Derrame Sua indignação

Lições da Bíblia1

4. Leia os Salmos 58:6-8; 69:22-28; 83:9-17; 94:1, 2; 137:7-9. Que sentimentos esses textos transmitem? Quem é o agente de juízo nesses salmos?

Sl 58:6-8 (NAA)2: “6 Ó Deus, quebra-lhes os dentes na boca; arranca, Senhor, as presas dos leõezinhos. 7 Que eles desapareçam como as águas que se escoam; ao dispararem flechas, que elas se despedacem. 8 Sejam como a lesma, que se dilui ao passar; como o aborto de mulher, que nunca vejam a luz do sol.

Sl 69:22-28 (NAA)2: “22 Que a mesa deles se torne em laço diante deles, e a prosperidade, em armadilha. 23 Que os olhos deles se escureçam, para que não vejam; e faze com que as suas costas não parem de tremer. 24 Derrama sobre eles a tua indignação, e que o furor da tua ira os alcance. 25 Fique deserta a sua morada, e não haja quem habite nas suas tendas. 26 Pois perseguem a quem tu feriste e ficam falando sobre as dores daqueles a quem golpeaste. 27 Soma-lhes iniquidade à iniquidade, e que não tenham acesso à tua justiça. 28 Sejam riscados do Livro dos Vivos e não sejam incluídos na lista dos justos.”

Sl 83:9-17 (NAA)2: 9 Faze com eles como fizeste com Midiã, como fizeste com Sísera e com Jabim no ribeiro de Quisom; 10 eles foram destruídos em En-Dor e se tornaram adubo para a terra. 11 Sejam os seus nobres como Orebe e como Zeebe, e os seus príncipes, como Zeba e como Salmuna, 12 que disseram: “Vamos nos apoderar das habitações de Deus.” 13 Deus meu, faze-os como folhas impelidas por um redemoinho, como a palha que o vento leva. 14 Como o fogo devora um bosque e as chamas incendeiam os montes, 15 assim persegue-os com a tua tempestade e amedronta-os com o teu vendaval. 16 Cobre o rosto deles de vergonha, para que busquem o teu nome, Senhor. 17 Sejam envergonhados e confundidos para sempre; que pereçam em completa desgraça.

Sl 94:1, 2 (NAA)2: “1 Ó Senhor, Deus das vinganças, ó Deus das vinganças, resplandece. 2 Levanta-te, ó juiz da terra, e dá aos soberbos o castigo que eles merecem.

Sl 137:7-9 (NAA)2: “7 Contra os filhos de Edom, lembra-te, Senhor, do dia em que Jerusalém foi tomada, pois diziam: “Arrasem! Arrasem Jerusalém até os seus alicerces!” 8 Filha da Babilônia, você que será destruída, feliz aquele que lhe retribuir o mal que você nos fez. 9 Feliz aquele que pegar os seus filhos e esmagá-los contra a pedra.”

Alguns salmos suplicam a Deus que Se vingue de indivíduos e nações que pretendem prejudicar, ou que já prejudicaram, os salmistas ou seu povo. Esses salmos podem soar desconcertantes devido à sua linguagem dura e aparente discordância com o princípio bíblico de amar os inimigos (Mt 5:44). No entanto, a indignação do salmista diante da opressão é grande. Isso significa que ele considerava o certo e o errado bem mais a sério do que muitas pessoas. Ele se importa, ainda que demasiadamente, com o mal que é feito a si mesmo e aos outros.

No entanto, em lugar algum o salmista sugeriu ser o agente da vingança. Em vez disso, deixou a retribuição nas mãos de Deus. Os salmos evocam as maldições da aliança divina (Dt 27:9-16) e imploram a Deus que aja conforme prometeu.

Os salmos são proclamações proféticas sobre o juízo divino iminente; não são apenas orações do salmista. O Salmo 137 reflete os anúncios do juízo sobre Babilônia, como visto nos profetas. A devastação que os babilônios trouxeram para outras nações se voltaria contra eles. Os salmos advertem que o mal não ficará impune para sempre.

A retribuição divina é medida com justiça e graça. Os filhos de Deus são chamados a orar por aqueles que os maltratam e até mesmo a desejar a conversão deles (Sl 83:18; Jr 29:7).

Entretanto, ao procurar adequar esses salmos à norma de amor pelos inimigos, não devemos minimizar a agonia expressa neles. Deus reconhece o sofrimento de Seus filhos e lhes anima dizendo que “preciosa é aos olhos do Senhor a morte dos Seus santos” (Sl 116:15). O juízo divino compele o povo de Deus a levantar a voz contra o mal e buscar a vinda do reino de Deus. Os salmos também dão voz aos sofredores, fazendo-os saber que Deus está ciente de seu sofrimento e que um dia a justiça virá.

Você já teve pensamentos de vingança contra os que fizeram mal a você ou a seus queridos? Esses salmos ajudam a colocar esses sentimentos na perspectiva adequada?

Quarta-feira, 07 de fevereiro de 2024. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. O livro dos Salmos. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 515, jan. fev. mar. 2023. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA Sagrada. Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil. Edição Revista e Atualizada no Brasil, 3. ed. (Nova Almeida Atualizada). Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2017.

A reação de Neemias

Lições da Bíblia

“1. Leia Neemias 13:23-25. O que ocorreu e como explicar a reação do servo de Deus diante do problema?”1

Neemias (13:23-25 ARA)2: “23 Vi também, naqueles dias, que judeus haviam casado com mulheres asdoditas, amonitas e moabitas. 24 Seus filhos falavam meio asdodita e não sabiam falar judaico, mas a língua de seu respectivo povo. 25 Contendi com eles, e os amaldiçoei, e espanquei alguns deles, e lhes arranquei os cabelos, e os conjurei por Deus, dizendo: Não dareis mais vossas filhas a seus filhos e não tomareis mais suas filhas, nem para vossos filhos nem para vós mesmos.

“Como os filhos não falavam aramaico (a língua usada durante o exílio) nem o hebraico, eles não conseguiam entender os ensinamentos das Escrituras. Esse era um problema real, pois o conhecimento da revelação de Deus podia ser distorcido ou até mesmo desaparecer. Os escribas e sacerdotes explicavam a Torá principalmente em aramaico, a fim de tornar a pregação clara para o povo. No entanto, uma vez que as mães eram de Amom, Asdode e Moabe, e geralmente eram as principais cuidadoras dos filhos, não é de surpreender que os filhos não falassem também a língua dos pais. A língua que falamos influencia a maneira como formamos nossos conceitos, pois usamos o vocabulário dessa cultura. A perda da língua bíblica significava a perda da identidade. Por isso, Neemias julgava impensável que as famílias perdessem o contato com a Palavra de Deus e, consequentemente, sua conexão com o Deus vivo, o Senhor dos hebreus.”1

“Estudiosos da Bíblia destacam que as ações de Neemias provavelmente humilhassem publicamente o povo como parte dos castigos prescritos naquele tempo. Quando é dito que ele os repreendeu e os amaldiçoou, não devemos pensar que o servo de Deus usou linguagem suja ou ofensiva, mas que ele proferiu as maldições descritas em Deuteronômio 28 sobre aqueles que quebraram a aliança. Muito possivelmente Neemias escolheu as palavras da Bíblia para levá-los à compreensão de suas ações erradas e das consequências de suas más escolhas.”1

“Além disso, quando o texto diz que Neemias espancou alguns deles e lhes arrancou os cabelos (Ne 13:25), em vez de vê-lo indignado e reagindo com fúria, devemos observar que uma surra era uma punição pública prevista. Essa conduta foi aplicada apenas a alguns deles, ou seja, aos líderes que causaram ou promoveram a conduta errada. Essas ações deveriam servir como métodos de humilhação pública. Neemias desejava assegurar que as pessoas entendessem a gravidade de suas escolhas e as consequências delas.”1

“Como devemos reagir quando nos deparamos com o que acreditamos ser um mau procedimento na igreja?”1

Domingo, 15 de dezembro de 2019. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Esdras e Neemias. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 498, out. nov. dez. 2019. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

O olhar penetrante de Jesus.

Lições da Bíblia

“Grande era o número de sacrifícios oferecidos por ocasião da Páscoa, e avultadas as vendas no templo. A consequente confusão dava a ideia de uma ruidosa feira de gado, e não do sagrado templo de Deus. Ali se podiam ouvir ásperos ajustes de compras, o mugir do gado, o balir de ovelhas, o arrulho de pombos, de mistura com o tinir de moedas e violentas discussões. Tão grande era a confusão, que os sacerdotes eram perturbados, e as palavras dirigidas ao Altíssimo, afogadas pelo tumulto que invadia o templo. […] Ao penetrar Jesus no templo, abrangeu toda a cena. Viu as desonestas transações. Viu a aflição do pobre, que julgava que, sem derramar sangue, não havia perdão para seus pecados. Viu o pátio exterior do Seu templo convertido em lugar de comércio profano. O sagrado recinto transformara-se em vasta praça de câmbio. […] Enquanto ali, de pé, nos degraus do pátio do templo, Cristo abrangeu com penetrante visão, a cena que estava perante Ele. Seu olhar profético penetra o futuro, e vê, não somente anos, mas séculos e gerações. Vê como sacerdotes e principais despojam o necessitado de seu direito, e proíbem que o evangelho seja pregado ao pobre. Vê como o amor de Deus seria ocultado aos pecadores, e os homens fariam de Sua graça mercadoria. Ao contemplar a cena, exprimem-se-Lhe na fisionomia indignação, autoridade e poder. A atenção do povo é para Ele atraída. Voltam-se para Ele os olhares dos que se acham empenhados no profano comércio. Não podem dEle despregar os olhos. Sentem-se que esse Homem lhes lê os mais íntimos pensamentos, e lhes descobre os ocultos motivos. Alguns tentam esconder o rosto, como se suas más ações lhes estivessem escritas no semblante, para serem perscrutadas por aqueles olhos penetrantes.” (Ellen G. White, O desejado de todas as nações, p. 156-158).

“Como você descreveria as emoções de Jesus, expressas na passagem acima? Que lições podemos aprender sobre o bem que podem trazer as emoções, se forem corretamente direcionadas?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – sexta-feira 31 de dezembro de 2010. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Manifestações emocionais de Jesus – II

Lições da Bíblia

“Quando ia chegando, vendo a cidade, chorou e dizia: Ah! Se conheceras por ti mesma, ainda hoje, o que é devido à paz! Mas isto está agora oculto aos teus olhos. Pois sobre ti virão dias em que os teus inimigos te cercarão de trincheiras e, por todos os lados, te apertarão o cerco; e te arrasarão e aos teus filhos dentro de ti; não deixarão em ti pedra sobre pedra, porque não reconheceste a oportunidade da tua visitação.” (Luc. 19:41-44).

“O que levou Jesus a derramar lágrimas por Jerusalém? Sem dúvida, foi a tristeza que sentiu ao examinar o futuro e ver o destino da cidade. Mas, ainda mais, sentiu tristeza pelos seus muitos habitantes que O estavam rejeitando. ‘As lágrimas de Jesus sobre o monte, enquanto contemplava a cidade de Seu amor e cuidado, em meio à alegria e hosanas de milhares, foram os últimos apelos de rejeitado amor e compaixão’ (Ellen G. White, The Spirit of Prophecy, v. 3, p. 20).”

Jesus experimentou muitas outras emoções dolorosas: “e, levando consigo a Pedro e aos dois filhos de Zebedeu, começou a entristecer-se e a angustiar-se. Então, lhes disse: A minha alma está profundamente triste até à morte; ficai aqui e vigiai comigo.” (Mat. 26:37-38) “Olhando-os ao redor, indignado e condoído com a dureza do seu coração, disse ao homem: Estende a mão. Estendeu-a, e a mão lhe foi restaurada.” (Mar. 3:5) “Jesus, porém, arrancou do íntimo do seu espírito um gemido e disse: Por que pede esta geração um sinal? Em verdade vos digo que a esta geração não se lhe dará sinal algum.” (Mar. 8:12). “Quando Maria chegou ao lugar onde estava Jesus, ao vê-lo, lançou-se-lhe aos pés, dizendo: Senhor, se estiveras aqui, meu irmão não teria morrido. Jesus, vendo-a chorar, e bem assim os judeus que a acompanhavam, agitou-se no espírito e comoveu-se. E perguntou: Onde o sepultastes? Eles lhe responderam: Senhor, vem e vê! Jesus chorou. Então, disseram os judeus: Vede quanto o amava. Mas alguns objetaram: Não podia ele, que abriu os olhos ao cego, fazer que este não morresse? Jesus, agitando-se novamente em si mesmo, encaminhou-se para o túmulo; era este uma gruta a cuja entrada tinham posto uma pedra.” (João 11:32-38) “E foram para Jerusalém. Entrando ele no templo, passou a expulsar os que ali vendiam e compravam; derribou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos que vendiam pombas. […]” (Mar. 11:15-16).

“Os primeiros versos de Isaías 53 confirmam que Jesus foi um homem de tristezas. Embora haja experimentado muitos momentos de alegria, Ele também sentiu severas dores emocionais. Grande parte do sofrimento de Jesus esteve relacionada com sentimentos de frustração quando Seus seguidores não captaram Sua mensagem. Apesar do abundante amor de Jesus e Seus sinais sobrenaturais, muitos não entenderam que Jesus era o Messias. Jesus também sofreu muito por observar os resultados do pecado sobre a humanidade.”

“João diz que Jesus Se agitou no espírito (Jo 11:33). Essa é uma tradução da palavra grega que indica manifestação muito forte de agitação emocional, acompanhada de um forte suspiro. O dramaturgo grego Ésquilo (525–456 a.C.) usou a mesma palavra para descrever o bufar dos cavalos. A palavra é usada cinco vezes no Novo Testamento, quatro delas descrevendo as emoções de Jesus.”

“Porque não temos sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas” (Hb 4:15). “Como a mensagem desse texto pode nos levar a ter uma ligação mais próxima com Jesus, especialmente em tempos de sofrimento?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – quarta-feira 29 de dezembro de 2010. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Emoções negativas.

Lições da Bíblia.

A história contida em 2 Samuel 13 é “[…] cheia de experiências emocionais adversas. Em meio a esse tumulto, as pessoas acabaram infligindo muita dor física e emocional umas às outras. As consequências de seu comportamento afetaram a família real inteira, estendendo-se seus efeitos até as gerações futuras.” “(A paixão de Amnom) Tinha Absalão, filho de Davi, uma formosa irmã, cujo nome era Tamar. Amnom, filho de Davi, se enamorou dela. Angustiou-se Amnom por Tamar, sua irmã, a ponto de adoecer, pois, sendo ela virgem, parecia-lhe impossível fazer-lhe coisa alguma. […] Deitou-se, pois, Amnom e fingiu-se doente; vindo o rei visitá-lo, Amnom lhe disse: Peço-te que minha irmã Tamar venha e prepare dois bolos à minha presença, para que eu coma de sua mão. Então, Davi mandou dizer a Tamar em sua casa: Vai à casa de Amnom, teu irmão, e faze-lhe comida. Foi Tamar à casa de Amnom, seu irmão, e ele estava deitado. […] Tomou Tamar os bolos que fizera e os levou a Amnom, seu irmão, à câmara. Quando lhos oferecia para que comesse, pegou-a e disse-lhe: Vem, deita-te comigo, minha irmã. (O susto, indignação, repulsa de Tamar) Porém ela lhe disse: Não, meu irmão, não me forces, porque não se faz assim em Israel; não faças tal loucura. […] Porém ele não quis dar ouvidos ao que ela lhe dizia; antes, sendo mais forte do que ela, forçou-a e se deitou com ela. Depois, Amnom sentiu por ela grande aversão, e maior era a aversão que sentiu por ela que o amor que ele lhe votara. Disse-lhe Amnom: Levanta-te, vai-te embora. […] (A ira de Davi) Ouvindo o rei Davi todas estas coisas, muito se lhe acendeu a ira. (A dissimulação, ódio, vingança de Absalão) Porém Absalão não falou com Amnom nem mal nem bem; porque odiava a Amnom, por ter este forçado a Tamar, sua irmã. Passados dois anos, Absalão tosquiava em Baal-Hazor, que está junto a Efraim, e convidou Absalão todos os filhos do rei. […] Absalão deu ordem aos seus moços, dizendo: Tomai sentido; quando o coração de Amnom estiver alegre de vinho, e eu vos disser: Feri a Amnom, então, o matareis. Não temais, pois não sou eu quem vo-lo ordena? Sede fortes e valentes. E os moços de Absalão fizeram a Amnom como Absalão lhes havia ordenado. (A tristeza, culpa de Davi) […] Então, o rei se levantou, rasgou as suas vestes e se lançou por terra; e todos os seus servos que estavam presentes rasgaram também as suas vestes. […] E Davi pranteava a seu filho todos os dias. […] Então, o rei Davi cessou de perseguir a Absalão, porque já se tinha consolado acerca de Amnom, que era morto.” (2 Sam. 13)

O ‘amor’ de Amnom por Tamar não poderia ter sido amor verdadeiro, mas um forte impulso sexual, porque, assim que alcançou seu objetivo, ele ‘sentiu por ela grande aversão, e maior era a aversão que sentiu por ela que o amor que ele lhe votara (v. 15). A experiência de Amnom ilustra extremos emocionais: paixão descontrolada (no contexto de uma relação incestuosa) e ódio. Os atos realizados sob esses estados emocionais quase sempre são desequilibrados e provocam sérias consequências.

Tamar foi verdadeiramente a vítima. Ela não admitiu nenhum dos avanços de Amnom, o que o deixou frustrado. Ela serviu ao irmão em obediência ao rei. E quando as intenções de Amnom se tornaram claras, ela fez o que pôde para dissuadi-lo e descrever as consequências devastadoras de tão maligno ato.

Como qualquer mulher que sofreu estupro ou abuso, Tamar deve ter se sentido irada, humilhada e usada; seguramente, sua autoestima deve ter caído ao pó. Seu irmão Absalão não lhe ofereceu grande alívio, mas, ao contrário, a aconselhou a manter silêncio. Porém, Absalão engendrou um plano para matar Amnom a fim de vingar seu estupro. (Além disso, livrando-se de Amnom, ele aumentava suas chances de se assentar no trono de Israel.) Davi, pai de todos os envolvidos, experimentou ira e pesar a respeito desses eventos.

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – Sábado 26 de dezembro de 2010. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF