenta dos anciãos de Israel; e adorai de longe. 2 Só Moisés se chegará ao SENHOR; os outros não se chegarão, nem o povo subirá com ele. 3 Veio, pois, Moisés e referiu ao povo todas as palavras do SENHOR e todos os estatutos; então, todo o povo respondeu a uma voz e disse: Tudo o que falou o SENHOR faremos. 4 Moisés escreveu todas as palavras do SENHOR e, tendo-se levantado pela manhã de madrugada, erigiu um altar ao pé do monte e doze colunas, segundo as doze tribos de Israel. 5 E enviou alguns jovens dos filhos de Israel, os quais ofereceram ao SENHOR holocaustos e sacrifícios pacíficos de novilhos. 6 Moisés tomou metade do sangue e o pôs em bacias; e a outra metade aspergiu sobre o altar. 7 E tomou o livro da aliança e o leu ao povo; e eles disseram: Tudo o que falou o SENHOR faremos e obedeceremos. 8 Então, tomou Moisés aquele sangue, e o aspergiu sobre o povo, e disse: Eis aqui o sangue da aliança que o SENHOR fez convosco a respeito de todas estas palavras. 9 E subiram Moisés, e Arão, e Nadabe, e Abiú, e setenta dos anciãos de Israel. 10 E viram o Deus de Israel, sob cujos pés havia uma como pavimentação de pedra de safira, que se parecia com o céu na sua claridade. 11 Ele não estendeu a mão sobre os escolhidos dos filhos de Israel; porém eles viram a Deus, e comeram, e beberam. 12 Então, disse o SENHOR a Moisés: Sobe a mim, ao monte, e fica lá; dar-te-ei tábuas de pedra, e a lei, e os mandamentos que escrevi, para os ensinares. 13 Levantou-se Moisés com Josué, seu servidor; e, subindo Moisés ao monte de Deus, 14 disse aos anciãos: Esperai-nos aqui até que voltemos a vós outros. Eis que Arão e Hur ficam convosco; quem tiver alguma questão se chegará a eles. 15 Tendo Moisés subido, uma nuvem cobriu o monte. 16 E a glória do SENHOR pousou sobre o monte Sinai, e a nuvem o cobriu por seis dias; ao sétimo dia, do meio da nuvem chamou o SENHOR a Moisés. 17 O aspecto da glória do SENHOR era como um fogo consumidor no cimo do monte, aos olhos dos filhos de Israel. 18 E Moisés, entrando pelo meio da nuvem, subiu ao monte; e lá permaneceu quarenta dias e quarenta noites.” (Êxodo 24 ARA)2. “Alguns líderes subiram com Moisés ao monte Sinai e, enquanto ficavam de longe, Moisés foi até onde Deus estava. Depois, voltou e referiu ao povo todas as palavras do Senhor e todos os estatutos; então, todo o povo disse: ‘Tudo o que falou o Senhor faremos’. Moisés escreveu todas as palavras do Senhor e ratificou a aliança, espargindo o sangue dos sacrifícios sobre o santuário, sobre o livro da aliança e sobre o povo.”1

“Moisés e alguns líderes foram para o monte Sinai. Entre esses líderes estavam Arão e seus dois filhos, que representavam os sacerdotes, e os 70 anciãos, líderes e juízes, que representavam a nação. Os homens que acompanharam Moisés tiveram que ficar parados de longe, mas foi permitido que Moisés continuasse subindo até onde Deus havia aparecido.”1

“Mais tarde, Moisés voltou e confirmou a aliança com toda a nação. Ele proclamou o que Deus lhe havia dito, ao que a nação respondeu com as seguintes palavras: ‘Tudo o que falou o Senhor faremos’ (Êx 24:3).”1

“Obviamente, como a história sagrada tem demonstrado e como nossa própria experiência frequentemente prova, uma coisa é afirmar que seremos obedientes, e outra, completamente diferente, é exercer fé e realizar a entrega necessária para nos ligar ao poder divino, o qual nos dará graça para fazer o que dissemos que faríamos.”1

“5. Leia Hebreus 4:2. Qual foi a razão do fracasso de Israel? Como podemos evitar o mesmo erro?”1 Porque também a nós foram anunciadas as boas-novas, como se deu com eles; mas a palavra que ouviram não lhes aproveitou, visto não ter sido acompanhada pela fé naqueles que a ouviram.” (Hebreus 4:2 ARA)2. “As boas-novas (o evangelho) foram pregadas a eles, mas a mensagem de nada lhes valeu, pois não foi acompanhada pela fé naqueles que a ouviram. Evitamos o mesmo erro compreendendo que o ponto central da religião é a fé em Cristo e Sua justiça, que nos levam à obediência à lei.1

“Somente pela fé, e pela firme confiança nas promessas que vêm pela fé, podemos ser obedientes, uma obediência que será expressa pela lealdade à lei de Deus. A obediência à lei não era contrária à aliança eterna no tempo de Moisés, assim como não é hoje. A noção comum e equivocada a respeito da lei e das alianças, que geralmente surge a partir da leitura dos escritos de Paulo, provém da falha em levar em conta o contexto em que ele estava escrevendo, ou seja, o fato de que estava lidando com oponentes judaizantes. Eles desejavam fazer da lei e da obediência a ela o centro da religião. Paulo, ao contrário, desejava tornar Cristo e Sua justiça o elemento central.”1

“Você já disse: ‘Tudo o que o Senhor me disse, eu farei’, e depois falhou em cumprir a promessa? Por que essa triste realidade torna a promessa da graça muito mais preciosa? Que esperança você teria sem essa promessa?”1

Terça-feira, 08 dezembro de 2015. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Jeremias. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 482, Out. Nov. Dez. 2015. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999

Conhecimento e experiência – parte 2 – “Por que me chamais Senhor, Senhor, e não fazeis o que vos mando?” (Lucas 6:46 RA).

Lições da Bíblia.

“3. Leia Lucas 6:20-49. De que forma o conhecimento e a experiência são combinados nesse texto? Por que ambos são necessários em nossa caminhada com o Senhor e também na formação de discípulos?”1 “Então, olhando ele para os seus discípulos, disse-lhes: Bem-aventurados vós, os pobres, porque vosso é o reino de Deus. Bem-aventurados vós, os que agora tendes fome, porque sereis fartos. Bem-aventurados vós, os que agora chorais, porque haveis de rir. Bem-aventurados sois quando os homens vos odiarem e quando vos expulsarem da sua companhia, vos injuriarem e rejeitarem o vosso nome como indigno, por causa do Filho do Homem. Regozijai-vos naquele dia e exultai, porque grande é o vosso galardão no céu; pois dessa forma procederam seus pais com os profetas. Mas ai de vós, os ricos! Porque tendes a vossa consolação. Ai de vós, os que estais agora fartos! Porque vireis a ter fome. Ai de vós, os que agora rides! Porque haveis de lamentar e chorar. Ai de vós, quando todos vos louvarem! Porque assim procederam seus pais com os falsos profetas. Digo-vos, porém, a vós outros que me ouvis: amai os vossos inimigos, fazei o bem aos que vos odeiam; bendizei aos que vos maldizem, orai pelos que vos caluniam. Ao que te bate numa face, oferece-lhe também a outra; e, ao que tirar a tua capa, deixa-o levar também a túnica; dá a todo o que te pede; e, se alguém levar o que é teu, não entres em demanda. Como quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles. Se amais os que vos amam, qual é a vossa recompensa? Porque até os pecadores amam aos que os amam. Se fizerdes o bem aos que vos fazem o bem, qual é a vossa recompensa? Até os pecadores fazem isso. E, se emprestais àqueles …ola: Pode, porventura, um cego guiar a outro cego? Não cairão ambos no barranco? O discípulo não está acima do seu mestre; todo aquele, porém, que for bem instruído será como o seu mestre. Por que vês tu o argueiro no olho de teu irmão, porém não reparas na trave que está no teu próprio? Como poderás dizer a teu irmão: Deixa, irmão, que eu tire o argueiro do teu olho, não vendo tu mesmo a trave que está no teu? Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho e, então, verás claramente para tirar o argueiro que está no olho de teu irmão. Não há árvore boa que dê mau fruto; nem tampouco árvore má que dê bom fruto. Porquanto cada árvore é conhecida pelo seu próprio fruto. Porque não se colhem figos de espinheiros, nem dos abrolhos se vindimam uvas. O homem bom do bom tesouro do coração tira o bem, e o mau do mau tesouro tira o mal; porque a boca fala do que está cheio o coração. Por que me chamais Senhor, Senhor, e não fazeis o que vos mando? Todo aquele que vem a mim, e ouve as minhas palavras, e as pratica, eu vos mostrarei a quem é semelhante. É semelhante a um homem que, edificando uma casa, cavou, abriu profunda vala e lançou o alicerce sobre a rocha; e, vindo a enchente, arrojou-se o rio contra aquela casa e não a pôde abalar, por ter sido bem construída. Mas o que ouve e não pratica é semelhante a um homem que edificou uma casa sobre a terra sem alicerces, e, arrojando-se o rio contra ela, logo desabou; e aconteceu que foi grande a ruína daquela casa.” (Lucas 6:20-49 RA)2. O conhecimento a e experiência devem ser vivenciados com base nos princípios que regem o Reino de Deus, amor, perdão, tolerância, humildade e obediência. Elementos exemplificados por Cristo com os fundamentos do relacionamento cristão, e que devem tornar as experiências uma confirmação da vontade de Deus para o cristão.

