Completamente humilde e manso

Lições da Bíblia

Paulo associa traços de caráter (humildade, mansidão, longanimidade, amor) com os bons relacionamentos e a unidade. “Rogo-vos, pois, eu, o prisioneiro no Senhor, que andeis de modo digno da vocação a que fostes chamados, com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor, esforçando-vos diligentemente por preservar a unidade do Espírito no vínculo da paz;” (Ef 4:1-3)

Podemos aprender de Abigail e Davi, quanto ao comportamento apropriado nas situações difíceis e tensas. Abigail se humilhou, assumiu sobre si a culpa de Nabal e implorou perdão. Davi reconheceu a sabedoria das providências de Abigail e permitiu ser apaziguado. “Chegando, pois, os moços de Davi e tendo falado a Nabal todas essas palavras em nome de Davi, aguardaram. Respondeu Nabal aos moços de Davi e disse: Quem é Davi, e quem é o filho de Jessé? Muitos são, hoje em dia, os servos que fogem ao seu senhor. Tomaria eu, pois, o meu pão, e a minha água, e a carne das minhas reses que degolei para os meus tosquiadores e o daria a homens que eu não sei donde vêm? […] Pelo que disse Davi aos seus homens: Cada um cinja a sua espada. E cada um cingiu a sua espada, e também Davi, a sua; subiram após Davi uns quatrocentos homens, e duzentos ficaram com a bagagem.” (1 Sm 25:9-13). “Vendo, pois, Abigail a Davi, apressou-se, desceu do jumento e prostrou-se sobre o rosto diante de Davi, inclinando-se até à terra. Lançou-se-lhe aos pés e disse: Ah! Senhor meu, caia a culpa sobre mim; permite falar a tua serva contigo e ouve as palavras da tua serva. Não se importe o meu senhor com este homem de Belial, a saber, com Nabal; porque o que significa o seu nome ele é. Nabal é o seu nome, e a loucura está com ele; eu, porém, tua serva, não vi os moços de meu senhor, que enviaste.” (1 Sm. 25:23-25).

“A história de Davi, Nabal e Abigail fornece excelente exemplo de interação social bem-sucedida. Os resultados variam, dependendo significativamente de como as pessoas se apresentam – como superiores, como iguais ou como humildes amigos ou associados.”

“Davi enviou seus soldados a Nabal com um pedido justo. ‘Nós protegemos seus homens e sua propriedade; dê-nos qualquer coisa que puder achar’ (1Sm 25:7, 8, paráfrase do autor). Mas Nabal não conhecia generosidade nem diplomacia. Somos informados de que ele era severo e mau. Outras traduções usam condições como grosseiro, mesquinho, estúpido, violento, desonesto, avarento e rude. […] Em contraste, note a atitude inicial de Davi: embora detivesse o poder militar, sua mensagem foi cheia de cuidado e humildade, desejando a Nabal e à sua casa vida longa e boa saúde, apresentando-se como ‘Davi, teu filho’ (v. 8).”

“Quanto a Abigail, a Bíblia nos diz que ela era inteligente e bela. Note seu comportamento: ela providenciou alimento abundante de boa qualidade; correu para satisfazer Davi, curvando-se diante dele, tratou a si mesma como “tua serva” e a Davi como “meu senhor” e pediu perdão. Ela também lembrou a Davi que, como homem de Deus, ele precisava evitar desnecessário derramamento de sangue.”

“O resultado da ação diplomática e humilde de Abigail provocou uma reviravolta completa nas intenções de Davi. Ele louvou o Senhor por tê-la enviado e a elogiou por seu bom julgamento. Essa mediação eficaz, cheia de espírito religioso, salvou a vida de muitos inocentes. Quanto a Nabal, Davi não precisou derramar sangue, porque o homem morreu – provavelmente de infarto – vítima do próprio medo.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – domingo 16 de janeiro de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Removendo as cinzas.

Sugestões de leitura

Reflexão de natureza espiritual.

Rubens Lessa. Removendo as cinzas. Revista Adventista. Janeiro de 2011. Disponível em: http://tiny.cc/1o26l

Relacionamentos

Lições da Bíblia

“Tudo quanto, pois, quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles; porque esta é a Lei e os Profetas” (Mateus 7:12).

