Morte exigida

Lições da Bíblia

“João Batista descreveu Jesus como ‘o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo’ (Jo 1:29). Para qualquer israelita familiarizado com os sacrifícios oferecidos no templo e com a história sagrada registrada no Antigo Testamento, essa imagem era fácil de entender. Abraão tinha revelado sua fé em que Deus proveria para Si o cordeiro para o holocausto, e o Senhor ofereceu o animal para ser sacrificado no lugar de Isaque (Gn 22:8, 13). No Egito, um cordeiro foi morto pelos israelitas como símbolo de sua libertação divina da escravidão do pecado (Êx 12:1-13). Posteriormente, quando foi estabelecido o serviço do santuário, dois cordeiros deviam ser sacrificados no altar a cada dia, de forma contínua: um de manhã e outro ao pôr do sol (Êx 29:38, 39). Esses sacrifícios eram símbolos do Messias que viria, que ‘foi levado ao matadouro’ porque ‘o Senhor fez cair sobre Ele a iniquidade de nós todos’ (Is 53:6, 7). Portanto, ao apresentar Jesus como ‘o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo’ (Jo 1:29), João Batista estava revelando a natureza vicária da morte expiatória de Cristo.”1

“Durante Seu ministério, Jesus anunciou repetidamente Sua morte, embora fosse difícil para os discípulos entender por que Ele tinha que morrer (Mt 16:22). Gradualmente, Jesus explicou o grande propósito de Sua morte.”1

“5. Quais ilustrações Jesus usou para indicar que morreria como nosso Substituto?”1 “tal como o Filho do Homem, que não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos.” (Mateus 20:28 RA)2; “Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a vida pelas ovelhas.” (João 10:11 RA)2. O Filho do homem veio ao mundo para servir, para dar a Sua vida em resgate de muitos. O bom pastor dá a vida pelas ovelhas.

“’Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a própria vida em favor dos seus amigos’ (Jo 15:13). Isso é verdade mesmo que eles não entendam nem aceitem esse sacrifício. Na cruz, Jesus derramou Seu sangue ‘em favor de muitos, para remissão de pecados’ (Mt 26:28).”1

“É importante notar que Jesus morreu voluntariamente. Assim como o Pai deu Seu Filho unigênito, o Filho deu a própria vida para redimir a humanidade. Ninguém O obrigou a fazer isso. Com relação à Sua vida, Jesus declarou: ‘Ninguém a tira de Mim; pelo contrário, Eu espontaneamente a dou’ (Jo 10:18).”1

“Mesmo Caifás, que abertamente rejeitou Jesus e liderou a conspiração para matá-Lo, involuntariamente reconheceu a morte substitutiva de Jesus (Jo 11:49-51).”1

“Como podemos evitar cair na armadilha da ingratidão para com Deus e o que Ele nos deu em Cristo? Por que é tão fácil ceder nesse ponto, especialmente quando passamos por momentos difíceis?”1

Terça-feira, 22 de julho de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudioda Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

__________________

1 LIÇÕES da escola sabatina. Ensino de Jesus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 477, Jul. Ago. Set. 2014. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

De Moisés a Jesus

Lições da Bíblia.

“Desde o Éden, a igreja de Deus sempre foi cheia de pessoas falíveis. A própria instituição que devia ser testemunha da justiça de Deus necessitava dessa mesma justiça. Enquanto ‘o bastão’ passava de geração em geração, nenhum corredor foi digno o suficiente para cruzar a linha de chegada. Nenhum dos que receberam a lei foi capaz de atingir o seu nível de justiça. A humanidade, ao que parecia, estava presa em um ciclo de futilidade na busca pela aprovação de Deus.”1

“No entanto, quando parecia que toda a esperança havia acabado, Deus enviou Seu Filho ‘para receber o bastão’. Como o segundo Adão, Jesus veio sem pecado a este mundo, e mediante constante devoção ao Pai conseguiu manter Sua obediência até a cruz. Com Sua ressurreição, Jesus cruzou a linha de chegada, pois Ele quebrou a cadeia da morte. Agora, por intermédio do poder do Espírito Santo, o Cristo ressuscitado partilha Sua justiça com cada crente. Essa mensagem, que sempre esteve no centro da promessa da aliança, foi mais claramente entendida depois que Jesus completou Seu ministério terrestre, e a igreja do Novo Testamento se iniciou.”1

“Infelizmente, a igreja cristã, mesmo com toda essa luz, por vezes mostrou-se menos fiel à aliança do que o antigo Israel havia sido, e profunda apostasia logo dominou quase todos os lugares. A Reforma, a partir do século XVI, começou a reverter essa tendência, mas ela também vacilou, e muitas doutrinas e ensinamentos falsos permaneceram no mundo cristão, incluindo concepções erradas sobre o papel e a finalidade da lei na vida do cristianismo da nova aliança. Deus chamaria um povo remanescente para restaurar muitas verdades perdidas.”1

“6. Leia Apocalipse 12:17 e 14:6-12. Como esses versos revelam tanto a lei quanto a graça na mensagem de advertência final de Deus para o mundo?” “Irou-se o dragão contra a mulher e foi pelejar com os restantes da sua descendência, os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus; e se pôs em pé sobre a areia do mar.” (Apocalipse 12:17 RA)2; “Vi outro anjo voando pelo meio do céu, tendo um evangelho eterno para pregar aos que se assentam sobre a terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo, dizendo, em grande voz: Temei a Deus e dai-lhe glória, pois é chegada a hora do seu juízo; e adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas. Seguiu-se outro anjo, o segundo, dizendo: Caiu, caiu a grande Babilônia que tem dado a beber a todas as nações do vinho da fúria da sua prostituição. Seguiu-se a estes outro anjo, o terceiro, dizendo, em grande voz: Se alguém adora a besta e a sua imagem e recebe a sua marca na fronte ou sobre a mão, também esse beberá do vinho da cólera de Deus, preparado, sem mistura, do cálice da sua ira, e será atormentado com fogo e enxofre, diante dos santos anjos e na presença do Cordeiro. A fumaça do seu tormento sobe pelos séculos dos séculos, e não têm descanso algum, nem de dia nem de noite, os adoradores da besta e da sua imagem e quem quer que receba a marca do seu nome. Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus.” (Apocalipse 14:6-12 RA)2. A graça fica evidente no evangelho eterno, que é pregado para todos os habitantes da terra. A guarda dos mandamentos da lei de Deus é uma das características do povo remanescente que têm o testemunho de Jesus.

“Guardar ‘os mandamentos de Deus’ é a maneira indicada para manifestar o amor verdadeiro. Poderíamos obedecer exteriormente aos mandamentos, mas não manifestar amor? Podemos guardar verdadeiramente os mandamentos se não mostramos amor?”1

Quinta-feira, 19 de junho de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

__________________

1 LIÇÕES da escola sabatina. Cristo e sua lei. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 476, Abr. Maio Jun. 2013. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

De Moisés a Jesus

Lições da Bíblia.

“Embora os antigos códigos de leis, encontrados no Egito e na Mesopotâmia, também apresentem evidência de um amplo conhecimento dos princípios e preceitos encontrados na lei de Deus, nenhum deles é completo. De fato, muitos desses códigos também incluem leis que promovem idolatria e outras práticas que Deus mais tarde condenou. Então, Deus escolheu um povo para ser guardião de Sua verdadeira lei. Esse povo foi a nação hebraica, os descendentes de Abraão e herdeiros da promessa da aliança feita com ele muitos séculos antes, uma promessa cujo cumprimento final ocorreu somente em Jesus.”1

“4. Leia Deuteronômio 7:6-12. Como essa passagem revela a estreita relação entre a lei e a graça?”1 “Porque tu és povo santo ao SENHOR, teu Deus; o SENHOR, teu Deus, te escolheu, para que lhe fosses o seu povo próprio, de todos os povos que há sobre a terra. Não vos teve o SENHOR afeição, nem vos escolheu porque fôsseis mais numerosos do que qualquer povo, pois éreis o menor de todos os povos, mas porque o SENHOR vos amava e, para guardar o juramento que fizera a vossos pais, o SENHOR vos tirou com mão poderosa e vos resgatou da casa da servidão, do poder de Faraó, rei do Egito. Saberás, pois, que o SENHOR, teu Deus, é Deus, o Deus fiel, que guarda a aliança e a misericórdia até mil gerações aos que o amam e cumprem os seus mandamentos; e dá o pago diretamente aos que o odeiam, fazendo-os perecer; não será demorado para com o que o odeia; prontamente, lho retribuirá. Guarda, pois, os mandamentos, e os estatutos, e os juízos que hoje te mando cumprir. Será, pois, que, se, ouvindo estes juízos, os guardares e cumprires, o SENHOR, teu Deus, te guardará a aliança e a misericórdia prometida sob juramento a teus pais;” (Deuteronômio 7:6-12 RA)2. Deus não escolheu Israel por sua força ou grandeza, pelo contrário Israel era o menor dos povos, mas, por amor a eles e fidelidade as Suas promessas, Deus os tirou da terra do Egito da casa da servidão e os levou para a terra prometida. Israel por sua vez deveria ser fiel a Deus observando os seus mandamentos e estatutos.

“Quando Deus escolheu Israel para ser o depositário de Sua lei, Ele sabia que esse povo era imperfeito. No entanto, confiou-lhes a tarefa de ensinar Sua vontade a outras pessoas imperfeitas. A própria designação ‘reino de sacerdotes e nação santa’ (Êx 19:6) mostra que os israelitas deviam ser sacerdotes de Deus, mediadores em favor do mundo inteiro. Eles foram escolhidos para transmitir a verdade sobre a vontade de Deus para as nações confusas. Apesar dos erros, fracassos e, às vezes, franca rebelião de Israel, foi no meio desse povo que o Messias nasceu, viveu, ministrou e morreu, cumprindo a promessa da aliança feita a Abraão muitos séculos antes.”

“5. Leia Gálatas 3:6-16. Qual é o verdadeiro significado da promessa da aliança?” “É o caso de Abraão, que creu em Deus, e isso lhe foi imputado para justiça. Sabei, pois, que os da fé é que são filhos de Abraão. Ora, tendo a Escritura previsto que Deus justificaria pela fé os gentios, preanunciou o evangelho a Abraão: Em ti, serão abençoados todos os povos. De modo que os da fé são abençoados com o crente Abraão. Todos quantos, pois, são das obras da lei estão debaixo de maldição; porque está escrito: Maldito todo aquele que não permanece em todas as coisas escritas no Livro da lei, para praticá-las. E é evidente que, pela lei, ninguém é justificado diante de Deus, porque o justo viverá pela fé. Ora, a lei não procede de fé, mas: Aquele que observar os seus preceitos por eles viverá. Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar (porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado em madeiro), para que a bênção de Abraão chegasse aos gentios, em Jesus Cristo, a fim de que recebêssemos, pela fé, o Espírito prometido. Irmãos, falo como homem. Ainda que uma aliança seja meramente humana, uma vez ratificada, ninguém a revoga ou lhe acrescenta alguma coisa. Ora, as promessas foram feitas a Abraão e ao seu descendente. Não diz: E aos descendentes, como se falando de muitos, porém como de um só: E ao teu descendente, que é Cristo.” (Gálatas 3:6-16 RA)2. “Deus prometeu abençoar e salvar todas as nações por meio de Cristo, o Descendente de Abraão, mediante a mesma fé demonstrada por Abraão, que lhe foi creditada como justiça. Jesus morreu na cruz para quebrar a maldição do pecado na vida de todo ser humano que o aceita pela fé. Ao quebrar a maldição do pecado, Cristo ofereceu poder para viver uma vida santa, seguindo o exemplo de Abraão.”1

“Embora muitos no antigo Israel compreendessem que o uso do substantivo singular ‘semente’ se referisse a Israel como uma entidade corporativa única, Paulo aqui apresenta o próprio Jesus como o verdadeiro e pleno cumprimento da promessa da aliança. Assim, o evangelho, com sua clara ênfase tanto na lei quanto na graça, manifesta e revela mais plenamente a aliança.”1

“Imagine todas as longas eras que se passaram desde o tempo em que Abraão recebeu a promessa da aliança até o tempo de Cristo. O que isso nos diz sobre a necessidade de paciência quando se trata de confiar em Deus?”1

Quarta-feira, 18 de junho de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

__________________

1 LIÇÕES da escola sabatina. Cristo e sua lei. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 476, Abr. Maio Jun. 2013. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Tempo de cura (Lc 13:16)

Lições da Bíblia.

“Quando Deus criou o mundo, declarou que tudo era ‘muito bom’ (Gn 1:31), perfeito em todos os sentidos. No entanto, com a entrada do pecado, a criação foi corrompida com o mal, um impacto percebido em toda parte. Os seres humanos, embora criados à imagem de Deus, se tornaram sujeitos à doença, deterioração e morte. Costumamos dizer que a morte faz parte da vida. No entanto, a morte é a negação da vida, não parte dela. Jamais houve a intenção de que experimentássemos a morte.”1

“Tendo em conta o plano original de Deus para a humanidade, não é nenhuma surpresa que alguns dos mais impressionantes milagres de cura de Jesus tenham ocorrido no sábado.”1

“4. Recapitule as histórias de cura no sábado em Marcos 3:1-6; Lucas 13:10-17; João 5:1-9; 9:1-14. Que lições esses milagres nos ensinam sobre o verdadeiro propósito do sábado?”1 “De novo, entrou Jesus na sinagoga e estava ali um homem que tinha ressequida uma das mãos. E estavam observando a Jesus para ver se o curaria em dia de sábado, a fim de o acusarem. E disse Jesus ao homem da mão ressequida: Vem para o meio! Então, lhes perguntou: É lícito nos sábados fazer o bem ou fazer o mal? Salvar a vida ou tirá-la? Mas eles ficaram em silêncio. Olhando-os ao redor, indignado e condoído com a dureza do seu coração, disse ao homem: Estende a mão. Estendeu-a, e a mão lhe foi restaurada. Retirando-se os fariseus, conspiravam logo com os herodianos, contra ele, em como lhe tirariam a vida.” (Marcos 3:1-6 RA)2; “Ora, ensinava Jesus no sábado numa das sinagogas. E veio ali uma mulher possessa de um espírito de enfermidade, havia já dezoito anos; andava ela encurvada, sem de modo algum poder endireitar-se. Vendo-a Jesus, chamou-a e disse-lhe: Mulher, estás livre da tua enfermidade; e, impondo-lhe as mãos, ela imediatamente se endireitou e dava glória a Deus. O chefe da sinagoga, indignado de ver que Jesus curava no sábado, disse à multidão: Seis dias há em que se deve trabalhar; vinde, pois, nesses dias para serdes curados e não no sábado. Disse-lhe, porém, o Senhor: Hipócritas, cada um de vós não desprende da manjedoura, no sábado, o seu boi ou o seu jumento, para levá-lo a beber? Por que motivo não se devia livrar deste cativeiro, em dia de sábado, esta filha de Abraão, a quem Satanás trazia presa há dezoito anos? Tendo ele dito estas palavras, todos os seus adversários se envergonharam. Entretanto, o povo se alegrava por todos os gloriosos feitos que Jesus realizava.” (Lucas 13:10-17 RA)2; “Passadas estas coisas, havia uma festa dos judeus, e Jesus subiu para Jerusalém. Ora, existe ali, junto à Porta das Ovelhas, um tanque, chamado em hebraico Betesda, o qual tem cinco pavilhões. Nestes, jazia uma multidão de enfermos, cegos, coxos, paralíticos [esperando que se movesse a água. Porquanto um anjo descia em certo tempo, agitando-a; e o primeiro que entrava no tanque, uma vez agitada a água, sarava de qualquer doença que tivesse]. Estava ali um homem enfermo havia trinta e oito anos. Jesus, vendo-o deitado e sabendo que estava assim há muito tempo, perguntou-lhe: Queres ser curado? Respondeu-lhe o enfermo: Senhor, não tenho ninguém que me ponha no tanque, quando a água é agitada; pois, enquanto eu vou, desce outro antes de mim. Então, lhe disse Jesus: Levanta-te, toma o teu leito e anda. Imediatamente, o homem se viu curado e, tomando o leito, pôs-se a andar. E aquele dia era sábado.” (João 5:1-9 RA)2; “Caminhando Jesus, viu um homem cego de nascença. E os seus discípulos perguntaram: Mestre, quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego? Respondeu Jesus: Nem ele pecou, nem seus pais; mas foi para que se manifestem nele as obras de Deus. É necessário que façamos as obras daquele que me enviou, enquanto é dia; a noite vem, quando ninguém pode trabalhar. Enquanto estou no mundo, sou a luz do mundo. Dito isso, cuspiu na terra e, tendo feito lodo com a saliva, aplicou-o aos olhos do cego, dizendo-lhe: Vai, lava-te no tanque de Siloé (que quer dizer Enviado). Ele foi, lavou-se e voltou vendo. Então, os vizinhos e os que dantes o conheciam de vista, como mendigo, perguntavam: Não é este o que estava assentado pedindo esmolas? Uns diziam: É ele. Outros: Não, mas se parece com ele. Ele mesmo, porém, dizia: Sou eu. Perguntaram-lhe, pois: Como te foram abertos os olhos? Respondeu ele: O homem chamado Jesus fez lodo, untou-me os olhos e disse-me: Vai ao tanque de Siloé e lava-te. Então, fui, lavei-me e estou vendo. Disseram-lhe, pois: Onde está ele? Respondeu: Não sei. Levaram, pois, aos fariseus o que dantes fora cego. E era sábado o dia em que Jesus fez o lodo e lhe abriu os olhos.” (João 9:1-14 RA)2; O sábado é um dia especial para se fazer o bem, nele Jesus curou muitos enfermos exercendo seu papel de criador e redentor da humanidade.

“Cada um dos milagres de cura no sábado é espetacular e serve para demonstrar o verdadeiro significado desse dia. Antes de Jesus curar o homem da mão atrofiada (Mc 3:1-6), fez uma pergunta retórica: ‘É lícito nos sábados fazer o bem ou fazer o mal? Salvar a vida ou tirá-la?’ (Mc 3:4). Se uma pessoa tem oportunidade de aliviar o sofrimento no dia da libertação, por que não deveria fazê-lo? Na verdade, a cura da mulher encurvada demonstra poderosamente o propósito libertador do sábado (Lc 13:10-17). Quando criticado pela cura, Jesus perguntou: ‘Então, esta mulher, uma filha de Abraão a quem Satanás mantinha presa por dezoito longos anos, não deveria no dia de sábado ser libertada daquilo que a prendia?’ (Lc 13:16, NVI).”1

“O tema da libertação também está presente nos relatos da cura, junto ao tanque de Betesda, do homem que tinha estado doente durante 38 anos (Jo 5:1-9), e da cura do cego de nascença (Jo 9:1-14). Em resposta à acusação dos fariseus de que Jesus transgredia o sábado com Seus milagres de cura, Ele declarou: ‘Meu Pai continua trabalhando até hoje, e Eu também estou trabalhando’ (Jo 5:17, NVI). Se Deus não aprovasse a cura, ela não teria acontecido. Quando se trata de aliviar a miséria humana, Deus não descansa.”1

“Os erros desses líderes mostram como os preconceitos podem nos cegar até mesmo para verdades óbvias. Alguma verdade foi obscurecida em nossa mente por causa dos preconceitos?”1

Quarta-feira, 30 de abril de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

__________________

1 LIÇÕES da escola sabatina. Cristo e sua lei. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 476, Abr. Maio Jun. 2013. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

"Nem um i ou um til"

Lições da Bíblia.

“1. Leia Mateus 5:17-20. Que lição importante essa passagem ensina sobre a verdadeira obediência à lei? O que Jesus sugeriu sobre a atitude dos fariseus em relação à lei?”1 “Não penseis que vim revogar a Lei ou os Profetas; não vim para revogar, vim para cumprir. Porque em verdade vos digo: até que o céu e a terra passem, nem um i ou um til jamais passará da Lei, até que tudo se cumpra. Aquele, pois, que violar um destes mandamentos, posto que dos menores, e assim ensinar aos homens, será considerado mínimo no reino dos céus; aquele, porém, que os observar e ensinar, esse será considerado grande no reino dos céus. Porque vos digo que, se a vossa justiça não exceder em muito a dos escribas e fariseus, jamais entrareis no reino dos céus.” (Mateus 5:17-20 RA)2. A obediência a lei não ocorre apenas na aparência, deve ser o fruto do poder de Deus na vida de cada indivíduo. Seus princípios devem estar na mente e no coração de cada crente. Os fariseus invalidaram a lei pervertendo o seu real significado e propósito.

“Jesus começou essa seção afirmando que não veio para abolir ‘a Lei ou os Profetas’ (Mt 5:17). Embora não haja nenhuma referência a isso, muitos veem essa expressão como uma fórmula convencionada para representar todo o Antigo Testamento (leia também Mt 7:12; 11:13; 22:40; Lc 16:16; At 13:15; 24:14; Rm 3:21). A despeito do que Seus adversários alegavam, Jesus não atacou o próprio livro que revelava a vontade de Seu Pai. Em vez disso, Seu objetivo era ‘cumprir’ a lei e os profetas, não revogá-los.”1

“A palavra usada para ‘cumprir’ (plero) significa literalmente ‘encher completamente’ ou ‘completar’. Ela tem o sentido de ‘encher até a borda’. Há duas maneiras de entender a palavra ‘cumprir’. Uma delas é colocar a ênfase em Jesus como sendo o cumprimento das Escrituras (por exemplo, Lc 24:25-27; Jo 5:39). No entanto, a chave para compreender esse texto está no contexto imediato, que mostra que Jesus não veio para abolir as Escrituras, mas para revelar sua essência interior.”1

“Tendo estabelecido Seu propósito mais amplo, Jesus mudou a ênfase do Antigo Testamento, em geral, para a lei, em particular. Quase como se soubesse que as pessoas um dia O acusariam de abolir a lei, Ele advertiu que, enquanto o céu e a Terra permanecerem, a lei continuará existindo, ‘até que tudo se cumpra’ (Mt 5:18). Com essa declaração, Jesus confirmou a perpetuidade da lei.”1

“Na verdade, a lei é tão importante que todo aquele que transgredir seus preceitos ‘será chamado o menor no reino dos Céus’ (Mt 5:19, ARC). Essa é apenas uma forma de dizer que ele não estará no reino. Por outro lado, aquele que permanecer fiel à lei estará no reino. Jesus não hesitou em apontar que Ele não estava promovendo a justiça vazia dos escribas e fariseus, mas uma justiça que brotava de um coração que ama a Deus e procura cumprir Sua vontade.”1

Domingo, 20 de abril de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

__________________

1 LIÇÕES da escola sabatina. Cristo e sua lei. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 476, Abr. Maio Jun. 2013. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Tradições dos anciãos

Lições da Bíblia.

“Como vimos, alguns dos rabinos prestavam tanta atenção às regras e tradições criadas para auxiliar na observância da lei de Moisés que não conseguiam distinguir as diferenças entre elas. Depois de algum tempo, as palavras dos rabinos ganharam status canônico. As pessoas pensavam que elas eram tão obrigatórias quanto as Escrituras. Com toda a probabilidade, quando os rabinos originalmente escreveram seus comentários, não tinham a intenção de adicioná-los às páginas das Escrituras. No entanto, seus dedicados discípulos provavelmente considerassem ser seu dever compartilhar essas interpretações únicas com a população em geral.”1

“3. Leia novamente Mateus 15:1, 2. Em qual texto dos primeiros cinco livros de Moisés essa tradição estava fundamentada? Que lição podemos aprender com isso? Leia também Mc 7:3, 4; Mt 15:11”1 “Então, vieram de Jerusalém a Jesus alguns fariseus e escribas e perguntaram: Por que transgridem os teus discípulos a tradição dos anciãos? Pois não lavam as mãos, quando comem.” (Mt 15:1-2 RA); “(pois os fariseus e todos os judeus, observando a tradição dos anciãos, não comem sem lavar cuidadosamente as mãos; quando voltam da praça, não comem sem se aspergirem; e há muitas outras coisas que receberam para observar, como a lavagem de copos, jarros e vasos de metal [e camas]),” (Mc 7:3-4); “não é o que entra pela boca o que contamina o homem, mas o que sai da boca, isto, sim, contamina o homem.” (Mt 15:11). Em nenhum texto do pentateuco, provavelmente esse costume tenha se originado em alguma cerimônia religiosa de purificação. Embora a higiene seja importante a mais importante das purificações é a do coração e essa só Deus pode realiza-la se o assim o permitirmos.

“Somos levados a procurar um texto bíblico que ordene: ‘Tu deves lavar as mãos antes de comer’. No entanto, essa ordem não teria surpreendido os escribas e fariseus quando eles confrontaram Jesus, porque eles deixaram claro que os discípulos não estavam transgredindo a lei mosaica, mas a ‘tradição dos anciãos’. A intensidade com que eles fizeram a pergunta faz parecer que, para os fariseus, essa era uma grave transgressão religiosa.”1

“Os profissionais de saúde e os pais provavelmente gostariam de dar uma justificativa higiênica ou psicológica para a aparente compulsão obsessiva dos fariseus com o ato de lavar as mãos. No entanto, estudiosos acreditam que a questão fosse realmente a impureza cerimonial. Aparentemente, a preocupação dos fariseus era que, enquanto as pessoas realizavam suas tarefas diárias, tocariam em coisas que haviam sido contaminadas. Consequentemente, se comessem sem lavar as mãos, seriam contaminadas cerimonialmente ao tocar no alimento.”1

“Visto que eles acusaram os discípulos de Jesus, podemos concluir que o próprio Jesus não transgrediu essa bem conhecida tradição (Mc 7:3). No entanto, Ele sabia muito bem que a maior preocupação dos fariseus estava nas coisas secundárias.”1

“Leia Isaías 29:13 [‘O Senhor disse: Visto que este povo se aproxima de mim e com a sua boca e com os seus lábios me honra, mas o seu coração está longe de mim, e o seu temor para comigo consiste só em mandamentos de homens, que maquinalmente aprendeu,’]. Que princípios bíblicos importantes são revelados nessa passagem? Por que é tão importante nos lembrarmos deles?”1

Ore por decisões durante a Semana Santa. Participe hoje da reunião no seu Pequeno Grupo.

Terça-feira, 15 de abril de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

__________________

1 LIÇÕES da escola sabatina. Cristo e sua lei. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 476, Abr. Maio Jun. 2013. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Mandamentos humanos

Lições da Bíblia.

“Embora os escribas e fariseus se assentassem ‘na cadeira de Moisés’, sua fonte de autoridade para a instrução religiosa extrapolava o Antigo Testamento.”1

“A lei que os fariseus utilizavam consistia em interpretações bíblicas dos principais rabinos. Essas interpretações não tinham a intenção de substituir as Escrituras, mas de complementá-las. No início, elas circulavam por via oral. Posteriormente, os escribas começaram a reuni-las em livros.”1

“A primeira publicação oficial da lei rabínica não apareceu até o fim do segundo século d.C., quando o rabino Yehuda Ha-Nasi (Judá, o Príncipe) publicou a Mishná. As leis registradas na Mishná refletem cerca de quatro séculos de interpretação rabínica. Entre os rabinos que contribuíram estão muitos que viveram na época de Jesus, sendo os mais notáveis Hillel e Shammai. Houve também Gamaliel, neto de Hillel e também professor de Paulo.”1

“2. Leia Mateus 15:1-6. Qual foi a controvérsia nesse episódio? Qual erro Jesus procurou corrigir?”1 “Então, vieram de Jerusalém a Jesus alguns fariseus e escribas e perguntaram: Por que transgridem os teus discípulos a tradição dos anciãos? Pois não lavam as mãos, quando comem. Ele, porém, lhes respondeu: Por que transgredis vós também o mandamento de Deus, por causa da vossa tradição? Porque Deus ordenou: Honra a teu pai e a tua mãe; e: Quem maldisser a seu pai ou a sua mãe seja punido de morte. Mas vós dizeis: Se alguém disser a seu pai ou a sua mãe: É oferta ao Senhor aquilo que poderias aproveitar de mim; esse jamais honrará a seu pai ou a sua mãe. E, assim, invalidastes a palavra de Deus, por causa da vossa tradição.” (Mt 15:1-6 RA)2. A controvérsia era o fato dos discípulos de Jesus não realizar a cerimônia tradicional dos anciãos de lavar as mãos várias vezes antes de comer pão. Jesus mostrou que os fariseus pecavam colocando suas as tradições acima da Lei moral.

“Na lição um, aprendemos que as leis rabínicas eram chamadas halakah, cujo significado é ‘caminhar’. Os rabinos consideravam que, se uma pessoa andasse nos caminhos das leis menores, acabariam cumprindo as leis mais importantes. No entanto, em algum lugar ao longo do caminho, as leis menores começaram a assumir maior status, e depois de um tempo ficou difícil distinguir o que era tradicional do que era bíblico.”1

“Não parece que Jesus tivesse problema com a existência das regras dos fariseus. Para Jesus, o problema era a elevação dessas regras à condição de ‘doutrina’. Nenhum ser humano tem o poder de criar restrições religiosas e elevá-las ao nível de mandamento divino. Mas isso não quer dizer que os cristãos estejam proibidos de criar regulamentos que ajudem a governar o comportamento da comunidade.”1

“A instrução prática poderia ajudar muito as pessoas na observância da lei. No entanto, jamais se deve permitir que a instrução assuma o lugar da própria lei.”1

“Quais regras, tradições e costumes da nossa igreja nos ajudam a viver com mais fidelidade e obediência à lei? Anote-os e comente com a classe. Qual é o papel dessas regras na sua comunidade de fé?”1

Tema de hoje: Você já deu um passo de humilhação? Participe no Pequeno Grupo.

Segunda-feira, 14 de abril de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

__________________

1 LIÇÕES da escola sabatina. Cristo e sua lei. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 476, Abr. Maio Jun. 2013. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

A cadeira de Moisés

Lições da Bíblia.

“Embora os ‘escribas e fariseus’ pareçam ser dois grupos distintos, que simplesmente foram colocados no mesmo conjunto, os escribas provavelmente fossem um subgrupo dos fariseus (At 23:9). Os fariseus se tornaram um grupo notável durante o tempo do Império Grego. Acredita-se que fossem os remanescentes de uma seita judaica piedosa, conhecida como Hasidim (Os Piedosos), que ajudaram a combater na revolta dos Macabeus contra a Grécia.”1

“O título fariseu é derivado do hebraico paras, que significa ‘separar’. Numa época em que muitos judeus haviam se tornado muito influenciados pelas culturas pagãs, os fariseus entenderam que seu dever era garantir que a lei fosse ensinada a todos os homens judeus. Para realizar essa tarefa, eles estabeleceram a função do rabino, que significa literalmente ‘meu grande’ ou ‘meu professor’.”1

“Ao dizer que ‘na cadeira de Moisés, se assentaram os escribas e os fariseus’, Jesus reconheceu a posição deles como mestres do povo (Mt 23:2, 3). Afinal, pelo menos eles tinham assumido a responsabilidade de assegurar que o povo fosse instruído no caminho da lei.”1

“1. Leia Mateus 23:1-7. Qual foi um dos maiores problemas de Jesus com os escribas e fariseus?”1 “Então, falou Jesus às multidões e aos seus discípulos: Na cadeira de Moisés, se assentaram os escribas e os fariseus. Fazei e guardai, pois, tudo quanto eles vos disserem, porém não os imiteis nas suas obras; porque dizem e não fazem. Atam fardos pesados [e difíceis de carregar] e os põem sobre os ombros dos homens; entretanto, eles mesmos nem com o dedo querem movê-los. Praticam, porém, todas as suas obras com o fim de serem vistos dos homens; pois alargam os seus filactérios e alongam as suas franjas. Amam o primeiro lugar nos banquetes e as primeiras cadeiras nas sinagogas, as saudações nas praças e o serem chamados mestres pelos homens.” (Mt 23:1-7 RA)2. A hipocrisia dos fariseus, pois ensinavam coisas que não cumpriam e exigiam que os outros fizessem.

“A maioria das referências aos escribas e fariseus nos evangelhos é negativa. Considerando a cumplicidade que muitos deles tiveram na morte de Jesus e na perseguição aos Seus seguidores, esse negativismo foi bem merecido. Membros desses grupos pareciam estar à espreita nas esquinas e se escondendo atrás das árvores, esperando que as pessoas cometessem erros, para que eles pudessem aplicar a lei contra elas. Essa imagem do fariseu é tão frequente nas Escrituras que essa palavra geralmente é usada como sinônimo de legalista.”1

“Ao considerar atentamente esse texto, descobrimos que o grande problema de Jesus com os fariseus não era seu desejo de que os outros guardassem a lei de Moisés, mas o fato de que eles não a estavam guardando. Eles eram hipócritas, pois diziam uma coisa, mas faziam outra, e até mesmo quando faziam as coisas certas, faziam isso pelas razões erradas.”1

“Leia novamente o que Jesus disse sobre os escribas e fariseus. Será que temos as mesmas atitudes dos fariseus? O que precisamos mudar?”1

“Começa hoje o Evangelismo de Semana Santa: ‘Nos Passos do Mestre’. Participe no seu pequeno grupo!”

Domingo, 13 de abril de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

__________________

1 LIÇÕES da escola sabatina. Cristo e sua lei. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 476, Abr. Maio Jun. 2013. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.