A cura do cego – parte 1

LIções da Bíblia1:

3. Leia João 9:1-16. O que os discípulos achavam ser a causa da cegueira daquele homem, e como Jesus corrigiu essas crenças falsas?

João 9:1-16 (NAA)2: 1 Enquanto Jesus caminhava, viu um homem cego de nascença. 2 E os seus discípulos perguntaram: — Mestre, quem pecou para que este homem nascesse cego? Ele ou os pais dele? 3 Jesus respondeu: — Nem ele pecou, nem os pais dele; mas isso aconteceu para que nele se manifestem as obras de Deus. 4 É necessário que façamos as obras daquele que me enviou enquanto é dia; a noite vem, quando ninguém pode trabalhar. 5 Enquanto estou no mundo, sou a luz do mundo. 6 Depois de dizer isso, Jesus cuspiu na terra, fez lama com a saliva e com a lama untou os olhos do cego. 7 Então disse ao cego: — Vá lavar-se no tanque de Siloé. Siloé quer dizer ‘Enviado’. O cego foi, lavou-se e voltou vendo. 8 Então os vizinhos e os que antes o conheciam de vista, como mendigo, perguntavam: — Não é este o que ficava sentado pedindo esmolas? 9 Uns diziam: — É ele. Outros: — Não, mas se parece com ele. O homem dizia: — Sou eu. 10 Então lhe perguntaram: — Como foram abertos os seus olhos? 11 Ele respondeu: — O homem chamado Jesus fez lama, passou nos meus olhos e disse: ‘Vá ao tanque de Siloé e lave-se.’ Então fui, lavei-me e estou vendo. 12 Eles perguntaram: — Onde está ele? Respondeu: — Não sei. Os fariseus interrogam o cego 13 Levaram aos fariseus aquele que antes era cego. 14 E era sábado o dia em que Jesus fez a lama e lhe abriu os olhos. 15 Então os fariseus lhe perguntaram outra vez como podia ver. Ele respondeu: — Ele pôs lama sobre os meus olhos, lavei-me e estou vendo. 16 Por isso, alguns dos fariseus diziam: — Esse homem não é de Deus, porque não guarda o sábado. Mas outros diziam: — Como pode um homem pecador fazer sinais como estes? E houve divisão entre eles.”

Os discípulos estabeleceram uma ligação entre doença e pecado. Várias passagens do Antigo Testamento (AT) apontam nessa direção (compare com Êx 20:5; 2Rs 5:15-27; 15:5; 2Cr 26:16-21), mas a história de Jó deveria mostrar que isso nem sempre é verdadeiro.

Jesus esclarece a questão, não negando alguma ligação entre pecado e sofrimento, mas, nesse caso, apontando para um propósito mais elevado, de que Deus seria glorificado pela cura. O relato contém certas afinidades com a história da criação. Por exemplo, Deus formou o primeiro homem do pó da terra (Gn 2:7), assim como Jesus fez lama para dar ao cego o que lhe faltava desde o nascimento.

Em Mateus, Marcos e Lucas, as histórias de milagres seguem um padrão comum: uma expressão do problema, a condução do indivíduo a Jesus, a cura e o reconhecimento da cura acompanhado de louvor a Deus.

Na história de João 9, essa sequência é completada em João 9:7. Mas, como geralmente acontece no Evangelho de João, o significado do milagre torna-se um tema de debate bem mais amplo, levando a um longo diálogo entre o homem curado e os líderes religiosos. Essa discussão gira em torno de dois pares de conceitos que estão relacionados e são contrastados: pecado/obras de Deus e cegueira/visão.

É só em João 9:14 que o narrador conta ao leitor que Jesus fez essa cura no sábado, o que, segundo a tradição, e não segundo a Bíblia, violava o mandamento. E, assim, os fariseus consideraram Jesus como transgressor do sábado. A conclusão deles foi de que Ele não vinha de Deus, porque supostamente não guardava o sábado (Jo 9:16). Mas outras pessoas acharam inquietante que um pecador pudesse fazer sinais como aqueles.

A discussão estava longe de terminar, mas já surgia uma divisão. O cego ficava cada vez mais cônscio de quem é Jesus, mas os líderes religiosos, cada vez mais confusos e cegos quanto à Sua verdadeira identidade.

Será que às vezes ficamos tão cegos pelas nossas próprias crenças e tradições que podemos ignorar verdades importantes que estão diante dos nossos olhos?

Terça-feira, 08 de outubro de 2024. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Temas do Evangelho de João. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 518, out. nov. dez. 2024. Adulto, Professor.
2 BÍBLIA Sagrada. Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil. Edição Revista e Atualizada no Brasil, 3. ed. (Nova Almeida Atualizada). Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2017.

Este é verdadeiramente o Profeta

Lições da Bíblia1:

2. Leia João 6:14, 15, 26-36. Como o povo respondeu ao milagre e como Jesus usou isso para buscar ensinar quem Ele é?

João 6:14, 15, 26-36 (NAA)2: “14 Quando as pessoas viram o sinal que Jesus havia feito, disseram: — Este é verdadeiramente o profeta que devia vir ao mundo. 15 Jesus ficou sabendo que estavam para vir com a intenção de fazê-lo rei à força. Então ele se retirou outra vez, sozinho, para o monte. […] 26 Jesus respondeu: — Em verdade, em verdade lhes digo que vocês estão me procurando não porque viram sinais, mas porque comeram os pães e ficaram satisfeitos. 27 Trabalhem, não pela comida que se estraga, mas pela que permanece para a vida eterna, a qual o Filho do Homem dará a vocês; porque Deus, o Pai, o confirmou com o seu selo. 28 Então lhe perguntaram: — Que faremos para realizar as obras de Deus? 29 Jesus respondeu: — A obra de Deus é esta: que vocês creiam naquele que ele enviou. 30 Então eles disseram: — Que sinal o senhor fará para que vejamos e creiamos no senhor? O que o senhor pode fazer? 31 Nossos pais comeram o maná no deserto, como está escrito: ‘Deu-lhes a comer pão do céu.’ 32 Jesus lhes disse: — Em verdade, em verdade lhes digo que não foi Moisés quem deu o pão do céu para vocês; quem lhes dá o verdadeiro pão do céu é meu Pai. 33 Porque o pão de Deus é o que desce do céu e dá vida ao mundo. 34 Então lhe disseram: — Senhor, dê-nos sempre desse pão. 35 Jesus respondeu: — Eu sou o pão da vida. Quem vem a mim jamais terá fome, e quem crê em mim jamais terá sede. 36 Porém eu já disse que vocês não creem, embora estejam me vendo.

Os judeus esperavam um Messias terrestre que os libertaria da opressão do Império Romano. Duas dificuldades de uma guerra são alimentar as tropas e cuidar dos feridos e mortos. Com Seus milagres, Jesus mostrou que era capaz de fazer ambas as coisas.

Mas não foi para isso que Jesus veio ao mundo, e não foi esse o propósito do Seu milagre. O relato da multiplicação dos pães e peixes deu a oportunidade de ilustrar que Jesus é o pão da vida, e que o próprio Deus havia descido do Céu. “Eu sou o pão da vida”, disse Ele. “Quem vem a Mim jamais terá fome” (Jo 6:35).

Essa é a primeira das sete declarações de João que começam com as palavras “Eu sou”. Em tais casos, essa expressão está ligada a algum predicado: “o pão da vida” (Jo 6:35); “a luz do mundo” (Jo 8:12); “a porta” (Jo 10:7, 9); “o bom Pastor” (Jo 10:11, 14); “a ressurreição e a vida” (Jo 11:25); “o caminho, a verdade e a vida” (Jo 14:6); e “a videira verdadeira” (Jo 15:1, 5). Cada uma dessas declarações aponta para uma verdade sobre Jesus. Essas declarações remetem a Êxodo 3:13 e 14, em que Deus Se apresentou a Moisés como o grande Eu Sou (Jo 8:58). Jesus é esse grande Eu Sou.

Mas o povo ignorava tudo isso.

“Seus corações descontentes perguntavam por que Jesus podia realizar tão grandiosas obras como as que tinham presenciado e não podia também dar saúde, força e riqueza a todo o Seu povo, libertá-lo de seus opressores e exaltá-lo ao poder e à honra. O fato de Ele alegar ser o Enviado de Deus, mas recusar ser rei de Israel, era um mistério que não conseguiam entender. Sua recusa foi mal interpretada. Muitos concluíram que não ousava afirmar Seus direitos, porque Ele próprio duvidava do divino caráter de Sua missão. […] Abriram a mente à incredulidade, e a semente que Satanás lançara deu fruto segundo sua espécie na forma de incompreensão e deserção” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações [CPB, 2021], p. 301, 302).

Eles procuravam benefícios materiais em vez da verdade que permanece para a vida eterna. Essa é uma armadilha na qual podemos cair se não tomarmos cuidado.

Como evitar ser capturados pelas coisas materiais em detrimento das espirituais?

Segunda-feira, 07 de outubro de 2024. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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2 BÍBLIA Sagrada. Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil. Edição Revista e Atualizada no Brasil, 3. ed. (Nova Almeida Atualizada). Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2017.

Sinais que apontam o caminho – Estudo adicional

Lições da Bíblia1:

“Jesus não dera nenhuma certeza de auxílio divino a ele. O homem podia ter duvidado, perdendo a única oportunidade de cura. Contudo, acreditou na palavra de Cristo e, agindo de acordo com ela, recebeu força.

“Por meio da mesma fé, podemos receber cura espiritual. Pelo pecado, fomos separados da vida de Deus. Temos a alma paralisada. Por nós mesmos, somos incapazes de viver uma vida santa tanto quanto aquele paralítico era incapaz de andar. […] Que essas pessoas tristes, lutadoras, olhem para cima. O Salvador Se inclina sobre aquele que adquiriu por Seu sangue, dizendo com inexprimível ternura e piedade: ‘Queres ser curado?’ (Jo 5:6). Ele pede que você se levante com saúde e paz. Não espere sentir que está curado. Creia na Palavra Dele, e ela será cumprida. Ponha sua vontade ao lado de Cristo. […] Seja qual for a prática pecaminosa, o desejo dominador que, pela longa transigência, aprisiona mente e corpo, Cristo é capaz de libertar, e anseia fazê-lo. Ele transmitirá vida à pessoa que está morta em sua transgressão” (Ef 2:1; Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações [CPB, 2021], p. 152, 153).

“Jesus rejeitou a acusação de blasfêmia. Ele disse: ‘Minha autoridade para fazer a obra da qual vocês Me acusam é o fato de que Eu sou o Filho de Deus, um com Ele em natureza, vontade e propósito’” (O Desejado de Todas as Nações, p. 157).

Perguntas para consideração

1. A fé foi a chave que tornou possíveis as curas. Os líderes, por outro lado, revelaram os perigos da incredulidade. Por que não devemos confundir questionamentos (o que todos temos) com descrença? Por que é importante saber a diferença entre os dois?

2. Pense na pergunta final da lição de quinta-feira. Por que a observância do verdadeiro dia de descanso e do conhecimento do estado dos mortos não nos salvam, por mais importantes que sejam essas verdades? O que realmente nos salva e como?

3. Leia João 5:47 [“Se, porém, não creem nos escritos dele, como crerão nas minhas palavras?”]2. Aqueles que negam o dilúvio mundial ou a criação ocorrida em seis dias literais não estão fazendo exatamente aquilo contra o que Jesus advertiu?

Sexta-feira, 04 de outubro de 2024. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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As reivindicações de Jesus

Lições da Bíblia1:

O milagre junto ao tanque de Betesda deu uma ótima oportunidade para que João enfatizasse quem é Jesus. O evangelista dedica nove versos para descrever o milagre e cerca de 40 versos para descrever Aquele que realizou o milagre.

6. Por que Jesus foi perseguido por fazer o milagre no sábado? Jo 5:16-18

Jo 5:16-18 (NAA)2: “15 O homem se retirou e disse aos judeus que tinha sido Jesus quem o havia curado. 16 E por isso os judeus perseguiam Jesus, porque fazia essas coisas no sábado. 17 Mas Jesus lhes disse: — Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também. 18 Por isso, os judeus cada vez mais queriam matá-lo, porque além de desrespeitar o sábado, também dizia que Deus era seu próprio Pai, fazendo-se igual a Deus.”

À primeira vista, é enigmático que João 5:18 pareça dizer que Jesus violava o sábado. No entanto, um estudo mais atento de João 5:16-18 deixa claro que, de acordo com o próprio Jesus, o “trabalho” que Ele fazia no sábado estava em perfeita harmonia com Seu relacionamento com o Pai. Deus não para de sustentar o Universo no sábado. Consequentemente, ao fazer aquela atividade no dia sagrado, Jesus estava reivindicando ter natureza divina. Os líderes religiosos O perseguiram com base na suposta violação do sábado e em Sua reivindicação de igualdade com Deus.

7. O que Jesus disse para ajudar os líderes a vê-Lo como Ele é, algo atestado de modo poderoso pelo milagre realizado? Jo 5:19-47

Jo 5:19-47 (NAA)2: “19 Então Jesus lhes disse: — Em verdade, em verdade lhes digo que o Filho nada pode fazer por si mesmo, senão somente aquilo que vê o Pai fazer; porque tudo o que este fizer, o Filho também faz. 20 Porque o Pai ama o Filho e lhe mostra tudo o que faz; e maiores obras do que estas lhe mostrará, para que vocês fiquem maravilhados. 21 Pois assim como o Pai ressuscita e vivifica os mortos, assim também o Filho vivifica aqueles a quem quer. 22 E o Pai não julga ninguém, mas confiou todo julgamento ao Filho, 23 para que todos honrem o Filho assim como honram o Pai. Quem não honra o Filho não honra o Pai que o enviou. 24 — Em verdade, em verdade lhes digo: quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna, não entra em juízo, mas passou da morte para a vida. 25 Em verdade, em verdade lhes digo que vem a hora — e já chegou — em que os mortos ouvirão a voz do Filho de Deus; e os que a ouvirem viverão. 26 Porque assim como o Pai tem vida em si mesmo, também concedeu ao Filho ter vida em si mesmo. 27 E lhe deu autoridade para julgar, porque é o Filho do Homem. 28 Não fiquem maravilhados com isso, porque vem a hora em que todos os que se acham nos túmulos ouvirão a voz dele e sairão: 29 os que tiverem feito o bem, para a ressurreição da vida; e os que tiverem praticado o mal, para a ressurreição do juízo. 30 — Eu nada posso fazer por mim mesmo; assim como ouço, julgo. O meu juízo é justo, porque não procuro a minha própria vontade, e sim a daquele que me enviou. 31 Se eu dou testemunho a respeito de mim mesmo, o meu testemunho não é verdadeiro. 32 Outro é o que dá testemunho a respeito de mim, e sei que o testemunho que ele dá a respeito de mim é verdadeiro. 33 Vocês mandaram mensageiros a João, e ele deu testemunho da verdade. 34 Eu, porém, não recebo testemunho humano, mas digo essas coisas para que vocês sejam salvos. 35 — João era a lâmpada que estava acesa e iluminava, e, por algum tempo, vocês quiseram se alegrar com a sua luz. 36 Mas eu tenho maior testemunho que o de João; porque as obras que o Pai me confiou para que eu as realizasse, essas que eu faço testemunham a meu respeito de que o Pai me enviou. 37 O Pai, que me enviou, esse mesmo é que tem dado testemunho de mim. Vocês nunca ouviram a voz dele, nem viram a sua forma. 38 Também não têm a palavra dele permanente em vocês, porque não creem naquele a quem ele enviou. 39 Vocês examinam as Escrituras, porque julgam ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de mim. 40 Contudo, vocês não querem vir a mim para ter vida. 41 Eu não aceito glória que vem de pessoas; 42 sei, entretanto, que vocês não têm o amor de Deus em vocês. 43 Eu vim em nome de meu Pai, e vocês não me recebem; se outro vier em seu próprio nome, vocês certamente o receberão. 44 Como podem crer, vocês que aceitam glória uns dos outros e não procuram a glória que vem do Deus único? 45 Não pensem que eu os acusarei diante do Pai; quem acusa vocês é Moisés, em quem puseram a sua esperança. 46 Porque, se vocês, de fato, cressem em Moisés, também creriam em mim; pois ele escreveu a meu respeito. 47 Se, porém, não creem nos escritos dele, como crerão nas minhas palavras?

Jesus defendeu Suas ações em três etapas. Primeiro, Ele explicou Seu relacionamento íntimo com o Pai (Jo 5:19-30). Jesus mostrou que Ele e o Pai agem em harmonia, a tal ponto que Ele tem o poder tanto para julgar o mundo quanto para ressuscitar os mortos (Jo 5:25-30).

Em segundo lugar, Jesus mencionou quatro “testemunhas” em Sua defesa: João Batista (Jo 5:31-35), os Seus próprios milagres (Jo 5:36), o Pai (Jo 5:37, 38) e as Escrituras (Jo 5:39). Cada uma dessas “testemunhas” fala em favor de Jesus.

Por último, Cristo apresenta aos Seus acusadores a condenação deles (Jo 5:40-47), revelando o contraste entre Seu ministério e o egoísmo dos líderes. Jesus disse que a condenação deles viria de Moisés (Jo 5:45-47), em quem depositavam suas esperanças.

Como evitar cair na armadilha de crer em Deus e defender as doutrinas corretas, mas não nos rendermos totalmente a Cristo? Comente com a classe.

Quinta-feira, 03 de outubro de 2024. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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O segundo sinal na Galileia

Lições da Bíbblia1:

Durante Seu ministério terrestre, Jesus realizou milagres que ajudaram as pessoas a crer Nele. João registrou esses milagres para que outros também cressem em Jesus.

2. Leia João 4:46-54. Por que o evangelista faz uma conexão com o milagre realizado na festa de casamento?

João 4:46-54 (NAA)2: 46 Jesus foi outra vez a Caná da Galileia, onde tinha transformado água em vinho. E havia ali um oficial do rei, cujo filho estava doente em Cafarnaum. 47 Quando ouviu dizer que Jesus tinha vindo da Judeia para a Galileia, foi até ele e pediu-lhe que fosse curar o seu filho, que estava morrendo. 48 Então Jesus lhe disse: — Se vocês não virem sinais e prodígios, de modo nenhum crerão. 49 O oficial pediu mais uma vez: — Senhor, venha, antes que o meu filho morra! 50 Jesus respondeu: — Vá, o seu filho vai viver.O homem creu na palavra de Jesus e partiu. 51 Quando já estava a caminho, os seus servos vieram ao encontro dele, anunciando-lhe que o seu filho estava vivo. 52 Então perguntou a que horas o seu filho havia se sentido melhor. Informaram: — Ontem, à uma hora da tarde a febre o deixou. 53 Com isso, o pai reconheceu que aquela era precisamente a hora em que Jesus tinha dito a ele: ‘O seu filho vai viver.’ E ele e toda a sua casa creram. 54 Este foi o segundo sinal que Jesus fez, depois de ir da Judeia para a Galileia.”

Ao relatar o segundo sinal que Jesus fez na Galileia, João aponta para o primeiro sinal, ocorrido nas bodas de Caná. Ele parece estar dizendo: “Os sinais que Jesus fez irão ajudá-lo a compreender quem Ele é.” Então, João acrescentou: “Este foi o segundo sinal que Jesus fez, depois de ir da Judeia para a Galileia” (Jo 4:54).

À primeira vista, a resposta de Jesus ao pedido do oficial parece dura. No entanto, esse oficial fez da cura do filho a condição para crer em Jesus. Por isso, Cristo leu o coração dele e identificou uma doença espiritual mais profunda do que a doença que ameaçava seu filho. Como um raio que corta o céu, o homem subitamente reconheceu que sua pobreza espiritual poderia custar a vida do filho.

É importante reconhecer que os milagres, por si só, não provavam que Jesus era o Messias. Outras pessoas realizaram milagres. Algumas eram profetas verdadeiros, outras eram falsos profetas. Os milagres revelam apenas a existência do sobrenatural; eles não significam, por si só, que vêm de Deus (Satanás também pode realizar “milagres”, se, com essa palavra, queremos dizer atos sobrenaturais).

O oficial, angustiado, lançou-se à misericórdia de Jesus, suplicandoLhe que curasse seu filho. A resposta de Jesus foi tranquilizadora. Ele disse: “Vá, o seu filho vai viver” (Jo 4:50). No original grego, a expressão “vai viver” está no tempo presente. Esse uso é chamado de “presente futurista”, em que um evento futuro é mencionado com tanta certeza como se já estivesse acontecendo. O homem não correu para casa, mas, crendo em Jesus, chegou só no dia seguinte – e descobriu que a febre havia deixado o filho exatamente na hora em que o Senhor disse aquelas palavras.

Que razão poderosa para crer em Jesus!

Mesmo que víssemos um milagre, que outros critérios devemos considerar antes de concluir automaticamente que ele veio de Deus?

Segunda-feira, 30 de setembro de 2024. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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Aparecendo a Maria e a outros

Lições da Bíblia1:

5. O que o texto de Marcos 16:9-20 acrescenta à história da ressurreição?

Marcos 16:9-20 (NAA)2: 9 [Havendo Jesus ressuscitado de manhã cedo no primeiro dia da semana, apareceu primeiro a Maria Madalena, da qual tinha expulsado sete demônios. 10 E, partindo ela, foi anunciá-lo àqueles que, tendo sido companheiros de Jesus, estavam tristes e choravam. 11 Estes, ouvindo que ele vivia e que tinha sido visto por ela, não acreditaram. 12 Depois disso, Jesus manifestou-se em outra forma a dois deles que estavam a caminho do campo. 13 E, indo, eles o anunciaram aos demais, mas também a estes dois eles não deram crédito. 14 Finalmente, Jesus apareceu aos onze, quando estavam à mesa, e censurou-lhes a incredulidade e a dureza de coração, porque não deram crédito aos que o tinham visto já ressuscitado. 15 E disse-lhes: — Vão por todo o mundo e preguem o evangelho a toda criatura. 16 Quem crer e for batizado será salvo; quem, porém, não crer será condenado. 17 Estes sinais acompanharão aqueles que creem: em meu nome, expulsarão demônios; falarão novas línguas; 18 pegarão em serpentes; e, se beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará mal; se impuserem as mãos sobre enfermos, eles ficarão curados. 19 De fato, o Senhor Jesus, depois de lhes ter falado, foi recebido no céu e sentou-se à direita de Deus. 20 E eles foram e pregaram por toda parte, cooperando com eles o Senhor e confirmando a palavra por meio de sinais, que se seguiam.]”

Quase todo o relato de Marcos 16:9-20 tem paralelos com outras passagens do NT: Maria Madalena vê Jesus no túmulo (Mt 28:1, 9, 10; Jo 20:11-18; Lc 8:2); dois homens O veem no campo (Lc 24:13-35); os onze discípulos são designados a pregar (Mt 28:16-20; Lc 24:36-49; Jo 20:19-23).

A primeira pessoa a ver Jesus vivo foi Maria Madalena (Jo 20:11-18). Outras mulheres também O viram (Mt 28:8-10). É significativo que as primeiras pessoas a verem o Senhor ressurreto foram mulheres. Como no mundo antigo as mulheres não tinham posição elevada como testemunhas, se essa história fosse inventada, homens teriam sido apontados como as primeiras testemunhas. Mas não foram homens, nem sequer os onze discípulos, mas uma mulher. Ela contou a boa notícia aos discípulos, mas, como era de se esperar, eles não acreditaram no seu testemunho, provavelmente porque parecia fantástico e, também, infelizmente, porque Maria era uma mulher.

Os apologistas destacam o fato de que as mulheres foram as primeiras a ver Jesus como evidência da veracidade da história da Sua ressurreição.

6. O que seria estranho se o relato da ressurreição de Jesus fosse inventado? Mc 16:14

Mc 16:14 (NAA): “Finalmente, Jesus apareceu aos onze, quando estavam à mesa, e censurou-lhes a incredulidade e a dureza de coração, porque não deram crédito aos que o tinham visto já ressuscitado.”

Se os seguidores de Jesus tivessem inventado a história da ressurreição por que teriam representado os discípulos dessa forma? Jesus os repreendeu por sua “dureza de coração” (Mc 16:14). Desde a prisão de Jesus até Suas aparições após a ressurreição, os evangelhos retratam Seus seguidores de maneira negativa: fugindo, negando e duvidando. Isso não faria sentido se a história fosse inventada.

Entretanto, a proclamação posterior, ousada e inabalável, do Cristo ressuscitado, e a esperança que ela oferece, são evidências da veracidade de suas afirmações.

Como evitar a armadilha da incredulidade? Por que devemos nos ligar ao Cristo vivo?

Quarta-feira, 25 de setembro de 2024. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. O Evangelho de Marcos. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 517, jul. ago. set. 2024. Adulto, Professor.
2 BÍBLIA Sagrada. Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil. Edição Revista e Atualizada no Brasil, 3. ed. (Nova Almeida Atualizada). Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2017.

Pedra removida

Lições da Bíblia1:

3. O que essas passagens têm em comum? Mc 16:1-8; 1Co 15:1-8

Mc 16:1-8 (NAA)2: “1 Passado o sábado, Maria Madalena, Maria, mãe de Tiago, e Salomé compraram óleos aromáticos para ungir o corpo de Jesus. 2 E, bem cedo, no primeiro dia da semana, ao nascer do sol, foram ao túmulo. 3 Diziam umas às outras: — Quem nos removerá a pedra da entrada do túmulo? 4 E, olhando, viram que a pedra já estava removida. É que a pedra era muito grande. 5 Entrando no túmulo, viram um jovem sentado ao lado direito, vestido de branco, e ficaram atemorizadas. 6 Ele, porém, lhes disse: — Não tenham medo! Vocês procuram Jesus, o Nazareno, que foi crucificado; ele ressuscitou, não está aqui; vejam o lugar onde o tinham colocado. 7 Mas vão e digam aos discípulos dele e a Pedro que ele vai adiante de vocês para a Galileia; lá vocês o verão, como ele disse. 8 E, saindo elas, fugiram do sepulcro, porque estavam tomadas de temor e assombro. E não contaram nada a ninguém, porque estavam com medo.”

1Co 15:1-8 (NAA)2: “1 Irmãos, venho lembrar-lhes o evangelho que anunciei a vocês, o qual vocês receberam e no qual continuam firmes. 2 Por meio dele vocês também são salvos, se retiverem a palavra assim tal como a preguei a vocês, a menos que tenham crido em vão. 3 Antes de tudo, entreguei a vocês o que também recebi: que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, 4 e que foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras. 5 E apareceu a Cefas e, depois, aos doze. 6 Depois, foi visto por mais de quinhentos irmãos de uma só vez, dos quais a maioria ainda vive; porém alguns já dormem. 7 Depois, foi visto por Tiago e, mais tarde, por todos os apóstolos. 8 Por último, depois de todos, foi visto também por mim, como por um nascido fora de tempo.

A história da ressurreição é mencionada em cada um dos evangelhos. Cada escritor apresenta a história de uma perspectiva diferente, mas todos contêm os elementos centrais mencionados também em 1 Coríntios 15:1 a 8.

Quatro ideias ocorrem várias vezes: Jesus 1) morreu, 2) foi sepultado, 3) ressuscitou e 4) foi visto vivo. Marcos se refere a uma reunião que aconteceria na Galileia e acrescenta: “Lá vocês O verão” (Mc 16:7; Mt 28:7, 10; Jo 21).

Algumas pessoas acham absurdo que os cristãos acreditem em um Senhor ressuscitado. Mas a evidência da Sua ressurreição é bastante sólida e racional.

Primeiro, basta crer que Deus é o Criador (Gn 1; 2). A partir daí, a ideia de um milagre como a ressurreição se torna plausível. O Deus que criou o Universo, e depois a vida na Terra, teria o poder, se quisesse, de ressuscitar Jesus. Naturalmente, a existência de Deus não torna a ressurreição de Jesus inevitável, mas apenas possível.

Segundo, a tumba ficou vazia. Os historiadores ateus aceitam esse fato. Se não estivesse vazia, a alegação de que Jesus ressuscitara teria sido rejeitada desde o início, pois a presença de Seu corpo no local destruiria a afirmação de que Ele tinha ressuscitado.

A explicação de que os discípulos roubaram o Seu corpo não é verdadeira. Os discípulos não poderiam ter passado pelos guardas. E mesmo que tivessem feito isso e conseguido o corpo, por que não foram presos por roubá-lo? A resposta é que os líderes religiosos sabiam que os discípulos não tinham feito isso.

Muitos viram o Cristo ressuscitado. Alguns, inclusive os discípulos, inicialmente não creram. Paulo, um inimigo da fé cristã, não apenas afirmou ter visto o Senhor ressuscitado, mas essa experiência mudou a sua trajetória de maneira radical.

Finalmente, como explicar o surgimento da igreja cristã, fundada por pessoas que afirmavam ter visto o Senhor ressurreto? Por que essas pessoas morreriam pelo que soubessem ser mentira? O testemunho delas, logo após a morte de Jesus (At 3:15), e algumas décadas mais tarde (1Pe 1:3), traz evidências da ressurreição.

“Quais são as evidências da ressurreição de Cristo?” Qual seria a sua resposta?

Segunda-feira, 23 de setembro de 2024. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. O Evangelho de Marcos. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 517, jul. ago. set. 2024. Adulto, Professor.
2 BÍBLIA Sagrada. Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil. Edição Revista e Atualizada no Brasil, 3. ed. (Nova Almeida Atualizada). Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2017.

Alegrando-se na ressurreição

Lições da Bíblia1:

1. Leia Marcos 15:42-47; 16:1-6. O que aconteceu nessa passagem e por que essa história é tão relevante para a narrativa da ressurreição?

Marcos 15:42-47 (NAA)2: “42 Ao cair da tarde, por ser o dia da preparação, isto é, a véspera do sábado, 43 José de Arimateia, ilustre membro do Sinédrio, que também esperava o Reino de Deus, dirigiu-se ousadamente a Pilatos e pediu o corpo de Jesus. 44 Mas Pilatos admirou-se de que ele já tivesse morrido. E, tendo chamado o centurião, perguntou-lhe se havia muito que Jesus tinha morrido. 45 Após certificar-se, pela informação do comandante, cedeu o corpo a José. 46 Este, baixando o corpo da cruz, envolveu-o num lençol que tinha comprado e o depositou num túmulo que tinha sido aberto numa rocha; e rolou uma pedra para a entrada do túmulo. 47 Maria Madalena e Maria, mãe de José, observaram onde ele foi posto.”

Marcos 16:1-6 (NAA)2: 1 Passado o sábado, Maria Madalena, Maria, mãe de Tiago, e Salomé compraram óleos aromáticos para ungir o corpo de Jesus. 2 E, bem cedo, no primeiro dia da semana, ao nascer do sol, foram ao túmulo. 3 Diziam umas às outras: — Quem nos removerá a pedra da entrada do túmulo? 4 E, olhando, viram que a pedra já estava removida. É que a pedra era muito grande. 5 Entrando no túmulo, viram um jovem sentado ao lado direito, vestido de branco, e ficaram atemorizadas. 6 Ele, porém, lhes disse: — Não tenham medo! Vocês procuram Jesus, o Nazareno, que foi crucificado; ele ressuscitou, não está aqui; vejam o lugar onde o tinham colocado.

Os quatro evangelhos dizem que Jesus morreu no “dia da preparação” (Mt 27:62; Mc 15:42; Lc 23:54; Jo 19:14, 31, 42). A maioria dos comentaristas entende que essa é uma referência ao período que vai do pôr do sol de quinta-feira ao pôr do sol de sexta-feira. Jesus morreu no fim da tarde de sexta-feira e foi sepultado antes do pôr do sol.

No sábado, o Senhor descansou na sepultura, e os discípulos fizeram o mesmo (Lc 23:56). Essa seria uma declaração bastante estranha se Jesus tivesse diminuído, pelo menos na mente de Seus seguidores, a obrigação de guardar o quarto mandamento.

No sábado à noite, as mulheres compraram especiarias e, no domingo de manhã, foram ao túmulo com o desejo de completar o processo típico de sepultamento. Contudo, evidentemente, Jesus não estava lá!

Já no 2o século d.C., muitos cristãos viam significado no fato de Jesus ter ressuscitado no domingo. Isso se tornou a base para a santificação desse dia. Mas é isso que o NT ensina?

2. Segundo o NT, qual é o memorial da ressurreição de Jesus? Cl 2:10-12

Cl 2:10-12 (NAA)2: “10 Também, nele, vocês receberam a plenitude. Ele é o cabeça de todo principado e potestade. 11 Nele também vocês foram circuncidados, não com uma circuncisão feita por mãos humanas, mas pela remoção do corpo da carne, que é a circuncisão de Cristo, 12 tendo sido sepultados juntamente com ele no batismo, no qual vocês também foram ressuscitados por meio da fé no poder de Deus que o ressuscitou dentre os mortos.”

Não há sequer um verso na Bíblia sugerindo a santificação do domingo como memorial da ressurreição. Esse memorial é o batismo: “Fomos sepultados com Ele na morte pelo batismo, para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também nós andemos em novidade de vida” (Rm 6:4).

Apesar da teologia equivocada a respeito do domingo, devemos nos alegrar na ressurreição de Jesus ocorrida nesse dia. Por Sua morte e ressurreição, Ele triunfou sobre a morte, e, em Sua ressurreição, obtemos a certeza de nossa própria ressurreição.

“Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que, segundo a Sua grande misericórdia, nos regenerou para uma viva esperança, mediante a ressurreição de Jesus Cristo” (1Pe 1:3). Como ter essa certeza de Pedro sobre a ressurreição de Cristo?

Domingo, 22 de setembro de 2024. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. O Evangelho de Marcos. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 517, jul. ago. set. 2024. Adulto, Professor.
2 BÍBLIA Sagrada. Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil. Edição Revista e Atualizada no Brasil, 3. ed. (Nova Almeida Atualizada). Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2017.