A conversão de Paulo

Lições da Bíblia

Vai, porque este é para Mim um instrumento escolhido para levar o Meu nome perante os gentios e reis, bem como perante os filhos de Israel” (At 9:15).

“A conversão de Saulo de Tarso (que se tornou Paulo) foi um dos acontecimentos mais extraordinários da história da igreja apostólica. A importância de Paulo, no entanto, vai muito além de sua própria conversão, pois ele certamente não foi o único inimigo da igreja a se tornar um cristão genuíno. A questão, em vez disso, diz respeito ao que ele acabou fazendo em prol do evangelho. Paulo tinha sido um incorrigível adversário dos cristãos primitivos, e o mal que ele poderia ter feito à igreja recém-formada era enorme. Ele tinha determinação e apoio oficial para destruir a igreja. No entanto, respondeu fielmente ao chamado de Deus na estrada para Damasco e se tornou o maior dos apóstolos. ‘Dentre os perseguidores mais cruéis e implacáveis da igreja de Cristo, surgiu o mais hábil defensor e mais bem-sucedido arauto do evangelho’ (Ellen G. White, Paulo, o Apóstolo da Fé e da Coragem, p. 9).”1

“As ações anteriores de Paulo, ao perseguir a igreja primitiva, sempre lhe trariam um profundo senso de indignidade, embora ele pudesse dizer com um sentimento de gratidão ainda mais profundo que a graça de Deus não lhe havia sido em vão. Com a conversão de Paulo, o cristianismo mudou para sempre.”

No dia 25 de agosto teremos o projeto Quebrando o Silêncio. Aproveite a oportunidade e ajude sua igreja a melhorar a vida da sua comunidade.

Sábado, 28 de julho de 2018. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. O livro de Atos dos Apóstolos. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 493, jul. ago. set. 2018. Adulto, Professor.

Os primeiros líderes da igreja – Estudo adicional

Lições da Bíblia
Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

Estudo adicional

“‘A perseguição que sobreveio à igreja de Jerusalém resultou em grande impulso para a obra do evangelho. O êxito havia acompanhado o ministério da Palavra nesse lugar, e havia o perigo de que os discípulos ali se demorassem por muito tempo, despreocupados em relação à comissão que haviam recebido do Salvador de ir a todo o mundo. Esquecidos de que a força para resistir ao mal é melhor obtida pelo trabalho intenso, começaram a pensar que não havia para eles trabalho tão importante como o de proteger a igreja de Jerusalém dos ataques do inimigo. Em lugar de instruir os novos conversos para levarem o evangelho aos que ainda não o haviam ouvido, estavam em perigo de tomar um caminho que os levaria a se sentirem satisfeitos com o que já tinha sido alcançado. A fim de espalhar Seus representantes por outras partes do mundo, de maneira que pudessem trabalhar por seus semelhantes, Deus permitiu que lhes sobreviesse a perseguição. Expulsos de Jerusalém, os crentes ‘iam por toda parte pregando a Palavra’ (At 8:4; Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p. 105).”1

Perguntas para discussão

“1. Leia atentamente a citação de Ellen G. White acima sobre os perigos que a igreja primitiva enfrentou em relação à satisfação consigo mesma e com o que havia sido realizado por meio dela. Algo que aprendemos com isso é que, contrariamente às noções populares, muitos judeus aceitaram Jesus como o Messias. Ainda mais importante, essa história serve de advertência para o povo de Deus hoje. Como podemos ter certeza de que não estamos concentrados demais em proteger o que já temos, ao contrário de fazer o que realmente deveríamos fazer – alcançar o mundo?”1

“2. Na época dos apóstolos, as relações entre judeus e samaritanos eram marcadas por séculos de violenta hostilidade. Filipe, um judeu helenista, testemunhou de Jesus em Samaria. O que isso nos ensina? Como adventistas do sétimo dia, não estamos imunes aos preconceitos culturais e étnicos. O que a cruz nos ensina sobre o fato de que somos todos iguais diante de Deus? O que a universalidade da morte de Cristo nos ensina sobre o valor infinito de todo ser humano?”1

“3. Como Filipe abordou o etíope (At 8:27-30)? Como podemos estar mais abertos às oportunidades de compartilhar o evangelho com os outros?”1

“4. Os ensinamentos de Atos 6–8 nos ajudam a cumprir a missão de maneira mais eficaz?”1

Sexta-feira, 27 de julho de 2018. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. O livro de Atos dos Apóstolos. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 493, jul. ago. set. 2018. Adulto, Professor.

A propagação do evangelho

Lições da Bíblia

“A vitória sobre Estêvão provocou uma enorme perseguição contra os cristãos em Jerusalém, certamente instigada pelo mesmo grupo de adversários. O líder desse grupo era Saulo, que causou imensos danos à igreja (At 8:3; 26:10). A perseguição, no entanto, resultou em bem.”1

“Espalhados pela Judeia e Samaria, os fiéis saíram pregando o evangelho. A ordem para testemunhar nessas regiões (At 1:8) foi então cumprida.”1

“7. Leia Atos 8:4-25. Quais lições são reveladas nesse relato?”1

Atos (8:4-25 ARA)2: “4 Entrementes, os que foram dispersos iam por toda parte pregando a palavra. 5 Filipe, descendo à cidade de Samaria, anunciava-lhes a Cristo. 6 As multidões atendiam, unânimes, às coisas que Filipe dizia, ouvindo-as e vendo os sinais que ele operava. 7 Pois os espíritos imundos de muitos possessos saíam gritando em alta voz; e muitos paralíticos e coxos foram curados. 8 E houve grande alegria naquela cidade. 9 Ora, havia certo homem, chamado Simão, que ali praticava a mágica, iludindo o povo de Samaria, insinuando ser ele grande vulto; 10 ao qual todos davam ouvidos, do menor ao maior, dizendo: Este homem é o poder de Deus, chamado o Grande Poder. 11 Aderiam a ele porque havia muito os iludira com mágicas. 12 Quando, porém, deram crédito a Filipe, que os evangelizava a respeito do reino de Deus e do nome de Jesus Cristo, iam sendo batizados, assim homens como mulheres. 13 O próprio Simão abraçou a fé; e, tendo sido batizado, acompanhava a Filipe de perto, observando extasiado os sinais e grandes milagres praticados. 14 Ouvindo os apóstolos, que estavam em Jerusalém, que Samaria recebera a palavra de Deus, enviaram-lhe Pedro e João; 15 os quais, descendo para lá, oraram por eles para que recebessem o Espírito Santo; 16 porquanto não havia ainda descido sobre nenhum deles, mas somente haviam sido batizados em o nome do Senhor Jesus. 17 Então, lhes impunham as mãos, e recebiam estes o Espírito Santo. 18 Vendo, porém, Simão que, pelo fato de imporem os apóstolos as mãos, era concedido o Espírito [Santo], ofereceu-lhes dinheiro, 19 propondo: Concedei-me também a mim este poder, para que aquele sobre quem eu impuser as mãos receba o Espírito Santo. 20 Pedro, porém, lhe respondeu: O teu dinheiro seja contigo para perdição, pois julgaste adquirir, por meio dele, o dom de Deus. 21 Não tens parte nem sorte neste ministério, porque o teu coração não é reto diante de Deus. 22 Arrepende-te, pois, da tua maldade e roga ao Senhor; talvez te seja perdoado o intento do coração; 23 pois vejo que estás em fel de amargura e laço de iniquidade. 24 Respondendo, porém, Simão lhes pediu: Rogai vós por mim ao Senhor, para que nada do que dissestes sobrevenha a mim. 25 Eles, porém, havendo testificado e falado a palavra do Senhor, voltaram para Jerusalém e evangelizavam muitas aldeias dos samaritanos.”.

“Os samaritanos eram em parte israelitas, até mesmo do ponto de vista religioso. Eles eram monoteístas que aceitavam os primeiros cinco livros de Moisés (o Pentateuco), praticavam a circuncisão e aguardavam o Messias. Para os judeus, no entanto, a religião samaritana era corrompida, o que significa que os samaritanos não tinham nenhuma participação nas bênçãos da aliança de Israel.”1

“A inesperada conversão de samaritanos surpreendeu a igreja em Jerusalém, de maneira que os apóstolos enviaram Pedro e João para avaliar a situação. O fato de Deus ter retido Seu Espírito até a chegada dos apóstolos (At 8:14-17) tinha provavelmente o objetivo de convencê-los de que os samaritanos deveriam ser plenamente aceitos como membros da comunidade de fé (veja At 11:1-18).”1

“As coisas, no entanto, não pararam por aí. Em Atos 8:26-39, temos a história de Filipe e o etíope, um eunuco que, depois de um estudo bíblico, pediu o batismo. ‘Ambos desceram à água, e Filipe batizou o eunuco’ (At 8:38).”1

“Primeiro os samaritanos e em seguida o etíope – um estrangeiro que viera a Jerusalém para adorar e agora estava a caminho de casa. O evangelho estava atravessando as fronteiras de Israel e chegando ao mundo, conforme predito. Tudo isso, porém, era apenas o começo, visto que esses primeiros cristãos judeus percorreriam o mundo então conhecido e pregariam as boas-novas da morte de Jesus, que pagou a penalidade por seus pecados, oferecendo a todos, em todos os lugares, a esperança de salvação.”1

“Pedro disse a Simão que ele estava ‘cheio de amargura e preso pelo pecado’ (At 8:23, NVI). Qual foi a solução para o problema dele e para quem quer que esteja em situação semelhante?”1

Quinta-feira, 26 de julho de 2018. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. O livro de Atos dos Apóstolos. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 493, jul. ago. set. 2018. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Jesus no tribunal celestial

Lições da Bíblia

“Visto que, por definição, um profeta (em hebraico, nabî) é alguém que fala em nome de Deus, Estêvão se tornou um profeta no momento em que trouxe o rîb do Senhor contra Israel. Seu ministério profético, no entanto, foi bastante curto.”1

“5. Leia Atos 7:55, 56. Qual foi o significado da visão de Estêvão?”1

Atos (7:55, 56 ARA)2: “55 Mas Estêvão, cheio do Espírito Santo, fitou os olhos no céu e viu a glória de Deus e Jesus, que estava à sua direita, 56 e disse: Eis que vejo os céus abertos e o Filho do Homem, em pé à destra de Deus.”.

“‘No momento em que Estêvão chegou a esse ponto de seu discurso, houve um tumulto entre o povo. Quando ele estabeleceu uma conexão entre Cristo e as profecias e falou a respeito do templo, o sacerdote, fingindo-se horrorizado, rasgou as vestes. Para Estêvão, esse ato foi um sinal de que sua voz logo seria silenciada para sempre. Viu a resistência que suas palavras encontraram e compreendeu que estava apresentando seu último testemunho. Embora ainda estivesse no meio de seu sermão, concluiu-o abruptamente’ (Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p. 100).”1

“Enquanto Estêvão estava diante dos líderes judeus executando a ação jurídica do Senhor contra eles, Jesus estava em pé no tribunal celestial, isto é, no santuário celestial, ao lado do Pai – uma indicação de que o juízo na Terra era apenas uma expressão do verdadeiro juízo que ocorreria no Céu. Deus julgaria os falsos mestres e líderes de Israel.”1

“Isso explica por que o chamado ao arrependimento, comum nos discursos anteriores (At 2:38; 3:19; 5:31), não está presente aqui. A teocracia de Israel estava chegando ao fim, o que significa que a salvação não mais seria mediada pela nação judaica, conforme prometido a Abraão (Gn 12:3; 18:18; 22:18), mas por meio dos seguidores de Jesus, judeus e gentios, que deveriam sair de Jerusalém e testemunhar ao mundo (At 1:8).”1

“6. Leia Atos 7:57–8:1, 2. Como Lucas relatou a morte de Estêvão?”1

Atos (7:57–8:1, 2 ARA): “57 Eles, porém, clamando em alta voz, taparam os ouvidos e, unânimes, arremeteram contra ele. 58 E, lançando-o fora da cidade, o apedrejaram. As testemunhas deixaram suas vestes aos pés de um jovem chamado Saulo. 59 E apedrejavam Estêvão, que invocava e dizia: Senhor Jesus, recebe o meu espírito! 60 Então, ajoelhando-se, clamou em alta voz: Senhor, não lhes imputes este pecado! Com estas palavras, adormeceu. 1 E Saulo consentia na sua morte. Naquele dia, levantou-se grande perseguição contra a igreja em Jerusalém; e todos, exceto os apóstolos, foram dispersos pelas regiões da Judéia e Samaria. 2 Alguns homens piedosos sepultaram Estêvão e fizeram grande pranto sobre ele.”.

“O apedrejamento era a pena por blasfêmia (Lv 24:14), embora não esteja claro se Estêvão foi condenado à morte ou simplesmente linchado por fanáticos. Conforme apontam os registros bíblicos, ele foi o primeiro cristão morto por causa de sua fé. O fato de que as testemunhas colocaram as vestes aos pés de Saulo sugere que ele era o líder dos adversários de Estêvão; porém, quando Estêvão orou por seus executores, também o fez por Saulo. Somente alguém com um caráter superior e fé inabalável poderia fazer isso – uma manifestação poderosa de sua fé e da realidade de Cristo em sua vida.”1

Quarta-feira, 25 de julho de 2018. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. O livro de Atos dos Apóstolos. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 493, jul. ago. set. 2018. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Perante o Sinédrio

Lições da Bíblia

“4. Leia Atos 7:1-53. O que Estêvão disse aos seus acusadores? Quais lições podemos aprender com suas palavras?”1

Atos (7:1-53 ARA)2: 1 Então, lhe perguntou o sumo sacerdote: Porventura, é isto assim?Estêvão respondeu: Varões irmãos e pais, ouvi. O Deus da glória apareceu a Abraão, nosso pai, quando estava na Mesopotâmia, antes de habitar em Harã,e lhe disse: Sai da tua terra e da tua parentela e vem para a terra que eu te mostrarei.Então, saiu da terra dos caldeus e foi habitar em Harã. E dali, com a morte de seu pai, Deus o trouxe para esta terra em que vós agora habitais.Nela, não lhe deu herança, nem sequer o espaço de um pé; mas prometeu dar-lhe a posse dela e, depois dele, à sua descendência, não tendo ele filho.E falou Deus que a sua descendência seria peregrina em terra estrangeira, onde seriam escravizados e maltratados por quatrocentos anos;eu, disse Deus, julgarei a nação da qual forem escravos; e, depois disto, sairão daí e me servirão neste lugar.Então, lhe deu a aliança da circuncisão; assim, nasceu Isaque, e Abraão o circuncidou ao oitavo dia; de Isaque procedeu Jacó, e deste, os doze patriarcas.Os patriarcas, invejosos de José, venderam-no para o Egito; mas Deus estava com ele 10 e livrou-o de todas as suas aflições, concedendo-lhe também graça e sabedoria perante Faraó, rei do Egito, que o constituiu governador daquela nação e de toda a casa real. 11 Sobreveio, porém, fome em todo o Egito; e, em Canaã, houve grande tribulação, e nossos pais não achavam mantimentos. 12 Mas, tendo ouvido Jacó que no Egito havia trigo, enviou, pela primeira vez, os nossos pais. 13 Na segunda vez, José se fez reconhecer por seus irmãos, e se tornou conhecida de Faraó a família de José. 14 Então, José mandou chamar a Jacó, seu pai, e toda a sua parentela, isto é, setenta e cinco pessoas. 15 Jacó desceu ao Egito, e ali morreu ele e também nossos pais; 16 e foram transportados para Siquém e postos no sepulcro que Abraão ali comprara a dinheiro aos filhos de Hamor. 17 Como, porém, se aproximasse o tempo da promessa que Deus jurou a Abraão, o povo cresceu e se multiplicou no Egito, 18 até que se levantou ali outro rei, que não conhecia a José. 19 Este outro rei tratou com astúcia a nossa raça e torturou os nossos pais, a ponto de forçá-los a enjeitar seus filhos, para que não sobrevivessem. 20 Por esse tempo, nasceu Moisés, que era formoso aos olhos de Deus. Por três meses, foi ele mantido na casa de seu pai; 21 quando foi exposto, a filha de Faraó o recolheu e criou como seu próprio filho. 22 E Moisés foi educado em toda a ciência dos egípcios e era poderoso em palavras e obras. 23 Quando completou quarenta anos, veio-lhe a ideia de visitar seus irmãos, os filhos de Israel. 24 Vendo um homem tratado injustamente, tomou-lhe a defesa e vingou o oprimido, matando o egípcio. 25 Ora, Moisés cuidava que seus irmãos entenderiam que Deus os queria salvar por intermédio dele; eles, porém, não compreenderam. 26 No dia seguinte, aproximou-se de uns que brigavam e procurou reconduzi-los à paz, dizendo: Homens, vós sois irmãos; por que vos ofendeis uns aos outros? 27 Mas o que agredia o próximo o repeliu, dizendo: Quem te constituiu autoridade e juiz sobre nós? 28 Acaso, queres matar-me, como fizeste ontem ao egípcio? 29 A estas palavras Moisés fugiu e tornou-se peregrino na terra de Midiã, onde lhe nasceram dois filhos. 30 Decorridos quarenta anos, apareceu-lhe, no deserto do monte Sinai, um anjo, por entre as chamas de uma sarça que ardia. 31 Moisés, porém, diante daquela visão, ficou maravilhado e, aproximando-se para observar, ouviu-se a voz do Senhor: 32 Eu sou o Deus dos teus pais, o Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó. Moisés, tremendo de medo, não ousava contemplá-la. 33 Disse-lhe o Senhor: Tira a sandália dos pés, porque o lugar em que estás é terra santa. 34 Vi, com efeito, o sofrimento do meu povo no Egito, ouvi o seu gemido e desci para libertá-lo. Vem agora, e eu te enviarei ao Egito. 35 A este Moisés, a quem negaram reconhecer, dizendo: Quem te constituiu autoridade e juiz? A este enviou Deus como chefe e libertador, com a assistência do anjo que lhe apareceu na sarça. 36 Este os tirou, fazendo prodígios e sinais na terra do Egito, assim como no mar Vermelho e no deserto, durante quarenta anos. 37 Foi Moisés quem disse aos filhos de Israel: Deus vos suscitará dentre vossos irmãos um profeta semelhante a mim. 38 É este Moisés quem esteve na congregação no deserto, com o anjo que lhe falava no monte Sinai e com os nossos pais; o qual recebeu palavras vivas para no-las transmitir. 39 A quem nossos pais não quiseram obedecer; antes, o repeliram e, no seu coração, voltaram para o Egito, 40 dizendo a Arão: Faze-nos deuses que vão adiante de nós; porque, quanto a este Moisés, que nos tirou da terra do Egito, não sabemos o que lhe aconteceu. 41 Naqueles dias, fizeram um bezerro e ofereceram sacrifício ao ídolo, alegrando-se com as obras das suas mãos. 42 Mas Deus se afastou e os entregou ao culto da milícia celestial, como está escrito no Livro dos Profetas: Ó casa de Israel, porventura, me oferecestes vítimas e sacrifícios no deserto, pelo espaço de quarenta anos, 43 e, acaso, não levantastes o tabernáculo de Moloque e a estrela do deus Renfã, figuras que fizestes para as adorar? Por isso, vos desterrarei para além da Babilônia. 44 O tabernáculo do Testemunho estava entre nossos pais no deserto, como determinara aquele que disse a Moisés que o fizesse segundo o modelo que tinha visto. 45 O qual também nossos pais, com Josué, tendo-o recebido, o levaram, quando tomaram posse das nações que Deus expulsou da presença deles, até aos dias de Davi. 46 Este achou graça diante de Deus e lhe suplicou a faculdade de prover morada para o Deus de Jacó. 47 Mas foi Salomão quem lhe edificou a casa. 48 Entretanto, não habita o Altíssimo em casas feitas por mãos humanas; como diz o profeta: 49 O céu é o meu trono, e a terra, o estrado dos meus pés; que casa me edificareis, diz o Senhor, ou qual é o lugar do meu repouso? 50 Não foi, porventura, a minha mão que fez todas estas coisas? 51 Homens de dura cerviz e incircuncisos de coração e de ouvidos, vós sempre resistis ao Espírito Santo; assim como fizeram vossos pais, também vós o fazeis. 52 Qual dos profetas vossos pais não perseguiram? Eles mataram os que anteriormente anunciavam a vinda do Justo, do qual vós agora vos tornastes traidores e assassinos, 53 vós que recebestes a lei por ministério de anjos e não a guardastes.”.

“As acusações levantadas contra Estêvão o levaram à prisão e ao julgamento pelo Sinédrio. De acordo com a tradição judaica, a lei e os serviços do templo representavam dois dos três pilares sobre os quais o mundo estava fundamentado – o último era a prática das ‘boas obras’. A simples insinuação de que as cerimônias mosaicas haviam se tornado obsoletas era verdadeiramente considerada um ataque ao que havia de mais sagrado no judaísmo; daí a acusação de blasfêmia (At 6:11).”1

“A resposta de Estêvão é o discurso mais longo do livro de Atos, o que indica sua importância. Embora, à primeira vista, ele pareça apenas uma exposição tediosa da história de Israel, devemos entender o discurso em conexão com a aliança do Antigo Testamento e a maneira como os profetas usavam a estrutura dessa aliança quando se levantavam como reformadores religiosos para chamar Israel de volta às exigências da aliança. Eles costumavam empregar a palavra hebraica rîb, cuja melhor tradução provavelmente seja ‘processo judicial da aliança’, a fim de expressar a ação legal de Deus contra Seu povo, por causa da incapacidade dele de cumprir a aliança.”1

“Em Miqueias 6:1 e 2, por exemplo, rîb aparece três vezes. Seguindo o padrão da aliança do Sinai (Êx 20–23), Miqueias relembrou o povo dos atos poderosos de Deus em seu favor (Mq 6:3-5), das condições e violações da aliança (Mq 6:6-12) e, finalmente, das maldições que resultavam dessas violações (Mq 6:13-16).”1

“Esse provavelmente seja o pano de fundo do discurso de Estêvão. Quando solicitado a explicar suas ações, ele não fez nenhum esforço para refutar as acusações nem para defender sua fé. Em vez disso, ele ergueu a voz da mesma forma que os profetas antigos fizeram quando trouxeram o rîb de Deus contra Israel. Estêvão tinha o objetivo de ilustrar a ingratidão e a desobediência do povo.”1

“Em Atos 7:51-53, Estêvão já não era mais o réu, mas profeta de Deus, apresentando o ‘processo judicial’ contra os líderes. Se seus antepassados eram culpados de matar os profetas, eles o eram ainda mais. A mudança de ‘nossos pais’ (At 7:11, 19, 38, 44, 45) para ‘vossos pais’ (At 7:51, 52) é significativa: Estêvão pôs fim à sua solidariedade para com seu povo e tomou uma posição definitiva ao lado de Jesus. O custo seria enorme; no entanto, ele não revelou medo nem arrependimento.”1

“Qual foi a última vez que você precisou assumir uma posição firme e decidida a favor de Jesus? Você fez o que devia fazer ou vacilou?”1

Terça-feira, 24 de julho de 2018. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. O livro de Atos dos Apóstolos. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 493, jul. ago. set. 2018. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

O ministério de Estêvão

Lições da Bíblia

“Após a sua nomeação, os sete se dedicaram não apenas ao ministério da igreja, mas também ao testemunho eficaz. O resultado foi que o evangelho continuou a se espalhar, e o número de cristãos continuou aumentando (At 6:7). Esse crescimento trouxe oposição à igreja primitiva. A narrativa de Atos então se concentra em Estêvão, um homem de rara ‘estatura’ espiritual.”1

“3. O que Atos 6:8-15 ensina sobre a fé e o caráter de Estêvão? Além disso, qual foi sua pregação, que tanto enfureceu seus adversários?”1

Atos (6:8-15 ARA)2: “8 Estêvão, cheio de graça e poder, fazia prodígios e grandes sinais entre o povo. 9 Levantaram-se, porém, alguns dos que eram da sinagoga chamada dos Libertos, dos cireneus, dos alexandrinos e dos da Cilícia e Ásia, e discutiam com Estêvão; 10 e não podiam resistir à sabedoria e ao Espírito, pelo qual ele falava. 11 Então, subornaram homens que dissessem: Temos ouvido este homem proferir blasfêmias contra Moisés e contra Deus. 12 Sublevaram o povo, os anciãos e os escribas e, investindo, o arrebataram, levando-o ao Sinédrio. 13 Apresentaram testemunhas falsas, que depuseram: Este homem não cessa de falar contra o lugar santo e contra a lei; 14 porque o temos ouvido dizer que esse Jesus, o Nazareno, destruirá este lugar e mudará os costumes que Moisés nos deu. 15 Todos os que estavam assentados no Sinédrio, fitando os olhos em Estêvão, viram o seu rosto como se fosse rosto de anjo.

“Como judeu helenista, Estêvão compartilhava o evangelho nas sinagogas helenistas de Jerusalém. Havia várias dessas sinagogas na cidade. Atos 6:9 provavelmente se refere a duas delas: uma de imigrantes do sul (judeus de Cirene e Alexandria), e outra de imigrantes do norte (os da Cilícia e da Ásia).”1

“Jesus certamente era o assunto central dos debates, mas as acusações levantadas contra Estêvão indicam, de sua parte, um entendimento a respeito do evangelho e suas implicações que possivelmente ultrapassava o parecer dos cristãos da Judeia. Estêvão foi acusado de blasfemar contra Moisés e contra Deus; isto é, contra a lei e o templo. Mesmo que ele tivesse sido mal interpretado em alguns pontos – ou suas palavras houvessem sido deliberadamente distorcidas – e falsas testemunhas tivessem sido induzidas a falar contra ele, as acusações podem não haver sido totalmente falsas, como no caso do próprio Jesus (Mc 14:58; Jo 2:19). No Sinédrio, ao condenar explicitamente a veneração idólatra do templo (At 7:48), Estêvão revelou entender as implicações mais profundas da morte de Jesus e suas consequências, pelo menos em relação ao templo e seus serviços cerimoniais.”1

“Em outras palavras, embora talvez muitos cristãos judeus de origem hebraica ainda estivessem demasiado apegados ao templo e a outras práticas cerimoniais (At 3:1 [‘Pedro e João subiam ao templo para a oração da hora nona.’]2; 15:1, 5 [‘1 Alguns indivíduos que desceram da Judéia ensinavam aos irmãos: Se não vos circuncidardes segundo o costume de Moisés, não podeis ser salvos. […] 5 Insurgiram-se, entretanto, alguns da seita dos fariseus que haviam crido, dizendo: É necessário circuncidá-los e determinar-lhes que observem a lei de Moisés.’]2; 21:17-24 [17 ‘Tendo nós chegado a Jerusalém, os irmãos nos receberam com alegria. 18 No dia seguinte, Paulo foi conosco encontrar-se com Tiago, e todos os presbíteros se reuniram. 19 E, tendo-os saudado, contou minuciosamente o que Deus fizera entre os gentios por seu ministério. 20 Ouvindo-o, deram eles glória a Deus e lhe disseram: Bem vês, irmão, quantas dezenas de milhares há entre os judeus que creram, e todos são zelosos da lei; 21 e foram informados a teu respeito que ensinas todos os judeus entre os gentios a apostatarem de Moisés, dizendo-lhes que não devem circuncidar os filhos, nem andar segundo os costumes da lei. 22 Que se há de fazer, pois? Certamente saberão da tua chegada. 23 Faze, portanto, o que te vamos dizer: estão entre nós quatro homens que, voluntariamente, aceitaram voto; 24 toma-os, purifica-te com eles e faze a despesa necessária para que raspem a cabeça; e saberão todos que não é verdade o que se diz a teu respeito; e que, pelo contrário, andas também, tu mesmo, guardando a lei.’]2), achando difícil abandoná-las (Gl 5:2-4 [‘2 Eu, Paulo, vos digo que, se vos deixardes circuncidar, Cristo de nada vos aproveitará. 3 De novo, testifico a todo homem que se deixa circuncidar que está obrigado a guardar toda a lei. 4 De Cristo vos desligastes, vós que procurais justificar-vos na lei; da graça decaístes.’]; Hb 5:11-14 [‘11 A esse respeito temos muitas coisas que dizer e difíceis de explicar, porquanto vos tendes tornado tardios em ouvir. 12 Pois, com efeito, quando devíeis ser mestres, atendendo ao tempo decorrido, tendes, novamente, necessidade de alguém que vos ensine, de novo, quais são os princípios elementares dos oráculos de Deus; assim, vos tornastes como necessitados de leite e não de alimento sólido. 13 Ora, todo aquele que se alimenta de leite é inexperiente na palavra da justiça, porque é criança. 14 Mas o alimento sólido é para os adultos, para aqueles que, pela prática, têm as suas faculdades exercitadas para discernir não somente o bem, mas também o mal.’]), Estêvão e talvez os demais judeus helenistas cristãos logo entenderam que a morte de Jesus significava o fim de todo o sistema cerimonial do templo.”1

“Por que devemos ter cuidado para não nos fecharmos tanto em algumas noções acalentadas, de maneira que rejeitemos uma nova luz?”1

Segunda-feira, 23 de julho de 2018. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. O livro de Atos dos Apóstolos. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 493, jul. ago. set. 2018. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

A nomeação dos sete

Lições da Bíblia

“1. Leia Atos 6:1. Qual foi a queixa dos cristãos helenistas? Assinale a alternativa correta:”1

Atos (6:1 ARA)2: “Ora, naqueles dias, multiplicando-se o número dos discípulos, houve murmuração dos helenistas contra os hebreus, porque as viúvas deles estavam sendo esquecidas na distribuição diária.”.

A (  ) Os judeus da Judeia os estavam impedindo de aceitar a Jesus.
B (  ) Suas viúvas estavam sendo esquecidas na distribuição diária de alimentos.

Resposta sugestiva: Alternativa B.

“‘A causa da queixa foi a negligência que se alegava na distribuição diária de auxílio às viúvas gregas. Qualquer desigualdade seria contrária ao espírito do evangelho; contudo, Satanás conseguira despertar a suspeita. Medidas imediatas deveriam ser tomadas para remover todo motivo de descontentamento e evitar que o inimigo triunfasse em seus esforços de disseminar divisão entre os crentes’ (Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p. 88).”1

“A solução proposta pelos apóstolos foi que os helenistas escolhessem sete homens para ‘servir [diakoneo] às mesas’ (At 6:2), enquanto os apóstolos dedicariam seu tempo à oração e ao ‘ministério [diakonia] da palavra’ (At 6:4). Uma vez que diakoneo e diakonia pertencem ao mesmo grupo de palavras, a única diferença real está entre os termos ‘mesas’, em Atos 6:2, e ‘palavra’, em Atos 6:4. Isso, juntamente com o adjetivo ‘diária’ (At 6:1), parece apontar para os dois principais elementos do cotidiano da igreja primitiva: o ensino (‘da palavra’) e a comunhão (‘às mesas’), sendo que esta última consistia na refeição comunitária, na Ceia do Senhor e nas orações (At 2:42, 46; 5:42).”1

“Isto é, como depositários autoritativos dos ensinamentos de Jesus, os apóstolos se ocupariam principalmente do ensino doutrinário e também da oração, enquanto os sete se encarregariam das atividades de comunhão nas diversas igrejas localizadas nas casas. Seus deveres, no entanto, não se limitavam aos dos diáconos, conforme esse termo é entendido hoje. Os sete foram os primeiros líderes congregacionais da igreja.”1

“2. Leia Atos 6:2-6. Como os sete foram escolhidos e comissionados para o serviço?”1

Atos (6:2-6 ARA)2: “2 Então, os doze convocaram a comunidade dos discípulos e disseram: Não é razoável que nós abandonemos a palavra de Deus para servir às mesas. 3 Mas, irmãos, escolhei dentre vós sete homens de boa reputação, cheios do Espírito e de sabedoria, aos quais encarregaremos deste serviço; 4 e, quanto a nós, nos consagraremos à oração e ao ministério da palavra. 5 O parecer agradou a toda a comunidade; e elegeram Estêvão, homem cheio de fé e do Espírito Santo, Filipe, Prócoro, Nicanor, Timão, Pármenas e Nicolau, prosélito de Antioquia. 6 Apresentaram-nos perante os apóstolos, e estes, orando, lhes impuseram as mãos.”.

“Os candidatos deviam ser distinguidos por qualidades morais, espirituais e práticas: deviam ter uma reputação honrosa e ser cheios do Espírito e de sabedoria. Com a aprovação da comunidade, os sete foram selecionados e então comissionados mediante oração e imposição de mãos. O rito parece indicar o reconhecimento público e a concessão de autoridade para que eles trabalhassem junto às várias congregações.”1

“É fácil semear dissensão entre os cristãos. Como podemos manter a paz e nos concentrar na missão?”1

Domingo, 22 de julho de 2018. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. O livro de Atos dos Apóstolos. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 493, jul. ago. set. 2018. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Os primeiros líderes da igreja

Lições da Bíblia

Crescia a palavra de Deus, e, em Jerusalém, se multiplicava o número dos discípulos; também muitíssimos sacerdotes obedeciam à fé” (At 6:7).1

“Muitos conversos no Pentecostes eram judeus helenistas, isto é, judeus do mundo greco-romano que agora viviam em Jerusalém (At 2:5, 9-11). Embora fossem judeus, eles eram, em muitos aspectos, diferentes dos judeus da Judeia – os ‘hebreus’ mencionados em Atos 6:1. A diferença mais visível era que, como regra, eles não conheciam o aramaico, o idioma falado na Judeia naquela época.”1

“Havia também muitas outras diferenças, tanto culturais quanto religiosas. Por terem nascido em terras estrangeiras, eles não tinham raízes nas tradições judaicas dos hebreus, ou pelo menos suas raízes não eram tão profundas quanto às deles. Presumivelmente, não estavam tão ligados às cerimônias do templo e aos aspectos da lei mosaica aplicáveis apenas à terra de Israel.”1

“Além disso, por terem passado a maior parte da vida em um contexto greco-romano e vivido em contato com gentios, eles naturalmente estavam mais dispostos a compreender o caráter inclusivo da fé cristã. Na verdade, Deus usou muitos cristãos helenistas para cumprir a ordem de testemunhar ao mundo inteiro.”1

Sábado, 21 de julho de 2018. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. O livro de Atos dos Apóstolos. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 493, jul. ago. set. 2018. Adulto, Professor.