A lei e o evangelho (Rm 1:16, 17)

Lições da Bíblia.

“Não importa quão ‘boa’ seja nossa vida, ninguém pode escapar dos constantes lembretes do pecado. Inevitavelmente, a felicidade é interrompida pela doença, morte e desastres. Em nível pessoal, os sentimentos de segurança espiritual são frequentemente desafiados pelas lembranças de pecados passados e, pior ainda, pelo impulso para pecar novamente.”1

“7. Qual é o efeito do pecado em nossa vida?”1 “porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor.” (Romanos 6:23 RA)2; “Desventurado homem que sou! Quem me livrará do corpo desta morte? (Romanos 7:24 RA)2; “Ele vos deu vida, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados,” (Efésios 2:1 RA)2. Os efeitos do pecado, em nossa vida, são muitos, o pior deles é a morte.

“A pessoa que vive no pecado, na injustiça, é apenas um cadáver ambulante esperando o dia em que dará o último suspiro. Quando Paulo avaliou a condição humana, ele clamou em desespero: ‘Quem me livrará do corpo desta morte?’ (Rm 7:24). Esse é um clamor por libertação da injustiça. Paulo logo percebeu que a libertação vem por meio de Jesus (Rm 7:25).”1

“Esse é o evangelho. A boa notícia é que nós, que estávamos presos em corpos de injustiça, podemos ser cobertos com a justiça de Cristo. O evangelho é a garantia de que podemos escapar da condenação da lei, porque agora possuímos a justiça promovida pela lei (Rm 8:1).” 1

“Quando Paulo escreveu aos cristãos de Roma, a história da morte de Jesus ainda estava circulando por todo o império. Os que tinham ouvido estavam plenamente conscientes de que Ele havia morrido de uma forma escandalosa. Pessoas cujos entes queridos eram executados na cruz tinham normalmente uma vida de vergonha. No entanto, Paulo e muitos outros cristãos entenderam que a morte ‘vergonhosa’ de Cristo foi o acontecimento mais poderoso da história humana. Por isso, Paulo declarou: ‘Não me envergonho do evangelho, porque é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê’ (Rm 1:16). A essência desse evangelho é a grande promessa de que, no fim, a morte não terá a palavra final e os salvos por Jesus viverão para sempre em uma nova Terra.”1

“Muitas pessoas acreditam que a vida não tem sentido, porque sempre termina em morte. Então, em longo prazo, nada do que fazemos terá importância. É difícil contestar essa lógica, não é mesmo? Se tudo que fazemos e cada pessoa que influenciamos serão destruídos e esquecidos para sempre, qual seria o sentido da vida?”1

“Está chegando o dia do Impacto Esperança. Faça em sua igreja um programa com testemunhos relacionados à distribuição dos livros.”1

Quinta-feira, 29 de maio de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

2 LIÇÕES da escola sabatina. Cristo e sua lei. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 476, Abr. Maio Jun. 2013. Adulto, Professor.

Graça e verdade (Jo 1:17)

Lições da Bíblia.

“João resumiu a história da salvação em um verso: ‘A lei foi dada por intermédio de Moisés; a graça e a verdade vieram por meio de Jesus Cristo’ (Jo 1:17). Como resultado do pecado de Adão, toda a humanidade foi afetada pela maldição da morte. A maldição é intensificada pelo fato de que nenhuma pessoa nascida de pais humanos, com exceção de Jesus, ficou livre das inclinações pecaminosas. Portanto, Deus escolheu um povo ao qual Ele revelou Sua lei, com a intenção de que o povo eleito fosse Sua luz para as outras nações. Deus não deu a lei a Israel como meio de salvação, mas como lembrete constante de sua necessidade de justiça.”1

“5. Que exemplo de vida Jesus nos deixou?”1 “a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz.” (Filipenses 2:8 RA)2; “Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; assim como também eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai e no seu amor permaneço.” (João 15:10 RA)2; “Adiantando-se um pouco, prostrou-se sobre o seu rosto, orando e dizendo: Meu Pai, se possível, passe de mim este cálice! Todavia, não seja como eu quero, e sim como tu queres.” (Mateus 26:39 RA)2. Jesus não pecou, foi obediente até a morte. Guardou os mandamentos de Seu Pai. Sua vontade sempre foi submissa a de Seu Pai.

“Quando desobedeceu à ordem expressa de Deus, o primeiro Adão mergulhou o mundo inteiro em desordem e escravidão. Por outro lado, mediante Sua vida obediente, o segundo Adão, Jesus, veio para libertar o mundo da escravidão que o primeiro Adão havia trazido. Quando andou nesta Terra, Jesus voluntariamente submeteu Sua vontade à vontade de Seu Pai, e escolheu não pecar. Ao contrário do primeiro Adão, que trouxe condenação e mentira ao mundo, Jesus trouxe a ‘graça e a verdade’. A graça e a verdade não substituíram a lei. Em vez disso, Jesus mostrou por que a lei sozinha não era suficiente para assegurar a salvação. A verdade que Ele trouxe foi uma compreensão mais completa da graça.”1

“6. Qual é a natureza da graça de Jesus? Como Ele concedeu graça aos seres humanos?” “porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor.” (Romanos 6:23 RA)2; Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus;” (Efésios 2:8 RA)2. A graça é um dom gratuito que pela fé recebemos de Deus.

“A palavra grega traduzida como ‘graça’ (charis) também pode significar ‘dom’ e está relacionada ao termo para alegria (chara). O dom que Jesus dá à humanidade é a vida eterna. Além disso, a graça se manifesta como a presença interior de Cristo, que habilita o indivíduo a participar da justiça que a lei promove. Paulo afirmou que, ao condenar o pecado na carne, Jesus tornou possível ‘que as justas exigências da lei fossem plenamente satisfeitas em nós’ (Rm 8:4). A graça não apenas nos livra da condenação da lei, mas nos capacita a guardar a lei da maneira que somos chamados a fazer.”1

“Entregue o livro em lugares em que você nunca esteve. Faça planos com Deus e se una ao exército missionário!”1

Quarta-feira, 28 de maio de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

2 LIÇÕES da escola sabatina. Cristo e sua lei. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 476, Abr. Maio Jun. 2013. Adulto, Professor.

A lei e as nações (At 10:34, 35)

Lições da Bíblia.

“4. Leia Atos 10:34, 35; 17:26, 27; Romanos 1:20; 2:14. Qual é o ensinamento central desses textos?”1. “Então, falou Pedro, dizendo: Reconheço, por verdade, que Deus não faz acepção de pessoas; pelo contrário, em qualquer nação, aquele que o teme e faz o que é justo lhe é aceitável.” (Atos 10:34-35 RA)2; de um só fez toda a raça humana para habitar sobre toda a face da terra, havendo fixado os tempos previamente estabelecidos e os limites da sua habitação; para buscarem a Deus se, porventura, tateando, o possam achar, bem que não está longe de cada um de nós;” (Atos 17:26-27 RA)2; Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas. Tais homens são, por isso, indesculpáveis;” (Romanos 1:20 RA)2;Quando, pois, os gentios, que não têm lei, procedem, por natureza, de conformidade com a lei, não tendo lei, servem eles de lei para si mesmos.” (Romanos 2:14 RA)2. Deus não faz acepção de pessoas, todos são iguais e descendem de um único ser humano, Adão. Deus se faz revelar através da criação a tosos os homens desde o princípio. A sua lei é posta no coração de toda a humanidade, todos os seres humanos são capazes de fazer distinção entre o bem e o mal.

“Apesar dos erros de Israel, Deus não deixou as pessoas de outras nações sem uma testemunha. Aqueles que não tiveram o privilégio de receber a revelação escrita de Deus receberam mensagens divinas por intermédio das páginas da revelação natural (Rm 1:20). O divino livro da natureza contém informações suficientes para conduzir pessoas a Ele.”

“Deus inspirou também uma medida de desejo espiritual em cada ser humano. De acordo com Paulo, aqueles que sentem a presença do Espírito de Deus se envolvem numa busca para encontrá-Lo (At 17:27). Muitas pessoas sentem um vazio no coração que não pode ser preenchido pelas coisas que o mundo oferece: fama, poder, dinheiro, sexo ou qualquer outra coisa. Na sua essência, essa foi a mensagem do livro de Eclesiastes. Esse vazio, essa insatisfação muitas vezes leva as pessoas a uma busca por algo além, algo que transcenda a rotina da existência. Elas são atraídas para a verdade revelada, num desejo de acabar com os anseios e o vazio da alma. Seja a vontade de Deus revelada por meio de documentos escritos ou pela natureza, a pessoa que recebe a revelação tem a responsabilidade de vivê-la. A verdade é a verdade, independentemente do veículo que a transmite, e os que detêm a verdade experimentarão a ira de Deus (Rm 1:18). Consequentemente, embora muitas pessoas possam não ter conhecido a Bíblia nem os Dez Mandamentos, Deus ainda as considera responsáveis pelas porções de verdade que elas recolheram. Em última análise, todos serão julgados, e o padrão de julgamento será a lei: seja a lei que Deus revelou claramente por meio de Seu profeta Moisés, ou, para os que não conhecem a lei escrita, a lei da consciência, que se desenvolve quando ouvimos a voz de Deus na natureza.”

“Você já enfrentou decepções que mostraram que este mundo é inseguro e insatisfatório? O que aprendeu com essas experiências sobre o que é realmente importante?”

“O livro A Única Esperança mudará a vida de milhares de pessoas. Faça sua parte e espalhe essa mensagem!”

Terça-feira, 27 de maio de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

2 LIÇÕES da escola sabatina. Cristo e sua lei. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 476, Abr. Maio Jun. 2013. Adulto, Professor.

A lei e Israel (Dt 30:15-18)

Lições da Bíblia.

“A promulgação da lei para Israel foi um ato especial. Pouco antes da entrega da lei a Moisés, Deus lembrou Seu povo de que ele era um ‘reino de sacerdotes e nação santa’ (Êx 19:6). Entre todas as nações na face da Terra, foi a Israel que Deus especialmente revelou Sua lei (Rm 9:4). A lei não se destinava a ser um fardo para as pessoas, mas a ser um instrumento por meio do qual a nação escolhida revelaria às multidões o código moral que é a base do governo de Deus. Israel devia ser parceiro de Deus na missão de evangelizar o mundo, e a lei de Deus devia ser a marca de identificação dos porta-vozes de Deus.”1

“3. De acordo com Deuteronômio 30:15-20, qual é a relação entre a lei e as promessas feitas a Abraão, Isaque e Jacó? Como esses princípios se aplicam a nós, na Nova Aliança? Leia Mt 7:24-27.”1. Vê que proponho, hoje, a vida e o bem, a morte e o mal; se guardares o mandamento que hoje te ordeno, que ames o SENHOR, teu Deus, andes nos seus caminhos, e guardes os seus mandamentos, e os seus estatutos, e os seus juízos, então, viverás e te multiplicarás, e o SENHOR, teu Deus, te abençoará na terra à qual passas para possuí-la. Porém, se o teu coração se desviar, e não quiseres dar ouvidos, e fores seduzido, e te inclinares a outros deuses, e os servires, então, hoje, te declaro que, certamente, perecerás; não permanecerás longo tempo na terra à qual vais, passando o Jordão, para a possuíres. Os céus e a terra tomo, hoje, por testemunhas contra ti, que te propus a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe, pois, a vida, para que vivas, tu e a tua descendência, amando o SENHOR, teu Deus, dando ouvidos à sua voz e apegando-te a ele; pois disto depende a tua vida e a tua longevidade; para que habites na terra que o SENHOR, sob juramento, prometeu dar a teus pais, Abraão, Isaque e Jacó.” (Deuteronômio 30:15-20 RA)2; Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as pratica será comparado a um homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha; e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, que não caiu, porque fora edificada sobre a rocha. E todo aquele que ouve estas minhas palavras e não as pratica será comparado a um homem insensato que edificou a sua casa sobre a areia; e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, e ela desabou, sendo grande a sua ruína.” (Mateus 7:24-27 RA)2. Deus propôs para Israel a vida e o bem, a morte e o mal, a escolha pela vida dependeria da fidelidade a Deus, a infidelidade acarretaria a morte. Jesus compara o homem prudente com aquele que pratica a vontade de Deus. Portanto, tanto na velha como na nova aliança, a obediência a Deus foi e continua sendo um elemento necessário, em ambas as alianças obediência deveria ser o resultado da fé, da redenção operada por Deus no homem, e nunca um meio de salvação.

“Deus escolheu Israel para ser Seu representante. Israel seria o povo por meio do qual as nações da Terra receberiam as bênçãos prometidas a Abraão, Isaque e Jacó. No entanto, as bênçãos não eram automáticas. Sendo uma nação escolhida, Israel precisava andar em harmonia com a vontade do Senhor. Moisés deixou claro que a vida e a prosperidade sobreviriam ao povo somente se ele observasse os mandamentos, estatutos e juízos de Deus (Dt 30:15, 16).”1

“Dados os inúmeros relatos de rebelião que mancharam a história de Israel, a nação não conseguiu viver de acordo com as condições da aliança. No entanto, não devemos esquecer que ‘todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus’ (Rm 3:23). Nenhuma nação na Terra cumpriu a vontade de Deus. Mesmo na história recente, nações que professam ser cristãs têm representado mal a causa de Deus com guerras, preconceitos e opressão.”1

“Em sua experiência, qual é a relação entre obediência e fé? Quando você obedece, o que acontece com sua fé? E quando você desobedece? A obediência fortalece a fé?”1

“Entre em contato com os irmãos da igreja e organize a distribuição do livro.”1

Segunda-feira, 26 de maio de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

2 LIÇÕES da escola sabatina. Cristo e sua lei. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 476, Abr. Maio Jun. 2013. Adulto, Professor.

O pecado e a lei

Lições da Bíblia.

“1. Leia Romanos 7:7-12. O que Paulo disse sobre a relação entre o pecado e a lei? O que ele quis dizer com a seguinte pergunta: ‘É a lei pecado?’1 “Que diremos, pois? É a lei pecado? De modo nenhum! Mas eu não teria conhecido o pecado, senão por intermédio da lei; pois não teria eu conhecido a cobiça, se a lei não dissera: Não cobiçarás. Mas o pecado, tomando ocasião pelo mandamento, despertou em mim toda sorte de concupiscência; porque, sem lei, está morto o pecado. Outrora, sem a lei, eu vivia; mas, sobrevindo o preceito, reviveu o pecado, e eu morri. E o mandamento que me fora para vida, verifiquei que este mesmo se me tornou para morte. Porque o pecado, prevalecendo-se do mandamento, pelo mesmo mandamento, me enganou e me matou. Por conseguinte, a lei é santa; e o mandamento, santo, e justo, e bom. (Romanos 7:7-12 RA)2. A lei não é pecado, pelo contrário a lei é santa e boa. Paulo argumenta que a lei mostra o pecado que cometemos e cujo o salário é a morte.

“Paulo relacionou a lei e o pecado de modo tão estreito que fez a pergunta retórica: ‘É a lei pecado?’ A resposta, certamente, é não. Ao contrário, no fim da seção, ele disse: ‘Assim, a lei é santa; e o mandamento, santo, justo e bom’ (Rm 7:12, ARC). O ‘assim’ mostra a conclusão de seu argumento: longe de ser pecado, a lei é, de fato, santa e boa.”1

“O que Paulo diz aqui é semelhante à relação entre a lei criminal e o crime. Algo só é criminoso se uma lei o retrata como tal. Você pode ir para a cadeia em um país por fazer algo que em outro país é lícito. Por quê? Um país tem uma lei que proíbe essa ação, o outro não. É a mesma ação, mas com duas consequências diferentes. O que faz a diferença? A lei.”1

“Um ponto crucial a ser lembrado é que, simplesmente porque uma coisa é lei não significa que seja boa. No início da América, a lei exigia que as pessoas devolvessem escravos fugitivos aos seus senhores. Era a lei. No entanto, estava longe de ser uma lei justa. Porém, no caso da lei de Deus, sabemos que ela reflete Seu caráter amoroso. Por isso, temos as palavras de Paulo de que a lei é santa e boa. O que mais ela poderia ser, considerando quem a criou?”1

“2. Que significado existe no mandamento que Paulo menciona em Romanos 7:7 para provar seu ensinamento sobre a lei? Por que ele não escolheu outro mandamento, como ‘Não furtarás’?”1 “Que diremos, pois? É a lei pecado? De modo nenhum! Mas eu não teria conhecido o pecado, senão por intermédio da lei; pois não teria eu conhecido a cobiça, se a lei não dissera: Não cobiçarás.” (Romanos 7:7 RA)2. A cobiça é um pecado que nasce e se manifesta, muitas vezes, de forma imperceptível, ao salientar o mandamento “não cobiçaras” Paulo enfatiza a importância da lei ao mencioná-lo, se assim não fosse muitos talvez, não considerassem sua existência.

“Talvez Paulo tenha usado esse mandamento específico, em lugar de alguns dos outros, porque não parece tão óbvio que a cobiça seja pecado. Muitas pessoas podem não acreditar que a cobiça seja um erro. Homicídio e furto, sim. Geralmente, nem precisamos dos Dez Mandamentos para saber isso. Mas, e a cobiça? Assim, esse mandamento é um exemplo perfeito para revelar que é a lei que nos mostra o pecado. Caso contrário, não poderíamos saber que a cobiça é algo errado.”

“Já leu o livro? Leia e conheça histórias de vidas transformadas.”1

Domingo, 25 de maio de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

2 LIÇÕES da escola sabatina. Cristo e sua lei. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 476, Abr. Maio Jun. 2013. Adulto, Professor.

Cristo, a lei e o evangelho

Lições da Bíblia.

“A lei foi dada por intermédio de Moisés; a graça e a verdade vieram por meio de Jesus Cristo” (Jo 1:17).1

“Um século antes de Cristo, o poeta romano Lucrécio escreveu um famoso poema que se perdeu na história até a Idade Média, chamado ‘Sobre a Natureza das Coisas’. Embora geralmente acusado de ser ateu, em seu poema Lucrécio não negou a existência dos deuses. Apenas argumentou que, em virtude de serem deuses, eles não teriam nenhum interesse nas questões humanas.”2

“Em contraste com isso, a Bíblia afirma que só existe um Deus e que Ele está muito interessado no que acontece aqui. Duas manifestações desse interesse apaixonado pela humanidade são encontradas em Sua lei (que deve orientar nossa maneira de viver) e em Sua graça (Seu meio de nos salvar, mesmo que tenhamos transgredido a lei). Ainda que sejam muitas vezes consideradas como contraditórias entre si, a lei e a graça estão necessariamente ligadas. Seus métodos de operação podem ser diferentes, mas juntas elas revelam que a justiça deve triunfar sobre o pecado. As manifestações da lei de Deus e Sua graça oferecem forte evidência de Seu amor pela humanidade e de Seu desejo de nos salvar para Seu reino eterno.”2

“Ore pelas pessoas que receberão de você o livro A Única Esperança.2

Sábado, 24 de maio de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

2 LIÇÕES da escola sabatina. Cristo e sua lei. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 476, Abr. Maio Jun. 2013. Adulto, Professor.

A lei de Deus e a lei de Cristo

Lições da Bíblia.

Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

 

“Leia, de Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v. 7, p. 260-264: ‘Disciplina da Igreja’; p. 265, 266: ‘Consideração Mútua’.”1

’Levai as cargas uns dos outros, e assim cumprireis a lei de Cristo’ (Gl 6:2, ARC). Aqui, de novo, acha-se claramente exposto o nosso dever. Como podem os professos seguidores de Cristo considerar tão levianamente essas ordens inspiradas? […] Pouco sabemos de nosso próprio coração, e pouca intuição temos de nossa própria necessidade da misericórdia de Deus. Por isso é que tão pouco acariciamos aquela suave compaixão que Jesus manifesta para conosco, e que devemos também manifestar uns para com os outros. Devemos lembrar-nos de que nossos irmãos são fracos e falíveis mortais, tais como nós mesmos. Suponhamos que um irmão, por falta de vigilância, tenha sido arrastado pela tentação e que, contrariamente à sua conduta geral, tenha cometido algum erro. Que procedimento devemos ter para com ele? Aprendemos, da história bíblica, que homens empregados por Deus para realizar uma grande e boa obra cometeram pecados graves. O Senhor não os passou por alto, sem repreensão, tampouco rejeitou Seus servos. […] Considerem os pobres e fracos mortais quão grande é sua necessidade de misericórdia e longanimidade de Deus e de seus irmãos. Guardem-se eles de julgar e condenar os outros”2

Perguntas para reflexão

“1. Reflita sobre a citação acima. Por que é tão importante que ofereçamos graça aos que pecam?”1

“2. Pense em alguns personagens bíblicos bem conhecidos que caíram em pecado. Deus os perdoou e continuou a usá-los. Que lição importante existe para nós nesses exemplos?”1

“3. De que forma podemos aplicar a disciplina da igreja e, ao mesmo tempo, mostrar graça e misericórdia aos que cometem pecado? Por que devemos entender que esses dois conceitos, disciplina e graça, não estão em contradição?”1

Sexta-feira, 23 de maio de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Cristo e sua lei. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 476, Abr. Maio Jun. 2013. Adulto, Professor.

2 WHITE, Ellen Gould; PAGANI, Cesar Luis. Testemunhos para a igreja. v. 5. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, 2006. p. 246, 247

Lei e julgamento (Jo 5:30)

Lições da Bíblia.

“Embora a lei de Deus seja uma lei de misericórdia, Deus finalmente a usará como padrão de julgamento. Deus continuamente oferece oportunidades para que os pecadores se arrependam e decidam ser fiéis a Ele, mas chegará a hora em que o clamor será ouvido: ‘Continue o injusto fazendo injustiça, continue o imundo ainda sendo imundo; o justo continue na prática da justiça, e o santo continue a santificar-se’ (Ap 22:11). Esse anúncio serve como prelúdio para o juízo final.”1

“5. Em Apocalipse 14:7, o primeiro anjo proclama o juízo de Deus, ainda que outros textos falem do julgamento de Cristo (At 17:31; 2Tm 4:1; 2Co 5:10). Como João 5:30 nos ajuda a compreender o papel de Jesus no julgamento?” “dizendo, em grande voz: Temei a Deus e dai-lhe glória, pois é chegada a hora do seu juízo; e adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas.” (Apocalipse 14:7 RA)2; porquanto estabeleceu um dia em que há de julgar o mundo com justiça, por meio de um varão que destinou e acreditou diante de todos, ressuscitando-o dentre os mortos.” (Atos 17:31 RA)2; Conjuro-te, perante Deus e Cristo Jesus, que há de julgar vivos e mortos, pela sua manifestação e pelo seu reino:” (2 Timóteo 4:1 RA)2; Porque importa que todos nós compareçamos perante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o bem ou o mal que tiver feito por meio do corpo.” (2 Coríntios 5:10 RA)2. Jesus será o juiz dos seres humanos dos quais tornou-se semelhante, embora sem pecado. Essa proximidade da humanidade permitirá a Cristo ser justo em cada julgamento, por experiência Ele conhece o valor de cada alma pelas quais morreu.

“Embora Cristo tenha deixado de lado Sua natureza divina quando Se tornou humano (Fp 2:5-11), Ele ainda tinha um relacionamento especial com o Pai. Quando os líderes religiosos O acusaram de blasfêmia, Ele informou Seus acusadores de que Deus Lhe tinha dado autoridade para cumprir tarefas divinas específicas (Jo 5:19-30), uma das quais era o julgamento. O fato de ter Cristo recebido a responsabilidade do julgamento demonstra a misericórdia de Deus. Visto que Cristo Se uniu à humanidade, está em posição de julgar com imparcialidade. Por causa da Sua familiaridade com a experiência humana, Ele não condenaria uma pessoa injustamente. Na verdade, Cristo sugere que a condenação não provém dEle, mas o pecador impenitente condena a si mesmo quando se recusa a atender à ordem de Deus (Jo 12:48).”1

“Muitos estão familiarizados com o conteúdo da lei de Deus, mas não sabem como guardá-la. A lei não é uma lista de verificação que usamos para ver se estamos perto do reino. Em vez disso, é um instrumento que expressa vários princípios do amor. Cumprir a lei não se limita a obedecer à lei a fim de obter o favor de Deus, mas chama o cristão a compartilhar o amor de Deus com aqueles que dele necessitam. Como padrão de julgamento, a lei serve para medir o nível de amor que o indivíduo tem para com Deus e com a humanidade. Quando Cristo presidir o julgamento final, usará a imutável lei do amor como padrão para julgar (Tg 2:12).”1

Quinta-feira, 22 de maio de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Cristo e sua lei. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 476, Abr. Maio Jun. 2013. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.