O chamado de Pedro

Lições da Bíblia

“Quando se considera a impressionante questão em jogo no grande conflito, é espantoso que Jesus tenha usado seres humanos para auxiliá-Lo no ministério, especialmente pessoas tão falhas como as que Ele escolheu. É claro que, de toda maneira, se considerarmos a condição da humanidade caída, ninguém que Ele escolhesse seria isento de defeitos.”1

“Andando ao longo da praia que ficava ao norte do Mar da Galileia, e seguido por uma multidão de pessoas, Jesus notou dois barcos de pesca cujos proprietários estavam limpando as redes após uma noite improdutiva. Esses pescadores já tinham certo conhecimento de Jesus. Ele já havia ensinado na sinagoga que frequentavam, onde havia surpreendido a todos com Suas palavras (Lc 4:31, 32). Ele já havia até expulsado o demônio de um homem nessa sinagoga, e todos haviam ficado grandemente admirados (Lc 4:33-36). Eles tinham visto Jesus na casa de Pedro, curando sua sogra (Lc 4:38, 39), e mais tarde, naquela noite, curando muitas outras pessoas (Lc 4:40, 41).”1

“Não é de admirar que uma multidão seguisse Jesus ao longo da praia. Ele entrou no barco de Pedro, afastou-Se um pouco da praia, para que todos pudessem vê-Lo, e falou ao povo (Lc 5:3). Quando terminou, disse a Pedro que lançasse ao fundo, a pouca distância da praia, a rede que ele havia acabado de limpar. Pedro certamente achou que aquilo não adiantaria nada, mas, em respeito a Jesus, fez o que Ele disse.”1

“1. Leia Lucas 5:6-8. O que a reação de Pedro ensina sobre ele? Apesar das evidentes falhas de Pedro, por que Jesus o escolheu?”1 “6 Isto fazendo, apanharam grande quantidade de peixes; e rompiam-se-lhes as redes. 7 Então, fizeram sinais aos companheiros do outro barco, para que fossem ajudá-los. E foram e encheram ambos os barcos, a ponto de quase irem a pique. 8 Vendo isto, Simão Pedro prostrou-se aos pés de Jesus, dizendo: Senhor, retira-te de mim, porque sou pecador.” (Lucas 5:6-8 ARA)2. “Ele reconhecia que era pecador e que Jesus era santo.”1

“A reação de Pedro foi impressionante. Talvez tenha sido paralela à de Jacó lutando com o anjo, com a mesma percepção da presença divina e um senso esmagador de indignidade (Gn 32:24-30). Uma coisa é clara: Pedro se tornou consciente de que era pecador porque sabia que era o Senhor que estava ali. Por exemplo, sua aberta confissão de pecado se encontra em nítido contraste com a reação de alguns líderes religiosos que se referiram ao próprio Jesus como sendo pecador (Jo 9:24), em vez de reconhecer, diante da presença dEle, sua própria pecaminosidade.”1

“Lucas 5:11 diz que aqueles homens, ‘deixando tudo, O seguiram’, o que significa que, quando as redes estavam tão cheias a ponto de se romper, eles deixaram tudo para seguir Jesus. Que mensagem há nisso para nós?”1

Prepare sua família e sua igreja para os dez dias de oração e as dez horas de jejum!

Domingo, 14 de fevereiro de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se pref//8ça um Curso Bíblico.

__________________

1 LIÇÕES da escola sabatina. Rebelião e redenção. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 484, Jan. Fev. Mar. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Companheiros de armas

Lições da Bíblia

“Disseram um ao outro: Porventura, não nos ardia o coração, quando Ele, pelo caminho, nos falava, quando nos expunha as Escrituras?” (Lc 24:32).1

“Desde os primeiros dias de Seu ministério, Jesus não trabalhou sozinho. Escolheu seres humanos para tomar parte na pregação, no ensino e no ministério. Embora os quatro evangelhos se concentrem primariamente em Sua vida, morte e ressurreição, muitas vezes isso é apresentado no contexto de Seus discípulos, ou seja, aqueles que Lhe eram mais próximos.”1

“Assim, à medida que o grande conflito foi travado ferozmente em torno dEle, foi intensificado também em redor dos discípulos, até o fim, quando Jesus exclamou: ‘Está consumado’. Satanás concluiu ser impossível fazer Jesus tropeçar e cair. Os seguidores de Cristo, porém, eram presa muito mais fácil. As falhas de caráter deles davam ao inimigo um acesso do qual ele logo tiraria vantagem.”1

“Orgulho, dúvida, obstinação, sentimento de superioridade, mesquinhez: não importava quais fossem as falhas, elas abriam caminho para o inimigo. Metade do problema dos discípulos era que eles, tendo sua própria opinião a respeito do que iria e devia acontecer, não deram ouvidos ao que Jesus disse que aconteceria. Eles tinham muitas lições duras a aprender. E, sem dúvida, nós também temos.”1

Assista em vídeo o esboço da lição desta semana.

Sábado, 13 de fevereiro de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se pref//8ça um Curso Bíblico.

__________________

1 LIÇÕES da escola sabatina. Rebelião e redenção. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 484, Jan. Fev. Mar. 2016. Adulto, Professor.

Os ensinos de Jesus e o grande conflito – Estudo adicional

Lições da Bíblia

Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

 

Estudo adicional

“O escritor Leon Wieseltier escreveu sobre algo que ele classificou como ‘uma das histórias mais tristes do mundo’. Ele contou de um cidadão inglês, por nome S. B., cego desde o nascimento. Contudo, a boa notícia foi que, aos 52 anos de idade, S. B. fez um transplante de córneas que lhe proporcionou a visão. Pela primeira vez na vida, S. B. foi capaz de enxergar! Deve ter sido algo incrivelmente emocionante para ele, finalmente, ver o mundo que havia se mostrado ao seu redor durante toda sua vida, mas estivera, literalmente, longe dos seus olhos. Entretanto, Wieseltier citou o livro em que leu inicialmente a história. S. B., dizia o autor, ‘achou o mundo sem graça, e ficou contrariado com as pinturas descascadas e manchas. […] Ele começou a notar cada vez mais as imperfeições das coisas, e examinava pequenas irregularidades e marcas na pintura e na madeira, o que ele achava desagradável, pois esperava, evidentemente, um mundo mais perfeito. Ele gostava das cores brilhantes, mas ficava deprimido quando a luz se desvanecia. Sua depressão se tornou pronunciada e generalizada. Ele foi desistindo gradualmente da vida ativa, e três anos depois morreu’ (www.newrepublic.com/article/113312). Que incrível! Embora até certo ponto seja difícil entender essa atitude, por outro lado é possível entender. Nosso mundo é um lugar danificado. O grande conflito está sendo travado aqui há cerca de seis mil anos. Uma guerra de seis mil anos deixa muita destruição em seu rastro. Apesar de todas as nossas tentativas de tornar o mundo melhor, a trajetória parece não seguir na direção certa. Na verdade, as coisas só vão piorar. Por isso, precisamos da promessa de redenção, que chega a nós somente por meio da vitória de Cristo no grande conflito, assegurada na cruz e oferecida livremente a todos nós.”1

Perguntas para reflexão

“1. Que lições você pode aprender com a história de S.B.?”1

“2. Se um amigo ou familiar fez algo errado, como lidar com esse problema de uma forma que não julgue a pessoa nem pareça julgá-la?”1

Sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se pref//8ça um Curso Bíblico.

__________________

1 LIÇÕES da escola sabatina. Rebelião e redenção. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 484, Jan. Fev. Mar. 2016. Adulto, Professor.

“Eis que estou convosco todos os dias”

Lições da Bíblia

“5. Mateus terminou seu evangelho com algumas das palavras mais encorajadoras de Jesus: ‘Eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século’ (Mt 28:20). O que elas significam para nossa vida, lutas, fracassos, decepções e até mesmo para os momentos em que achamos que Deus falhou conosco?”1 “Não estamos sozinhos! Deus diz: Estarei com você, nunca o deixarei, nem o abandonarei. Jesus é o mesmo ontem, hoje e eternamente!”1

“Éinteressante que Mateus tenha começado seu evangelho com palavras semelhantes. Depois de especificar todos os ascendentes e relatar a visita do anjo, primeiro a Maria, depois a José, Mateus explicou que o bebê que nasceria seria Emanuel, Deus conosco (Mt 1:23).”1

“Várias vezes na Bíblia, Deus fez a promessa: ‘Estarei com você’. Ele prometeu estar com Isaque (Gn 26:24), com Jacó (Gn 28:15), com Jeremias (Jr 1:8, 19) e com o povo de Israel (Is 41:10; 43:5). O contexto de muitas dessas referências é o tempo das dificuldades e ameaças, quando as palavras divinas teriam muitíssima relevância.”1

“Um verso paralelo usa palavras semelhantes: ‘Nunca o deixarei, nunca o abandonarei’ (Hb 13:5, NVI). Apenas alguns versos depois, o autor acrescenta: ‘Jesus Cristo é o mesmo, ontem, hoje e para sempre’ (Hb 13:8, NVI). Essa promessa também é repetida várias vezes. Na verdade, ela vem da ocasião em que Moisés transferiu a liderança para Josué (Dt 31:6, 8), e Deus repetiu a frase para Josué após a morte de Moisés: ‘Nunca o deixarei, nunca o abandonarei’ (Js 1:5, NVI). Quando Davi passou o reino para Salomão, disse a ele, da mesma forma, que Deus não o deixaria nem o abandonaria (1Cr 28:20).”1

“Jesus, que nunca muda, que está sempre conosco, ofereceu firme confiança a nossos antepassados na fé. Eles estavam enfrentando dificuldades e provas, ou estavam prestes a empreender o maior desafio de sua vida, mas lhes foi assegurada a contínua presença de Deus.”1

“Essas palavras de encorajamento são significativas para a igreja de Cristo no tempo do fim. A promessa de Jesus de estar conosco até o fim está no contexto da ordem para fazer discípulos, indo, batizando e ensinando. Portanto, é aí que está o foco: na alegria de resgatar pessoas para que elas não terminem do lado derrotado no grande conflito.”1

“Prepare o seu coração! Vêm aí dez dias para orar e momentos para jejuar!”

Quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se pref//8ça um Curso Bíblico.

__________________

1 LIÇÕES da escola sabatina. Rebelião e redenção. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 484, Jan. Fev. Mar. 2016. Adulto, Professor.

Não julgueis

Lições da Bíblia

“Jesus pronunciou o Sermão do Monte no princípio de Seu ministério. Ele foi revolucionário. Para começar, Ele disse às pessoas comuns que elas eram valorizadas e bem-aventuradas aos olhos de Deus (Mt 5:3-12), e que elas eram sal (Mt 5:13) e luz (Mt 5:14-16), duas coisas altamente valorizadas. Ele falou sobre a importância da lei de Deus (Mt 5:17-19), mas advertiu contra a tentativa de impressionar outros com o bom comportamento (Mt 5:20). Jesus ainda enfatizou que a moralidade é determinada pelo que a pessoa pensa, não apenas por seus atos (Mt 5:21-28), embora devamos ter cuidado em relação aos atos (Mt 5:29, 30). Quando lemos todo o sermão, podemos ver que Ele abrangeu toda a gama da existência e dos relacionamentos humanos (Mt 5–7:27).”1

“4. Leia Mateus 7:1-5. De que forma a realidade do grande conflito é revelada nesse texto? Como a luta entre o bem e o mal é manifesta ali?”1 “1 Não julgueis, para que não sejais julgados. 2 Pois, com o critério com que julgardes, sereis julgados; e, com a medida com que tiverdes medido, vos medirão também. 3 Por que vês tu o argueiro no olho de teu irmão, porém não reparas na trave que está no teu próprio? 4 Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, quando tens a trave no teu? 5 Hipócrita! Tira primeiro a trave do teu olho e, então, verás claramente para tirar o argueiro do olho de teu irmão.” (Mateus 7:1-5 ARA)2. “Quando julgamos alguém, evidenciamos que temos parte com Satanás, o grande acusador. Em vez de julgar deveríamos nos autoavaliar para ver se não estamos cometendo o mesmo ato.”1

“‘Não julgueis, para que não sejais julgados’ (Mt 7:1). Não vos julgueis melhores que outros homens, nem vos exalteis como seus juízes. Uma vez que não podeis discernir os motivos, sois incapazes de julgar um ao outro. Ao criticar uma pessoa, estais sentenciando a vós mesmos, pois mostrais ter parte com Satanás, o acusador dos irmãos. O Senhor diz: ‘Examinai-vos a vós mesmos, se permaneceis na fé; provai-vos a vós mesmos’ (2Co 13:5, ARC). Eis nossa tarefa’ (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 314).”1

“Quando Jesus disse aos Seus ouvintes que não julgassem, apresentou duas ideias importantes. A primeira é que julgamos os outros porque fazemos as mesmas coisas que estamos condenando (Mt 7:1, 2). Tiramos a atenção de nós mesmos e garantimos que todos ao nosso redor olhem para a pessoa que estamos condenando, e não para nós.”1

“A outra ideia que Jesus apresenta é que, com frequência, o problema que vemos em nosso irmão ou irmã é pequeno em comparação com o nosso próprio, um problema do qual podemos nem mesmo estar conscientes. É tão fácil ver um cisco no olho dos irmãos, mas somos incapazes de ver a grande trave de madeira que está no nosso olho.”1

“Qual é a diferença entre julgar alguém e julgar seus acertos ou erros? Por que é muito importante fazer essa distinção?”1

Quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se pref//8ça um Curso Bíblico.

__________________

1 LIÇÕES da escola sabatina. Rebelião e redenção. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 484, Jan. Fev. Mar. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Construir sobre a rocha

Lições da Bíblia

“Aquestão da nossa posição na luta cósmica que se desenvolve ao redor se torna muito pessoal na parábola do homem que construiu uma casa sobre a rocha.”1

“3. Leia Mateus 7:21-27. O que é tão assustador nessa parábola?”1 “21 Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. 22 Muitos, naquele dia, hão de dizer-me: Senhor, Senhor! Porventura, não temos nós profetizado em teu nome, e em teu nome não expelimos demônios, e em teu nome não fizemos muitos milagres? 23 Então, lhes direi explicitamente: nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que praticais a iniqüidade. 24 Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as pratica será comparado a um homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha; 25 e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, que não caiu, porque fora edificada sobre a rocha. 26 E todo aquele que ouve estas minhas palavras e não as pratica será comparado a um homem insensato que edificou a sua casa sobre a areia; 27 e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, e ela desabou, sendo grande a sua ruína.” (Mateus 7:21-27 ARA)2. “A parábola foi dirigida às pessoas que professavam conhecer Cristo e aparentemente fizeram prodígios em Seu nome, Mas não estavam alicerçadas na Rocha que é Cristo.”1

“O que vem à sua mente quando você pensa nessa história? Onde está a rocha e onde está a areia? Para algumas pessoas, a areia se encontra apenas na praia, mas essa história provavelmente não seja sobre uma residência à beira-mar. O lugar mais provável talvez seja entre as colinas onduladas sobre as quais a maioria das aldeias estava localizada, em algum lugar ao lado de um vale.”1

“Jesus descreveu duas casas: uma construída simplesmente sobre a superfície, enquanto a outra tem alicerces que descem até a camada rochosa (Lc 6:48). Não dá para dizer a diferença entre as duas casas prontas até que chova nas colinas e uma repentina inundação desça estrondosamente para o vale. Para um dos construtores, isso não será problema, pois a casa está firmemente estabelecida; mas para o outro haverá problema. Sem um alicerce seguro, a casa construída apenas na superfície será alvo fácil das enchentes com suas águas agitadas.”1

“Jesus contou essa parábola porque sabia o quanto nos enganamos. Há uma séria luta em andamento e, sem ajuda, não será possível sobreviver a ela. Visto que Jesus prevaleceu contra o mal, Ele é chamado a Rocha.”1

“Essa batalha pessoal contra o mal pode ser vencida, mas somente se edificarmos nossa vida firmemente sobre Cristo, e somente podemos edificar sobre o Salvador por meio da obediência a Ele. ‘Todo aquele, pois, que ouve estas Minhas palavras e as pratica será comparado a um homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha’ (Mt 7:24). Simples assim. Por mais que a fé seja um componente fundamental, a Bíblia diz que a fé sem obras é ‘morta’ (Tg 2:17, 20, 26), e nessa parábola vemos exatamente como ela é morta.”1

“Leia Mateus 7:22, 23 [‘22 Muitos, naquele dia, hão de dizer-me: Senhor, Senhor! Porventura, não temos nós profetizado em teu nome, e em teu nome não expelimos demônios, e em teu nome não fizemos muitos milagres? 23 Então, lhes direi explicitamente: nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que praticais a iniqüidade.’]2. Expulsar demônios ou profetizar em nome de Jesus revela que essas pessoas tinham algum tipo de ‘fé’. Contudo, qual foi o destino delas? Qual é o alicerce sobre o qual sua casa está construída, e como saber a resposta?”1

Terça-feira, 09 de fevereiro de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se pref//8ça um Curso Bíblico.

__________________

1 LIÇÕES da escola sabatina. Rebelião e redenção. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 484, Jan. Fev. Mar. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Plantio e colheita

Lições da Bíblia

“O tema do grande conflito está implícito na parábola de Jesus sobre o semeador. A menção de quatro tipos de respostas à mensagem do evangelho indica que há mais do que simplesmente pessoas ‘boas’ e ‘más’ no mundo. A vida é mais complexa do que isso e, portanto, precisamos ser cuidadosos na nossa maneira de abordar os que parecem não responder ao evangelho como achamos que deveriam.”1

“2. Leia Mateus 13:3-8 e os versos 18-23. Como a realidade do grande conflito é revelada claramente nessa história?”1 “3 E de muitas coisas lhes falou por parábolas e dizia: Eis que o semeador saiu a semear. 4 E, ao semear, uma parte caiu à beira do caminho, e, vindo as aves, a comeram. 5 Outra parte caiu em solo rochoso, onde a terra era pouca, e logo nasceu, visto não ser profunda a terra. 6 Saindo, porém, o sol, a queimou; e, porque não tinha raiz, secou-se. 7 Outra caiu entre os espinhos, e os espinhos cresceram e a sufocaram. 8 Outra, enfim, caiu em boa terra e deu fruto: a cem, a sessenta e a trinta por um. […] 18 Atendei vós, pois, à parábola do semeador. 19 A todos os que ouvem a palavra do reino e não a compreendem, vem o maligno e arrebata o que lhes foi semeado no coração. Este é o que foi semeado à beira do caminho. 20 O que foi semeado em solo rochoso, esse é o que ouve a palavra e a recebe logo, com alegria; 21 mas não tem raiz em si mesmo, sendo, antes, de pouca duração; em lhe chegando a angústia ou a perseguição por causa da palavra, logo se escandaliza. 22 O que foi semeado entre os espinhos é o que ouve a palavra, porém os cuidados do mundo e a fascinação das riquezas sufocam a palavra, e fica infrutífera. 23 Mas o que foi semeado em boa terra é o que ouve a palavra e a compreende; este frutifica e produz a cem, a sessenta e a trinta por um.” (Mateus 13:3-8, 18-23 ARA)2. “Todo o esforço foi feito para que a palavra de Deus germinasse, mas o inimigo astuto estava alerta para não deixar a semente se desenvolver.”1

“A batalha pelas pessoas é real, e o inimigo usa tudo que pode para afastá-las da salvação. Por exemplo, no contexto da semente que cai à beira do caminho, Ellen G. White escreveu: ‘Satanás e seus anjos estão nas reuniões em que o evangelho é pregado. Enquanto anjos do Céu se esforçam para impressionar os corações com a Palavra de Deus, o inimigo está alerta para torná-la sem efeito. Com fervor comparável apenas à sua maldade, procura frustrar a obra do Espírito de Deus. Enquanto Cristo, pelo Seu amor, atrai a pessoa, Satanás procura desviar a atenção daquele que é movido a buscar o Salvador’ (Ellen G. White, Parábolas de Jesus, p. 44).”

“Alguém poderia perguntar: Por que o fazendeiro não foi mais cuidadoso, evitando desperdiçar as sementes lançadas no caminho? Por que ele não foi mais diligente e removeu as pedras? Por que ele não arrancou maior quantidade de ervas daninhas?”1

“Quando estamos lançando as sementes do evangelho, o esforço humano é sempre limitado. Precisamos semear em toda parte. Não somos juízes para determinar qual é o solo bom e o ruim. O aparecimento das ervas daninhas indica que simplesmente somos incapazes de impedir que o mal brote nos lugares mais inesperados. Somente o trabalho do Senhor da colheita sobre a terra semeada garantirá a salvação aos que aceitam a semente da Palavra. Fazemos nosso trabalho, e precisamos aprender a crer que Ele fará o dEle.”1

“Você já constatou a realidade dessa parábola? Por que, às vezes, vemos pessoas recém-batizadas saindo da igreja, ou pessoas que simplesmente não demonstram interesse nenhum?”1

Segunda-feira, 08 de fevereiro de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se pref//8ça um Curso Bíblico.

__________________

1 LIÇÕES da escola sabatina. Rebelião e redenção. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 484, Jan. Fev. Mar. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Muitos tipos de descanso

Lições da Bíblia

“1. ‘Tomai sobre vós o Meu jugo e aprendei de Mim, porque Sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma’ (Mt 11:29). Como o ato de tomar o Seu ‘jugo’ traz descanso para nossa alma?”1 “Nosso jugo nos sobrecarrega, mas o jugo que Cristo nos oferece é suave. Cristo restaura o ser humano em todos os aspectos.”1

“Essa oferta indica uma dimensão pessoal em meio à extensão muito mais ampla da missão de Jesus de libertar as pessoas do inimigo. Suas palavras são, na verdade, uma adaptação da declaração de Jeremias, que prometeu às pessoas descanso para sua alma se elas se voltassem para a religião de seus pais, em vez de permanecerem no paganismo das nações circunvizinhas (Jr 6:16).”1

“O conceito de descanso na Bíblia é muito rico. Começa com o próprio Deus, que descansou quando terminou a obra da criação (Gn 2:2). Seu descanso deu início a um descanso sabático celebrado semanalmente. O descanso também era comemorado ao longo do ano, durante as festas anuais (por exemplo, Lv 16:31), e a cada 50 anos no jubileu, quando os escravos eram libertados e as dívidas eram perdoadas (Lv 25:10).”1

“O descanso podia ser sentido quando Deus estava presente com Seu povo (Êx 33:14) e onde não havia ‘inimigo, nem adversidade alguma’ (1Rs 5:4; Dt 25:19). Era desfrutado na terra dada por Deus ao Seu povo (Js 1:13). Seria concedido especialmente quando as pessoas voltassem do cativeiro e do exílio (Jr 30:10). O descanso também era compartilhado na hospitalidade para com os estrangeiros (Gn 18:4) e ao se desfrutar de uma vida familiar estável (Rt 1:9; Pv 29:17).”

“Contudo, o descanso esteve ausente do povo de Deus durante o cativeiro (Êx 5:4, 5; Lm 1:3). O descanso escapa dos perversos, os quais são como o mar agitado, que não se pode aquietar (Is 57:20). O único descanso que essas pessoas podem aguardar é o da morte e da sepultura (Jó 3:11, 13, 16-18). Em Apocalipse 14:11 encontramos uma poderosa advertência sobre descanso para aqueles que estão do lado errado no grande conflito dos últimos dias.”1

“O descanso que Jesus oferece é um pacote muito generoso. Ele inclui o presente do sábado, que nos concede tempo com o Criador. A oferta de descanso feita por Cristo reconhece nossa condição perdida e nos restaura em todos os aspectos. E, quando cometemos erros, ainda temos a certeza de um lugar de descanso ao lado do Salvador.”1

“Além do sábado, como aprender a desfrutar o descanso que Deus nos oferece? Como encontrar em Jesus o descanso para nossa alma? Leia Romanos 4:1-6.” “1 Que, pois, diremos ter alcançado Abraão, nosso pai segundo a carne? 2 Porque, se Abraão foi justificado por obras, tem de que se gloriar, porém não diante de Deus. 3 Pois que diz a Escritura? Abraão creu em Deus, e isso lhe foi imputado para justiça. 4 Ora, ao que trabalha, o salário não é considerado como favor, e sim como dívida. 5 Mas, ao que não trabalha, porém crê naquele que justifica o ímpio, a sua fé lhe é atribuída como justiça. 6 E é assim também que Davi declara ser bem-aventurado o homem a quem Deus atribui justiça, independentemente de obras:” (Romanos 4:1-6 ARA)2.

Fortaleça sua experiência com Deus. Acesse o site http://reavivadosporsuapalavra.org/

Domingo, 07 de fevereiro de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se pref//8ça um Curso Bíblico.

__________________

1 LIÇÕES da escola sabatina. Rebelião e redenção. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 484, Jan. Fev. Mar. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.