“O conhecimento espiritual é indispensável à transformação espiritual. O próprio Cristo foi considerado o Mestre dos mestres. Em salas de aula ao ar livre, diante de praias, montanhas e maravilhas criadas por Deus, Cristo disseminava o conhecimento transformador. O Espírito Santo despertava consciências antes cauterizadas a aceitar essas verdades. A formação de discípulos é uma obra incompleta sem a experiência, mas a experiência deve ser dirigida pelo conhecimento.”1

“Os formadores de discípulos do século 21 devem se familiarizar completamente com as Escrituras, a fonte de autêntica informação espiritual. Semelhantemente, eles devem difundir a doutrina e os ensinamentos sem levar em conta a popularidade ou conveniência. Deus espera que cristãos experientes nada retenham, mas que guiem pacientemente os recém-convertidos a uma compreensão e apreço cada vez maiores das maravilhosas e transformadoras verdades do cristianismo, especialmente a verdade presente da tríplice mensagem angélica.”1

“4. O que os formadores de discípulos devem ter em mente? Como podemos ter certeza de que não somos cegos guiando cegos?”1 “Propôs-lhes também uma parábola: Pode, porventura, um cego guiar a outro cego? Não cairão ambos no barranco?” (Lucas 6:39 RA)2. Devem ter em mente o serviço com base no amor, guiando outros ao conhecimento de Deus. Pela fé devemos guiar outros para um progressivo conhecimento da palavra de Deus.

“No fim, a combinação de conhecimento e experiência que produza amor altruísta será a maior força que os formadores de discípulos poderão obter.”1

Terça-feira, 11 de março de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Discipulado. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 475, Jan. Fev. Mar. 2013. Adulto, Professor, p. 136

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Obediência: fruto do reavivamento – Vídeo

Lições da Bíblia.

Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

“Ao portal de entrada do caminho que leva para a vida eterna, Deus coloca a fé, e Ele sinaliza todo o caminho com a luz da paz e alegria da obediência voluntária. Desse modo, o viajante tem sempre diante de si o sinal de sua alta vocação em Cristo. O prêmio está sempre à vista. Para ele, os mandamentos de Deus são justiça, alegria e paz no Espírito Santo” (Ellen G. White, Nos Lugares Celestiais [MM 1968], p. 183).

“A promessa do Espírito Santo não é limitada a algum século ou raça. Cristo declarou que a divina influência do Espírito deveria estar com Seus seguidores até o fim. Desde o dia do Pentecostes até ao presente, o Confortador tem sido enviado a todos os que se rendem inteiramente ao Senhor e a Seu serviço. A todos os que aceitam Cristo como Salvador pessoal, o Espírito Santo vem como consolador, santificador, guia e testemunha. Quanto mais intimamente os crentes andam com Deus, tanto mais clara e poderosamente testificam do amor do Redentor e da Sua graça salvadora. Os homens e mulheres que, através dos longos séculos de perseguição e prova desfrutaram, em larga escala, a presença do Espírito Santo em sua vida, permaneceram como sinais e maravilhas no mundo. Diante dos anjos e dos homens, revelaram o transformador poder do amor que redime”

(Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p. 49).

Perguntas para reflexão

“1. Leia Atos 5:1-11 [‘Escrevi o primeiro livro, ó Teófilo, relatando todas as coisas que Jesus começou a fazer e a ensinar até ao dia em que, depois de haver dado mandamentos por intermédio do Espírito Santo aos apóstolos que escolhera, foi elevado às alturas. A estes também, depois de ter padecido, se apresentou vivo, com muitas provas incontestáveis, aparecendo-lhes durante quarenta dias e falando das coisas concernentes ao reino de Deus. E, comendo com eles, determinou-lhes que não se ausentassem de Jerusalém, mas que esperassem a promessa do Pai, a qual, disse ele, de mim ouvistes. Porque João, na verdade, batizou com água, mas vós sereis batizados com o Espírito Santo, não muito depois destes dias.’]. O que podemos aprender com essa história poderosa e, até certo ponto, assustadora? Por que eles enfrentaram consequências tão terríveis por suas ações?”

“2. Jesus ‘Se esvaziou’ a fim de cumprir Sua missão. Como podemos aplicar esse princípio à nossa caminhada com o Senhor? Por que, especialmente em nossa busca por reavivamento e reforma em nossa vida e na igreja, esse tipo de abnegação e morte para o eu é tão crucial?”

“3. Quais são as implicações das palavras decisivas de Agripa: ‘Por pouco me persuades a me fazer cristão’?”

Sexta-feira, 02 de agosto de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Obediência guiada pelo Espírito

Lições da Bíblia.

“O Espírito Santo teve um papel importante em todos os aspectos da vida de Jesus. Ele foi ‘gerado [pelo] Espírito Santo’ em Seu nascimento e ‘ungido com o Espírito Santo e com poder’ no batismo – o nascimento de Seu ministério (Mt 1:20; 3:16, 17; At 10:34-38). Ao longo da vida de Cristo, Ele foi obediente à vontade do Pai (Jo 8:29; Hb 10:7).”

“Um dos exemplos mais notáveis da intervenção divina, em Atos, é a história de Filipe e o eunuco, oficial do governo etíope.”

“7. Leia Filipenses 2:5-8. Que aspectos de uma vida cheia do Espírito Santo aparecem nessa descrição sobre Jesus?” “Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, pois ele, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus; antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz.” (Filipenses 2:5-8 RA) ”Humildade, vontade de servir, obediência, desprendimento e disposição para dar a vida para salvar os semelhantes.”

“Aquele que subsistia ‘em forma’, ou na própria essência de Deus, ‘aniquilou­Se a Si mesmo’ (RC; ou, como diz o texto original grego do Novo Testamento), ‘a Si mesmo Se esvaziou’ de Seus privilégios e prerrogativas como igual a Deus e Se tornou ‘servo’. Jesus era um servo da vontade do Pai. Ele ‘a Si mesmo Se humilhou, tornando­Se obediente até à morte e morte de cruz’ (Fp 2:8).”

“Jesus deu um exemplo do que é uma vida cheia do Espírito Santo. É uma vida de obediência voluntária e humilde submissão à vontade do Pai. É uma vida de oração, dedicada ao serviço e ministério e dominada pelo desejo ardente de ver pessoas salvas no reino do Pai.”

“O apóstolo Paulo declarou que os cristãos do Novo Testamento, cheios do Espírito Santo, haviam recebido ‘graça e apostolado por amor do Seu nome, para a obediência por fé, entre todos os gentios’ (Rm 1:5). Os pagãos, por outro lado, eram egoístas, rejeitavam a verdade e seguiam a injustiça (Rm 2:8, NVI).”

Em Romanos 6:15-23, Paulo usou duas expressões contrastantes, ‘escravos do pecado’ e ‘servos da justiça’. Em Romanos 8:12-17, ele descreve o ‘espírito de escravidão’ e ‘Espírito de adoção’. Com base em sua experiência, o que significa a fé, a luta contra o pecado, para estar em paz com Deus?

Quinta-feira, 01 de agosto de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

O alto preço da obediência

Lições da Bíblia.

“Um dos primeiros exemplos de fé, e do preço da fé, pode ser visto na vida de Estêvão.”

“2. Como Estêvão é descrito?” “Mas, irmãos, escolhei dentre vós sete homens de boa reputação, cheios do Espírito e de sabedoria, aos quais encarregaremos deste serviço; e, quanto a nós, nos consagraremos à oração e ao ministério da palavra. O parecer agradou a toda a comunidade; e elegeram Estêvão, homem cheio de fé e do Espírito Santo, Filipe, Prócoro, Nicanor, Timão, Pármenas e Nicolau, prosélito de Antioquia. Apresentaram-nos perante os apóstolos, e estes, orando, lhes impuseram as mãos. Crescia a palavra de Deus, e, em Jerusalém, se multiplicava o número dos discípulos; também muitíssimos sacerdotes obedeciam à fé. Estêvão, cheio de graça e poder, fazia prodígios e grandes sinais entre o povo. Levantaram-se, porém, alguns dos que eram da sinagoga chamada dos Libertos, dos cireneus, dos alexandrinos e dos da Cilícia e Ásia, e discutiam com Estêvão; e não podiam resistir à sabedoria e ao Espírito, pelo qual ele falava.” (Atos 6:3-10 RA); “Mas Estêvão, cheio do Espírito Santo, fitou os olhos no céu e viu a glória de Deus e Jesus, que estava à sua direita,” (Atos 7:55 RA). “Cheio de fé e do Espírito Santo, tinha boa reputação e sabedoria; fazia prodígios e grandes sinais.”

“A presença do Espírito Santo no coração dos discípulos os levou a uma vida altruísta e piedosa. A fé os levou à obediência e a obediência veio com um preço excepcionalmente alto. Todos os discípulos, com uma exceção, sofreram martírio. Foram apedrejados, presos, queimados nas fogueiras e naufragados. Às vezes, a guerra espiritual era acirrada, mas Jesus, seu Salvador e Senhor, estava ao lado deles para fortalecer a fé.”

“Em Atos 7, Estêvão pregou um magnífico sermão delineando a história de Israel. Ele descreveu a experiência de Abraão, Isaque, Jacó, José, Moisés, Davi e Salomão. Ao longo de seu apelo, Estêvão descreveu a fidelidade de Deus à luz da infidelidade de Israel. Ele concluiu seu sermão acusando os líderes religiosos de Israel de terem transgredido a aliança de Deus e resistido à influência do Espírito Santo (At 7:51, 52).”

“3. O que aconteceu com Estêvão por causa de seu testemunho por Jesus? Qual pode ser o preço da fidelidade?” Ouvindo eles isto, enfureciam-se no seu coração e rilhavam os dentes contra ele. Mas Estêvão, cheio do Espírito Santo, fitou os olhos no céu e viu a glória de Deus e Jesus, que estava à sua direita, e disse: Eis que vejo os céus abertos e o Filho do Homem, em pé à destra de Deus. Eles, porém, clamando em alta voz, taparam os ouvidos e, unânimes, arremeteram contra ele. E, lançando-o fora da cidade, o apedrejaram. As testemunhas deixaram suas vestes aos pés de um jovem chamado Saulo. E apedrejavam Estêvão, que invocava e dizia: Senhor Jesus, recebe o meu espírito! Então, ajoelhando-se, clamou em alta voz: Senhor, não lhes imputes este pecado! Com estas palavras, adormeceu.” (Atos 7:54-60 RA). “Foi apedrejado. O testemunho da verdade pode custar nossa vida.”

“Estêvão foi obediente ao chamado de Deus e fiel à missão divina, até à morte. Embora nem todos sejam chamados a morrer em defesa da fé, precisamos ser comprometidos com o Senhor de tal maneira que, se fôssemos chamados para isso, não recuaríamos, mas, a exemplo de Estêvão, permaneceríamos fiéis até o fim. Não está fora do campo das possibilidades que alguém que esteja lendo estas palavras agora um dia tenha que entregar a vida por causa do Senhor.”

“O que aconteceria se você enfrentasse a ameaça de morte por causa de seu poderoso testemunho? Embora você não possa prever o que faria, como suas ações passadas revelam a maneira pela qual você poderia reagir se um dia enfrentasse tal situação?”

Segunda-feira, 29 de julho de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Obediência – fruto do reavivamento

Lições da Bíblia.

“As armas da nossa milícia não são carnais, e sim poderosas em Deus, para destruir fortalezas, anulando nós sofismas e toda altivez que se levante contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo pensamento à obediência de Cristo” (2Co 10:4, 5).

“Uma ilustração do impacto do reavivamento na vida diária pode ser visto no reavivamento do País de Gales em 1904. Evan Roberts e alguns de seus amigos começaram a orar fervorosamente pelo derramamento do Espírito Santo. Eles intercederam, estudaram a Bíblia e compartilharam a fé.”

“Em resposta, o Espírito Santo foi derramado. Vidas foram transformadas. Em seis meses, houve 100 mil conversões no pequeno País de Gales. Os resultados desse reavivamento foram vistos em todo o país. Durante todo o dia milhares de pessoas se aglomeravam nas igrejas para orar. Trabalhadores das minas de carvão, rudes e que viviam praguejando, foram transformados em senhores bondosos e corteses. Mesmo os pôneis das minas de carvão tiveram que aprender novas palavras de comando, porque os mineiros não estavam mais praguejando sobre eles! Vidas obedientes e transformadas brotavam de corações convertidos. Essa é uma evidência irrefutável do verdadeiro reavivamento.”

Sábado, 27 de julho de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Cumprindo toda a lei (Gl 5:13-15)

Lições da Bíblia.

“5. Como você concilia os comentários negativos de Paulo sobre ‘guardar toda a lei’ (Gl 5:3) com sua afirmação positiva de que ‘toda a lei se cumpre’ (Gl 5:14)? Compare Rm 10:5; Gl 3:10, 12; 5:3 com Rm 8:4, 13:8; Gl 5:14.” “De novo, testifico a todo homem que se deixa circuncidar que está obrigado a guardar toda a lei.” (Gál. 5:3) “Porque toda a lei se cumpre em um só preceito, a saber: Amarás o teu próximo como a ti mesmo.” (Gál. 5:14).

“Ora, Moisés escreveu que o homem que praticar a justiça decorrente da lei viverá por ela.” (Rom. 10:5). “Todos quantos, pois, são das obras da lei estão debaixo de maldição; porque está escrito: Maldito todo aquele que não permanece em todas as coisas escritas no Livro da lei, para praticá-las.” (Gál. 3:10). Ora, a lei não procede de fé, mas: Aquele que observar os seus preceitos por eles viverá.” (Gál. 3:12). “De novo, testifico a todo homem que se deixa circuncidar que está obrigado a guardar toda a lei.” (Gál. 5:3).

