Escolhendo amigos

Lições da Bíblia

“Uma das escolhas mais importantes que fazemos diz respeito aos nossos amigos. Na maioria das vezes, não nos propomos a fazer amigos; as amizades simplesmente se desenvolvem naturalmente à medida que passamos tempo com pessoas que gostam de algumas coisas que nós também apreciamos.”1

“4. Quais princípios encontramos nos seguintes versículos sobre a escolha de amigos? Pv 12:26; 17:17; 18:24; 22:24, 25”1

Provérbios (12:26 ARA)2: “O justo serve de guia para o seu companheiro, mas o caminho dos perversos os faz errar.

Provérbios (17:17 ARA)2: “Em todo tempo ama o amigo, e na angústia se faz o irmão.

Provérbios (18:24 ARA)2: “O homem que tem muitos amigos sai perdendo; mas há amigo mais chegado do que um irmão.

Provérbios (22:24, 25 ARA)2: “24 Não te associes com o iracundo, nem andes com o homem colérico, 25 para que não aprendas as suas veredas e, assim, enlaces a tua alma.

“Provérbios 18:24 sugere que, se quisermos ter amigos, devemos ser amigáveis. Às vezes, as pessoas se encontram sozinhas porque sua atitude negativa e melancólica afasta as outras pessoas. ‘Mesmo os melhores de nós possuem esses traços desagradáveis; e ao escolher amigos devemos selecionar aqueles que não se afastarão de nós quando souberem que não somos perfeitos. É preciso haver paciência mútua. Devemos amar e respeitar uns aos outros, apesar das falhas e imperfeições que não podemos deixar de ver; pois esse é o Espírito de Cristo. A humildade e a desconfiança de si mesmo devem ser cultivadas, e também uma paciente ternura com os defeitos dos outros. Isso destruirá todo o egoísmo mesquinho e nos tornará compassivos e generosos’ (Ellen G. White, Ministério Pastoral, p. 95).”1

“Uma das histórias mais conhecidas de amizade é a de Davi e Jônatas. Se Saul, o primeiro rei de Israel e pai de Jônatas, tivesse sido fiel e obediente, seu reino poderia ter durado várias gerações, e Jônatas poderia ter sido o sucessor de seu trono. Quando Saul se mostrou indigno de seu chamado, Deus escolheu Davi como o novo rei de Israel, desqualificando, assim, Jônatas para o posto que, de outra maneira, deveria ter sido seu por direito. Aqui temos um poderoso exemplo de como as escolhas erradas de um membro da família (Saul) prejudicaram outro membro da família (Jônatas).”1

“Mas Jônatas não ficou irado com Davi nem com inveja dele. Em vez disso, ele escolheu ajudar Davi, protegendo-o da ira de seu próprio pai, Saul. ‘A alma de Jônatas se ligou com a de Davi; e Jônatas o amou como à sua própria alma’ (1Sm 18:1). Que poderoso exemplo de amizade verdadeira!”1

“Não se deixem enganar: ‘as más companhias corrompem os bons costumes’ (1Co 15:33, NVI). Qual tem sido sua experiência com amigos que o prejudicaram, mesmo que não tivessem a intenção de lhe fazer mal? As escolhas erradas em relação à amizade podem prejudicar as relações familiares?”1

Terça-feira, 09 de abril de 2019. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Estações da vida. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 496, abr. maio. jun. 2019. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Amigos para sempre (1Ts 2:13–3:13) – Vídeo

Lições da Bíblia.

Assista em vídeo a discussão do tema da semana:

 

“A chegada de Silas e Timóteo, vindos da Macedônia enquanto Paulo se encontrava em Corinto, alegrou muito o apóstolo. Trouxeram-lhe ‘boas notícias’ da ‘fé’ e ‘amor’ dos que haviam aceitado a verdade durante a primeira visita dos mensageiros evangélicos a Tessalônica. O coração de Paulo se comoveu com a mais terna simpatia para com esses crentes que, em meio às provações e adversidades, se haviam mantido fiéis a Deus” (Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p. 255).

“O coração daquele que recebe a graça de Deus transborda de amor a Deus e àqueles por quem Cristo morreu. O eu não luta por nenhum reconhecimento. Não ama os outros porque o amam e o agradam, por apreciarem seus méritos, mas por serem propriedade adquirida de Cristo. Se seus motivos, palavras ou atos são malcompreendidos ou mal-interpretados, não se ofende mas prossegue na idêntica maneira de proceder. É bondoso e ponderado, humilde no conceito próprio; contudo é cheio de esperança, sempre confiante na graça e no amor de Deus” (Ellen G. White, Parábolas de Jesus, p. 101, 102).

Perguntas para reflexão

“1. Ellen White usou a expressão ‘pessoas por quem Cristo morreu’. Essa expressão deve ser aplicada a todos os seres humanos na Terra ou apenas aos crentes em Cristo? Se Cristo realmente morreu por todos, por que nem todos são salvos?”

“2. Qual é a importância do relacionamento anterior quando se trata de aconselhar ou criticar um companheiro cristão? O que podemos aprender sobre isso com o exemplo de Paulo na lição desta semana? Como isso pode nos ajudar em nosso ministério em favor dos outros?”

“3. O amor e preocupação de Paulo pelos crentes de Tessalônica eram muito evidentes. O amor abranda o coração e torna as pessoas abertas à graça de Deus. Como podemos aprender a amar os outros mais intensamente?”

“Resumo: Em 1 Tessalonicenses 2:13–3:13, Paulo descreveu os acontecimentos e as emoções do período entre o momento em que ele foi forçado a deixar Tessalônica e a chegada de Timóteo a Corinto com notícias sobre a igreja. A ênfase central do capítulo é a profunda ligação de Paulo com os crentes de Tessalônica.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – sexta-feira 10 de agosto de 2012. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Amigos para sempre (1Ts 213–313)

Lições da Bíblia.

“Que seja o vosso coração confirmado em santidade, isento de culpa, na presença de nosso Deus e Pai, na vinda de nosso Senhor Jesus, com todos os Seus santos” (1Ts 3:13).

“Pensamento-chave: Paulo continuou a elogiar os tessalonicenses pelas coisas boas que viu neles e a encorajá-los em meio à perseguição que estavam enfrentando.”

“A preocupação de Paulo com o bem-estar espiritual dos crentes em Tessalônica ilustra os laços de companheirismo e estreita amizade que unem a vida dos seguidores de Deus.”

“No texto para a lição desta semana, podemos perceber que, para Paulo, os tessalonicenses não eram apenas membros da igreja. Eles eram seus amigos. Havia uma profunda ligação emocional entre Paulo e essas pessoas, e o apóstolo enfatizava esse vínculo enquanto reafirmava o amor que tinha para com eles. Ao mesmo tempo em que eram sinceras, suas palavras também ajudariam a prepará-los para a crítica que se seguiria em breve.”

“Paulo começou e terminou essa seção com uma oração. Em certo sentido, a passagem inteira é escrita com a oração em mente. Subjacente à ênfase na oração estava o desejo de Paulo de que os tessalonicenses fossem irrepreensíveis e santos na segunda vinda de Jesus. [‘a fim de que seja o vosso coração confirmado em santidade, isento de culpa, na presença de nosso Deus e Pai, na vinda de nosso Senhor Jesus, com todos os seus santos.’ 1 Ts 3:13; ‘Pois quem é a nossa esperança, ou alegria, ou coroa em que exultamos, na presença de nosso Senhor Jesus em sua vinda? Não sois vós? Sim, vós sois realmente a nossa glória e a nossa alegria!’ 1 Ts 2:19-20]”

“A amizade que Paulo tinha com eles era mais profunda do que as amizades terrenas, pois ultrapassava os limites do tempo e da história. Paulo almejava passar a eternidade com os crentes de Tessalônica. Em parte, esse desejo era o que impulsionava, ao longo da carta, sua intensa preocupação em relação às crenças e ao comportamento deles. Paulo amava essas pessoas e desejava que elas se preparassem para a vinda de Cristo.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – sábado 04 de agosto de 2012. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Ampliando seu círculo de amigos

Lições da Bíblia.

“Embora algumas vezes um exame de consciência possa colocar a pessoa diante da pergunta: ‘Que devo fazer para ser salvo?’, na maior parte dos casos, os cristãos devem sair em busca da ovelha perdida. Alguns sugerem que a igreja age muitas vezes como uma fortaleza da qual algumas pessoas saem em uma campanha ou missão, a fim de conquistar alguns conversos que são posteriormente advertidos a não se aproximar muito do mundo do qual foram salvos. A questão não é se isso é verdade ou apenas uma percepção, mas o fato de que muitos adventistas do sétimo dia têm poucos (ou nenhum) relacionamentos significativos fora da igreja. Embora seja importante evitar influências perversas, há um grau em que tal isolamento diminui nossa capacidade de alcançar as pessoas com a mensagem do evangelho.”

“6. Qual é a função do cristão no mundo? Como devem ser sua postura e condição espiritual?” Já não estou no mundo, mas eles continuam no mundo, ao passo que eu vou para junto de ti. Pai santo, guarda-os em teu nome, que me deste, para que eles sejam um, assim como nós. Quando eu estava com eles, guardava-os no teu nome, que me deste, e protegi-os, e nenhum deles se perdeu, exceto o filho da perdição, para que se cumprisse a Escritura. Mas, agora, vou para junto de ti e isto falo no mundo para que eles tenham o meu gozo completo em si mesmos. Eu lhes tenho dado a tua palavra, e o mundo os odiou, porque eles não são do mundo, como também eu não sou. Não peço que os tires do mundo, e sim que os guardes do mal. Eles não são do mundo, como também eu não sou. Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade. Assim como tu me enviaste ao mundo, também eu os enviei ao mundo. E a favor deles eu me santifico a mim mesmo, para que eles também sejam santificados na verdade.” (João 17:11-19). Perseverai na oração, vigiando com ações de graças. Suplicai, ao mesmo tempo, também por nós, para que Deus nos abra porta à palavra, a fim de falarmos do mistério de Cristo, pelo qual também estou algemado; para que eu o manifeste, como devo fazer. Portai-vos com sabedoria para com os que são de fora; aproveitai as oportunidades. A vossa palavra seja sempre agradável, temperada com sal, para saberdes como deveis responder a cada um. (Col. 4:2-6). ”Andar longe do mal; viver em oração, unidade, alegria e santidade; sabedoria nas palavras; aproveitar as oportunidades para pregar.”

“A partir desses versos, podemos fazer a seguinte lista de verdades sobre os discípulos de Jesus e sua relação com o mundo: (1) Eles estão no mundo (v. 11). (2) Eles não são do mundo (v. 14, 16). (3) Eles ainda não devem ser tirados do mundo (v. 15). (4) Jesus os enviou ao mundo (v. 18).”

“Todos nascemos no mundo. Enquanto estamos aqui, Deus tem um trabalho para fazermos neste lugar. Assim como ocorreu com Seus primeiros discípulos, Jesus nos enviou ao mundo para que apresentemos Sua promessa de salvação a todos os que estiverem ao nosso alcance.”

O desafio para cada um de nós é ampliar de modo planejado nosso campo pessoal de missão. Isso pode significar a necessidade de ajustar nosso estilo de vida, a fim de dedicar mais tempo ao relacionamento com pessoas que não são da igreja. Isso não quer dizer abrir mão dos princípios, convicções e valores, mas, em lugar disso, procurar oportunidades para, com a consciência tranquila, interagir com os outros de uma forma que seja possível nos tornarmos amigos e, como resultado, canais da verdade de Deus.”

“Muitas vezes, enfatizamos o envio de convites para que as pessoas venham até nós. No entanto, Jesus nos disse para irmos a elas. Assim, precisamos nos perguntar: Temos nos afastado muito do mundo e, por isso, temos perdido um pouco de nossa eficácia evangelística?”

“Você fica muito isolado, distante do mundo? Ou se sente satisfeito com o mundo? Você deseja aprender a estar no mundo (testemunhando aos outros) e mesmo assim não ser ‘do mundo’?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – quinta-feira 25 de abril de 2012. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Com amigos como esses…

Lições da Bíblia.

“Estar sob a suposta maldição de Deus e ter o sentimento de que a vida não tinha nenhum valor real já devia ser bastante difícil para Ana.” Além disso, havia um problema adicional tinha ela: “(A sua rival a provocava excessivamente para a irritar, porquanto o SENHOR lhe havia cerrado a madre.) E assim o fazia ele de ano em ano; e, todas as vezes que Ana subia à Casa do SENHOR, a outra a irritava; pelo que chorava e não comia.” (1 Sam. 1:6-7)

“Frequentemente, os que são mais próximos de nós são os que sabem o que mais nos fere. Com as constantes provocações de Penina, não é de surpreender que a vida de Ana se tornasse difícil. O texto bíblico enfatiza que as provocações se repetiam ano após ano, a mesma história de sempre. É interessante notar que a palavra hebraica para a ação da rival de Ana (‘provocava’ [ARA], ‘irritava’ [ARC]) é frequentemente usada no Antigo Testamento para descrever os pecados graves que provocam a reação divina direta (veja Dt 9:18; 31:29). Essa não era só uma observação rápida, furtiva. Parece ter sido uma estratégia premeditada e consciente de Penina para provocar Ana a fazer algo impensado. Afinal, Ana era sua única rival nos afetos de Elcana (1Sm 1:5).”

“Os insultos de Penina pretendiam realmente ferir. Talvez as piores feridas venham daqueles que não pretendem nos ferir. Quem, em meio a dor terrível, não se sentiu pior ainda por causa de pessoas bem intencionadas que disseram ou fizeram a coisa errada?”

Tomando com referência outro personagem bíblico, jó, percebemos que “seus amigos estavam verdadeiramente tristes pelo que ele experimentava (‘Levantando eles de longe os olhos e não o reconhecendo, ergueram a voz e choraram; e cada um, rasgando o seu manto, lançava pó ao ar sobre a cabeça. Sentaram-se com ele na terra, sete dias e sete noites; e nenhum lhe dizia palavra alguma, pois viam que a dor era muito grande.’ Jó 2:12-13). Mas como eles tornaram o problema ainda pior para ele? Por que é exatamente assim que não se deve reagir ao pesar dos outros?”

“A perda das posses materiais ou de pessoas próximas a nós provoca profundas dores. Enfermidades ou circunstâncias de nossa vida podem parecer assustadoras e nos levar ao desespero. Às vezes, viver com profundos desejos não realizados remove de nossa vida todo senso de esperança. As coisas vão de mal a pior quando temos que enfrentar não só profundas dores ou circunstâncias ruins, mas também pessoas que parecem especialistas em tornar insuportável a vida. Essa combinação de sonhos não realizados e constantes tensões precipitou o clamor de Ana diante do Senhor. Às vezes, precisamos apresentar persistentemente nossas dores e frustrações diante de Deus. Quando chegamos ao fundo do poço, precisamos procurar respostas fora de nós.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – segunda-feira, 11 de outubro de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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