O Rei da paz

Lições da Bíblia.

“Alegre-se muito, povo de Sião! Moradores de Jerusalém, cantem de alegria, pois o seu rei está chegando. Ele vem triunfante e vitorioso; mas é humilde, e está montado num jumento, num jumentinho, filho de jumenta.” (Zacarias 9:9 NTLH)

“2. Como o Novo Testamento a profecia de Zacarias 9:9 a Jesus?” “E as multidões, tanto as que o precediam como as que o seguiam, clamavam: Hosana ao Filho de Davi! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas maiores alturas!” (Mateus 21:9 RA); “Tanto os que iam adiante dele como os que vinham depois clamavam: Hosana! Bendito o que vem em nome do Senhor! Bendito o reino que vem, o reino de Davi, nosso pai! Hosana, nas maiores alturas!” (Marcos 11:9-10 RA); “dizendo: Bendito é o Rei que vem em nome do Senhor! Paz no céu e glória nas maiores alturas!” (Lucas 19:38 RA); “tomou ramos de palmeiras e saiu ao seu encontro, clamando: Hosana! Bendito o que vem em nome do Senhor e que é Rei de Israel! E Jesus, tendo conseguido um jumentinho, montou-o, segundo está escrito: Não temas, filha de Sião, eis que o teu Rei aí vem, montado em um filho de jumenta.” (João 12:13-15 RA). “Os evangelhos confirmaram que Ele cumpriu a profecia de Zacarias, porque entrou em Jerusalém como Rei e Salvador, descendente de Davi, sentando em um jumentinho.”

“A entrada triunfal de Jesus foi a ocasião em que o futuro Rei entrou em Jerusalém montado em um jumento. Na Bíblia, regozijar-se e aclamar com júbilo são ações especialmente associadas à celebração de Deus como Rei (Sl 47; 96; 98). Esse amável governante trará justiça, salvação e paz duradoura e Seu domínio se estenderá até os confins da Terra.”

“Quando Jesus entrou em Jerusalém de modo triunfal, montado em um jumento, apenas alguns dias antes de Sua morte, muitas pessoas aclamaram Sua chegada. Alguns se alegraram, na esperança de que Cristo derrotasse o poder de Roma e estabelecesse o reino de Deus em Jerusalém. Mas, em vez de aceitar ser rei de Israel, Jesus morreu na cruz e depois ressuscitou. Não há dúvida de que Ele decepcionou muitos de Seus seguidores, aqueles que procuravam um líder militar. Mal sabiam eles, porém, que o que eles queriam não era nada em comparação com o que eles alcançariam por meio da morte de Jesus.”

“Cristo estava seguindo o costume judaico nas entradas reais. O animal que montava era o mesmo cavalgado pelos reis de Israel e a profecia havia predito que assim viria o Messias a Seu reino. Logo que Ele Se sentou no jumentinho, um grande grito de triunfo ressoou nos ares. A multidão O aclamou como Messias, seu Rei. Jesus aceitou então a homenagem que nunca antes havia permitido e os discípulos consideraram isso uma prova de que suas alegres esperanças se realizariam, e eles O veriam estabelecido no trono. O povo ficou convencido de que a hora de sua emancipação se aproximava” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 570).

“Muito tem sido escrito acerca do grande entusiasmo da multidão em relação a Jesus quando tudo estava bem. No entanto, quando as coisas não iam bem, muitos daquela mesma multidão se afastaram dEle (e alguns ficaram abertamente contra Ele). O que podemos aprender com esse incidente sobre o perigo das falsas expectativas? Por exemplo, você reivindica uma promessa de cura, ou de vitória sobre o pecado, e as coisas não acontecem como você espera. Como podemos desenvolver uma fé inabalável, mesmo quando as coisas não saem de acordo com nossas esperanças, planos e orações?”

Segunda-feira, 17 de junho de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

“O manto de um judeu”

Lições da Bíblia.

“A partir do capítulo 8, o livro de Zacarias dá uma guinada radical. Uma série de mensagens enviadas pelo Senhor anunciam o futuro do mundo e o papel do povo de Deus nesse contexto. Algumas das passagens desses capítulos são difíceis de entender, mas o futuro final é claramente definido.”

“1. Que princípios apresentados em Zacarias 8 são relevantes para nós hoje e para o chamado que recebemos de Deus?” “Veio a mim a palavra do SENHOR dos Exércitos, dizendo: Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Tenho grandes zelos de Sião e com grande indignação tenho zelos dela. Assim diz o SENHOR: Voltarei para Sião e habitarei no meio de Jerusalém; Jerusalém chamar-se-á a cidade fiel, e o monte do SENHOR dos Exércitos, monte santo. Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Ainda nas praças de Jerusalém sentar-se-ão velhos e velhas, levando cada um na mão o seu arrimo, por causa da sua muita idade. As praças da cidade se encherão de meninos e meninas, que nelas brincarão. Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Se isto for maravilhoso aos olhos do restante deste povo naqueles dias, será também maravilhoso aos meus olhos? —diz o SENHOR dos Exércitos. Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Eis que salvarei o meu povo, tirando-o da terra do Oriente e da terra do Ocidente; eu os trarei, e habitarão em Jerusalém; eles serão o meu povo, e eu serei o seu Deus, em verdade e em justiça. Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Sejam fortes as mãos de todos vós que nestes dias ouvis estas palavras da boca dos profetas, a saber, nos dias em que foram postos os fundamentos da Casa do SENHOR dos Exércitos, para que o templo fosse edificado. Porque, antes daqueles dias, não havia salário para homens, nem os animais lhes davam ganho, não havia paz para o que entrava, nem para o que saía, por causa do inimigo, porque eu incitei todos os homens, cada um contra o seu próximo. Mas, agora, não serei para com o restante deste povo como nos primeiros dias diz o SENHOR dos Exércitos. Porque haverá sementeira de paz; a vide dará o seu fruto, a terra, a sua novidade, e os céus, o seu orvalho; e farei que o resto deste povo herde tudo isto. E há de acontecer, ó casa de Judá, ó casa de Israel, que, assim como fostes maldição entre as nações, assim vos salvarei, e sereis bênção; não temais, e sejam fortes as vossas mãos. Porque assim diz o SENHOR dos Exércitos: Como pensei fazer-vos mal, quando vossos pais me provocaram à ira, diz o SENHOR dos Exércitos, e não me arrependi, assim pensei de novo em fazer bem a Jerusalém e à casa de Judá nestes dias; não temais. Eis as coisas que deveis fazer: Falai a verdade cada um com o seu próximo, executai juízo nas vossas portas, segundo a verdade, em favor da paz; nenhum de vós pense mal no seu coração contra o seu próximo, nem ame o juramento falso, porque a todas estas coisas eu aborreço, diz o SENHOR. A palavra do SENHOR dos Exércitos veio a mim, dizendo: Assim diz o SENHOR dos Exércitos: O jejum do quarto mês, e o do quinto, e o do sétimo, e o do décimo serão para a casa de Judá regozijo, alegria e festividades solenes; amai, pois, a verdade e a paz. Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Ainda sucederá que virão povos e habitantes de muitas cidades; e os habitantes de uma cidade irão à outra, dizendo: Vamos depressa suplicar o favor do SENHOR e buscar ao SENHOR dos Exércitos; eu também irei. Virão muitos povos e poderosas nações buscar em Jerusalém ao SENHOR dos Exércitos e suplicar o favor do SENHOR. Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Naquele dia, sucederá que pegarão dez homens, de todas as línguas das nações, pegarão, sim, na orla da veste de um judeu e lhe dirão: Iremos convosco, porque temos ouvido que Deus está convosco.” (Zacarias 8:1-23 RA). “Deus tem promessas de salvação e restauração para Seu povo. Se confiarmos nessas promessas, viveremos para agradar o Senhor, falando a verdade com nosso semelhante e julgando retamente nossas questões, segundo a verdade, em favor da paz; não pensaremos mal no nosso coração contra o próximo, nem amaremos o juramento falso. Assim, nosso testemunho atrairá o mundo inteiro para o Senhor.”

“Deus planejou que Jerusalém fosse novamente um lugar seguro em que as pessoas idosas pudessem se assentar nas praças repletas de meninos e meninas brincando (Zc 8:4, 5). Para aqueles que habitavam em uma cidade invadida pelos conquistadores, a promessa de ruas seguras para jovens e idosos parecia um sonho.”

“Em vez de permanecer para sempre uma nação pequena, subordinada, o povo de Deus devia ser um ímã para o qual as nações seriam atraídas para adorar o Senhor, o Rei de toda a Terra (Zc 14:9). A expressão ‘todas as línguas’ em Zacarias 8:23 indica que a profecia prevê um movimento mundial.”

“Assim como havia mostrado a Isaías (Is 2) e a Miqueias, contemporâneo de Isaías (Mq 4), Deus também mostrou a Zacarias que chegaria o dia em que multidões de muitas cidades e nações, iriam a Jerusalém para orar e buscar o Senhor. A presença de Deus em Sião seria largamente reconhecida, assim como Suas bênçãos sobre os que O adoram.”

“Os relatos dos evangelhos dizem que essas promessas messiânicas começaram a se cumprir no ministério de Jesus Cristo. Em certa ocasião, por exemplo, Jesus disse: ‘Eu, quando for levantado da Terra, atrairei todos a Mim mesmo’ (Jo 12:32).”

“A igreja de Cristo em nosso tempo, também chamada de ‘Israel de Deus’ (Gl 6:16), tem o privilégio de participar dessa missão. Devemos levar a luz da salvação até os confins da Terra. Dessa forma, o povo de Deus pode ser uma grande bênção ao mundo.”

“Leia Zacarias 8:16, 17. Enquanto a igreja está buscando reavivamento e reforma, como podemos evitar as coisas que desagradam a Deus?”

Domingo, 16 de junho de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

O melhor presente do Céu

Lições da Bíblia.

“O Senhor, seu Deus, naquele dia, os salvará, como ao rebanho do Seu povo; porque eles são pedras de uma coroa e resplandecem na terra dEle” (Zc 9:16).

“Pensamento-chave: Zacarias tem algumas profecias messiânicas maravilhosas que apontam para Jesus e confirmam nossa fé nEle.”

“No centro da mensagem bíblica está a mais bela história contada, do Deus Criador que, na pessoa de Seu Filho, deixou a glória do Céu para salvar a humanidade do pecado e da morte. Na segunda metade de Zacarias há várias profecias messiânicas, promessas proféticas do Antigo Testamento sobre Jesus, Aquele que fez tudo isso por nós.”

“Essas promessas específicas foram dadas primeiramente ao povo de Deus que vivia nos perigosos tempos de Zacarias, a fim de mantê-lo concentrado na promessa de redenção. Embora não devamos ignorar o contexto original dessas profecias, a importância delas nunca deve se limitar ao seu cumprimento no passado. Em vez disso, analisaremos de que forma elas foram cumpridas em Jesus, em termos universais, pois elas influenciam o destino final do mundo e não apenas do antigo Israel e de Judá.”

Sábado, 15 de junho de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Visões de esperança (Zacarias) – Vídeo

Lições da Bíblia.

Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

“Satanás sabe que os que buscam o perdão e a graça de Deus os obterão. Por isso, ele apresenta diante deles seus pecados para desencorajá-los. Ele está sempre buscando razão para reclamação contra os que estão procurando obedecer a Deus. Ele busca fazer com que até mesmo seu melhor e mais aceitável serviço pareça corrupto. Mediante astúcias sem conta, as mais sutis e mais cruéis, ele procura assegurar a condenação deles.”

“Em sua própria força, o homem não pode enfrentar as acusações do inimigo. Com suas vestes manchadas de pecado e em confissão de culpa, ele está perante Deus. Mas Jesus, nosso Advogado, apresenta uma eficaz alegação em favor de todo aquele que, pelo arrependimento e fé, confia a Ele a guarda de sua vida. Ele defende sua causa e, mediante os poderosos argumentos do Calvário, derrota seu acusador. Sua perfeita obediência à lei de Deus Lhe concede todo o poder no Céu e na Terra, e Ele reclama de Seu Pai misericórdia e reconciliação para o homem culpado. Ao acusador do Seu povo Ele declara: ‘O Senhor te repreenda, ó Satanás. Estes são os que foram comprados com o Meu sangue, tição tirado do fogo.’ E aos que nEle descansam em fé, Ele dá a certeza: ‘Eis que tenho feito que passe de ti a tua iniquidade, e te vestirei de finos trajes’” (Zc 3:4; Ellen G. White, Profetas e Reis, p. 586, 587).

Perguntas para reflexão

“1. Como a citação acima nos ajuda a compreender a verdade da salvação pela graça? Nos momentos de desânimo por causa de nossas falhas e deficiências, como podemos encontrar conforto e esperança nessas palavras, de modo que não nos afastemos do Senhor em total desespero por causa de nossa indignidade?”

“2. Por que é tão fácil cair na armadilha de tornar o jejum e outras atividades o centro da nossa religião? Que perigos existem quando transformamos nossa religião em nada mais do que uma espécie de serviço social? Como podemos encontrar o equilíbrio?”

Sexta-feira, 14 de junho de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Além do jejum

Lições da Bíblia.

“No segundo ano do ministério de Zacarias, uma delegação de Betel foi a Jerusalém para fazer aos sacerdotes e profetas uma pergunta (‘No dia quatro do mês nove, chamado quisleu, do quarto ano do reinado de Dario, o SENHOR Deus me deu uma mensagem. Isso aconteceu quando o povo de Betel enviou Sarezer e Regém-Meleque, com os seus companheiros, ao Templo do SENHOR Todo-Poderoso para pedirem a ajuda dele. E deviam também fazer aos sacerdotes do Templo e aos profetas a seguinte pergunta: – Faz muitos anos que nós choramos e jejuamos no quinto mês, o mês em que o Templo foi destruído. Devemos continuar fazendo isso? Zacarias 7:1-3 NTLH). Quando eles estiveram no exílio em Babilônia, o povo havia jejuado durante o quinto mês para lamentar a destruição do templo (2Rs 25:8, 9), além dos jejuns realizados no quarto, sétimo e décimo meses (Zc 8:19). O rompimento dos muros de Jerusalém era lembrado no quarto mês (Jr 39:2). O jejum no sétimo mês, o Dia da Expiação, era o único dia de jejum ordenado por Deus por intermédio de Moisés (Lv 16). Finalmente, no décimo mês, o povo lamentava o cerco de Jerusalém (Jr 39:1). Visto que o exílio havia terminado e a reconstrução do templo estava quase completa, o povo se perguntava se ainda era necessário jejuar no quinto mês.”

“5. Qual foi a resposta do Senhor? Essas palavras podem ser aplicadas a nós?” “A palavra do SENHOR veio a Zacarias, dizendo: Assim falara o SENHOR dos Exércitos: Executai juízo verdadeiro, mostrai bondade e misericórdia, cada um a seu irmão; não oprimais a viúva, nem o órfão, nem o estrangeiro, nem o pobre, nem intente cada um, em seu coração, o mal contra o seu próximo. Eles, porém, não quiseram atender e, rebeldes, me deram as costas e ensurdeceram os ouvidos, para que não ouvissem. Sim, fizeram o seu coração duro como diamante, para que não ouvissem a lei, nem as palavras que o SENHOR dos Exércitos enviara pelo seu Espírito, mediante os profetas que nos precederam; daí veio a grande ira do SENHOR dos Exércitos. Visto que eu clamei, e eles não me ouviram, eles também clamaram, e eu não os ouvi, diz o SENHOR dos Exércitos. Espalhei-os com um turbilhão por entre todas as nações que eles não conheceram; e a terra foi assolada atrás deles, de sorte que ninguém passava por ela, nem voltava; porque da terra desejável fizeram uma desolação.” (Zacarias 7:8-14 RA). “O importante era executar juízo verdadeiro, mostrar bondade e misericórdia aos irmãos, não oprimir viúvas, órfãos, estrangeiros e pobres, nem intentar o mal contra o próximo. Se o jejum fosse um meio de manter comunhão com Deus, seria um bom exercício espiritual. Mas se as pessoas jejuassem pensando em alcançar mérito diante do Senhor, o jejum seria pecado. O jejum podia ser feito, mas com espírito de gratidão, e não de justiça própria.”

“A resposta de Deus por meio de Zacarias é dupla: primeiro, é necessário que o povo de Deus se lembre do passado, de modo que não o repita. O Senhor tinha advertido os antepassados de que Ele esperava que eles vivessem em confiança e obediência. O exílio foi uma punição por sua persistente rebelião. Então, o povo foi chamado a aprender com seus erros do passado. Em segundo lugar, o Senhor não fica feliz porque as pessoas se privam do alimento. Quando elas jejuam e se humilham diante de Deus, o arrependimento e a humildade precisam ser refletidos no que as pessoas fazem. Jejuar a fim de sentir pena de si mesmo é desperdício de tempo e esforço. Entre outras coisas, o jejum deve representar o tipo de morte para o eu, necessária para que sejamos capazes de deixar o egoísmo de lado e estender a mão para ministrar às necessidades dos outros. ‘O espírito do verdadeiro jejum e oração é o espírito que rende a Deus a mente, o coração e a vontade’ (Ellen G. White, Conselhos Sobre o Regime Alimentar, p. 189).”

“De que forma podemos colocar práticas religiosas válidas, tais como o jejum e até mesmo a oração, em lugar da verdadeira fé cristã em sua essência? Comente com a classe.”

Quinta-feira, 13 de junho de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Prontidão divina para perdoar

Lições da Bíblia.

“4. Leia Zacarias 4. Que esperança foi apresentada ao povo?” “Tornou o anjo que falava comigo e me despertou, como a um homem que é despertado do seu sono, e me perguntou: Que vês? Respondi: olho, e eis um candelabro todo de ouro e um vaso de azeite em cima com as suas sete lâmpadas e sete tubos, um para cada uma das lâmpadas que estão em cima do candelabro. Junto a este, duas oliveiras, uma à direita do vaso de azeite, e a outra à sua esquerda. Então, perguntei ao anjo que falava comigo: meu senhor, que é isto? Respondeu-me o anjo que falava comigo: Não sabes tu que é isto? Respondi: não, meu senhor. Prosseguiu ele e me disse: Esta é a palavra do SENHOR a Zorobabel: Não por força nem por poder, mas pelo meu Espírito, diz o SENHOR dos Exércitos. Quem és tu, ó grande monte? Diante de Zorobabel serás uma campina; porque ele colocará a pedra de remate, em meio a aclamações: Haja graça e graça para ela! Novamente, me veio a palavra do SENHOR, dizendo: As mãos de Zorobabel lançaram os fundamentos desta casa, elas mesmas a acabarão, para que saibais que o SENHOR dos Exércitos é quem me enviou a vós outros. Pois quem despreza o dia dos humildes começos, esse alegrar-se-á vendo o prumo na mão de Zorobabel. Aqueles sete olhos são os olhos do SENHOR, que percorrem toda a terra. Prossegui e lhe perguntei: que são as duas oliveiras à direita e à esquerda do candelabro? Tornando a falar-lhe, perguntei: que são aqueles dois raminhos de oliveira que estão junto aos dois tubos de ouro, que vertem de si azeite dourado? Ele me respondeu: Não sabes que é isto? Eu disse: não, meu senhor. Então, ele disse: São os dois ungidos, que assistem junto ao Senhor de toda a terra.” (Zacarias 4:1-14 RA). “A obra de Deus, que havia começado pequena, cresceria e seria vitoriosa, pela atuação poderosa do Espírito Santo (simbolizado pelo azeite que sai das oliveiras), pela Palavra de Deus, inspirada pelo Espírito Santo e pelos sete olhos do Senhor que percorrem a Terra, simbolizando a presença e atuação de Deus.”

“Nessa visão, Zacarias viu um candelabro alimentado por duas oliveiras, o que relembra o castiçal localizado no lugar santo do tabernáculo do deserto (Êx 25:31-40). As sete lâmpadas estavam dispostas em torno de um vaso grande, que servia como reservatório de azeite.”

“O vaso, com seu abundante suprimento de azeite, simboliza a plenitude do poder de Deus por meio de Seu Espírito. As sete lâmpadas brilham com grande luz, um símbolo da presença permanente de Deus, que dissipa toda a escuridão. Assim como o azeite de oliva é conduzido diretamente das oliveiras para o vaso de azeite no topo do candelabro, sem qualquer intervenção humana, igualmente o poder que vem de Deus é constante, suficiente e também não necessita de intervenção humana.”

“A mensagem da visão dada ao profeta foi que o templo de Jerusalém em breve seria reconstruído. O Espírito de Deus, não os esforços humanos, garantiria a conclusão da obra. Essa mensagem corajosa foi dada apesar do fato de que os obstáculos enfrentados pelos construtores pareciam tão grandes como uma ‘montanha’ (v. 7).”

“Não foi dito ao profeta quem é representado pelo candelabro, mas podemos ter a certeza de que as duas oliveiras representam os dois líderes de Judá, Josué e Zorobabel. Em termos materiais, a posição de Zorobabel nunca poderia ser comparada ao poder real e força de seus antepassados Davi e Salomão. Do ponto de vista humano, eram inadequados todos os esforços e recursos disponíveis para os construtores. No entanto, a Palavra de Deus promete que um rei não é salvo pelo tamanho de seu exército, nem um guerreiro por sua grande força (Sl 33:16). Dessa forma, os líderes são informados de que Deus só pode ser glorificado quando todos os detalhes do serviço são guiados pelo Espírito Santo.”

“Nessa passagem profética, há um importante princípio que deve ser lembrado pelos cristãos: Deus pode nos chamar para tarefas difíceis, mas pela obra de Seu Espírito Ele pode realizar Seu propósito (Fp 2:13; 4:13). Pelo Espírito Santo, Deus provê o poder para realizar Sua obra hoje, assim como fez no passado. Isso é alcançado não por força ou poder humanos, mas pela atuação do Senhor por meio dos que estão dispostos a ser usados por Ele.”

“Leia atentamente Zacarias 4:6 [‘Depois disso, o anjo mandou que eu entregasse a Zorobabel a seguinte mensagem de Deus, o SENHOR: – Não será por meio de um poderoso exército nem pela sua própria força que você fará o que tem de fazer, mas pelo poder do meu Espírito. Sou eu, o SENHOR Todo-Poderoso, quem está falando.’]. Por que é tão importante ter sempre em mente nossa dependência total de Deus? O que pode acontecer quando nos esquecemos de que tudo o que temos, ou podemos fazer, vem somente do Senhor e de Seu poder operando em nós?”

Terça-feira, 11 de junho de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Prontidão divina para perdoar

Lições da Bíblia.

“3. Leia Zacarias 3. Como o evangelho é retratado nesse capítulo?” “Deus me mostrou o sumo sacerdote Josué, o qual estava diante do Anjo do SENHOR, e Satanás estava à mão direita dele, para se lhe opor. Mas o SENHOR disse a Satanás: O SENHOR te repreende, ó Satanás; sim, o SENHOR, que escolheu a Jerusalém, te repreende; não é este um tição tirado do fogo? Ora, Josué, trajado de vestes sujas, estava diante do Anjo. Tomou este a palavra e disse aos que estavam diante dele: Tirai-lhe as vestes sujas. A Josué disse: Eis que tenho feito que passe de ti a tua iniquidade e te vestirei de finos trajes. E disse eu: ponham-lhe um turbante limpo sobre a cabeça. Puseram-lhe, pois, sobre a cabeça um turbante limpo e o vestiram com trajes próprios; e o Anjo do SENHOR estava ali, protestou a Josué e disse: Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Se andares nos meus caminhos e observares os meus preceitos, também tu julgarás a minha casa e guardarás os meus átrios, e te darei livre acesso entre estes que aqui se encontram. Ouve, pois, Josué, sumo sacerdote, tu e os teus companheiros que se assentam diante de ti, porque são homens de presságio; eis que eu farei vir o meu servo, o Renovo. Porque eis aqui a pedra que pus diante de Josué; sobre esta pedra única estão sete olhos; eis que eu lavrarei a sua escultura, diz o SENHOR dos Exércitos, e tirarei a iniquidade desta terra, num só dia. Naquele dia, diz o SENHOR dos Exércitos, cada um de vós convidará ao seu próximo para debaixo da vide e para debaixo da figueira.” (Zacarias 3:1-10 RA). “O Anjo do Senhor apresenta o perdão, purificação e santificação do sacerdote Josué; o sacerdote foi salvo e recebeu uma nova oportunidade para servir ao Senhor. Jesus é representado por Aquele que tira os pecados da terra em um só dia.”

“Com exceção de Isaías 53, talvez nenhuma parte do Antigo Testamento revele melhor do que Zacarias 3, a maravilhosa verdade da salvação pela fé. Nessa visão, o sumo sacerdote Josué estava sendo julgado a respeito de acusações trazidas pelo grande acusador, Satanás. Essas acusações contra o sumo sacerdote também se aplicavam à nação que ele representava. O nome Josué (também escrito como Yeshua) significa ‘o Senhor salva’ (Mt 1:21), e também pode ser escrito como Jesus.”

“Na Bíblia, estar à direita é uma posição de defesa e proteção. O salmista disse: ‘O Senhor, tenho-O sempre à minha presença; estando Ele à minha direita, não serei abalado’ (Sl 16:8; Sl 44:3.). Nesse caso, o acusador estava fazendo o oposto (Sl 109:6). Enquanto Josué estava intercedendo diante de Deus pelo povo, Satanás estava trazendo acusações contra eles com base em sua pecaminosidade.”

“O Senhor rejeitou as acusações, lembrando o acusador de que, em Sua misericórdia, Ele já havia escolhido Josué. Além disso, Seu povo já havia sofrido a plena medida do castigo divino. Como um tição tirado do fogo destruidor, Josué e o povo remanescente foram arrebatados do longo cativeiro na Babilônia (‘Eu destruí cidades, como fiz com Sodoma e com Gomorra; vocês escaparam como se fossem um galho que no último momento é tirado do fogo. Assim mesmo vocês não voltaram para mim.’ Am 4:11 NTLH).”

“Por ordem do anjo do Senhor, as roupas de Josué, que representavam os pecados do povo, foram removidas e ele foi purificado. Em seguida, ele recebeu vestes finas de salvação e justiça.”

“Finalmente, Josué foi comissionado a fazer a vontade de Deus e andar em Seus caminhos, uma atitude que resultaria em múltiplas bênçãos de Deus.”

“’O sumo sacerdote não podia defender nem a si nem a seu povo das acusações de Satanás. Ele não afirmou que Israel estivesse isento de faltas. Em vestes sujas, simbolizando os pecados do povo – pecados que ele levava como seu representante – ele estava perante o anjo, confessando os pecados deles, mas apontando para seu arrependimento e humilhação, e descansando na misericórdia de um Redentor que perdoa o pecado. Em fé ele reclamou as promessas de Deus’ (Ellen G. White, Profetas e Reis, p. 583, 584). Essas promessas certamente incluíam as vestes da justiça de Cristo.”

“Imagine ter que estar diante de Deus com suas próprias ‘vestes sujas’. Que grande esperança é apresentada aqui, e como você pode reivindicá-la e revelar a realidade dessa esperança por meio de uma vida santa e consagrada?”

Terça-feira, 11 de junho de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

O Senhor vem

Lições da Bíblia.

“Zacarias 2 registra uma visão em que o profeta contemplou uma Jerusalém renovada, tão repleta de pessoas que sua população se espalhava além de seus muros. Ela atrairá também incontáveis pagãos, um pensamento que deve ter soado muito estranho às pessoas. O verso 10 começa com um chamado à alegria, seguido pelo motivo para tal júbilo: a vinda pessoal do Senhor para viver em meio ao Seu povo.”

“O grandioso regresso do Senhor para habitar em Sua casa reconstruída foi motivo de louvor para aqueles que retornaram do exílio. Jerusalém, a morada do grande Rei, é chamada de ‘filha de Sião’, um carinhoso termo profético. Em vista de sua gloriosa perspectiva, Sião é convidada a se alegrar, porque o Senhor cuidará de Seu povo. Qualquer um que tocar no povo de Deus toca na menina do Seu olho (Zc 2:8).”

“O profeta disse que, no Dia do Senhor, muitas nações não hebreias virão e se unirão à aliança do Senhor. O plano original de Deus era que os povos das nações vizinhas vissem como a dedicação de Israel ao verdadeiro Deus resulta em bênçãos e prosperidade. Assim, eles seriam levados a se unir ao Senhor. Dessa forma, o remanescente de Israel e os gentios fiéis se tornariam um só povo, em cujo meio o Senhor habitaria. Esse evento cumpriria a promessa de Deus a Abraão e Sara de que, por meio de sua descendência, todas as nações da Terra seriam abençoadas (Gn 12:1-3).”

“2. Como devia se cumprir a profecia sobre a descendência de Abrão?” “e para que os gentios glorifiquem a Deus por causa da sua misericórdia, como está escrito: Por isso, eu te glorificarei entre os gentios e cantarei louvores ao teu nome. E também diz: Alegrai-vos, ó gentios, com o seu povo. E ainda: Louvai ao Senhor, vós todos os gentios, e todos os povos o louvem. Também Isaías diz: Haverá a raiz de Jessé, aquele que se levanta para governar os gentios; nele os gentios esperarão. E o Deus da esperança vos encha de todo o gozo e paz no vosso crer, para que sejais ricos de esperança no poder do Espírito Santo. E certo estou, meus irmãos, sim, eu mesmo, a vosso respeito, de que estais possuídos de bondade, cheios de todo o conhecimento, aptos para vos admoestardes uns aos outros. Entretanto, vos escrevi em parte mais ousadamente, como para vos trazer isto de novo à memória, por causa da graça que me foi outorgada por Deus, para que eu seja ministro de Cristo Jesus entre os gentios, no sagrado encargo de anunciar o evangelho de Deus, de modo que a oferta deles seja aceitável, uma vez santificada pelo Espírito Santo. Tenho, pois, motivo de gloriar-me em Cristo Jesus nas coisas concernentes a Deus. Porque não ousarei discorrer sobre coisa alguma, senão sobre aquelas que Cristo fez por meu intermédio, para conduzir os gentios à obediência, por palavra e por obras,” (Romanos 15:9-18 RA); “Por esta causa eu, Paulo, sou o prisioneiro de Cristo Jesus, por amor de vós, gentios, se é que tendes ouvido a respeito da dispensação da graça de Deus a mim confiada para vós outros; pois, segundo uma revelação, me foi dado conhecer o mistério, conforme escrevi há pouco, resumidamente; pelo que, quando ledes, podeis compreender o meu discernimento do mistério de Cristo, o qual, em outras gerações, não foi dado a conhecer aos filhos dos homens, como, agora, foi revelado aos seus santos apóstolos e profetas, no Espírito, a saber, que os gentios são co-herdeiros, membros do mesmo corpo e co-participantes da promessa em Cristo Jesus por meio do evangelho; do qual fui constituído ministro conforme o dom da graça de Deus a mim concedida segundo a força operante do seu poder. A mim, o menor de todos os santos, me foi dada esta graça de pregar aos gentios o evangelho das insondáveis riquezas de Cristo” (Efésios 3:1-8 RA). “No ministério de Jesus Cristo, o Messias, descendente de Abraão, que veio para salvar judeus e gentios. Paulo levou a bênção de Abraão aos gentios.”

“Pela profecia de Zacarias, Deus promete não a destruição das nações, mas a inclusão delas entre o povo da aliança divina. O futuro prometido será o resultado da iniciativa de Deus e foi o desejo de muitos profetas bíblicos. Jesus Cristo comissionou Sua igreja a pregar a todo o mundo a boa notícia sobre a salvação que todos podem encontrar em Jesus, se a aceitarem individualmente. O apóstolo Paulo chamou esse plano do Senhor de ‘mistério oculto nos tempos passados’ (Rm 16:25, NVI).”

“Como nossa compreensão da universalidade da mensagem do evangelho, e a ideia de que ele é para toda a humanidade, deve influenciar nossa maneira de viver? Quanto de nossa vida, tempo e pensamentos estão focalizados em alcançar o mundo com as maravilhosas verdades que recebemos?”

Segunda-feira, 10 de junho de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF