O fim

Lições da Bíblia

“Disse-lhe Jesus: Eu Sou a ressurreição e a vida. Quem crê em Mim, ainda que morra, viverá” (Jo 11:25).

“Alunos de redação aprendem sobre a importância de uma boa conclusão para textos e obras. É preciso dar à história uma conclusão satisfatória, principalmente no gênero ficção, em que tudo é inventado. Porém, uma boa conclusão é importante até mesmo nos livros de não ficção.”1

“Mas, e na vida real, que envolve seres humanos de verdade, longe das páginas dos livros ou dos roteiros de cinema? Que espécie de conclusão vemos em nossas histórias pessoais? As ‘pontas soltas’ são bem ‘amarradas’, como em uma boa obra literária?”1

“Parece que esse não é o nosso caso. Como nossas histórias poderiam ter um final feliz se elas sempre acabam em morte? Nesse sentido, nunca temos um final feliz. Afinal, que alegria encontramos na morte?”1

“Isso também vale para a história de Jó. Embora a conclusão de seu livro apresente um final feliz, pelo menos em contraste com tudo que Jó sofreu, as coisas não foram tão bem assim, pois sua história também terminou em morte. Ao iniciar o estudo do livro de Jó, começaremos pelo final, que levanta questões sobre nosso próprio fim, não apenas aqui, mas para a eternidade.”1

Introdução ao tema da Lição desta semana, comentários do autor.

 

O Mutirão de Natal deste ano terá início no mês de outubro.
Deixe o amor de Deus usar sua igreja em lindas ações de generosidade.

Sábado, 24 de setembro de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÕES da escola sabatina. O livro de Jó. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 486, Out. Nov. Dez. 2016. Adulto, Professor.

Como devemos esperar? – Estudo adicional

Lições da Bíblia

Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

 

Estudo adicional

“Leia Mateus 5:16; Colossenses 3:17; Hebreus 13:15, 16. Leia, de Ellen G. White, ‘No Monte das Oliveiras’ e ‘Um Destes Meus Pequeninos Irmãos’, em O Desejado de Todas as Nações, p. 627-636, 637-641.”1

“Se as pessoas usam frequentemente a desculpa do mal para rejeitar a Deus, certamente elas têm muitas desculpas agora, e terão cada vez mais ao nos aproximarmos do fim. Assim, torna-se ainda mais importante que os Seus seguidores reflitam Seu caráter e ajudem as pessoas a ter uma visão melhor de como Deus é.”

“‘Se nos humilhássemos perante Deus, e fôssemos bondosos e corteses, compassivos e piedosos, haveria uma centena de conversões à verdade onde agora há apenas uma’ (Ellen G. White, Testemunhos para a Igreja, v. 9, p. 189). Enquanto aguardamos a segunda vinda de Cristo, Ele espera que os membros de Sua igreja preguem e vivam o evangelho completo; que se dediquem e invistam seus recursos em Sua obra; que amem e respeitem as pessoas, e cuidem delas.”1

Perguntas para reflexão

“1. A grande pergunta para os cristãos não é: ‘As obras têm algum papel na fé cristã?’ É claro que têm! A pergunta é: ‘Se as obras não podem nos salvar, então qual é o papel delas na fé cristã?’ Como respondemos a essa pergunta, especialmente no contexto de alcançar as pessoas necessitadas e servi-las?”1

“2. O que estamos fazendo que demonstra a nossa crença na segunda vinda de Cristo? Por que devemos ser diferentes dos que não creem em Sua vinda?”1

Sexta-feira, 23 de setembro de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÕES da escola sabatina. O papel da igreja na comunidade. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Jul. Ago. Set. 2016. Adulto, Professor.

A espera terminou

Lições da Bíblia

“Muitos anos atrás, o escritor inglês Charles Dickens escreveu um livro chamado Um Conto de Duas Cidades. Essas duas cidades eram Londres e Paris. Em certo sentido, poderia ser dito que a Bíblia é também uma história de duas cidades. Nesse caso, as duas cidades são Babilônia e Jerusalém.”1

“Em Apocalipse 14:8 e no capítulo 18, o apóstolo João descreve Babilônia. Ela tem sido morada de demônios e covil de espíritos imundos. Tem feito com que todas as nações cometam adultério espiritual. Seu destino já foi pronunciado, e já foi declarado que ela ‘caiu’. Essa cidade, símbolo do mal, da apostasia e da rebelião contra Deus, será um dia derrotada e destruída.”1

“6. Leia Apocalipse 21:1-4. Qual é a diferença entre a Nova Jerusalém e Babilônia?”1

“1 Vi novo céu e nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe. 2 Vi também a cidade santa, a nova Jerusalém, que descia do céu, da parte de Deus, ataviada como noiva adornada para o seu esposo. 3 Então, ouvi grande voz vinda do trono, dizendo: Eis o tabernáculo de Deus com os homens. Deus habitará com eles. Eles serão povos de Deus, e Deus mesmo estará com eles. 4 E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram.” (Apocalipse 21:1-4 ARA).

“Jerusalém é uma cidade santa e gloriosa, a cidade de Deus, que descerá do Céu, e nela os salvos habitarão com o Senhor: O tabernáculo de Deus com os homens. Ali não haverá maldade nem sofrimento. Babilônia é a morada de demônios e covil de espíritos imundos. Ela faz com que as nações cometam adultério espiritual. Seu destino já foi pronunciado, e já foi declarado que ela ‘caiu’. É o símbolo do mal, da apostasia e da rebelião contra Deus. Ela será um dia derrotada e destruída. É o centro do egoísmo e dos adultérios espirituais de Satanás e seus seguidores.”1

“A segunda cidade é a Nova Jerusalém, a Cidade Santa, descrita em Apocalipse 21 e 22. Essa cidade abriga aqueles que escolheram o Noivo e rejeitaram o egoísmo e os adultérios espirituais de Satanás e seus seguidores. Pela graça de Deus, os redimidos guardaram Seus mandamentos e refletiram a fé de Jesus (Ap 14:12). Sua paciente perseverança e seu fervor para abraçar o ministério de Jesus permitiu que eles experimentassem a alegria do reino do Céu enquanto viviam na Terra. Foram salvos por meio da fé em Jesus; unicamente Sua justiça os tornou dignos do Céu. Sua preocupação com os ‘pequeninos’ (Mt 25:40) foi a manifestação externa dessa fé salvadora.”1

“Pelo sangue do Cordeiro (Apocalipse 5), o papel da igreja em compassiva restauração se transformou numa jubilosa comemoração (ver Ap 5:13, 14). Nessa feliz e santa cidade, Deus ‘lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram’ (Ap 21:4). A verdadeira paz foi restaurada. Ocorreu a plena restauração da imagem de Deus nos aspectos mental, espiritual e físico. O grande conflito está terminado, e ‘desde o minúsculo átomo até o maior dos mundos, todas as coisas, animadas e inanimadas, em sua serena beleza e perfeito gozo, declaram que Deus é amor’ (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 678).”1

“Leia Apocalipse 22:21 [‘A graça do Senhor Jesus seja com todos.’]. De que forma esse verso, o último da Bíblia, descreve a essência de tudo aquilo em que cremos?”1

Quinta-feira, 22 de setembro de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÕES da escola sabatina. O papel da igreja na comunidade. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Jul. Ago. Set. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Preparação para a colheita final enquanto esperamos

Lições da Bíblia

“Jesus usou a linguagem da agricultura em Seu ensino sobre o reino, como foi mencionado na Lição 5. Como vimos, a agricultura não é meramente um evento; é um processo que exige paciência! É um ciclo que se repete regularmente, com diferentes estágios e diferentes tarefas para diferentes pessoas, em diferentes momentos. Precisamos estar abertos à direção do Espírito Santo e às providências de Deus em relação à maneira pela qual podemos ser usados pelo Senhor no processo de preparar o solo, plantar as sementes e fazer a colheita.”1

“4. Leia João 4:35-38. Que tipo de ilustração foi usada nesse texto, e qual é a mensagem para nós a respeito da maneira de trabalhar em favor dos outros?”1

“35 Não dizeis vós que ainda há quatro meses até à ceifa? Eu, porém, vos digo: erguei os olhos e vede os campos, pois já branquejam para a ceifa. 36 O ceifeiro recebe desde já a recompensa e entesoura o seu fruto para a vida eterna; e, dessarte, se alegram tanto o semeador como o ceifeiro. 37 Pois, no caso, é verdadeiro o ditado: Um é o semeador, e outro é o ceifeiro. 38 Eu vos enviei para ceifar o que não semeastes; outros trabalharam, e vós entrastes no seu trabalho.” (João 4:35-38 ARA)2.

“O semeador, o ceifeiro e a ceifa. Podemos nos enganar quanto ao tempo certo para a colheita de pessoas para o reino de Deus. Por isso, precisamos orar, buscar a sabedoria divina e trabalhar, evitando dois erros no cumprimento da missão: colheita prematura e colheita tardia. Devemos confiar em Deus e nas outras pessoas que participam dessa tarefa.”1

“O fato é que não conhecemos o coração das pessoas. Não sabemos como o Espírito Santo tem trabalhado na vida delas. Poderíamos olhar para várias pessoas e pensar que ainda falta muito para que elas estejam prontas para a colheita, quando, na realidade, tudo o que é necessário é que alguém faça um apelo para que se entreguem a Jesus. Há uma batalha pelo coração e pela mente de todo ser humano, e Deus está nos chamando para ajudar as pessoas a aceitar a salvação.”1

“5. Leia 1 Coríntios 3:6-8. Qual é a mensagem desses versos no contexto da obra missionária?”1

“6 Eu plantei, Apolo regou; mas o crescimento veio de Deus. 7 De modo que nem o que planta é alguma coisa, nem o que rega, mas Deus, que dá o crescimento. 8 Ora, o que planta e o que rega são um; e cada um receberá o seu galardão, segundo o seu próprio trabalho.” (1 Coríntios 3:6-8 ARA)2.

“A conversão e o crescimento espiritual são obras realizadas por Deus. Nesse processo, o Senhor utiliza instrumentos diferentes, com habilidades diferentes e funções diferentes, mas todos com um mesmo propósito: ajudar no cumprimento da missão de salvar pessoas. Todo o mérito e toda a glória pertencem a Deus. Cada trabalhador receberá uma recompensa de acordo com o seu trabalho.”1 

“A seu próprio modo, Paulo repetiu a ideia que Jesus havia apresentado no exemplo anterior. A obra missionária é como o trabalho de um agricultor. Embora não estejamos todos fazendo as mesmas tarefas, nosso trabalho é uma parte essencial do processo de alcançar as pessoas e conquistá-las para Deus. Ainda que sejamos usados por Deus em várias funções, somente Ele pode converter alguém.”1

“Como podemos ser gratos e humildes em relação ao papel que Deus nos deu na obra de alcançar os outros? Por que isso é um privilégio?”1

Quarta-feira, 21 de setembro de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÕES da escola sabatina. O papel da igreja na comunidade. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Jul. Ago. Set. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

A missão da igreja enquanto esperamos

Lições da Bíblia

“3. Leia Tiago 2:14-26. De que maneira esses versos resumem quem somos e por que estamos aqui?”1

“14 Meus irmãos, qual é o proveito, se alguém disser que tem fé, mas não tiver obras? Pode, acaso, semelhante fé salvá-lo? 15 Se um irmão ou uma irmã estiverem carecidos de roupa e necessitados do alimento cotidiano, 16 e qualquer dentre vós lhes disser: Ide em paz, aquecei-vos e fartai-vos, sem, contudo, lhes dar o necessário para o corpo, qual é o proveito disso? 17 Assim, também a fé, se não tiver obras, por si só está morta. 18 Mas alguém dirá: Tu tens fé, e eu tenho obras; mostra-me essa tua fé sem as obras, e eu, com as obras, te mostrarei a minha fé. 19 Crês, tu, que Deus é um só? Fazes bem. Até os demônios crêem e tremem. 20 Queres, pois, ficar certo, ó homem insensato, de que a fé sem as obras é inoperante? 21 Não foi por obras que Abraão, o nosso pai, foi justificado, quando ofereceu sobre o altar o próprio filho, Isaque? 22 Vês como a fé operava juntamente com as suas obras; com efeito, foi pelas obras que a fé se consumou, 23 e se cumpriu a Escritura, a qual diz: Ora, Abraão creu em Deus, e isso lhe foi imputado para justiça; e: Foi chamado amigo de Deus. 24 Verificais que uma pessoa é justificada por obras e não por fé somente. 25 De igual modo, não foi também justificada por obras a meretriz Raabe, quando acolheu os emissários e os fez partir por outro caminho? 26 Porque, assim como o corpo sem espírito é morto, assim também a fé sem obras é morta.” (Tiago 2:14-26 ARA)2.

“Somos filhos de Deus, salvos por uma fé eficaz, que atua por amor. A fé se manifesta em obras que revelam o amor de Deus e cumprem a missão de salvar.”1

“No estudo de domingo, os discípulos começaram destacando a beleza do edifício do templo. Jesus lhes dirigiu a atenção para as condições da igreja internamente e para sua missão em relação a um mundo que caminhava para o fim. O fato é que a igreja existe porque há uma missão, e não o contrário.”1

“A missão da igreja adventista, expressa no Livro de Praxes da Igreja Adventista do Sétimo Dia (V 04 20), é ‘fazer discípulos de todos os povos, comunicando o evangelho eterno [o evangelho do reino (Mt 24:14)] no contexto das três mensagens angélicas de Apocalipse 14:6-12, levando-os a aceitar Jesus como Salvador pessoal e a se unirem à Sua igreja remanescente, discipulando-os para servi-Lo como Senhor e preparando-os para Sua breve volta’. Para que essa missão seja realizada, os métodos sugeridos são pregar, ensinar e curar. No item ‘Curar’, o Livro de Praxes diz: ‘Confirmando os princípios bíblicos do bem-estar da pessoa toda, tornamos a preservação da saúde e a cura dos doentes uma prioridade e, através de nosso ministério em favor dos pobres e oprimidos, cooperamos com o Criador em Sua compassiva obra de restauração.’”1

“O estudo deste trimestre começou com o conceito de que Jesus deseja restaurar Sua imagem na humanidade e capacitar-nos, como Seus seguidores, a ser instrumentos de restauração integral em nossas comunidades. ‘O mundo necessita atualmente daquilo que ele necessitava há mil e novecentos anos: a revelação de Cristo. É preciso uma grande obra de reforma, e é unicamente mediante a graça de Cristo que a obra de restauração física, mental e espiritual se pode efetuar” (Ellen G. White, A Ciência do Bom Viver, p. 143).”1

“Após assistir a um seminário que apresentou o ministério de Jesus como modelo e missão para Sua igreja no fim dos tempos, um membro de igreja fez a seguinte declaração: ‘Em nossa parte do mundo, não somos muito abertos a novas ideias e a novas maneiras de fazer as coisas. Mas o que ouvimos nesta semana a respeito de seguir o método do ministério de Jesus, na verdade não é algo novo. É uma ideia antiga. Só havíamos nos esquecido dela.’”

“‘A fé sem obras é morta.’ Como você descobriu a realidade da íntima associação entre fé e obras? As obras podem aumentar nossa fé?”1

Terça-feira, 20 de setembro de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÕES da escola sabatina. O papel da igreja na comunidade. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Jul. Ago. Set. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Reavivamento e reforma enquanto esperamos

Lições da Bíblia

“2. Leia 2 Pedro 3. Resuma os ensinos desse capítulo a respeito do reavivamento e reforma. Como esses versos se encaixam no assunto que estudamos neste trimestre?”1

“1 Amados, esta é, agora, a segunda epístola que vos escrevo; em ambas, procuro despertar com lembranças a vossa mente esclarecida, 2 para que vos recordeis das palavras que, anteriormente, foram ditas pelos santos profetas, bem como do mandamento do Senhor e Salvador, ensinado pelos vossos apóstolos, 3 tendo em conta, antes de tudo, que, nos últimos dias, virão escarnecedores com os seus escárnios, andando segundo as próprias paixões 4 e dizendo: Onde está a promessa da sua vinda? Porque, desde que os pais dormiram, todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação. 5 Porque, deliberadamente, esquecem que, de longo tempo, houve céus bem como terra, a qual surgiu da água e através da água pela palavra de Deus, 6 pela qual veio a perecer o mundo daquele tempo, afogado em água. 7 Ora, os céus que agora existem e a terra, pela mesma palavra, têm sido entesourados para fogo, estando reservados para o Dia do Juízo e destruição dos homens ímpios. 8 Há, todavia, uma coisa, amados, que não deveis esquecer: que, para o Senhor, um dia é como mil anos, e mil anos, como um dia. 9 Não retarda o Senhor a sua promessa, como alguns a julgam demorada; pelo contrário, ele é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento. 10 Virá, entretanto, como ladrão, o Dia do Senhor, no qual os céus passarão com estrepitoso estrondo, e os elementos se desfarão abrasados; também a terra e as obras que nela existem serão atingidas. 11 Visto que todas essas coisas hão de ser assim desfeitas, deveis ser tais como os que vivem em santo procedimento e piedade, 12 esperando e apressando a vinda do Dia de Deus, por causa do qual os céus, incendiados, serão desfeitos, e os elementos abrasados se derreterão. 13 Nós, porém, segundo a sua promessa, esperamos novos céus e nova terra, nos quais habita justiça. 14 Por essa razão, pois, amados, esperando estas coisas, empenhai-vos por serdes achados por ele em paz, sem mácula e irrepreensíveis, 15 e tende por salvação a longanimidade de nosso Senhor, como igualmente o nosso amado irmão Paulo vos escreveu, segundo a sabedoria que lhe foi dada, 16 ao falar acerca destes assuntos, como, de fato, costuma fazer em todas as suas epístolas, nas quais há certas coisas difíceis de entender, que os ignorantes e instáveis deturpam, como também deturpam as demais Escrituras, para a própria destruição deles. 17 Vós, pois, amados, prevenidos como estais de antemão, acautelai-vos; não suceda que, arrastados pelo erro desses insubordinados, descaiais da vossa própria firmeza; 18 antes, crescei na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. A ele seja a glória, tanto agora como no dia eterno.” (2 Pedro 3 ARA)2.

“Em um tempo de zombaria e incredulidade, o estudo da Bíblia relembra e reafirma os ensinos dos profetas e mandamentos do Senhor; as manifestações de juízo do passado sugerem que ocorrerão novas ações divinas. A aparente demora é uma oportunidade para o arrependimento e reforma. Esse é o desejo de Deus para nós, porque Ele quer que todos sejam salvos e deseja nos usar para alcançar outras pessoas. Nossos deveres: ser santos e piedosos, esperando e apressando a vinda de Cristo; estar empenhados para ser achados em paz, sem mácula e irrepreensíveis; ter cuidado com os enganos dos últimos dias; crescer na graça e no conhecimento de Jesus.”1

“Odesejo de Deus é que ‘todos cheguem ao arrependimento’ (2 Pe 3:9). Embora não possamos fazer a obra do Espírito Santo em conduzir as pessoas ao arrependimento, somos chamados a levar-lhes a mensagem de salvação que, se aceitarem, as levará ao arrependimento.”1

“Nós também, como membros da igreja, precisamos ter uma atitude de arrependimento, que é parte do processo de reavivamento e reforma. Reavivamento significa voltar à vida, ser renovado, restaurado. Reforma significa ser remodelado, formado novamente, para ser uma nova criação (2 Co 5:17, NVI). ‘Um reavivamento da verdadeira piedade entre nós, eis a maior e a mais urgente de todas as nossas necessidades. Buscá-lo, deve ser nossa primeira ocupação’ (Ellen G. White,Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 121).”1

“As passagens a respeito de como devemos esperar, mencionadas ontem, ilustram as condições e os resultados do reavivamento e da reforma. Por exemplo, as dez virgens precisavam ser reavivadas, despertadas do sono (Mt 25:1-13). As virgens insensatas precisavam aumentar sua capacidade de receber o Espírito Santo na vida. Quando nos humilhamos, morremos para o eu, oramos com altruísmo, estudamos a Palavra de Deus e a comunicamos aos outros por meio de palavras e atos de amor, aumentamos nossa capacidade para receber a plenitude do Espírito Santo no poder da chuva serôdia. Contudo, é possível estudar a Bíblia por horas e, mesmo assim, continuar sendo uma pessoa egoísta. Poderíamos orar pelo reavivamento e pela chuva serôdia, mas, de modo egoísta, desejá-los apenas para nós. O reavivamento sempre leva a uma preocupação altruísta pelos outros. Quando recebermos a plenitude do Espírito Santo seremos reformados e transformados em discípulos fervorosos, concentrados na missão e no serviço.”1

“Precisamos de reavivamento e de reforma em nossas orações, no estudo da Bíblia e na ênfase em pedir o Espírito Santo na abundância da chuva serôdia. Mas, como igreja, precisamos também de reavivamento e reforma em nossas atitudes e métodos. Precisamos de espiritualidade e de mudança em nossa atitude e em nossos atos para com os ‘pequeninos’. Tudo isso é enfatizado na lição deste trimestre.”1

“Como podemos evitar a indiferença em relação à segunda vinda de Jesus? Isto é, à medida que os anos passam, como podemos manter sempre diante de nós a realidade e a urgência da volta do Senhor?”1

Segunda-feira, 19 de setembro de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÕES da escola sabatina. O papel da igreja na comunidade. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Jul. Ago. Set. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Enquanto esperamos a vinda de Jesus

Lições da Bíblia

“Os discípulos haviam acabado de admirar a gloriosa cena dos raios do sol refletidos do templo. Jesus, desejando dirigir a atenção deles para as realidades que a igreja cristã enfrentaria no futuro próximo e no fim dos tempos, enigmaticamente lhes deu uma dose de realidade ao dizer: ‘Vocês estão vendo tudo isto? […] Eu lhes garanto que não ficará aqui pedra sobre pedra; serão todas derrubadas’ (Mt 24:2, NVI). Surpresos com o comentário dEle, os discípulos perguntaram: ‘Dize-nos, quando acontecerão essas coisas? E qual será o sinal da Tua vinda e do fim dos tempos?’ (Mt 24:3, NVI). Em Mateus 24:4-31, Jesus mencionou as coisas que aconteceriam no mundo antes de Sua vinda.”1

“Ao revelar os sinais, Jesus advertiu que ainda não seria o fim (Mt 24:6) e que ‘essas coisas [seriam] como as primeiras dores de parto’ (Mt 24:8, NTLH). A resposta direta à pergunta dos discípulos vem no verso 14: ‘E este evangelho do Reino será pregado em todo o mundo como testemunho a todas as nações, e então virá o fim’ (Mt 24:14, NVI).”1

“Nesse discurso, os primeiros 35 versos de Mateus 24 nos motivam a levar os sinais a sério, mas Jesus também nos diz como devemos esperar o ‘fim dos tempos’ (Mt 24:3, NVI). Em outras palavras, não devemos ficar apenas sentados esperando que Ele venha, como quando ficamos sentados na parada esperando um ônibus. Não! Temos muita coisa para fazer enquanto esperamos a segunda vinda do Senhor.”1

“1. Leia Mateus 24:36–25:46. Cada uma dessas parábolas fala sobre o que o povo de Deus deve fazer enquanto espera a segunda vinda de Jesus. Em essência, o que o Senhor está dizendo nessas parábolas? Individualmente, e como igreja, estamos seguindo corretamente as instruções do Senhor em cada uma delas?”1

“36 Mas a respeito daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, senão o Pai. 37 Pois assim como foi nos dias de Noé, também será a vinda do Filho do Homem. 38 Porquanto, assim como nos dias anteriores ao dilúvio comiam e bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, 39 e não o perceberam, senão quando veio o dilúvio e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do Homem. 40 Então, dois estarão no campo, um será tomado, e deixado o outro; 41 duas estarão trabalhando num moinho, uma será tomada, e deixada a outra. 42 Portanto, vigiai, porque não sabeis em que dia vem o vosso Senhor. 43 Mas considerai isto: se o pai de família soubesse a que hora viria o ladrão, vigiaria e não deixaria que fosse arrombada a sua casa. 44 Por isso, ficai também vós apercebidos; porque, à hora em que não cuidais, o Filho do Homem virá. 45 Quem é, pois, o servo fiel e prudente, a quem o senhor confiou os seus conservos para dar-lhes o sustento a seu tempo? 46 Bem-aventurado aquele servo a quem seu senhor, quando vier, achar fazendo assim. 47 Em verdade vos digo que lhe confiará todos os seus bens. 48 Mas, se aquele servo, sendo mau, disser consigo mesmo: Meu senhor demora-se, 49 e passar a espancar os seus companheiros e a comer e beber com ébrios, 50 virá o senhor daquele servo em dia em que não o espera e em hora que não sabe 51 e castigá-lo-á, lançando-lhe a sorte com os hipócritas; ali haverá choro e ranger de dentes. […] 1 Então, o reino dos céus será semelhante a dez virgens que, tomando as suas lâmpadas, saíram a encontrar-se com o noivo. 2 Cinco dentre elas eram néscias, e cinco, prudentes. 3 As néscias, ao tomarem as suas lâmpadas, não levaram azeite consigo; 4 no entanto, as prudentes, além das lâmpadas, levaram azeite nas vasilhas. 5 E, tardando o noivo, foram todas tomadas de sono e adormeceram. 6 Mas, à meia-noite, ouviu-se um grito: Eis o noivo! Saí ao seu encontro! 7 Então, se levantaram todas aquelas virgens e prepararam as suas lâmpadas. 8 E as néscias disseram às prudentes: Dai-nos do vosso azeite, porque as nossas lâmpadas estão-se apagando. 9 Mas as prudentes responderam: Não, para que não nos falte a nós e a vós outras! Ide, antes, aos que o vendem e comprai-o. 10 E, saindo elas para comprar, chegou o noivo, e as que estavam apercebidas entraram com ele para as bodas; e fechou-se a porta. 11 Mais tarde, chegaram as virgens néscias, clamando: Senhor, senhor, abre-nos a porta! 12 Mas ele respondeu: Em verdade vos digo que não vos conheço. 13 Vigiai, pois, porque não sabeis o dia nem a hora. 14 Pois será como um homem que, ausentando-se do país, chamou os seus servos e lhes confiou os seus bens. 15 A um deu cinco talentos, a outro, dois e a outro, um, a cada um segundo a sua própria capacidade; e, então, partiu. 16 O que recebera cinco talentos saiu imediatamente a negociar com eles e ganhou outros cinco. 17 Do mesmo modo, o que recebera dois ganhou outros dois. 18 Mas o que recebera um, saindo, abriu uma cova e escondeu o dinheiro do seu senhor. 19 Depois de muito tempo, voltou o senhor daqueles servos e ajustou contas com eles. 20 Então, aproximando-se o que recebera cinco talentos, entregou outros cinco, dizendo: Senhor, confiaste-me cinco talentos; eis aqui outros cinco talentos que ganhei. 21 Disse-lhe o senhor: Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor. 22 E, aproximando-se também o que recebera dois talentos, disse: Senhor, dois talentos me confiaste; aqui tens outros dois que ganhei. 23 Disse-lhe o senhor: Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor. 24 Chegando, por fim, o que recebera um talento, disse: Senhor, sabendo que és homem severo, que ceifas onde não semeaste e ajuntas onde não espalhaste, 25 receoso, escondi na terra o teu talento; aqui tens o que é teu. 26 Respondeu-lhe, porém, o senhor: Servo mau e negligente, sabias que ceifo onde não semeei e ajunto onde não espalhei? 27 Cumpria, portanto, que entregasses o meu dinheiro aos banqueiros, e eu, ao voltar, receberia com juros o que é meu. 28 Tirai-lhe, pois, o talento e dai-o ao que tem dez. 29 Porque a todo o que tem se lhe dará, e terá em abundância; mas ao que não tem, até o que tem lhe será tirado. 30 E o servo inútil, lançai-o para fora, nas trevas. Ali haverá choro e ranger de dentes. 31 Quando vier o Filho do Homem na sua majestade e todos os anjos com ele, então, se assentará no trono da sua glória; 32 e todas as nações serão reunidas em sua presença, e ele separará uns dos outros, como o pastor separa dos cabritos as ovelhas; 33 e porá as ovelhas à sua direita, mas os cabritos, à esquerda; 34 então, dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai! Entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo. 35 Porque tive fome, e me destes de comer; tive sede, e me destes de beber; era forasteiro, e me hospedastes; 36 estava nu, e me vestistes; enfermo, e me visitastes; preso, e fostes ver-me. 37 Então, perguntarão os justos: Senhor, quando foi que te vimos com fome e te demos de comer? Ou com sede e te demos de beber? 38 E quando te vimos forasteiro e te hospedamos? Ou nu e te vestimos? 39 E quando te vimos enfermo ou preso e te fomos visitar? 40 O Rei, respondendo, lhes dirá: Em verdade vos afirmo que, sempre que o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes. 41 Então, o Rei dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos. 42 Porque tive fome, e não me destes de comer; tive sede, e não me destes de beber; 43 sendo forasteiro, não me hospedastes; estando nu, não me vestistes; achando-me enfermo e preso, não fostes ver-me. 44 E eles lhe perguntarão: Senhor, quando foi que te vimos com fome, com sede, forasteiro, nu, enfermo ou preso e não te assistimos? 45 Então, lhes responderá: Em verdade vos digo que, sempre que o deixastes de fazer a um destes mais pequeninos, a mim o deixastes de fazer. 46 E irão estes para o castigo eterno, porém os justos, para a vida eterna.” (Mateus 24:36–25:46 ARA)2.

“Mesmo não sabendo quando Jesus voltará, temos sinais da proximidade de Sua vinda e temos orientações para nos prepararmos para esse dia: devemos acreditar na profecia e abandonar o pecado; vigiar para que não sejamos surpreendidos; ser fiéis e prudentes em nosso dever para com o Senhor e os nossos companheiros de missão, evitando a maldade, a negligência e o vício; ter a Palavra e o Espírito no coração; desenvolver os talentos e usá-los para o crescimento do reino de Deus; usar nosso tempo, recursos e energia para suprir as necessidades dos mais pequeninos.”1

“Nos textos citados, Jesus começou a exortar Seus discípulos sobre a maneira pela qual Seus verdadeiros seguidores irão esperar Sua volta. Durante esse período os discípulos de Jesus estarão sempre preparados. Enquanto esperam, mostrarão amor, cuidado e respeito uns aos outros; permanecerão vigiando, se prepararão com antecedência e terão responsabilidade para com sua própria condição espiritual. Multiplicarão os recursos que Deus colocou em suas mãos, investirão talentos e dinheiro na causa de Deus, respeitarão o verdadeiro caráter de seu Deus de amor e se importarão com os ‘pequeninos’.”1

Domingo, 18 de setembro de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÕES da escola sabatina. O papel da igreja na comunidade. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Jul. Ago. Set. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Como devemos esperar?

Lições da Bíblia

“Nunca lhes falte o zelo, sejam fervorosos no espírito, sirvam ao Senhor. Alegrem-se na esperança, sejam pacientes na tribulação, perseverem na oração. Compartilhem o que vocês têm com os santos em suas necessidades. Pratiquem a hospitalidade” (Rm 12:11-13, NVI).1

“Por vários anos, antes do terremoto de São Francisco em 1906, as igrejas adventistas de São Francisco e Oakland, na Califórnia, foram ativas. Os membros estavam envolvidos em visitar os doentes e os necessitados. Encontravam lares para os órfãos e trabalho para os desempregados. Atendiam aos doentes e ensinavam a Bíblia de casa em casa. Distribuíam literatura e davam aulas sobre vida saudável. Tinham também uma escola para as crianças no porão do prédio em que ocorriam as reuniões religiosas, na Rua Laguna. Eram mantidos um lar para trabalhadores e uma missão de atendimento médico. Havia uma loja de produtos saudáveis junto com uma lanchonete vegetariana. Faziam trabalho missionário nos navios do porto da localidade, e os pastores realizavam reuniões em grandes salões da cidade.”1

“Ellen G. White chamou essas igrejas de duas ‘colmeias’ e ficou entusiasmada com o trabalho delas (Advent Review and Sabbath Herald, 5 de julho de 1900). Nosso Senhor voltará! A questão importante é: O que estamos fazendo enquanto esperamos? Dessa resposta depende o destino das pessoas.”1

Chegou o momento de realizar o Batismo da Primavera.
Faça uma festa espiritual em sua igreja para celebrar as decisões ao lado de Cristo.

Sábado, 17 de setembro de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÕES da escola sabatina. O papel da igreja na comunidade. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Jul. Ago. Set. 2016. Adulto, Professor.