O exemplo de Jesus

Lições da Bíblia

“4. O que Lucas 4:16 nos diz sobre a atitude de Jesus para com o sábado? Por que isso é tão importante para nós hoje?”1Indo para Nazaré, onde fora criado, entrou, num sábado, na sinagoga, segundo o seu costume, e levantou-se para ler.” (Lucas 4:16 RA); “Se me amais, guardareis os meus mandamentos.” (João 14:15 RA); “Porquanto para isto mesmo fostes chamados, pois que também Cristo sofreu em vosso lugar, deixando-vos exemplo para seguirdes os seus passos,” (1Pedro 2:21 RA)2. Ao frequentar a sinagoga regularmente aos sábados Jesus nos deu o exemplo, demonstrando-nos a necessidade de frequentarmos a igreja aos sábados e guardarmos esse dia segundo o mandamento.

“A palavra que Lucas usou no verso 16, costume, vem de uma palavra grega relacionada aos hábitos constantes no tempo e na prática. Em outras palavras, Jesus frequentava regularmente a sinagoga todos os sábados. Isso é tão importante para Lucas que, quatro vezes em seu evangelho, ele mencionou a presença de Jesus na sinagoga em diferentes sábados (Lc 4:16; 4:31; 6:6; 13:10). Além disso, Lucas identificou o sábado especificamente como o sétimo dia da semana (Lc 23:54-24:1). O fato de que Jesus Cristo, durante Seu ministério terrestre, tenha observado o sábado, juntamente com os judeus, testemunha que o ciclo semanal não tinha sido perdido desde a promulgação da lei no Sinai, ou mesmo desde a criação. Seu exemplo como observador do sábado é um modelo que os cristãos devem seguir, tanto no tempo quanto na maneira da observância.”1

“5. O que Jesus leu naquela ocasião na sinagoga? Que importância tem isso?”1 “16 Indo para Nazaré, onde fora criado, entrou, num sábado, na sinagoga, segundo o seu costume, e levantou-se para ler. 17 Então, lhe deram o livro do profeta Isaías, e, abrindo o livro, achou o lugar onde estava escrito: 18 O Espírito do Senhor está sobre mim, pelo que me ungiu para evangelizar os pobres; enviou-me para proclamar libertação aos cativos e restauração da vista aos cegos, para pôr em liberdade os oprimidos, 19 e apregoar o ano aceitável do Senhor. 20 Tendo fechado o livro, devolveu-o ao assistente e sentou-se; e todos na sinagoga tinham os olhos fitos nele. 21 Então, passou Jesus a dizer-lhes: Hoje, se cumpriu a Escritura que acabais de ouvir.” (Lucas 4:16-21 RA)2. Jesus leu no livro de Isaías o texto que o apresentava como o messias redentor do mundo, esse fato se tornou mais relevante por ter sido lido num dia de sábado, o dia de restauração e descanso no Senhor.

“Essa não foi a primeira vez que Jesus leu e falou em uma sinagoga. Mais de um ano já se havia passado desde que Ele tinha sido batizado no Rio Jordão. No entanto, essa foi a primeira visita de Jesus a Nazaré, depois de deixar a carpintaria, onde passou os primeiros trinta anos de Sua vida e onde frequentou a sinagoga local. Durante Sua juventude, ‘muitas vezes na sinagoga, aos sábados, Ele era convidado a ler a lição dos profetas, e o coração dos ouvintes vibrava, pois nova luz brilhava das palavras familiares dos textos sagrados’ (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 74).”1

“Mas dessa vez foi diferente. Jesus escolheu uma passagem específica, Isaías 61:1, 2, um texto que explica a obra do Messias na Terra e como Ele viria para ‘anunciar o ano aceitável do Senhor’ (Lc 4:19). Esse era o ano sabático, ou ano do jubileu, um tempo de descanso. Apropriadamente, Jesus escolheu o dia de descanso para anunciar Seu ministério de redenção, libertação e cura. Na verdade, encontramos descanso em Jesus, um descanso expresso de forma tangível a cada sábado.”1

Terça-feira, 09 de setembro de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudioda Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Ensino de Jesus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 477, Jul. Ago. Set. 2014. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Jesus e o quinto mandamento

Lições da Bíblia

“Durante outro encontro que Jesus teve com os escribas e fariseus (Mt 15:1-20; ver também Mc 7:1-13), eles O questionaram sobre uma tradição dos anciãos, a qual não se encontrava na lei de Moisés. Essa tradição determinava que as pessoas deviam fazer o ritual de lavar as mãos antes de comer, algo que os discípulos de Jesus tinham deixado de fazer. Cristo respondeu imediatamente, citando outra tradição dos fariseus, que invalidava o quinto mandamento.”1

“Antes de analisar o argumento de Cristo, precisamos entender que a tradição que os fariseus tinham estabelecido, chamada Corbã, vem de uma palavra que significa ‘uma dádiva’. Quando um homem aplicava as palavras ‘Isso é Corbã’ a alguma coisa, isso era considerado um juramento: algo era dedicado a Deus e ao templo.”1

“6. Leia Marcos 7:9-13. Em que aspecto a tradição dos fariseus era um modo muito sutil de transgredir o quinto mandamento? Considere a importância de apresentar ofertas diante de Deus (Êx 23:15; 34:20) e a santidade de um juramento feito ao Senhor (Dt 23:21-23).”1

“9 E disse-lhes ainda: Jeitosamente rejeitais o preceito de Deus para guardardes a vossa própria tradição. 10 Pois Moisés disse: Honra a teu pai e a tua mãe; e: Quem maldisser a seu pai ou a sua mãe seja punido de morte. 11 Vós, porém, dizeis: Se um homem disser a seu pai ou a sua mãe: Aquilo que poderias aproveitar de mim é Corbã, isto é, oferta para o Senhor, 12 então, o dispensais de fazer qualquer coisa em favor de seu pai ou de sua mãe, 13 invalidando a palavra de Deus pela vossa própria tradição, que vós mesmos transmitistes; e fazeis muitas outras coisas semelhantes.” (Marcos 7:9-13 RA)2; “Guardarás a Festa dos Pães Asmos; sete dias comerás pães asmos, como te ordenei, ao tempo apontado no mês de abibe, porque nele saíste do Egito; ninguém apareça de mãos vazias perante mim.” (Êxodo 23:15 RA)2; “O jumento, porém, que abrir a madre, resgatá-lo-ás com cordeiro; mas, se o não resgatares, será desnucado. Remirás todos os primogênitos de teus filhos. Ninguém aparecerá diante de mim de mãos vazias.” (Êxodo 34:20 RA)2; “21 Quando fizeres algum voto ao SENHOR, teu Deus, não tardarás em cumpri-lo; porque o SENHOR, teu Deus, certamente, o requererá de ti, e em ti haverá pecado. 22 Porém, abstendo-te de fazer o voto, não haverá pecado em ti. 23 O que proferiram os teus lábios, isso guardarás e o farás, porque votaste livremente ao SENHOR, teu Deus, o que falaste com a tua boca.” (Deuteronômio 23:21-23 RA)2. Transgredia o quarto mandamento quando retirava dos pais o apoio em virtude de um juramento voluntário, não exigido por Deus. Era uma forma sutil de negar uma assistência natural que os filhos deviam aos pais com a desculpa de ter feito um juramento ao Senhor.

“Parece que os fariseus haviam encontrado a desculpa perfeita para negar aos pais o legítimo apoio. Eles haviam expandido os sólidos princípios encontrados no Pentateuco e os tinham transformado em mandamentos humanos que, no pensamento de seus líderes, poderiam anular um dos mandamentos de Deus.”1

“Essa não foi a única vez que Jesus lidou com tal perversão espiritual: ‘Ai de vós, fariseus! Porque dais o dízimo da hortelã, da arruda e de todas as hortaliças e desprezais a justiça e o amor de Deus; devíeis, porém, fazer estas coisas, sem omitir aquelas’ (Lc 11:42, itálicos acrescentados). Eles deviam ter observado os dois mandamentos, primeiro honrando pais e mães, sem deixar de dar ofertas ao Senhor.”1

“Não é de admirar que Jesus tenha resumido Seu argumento, aplicando aos fariseus uma descrição que Isaías fez dos israelitas 700 anos antes: ‘Este povo se aproxima de Mim com a sua boca, e honra-Me com seus lábios, mas o seu coração está longe de Mim. E em vão Me adoram, ensinando como doutrinas os preceitos de homens’ (Mt 15:8, 9, Bíblia NKJV). Mais uma vez, Cristo confirmou os Dez Mandamentos e contrastou Sua posição com a dos fariseus.”1

“Tem você procurado pequenas brechas técnicas, para não fazer o que é claramente seu dever?”1

Quarta-feira, 03 de setembro de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudioda Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Ensino de Jesus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 477, Jul. Ago. Set. 2014. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Jesus e o sétimo mandamento

Lições da Bíblia

“4. Como Jesus expandiu o significado da lei em Mateus 5:27, 28? O que Ele disse nos versos 29 e 30? Como devemos entender essas palavras?”1 “27 Ouvistes que foi dito: Não adulterarás. 28 Eu, porém, vos digo: qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura, no coração, já adulterou com ela. 29 Se o teu olho direito te faz tropeçar, arranca-o e lança-o de ti; pois te convém que se perca um dos teus membros, e não seja todo o teu corpo lançado no inferno. 30 E, se a tua mão direita te faz tropeçar, corta-a e lança-a de ti; pois te convém que se perca um dos teus membros, e não vá todo o teu corpo para o inferno.” (Mateus 5:27-30 RA)2. Jesus ampliou a lei ao revelar que sua observância começa ainda na mente, no coração e depois por ações exteriores. Nos versos 29 e 30 Jesus utilizou uma linguagem metafórica enfatizando a necessidade de nos afastarmos de tudo aquilo que nos induz ao pecado.

“Nessa passagem, Cristo Se referiu a dois mandamentos: o sétimo e o décimo. Até então, os israelitas consideravam adultério apenas a concretização do ato sexual com o cônjuge de outra pessoa. Jesus destacou que, na realidade, por causa do décimo mandamento, o adultério inclui também pensamentos e desejos sensuais.”1

“Nos versos 29 e 30, Cristo usou uma figura de linguagem. Claro, pode-se argumentar que seria melhor passar a vida mutilado do que perder a eternidade com Cristo. No entanto, em vez de apontar para a mutilação, o que seria contrário a outros ensinamentos bíblicos (Lv 19:27, 28; 21:17-20), Jesus estava Se referindo ao controle dos pensamentos e impulsos. Em Sua referência ao ato de arrancar um olho ou cortar uma mão, Cristo estava falando figurativamente acerca da importância de tomar decisões e ações firmes para se guardar contra a tentação e o pecado.”1

“5. O que os fariseus perguntaram a Jesus em Mateus 19:3, e por que essa foi uma pergunta astuciosa? (Leia o v. 7). Qual foi a resposta de Jesus? Mt 19:4-9; compare com Mt 5:31, 32.”1 “3 Vieram a ele alguns fariseus e o experimentavam, perguntando: É lícito ao marido repudiar a sua mulher por qualquer motivo? 4 Então, respondeu ele: Não tendes lido que o Criador, desde o princípio, os fez homem e mulher 5 e que disse: Por esta causa deixará o homem pai e mãe e se unirá a sua mulher, tornando-se os dois uma só carne? 6 De modo que já não são mais dois, porém uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem. 7 Replicaram-lhe: Por que mandou, então, Moisés dar carta de divórcio e repudiar? 8 Respondeu-lhes Jesus: Por causa da dureza do vosso coração é que Moisés vos permitiu repudiar vossa mulher; entretanto, não foi assim desde o princípio. 9 Eu, porém, vos digo: quem repudiar sua mulher, não sendo por causa de relações sexuais ilícitas, e casar com outra comete adultério [e o que casar com a repudiada comete adultério].” (Mateus 19:4-9 RA)2. “31 Também foi dito: Aquele que repudiar sua mulher, dê-lhe carta de divórcio. 32 Eu, porém, vos digo: qualquer que repudiar sua mulher, exceto em caso de relações sexuais ilícitas, a expõe a tornar-se adúltera; e aquele que casar com a repudiada comete adultério.” (Mateus 5:31-32 RA)2. Perguntaram se a mulher pode ser repudiada por seu marido. A resposta de Jesus foi bem clara, não, exceto por causa de relações sexuais ilícitas.

“Ambos os textos (Mt 5:31; 19:7) estão citando Deuteronômio 24:1. Nos dias de Jesus havia duas escolas rabínicas que interpretavam esse texto de duas formas diferentes: Hilel entendia que o texto permitia o divórcio por quase qualquer motivo, enquanto Shamai interpretava que o texto permitia o divórcio apenas em caso de adultério explícito. Os fariseus estavam tentando induzir Jesus a tomar partido de uma escola ou de outra. No entanto, eles tinham esquecido o fato de que jamais havia sido o plano original de Deus que alguém se divorciasse. Por isso, Jesus disse: ‘O que Deus ajuntou não o separe o homem’ (Mt 19:6). Posteriormente, por causa da ‘dureza’ de seu coração, eles perguntaram por que Deus havia permitido que um homem desse à sua esposa uma ‘carta de divórcio’, caso encontrasse alguma ‘coisa indecente nela’ (Dt 24:1). Cristo corrigiu o abuso dessa passagem enaltecendo a santidade e permanência do casamento: a única causa para o divórcio, diante de Deus, é a ‘imoralidade sexual’ ou ‘relações sexuais ilícitas’ (em grego porneia, literalmente ‘falta de castidade’).”1

“Com que seriedade encaramos a advertência sobre arrancar nossos olhos ou cortar uma das mãos? Que advertência mais forte Ele poderia ter dado sobre o que o pecado pode fazer com nosso destino eterno? Se essa advertência assusta você, muito bem. Ela deve assustar mesmo!”1

Terça-feira, 02 de setembro de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudioda Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Ensino de Jesus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 477, Jul. Ago. Set. 2014. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Como Jesus viveu

Lições da Bíblia

“Apesar de estar constantemente sob os mais ferozes ataques de Satanás, Jesus teve uma vida altruísta de serviço amoroso. Sua prioridade sempre foi as pessoas. Desde a infância até a cruz, Ele mostrou terna e constante disposição para ministrar aos outros. Suas mãos estavam sempre prontas para aliviar todo caso de sofrimento que Ele percebia. Cuidava com carinho dos que eram considerados de pouco valor pela sociedade, como as crianças, mulheres, estrangeiros, leprosos e coletores de impostos. Ele ‘não veio para ser servido, mas para servir’ (Mt 20:28). Por isso, ‘andou por toda parte, fazendo o bem e curando todos os oprimidos do diabo’ (At 10:38). Sua compaixão e misericordioso interesse pelo bem-estar dos outros eram mais importantes para Ele do que satisfazer a própria necessidade física de comida ou abrigo. Na verdade, mesmo na cruz, Ele Se preocupava mais com Sua mãe do que com Seu próprio sofrimento (Jo 19:25-27).”1

“1. De que maneira Jesus olhava para as pessoas?”1Vendo ele as multidões, compadeceu-se delas, porque estavam aflitas e exaustas como ovelhas que não têm pastor.” (Mateus 6:36 RA)2; “Desembarcando, viu Jesus uma grande multidão, compadeceu-se dela e curou os seus enfermos.” (Mateus 14:14 RA)2; “E, chamando Jesus os seus discípulos, disse: Tenho compaixão desta gente, porque há três dias que permanece comigo e não tem o que comer; e não quero despedi-la em jejum, para que não desfaleça pelo caminho.” (Mateus 15:32 RA)2. Jesus olhava as pessoas com grande compaixão, sensível as suas necessidades.

“Jesus era sensível às necessidades das pessoas e realmente Se importava com elas. Seu coração Se movia compassivamente para as grandes multidões cansadas e dispersas. Ele era tocado de compaixão para com as pessoas desamparadas, como os dois cegos de Jericó (Mt 20:34), um leproso suplicante (Mc 1:40, 41), e uma viúva que havia acabado de perder seu único filho (Lc 7:12, 13).”1

“2. Qual princípio de ação guiou Jesus quando Ele Se relacionou com diferentes pessoas?”1 E Jesus, fitando-o, o amou e disse: Só uma coisa te falta: Vai, vende tudo o que tens, dá-o aos pobres e terás um tesouro no céu; então, vem e segue-me.” (Marcos 10:21 RA)2; “Ora, amava Jesus a Marta, e a sua irmã, e a Lázaro.” (João 11:5 RA)2. O amor guiou Jesus em Suas ações de relacionamento.

“Todo ato de misericórdia, cada milagre, cada palavra de Jesus foi motivada por Seu amor infinito, um amor inabalável e permanente. No fim de Sua vida, Ele mostrou vividamente aos discípulos que, tendo-os amado desde o início, ‘amou­os até ao fim’ (Jo 13:1). Com Sua morte na cruz, Ele demonstrou a todo o universo que o amor altruísta triunfa sobre o egoísmo. À luz do Calvário, é claro que o princípio do amor que renuncia a si mesmo é o único fundamento de vida válido para a Terra e o Céu.”1

Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a própria vida em favor dos seus amigos” (Jo 15:13). Na prática, o que isso significa? Como alguém pode fazer isso, no dia a dia?1

Participe do projeto “Reavivados por Sua Palavra”: acesse o site http://reavivadosporsuapalavra.org/

Domingo, 10 de agosto de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudioda Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Ensino de Jesus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 477, Jul. Ago. Set. 2014. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Crer em Jesus

Lições da Bíblia

“O verdadeiro arrependimento anda de mãos dadas com a fé em Jesus como nosso único Salvador. Cristo frequentemente falou sobre a necessidade de crer nEle, a fim de receber Suas bênçãos. ‘Se tu podes crer; tudo é possível ao que crê’ (Mc 9:23, ARC). A fé é essencial se queremos ser salvos. Satanás sabe disso e faz todos os esforços possíveis para nos impedir de crer (Lc 8:12).”1

“De acordo com Jesus, o que significa ‘crer’? É mais do que uma vaga sensação de que alguma coisa vai acontecer. É mais do que um exercício mental. A fé salvadora não é destituída de conteúdo. Ao contrário, a fé tem um objeto definido: Jesus Cristo. Fé é acreditar não apenas em alguma coisa, mas, especialmente, em Alguém. É confiar em Jesus e em Sua morte por nós. Acreditar em Cristo quer dizer conhecê-Lo, entendendo quem Ele é (Jo 6:69), e recebê-Lo pessoalmente (Jo 1:12).”1

“Deus amou tanto o mundo que Ele nos deu Jesus, de modo que todos os que verdadeiramente crerem nEle terão vida eterna. No entanto, Sua morte não significa que todos serão salvos. Temos que ser cobertos por Sua justiça. Crendo nEle, temos justiça, certeza e a grande promessa de que Ele nos ressuscitará no último dia (Jo 6:40).”1

“4. Para uma mulher que havia vivido no pecado, Jesus declarou: ‘Perdoados são os teus pecados. […] A tua fé te salvou’ (Lc 7:48, 50).”1 O que significa isso? Será que a nossa fé nos salva? A fé é o meio de recebermos a graça salvadora de Cristo, é um dom de Deus, a salvação é uma ação de Deus em favor dos seres humanos, não temos em nós mesmos nada que nos garanta a salvação.

“De acordo com os evangelhos, quando Jesus curou algumas pessoas, Ele lhes disse: ‘A tua fé te salvou’ (Mt 9:22; Mc 10:52; Lc 17:19). Ao dizer essas palavras, Ele não estava atribuindo qualquer poder de cura à sua fé. A fé era apenas uma total confiança no poder de Jesus para curá-las. O poder da fé não vem da pessoa que crê, mas do Deus em quem essa pessoa crê.”1

“Por que devemos ter muito cuidado com nossa maneira de entender a função da fé no que diz respeito à oração, especialmente em relação à cura? Se a cura não ocorre quando oramos, seria por que não temos fé suficiente?”1

Terça-feira, 29 de julho de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudioda Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Ensino de Jesus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 477, Jul. Ago. Set. 2014. Adulto, Professor.

Morte exigida

Lições da Bíblia

“João Batista descreveu Jesus como ‘o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo’ (Jo 1:29). Para qualquer israelita familiarizado com os sacrifícios oferecidos no templo e com a história sagrada registrada no Antigo Testamento, essa imagem era fácil de entender. Abraão tinha revelado sua fé em que Deus proveria para Si o cordeiro para o holocausto, e o Senhor ofereceu o animal para ser sacrificado no lugar de Isaque (Gn 22:8, 13). No Egito, um cordeiro foi morto pelos israelitas como símbolo de sua libertação divina da escravidão do pecado (Êx 12:1-13). Posteriormente, quando foi estabelecido o serviço do santuário, dois cordeiros deviam ser sacrificados no altar a cada dia, de forma contínua: um de manhã e outro ao pôr do sol (Êx 29:38, 39). Esses sacrifícios eram símbolos do Messias que viria, que ‘foi levado ao matadouro’ porque ‘o Senhor fez cair sobre Ele a iniquidade de nós todos’ (Is 53:6, 7). Portanto, ao apresentar Jesus como ‘o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo’ (Jo 1:29), João Batista estava revelando a natureza vicária da morte expiatória de Cristo.”1

“Durante Seu ministério, Jesus anunciou repetidamente Sua morte, embora fosse difícil para os discípulos entender por que Ele tinha que morrer (Mt 16:22). Gradualmente, Jesus explicou o grande propósito de Sua morte.”1

“5. Quais ilustrações Jesus usou para indicar que morreria como nosso Substituto?”1 “tal como o Filho do Homem, que não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos.” (Mateus 20:28 RA)2; “Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a vida pelas ovelhas.” (João 10:11 RA)2. O Filho do homem veio ao mundo para servir, para dar a Sua vida em resgate de muitos. O bom pastor dá a vida pelas ovelhas.

“’Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a própria vida em favor dos seus amigos (Jo 15:13). Isso é verdade mesmo que eles não entendam nem aceitem esse sacrifício. Na cruz, Jesus derramou Seu sangue ‘em favor de muitos, para remissão de pecados’ (Mt 26:28).”1

“É importante notar que Jesus morreu voluntariamente. Assim como o Pai deu Seu Filho unigênito, o Filho deu a própria vida para redimir a humanidade. Ninguém O obrigou a fazer isso. Com relação à Sua vida, Jesus declarou: ‘Ninguém a tira de Mim; pelo contrário, Eu espontaneamente a dou’ (Jo 10:18).”1

“Mesmo Caifás, que abertamente rejeitou Jesus e liderou a conspiração para matá-Lo, involuntariamente reconheceu a morte substitutiva de Jesus (Jo 11:49-51).”1

“Como podemos evitar cair na armadilha da ingratidão para com Deus e o que Ele nos deu em Cristo? Por que é tão fácil ceder nesse ponto, especialmente quando passamos por momentos difíceis?”1

Terça-feira, 22 de julho de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudioda Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Ensino de Jesus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 477, Jul. Ago. Set. 2014. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

De Moisés a Jesus

Lições da Bíblia.

“Desde o Éden, a igreja de Deus sempre foi cheia de pessoas falíveis. A própria instituição que devia ser testemunha da justiça de Deus necessitava dessa mesma justiça. Enquanto ‘o bastão’ passava de geração em geração, nenhum corredor foi digno o suficiente para cruzar a linha de chegada. Nenhum dos que receberam a lei foi capaz de atingir o seu nível de justiça. A humanidade, ao que parecia, estava presa em um ciclo de futilidade na busca pela aprovação de Deus.”1

“No entanto, quando parecia que toda a esperança havia acabado, Deus enviou Seu Filho ‘para receber o bastão’. Como o segundo Adão, Jesus veio sem pecado a este mundo, e mediante constante devoção ao Pai conseguiu manter Sua obediência até a cruz. Com Sua ressurreição, Jesus cruzou a linha de chegada, pois Ele quebrou a cadeia da morte. Agora, por intermédio do poder do Espírito Santo, o Cristo ressuscitado partilha Sua justiça com cada crente. Essa mensagem, que sempre esteve no centro da promessa da aliança, foi mais claramente entendida depois que Jesus completou Seu ministério terrestre, e a igreja do Novo Testamento se iniciou.”1

“Infelizmente, a igreja cristã, mesmo com toda essa luz, por vezes mostrou-se menos fiel à aliança do que o antigo Israel havia sido, e profunda apostasia logo dominou quase todos os lugares. A Reforma, a partir do século XVI, começou a reverter essa tendência, mas ela também vacilou, e muitas doutrinas e ensinamentos falsos permaneceram no mundo cristão, incluindo concepções erradas sobre o papel e a finalidade da lei na vida do cristianismo da nova aliança. Deus chamaria um povo remanescente para restaurar muitas verdades perdidas.”1

“6. Leia Apocalipse 12:17 e 14:6-12. Como esses versos revelam tanto a lei quanto a graça na mensagem de advertência final de Deus para o mundo?” Irou-se o dragão contra a mulher e foi pelejar com os restantes da sua descendência, os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus; e se pôs em pé sobre a areia do mar.” (Apocalipse 12:17 RA)2; Vi outro anjo voando pelo meio do céu, tendo um evangelho eterno para pregar aos que se assentam sobre a terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo, dizendo, em grande voz: Temei a Deus e dai-lhe glória, pois é chegada a hora do seu juízo; e adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas. Seguiu-se outro anjo, o segundo, dizendo: Caiu, caiu a grande Babilônia que tem dado a beber a todas as nações do vinho da fúria da sua prostituição. Seguiu-se a estes outro anjo, o terceiro, dizendo, em grande voz: Se alguém adora a besta e a sua imagem e recebe a sua marca na fronte ou sobre a mão, também esse beberá do vinho da cólera de Deus, preparado, sem mistura, do cálice da sua ira, e será atormentado com fogo e enxofre, diante dos santos anjos e na presença do Cordeiro. A fumaça do seu tormento sobe pelos séculos dos séculos, e não têm descanso algum, nem de dia nem de noite, os adoradores da besta e da sua imagem e quem quer que receba a marca do seu nome. Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus.” (Apocalipse 14:6-12 RA)2. A graça fica evidente no evangelho eterno, que é pregado para todos os habitantes da terra. A guarda dos mandamentos da lei de Deus é uma das características do povo remanescente que têm o testemunho de Jesus.

“Guardar ‘os mandamentos de Deus’ é a maneira indicada para manifestar o amor verdadeiro. Poderíamos obedecer exteriormente aos mandamentos, mas não manifestar amor? Podemos guardar verdadeiramente os mandamentos se não mostramos amor?”1

Quinta-feira, 19 de junho de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Cristo e sua lei. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 476, Abr. Maio Jun. 2013. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

De Moisés a Jesus

Lições da Bíblia.

“Embora os antigos códigos de leis, encontrados no Egito e na Mesopotâmia, também apresentem evidência de um amplo conhecimento dos princípios e preceitos encontrados na lei de Deus, nenhum deles é completo. De fato, muitos desses códigos também incluem leis que promovem idolatria e outras práticas que Deus mais tarde condenou. Então, Deus escolheu um povo para ser guardião de Sua verdadeira lei. Esse povo foi a nação hebraica, os descendentes de Abraão e herdeiros da promessa da aliança feita com ele muitos séculos antes, uma promessa cujo cumprimento final ocorreu somente em Jesus.”1

“4. Leia Deuteronômio 7:6-12. Como essa passagem revela a estreita relação entre a lei e a graça?”1 “Porque tu és povo santo ao SENHOR, teu Deus; o SENHOR, teu Deus, te escolheu, para que lhe fosses o seu povo próprio, de todos os povos que há sobre a terra. Não vos teve o SENHOR afeição, nem vos escolheu porque fôsseis mais numerosos do que qualquer povo, pois éreis o menor de todos os povos, mas porque o SENHOR vos amava e, para guardar o juramento que fizera a vossos pais, o SENHOR vos tirou com mão poderosa e vos resgatou da casa da servidão, do poder de Faraó, rei do Egito. Saberás, pois, que o SENHOR, teu Deus, é Deus, o Deus fiel, que guarda a aliança e a misericórdia até mil gerações aos que o amam e cumprem os seus mandamentos; e dá o pago diretamente aos que o odeiam, fazendo-os perecer; não será demorado para com o que o odeia; prontamente, lho retribuirá. Guarda, pois, os mandamentos, e os estatutos, e os juízos que hoje te mando cumprir. Será, pois, que, se, ouvindo estes juízos, os guardares e cumprires, o SENHOR, teu Deus, te guardará a aliança e a misericórdia prometida sob juramento a teus pais;” (Deuteronômio 7:6-12 RA)2. Deus não escolheu Israel por sua força ou grandeza, pelo contrário Israel era o menor dos povos, mas, por amor a eles e fidelidade as Suas promessas, Deus os tirou da terra do Egito da casa da servidão e os levou para a terra prometida. Israel por sua vez deveria ser fiel a Deus observando os seus mandamentos e estatutos.

“Quando Deus escolheu Israel para ser o depositário de Sua lei, Ele sabia que esse povo era imperfeito. No entanto, confiou-lhes a tarefa de ensinar Sua vontade a outras pessoas imperfeitas. A própria designação ‘reino de sacerdotes e nação santa’ (Êx 19:6) mostra que os israelitas deviam ser sacerdotes de Deus, mediadores em favor do mundo inteiro. Eles foram escolhidos para transmitir a verdade sobre a vontade de Deus para as nações confusas. Apesar dos erros, fracassos e, às vezes, franca rebelião de Israel, foi no meio desse povo que o Messias nasceu, viveu, ministrou e morreu, cumprindo a promessa da aliança feita a Abraão muitos séculos antes.”

“5. Leia Gálatas 3:6-16. Qual é o verdadeiro significado da promessa da aliança?” “É o caso de Abraão, que creu em Deus, e isso lhe foi imputado para justiça. Sabei, pois, que os da fé é que são filhos de Abraão. Ora, tendo a Escritura previsto que Deus justificaria pela fé os gentios, preanunciou o evangelho a Abraão: Em ti, serão abençoados todos os povos. De modo que os da fé são abençoados com o crente Abraão. Todos quantos, pois, são das obras da lei estão debaixo de maldição; porque está escrito: Maldito todo aquele que não permanece em todas as coisas escritas no Livro da lei, para praticá-las. E é evidente que, pela lei, ninguém é justificado diante de Deus, porque o justo viverá pela fé. Ora, a lei não procede de fé, mas: Aquele que observar os seus preceitos por eles viverá. Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar (porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado em madeiro), para que a bênção de Abraão chegasse aos gentios, em Jesus Cristo, a fim de que recebêssemos, pela fé, o Espírito prometido. Irmãos, falo como homem. Ainda que uma aliança seja meramente humana, uma vez ratificada, ninguém a revoga ou lhe acrescenta alguma coisa. Ora, as promessas foram feitas a Abraão e ao seu descendente. Não diz: E aos descendentes, como se falando de muitos, porém como de um só: E ao teu descendente, que é Cristo.” (Gálatas 3:6-16 RA)2. “Deus prometeu abençoar e salvar todas as nações por meio de Cristo, o Descendente de Abraão, mediante a mesma fé demonstrada por Abraão, que lhe foi creditada como justiça. Jesus morreu na cruz para quebrar a maldição do pecado na vida de todo ser humano que o aceita pela fé. Ao quebrar a maldição do pecado, Cristo ofereceu poder para viver uma vida santa, seguindo o exemplo de Abraão.”1

“Embora muitos no antigo Israel compreendessem que o uso do substantivo singular ‘semente’ se referisse a Israel como uma entidade corporativa única, Paulo aqui apresenta o próprio Jesus como o verdadeiro e pleno cumprimento da promessa da aliança. Assim, o evangelho, com sua clara ênfase tanto na lei quanto na graça, manifesta e revela mais plenamente a aliança.”1

“Imagine todas as longas eras que se passaram desde o tempo em que Abraão recebeu a promessa da aliança até o tempo de Cristo. O que isso nos diz sobre a necessidade de paciência quando se trata de confiar em Deus?”1

Quarta-feira, 18 de junho de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Cristo e sua lei. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 476, Abr. Maio Jun. 2013. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.