“a fim de que o preceito da lei se cumprisse em nós, que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito.” (Rom. 8:4). “A ninguém fiqueis devendo coisa alguma, exceto o amor com que vos ameis uns aos outros; pois quem ama o próximo tem cumprido a lei.” (Rom. 13:8).Porque toda a lei se cumpre em um só preceito, a saber: Amarás o teu próximo como a ti mesmo.” (Gál. 5:14).

“A diferença está nos motivos: O legalista guarda a lei de forma certa pelo motivo errado: alcançar a salvação; o cristão cumpre a lei da forma certa pelo motivo certo: a fé que atua pelo amor.”

“Muitos têm visto o contraste entre os comentários negativos de Paulo sobre ‘guardar (poiêsai, em grego) toda a lei’ e suas afirmações positivas de que ‘toda a lei se cumpre (plêroutai em grego)’ como paradoxal. Mas de fato não são. A solução está no fato de que Paulo, intencionalmente, usou cada frase para fazer uma importante distinção entre duas formas diferentes de definir o comportamento cristão em relação à lei. Por exemplo, é significativo que, quando Paulo se referiu positivamente à observância cristã da lei, ele nunca descreveu isso como ‘guardar a lei’. Ele reservou essa frase para se referir exclusivamente ao comportamento equivocado dos que viviam sob a lei e tentavam obter a aprovação de Deus ‘guardando’ o que a lei ordena.”

“Isso não significa que os que encontravam a salvação em Cristo não obedeciam à lei. Nada poderia estar mais longe da verdade. Paulo disse que eles ‘cumpriam’ a lei. Ele quis dizer que o verdadeiro comportamento cristão é muito mais do que a obediência exterior de apenas ‘guardar’ a lei; é ‘cumprir’ a lei. Paulo usou a palavra cumprir, porque ela vai muito além de simplesmente ‘fazer’. Esse tipo de obediência está enraizado em Jesus (Mt 5:17). Não é um abandono da lei, nem uma redução da lei para o amor apenas, mas é uma forma pela qual o cristão pode experimentar a verdadeira intenção e significado de toda a lei!”

6. De acordo com Paulo, onde encontramos o pleno significado da lei? “Não te vingarás, nem guardarás ira contra os filhos do teu povo; mas amarás o teu próximo como a ti mesmo. Eu sou o SENHOR.” (Lev. 19:18). “O segundo é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que estes.” (Mar. 12:31). “e que amar a Deus de todo o coração e de todo o entendimento e de toda a força, e amar ao próximo como a si mesmo excede a todos os holocaustos e sacrifícios.” (Mar. 12:33). “Pois isto: Não adulterarás, não matarás, não furtarás, não cobiçarás, e, se há qualquer outro mandamento, tudo nesta palavra se resume: Amarás o teu próximo como a ti mesmo.” (Rom. 13:9). “Se vós, contudo, observais a lei régia segundo a Escritura: Amarás o teu próximo como a ti mesmo, fazeis bem;” (Tia. 2:8).

“Embora fosse uma citação de Levítico, a declaração de Paulo em Gálatas está, em última análise, enraizada no uso que Jesus fez de Levítico 19:18. Jesus, porém, não foi o único mestre judeu a se referir a Levítico 19:18 como o resumo de toda a lei. O rabino Hillel, que viveu aproximadamente uma geração antes de Jesus, disse: ‘O que é detestável a você, não faça ao seu próximo; essa é toda a lei’. Mas a perspectiva de Jesus foi radicalmente diferente (Mt 7:12). Ela não apenas foi mais positiva, mas também demonstrou que a lei e o amor não são incompatíveis. Sem amor, a lei é vazia e fria; sem lei, o amor não tem sentido.”

“O que é mais fácil, e por quê: amar os outros, ou simplesmente obedecer aos Dez Mandamentos? Comente com a classe.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – quinta-feira 08 de dezembro de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF