A vida de oração de Jesus

Lições da Bíblia

“Entre as muitas vezes que Jesus orou, algumas estão registradas apenas em Lucas. Note os seguintes incidentes que mostram Jesus em oração durante momentos importantes de Sua vida.”1

“1. Jesus orou em Seu batismo [‘E aconteceu que, ao ser todo o povo batizado, também o foi Jesus; e, estando ele a orar, o céu se abriu,’ (Lunas 3:21 ARA)2.] ‘Nova e importante fase se abria diante dEle. Entrava então, em mais amplo círculo, no conflito de Sua vida’ (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 111). Ele não ousou começar sem oração aquele estágio mais amplo de Seu ministério público, que acabaria levando-­­O à cruz do Calvário.”1

“2. Jesus orou antes de escolher Seus 12 discípulos [‘12 Naqueles dias, retirou-se para o monte, a fim de orar, e passou a noite orando a Deus. 13 E, quando amanheceu, chamou a si os seus discípulos e escolheu doze dentre eles, aos quais deu também o nome de apóstolos:’ (Lucas 6:12, 13 ARA). Nenhum líder escolhe seus seguidores ao acaso. Mas Jesus não estava apenas escolhendo seguidores; estava escolhendo aqueles que entenderiam Sua pessoa e Sua missão e se identificariam completamente com elas. ‘Seu encargo era o mais importante a que já haviam sido chamados seres humanos, sendo-lhe superior apenas o do próprio Cristo’ (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 291).”1

“3. Jesus orou por Seus discípulos [‘Estando ele orando à parte, achavam-se presentes os discípulos, a quem perguntou: Quem dizem as multidões que sou eu?’ (Lucas 9:18 ARA)2]. O discipulado exige dedicação absoluta a Jesus e compreensão de Sua identidade. A fim de que os Doze pudessem saber quem Ele era, Jesus esteve ‘orando à parte’ e, depois disso, os desafiou com a pergunta crucial: ‘Mas vós, […] quem dizeis que Eu sou?’ (Lc 9:20).”1

“4. Jesus orou antes de Sua transfiguração [‘28 Cerca de oito dias depois de proferidas estas palavras, tomando consigo a Pedro, João e Tiago, subiu ao monte com o propósito de orar. 29 E aconteceu que, enquanto ele orava, a aparência do seu rosto se transfigurou e suas vestes resplandeceram de brancura. 30 Eis que dois varões falavam com ele: Moisés e Elias, 31 os quais apareceram em glória e falavam da sua partida, que ele estava para cumprir em Jerusalém. 32 Pedro e seus companheiros achavam-se premidos de sono; mas, conservando-se acordados, viram a sua glória e os dois varões que com ele estavam. 33 Ao se retirarem estes de Jesus, disse-lhe Pedro: Mestre, bom é estarmos aqui; então, façamos três tendas: uma será tua, outra, de Moisés, e outra, de Elias, não sabendo, porém, o que dizia. 34 Enquanto assim falava, veio uma nuvem e os envolveu; e encheram-se de medo ao entrarem na nuvem. 35 E dela veio uma voz, dizendo: Este é o meu Filho, o meu eleito; a ele ouvi. 36 Depois daquela voz, achou-se Jesus sozinho. Eles calaram-se e, naqueles dias, a ninguém contaram coisa alguma do que tinham visto.’ (Lucas 9:28-36 ARA)2], e obteve para Si o segundo endosso do Céu de ser o ‘Filho amado’ de Deus. As provações até então, e as que viriam, não podiam mudar a íntima afinidade que existia entre o Pai e o Filho. A oração também resultou no fato de os discípulos se tornarem ‘testemunhas oculares da Sua majestade’ (2Pe 1:16).”1

“5. Jesus orou no Getsêmani [‘39 E, saindo, foi, como de costume, para o monte das Oliveiras; e os discípulos o acompanharam. 40 Chegando ao lugar escolhido, Jesus lhes disse: Orai, para que não entreis em tentação. 41 Ele, por sua vez, se afastou, cerca de um tiro de pedra, e, de joelhos, orava, 42 dizendo: Pai, se queres, passa de mim este cálice; contudo, não se faça a minha vontade, e sim a tua. 43 [Então, lhe apareceu um anjo do céu que o confortava. 44 E, estando em agonia, orava mais intensamente. E aconteceu que o seu suor se tornou como gotas de sangue caindo sobre a terra.] 45 Levantando-se da oração, foi ter com os discípulos, e os achou dormindo de tristeza, 46 e disse-lhes: Por que estais dormindo? Levantai-vos e orai, para que não entreis em tentação.’ (Lucas 22:39-46 ARA). Essa talvez seja a oração mais importante da história da salvação. Aqui temos o Salvador ligando o Céu e a Terra. Ao fazê-lo, Ele estabeleceu três princípios fundamentais: a primazia da vontade e do propósito de Deus; o compromisso de Se submeter a essa primazia, mesmo com o risco de sangue e morte; e a força para vencer todas as tentações ao longo da senda do cumprimento do propósito de Deus.”1

“6. Jesus orou, entregando Sua vida nas mãos de Deus [‘Então, Jesus clamou em alta voz: Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito! E, dito isto, expirou.’ (Lucas 23:46 ARA)2]. Em Suas palavras finais na cruz: ‘Pai, nas Tuas mãos entrego o Meu espírito!’ Jesus nos mostra o propósito supremo da oração. No nascimento ou na morte, diante de inimigos ou de amigos, enquanto estamos dormindo ou acordados, a oração deve nos manter em permanente união com Deus.”1

“O que esses exemplos dizem a você sobre sua própria vida de oração?”1

Segunda-feira, 11 de maio de 2015 . Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. O evangelho de Lucas. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 480, Abr. Mai. Jun. 2015. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Jesus e o Espírito Santo

Lições da Bíblia

“Como um gentio converso e companheiro missionário do apóstolo Paulo, Lucas via a entrada de Cristo na História – de Sua encarnação à ascensão e à expansão da igreja – como uma divina maravilha efetuada e dirigida pelo Espírito Santo. Na vida de Jesus vemos toda a Divindade atuando em nossa redenção (Lc 3:21, 22); e, através de suas constantes referências ao Espírito Santo, Lucas enfatiza esse ponto.”1

“1. O que os versos seguintes nos dizem sobre o papel do Espírito Santo na vinda de Cristo a este mundo em carne humana?”1 “35 Respondeu-lhe o anjo: Descerá sobre ti o Espírito Santo, e o poder do Altíssimo te envolverá com a sua sombra; por isso, também o ente santo que há de nascer será chamado Filho de Deus. […] 41 Ouvindo esta a saudação de Maria, a criança lhe estremeceu no ventre; então, Isabel ficou possuída do Espírito Santo.” (Lucas 1:35, 41 ARA)2; “25 Havia em Jerusalém um homem chamado Simeão; homem este justo e piedoso que esperava a consolação de Israel; e o Espírito Santo estava sobre ele. 26 Revelara-lhe o Espírito Santo que não passaria pela morte antes de ver o Cristo do Senhor. 27 Movido pelo Espírito, foi ao templo; e, quando os pais trouxeram o menino Jesus para fazerem com ele o que a Lei ordenava, 28 Simeão o tomou nos braços e louvou a Deus, dizendo: 29 Agora, Senhor, podes despedir em paz o teu servo, segundo a tua palavra; 30 porque os meus olhos já viram a tua salvação, 31 a qual preparaste diante de todos os povos: 32 luz para revelação aos gentios, e para glória do teu povo de Israel.” (Lucas 2:25-32 ARA)2. “A concepção de Cristo ocorreu por meio do Espírito Santo, e Ele revelou às pessoas que Jesus era o Salvador prometido; isso pode ser visto no exemplo de Isabel e de Simeão.”1

“A missão de Jesus começou com várias referências ao Espírito Santo. Segundo Lucas, João Batista predisse que, embora batizasse com água, Aquele que viria após ele batizaria com o Espírito (Lc 3:16). No batismo de Jesus, tanto o Pai quanto o Espírito Santo afirmaram a autenticidade de Sua missão redentora. Deus, o Pai, declarou, do alto, que Cristo é Seu Filho amado, enviado para redimir a humanidade, enquanto o Espírito Santo desceu sobre Ele em forma de pomba (Lc 3:21, 22).”1

“Daí em diante Jesus foi ‘cheio do Espírito Santo’ (Lc 4:1), e estava pronto para enfrentar o inimigo no deserto, bem como para iniciar Seu ministério (Lc 4:14).”1

“As palavras introdutórias de Seu sermão em Nazaré foram uma aplicação da profecia messiânica de Isaías a Si mesmo: ‘O Espírito do Senhor está sobre Mim’ (v. 18). O Espírito foi Seu constante companheiro, Sua força sustentadora e Sua constante presença entre Seus seguidores depois que Ele já não mais estava pessoalmente entre eles (Jo 16:5-7). Não só isso, Jesus prometeu que Deus concederia o dom do Espírito a todos os que O solicitassem (Lc 11:13). O Espírito que sempre ligou Cristo a Seu Pai e à missão redentora é o mesmo que fortaleceria os discípulos em sua caminhada de fé. Daí a importância crucial do Espírito na vida cristã: em realidade, a blasfêmia contra o Espírito Santo é o mais grave de todos os pecados (Lc 12:10).”1

“De que maneiras práticas e concretas podemos estar abertos à direção do Espírito Santo? Isto é, como podemos ter cuidado para que nossas escolhas não nos endureçam, de alguma forma, para Sua voz?”1

Domingo, 10 de maio de 2015 . Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. O evangelho de Lucas. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 480, Abr. Mai. Jun. 2015. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Jesus, o Espírito Santo e a oração

Lições da Bíblia

“Peçam, e lhes será dado; busquem, e encontrarão; batam, e a porta lhes será aberta. Pois todo o que pede, recebe; o que busca, encontra; e àquele que bate, a porta será aberta.” (Lc 11:9, 10, NVI).

“Dos três evangelhos sinóticos, Lucas é o que fala com mais frequência sobre o relacionamento de Jesus com o Espírito Santo. Enquanto Mateus se refere ao Espírito 12 vezes e Marcos, seis vezes, Lucas tem 17 referências a Ele no evangelho e 57 no livro de Atos. Desde a concepção de Jesus como ser humano (Lc 1:35) até as orientações que Ele deu para o estabelecimento de Sua missão global (Lc 24:44-49), Lucas via um elo operativo entre Jesus e o Espírito Santo. Esse elo é fundamental para a compreensão do ministério do Salvador. Semelhantemente, Lucas mostra a importância da oração na vida e na missão de Jesus. Sendo plenamente divino, igual ao Pai e ao Espírito, Jesus, em Sua humanidade, deixou-­nos um exemplo com respeito à oração.”1

“Se Jesus via a necessidade de oração, quanto mais devemos nós precisar dela?”1

“‘Sem oração constante e diligente vigilância, estamos em perigo de nos tornar descuidosos e nos desviar do caminho verdadeiro. O adversário procura continuamente obstruir o caminho para o trono da graça, para que não obtenhamos, pela súplica fervorosa e fé, graça e poder para resistir à tentação’ (Ellen G. White, Caminho a Cristo, p. 95).”1

Promova em sua igreja a leitura do livro Viva com Esperança.
Planeje reuniões para leitura do livro em pequenos grupos.
Participe do projeto “Reavivados por Sua Palavra”: acesse o site http://reavivadosporsuapalavra.org/

Sábado, 09 de maio de 2015 . Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. O evangelho de Lucas. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 480, Abr. Mai. Jun. 2015. Adulto, Professor.

As mulheres no ministério de Jesus – Estudo adicional

Lições da Bíblia

Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

Estudo adicional

“Aquele ‘que não esqueceu Sua mãe quando em agonia, suspenso na cruz; que apareceu às mulheres em pranto e as tornou mensageiras da primeira boa-nova do Salvador ressuscitado – […] é o melhor amigo da mulher hoje e está pronto a ajudá-la em seus relacionamentos da vida’ (Ellen G. White, O Lar Adventista, p. 204).”1

“‘O Senhor tem uma obra para as mulheres assim como para os homens. Elas podem ocupar seus lugares em Sua obra nessa crise, e Ele atuará por meio delas. Uma vez que se deixem possuir pelo senso do dever, e trabalhem sob a influência do Espírito Santo, terão o domínio de si mesmas que este tempo requer. O Salvador fará refletir a luz de Seu rosto sobre essas abnegadas mulheres, e lhes dará poder que ultrapassa o dos homens. Elas podem fazer nas famílias uma obra que os homens não podem realizar, obra que alcança a vida íntima. Podem chegar bem perto do coração daqueles que estão além do alcance dos homens. Seu trabalho é necessário’ (Ellen G. White, Evangelismo, p. 464, 465).”1

Perguntas para reflexão

“1. Os evangelhos falam de mulheres como as primeiras a ver o Cristo ressuscitado e a proclamar aos outros Sua ressurreição. Os apologistas bíblicos têm conseguido usar esse fato para ajudar a afirmar a realidade da ressurreição de Jesus. Por que o papel das mulheres é tão importante? Se, como alguns afirmam, as histórias da ressurreição de Jesus foram fabricadas pelos autores, por que eles teriam colocado mulheres, que não eram tidas em alta estima naquela sociedade, como as primeiras a ver Jesus? Se eles estavam inventando histórias para tentar fazer com que as pessoas acreditassem, por que usar mulheres em vez de homens?”1

“2. Numa sociedade que nem sempre reconhecia a dignidade das mulheres, Jesus lhes deu o status que lhes pertence na divina ordem da criação: elas são filhas de Deus, filhas de Abraão, e iguais aos homens na nova era do evangelho. Ao mesmo tempo, embora sejam iguais perante Deus, homens e mulheres não são idênticos. Como podemos afirmar a igualdade dos homens e das mulheres perante Deus? Como podemos afirmar e reconhecer as diferenças, e saber como essas diferenças aparecem na vida da igreja?”1

Sexta-feira, 08 de maio de 2015 . Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. O evangelho de Lucas. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 480, Abr. Mai. Jun. 2015. Adulto, Professor.

Persistem na oração, sacrificam-se na doação

Lições da Bíblia

“Lucas mostra como Jesus Se voltou para duas viúvas a fim de ensinar importantes lições espirituais.”1

“1 Disse-lhes Jesus uma parábola sobre o dever de orar sempre e nunca esmorecer: 2 Havia em certa cidade um juiz que não temia a Deus, nem respeitava homem algum. 3 Havia também, naquela mesma cidade, uma viúva que vinha ter com ele, dizendo: Julga a minha causa contra o meu adversário. 4 Ele, por algum tempo, não a quis atender; mas, depois, disse consigo: Bem que eu não temo a Deus, nem respeito a homem algum; 5 todavia, como esta viúva me importuna, julgarei a sua causa, para não suceder que, por fim, venha a molestar-me. 6 Então, disse o Senhor: Considerai no que diz este juiz iníquo. 7 Não fará Deus justiça aos seus escolhidos, que a ele clamam dia e noite, embora pareça demorado em defendê-los? 8 Digo-vos que, depressa, lhes fará justiça. Contudo, quando vier o Filho do Homem, achará, porventura, fé na terra?” (Lucas 18:1-8 ARA)2.

“No primeiro caso (Lc 18:1-8), Jesus Se compadeceu de uma pobre e indefesa viúva que estava tendo sérios problemas em sua luta por justiça com um juiz injusto e poderoso. Ela havia sido vítima de injustiça e fraude, mas acreditava na regra da lei e na justiça. O juiz, porém, não se importava com Deus nem com as pessoas; portanto, não estava interessado em ajudar a viúva. Cuidar das viúvas é um requisito bíblico (Êx 22:22-24; Sl 68:5; Is 1:17), mas o juiz tinha prazer em ignorar a lei. Contudo, a viúva tinha uma arma: a perseverança, e com essa arma ela conseguiu que o juiz se cansasse e lhe fizesse justiça.”1

“A parábola ensina três importantes lições: (1) orar sempre e nunca desanimar (Lc 18:1), (2) a oração muda as coisas – até mesmo o coração de um juiz mau, e (3) a fé persistente vence. A verdadeira fé tem um conselho eterno para todo cristão: nunca desista, mesmo que isso signifique ter que esperar pela vindicação somente no fim, quando ‘o Filho do Homem vier’ (v. 8).”1

“No segundo caso (Lc 21:1-4; Mc 12:41-44), Jesus tinha acabado de denunciar a hipocrisia e o fingimento religioso dos escribas e dos líderes do templo, quando lhes mostrou um flagrante contraste: uma viúva pobre que revelava a natureza da genuína religião.”1

“Jesus descreveu alguns dos líderes religiosos como aqueles que ‘devoram as casas das viúvas’ (Lc 20:47) e que infringem a ordem bíblica para que se cuide das viúvas e dos pobres. Como ocorre hoje em dia, muitos levavam donativos apenas para parecer piedosos; e, pior ainda: o que doavam era do que lhes sobrava. Suas doações na realidade não envolviam sacrifício pessoal. Em contraste com isso, Jesus pediu que Seus discípulos olhassem para a viúva como modelo da verdadeira religião, pois ela deu tudo o que tinha. A motivação do primeiro grupo era a exibição; a motivação da viúva era o sacrifício, bem como a glória de Deus. A força que impeliu a viúva a doar suas duas moedinhas foi o reconhecimento de que Deus era o dono de tudo o que ela possuía e a disposição de servi-Lo com tudo o que tinha. O que conta aos olhos do Criador, que tudo vê, não é o que doamos, mas por que doamos; não quanto damos, mas qual é a medida de nosso sacrifício.”1

“O que, como e quanto você está disposto a sacrificar para a causa de Deus e pelo bem de outros?”

Quinta-feira, 07 de maio de 2015 . Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. O evangelho de Lucas. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 480, Abr. Mai. Jun. 2015. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Algumas mulheres que seguiram Jesus

Lições da Bíblia

“4. Leia Lucas 10:38-42. Que importantes verdades espirituais podemos tirar dessa história para nós mesmos (ver também Lc 8:14)?”1 “38 Indo eles de caminho, entrou Jesus num povoado. E certa mulher, chamada Marta, hospedou-o na sua casa. 39 Tinha ela uma irmã, chamada Maria, e esta quedava-se assentada aos pés do Senhor a ouvir-lhe os ensinamentos. 40 Marta agitava-se de um lado para outro, ocupada em muitos serviços. Então, se aproximou de Jesus e disse: Senhor, não te importas de que minha irmã tenha deixado que eu fique a servir sozinha? Ordena-lhe, pois, que venha ajudar-me. 41 Respondeu-lhe o Senhor: Marta! Marta! Andas inquieta e te preocupas com muitas coisas. 42 Entretanto, pouco é necessário ou mesmo uma só coisa; Maria, pois, escolheu a boa parte, e esta não lhe será tirada.” (Lucas 10:38-42 ARA). “A que cai entre espinhos são os que ouviram e, no decorrer dos dias, foram sufocados com os cuidados, riquezas e deleites da vida; os seus frutos não chegam a amadurecer.” (Lucas 8:14 ARA). “Devemos ser ativos no serviço do Senhor, mas a prioridade é a comunhão com Ele; sem isso nossos esforços não serão de utilidade alguma.”1

“Como anfitriã, Marta estava ‘ocupada em muitos serviços’ (Lc 10:40) e preocupada em fazer o melhor para os convidados. Mas Maria ‘quedava-se assentada aos pés do Senhor a ouvir-Lhe os ensinamentos’ (v. 39). A tal ponto que Marta reclamou para Jesus que todo o trabalho duro tinha ficado para ela. Embora Jesus não tenha censurado Marta por sua preocupação com o serviço, enfatizou a necessidade de prioridades corretas na vida. O companheirismo com Jesus é o primeiro ponto essencial no discipulado; o junta-panelas pode vir mais tarde.”1

“‘A causa de Cristo requer obreiros cuidadosos e enérgicos. Existe vasto campo para as Martas, com seu zelo na obra religiosa ativa. Primeiramente, porém, sentem-se elas com Maria aos pés de Jesus. Sejam a diligência, prontidão e energia santificadas pela graça de Cristo; então a vida será uma invencível força para o bem’ (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 525).”1

“5. Leia Lucas 8:1-3; 23:55, 56; 24:1-12. O que esses versos ensinam sobre o papel das mulheres no ministério de Cristo?”1 “1 Aconteceu, depois disto, que andava Jesus de cidade em cidade e de aldeia em aldeia, pregando e anunciando o evangelho do reino de Deus, e os doze iam com ele, 2 e também algumas mulheres que haviam sido curadas de espíritos malignos e de enfermidades: Maria, chamada Madalena, da qual saíram sete demônios; 3 e Joana, mulher de Cuza, procurador de Herodes, Suzana e muitas outras, as quais lhe prestavam assistência com os seus bens.” (Lucas 8:1-3 ARA); “55 As mulheres que tinham vindo da Galiléia com Jesus, seguindo, viram o túmulo e como o corpo fora ali depositado. 56 Então, se retiraram para preparar aromas e bálsamos. E, no sábado, descansaram, segundo o mandamento.” (Lucas 23:55, 56 ARA); 1 Mas, no primeiro dia da semana, alta madrugada, foram elas ao túmulo, levando os aromas que haviam preparado. 2 E encontraram a pedra removida do sepulcro; 3 mas, ao entrarem, não acharam o corpo do Senhor Jesus. 4 Aconteceu que, perplexas a esse respeito, apareceram-lhes dois varões com vestes resplandecentes. 5 Estando elas possuídas de temor, baixando os olhos para o chão, eles lhes falaram: Por que buscais entre os mortos ao que vive? 6 Ele não está aqui, mas ressuscitou. Lembrai-vos de como vos preveniu, estando ainda na Galiléia, 7 quando disse: Importa que o Filho do Homem seja entregue nas mãos de pecadores, e seja crucificado, e ressuscite no terceiro dia. 8 Então, se lembraram das suas palavras. 9 E, voltando do túmulo, anunciaram todas estas coisas aos onze e a todos os mais que com eles estavam. 10 Eram Maria Madalena, Joana e Maria, mãe de Tiago; também as demais que estavam com elas confirmaram estas coisas aos apóstolos. 11 Tais palavras lhes pareciam um como delírio, e não acreditaram nelas. 12 Pedro, porém, levantando-se, correu ao sepulcro. E, abaixando-se, nada mais viu, senão os lençóis de linho; e retirou-se para casa, maravilhado do que havia acontecido.” (Lucas 24:1-12 ARA)2. “As mulheres muitas vezes acompanhavam Cristo em Suas viagens e Lhe prestavam assistência com seus bens. Foram as primeiras a proclamar Sua ressurreição.”1

“À medida que Seu ministério se expandia, ‘andava Jesus de cidade em cidade e de aldeia em aldeia, pregando’ e ensinando (Lc 8:1), e os 12 discípulos O acompanhavam. Lucas também registra o poderoso testemunho de que certas mulheres que Jesus havia curado, que foram tocadas por Sua pregação e que eram ricas, também O seguiam em Seu ministério ampliado. Eis aqui algumas que Lucas menciona: (1) certas mulheres curadas de espíritos maus, inclusive Maria Madalena; (2) Joana, mulher de Cuza, procurador de Herodes; (3) Susana; e (4) ‘muitas outras, as quais Lhe prestavam assistência com os seus bens’ (v. 3).”1

“Quando compreendemos que Jesus morreu por todo ser humano, podemos entender melhor a verdadeira igualdade de todas as pessoas diante de Deus. Refletimos bem essa verdade em nossa atitude para com os outros? Isto é, como você pode desarraigar, se necessário, qualquer atitude pela qual se incline a olhar para os outros como se, de alguma forma, tivessem menos valor que você?”1

Quarta-feira, 06 de maio de 2015 . Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. O evangelho de Lucas. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 480, Abr. Mai. Jun. 2015. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Mulheres de gratidão e fé

Lições da Bíblia

“Em Lucas 7:36-50, Jesus transformou uma refeição num evento de magnitude espiritual que deu dignidade a uma mulher pecadora. Simão, um cidadão importante, fariseu, convidou Jesus para uma refeição. Depois de os convidados já estarem sentados, houve uma repentina interrupção: ‘Eis que uma mulher da cidade, pecadora’ (v. 37) foi direto até Jesus, rapidamente, quebrou um frasco de alabastro de um perfume muito caro, derramou o unguento sobre Ele, inclinou-­se aos Seus pés e os lavou com suas lágrimas.”1

“36 Convidou-o um dos fariseus para que fosse jantar com ele. Jesus, entrando na casa do fariseu, tomou lugar à mesa. 37 E eis que uma mulher da cidade, pecadora, sabendo que ele estava à mesa na casa do fariseu, levou um vaso de alabastro com ungüento; 38 e, estando por detrás, aos seus pés, chorando, regava-os com suas lágrimas e os enxugava com os próprios cabelos; e beijava-lhe os pés e os ungia com o ungüento. 39 Ao ver isto, o fariseu que o convidara disse consigo mesmo: Se este fora profeta, bem saberia quem e qual é a mulher que lhe tocou, porque é pecadora. 40 Dirigiu-se Jesus ao fariseu e lhe disse: Simão, uma coisa tenho a dizer-te. Ele respondeu: Dize-a, Mestre. 41 Certo credor tinha dois devedores: um lhe devia quinhentos denários, e o outro, cinqüenta. 42 Não tendo nenhum dos dois com que pagar, perdoou-lhes a ambos. Qual deles, portanto, o amará mais? 43 Respondeu-lhe Simão: Suponho que aquele a quem mais perdoou. Replicou-lhe: Julgaste bem. 44 E, voltando-se para a mulher, disse a Simão: Vês esta mulher? Entrei em tua casa, e não me deste água para os pés; esta, porém, regou os meus pés com lágrimas e os enxugou com os seus cabelos. 45 Não me deste ósculo; ela, entretanto, desde que entrei não cessa de me beijar os pés. 46 Não me ungiste a cabeça com óleo, mas esta, com bálsamo, ungiu os meus pés. 47 Por isso, te digo: perdoados lhe são os seus muitos pecados, porque ela muito amou; mas aquele a quem pouco se perdoa, pouco ama. 48 Então, disse à mulher: Perdoados são os teus pecados. 49 Os que estavam com ele à mesa começaram a dizer entre si: Quem é este que até perdoa pecados? 50 Mas Jesus disse à mulher: A tua fé te salvou; vai-te em paz.” (Lucas 7:36-50 ARA)2.

“3. Que lições podemos aprender com esse transbordamento de gratidão da mulher e com a aceitação de seu ato de fé por parte de Jesus?”1 “Se amamos a Cristo, devemos demonstrar-Lhe nosso amor, como fez Maria. Jesus aceitou e apreciou a demonstração de amor de Maria, e anseia receber demonstrações de amor de nossa parte igualmente.”1

“’Quando, aos olhos humanos, seu caso parecia desesperado, Cristo viu em Maria aptidões para o bem. Viu os melhores traços de seu caráter. O plano da redenção dotou a humanidade de grandes possibilidades, e em Maria se deviam as mesmas realizar. Mediante Sua graça, tornou-se participante da natureza divina. […] Foi a primeira a estar junto ao sepulcro, depois da ressurreição. A primeira a proclamar o Salvador ressuscitado’ (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 568).”1

“Em Lucas 8:43-48, um caso de extrema miséria se torna objeto da suprema consideração do Salvador. Durante muito tempo a mulher tivera uma doença incurável que lhe havia devastado o corpo e a alma. Contudo, em meio a essa tragédia que já durava 12 anos, uma centelha de esperança surgiu repentinamente em cena: ela ‘ouviu falar de Jesus’ (Mc 5:27, NVI). O que ela ouviu falar? Se muito ou pouco, não sabemos. Mas ela sabia que Jesus Se importava com os pobres; que Ele acolhia os marginalizados pela sociedade; que tocava leprosos; que transformara água em vinho; e, acima de tudo, que Se interessava por pessoas desesperadas, e ela era uma delas. Mas apenas ouvir não era suficiente; o ato de ouvir precisava levar à fé (Rm 10:17). E essa fé a levou a um ato simples de tocar a orla das vestes de Jesus. Esse toque foi movido pela fé, foi proposital, eficaz e centralizado em Cristo. Somente uma fé assim pode receber a bênção do Doador da vida: ‘A tua fé te salvou’ (Lc 8:48).”1

“É tão fácil olhar para as pessoas e julgá-las! Como podemos aprender a parar de julgar os outros, mesmo em nossos pensamentos, quando não sabemos o que faríamos se estivéssemos na situação deles?”1

Terça-feira, 05 de maio de 2015 . Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. O evangelho de Lucas. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 480, Abr. Mai. Jun. 2015. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

