Palavras de vida

Lições da Bíblia.

“1. Qual é a mensagem essencial de Zacarias 1? Considere especialmente o verso 3. O que o Senhor disse ao povo?” ”No oitavo mês do segundo ano de Dario veio a palavra do Senhor ao profeta Zacarias, filho de Berequias, filho de Ido, dizendo: O Senhor se irou fortemente contra vossos pais. Portanto dize-lhes: Assim diz o Senhor dos exércitos: Tornai-vos para mim, diz o Senhor dos exércitos, e eu me tornarei para vós, diz o Senhor dos exércitos. Não sejais como vossos pais, aos quais clamavam os profetas antigos, dizendo: Assim diz o Senhor dos exércitos: Convertei-vos agora dos vossos maus caminhos e das vossas más obras; mas não ouviram, nem me atenderam, diz o Senhor. Vossos pais, onde estão eles? E os profetas, viverão eles para sempre? Contudo as minhas palavras e os meus estatutos, que eu ordenei pelos profetas, meus servos, acaso não alcançaram a vossos pais? E eles se arrependeram, e disseram: Assim como o Senhor dos exércitos fez tenção de nos tratar, segundo os nossos caminhos, e segundo as nossas obras, assim ele nos tratou. Aos vinte e quatro dias do mês undécimo, que é o mês de sebate, no segundo ano de Dario, veio a palavra do Senhor ao profeta Zacarias, filho de Berequias, filho de Ido, dizendo: Olhei de noite, e vi um homem montado num cavalo vermelho, e ele estava parado entre as murtas que se achavam no vale; e atrás dele estavam cavalos vermelhos, baios e brancos. Então perguntei: Meu Senhor, quem são estes? Respondeu-me o anjo que falava comigo: Eu te mostrarei o que estes são. Respondeu, pois, o homem que estava parado entre as murtas, e disse: Estes são os que o Senhor tem enviado para percorrerem a terra. E eles responderam ao anjo do Senhor, que estava parado entre as murtas, e disseram: Nós temos percorrido a terra, e eis que a terra toda está tranquila e em descanso. Então o anjo do Senhor respondeu, e disse: O Senhor dos exércitos, até quando não terás compaixão de Jerusalém, e das cidades de Judá, contra as quais estiveste indignado estes setenta anos? Respondeu o Senhor ao anjo que falava comigo, com palavras boas, palavras consoladoras. O anjo, pois, que falava comigo, disse-me: Clama, dizendo: Assim diz o Senhor dos exércitos: Com grande zelo estou zelando por Jerusalém e por Sião. E estou grandemente indignado contra as nações em descanso; porque eu estava um pouco indignado, mas eles agravaram o mal. Portanto, o Senhor diz assim: Voltei-me, agora, para Jerusalém com misericórdia; nela será edificada a minha casa, diz o Senhor dos exércitos, e o cordel será estendido sobre Jerusalém. Clama outra vez, dizendo: Assim diz o Senhor dos exércitos: As minhas cidades ainda se transbordarão de bens; e o Senhor ainda consolará a Sião, e ainda escolherá a Jerusalém. Levantei os meus olhos, e olhei, e eis quatro chifres. Eu perguntei ao anjo que falava comigo: Que é isto? Ele me respondeu: Estes são os chifres que dispersaram a Judá, a Israel e a Jerusalém. O Senhor mostrou-me também quatro ferreiros. Então perguntei: Que vêm estes a fazer? Ele respondeu, dizendo: Estes são os chifres que dispersaram Judá, de maneira que ninguém levantou a cabeça; mas estes vieram para os amedrontarem, para derruburem os chifres das nações que levantaram os seus chifres contra a terra de Judá, a fim de a espalharem. (Zacarias 1:1-21 RA) “Deus atua na história de Seu povo; Ele prometeu restaurar Jerusalém e o povo judeu e castigar as nações inimigas; o Senhor pediu que o povo se voltasse para Ele.”