“À medida que procurarmos ser uma benção, confessaremos nossas faltas e perdoaremos, seremos atenciosos e encorajadores, e sempre procuraremos edificar uns aos outros.”

“Um experiente evangelista urbano costumava organizar seminários de administração do estresse como introdução às reuniões evangelísticas nas cidades. Ele criou uma pesquisa simples em que pedia ao público que mencionasse quatro ou cinco coisas que mais lhes provocavam estresse. Os trabalhadores agrupavam as respostas em categorias gerais (dinheiro, saúde, trabalho, relacionamentos, etc.). Antes que a contagem fosse completada, um trabalhador viu que o pregador já tinha preparado um conjunto de transparências para discutir os “relacionamentos” como a fonte número um. Quando questionado, o pastor explicou que os resultados eram sempre os mesmos: relacionamentos prejudicados sempre surgiam como a primeira causa de estresse.”

“Sejam problemas com o cônjuge, filhos, chefe, colegas de trabalho, vizinhos, amigos ou inimigos, as pessoas tendem a ser o principal motivo de estresse. Em contraste, quando os relacionamentos são positivos, são uma poderosa fonte de satisfação. Esse fator parece ser o mesmo em todos os lugares e em todas as culturas. As pessoas determinam se seremos felizes ou infelizes.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – sábado 15 de janeiro de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Ocasiões de profundo desapontamento e a providência de Deus

Lições da Bíblia

“Mas uma reação como a que freqüentemente segue elevada fé e gloriosos sucessos estava exercendo pressão sobre Elias. Ele temeu que a reforma iniciada no Carmelo não fosse duradoura; e a depressão se apoderou dele. Havia sido exaltado ao topo do Pisga; agora estava no vale. Enquanto sob a inspiração do Onipotente, ele tinha resistido à mais severa prova de fé; mas neste tempo de desencorajamento, com a ameaça de Jezabel soando-lhe aos ouvidos, e Satanás ainda aparentemente prevalecendo mediante a trama desta ímpia mulher, ele perdeu sua firmeza em Deus. Havia sido exaltado acima da medida, e a reação foi tremenda. Esquecendo-se de Deus, Elias fugia mais e mais, até que se encontrou num árido deserto, sozinho. Indescritivelmente cansado, assentou-se para repousar debaixo de um zimbro. Assentando-se aí, pediu a morte para si mesmo. ‘Já basta, ó Senhor’, disse ele, ‘toma agora a minha vida, pois não sou melhor que meus pais’. I Reis 19:4. Fugitivo, longe da habitação dos homens, o espírito causticado pelo amargo desapontamento, ele desejou nunca mais olhar a face de um homem. Afinal, extremamente exausto, adormeceu.

Na experiência de todos surgem ocasiões de profundo desapontamento e extremo desencorajamento – dias em que só predomina a tristeza, e é difícil crer que Deus é ainda o bondoso benfeitor de seus filhos na Terra; dias em que o dissabor mortifica a alma, de maneira que a morte pareça preferível à vida. É então que muitos perdem sua confiança em Deus, e são levados à escravidão da dúvida, ao cativeiro da incredulidade. Pudéssemos em tais ocasiões discernir com intuição espiritual o significado das providências de Deus, veríamos anjos procurando salvar-nos de nós mesmos, esforçando-se por firmar nossos pés num fundamento mais firme que os montes eternos; e nova fé, nova vida jorrariam para dentro do ser.” (Ellen G. White, Profetas e reis, p. 160-162).

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – sexta-feira 14 de janeiro de 2011. Escolha o -formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Levando alívio aos outros

Lições da Bíblia

Pedro descreve Jesus com características específicas, como aquele que andava fazendo o bem e curando, e Deus estava com Ele. “como Deus ungiu a Jesus de Nazaré com o Espírito Santo e com poder, o qual andou por toda parte, fazendo o bem e curando a todos os oprimidos do diabo, porque Deus era com ele;” (Atos 10:38).

“O estilo de Jesus era fundamentalmente abnegado. Ele utilizava toda a Sua energia para servir aos outros, levar-lhes alívio com palavras amáveis e poder de cura. Jesus nunca usou Seus poderes divinos para beneficiar a Si mesmo. Isso deve ter causado tal impressão em Pedro que sua descrição do Salvador era a de alguém que ‘andou por toda parte, fazendo o bem e curando a todos os oprimidos do diabo’” (v. 38).

“Na maioria dos casos, a pressão provocada por trabalho, relacionamentos, dinheiro, etc., é egocêntrica. O enfoque nos outros (em lugar de em si mesmo) é um bom caminho para remover a pressão pessoal. Pessoas que participam de trabalhos voluntários, projetos de comunidade, etc., relatam maiores sentimentos de bem-estar e satisfação que aqueles que não o fazem.”

No relacionamento com outras pessoas, a prioridade do cristão deve ser dar prioridade ao bem dos outros. “Levai as cargas uns dos outros e, assim, cumprireis a lei de Cristo.” (Gál. 6:2). “Não tenha cada um em vista o que é propriamente seu, senão também cada qual o que é dos outros.” (Filip. 2:4).

“John D. Rockefeller (1839-1937) deu um exemplo de como sobreviver ao estresse tirando a atenção de si mesmo e dirigindo-a aos outros. Por volta de 1879, sua companhia, a Standard Oil, processava cerca de 90 por cento do refino de petróleo nos Estados Unidos. Aos 50 anos, ele era o homem mais rico do mundo. Mas, em 1891, ele teve um colapso nervoso e quase morreu. Porém, ele se recuperou da enfermidade em apenas alguns meses. Como?”

“Além de alimentação simples, descanso e exercício, ele decidiu doar sua fortuna, e passou os últimos 40 anos de vida como filantropo. No início do século 20, sua fortuna pessoal alcançava quase 900 milhões de dólares. No momento de sua morte, seus bens estavam estimados em 26 milhões. As doações fizeram muito bem ao mundo. E, quanto a ele mesmo, sua vida se estendeu por mais quase 50 anos, vivendo em satisfação até os 97 anos de idade.”

“Qual foi sua experiência com as bênçãos resultantes de servir aos outros? Por que não fazer um esforço concentrado e em oração para alcançar mais?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – quinta-feira 13 de janeiro de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

O método de Jesus para administrar o estresse

Lições da Bíblia

“Com a popularização dos telefones celulares, no meio da década de 1990, um pastor adventista veterano disse: ‘Nunca quero ter um! Ao visitar as igrejas e ouvir os problemas das pessoas, fico cansado e aflito; mas quando volto para o carro, encontro refúgio. Se tivesse um celular, eu não acharia descanso nem mesmo no carro.’ Todo seguidor de Cristo precisa de um lugar quieto de refúgio para encontrar tranquilidade, para orar e ouvir Deus em Sua Palavra escrita.”

Jesus nos aconselha a dedicarmos tempo para um fugiu dos eventos estressantes e repousar. “E ele lhes disse: Vinde repousar um pouco, à parte, num lugar deserto; porque eles não tinham tempo nem para comer, visto serem numerosos os que iam e vinham.” (Mar. 6:31)

“Falando de Jesus, Ellen G. White escreveu: ‘Sua felicidade encontrava-se nas horas em que estava a sós com Deus e a natureza. Sempre que Lhe era concedido esse privilégio, afastava-Se do cenário de Seus labores e ia para o campo, a meditar nos verdes vales, a entreter comunhão com Deus na encosta da montanha ou entre as árvores da floresta. O alvorecer frequentemente O encontrava em algum lugar retirado, meditando, examinando as Escrituras ou em oração. Dessas horas quietas voltava para casa, a fim de retomar Seus deveres e dar exemplo de paciente labor’ (O Desejado de Todas as Nações, p. 90).”

Jesus tinha outro refúgio, o lar em Betânia. “E, deixando-os, saiu da cidade para Betânia, onde pernoitou.” (Mat. 21:17) ”E, quando entrou em Jerusalém, no templo, tendo observado tudo, como fosse já tarde, saiu para Betânia com os doze.” (Mar. 11:11)

“As pessoas podem ser uma fonte de angústia ou de paz. Jesus achava paz com os amigos que traziam conforto e afeto para Sua vida. Isso Ele encontrava na casa de Lázaro, Marta e Maria. ‘Seu coração estava unido por forte vínculo de afeição à família de Betânia. … Frequentemente, quando cansado, sequioso de companhia humana, alegrava-Se de poder escapar para esse pacífico ambiente de família… Nosso Salvador apreciava um lar tranquilo e ouvintes interessados. Anelava a ternura, a cortesia e o afeto humanos’ (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 524).”

“Como você pode aplicar à sua vida o método de administração do estresse de Jesus? Que conselho você daria a um morador da cidade que precisasse viajar por horas para encontrar a natureza? Ou para alguém que vive em uma família estendida com um grande número de pessoas sob o mesmo teto? A quem você buscaria, entre sua família ou amigos, se estivesse desorientado e sentindo falta de apoio emocional?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – quarta-feira 12 de janeiro de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Terapia de Deus

Lições da Bíblia

Três foram os remédios simples fornecidos a Elias durante esse tempo estressante de sua vida, alimentação, descanso e caminhada. “Deitou-se e dormiu debaixo do zimbro; eis que um anjo o tocou e lhe disse: Levanta-te e come. Olhou ele e viu, junto à cabeceira, um pão cozido sobre pedras em brasa e uma botija de água. Comeu, bebeu e tornou a dormir. Voltou segunda vez o anjo do SENHOR, tocou-o e lhe disse: Levanta-te e come, porque o caminho te será sobremodo longo. Levantou-se, pois, comeu e bebeu; e, com a força daquela comida, caminhou quarenta dias e quarenta noites até Horebe, o monte de Deus. Ali, entrou numa caverna, onde passou a noite; e eis que lhe veio a palavra do SENHOR e lhe disse: Que fazes aqui, Elias?” (1 Reis 19:5-9)

“Dormir. Comer. Dormir novamente. Comer novamente. E então, fazer exercício físico intenso – quarenta dias e quarenta noites; caminhando do Monte Carmelo ao Monte Horebe. O interessante é que sono apropriado, exercício e alimentação saudável são prescritos frequentemente para combater o estresse psicológico.”

“Um tratamento comum para os distúrbios de humor é chamado de programação de atividades. Consiste no desenvolvimento de um calendário rígido que contenha atividades prazerosas e propositais que forcem a pessoa deprimida a se organizar, antecipar e realizar eventos. Esse regime ajuda a pessoa a preencher o tempo de forma positiva e evitar a auto-piedade. Frequentemente, o exercício físico é incluído nas atividades, pois ajuda a produzir endorfinas, substâncias químicas naturais semelhantes à morfina que melhoram o humor e, pelo menos temporariamente, aliviam a depressão.”

“Com a orientação celestial, Elias foi levado a dar os passos que restauraram sua saúde mental. À semelhança de Elias, precisamos estar abertos à liderança divina. Quando se assentou sob o pé de zimbro, Elias orou. Sim, foi o tipo errado de oração (pedir que Deus lhe tirasse a vida), mas, pelo menos, era uma oração, um desejo de que Deus levasse a carga.”

“Com o passar do tempo, Elias venceu seu terrível desânimo, e Deus ainda pôde usá-lo.” “Disse-lhe o SENHOR: Vai, volta ao teu caminho para o deserto de Damasco e, em chegando lá, unge a Hazael rei sobre a Síria. A Jeú, filho de Ninsi, ungirás rei sobre Israel e também Eliseu, filho de Safate, de Abel-Meolá, ungirás profeta em teu lugar.” (1 Reis 19:15-16). “Foram cinqüenta homens dos discípulos dos profetas e pararam a certa distância deles; eles ambos pararam junto ao Jordão. Então, Elias tomou o seu manto, enrolou-o e feriu as águas, as quais se dividiram para os dois lados; e passaram ambos em seco. Havendo eles passado, Elias disse a Eliseu: Pede-me o que queres que eu te faça, antes que seja tomado de ti. Disse Eliseu: Peço-te que me toque por herança porção dobrada do teu espírito. Tornou-lhe Elias: Dura coisa pediste. Todavia, se me vires quando for tomado de ti, assim se te fará; porém, se não me vires, não se fará. Indo eles andando e falando, eis que um carro de fogo, com cavalos de fogo, os separou um do outro; e Elias subiu ao céu num redemoinho.” (2 Reis 2:7-11). “Finalmente, Elias foi levado para o Céu, sem ter que provar a morte. Justo ele que, não muito antes, estava pedindo que Deus lhe tirasse a vida!”

“O que perderemos se só orarmos em ocasiões de desânimo e desespero? Compare com os benefícios de uma vida de constante oração em vez de oração só nas situações de emergência. Como você pode viver em atitude de oração constante?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – terça-feira 11 de janeiro de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Eventos amargos da vida

Lições da Bíblia

“Disse-lhes Elias: Lançai mão dos profetas de Baal, que nem um deles escape. Lançaram mão deles; e Elias os fez descer ao ribeiro de Quisom e ali os matou.” (1 Reis 18:40)

“Quer tenha Elias participado da morte de centenas de pessoas ou não, ele foi claramente responsável pela operação, e essa deve ter sido uma experiência emocionalmente desoladora. Esse ato foi permitido por Deus como a única maneira de erradicar a idolatria, o que incluía o sacrifício de crianças (‘e edificaram os altos de Baal, para queimarem os seus filhos no fogo em holocaustos a Baal, o que nunca lhes ordenei, nem falei, nem me passou pela mente.’ Jr 19:5). No entanto, isso certamente deve ter exercido um impacto emocional sobre o profeta.”

Além do estresse daquela provação com os profetas de Baal, Elias enfrentou a fúria da rainha Jezabel. “Acabe fez saber a Jezabel tudo quanto Elias havia feito e como matara todos os profetas à espada. Então, Jezabel mandou um mensageiro a Elias a dizer-lhe: Façam-me os deuses como lhes aprouver se amanhã a estas horas não fizer eu à tua vida como fizeste a cada um deles.” (1 Reis 19:1-2).

“Desde o início do reinado de Acabe, a rainha má foi inflexível no sentido de que seu marido devia servir a Baal e adorá-lo (1Rs 16:31). Como resultado, todo o Israel caiu nas práticas idólatras. Jezabel teve participação decisiva no estabelecimento da adoração de Astarote, uma das formas mais vis e mais degradantes da idolatria cananita. Agora, com a morte de todos os sacerdotes, Jezabel parecia impaciente e enfurecida.”

Elias reagiu à mensagem vinda de Jezabel, temeu pela sua vida e fugiu. “Temendo, pois, Elias, levantou-se, e, para salvar sua vida, se foi, e chegou a Berseba, que pertence a Judá; e ali deixou o seu moço. Ele mesmo, porém, se foi ao deserto, caminho de um dia, e veio, e se assentou debaixo de um zimbro; e pediu para si a morte e disse: Basta; toma agora, ó SENHOR, a minha alma, pois não sou melhor do que meus pais.” (1 Reis 19:3-4)

“Esse homem de Deus, depois de testemunhar uma série de milagres maravilhosos, como pôde se encontrar em tanto desespero? Como chegou ao ponto de pedir que Deus lhe tirasse a vida? Afinal, pense nos milagres que ele viu e até em que se envolveu!”

“Satanás [tem se] aproveitado da fraqueza da humanidade. E continuará a operar assim. Sempre que uma pessoa se encontra rodeada de nuvens, perplexa pelas circunstâncias ou aflita pela pobreza e a infelicidade, Satanás se acha a postos para tentar e aborrecer. Ataca nossos pontos fracos de caráter. Procura abalar nossa confiança em Deus, que permite existirem tais condições” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 120).

“Com que frequência você tem feito a mesma coisa: esquecer a incrível operação do Senhor por você no passado? Por que é tão importante, especialmente nas ocasiões de desespero e estresse, apegar-se às lembranças de como ­Deus trabalhou em sua vida no passado? Por que nos esquecemos tão facilmente do que o Senhor fez por nós? Como o louvor e a adoração podem ajudar você nesses tempos difíceis?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – segunda-feira 10 de janeiro de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF