Ministério urbano no tempo do fim – Estudo adicional

Lições da Bíblia

Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

 

Estudo adicional

“Um especialista em ministérios urbanos fez um estudo, no índice de periódicos de Ellen G. White, a respeito do conselho dela quanto a se mudar para as cidades ou para fora das cidades. De 107 artigos, 24 davam instruções sobre mudar-se das cidades ou estabelecer instituições fora das cidades. Mas 75 artigos davam instruções específicas para que as pessoas se mudassem para as cidades a fim de alcançá-las. Os outros oito artigos eram neutros. Um historiador da igreja resumiu o conselho de Ellen G. White sobre o trabalho nas cidades, mostrando que, no que diz respeito às instituições, ela advogava que se trabalhasse a partir de centros estabelecidos fora das cidades e, ao tratar do trabalho da igreja local, ela advogava que se trabalhasse dentro das cidades.”1

“Em sua igreja, quais são os planos para alcançar as cidades? Onde sua igreja está localizada, em relação à área metropolitana mais próxima? Nenhuma igreja deve pensar que alcançar as cidades não seja algo relevante para ela. Toda congregação adventista precisa fazer alguma contribuição para esse importantíssimo objetivo missionário. Ignorar as cidades e se concentrar apenas em alcançar áreas que ficam fora das regiões metropolitanas não é uma resposta fiel à missão que Jesus nos deu.”1

“‘Por que não deveriam as famílias que conhecem a verdade presente se estabelecer nessas cidades? […] Haverá leigos que se mudarão para […] as cidades […], para que possam deixar a luz que Deus lhes deu iluminar a outros’ (Ellen G. White, Advent Review and Sabbath Herald, 29 de setembro de 1891).

Pergunta para reflexão:

“1. Imagine como deve ser viver sem esperança, simplesmente achando que existe apenas esta vida, com todas as suas lutas, dificuldades e tristezas, e que depois da morte o ser humano apodrece na sepultura. É nisso que muitos creem, especialmente entre as multidões das grandes cidades. Como podemos aprender a amar essas pessoas e alcançá-las, não importando onde elas vivem?”1

Sexta-feira, 16 de setembro de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÕES da escola sabatina. O papel da igreja na comunidade. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Jul. Ago. Set. 2016. Adulto, Professor.

Alcançando as cidades

Lições da Bíblia

“Ninguém está dizendo que o trabalho missionário e o ministério em favor das pessoas são fáceis. O fato é que não são. Os seres humanos são caídos, corruptos e, de maneira geral, não são naturalmente espirituais. Como Paulo disse a respeito de si mesmo: ‘Bem sabemos que a lei é espiritual; eu, todavia, sou carnal, vendido à escravidão do pecado’ (Rm 7:14). Se Paulo disse isso, quanto mais aqueles que não conhecem o Senhor e que nunca tiveram uma experiência de transformação de vida com Jesus!”1

“Se já não bastasse nossa natureza caída, as cidades sempre foram conhecidas por sua notória má influência. As pessoas ali enfrentam muitas tentações que o inimigo usa para enredá-las e conservá-las presas ao pecado e ao mundo. Assim, não é de admirar que o esforço missionário voltado especialmente para alcançar as cidades não seja uma tarefa simples; porém, é uma obra que deve ser feita, e nós, como igreja, precisamos fazê-la, a fim de sermos fiéis ao nosso chamado.”1

“5. Qual é a importância do esforço para alcançar pessoas para Deus?”1

2Pe 3:9: “Não retarda o Senhor a sua promessa, como alguns a julgam demorada; pelo contrário, ele é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento.”2

1Tm 2:4: “o qual deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade.”2

“Nosso esforço é uma demonstração do amor e paciência do Senhor. Ele deseja que todos cheguem à salvação e ao conhecimento da verdade. Podemos ser Seus instrumentos nessa obra!”1

“De acordo com a Palavra, a morte de Cristo foi universal. Abrangeu todos os seres humanos desde Adão e Eva, passando por todos os que se seguiram. Isso, é claro, inclui as inumeráveis multidões que moram nos grandes centros metropolitanos do mundo. Elas também precisam ouvir as grandes verdades tão amadas e preciosas para nós.”1

“‘Não há mudança nas mensagens que Deus enviou no passado. O trabalho nas cidades é a obra essencial para este tempo. Quando o trabalho nas cidades for feito como Deus deseja, será posto em ação um poderoso movimento como nunca foi testemunhado’ (Ellen G. White, Medicina e Salvação, p. 304).”1

“O chamado para alcançar as cidades é pessoal. É um chamado para que tenhamos uma experiência mais profunda com Cristo e façamos uma profunda intercessão, bem como um abrangente planejamento e implementação. É construído inteiramente sobre o alicerce do reavivamento e da reforma, pois será realizado apenas pelo poder do Espírito Santo.”1

“Leia Romanos 10:14, 15 [‘14 Como, porém, invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem nada ouviram? E como ouvirão, se não há quem pregue? 15 E como pregarão, se não forem enviados? Como está escrito: Quão formosos são os pés dos que anunciam coisas boas!’]2. O que essa passagem diz aos seguidores de Cristo? De que forma o texto se aplica a nós? Como podemos ser mais ativos nos esforços missionários e no ministério na região em que vivemos?”1

Quinta-feira, 15 de setembro de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÕES da escola sabatina. O papel da igreja na comunidade. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Jul. Ago. Set. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Envolvimento pessoal

Lições da Bíblia

“4. Leia João 15:12, 13, Tiago 1:27e Gálatas 6:2. Qual é a importância do envolvimento pessoal nos esforços evangelísticos sérios?”1

“12 O meu mandamento é este: que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei. 13 Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a própria vida em favor dos seus amigos.” (João 15:12-13 ARA)2.

“A religião pura e sem mácula, para com o nosso Deus e Pai, é esta: visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações e a si mesmo guardar-se incontaminado do mundo.” (Tiago 1:27 ARA)2.

“Levai as cargas uns dos outros e, assim, cumprireis a lei de Cristo.” (Gálatas 6:2 ARA)2.

“Sem envolvimento pessoal não podemos nos amar uns aos outros e dedicar a vida às pessoas, a exemplo do que Cristo fez. A religião pura e sem mácula leva ao contato com os necessitados e ao serviço em favor deles. A lei de Cristo é que levemos as cargas uns dos outros.”1

“Por causa do grande tamanho das populações urbanas, é fácil perder de vista o fato de que a fé é pessoal. É fundamental, quando se procura alcançar as cidades, ou qualquer outro lugar, que as pessoas encontrem um relacionamento pessoal com Cristo. Pesquisas têm mostrado que a grande maioria dos conversos na igreja adventista dizem que se uniram a ela por causa de um relacionamento com um conhecido adventista. Muitas vezes, as amizades, especialmente no caso dos esforços missionários, envolvem a morte para o egoísmo e a disposição para trabalhar pelo bem de outros.”1

“Arar o solo, plantar sementes, cuidar das plantas germinadas até a colheita e preservar a colheita – todas essas coisas funcionam melhor se houver um forte elemento relacional. Precisamos aprender a fazer amizade com as pessoas; precisamos aprender a ouvi-las; precisamos aprender a amá-las. Se esses elementos são essenciais em qualquer esforço missionário, muito mais no ministério urbano, no qual, às vezes, as pessoas podem se sentir desorientadas e esquecidas no meio de uma população vasta e numerosa.”1

“O elemento vital do ministério urbano dos pequenos grupos pode tomar a forma de ‘igreja nas casas’ que existia nos tempos do Novo Testamento (At 2:46), ou pode simplesmente consistir em pequenos grupos dentro de uma congregação mais ampla. Em todas as áreas urbanas ou suburbanas sem a presença da igreja, nas quais habitem três ou mais adventistas, algum tipo de pequeno grupo deve ser organizado e deve começar a funcionar naquela comunidade. (Ver Ellen G. White, Testemunhos para a Igreja, v. 7, p. 21, 22.)”1

“Essa abordagem é essencial para o ministério urbano por várias razões. Uma delas é o complexo mosaico de grupos culturais, étnicos, linguísticos e socioeconômicos a ser alcançados dentro de centenas de comunidades e subculturas existentes, até mesmo em cidades de médio porte. A menos que haja pequenos grupos voltados para cada um desses segmentos, a missão dada por Cristo não será completada.”1

“O ministério de pequenos grupos também é necessário por causa da dificuldade que enfrentamos para seguir a Jesus na cidade. Há muitas pressões, tentações e encontros com religiões e ideologias alternativas. Alguns simplesmente cedem às pressões e saem da igreja, enquanto outros criam uma couraça para proteger seus sentimentos e se tornam insensíveis às pessoas ao seu redor que precisam de uma representação do amor de Jesus.”1

Quarta-feira, 14 de setembro de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÕES da escola sabatina. O papel da igreja na comunidade. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Jul. Ago. Set. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Semeando e colhendo nas cidades

Lições da Bíblia

“3. Leia Mateus 13:3-9, 18-23. Com base nessa parábola, como devemos ministrar e testemunhar às comunidades que estão à nossa volta, inclusive nas cidades?”1

“3 E de muitas coisas lhes falou por parábolas e dizia: Eis que o semeador saiu a semear. 4 E, ao semear, uma parte caiu à beira do caminho, e, vindo as aves, a comeram. 5 Outra parte caiu em solo rochoso, onde a terra era pouca, e logo nasceu, visto não ser profunda a terra. 6 Saindo, porém, o sol, a queimou; e, porque não tinha raiz, secou-se. 7 Outra caiu entre os espinhos, e os espinhos cresceram e a sufocaram. 8 Outra, enfim, caiu em boa terra e deu fruto: a cem, a sessenta e a trinta por um. 9 Quem tem ouvidos [para ouvir], ouça. […] 18 Atendei vós, pois, à parábola do semeador. 19 A todos os que ouvem a palavra do reino e não a compreendem, vem o maligno e arrebata o que lhes foi semeado no coração. Este é o que foi semeado à beira do caminho. 20 O que foi semeado em solo rochoso, esse é o que ouve a palavra e a recebe logo, com alegria; 21 mas não tem raiz em si mesmo, sendo, antes, de pouca duração; em lhe chegando a angústia ou a perseguição por causa da palavra, logo se escandaliza. 22 O que foi semeado entre os espinhos é o que ouve a palavra, porém os cuidados do mundo e a fascinação das riquezas sufocam a palavra, e fica infrutífera. 23 Mas o que foi semeado em boa terra é o que ouve a palavra e a compreende; este frutifica e produz a cem, a sessenta e a trinta por um.” ” (Mateus 13:3-9, 18-23 ARA)2.

“Devemos semear em todos os tipos de solos. Alguns são mais difíceis que outros, mas podemos trabalhar para que a beira do caminho, o solo rochoso e o solo espinhoso se tornem terra boa. O que fazer? Arar (classe bíblica e amizade cristã), aterrar (comunhão permanente, estudo bíblico profundo, trabalho missionário e amizades significativas) arrancar espinhos (programa intenso de comunhão, seminário sobre fidelidade, saúde, dons espirituais, sábado, finanças para Deus, amizades espirituais), etc.”1

“Embora localizada em um contexto rural, na verdade essa parábola é mais importante no ministério urbano do que em pequenas cidades e áreas rurais, porque as áreas urbanas têm uma variedade maior de ‘solos’. Isso explica por que é mais difícil realizar campanhas evangelísticas em cidades do que em áreas rurais.”1

“Diferentes condições de solo produzem diferentes resultados, o que sugere a necessidade de se estudar as condições dos solos antes de investir em atividades evangelísticas. Após o estudo do ‘solo’ da comunidade, se a igreja descobrir que há pouca terra boa no território dela, devem ser elaborados planos para melhorar esse solo, suavizando os caminhos duros, removendo as pedras e arrancando os espinhos. Isto é, para que o evangelismo tenha sucesso, a igreja precisa trabalhar com antecedência, preparando o solo. Embora não impeça a existência dos solos ruins, com seus efeitos negativos, essa preparação do solo pode fazer grande diferença no grau de eficácia da campanha evangelística.”1

“Em 1 Coríntios 12, Romanos 12 e Efésios 4, a Bíblia ensina sobre os dons espirituais. Ela diz que há múltiplos dons, mas apenas uma missão. A parábola sobre as condições do solo e a semeadura demonstra claramente a necessidade de que muitos dons diferentes sejam incluídos na tarefa de alcançar as cidades. Nas grandes cidades, ‘homens de variados talentos devem ser usados’, escreveu Ellen White. ‘Novos métodos precisam ser introduzidos. O povo de Deus tem que despertar para as necessidades da época em que vive’ (Ellen G. White,Evangelismo, p. 70). Por meio do dom do discernimento divino, ela viu o que é necessário para ser eficiente no ministério urbano. Hoje é ainda mais necessário ter uma grande variedade de abordagens e dons atuando dentro de uma estratégia ampla e multifacetada. Uma única campanha ou um projeto principal não alcançarão muito a longo prazo. A grande escala e a estrutura complexa da cidade simplesmente engole programas assim, e dentro de algumas semanas não há nem vestígio de um impacto. É preciso que mais coisas sejam feitas com antecedência.”1

“Pense naqueles a quem você está tentando testemunhar. Que tipo de solo eles são? O que você pode fazer para ajudar a suavizar esse solo?”1

Terça-feira, 13 de setembro de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÕES da escola sabatina. O papel da igreja na comunidade. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Jul. Ago. Set. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Ouvindo os gemidos

Lições da Bíblia

“Àmedida que Cristo ia percorrendo Jerusalém, Cafarnaum e outras cidades de Sua época, os doentes, os deficientes e os pobres se aglomeravam em torno dAquele que curava. Seu coração Se compadecia da humanidade sofredora.”1

“Na cidade, há mais de tudo: mais pessoas, mais edifícios, mais trânsito e mais problemas. Isso apresenta um verdadeiro desafio para as igrejas. Os que proclamam o evangelho não podem, simplesmente, ignorar as imensas necessidades humanas que os cercam e se concentrar apenas na mensagem, porque fazer isso tira a credibilidade da mensagem. Se nossos atos não demonstrarem a compaixão, a graça e a esperança das quais falamos, então aquilo que falamos não terá poder. Será ouvido simplesmente como mais uma das muitas vozes que competem pelos ouvidos das massas.”1

“2. Leia Êxodo 2:23-25 e 6:5, Salmos 12:5, Romanos 8:22 e Jó 24:12. Que mensagem há nessas passagens para nós?”1

“23 Decorridos muitos dias, morreu o rei do Egito; os filhos de Israel gemiam sob a servidão e por causa dela clamaram, e o seu clamor subiu a Deus. 24 Ouvindo Deus o seu gemido, lembrou-se da sua aliança com Abraão, com Isaque e com Jacó. 25 E viu Deus os filhos de Israel e atentou para a sua condição.” (Êxodo 2:23-25 ARA)2.

“Ainda ouvi os gemidos dos filhos de Israel, os quais os egípcios escravizam, e me lembrei da minha aliança.” (Êxodo 6:5 ARA)2.

“Por causa da opressão dos pobres e do gemido dos necessitados, eu me levantarei agora, diz o SENHOR; e porei a salvo a quem por isso suspira.” (Salmo 12:5 ARA)2.

“Porque sabemos que toda a criação, a um só tempo, geme e suporta angústias até agora.” (Romanos 8:22 ARA)2.

“Desde as cidades gemem os homens, e a alma dos feridos clama; e, contudo, Deus não tem isso por anormal.” (Jó 24:12 ARA).

“Deus ouve nossos gemidos, vê nossos problemas e busca nos ajudar em nossas dificuldades. Devemos ser sensíveis ao clamor das pessoas que sofrem e buscar atender às suas necessidades.”1

“Nosso mundo é um lugar de dor. Ele geme sob o peso e o sofrimento do pecado. Não importa quem sejamos, nenhum de nós escapa dessa realidade.”1

“Essa dor nos oferece poderosas oportunidades de testemunhar. Mas também precisamos ter cuidado com isso. No que diz respeito à maneira pela qual a igreja é vista por seus vizinhos, em termos da disposição de ser útil, amigável e gentil para com as pessoas, é importante entender a diferença entre eventos comunitários e um serviço contínuo que realmente atenda às necessidades. Há uma diferença, na mente da comunidade, entre uma igreja que distribui alimentos para famílias uma vez por ano no período das festas e uma determinada igreja adventista que tem um projeto missionário numa grande cidade.”1

“O que essa igreja faz? Ela se reúne num centro comunitário que funciona diariamente. As pessoas podem ir ali a qualquer dia, pela manhã, e obter um desjejum quente! Essa igreja nem é tão grande. Tem apenas 75 membros, mas eles estão totalmente comprometidos em atender às necessidades de seus vizinhos numa área urbana. Essa é uma grande obra, mas ela exige dedicação e o sentimento de compromisso de ajudar os necessitados.”1

“Imagine o impacto causado nas comunidades vizinhas às nossas igrejas se estivéssemos fazendo algo para ajudar a responder aos gemidos que certamente estão subindo dos que moram na vizinhança.”1

Segunda-feira, 12 de setembro de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÕES da escola sabatina. O papel da igreja na comunidade. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Jul. Ago. Set. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

A natureza das cidades

Lições da Bíblia

“As cidades reúnem muitas culturas, grupos étnicos, línguas e religiões diferentes. Tradicionalmente, cada grupo tem sua área, ou seu território definido. Cada vez mais, todos os tipos de pessoas passam a ser vizinhas umas das outras nas regiões metropolitanas. Essa realidade multicultural cria riscos e complexidades, mas também proporciona grandes oportunidades para a pregação do evangelho. Há maior tolerância para novas ideias e maior disposição para dar ouvidos a novas religiões do que existe, muitas vezes, nos contextos culturais tradicionais fora das cidades. A cidade poderia proporcionar acesso a muitas pessoas que, de outra forma, talvez nunca se aproximariam da mensagem adventista.”1

“1. Em Atos 18:1-28 temos um exemplo de como Paulo plantava igrejas nas cidades. O que podemos aprender com o que ele fez ali?”1

“1 Depois disto, deixando Paulo Atenas, partiu para Corinto. 2 Lá, encontrou certo judeu chamado Áqüila, natural do Ponto, recentemente chegado da Itália, com Priscila, sua mulher, em vista de ter Cláudio decretado que todos os judeus se retirassem de Roma. Paulo aproximou-se deles. 3 E, posto que eram do mesmo ofício, passou a morar com eles e ali trabalhava, pois a profissão deles era fazer tendas. 4 E todos os sábados discorria na sinagoga, persuadindo tanto judeus como gregos. 5 Quando Silas e Timóteo desceram da Macedônia, Paulo se entregou totalmente à palavra, testemunhando aos judeus que o Cristo é Jesus. 6 Opondo-se eles e blasfemando, sacudiu Paulo as vestes e disse-lhes: Sobre a vossa cabeça, o vosso sangue! Eu dele estou limpo e, desde agora, vou para os gentios. 7 Saindo dali, entrou na casa de um homem chamado Tício Justo, que era temente a Deus; a casa era contígua à sinagoga. 8 Mas Crispo, o principal da sinagoga, creu no Senhor, com toda a sua casa; também muitos dos coríntios, ouvindo, criam e eram batizados. 9 Teve Paulo durante a noite uma visão em que o Senhor lhe disse: Não temas; pelo contrário, fala e não te cales; 10 porquanto eu estou contigo, e ninguém ousará fazer-te mal, pois tenho muito povo nesta cidade. 11 E ali permaneceu um ano e seis meses, ensinando entre eles a palavra de Deus. 12 Quando, porém, Gálio era procônsul da Acaia, levantaram-se os judeus, concordemente, contra Paulo e o levaram ao tribunal, 13 dizendo: Este persuade os homens a adorar a Deus por modo contrário à lei. 14 Ia Paulo falar, quando Gálio declarou aos judeus: Se fosse, com efeito, alguma injustiça ou crime da maior gravidade, ó judeus, de razão seria atender-vos; 15 mas, se é questão de palavra, de nomes e da vossa lei, tratai disso vós mesmos; eu não quero ser juiz dessas coisas! 16 E os expulsou do tribunal. 17 Então, todos agarraram Sóstenes, o principal da sinagoga, e o espancavam diante do tribunal; Gálio, todavia, não se incomodava com estas coisas. 18 Mas Paulo, havendo permanecido ali ainda muitos dias, por fim, despedindo-se dos irmãos, navegou para a Síria, levando em sua companhia Priscila e Áqüila, depois de ter raspado a cabeça em Cencréia, porque tomara voto. 19 Chegados a Éfeso, deixou-os ali; ele, porém, entrando na sinagoga, pregava aos judeus. 20 Rogando-lhe eles que permanecesse ali mais algum tempo, não acedeu. 21 Mas, despedindo-se, disse: Se Deus quiser, voltarei para vós outros. E, embarcando, partiu de Éfeso. 22 Chegando a Cesaréia, desembarcou, subindo a Jerusalém; e, tendo saudado a igreja, desceu para Antioquia. 23 Havendo passado ali algum tempo, saiu, atravessando sucessivamente a região da Galácia e Frígia, confirmando todos os discípulos. 24 Nesse meio tempo, chegou a Éfeso um judeu, natural de Alexandria, chamado Apolo, homem eloqüente e poderoso nas Escrituras. 25 Era ele instruído no caminho do Senhor; e, sendo fervoroso de espírito, falava e ensinava com precisão a respeito de Jesus, conhecendo apenas o batismo de João. 26 Ele, pois, começou a falar ousadamente na sinagoga. Ouvindo-o, porém, Priscila e Áqüila, tomaram-no consigo e, com mais exatidão, lhe expuseram o caminho de Deus. 27 Querendo ele percorrer a Acaia, animaram-no os irmãos e escreveram aos discípulos para o receberem. Tendo chegado, auxiliou muito aqueles que, mediante a graça, haviam crido; 28 porque, com grande poder, convencia publicamente os judeus, provando, por meio das Escrituras, que o Cristo é Jesus.” (Atos 18:1-28 ARA)2.

“Deus chama ‘fabricantes de tendas’, missionários que estabeleçam novas igrejas enquanto ganham o próprio sustento. Lições importantes: trabalhar em equipe e planejar as atividades ao longo do tempo; perseverar quando pessoas rejeitam a mensagem; alcançar outras pessoas; usar diferentes estratégias e ambientes: sinagogas (templos), ir de casa em casa, etc; buscar orientação divina para o trabalho; suportar perseguição; concluir a missão e iniciar um novo desafio. O Senhor usará outras pessoas para continuar o trabalho que iniciamos.”1

“Naqueles centros urbanos havia um mosaico de muitas línguas, culturas e grupos étnicos, assim como as cidades têm hoje. Paulo encontrou tipos específicos de pessoas com quem tinha afinidade. Pessoas que compartilhavam de sua ligação com a fé judaica, com a cidadania romana e com o negócio de fabricação de tendas, que era sua profissão. Ele usou essa habilidade para se sustentar. Morou na residência de um casal que havia se tornado cristão e se dedicado ao evangelismo. Paulo ensinou na sinagoga até ser expulso; depois iniciou uma igreja na casa de um dos conversos. Ele treinou e orientou um número suficiente de novos crentes para que, quando fosse embora, pudesse nomear pessoas para liderar o grupo.”1

“Fica claro que Paulo entendia o contexto multicultural e multirreligioso da cidade, e que se sentia à vontade para trabalhar nesse contexto (ver também 1Co 9:20-23 [‘20 Procedi, para com os judeus, como judeu, a fim de ganhar os judeus; para os que vivem sob o regime da lei, como se eu mesmo assim vivesse, para ganhar os que vivem debaixo da lei, embora não esteja eu debaixo da lei. 21 Aos sem lei, como se eu mesmo o fosse, não estando sem lei para com Deus, mas debaixo da lei de Cristo, para ganhar os que vivem fora do regime da lei. 22 Fiz-me fraco para com os fracos, com o fim de ganhar os fracos. Fiz-me tudo para com todos, com o fim de, por todos os modos, salvar alguns. 23 Tudo faço por causa do evangelho, com o fim de me tornar cooperador com ele.’]2). Ele sabia se adaptar ao ambiente em que estava e aprendeu a apresentar a mensagem de maneira a preencher, da melhor forma, as necessidades daqueles a quem procurava alcançar.”1

“Qual é a melhor maneira de nos misturarmos com a comunidade visando alcançá-la para Deus? Que preparação devemos fazer para realizar essa tarefa?”1

Fortaleça sua experiência com Deus.
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Domingo, 11 de setembro de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÕES da escola sabatina. O papel da igreja na comunidade. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Jul. Ago. Set. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Ministério urbano no tempo do fim

Lições da Bíblia

“Busquem a prosperidade da cidade para a qual Eu os deportei e orem ao Senhor em favor dela, porque a prosperidade de vocês depende da prosperidade dela” (Jr 29:7, NVI).1

“As três mensagens angélicas precisam ser levadas a todos os lugares (Ap 14:6). Visto que muitas pessoas moram nas cidades, precisamos ir às cidades.”1

“Na verdade, a urgência quanto ao trabalho nas cidades se intensificou em 2007, quando os peritos em estatística das Nações Unidas declararam que, pela primeira vez nos registros da História, a maioria da população do mundo vivia em áreas metropolitanas. Hoje o ministério urbano se tornou a questão central para a estratégia missionária da igreja adventista.”1

“Em muitos países, os esforços missionários da igreja realizaram mais nas pequenas cidades e nas áreas rurais fora das regiões metropolitanas do que nas grandes cidades. Pesquisas têm demonstrado que em alguns complexos urbanos importantes a maioria das pessoas nunca ouviu falar da igreja adventista e, portanto, nada sabe a respeito das ‘três mensagens angélicas’.”1

Por isso, fica claro que, para alcançar o mundo, precisamos alcançar as cidades.

Introdução ao tema da Lição desta semana, comentários do autor.

 

Leve esperança para sua comunidade. Dedique seu tempo e recursos à Assistência Social Adventista.
Torne o Mutirão de Natal um estilo de vida em sua igreja.

Sábado, 10 de setembro de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÕES da escola sabatina. O papel da igreja na comunidade. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Jul. Ago. Set. 2016. Adulto, Professor.

Jesus ordenava: “Segue-Me”– Estudo adicional

Lições da Bíblia

Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

 

Estudo adicional

“Leia Sl 77:20; Os 11:4; 2Co 5:11-21. Leia, de Ellen G. White, ‘Ensinando e Curando’ e ‘Auxílio na Vida Diária’, em A Ciência do Bom Viver, p. 139-146, 469-470; ‘A Esperança da Vida’ e ‘Um Convite Generoso’, emParábolas de Jesus, p. 185-197, 228-237.”1

“Havia um jovem que amava o Senhor e desejava falar aos outros sobre Jesus. Articulado, carismático, ele era uma poderosa testemunha. Contudo, havia um problema: ele tinha medo de pedir às pessoas que se entregassem a Jesus. Isso surpreendia outros membros da igreja porque, em todos os outros aspectos, ele parecia muito ousado em favor do Senhor. Quando lhe perguntaram sobre esse assunto, ele disse que aquele não era o seu dom. Ele gostava de semear, mas deixava para outros a tarefa de colher. Porém, após algum tempo ele confessou que seu maior medo era o de ser rejeitado. Ele se sentia um pouco inadequado como testemunha do Senhor (o que, em alguns casos, pode ser uma coisa boa) e, por isso, tinha medo de que as pessoas não se entregassem a Jesus quando ele fizesse o apelo para uma decisão. Outras pessoas da igreja lhe explicaram que a tarefa de testemunhar não diz respeito a nós, mas a Jesus. Somos imperfeitos. Embora possamos conduzir as pessoas a Jesus, não podemos desempenhar o papel do Espírito Santo, que é o único que pode trazer convicção e conversão. Porém, devemos ser os canais para que o amor de Cristo chegue aos outros.”1

Perguntas para reflexão

“1. João 1:9 fala sobre ‘a verdadeira luz, que, vinda ao mundo, ilumina todo homem’. Será que o Senhor está procurando alcançar todas as pessoas com a salvação?”1

“2. Sua igreja é amigável para com os visitantes? O que vocês poderiam melhorar quanto à maneira de lidar com os novos amigos que entram na igreja?”1

“3. Sua igreja recebeu uma visita de alguém que simplesmente passava na rua no momento do culto? Como os fiéis reagiram? Como o visitante foi recebido?”1

“4. Na classe, peça que os alunos contem suas histórias de conversão. De que maneira eles as têm usado, ou poderiam usá-las, como um testemunho aos outros?”1

Sexta-feira, 09 de setembro de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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