“O retorno do exílio em Babilônia despertou alegria no coração do povo remanescente, mas causou também ansiedade. Será que eles estariam seguros e livres de perigo na sua terra, ou os inimigos viriam novamente para atormentá-los? Deus tinha perdoado sua infidelidade passada, ou continuaria a puni-los? O que o futuro reservava para o povo escolhido de Deus e para as nações? Em sua visão, Zacarias viu o anjo do Senhor se movendo para interceder por Judá. Ele começou com a pergunta: ‘Até quando […]?’ Na Bíblia, essa pergunta é muitas vezes usada como expressão de sofrimento das pessoas e pedido de ajuda do Senhor (‘Até quando, ó Deus, o adversário afrontará? O inimigo ultrajará o teu nome para sempre?’ Sl 74:10; ‘Então disse eu: Até quando, Senhor? E respondeu: Até que sejam assoladas as cidades, e fiquem sem habitantes, e as casas sem moradores, e a terra seja de todo assolada,’ Is 6:11; ‘Depois ouvi um santo que falava; e disse outro santo àquele que falava: Até quando durará a visão relativamente ao holocausto contínuo e à transgressão assoladora, e à entrega do santuário e do exército, para serem pisados?’ Dn 8:13). A resposta a essa pergunta veio diretamente por intermédio do anjo intérprete, que depois a transmitiu ao profeta. Ela continha palavras que prometiam a bondade e o conforto de Deus.”

“Zacarias foi instruído a proclamar que o Senhor era muito zeloso por Jerusalém (Zc 1:14). Zelo [ou ciúme] pode ter conotações negativas, mas na Bíblia essa palavra também pode ser uma expressão do amor de Deus. O Senhor amava Seu povo e esperava que ele fosse fiel. Em contraste com Seu amor por Jerusalém, o anjo disse que o Senhor estava irado com as nações que haviam tratado Seu povo de modo tão violento. A acusação contra as nações foi de que elas aplicaram ao povo de Deus um castigo maior do que o Senhor havia planejado, indo longe demais em seu tratamento cruel aos cativos.”

“Em Zacarias 1:14-16, Deus reconheceu que ficou irado com Seu povo, mas prometeu confortá-lo. Seu propósito, que o profeta foi encarregado de proclamar, era de Se voltar para Jerusalém com misericórdia. O Senhor confortaria Sião (‘Consolai, consolai o meu povo, diz o vosso Deus.’ Is 40:1), enquanto Sua ira seria direcionada aos inimigos. Jerusalém seria restaurada e voltaria a ser o lugar da habitação do Senhor.”

“Considere novamente Zacarias 1:3. Como podemos voltar para o Senhor e aceitar o convite para um relacionamento pessoal restaurado com Deus? Estamos voltando para Ele a cada dia?”

Domingo, 08 de junho de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Visões de esperança (Zacarias)

Lições da Bíblia.

“Naquele dia, diz o Senhor dos Exércitos, cada um de vós convidará ao seu próximo para debaixo da vide e para debaixo da figueira” (Zc 3:10).

“Pensamento-chave: Embora Israel tivesse sido punido por seus pecados, havia chegado o tempo de voltar ao relacionamento com Deus de acordo com Suas promessas.”

“Na parede de um antigo castelo na Europa central uma curta inscrição latina diz: ‘Dum spiro, spero’. Seu significado é: ‘Enquanto eu respiro, tenho esperança!’ Esse ditado pode resumir a mensagem de Zacarias ao povo de Deus. Quase vinte anos depois de seu retorno do cativeiro babilônico, o desânimo substituiu o entusiasmo inicial entre os que começaram a se perguntar se Deus ainda estava presente entre Seu povo.”

“Zacarias, cujo nome significa ‘o Senhor lembra’, começou seu ministério profético poucos meses depois de Ageu ter iniciado o dele (Ag 1:1; Zc 1:1). Por meio de uma série de visões proféticas, Zacarias conheceu os planos de Deus para seus dias e para o futuro. O reino eterno de Deus estava próximo, mas o profeta chamou os que viviam no seu tempo a servir ao Senhor naquele momento. Boa parte do livro focalizou a maneira pela qual eles deveriam fazer exatamente isso. Nesta semana e na próxima, estudaremos o que o Senhor nos revelou por meio dele.”

Sábado, 07 de junho de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

As primeiras coisas primeiro! (Ageu) – Estudo adicional

Lições da Bíblia.

Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

“Mas nem mesmo aquela hora escura foi sem esperança para aqueles cuja confiança estava em Deus. Os profetas Ageu e Zacarias foram despertados para enfrentar a crise. Com encorajadores testemunhos, esses mensageiros escolhidos revelaram ao povo a causa de suas dificuldades. A falta de prosperidade temporal era o resultado da negligência em dar prioridade aos interesses de Deus, os profetas afirmaram” (Ellen G. White, Profetas e Reis, p. 573, 574).

“O segundo templo não foi honrado com a nuvem de glória de Jeová, mas com a presença viva dAquele em quem habita corporalmente a plenitude da Divindade – que era o próprio Deus manifestado em carne. ‘O Desejado de todas as nações’ havia, em verdade, chegado ao Seu templo quando o Homem de Nazaré ensinava e curava nos pátios sagrados. Com a presença de Cristo, e com ela somente, o segundo templo excedeu o primeiro em glória” (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 24).

Perguntas para reflexão

“1. O que a presença de Jesus na nossa vida e o Seu sacrifício pelos pecados do mundo nos dizem sobre nosso valor? Qual é a diferença entre essa visão da humanidade e o ponto de vista ateísta e evolucionista, tão comuns no mundo?”

“2. Isaías falou sobre o orgulhoso rei de Babilônia que, no auge de seu poder, ‘fazia estremecer a Terra e tremer os reinos’ (Is 14:16, 17). Qual é a diferença entre esse tremor e o abalo provocado pela intervenção do Senhor, descrito por Ageu no capítulo 2 de seu livro?”

“3. Os antigos israelitas muitas vezes foram desobedientes às mensagens proclamadas pelos profetas de Deus. De que maneira o povo de Deus hoje está resistindo às mensagens que o Senhor lhe está enviando?”

“4. O antigo templo e seu sistema sacrifical perderam todo o valor, de uma vez por todas, depois da morte de Jesus. O que os capítulos 8 e 9 de Hebreus falam sobre o que Cristo fez e faz por nós, que o santuário terrestre não poderia fazer?”

Sexta-feira, 06 de junho de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Anel de selar

Lições da Bíblia.

“Naquele dia, diz o Senhor dos Exércitos, tomar-te-ei, ó Zorobabel, filho de Salatiel, servo Meu, diz o Senhor, e te farei como um anel de selar, porque te escolhi, diz o Senhor dos Exércitos” (Ag 2:23).

“A mensagem final do Senhor a Ageu foi dada no mesmo dia da mensagem anterior, a fim de complementá-la (Ag 2:22, 23). O Senhor advertiu a respeito de uma iminente destruição de reinos e nações durante o dia do juízo de Deus. Mas nesse mesmo dia, disse o profeta, o servo do Senhor concluirá a designada tarefa divina de salvação. Em última análise, isso se cumprirá somente na segunda vinda de Jesus e durante os eventos posteriores a esse acontecimento.”

“O líder político da nação está associado nesse caso com o glorioso reinado do rei Davi de Israel, de quem ele era descendente. Zorobabel era neto do rei Joaquim e herdeiro legítimo do trono de Davi depois do exílio babilônico. Ele serviu como governador de Judá sob o rei persa Dario, o Grande, e foi a principal força por trás da reconstrução do templo em Jerusalém. Josué foi o sumo sacerdote que também ajudou a reconstruir o templo.”

“O profeta disse que Zorobabel seria anel de selar do Senhor, um objeto que provê evidência de autoridade real e propriedade. Como um rei selando documentos legais com um anel, o Senhor iria impressionar o mundo inteiro pelo trabalho de Seu servo. Embora o papel fundamental de Zorobabel na reconstrução do templo não deva ser subestimado, ele não realizou tudo que Deus lhe havia prometido por meio de Ageu. Os inspirados escritores dos evangelhos apontam para a pessoa e ministério de Jesus Cristo, descendente de Davi e de Zorobabel, como cumprimento final de todas as promessas messiânicas encontradas na Bíblia.”

“5. Leia Lucas 24:13-27, com especial destaque para as palavras de Cristo aos dois discípulos. Que mensagem importante Ele estava dando a eles, e como Suas palavras mostram a importância de compreender as profecias do Antigo Testamento? Essas profecias ainda são relevantes para os cristãos hoje?” “Naquele mesmo dia, dois deles estavam de caminho para uma aldeia chamada Emaús, distante de Jerusalém sessenta estádios. E iam conversando a respeito de todas as coisas sucedidas. Aconteceu que, enquanto conversavam e discutiam, o próprio Jesus se aproximou e ia com eles. Os seus olhos, porém, estavam como que impedidos de o reconhecer. Então, lhes perguntou Jesus: Que é isso que vos preocupa e de que ides tratando à medida que caminhais? E eles pararam entristecidos. Um, porém, chamado Cleopas, respondeu, dizendo: És o único, porventura, que, tendo estado em Jerusalém, ignoras as ocorrências destes últimos dias? Ele lhes perguntou: Quais? E explicaram: O que aconteceu a Jesus, o Nazareno, que era varão profeta, poderoso em obras e palavras, diante de Deus e de todo o povo, e como os principais sacerdotes e as nossas autoridades o entregaram para ser condenado à morte e o crucificaram. Ora, nós esperávamos que fosse ele quem havia de redimir a Israel; mas, depois de tudo isto, é já este o terceiro dia desde que tais coisas sucederam. É verdade também que algumas mulheres, das que conosco estavam, nos surpreenderam, tendo ido de madrugada ao túmulo; e, não achando o corpo de Jesus, voltaram dizendo terem tido uma visão de anjos, os quais afirmam que ele vive. De fato, alguns dos nossos foram ao sepulcro e verificaram a exatidão do que disseram as mulheres; mas não o viram. Então, lhes disse Jesus: Ó néscios e tardos de coração para crer tudo o que os profetas disseram! Porventura, não convinha que o Cristo padecesse e entrasse na sua glória? E, começando por Moisés, discorrendo por todos os Profetas, expunha-lhes o que a seu respeito constava em todas as Escrituras.” (Lucas 24:13-27 RA). “Disse que precisavam acreditar nos escritos de Moisés, dos profetas e em todo o Antigo Testamento, porque esses escritos confirmavam que Ele era o Messias verdadeiro, que devia sofrer e depois entrar em Sua glória. Essas profecias ainda são relevantes, porque destacam o Cristo que veio e que voltará para salvar Seu povo.”

Quinta-feira, 06 de junho de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

O Desejado de todas as nações

Lições da Bíblia.

“4. Leia Ageu 2:6-9. Qual é a promessa desses versos, e como devemos entender seu cumprimento?” “Pois assim diz o SENHOR dos Exércitos: Ainda uma vez, dentro em pouco, farei abalar o céu, a terra, o mar e a terra seca; farei abalar todas as nações, e as coisas preciosas de todas as nações virão, e encherei de glória esta casa, diz o SENHOR dos Exércitos. Minha é a prata, meu é o ouro, diz o SENHOR dos Exércitos. A glória desta última casa será maior do que a da primeira, diz o SENHOR dos Exércitos; e, neste lugar, darei a paz, diz o SENHOR dos Exércitos.” (Ageu 2:6-9 RA). “A glória do segundo templo seria maior que a do primeiro, porque o Desejado de todas as nações entraria nele; essa promessa começou a se cumprir quando Deus abençoou a reconstrução do segundo templo e culminou com a presença de Jesus (O Desejado de todas as nações) no templo de Jerusalém.”

“Por intermédio de Ageu, Deus anunciou um grande abalo das nações no Dia do Senhor, quando o templo se enchesse da presença divina. O profeta chamou seus contemporâneos a olhar além das adversidades e pobreza daqueles dias, para a futura glória do reino de Deus, simbolizada pelo templo.”

“A principal razão para o esplendor incorporado ao templo de Jerusalém era torná-lo digno da presença de Deus. No entanto, de acordo com esse texto, o Senhor estava disposto a habitar na casa menos gloriosa e, posteriormente, trazer esplendor a ela. As pessoas não precisavam se preocupar excessivamente com a forma de financiar a reconstrução do templo. Todos os tesouros pertencem ao Deus que havia prometido morar nele. O próprio Senhor era o provedor do esplendor do templo.”

“Enquanto o povo procurava fazer sua parte, buscando uma renovação da graça de Deus no coração e na vida, mensagem após mensagem era dada a eles por intermédio de Ageu e Zacarias, com a certeza de que sua fé seria ricamente recompensada, e que não falharia a Palavra de Deus com respeito à futura glória do templo cujas paredes eles estavam reparando. Nesse mesmo edifício apareceria, na plenitude do tempo, o Desejado de todas as nações como o Mestre e Salvador da humanidade” (Ellen G. White, Profetas e Reis, p. 577).

“Deus prometeu que o esplendor do segundo templo seria maior do que a glória do antigo. Seria um tipo diferente de glória porque esse templo seria honrado pela presença física de Jesus. De fato, a presença de Cristo fez com que a glória do novo templo fosse maior do que a do templo de Salomão.”

“Leia Hebreus 8:1-5. [‘A coisa mais importante de tudo o que estamos dizendo tem a ver com o sacerdote que nós temos: ele é o Grande Sacerdote que está sentado no céu, do lado direito do trono de Deus, o Todo-Poderoso. Ele faz o seu serviço no Lugar Santíssimo, na verdadeira Tenda, que foi armada pelo Senhor e não por seres humanos. Todo Grande Sacerdote é escolhido para apresentar a Deus as ofertas e os sacrifícios de animais, e por isso é necessário que o nosso Grande Sacerdote tenha também alguma coisa para oferecer. Se ele estivesse na terra, não seria sacerdote, pois existem sacerdotes que apresentam as ofertas de acordo com a Lei de Moisés. O trabalho que esses sacerdotes fazem é, de fato, somente uma cópia e uma sombra do que está no céu. Foi isso que aconteceu quando Deus falou com Moisés. Quando Moisés estava para construir a Tenda, Deus disse: ‘Tenha cuidado para fazer tudo de acordo com o modelo que eu lhe mostrei no monte.’] Não importa qual tenha sido a glória do templo terreno, nunca devemos nos esquecer de que ele foi apenas uma sombra, um símbolo do plano da salvação. O que significa o fato de que, agora, Jesus está ministrando em nosso favor no ‘verdadeiro tabernáculo’, feito por Deus, não pelo homem? Como podemos aprender a avaliar melhor a importância da mensagem do santuário no plano da salvação?”

Quarta-feira, 05 de junho de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Não tema!

Lições da Bíblia.

“Ageu 2:1-5 apresenta um momento interessante no grande reavivamento que estava ocorrendo entre o povo de Deus. Cerca de um mês após o começo da edificação do templo, Deus enviou uma palavra de incentivo por meio de Ageu para o remanescente que havia decidido, mesmo sem recursos suficientes, reconstruir a casa de Deus conforme a orientação dos profetas. Ageu perguntou aos anciãos como o estado do templo se comparava à sua aparência antes do exílio. O aspecto do templo reconstruído não correspondia à glória anterior. As pessoas podem ter ficado desencorajadas porque não tinham condição de reproduzir o esplendor do templo de Salomão, que havia existido no mesmo lugar.”

“3. O que Deus mandou dizer ao povo e aos líderes de Sua obra?” “Ora, pois, sê forte, Zorobabel, diz o SENHOR, e sê forte, Josué, filho de Jozadaque, o sumo sacerdote, e tu, todo o povo da terra, sê forte, diz o SENHOR, e trabalhai, porque eu sou convosco, diz o SENHOR dos Exércitos; segundo a palavra da aliança que fiz convosco, quando saístes do Egito, o meu Espírito habita no meio de vós; não temais.” (Ageu 2:4-5 RA). “Sejam fortes; trabalhem, porque Eu estou com vocês e Meu Espírito está entre vocês.”

“O profeta encorajou o povo a continuar trabalhando porque o Espírito de Deus estava com eles. Ele pediu que todos os membros da comunidade remanescente fossem fortes e trabalhassem arduamente por causa da presença do Deus Todo­poderoso em seu meio. As palavras de Ageu aos líderes foram: ‘Sê forte’, ‘Não temais’. Elas soam como as palavras do Senhor a Josué após a morte de Moisés (Js 1:5-9). Quanto menores e mais fracos fossem os recursos de Israel, maior seria sua necessidade de fé em Deus. O profeta declarou que, no fim, o Senhor tornaria a glória do último templo maior do que sua glória anterior. Isso se tornou realidade, no entanto, somente porque Alguém maior do que o templo havia chegado (‘Eu afirmo a vocês que o que está aqui é mais importante do que o Templo.’ Mt 12:6).”

“A presença do Espírito Santo confirmou a continuidade do reino de Deus em Israel. O Espírito de Deus, que tinha guiado Moisés e os anciãos, e que enviara profetas com mensagens inspiradas, estava no meio do remanescente. A resposta piedosa dos líderes e do povo testemunhou acerca da reforma espiritual que havia ocorrido. O Espírito Santo estava presente ao renová-los e aproximá-los de seu Deus. A presença do Espírito de Deus garantiu também a plenitude das bênçãos. O profeta encorajou os membros da comunidade a trabalhar para que as promessas divinas se cumprissem.”

“Ageu ministrou a Palavra de Deus às pessoas que conheciam as dificuldades da vida e a decepção da esperança não realizada. Ele atraiu a atenção delas para Deus, que é fiel e que esperava que os cidadãos da nova comunidade fossem responsáveis para com Seu reino, perseverando em fazer o bem e, assim, encontrando verdadeiro significado e propósito em sua vida.”

“Um homem que havia desistido de crer em Deus, deixou uma nota de suicídio de 1.900 páginas. A certa altura, ele escreveu: ‘Todas as palavras, pensamentos e emoções se voltam para um problema central: A vida não tem sentido.’”

“Como nossa crença em Deus e nossa vontade de obedecer a Ele dão sentido à vida?”

Terça-feira, 04 de junho de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

A grande promessa de Deus

Lições da Bíblia.

“2. Leia Ageu 1:12-14. Observe o senso de unidade de propósito nesses versos. Por que isso era tão importante para que o povo obedecesse ao chamado de Deus?” “Então, Zorobabel, filho de Salatiel, e Josué, filho de Jozadaque, o sumo sacerdote, e todo o resto do povo atenderam à voz do SENHOR, seu Deus, e às palavras do profeta Ageu, as quais o SENHOR, seu Deus, o tinha mandado dizer; e o povo temeu diante do SENHOR. Então, Ageu, o enviado do SENHOR, falou ao povo, segundo a mensagem do SENHOR, dizendo: Eu sou convosco, diz o SENHOR. O SENHOR despertou o espírito de Zorobabel, filho de Salatiel, governador de Judá, e o espírito de Josué, filho de Jozadaque, o sumo sacerdote, e o espírito do resto de todo o povo; eles vieram e se puseram ao trabalho na Casa do SENHOR dos Exércitos, seu Deus,” (Ageu 1:12-14 RA). “Profeta, líderes e povo trabalharam unidos no mesmo propósito, em favor da obra do Senhor. A unidade era importante para fortalecer a coragem do povo e demonstrar que Deus estava à frente da obra, animando o coração de todos.”

“Dessa vez, a mensagem foi obedecida imediatamente pelos líderes e pelo povo remanescente. Eles se prepararam, coletaram materiais e retomaram o trabalho no templo três semanas depois. Uma semana depois eles ergueram um altar e restabeleceram a adoração sacrifical (Ed 3:1-6). Em menos de cinco anos, o templo foi concluído.”

“Embora o reino de Deus não possa ser identificado com um edifício material, o livro de Ageu é um lembrete de que Deus às vezes usa coisas materiais, como edifícios, para fins espirituais.”

“Se o cumprimento imediato da mensagem profética é considerado a medida do sucesso de um profeta, Ageu se destaca como um dos profetas mais bem-sucedidos. Sua pregação moveu as pessoas à ação. No mesmo mês, a obra no templo foi retomada com os profetas assegurando ao povo que o Senhor os ajudaria.”

“Ageu 1:12-14 relata a resposta dos líderes e do povo à mensagem de Ageu. Todos obedeceram ao Senhor porque reconheceram que o profeta havia sido enviado por Deus. O povo ‘temeu diante do Senhor’ (v. 12) e mostrou isso ao adorá-Lo e Lhe dar a devida atenção. Ageu então poderia dar uma nova palavra do Senhor: ‘Eu Sou convosco’ (v. 13). Assim que as pessoas decidiram obedecer ao Senhor, as mensagens de reprovação foram substituídas por palavras de encorajamento. A certeza da presença de Deus lhes deu a promessa de todas as outras bênçãos. A declaração ‘Eu Sou convosco’ relembra as promessas da aliança que Deus fez durante o tempo dos patriarcas e Moisés (‘Por enquanto fique morando neste lugar, e eu estarei com você e o abençoarei. Darei aos seus descendentes todas estas terras e assim cumprirei o juramento que fiz a Abraão, o seu pai.’ Gn 26:3; ‘Deus respondeu: – Eu estarei com você. Quando você tirar do Egito o meu povo, vocês vão me adorar neste monte, e isso será uma prova de que eu o enviei.’ Êx 3:12; ‘Porém não sejam rebeldes contra o SENHOR e não tenham medo do povo daquela terra. Nós os venceremos com facilidade. O SENHOR está com a gente e derrotou os deuses que os protegiam. Portanto, não tenham medo.’ Nm 14:9).”

A maior manifestação de Deus ‘conosco’ é Jesus (‘Pois o Senhor mesmo lhes dará um sinal: a jovem que está grávida dará à luz um filho e porá nele o nome de Emanuel.’ Is 7:14; ‘A virgem ficará grávida e terá um filho que receberá o nome de Emanuel.’ (Emanuel quer dizer ‘Deus está conosco’). […] e ensinando-os a obedecer a tudo o que tenho ordenado a vocês. E lembrem disto: eu estou com vocês todos os dias, até o fim dos tempos.’ Mt 1:23; 28:20). Pense na ideia de que Jesus, o Criador e Mantenedor do Universo, viveu entre nós. O que isso nos diz sobre nossa importância, em um Universo tão grande que facilmente podemos ser levados a nos considerar insignificantes?

Segunda-feira, 03 de junho de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Plantando muito, colhendo pouco

Lições da Bíblia.

“1. Leia Ageu 1:1-11. O que estava acontecendo ali? Por que estava ocorrendo? Pode acontecer o mesmo conosco?” “No segundo ano do rei Dario, no sexto mês, no primeiro dia do mês, veio a palavra do SENHOR, por intermédio do profeta Ageu, a Zorobabel, filho de Salatiel, governador de Judá, e a Josué, filho de Jozadaque, o sumo sacerdote, dizendo: Assim fala o SENHOR dos Exércitos: Este povo diz: Não veio ainda o tempo, o tempo em que a Casa do SENHOR deve ser edificada. Veio, pois, a palavra do SENHOR, por intermédio do profeta Ageu, dizendo: Acaso, é tempo de habitardes vós em casas apaineladas, enquanto esta casa permanece em ruínas? Ora, pois, assim diz o SENHOR dos Exércitos: Considerai o vosso passado. Tendes semeado muito e recolhido pouco; comeis, mas não chega para fartar-vos; bebeis, mas não dá para saciar-vos; vestis-vos, mas ninguém se aquece; e o que recebe salário, recebe-o para pô-lo num saquitel furado. Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Considerai o vosso passado. Subi ao monte, trazei madeira e edificai a casa; dela me agradarei e serei glorificado, diz o SENHOR. Esperastes o muito, e eis que veio a ser pouco, e esse pouco, quando o trouxestes para casa, eu com um assopro o dissipei. Por quê? —diz o SENHOR dos Exércitos; por causa da minha casa, que permanece em ruínas, ao passo que cada um de vós corre por causa de sua própria casa. Por isso, os céus sobre vós retêm o seu orvalho, e a terra, os seus frutos. Fiz vir a seca sobre a terra e sobre os montes; sobre o cereal, sobre o vinho, sobre o azeite e sobre o que a terra produz, como também sobre os homens, sobre os animais e sobre todo trabalho das mãos.” (Ageu 1:1-11 RA). “A nação judaica estava enfrentando uma séria crise econômica, provocada por uma maldição divina, devido à negligência em relação à reconstrução do templo. Podemos deixar de alcançar o máximo do nosso potencial quando não consagramos toda a nossa vida ao Senhor.”

“Por mais de um ano o templo foi negligenciado, e quase abandonado. O povo habitava em seus lares, e tudo fazia para alcançar prosperidade temporal, mas sua situação era deplorável. Por mais que trabalhassem não prosperavam. Os próprios elementos da natureza pareciam conspirar contra eles. Visto que haviam permitido que o templo continuasse em ruínas, o Senhor enviou sobre seus recursos uma ruinosa estiagem. Deus lhes havia concedido os frutos do campo, dos pomares, o cereal, o vinho e o óleo, como sinal do Seu favor, mas como haviam usado essas generosas dádivas de modo tão egoísta, as bênçãos foram retiradas” (Ellen G. White, Profetas e Reis, p. 573).

“Ageu confrontou o povo com sua condição. Inutilidade do trabalho era uma das maldições que resultaram da transgressão da aliança divina (Lv 26:16, 20 ‘então eu os castigarei. Mandarei desastres, e doenças, e febres que abalam a saúde e enfraquecem o corpo. Não adiantará nada semear os campos, pois os inimigos é que comerão as colheitas.’; ‘Não adiantará nada vocês trabalharem e se cansarem; os campos não produzirão colheitas, e as árvores não darão frutas.’). Até que as pessoas voltassem sua atenção para essa prioridade, não haveria prosperidade para elas.”

“Ageu tinha grande zelo pelo templo do Senhor e quis que o povo completasse sua reconstrução imediatamente. Seu desejo era contrário à complacência dos que não se importavam com o templo tanto quanto se preocupavam com seu próprio conforto. Enquanto a grande preocupação de Ageu era com o templo, as pessoas estavam mais interessadas em suas próprias casas.”

“O Senhor usou Ageu para mover o coração das pessoas na direção das preocupações de Deus. Ele não poderia ser honrado corretamente enquanto Sua casa estivesse em ruínas. O templo em Jerusalém simbolizava a presença divina em meio à humanidade caída. Era um lembrete visível ao mundo inteiro de que o soberano Senhor é o Deus dos céus e da Terra. Como os filhos de Israel poderiam testemunhar do Deus verdadeiro enquanto o próprio símbolo desse Deus e de todo o plano da salvação estava em ruínas (‘Jesus respondeu: – Derrubem este Templo, e eu o construirei de novo em três dias!’ Jo 2:19; ‘e disseram: – Este homem afirmou: ‘Eu posso destruir o Templo de Deus e construí-lo de novo em três dias.’ Mt 26:61)? Em muitos aspectos, a atitude deles para com o templo revelou um problema espiritual mais profundo: a perda do senso da sua missão divina como povo remanescente de Deus.”

“Que advertência a mensagem de Ageu traz para nossa vida?”

Domingo, 02 de junho de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF