O pecado e a lei

Lições da Bíblia.

“1. Leia Romanos 7:7-12. O que Paulo disse sobre a relação entre o pecado e a lei? O que ele quis dizer com a seguinte pergunta: ‘É a lei pecado?’1 “Que diremos, pois? É a lei pecado? De modo nenhum! Mas eu não teria conhecido o pecado, senão por intermédio da lei; pois não teria eu conhecido a cobiça, se a lei não dissera: Não cobiçarás. Mas o pecado, tomando ocasião pelo mandamento, despertou em mim toda sorte de concupiscência; porque, sem lei, está morto o pecado. Outrora, sem a lei, eu vivia; mas, sobrevindo o preceito, reviveu o pecado, e eu morri. E o mandamento que me fora para vida, verifiquei que este mesmo se me tornou para morte. Porque o pecado, prevalecendo-se do mandamento, pelo mesmo mandamento, me enganou e me matou. Por conseguinte, a lei é santa; e o mandamento, santo, e justo, e bom. (Romanos 7:7-12 RA)2. A lei não é pecado, pelo contrário a lei é santa e boa. Paulo argumenta que a lei mostra o pecado que cometemos e cujo o salário é a morte.

“Paulo relacionou a lei e o pecado de modo tão estreito que fez a pergunta retórica: ‘É a lei pecado?’ A resposta, certamente, é não. Ao contrário, no fim da seção, ele disse: ‘Assim, a lei é santa; e o mandamento, santo, justo e bom’ (Rm 7:12, ARC). O ‘assim’ mostra a conclusão de seu argumento: longe de ser pecado, a lei é, de fato, santa e boa.”1

“O que Paulo diz aqui é semelhante à relação entre a lei criminal e o crime. Algo só é criminoso se uma lei o retrata como tal. Você pode ir para a cadeia em um país por fazer algo que em outro país é lícito. Por quê? Um país tem uma lei que proíbe essa ação, o outro não. É a mesma ação, mas com duas consequências diferentes. O que faz a diferença? A lei.”1

“Um ponto crucial a ser lembrado é que, simplesmente porque uma coisa é lei não significa que seja boa. No início da América, a lei exigia que as pessoas devolvessem escravos fugitivos aos seus senhores. Era a lei. No entanto, estava longe de ser uma lei justa. Porém, no caso da lei de Deus, sabemos que ela reflete Seu caráter amoroso. Por isso, temos as palavras de Paulo de que a lei é santa e boa. O que mais ela poderia ser, considerando quem a criou?”1

“2. Que significado existe no mandamento que Paulo menciona em Romanos 7:7 para provar seu ensinamento sobre a lei? Por que ele não escolheu outro mandamento, como ‘Não furtarás’?”1 “Que diremos, pois? É a lei pecado? De modo nenhum! Mas eu não teria conhecido o pecado, senão por intermédio da lei; pois não teria eu conhecido a cobiça, se a lei não dissera: Não cobiçarás.” (Romanos 7:7 RA)2. A cobiça é um pecado que nasce e se manifesta, muitas vezes, de forma imperceptível, ao salientar o mandamento “não cobiçaras” Paulo enfatiza a importância da lei ao mencioná-lo, se assim não fosse muitos talvez, não considerassem sua existência.

“Talvez Paulo tenha usado esse mandamento específico, em lugar de alguns dos outros, porque não parece tão óbvio que a cobiça seja pecado. Muitas pessoas podem não acreditar que a cobiça seja um erro. Homicídio e furto, sim. Geralmente, nem precisamos dos Dez Mandamentos para saber isso. Mas, e a cobiça? Assim, esse mandamento é um exemplo perfeito para revelar que é a lei que nos mostra o pecado. Caso contrário, não poderíamos saber que a cobiça é algo errado.”

“Já leu o livro? Leia e conheça histórias de vidas transformadas.”1

Domingo, 25 de maio de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

2 LIÇÕES da escola sabatina. Cristo e sua lei. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 476, Abr. Maio Jun. 2013. Adulto, Professor.

Cristo, a lei e o evangelho

Lições da Bíblia.

“A lei foi dada por intermédio de Moisés; a graça e a verdade vieram por meio de Jesus Cristo” (Jo 1:17).1

“Um século antes de Cristo, o poeta romano Lucrécio escreveu um famoso poema que se perdeu na história até a Idade Média, chamado ‘Sobre a Natureza das Coisas’. Embora geralmente acusado de ser ateu, em seu poema Lucrécio não negou a existência dos deuses. Apenas argumentou que, em virtude de serem deuses, eles não teriam nenhum interesse nas questões humanas.”2

“Em contraste com isso, a Bíblia afirma que só existe um Deus e que Ele está muito interessado no que acontece aqui. Duas manifestações desse interesse apaixonado pela humanidade são encontradas em Sua lei (que deve orientar nossa maneira de viver) e em Sua graça (Seu meio de nos salvar, mesmo que tenhamos transgredido a lei). Ainda que sejam muitas vezes consideradas como contraditórias entre si, a lei e a graça estão necessariamente ligadas. Seus métodos de operação podem ser diferentes, mas juntas elas revelam que a justiça deve triunfar sobre o pecado. As manifestações da lei de Deus e Sua graça oferecem forte evidência de Seu amor pela humanidade e de Seu desejo de nos salvar para Seu reino eterno.”2

“Ore pelas pessoas que receberão de você o livro A Única Esperança.2

Sábado, 24 de maio de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

2 LIÇÕES da escola sabatina. Cristo e sua lei. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 476, Abr. Maio Jun. 2013. Adulto, Professor.

A lei de Deus e a lei de Cristo

Lições da Bíblia.

Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

 

“Leia, de Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v. 7, p. 260-264: ‘Disciplina da Igreja’; p. 265, 266: ‘Consideração Mútua’.”1

’Levai as cargas uns dos outros, e assim cumprireis a lei de Cristo’ (Gl 6:2, ARC). Aqui, de novo, acha-se claramente exposto o nosso dever. Como podem os professos seguidores de Cristo considerar tão levianamente essas ordens inspiradas? […] Pouco sabemos de nosso próprio coração, e pouca intuição temos de nossa própria necessidade da misericórdia de Deus. Por isso é que tão pouco acariciamos aquela suave compaixão que Jesus manifesta para conosco, e que devemos também manifestar uns para com os outros. Devemos lembrar-nos de que nossos irmãos são fracos e falíveis mortais, tais como nós mesmos. Suponhamos que um irmão, por falta de vigilância, tenha sido arrastado pela tentação e que, contrariamente à sua conduta geral, tenha cometido algum erro. Que procedimento devemos ter para com ele? Aprendemos, da história bíblica, que homens empregados por Deus para realizar uma grande e boa obra cometeram pecados graves. O Senhor não os passou por alto, sem repreensão, tampouco rejeitou Seus servos. […] Considerem os pobres e fracos mortais quão grande é sua necessidade de misericórdia e longanimidade de Deus e de seus irmãos. Guardem-se eles de julgar e condenar os outros”2

Perguntas para reflexão

“1. Reflita sobre a citação acima. Por que é tão importante que ofereçamos graça aos que pecam?”1

“2. Pense em alguns personagens bíblicos bem conhecidos que caíram em pecado. Deus os perdoou e continuou a usá-los. Que lição importante existe para nós nesses exemplos?”1

“3. De que forma podemos aplicar a disciplina da igreja e, ao mesmo tempo, mostrar graça e misericórdia aos que cometem pecado? Por que devemos entender que esses dois conceitos, disciplina e graça, não estão em contradição?”1

Sexta-feira, 23 de maio de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Cristo e sua lei. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 476, Abr. Maio Jun. 2013. Adulto, Professor.

2 WHITE, Ellen Gould; PAGANI, Cesar Luis. Testemunhos para a igreja. v. 5. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, 2006. p. 246, 247

Lei e julgamento (Jo 5:30)

Lições da Bíblia.

“Embora a lei de Deus seja uma lei de misericórdia, Deus finalmente a usará como padrão de julgamento. Deus continuamente oferece oportunidades para que os pecadores se arrependam e decidam ser fiéis a Ele, mas chegará a hora em que o clamor será ouvido: ‘Continue o injusto fazendo injustiça, continue o imundo ainda sendo imundo; o justo continue na prática da justiça, e o santo continue a santificar-se’ (Ap 22:11). Esse anúncio serve como prelúdio para o juízo final.”1

“5. Em Apocalipse 14:7, o primeiro anjo proclama o juízo de Deus, ainda que outros textos falem do julgamento de Cristo (At 17:31; 2Tm 4:1; 2Co 5:10). Como João 5:30 nos ajuda a compreender o papel de Jesus no julgamento?” “dizendo, em grande voz: Temei a Deus e dai-lhe glória, pois é chegada a hora do seu juízo; e adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas.” (Apocalipse 14:7 RA)2; porquanto estabeleceu um dia em que há de julgar o mundo com justiça, por meio de um varão que destinou e acreditou diante de todos, ressuscitando-o dentre os mortos.” (Atos 17:31 RA)2; Conjuro-te, perante Deus e Cristo Jesus, que há de julgar vivos e mortos, pela sua manifestação e pelo seu reino:” (2 Timóteo 4:1 RA)2; Porque importa que todos nós compareçamos perante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o bem ou o mal que tiver feito por meio do corpo.” (2 Coríntios 5:10 RA)2. Jesus será o juiz dos seres humanos dos quais tornou-se semelhante, embora sem pecado. Essa proximidade da humanidade permitirá a Cristo ser justo em cada julgamento, por experiência Ele conhece o valor de cada alma pelas quais morreu.

“Embora Cristo tenha deixado de lado Sua natureza divina quando Se tornou humano (Fp 2:5-11), Ele ainda tinha um relacionamento especial com o Pai. Quando os líderes religiosos O acusaram de blasfêmia, Ele informou Seus acusadores de que Deus Lhe tinha dado autoridade para cumprir tarefas divinas específicas (Jo 5:19-30), uma das quais era o julgamento. O fato de ter Cristo recebido a responsabilidade do julgamento demonstra a misericórdia de Deus. Visto que Cristo Se uniu à humanidade, está em posição de julgar com imparcialidade. Por causa da Sua familiaridade com a experiência humana, Ele não condenaria uma pessoa injustamente. Na verdade, Cristo sugere que a condenação não provém dEle, mas o pecador impenitente condena a si mesmo quando se recusa a atender à ordem de Deus (Jo 12:48).”1

“Muitos estão familiarizados com o conteúdo da lei de Deus, mas não sabem como guardá-la. A lei não é uma lista de verificação que usamos para ver se estamos perto do reino. Em vez disso, é um instrumento que expressa vários princípios do amor. Cumprir a lei não se limita a obedecer à lei a fim de obter o favor de Deus, mas chama o cristão a compartilhar o amor de Deus com aqueles que dele necessitam. Como padrão de julgamento, a lei serve para medir o nível de amor que o indivíduo tem para com Deus e com a humanidade. Quando Cristo presidir o julgamento final, usará a imutável lei do amor como padrão para julgar (Tg 2:12).”1

Quinta-feira, 22 de maio de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Cristo e sua lei. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 476, Abr. Maio Jun. 2013. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Todas as coisas para todos os homens

Lições da Bíblia.

“3. Considere com atenção as referências à lei em 1 Coríntios 9:19-23. O que Paulo está dizendo ali? Por que há uma ênfase tão forte na lei?”1 “Porque, sendo livre de todos, fiz-me escravo de todos, a fim de ganhar o maior número possível. Procedi, para com os judeus, como judeu, a fim de ganhar os judeus; para os que vivem sob o regime da lei, como se eu mesmo assim vivesse, para ganhar os que vivem debaixo da lei, embora não esteja eu debaixo da lei. Aos sem lei, como se eu mesmo o fosse, não estando sem lei para com Deus, mas debaixo da lei de Cristo, para ganhar os que vivem fora do regime da lei. Fiz-me fraco para com os fracos, com o fim de ganhar os fracos. Fiz-me tudo para com todos, com o fim de, por todos os modos, salvar alguns. Tudo faço por causa do evangelho, com o fim de me tornar cooperador com ele.” (1 Coríntios 9:19-23 RA)2. Paulo, em todas as circunstâncias, procurava ganhar pessoas para Cristo, mesmo que isso exigisse dele uma adaptação aos costumes, a cultura daqueles para quem pregava, essa adaptação se fazia pela Lei de Cristo cuja princípio norteador é o amor. Assim, para os que eram legalista como também para os que viviam sem lei, ele agia a fim de cumprir sua missão, leva-los a Jesus Cristo. O mesmo Jesus autor da dos dez mandamentos dados no Sinai e cujo fundamento também é o amor. Assim, Paulo ressaltou sua obediência a lei não apenas fundamentado em sua letra, mas no princípio que a fundamenta, o amor de Cristo.

“O desejo de Deus é que todas as pessoas aceitem Seu dom de vida eterna e se tornem cidadãs de Seu reino eterno. Em 1 Coríntios 9, Paulo revelou seu método de atrair pessoas para o reino de Deus. Ele entendia que existem barreiras culturais que as impedem de tomar uma decisão pelo evangelho. Paulo estava disposto a adaptar-se à cultura das pessoas para as quais ele testemunhava com o único propósito de vê-las salvas.”1

“No fim, todos os que se tornam parte do reino de Deus se sujeitam à Sua lei. Consequentemente, os que ministram em nome de Deus também devem estar em harmonia com a vontade de Deus. Paulo não hesitou em afirmar que, embora ele usasse métodos inovadores para alcançar as pessoas, ele sempre tinha o cuidado de permanecer submisso aos preceitos da lei de Deus. Seu desejo de salvá-las não permitia que ele comprometesse as leis do Deus ao qual elas eram convidadas a servir. Ele podia se adaptar às leis culturais, desde que não houvesse conflito com a lei suprema. O princípio que regia seu método era a ‘lei de Cristo’ (1Co 9:21).”1

“Podemos também entender a referência de Paulo à ‘lei de Cristo’ como o método que Cristo usou. Era um método fundamentado no amor para todas as pessoas e não apenas para alguns escolhidos. Paulo não pretendia que a lei de Cristo fosse vista como alternativa à lei de Deus. As duas trabalham harmoniosamente juntas quando a lei de amor de Cristo é usada para apresentar aos salvos pela graça a lei de um Deus amoroso. Na verdade, toda a seção, na qual Paulo explica abertamente tudo que ele estava disposto a fazer para alcançar os perdidos, é um perfeito exemplo do tipo de amor abnegado revelado na ‘lei de Cristo’.”1

“Até que ponto você está disposto a negar a si mesmo a fim de alcançar outros para Cristo? Até que ponto você já se negou para alcançá-los? Você segue a ‘lei de Cristo’?”1

Terça-feira, 20 de maio de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Cristo e sua lei. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 476, Abr. Maio Jun. 2013. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

A lei e os profetas

Lições da Bíblia.

“Alguns acreditam que os Dez Mandamentos, entregues ao povo por intermédio de Moisés no Monte Sinai, foram relevantes apenas para os israelitas antes da cruz e não são obrigatórios no tempo da graça da nova aliança. Outros ensinam que os cristãos estão livres da antiga lei, mas unicamente os de herança judaica ainda devem obedecer a ela. Como vimos, embora a Bíblia ensine que as obras da lei não possam salvar ninguém, nenhuma passagem dá licença para que alguém transgrida a lei de Deus. Se assim fosse, teríamos licença para pecar, e a Bíblia estaria claramente se contradizendo em um tema crucial.”1

“Nesse contexto, lembramos que Deus revelou os termos de Sua aliança com Israel em tábuas de pedra que continham a lei. No entanto, a Bíblia contém muitos outros mandamentos que envolvem detalhes não encontrados no Decálogo. Ao buscar uma compreensão abrangente da vontade de Deus, os rabinos contaram 613 leis bíblicas, as quais eles apoiaram nos Dez Mandamentos. Jesus parece ter ido além dos rabinos quando anunciou que não veio para ‘abolir a Lei ou os Profetas’ (Mt 5:17, NVI; ênfase acrescentada). Embora resumida nos Dez Mandamentos, a lei de Deus contém todos os mandamentos revelados aos Seus profetas.” 1

“1. Compare Mateus 19:16-22 e 22:34-40. O que essas passagens dizem sobre Jesus e os Dez Mandamentos?” 1 “E eis que alguém, aproximando-se, lhe perguntou: Mestre, que farei eu de bom, para alcançar a vida eterna? Respondeu-lhe Jesus: Por que me perguntas acerca do que é bom? Bom só existe um. Se queres, porém, entrar na vida, guarda os mandamentos. E ele lhe perguntou: Quais? Respondeu Jesus: Não matarás, não adulterarás, não furtarás, não dirás falso testemunho; honra a teu pai e a tua mãe e amarás o teu próximo como a ti mesmo. Replicou-lhe o jovem: Tudo isso tenho observado; que me falta ainda? Disse-lhe Jesus: Se queres ser perfeito, vai, vende os teus bens, dá aos pobres e terás um tesouro no céu; depois, vem e segue-me. Tendo, porém, o jovem ouvido esta palavra, retirou-se triste, por ser dono de muitas propriedades.” (Mateus 19:16-22 RA)2; “Entretanto, os fariseus, sabendo que ele fizera calar os saduceus, reuniram-se em conselho. E um deles, intérprete da Lei, experimentando-o, lhe perguntou: Mestre, qual é o grande mandamento na Lei? Respondeu-lhe Jesus: Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento. O segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a Lei e os Profetas.” (Mateus 22:34-40 RA)2. Jesus reafirmou a necessidade da guarda dos mandamentos como atitudes de amor a Deus e ao próximo, princípio claramente expressos nos Dez mandamentos da lei de Deus.

“Ainda que existam centenas de mandamentos que Deus revelou em Sua Palavra, os Dez Mandamentos apresentam princípios sólidos que podem ser aplicados a todas as outras leis. Por isso, Jesus mencionou cinco dos Dez Mandamentos ao falar com o jovem rico. Encontramos um resumo ainda mais convincente da lei de Deus em Deuteronômio 6:5 e Levítico 19:18, que é amar a Deus e amar o próximo. Jesus declarou: ‘Destes dois mandamentos dependem toda a Lei e os Profetas’ (Mt 22:40). Por fim, Jesus e o Pai são unidos em propósito quando exortam Suas criaturas a amar do modo pelo qual elas foram amadas. Nesse sentido, a obediência à lei é uma forma fundamental de expressar esse amor.” 1

“De que maneira você demonstra seu amor a Deus e ao próximo?” 1

Domingo, 18 de maio de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Cristo e sua lei. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 476, Abr. Maio Jun. 2013. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

A lei de Deus e a lei de Cristo

Lições da Bíblia.

“Se guardardes os Meus mandamentos, permanecereis no Meu amor; assim como também Eu tenho guardado os mandamentos de Meu Pai e no Seu amor permaneço” (Jo 15:10 RA)1.

“Na maioria das nações existe uma hierarquia de leis. No topo estão as leis que vêm do governo nacional, obrigatórias para todos os que residem no país. Depois, há leis estaduais que dizem respeito aos habitantes de determinados territórios. Finalmente, as leis municipais, que governam territórios ainda menores, as cidades e distritos. Embora seja permitido que as diferentes divisões de um país façam leis relevantes para seus cidadãos, ninguém pode fazer uma lei que contradiga a lei da nação. Ainda que as circunstâncias determinem que certa lei seja aplicada de diferentes formas, a aplicação não pode se afastar do espírito da lei.”2

“Como supremo governante do Universo, o Deus criador estabeleceu leis para todas as Suas criaturas. Quando Jesus Cristo voluntariamente Se tornou humano, Ele Se entregou a uma vida de obediência ao Pai (Fp 2:5-11) e aos Seus mandamentos. Assim, tudo o que Jesus ensinou, Sua perspectiva sobre a lei e até mesmo o ‘novo’ mandamento que Ele deu, estavam sempre em plena harmonia com a lei de Deus.”2

Participe do projeto “Reavivados por Sua Palavra”: acesse o site www.reavivadosporsuapalavra.org/.

Sábado, 17 de maio de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

2 LIÇÕES da escola sabatina. Cristo e sua lei. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 476, Abr. Maio Jun. 2013. Adulto, Professor.

Cristo, o fim da lei – Vídeo

Lições da Bíblia.

Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

 

“A lei nos revela o pecado, levando-nos a sentir nossa necessidade de Cristo e a fugir para Ele em busca de perdão e paz mediante o exercício do arrependimento para com Deus e fé em nosso Senhor Jesus Cristo. […] A lei dos Dez Mandamentos não deve ser considerada tanto do lado proibitivo, como do lado da misericórdia. Suas proibições são a segura garantia de felicidade na obediência. Recebida em Cristo, ela realiza em nós a purificação do caráter que nos trará alegria através dos séculos da eternidade. Para os obedientes ela é um muro de proteção. Contemplamos nela a bondade de Deus que, revelando aos homens os imutáveis princípios da justiça, procura resguardá-los dos males que resultam da transgressão”1

Perguntas para reflexão

“1. Comente sobre a esperança encontrada em Gálatas 3:21 RA [‘É, porventura, a lei contrária às promessas de Deus? De modo nenhum! Porque, se fosse promulgada uma lei que pudesse dar vida, a justiça, na verdade, seria procedente de lei.’]2. Como o evangelho é claramente apresentado ali? Por que esse texto é o antídoto para o legalismo?”3

“2. Muitos indivíduos bem-intencionados realçam a necessidade de alcançarmos a ‘perfeição’, se quisermos entrar no reino. Infelizmente, os que abraçam essa doutrina não apenas promovem a autossuficiência como chave para a salvação, mas ignoram a natureza pecaminosa do homem. Os seres humanos possuem tendências herdadas para o pecado e são constantemente bombardeados com a tentação. Ainda mais preocupante é o desânimo que pode vir aos que estão constantemente olhando para si mesmos e para seu desempenho como forma de avaliar sua salvação. Quem está à altura da santidade de Deus e de Sua lei? Como podemos evitar as ideias que colocam a esperança da salvação em outras coisas além do perdão de Cristo?”3

3. Qual é a finalidade da lei?3

Sexta-feira, 16 de maio de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 WHITE, Ellen Gould. Mensagens escolhidas. Tradução de Isolina A Waldvogel, Luiz Waldvogel. 4. ed. São Paulo – SP: Casa Publicadora Brasileira, 2010. v. 1, p. 234-235

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

3 LIÇÕES da escola sabatina. Cristo e sua lei. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 476, Abr. Maio Jun. 2013. Adulto, Professor.