As mulheres e o ministério de cura de Jesus

Lições da Bíblia

“Leia Lucas 7:11-17, [11 Em dia subseqüente, dirigia-se Jesus a uma cidade chamada Naim, e iam com ele os seus discípulos e numerosa multidão. 12 Como se aproximasse da porta da cidade, eis que saía o enterro do filho único de uma viúva; e grande multidão da cidade ia com ela. 13 Vendo-a, o Senhor se compadeceu dela e lhe disse: Não chores! 14 Chegando-se, tocou o esquife e, parando os que o conduziam, disse: Jovem, eu te mando: levanta-te! 15 Sentou-se o que estivera morto e passou a falar; e Jesus o restituiu a sua mãe. 16 Todos ficaram possuídos de temor e glorificavam a Deus, dizendo: Grande profeta se levantou entre nós; e: Deus visitou o seu povo. 17 Esta notícia a respeito dele divulgou-se por toda a Judéia e por toda a circunvizinhança. (Lucas 7:11-17 ARA)2.] a história sobre o milagre de Naim. Aquela mulher, pobre e viúva, enfrentava outra provação: a morte de seu único filho. Uma grande multidão de pranteadores estava com ela no cortejo fúnebre, expressando a dor e a simpatia do público. A perda de seu único filho, juntamente com o futuro incerto da vida na solidão, transformavam a viúva numa figura de tristeza e desesperança absolutas.”1

“Mas o cortejo fúnebre que estava saindo da cidade se encontrou com outro cortejo que estava entrando. À frente do grupo que saía estava a morte num caixão; à frente do grupo que entrava havia a vida na majestade do Criador. Quando os dois grupos se encontraram, Jesus viu a viúva, desesperada e cheia de dor. ‘Vendo-a, o Senhor se compadeceu dela e lhe disse: Não chores!’ (Lc 7:13). O pedido para que ela não chorasse teria sido sem sentido caso não tivesse vindo de Jesus, o Senhor da vida. Por trás da ordem ‘Não chores!’ estava o poder de remover a razão do choro: Jesus Se achegou, tocou o esquife, e ordenou ao jovem que se levantasse. Esse toque era considerado uma impureza cerimonial (Nm 19:11-13), mas para Jesus a compaixão era mais importante que cerimônias. Satisfazer as necessidades humanas era mais urgente do que seguir meros rituais.”1

“A aldeia de Naim não só testemunhou um grande milagre, mas também recebeu uma mensagem maravilhosa: em Jesus não há diferença entre as dores emocionais dos homens e as das mulheres. E Sua presença confronta e confunde o poder da morte.”1

“Leia também Lucas 8:41, 42, 49-56. [41 Eis que veio um homem chamado Jairo, que era chefe da sinagoga, e, prostrando-se aos pés de Jesus, lhe suplicou que chegasse até a sua casa. 42 Pois tinha uma filha única de uns doze anos, que estava à morte. Enquanto ele ia, as multidões o apertavam. […] 46 Contudo, Jesus insistiu: Alguém me tocou, porque senti que de mim saiu poder. 47 Vendo a mulher que não podia ocultar-se, aproximou-se trêmula e, prostrando-se diante dele, declarou, à vista de todo o povo, a causa por que lhe havia tocado e como imediatamente fora curada. 48 Então, lhe disse: Filha, a tua fé te salvou; vai-te em paz. 49 Falava ele ainda, quando veio uma pessoa da casa do chefe da sinagoga, dizendo: Tua filha já está morta, não incomodes mais o Mestre. 50 Mas Jesus, ouvindo isto, lhe disse: Não temas, crê somente, e ela será salva. 51 Tendo chegado à casa, a ninguém permitiu que entrasse com ele, senão Pedro, João, Tiago e bem assim o pai e a mãe da menina. 52 E todos choravam e a pranteavam. Mas ele disse: Não choreis; ela não está morta, mas dorme. 53 E riam-se dele, porque sabiam que ela estava morta. 54 Entretanto, ele, tomando-a pela mão, disse-lhe, em voz alta: Menina, levanta-te! 55 Voltou-lhe o espírito, ela imediatamente se levantou, e ele mandou que lhe dessem de comer. 56 Seus pais ficaram maravilhados, mas ele lhes advertiu que a ninguém contassem o que havia acontecido. (Lucas 8:41, 42, 49-56.)2.] Jairo era alguém influente – o chefe da sinagoga, isto é, um oficial encarregado de cuidar da sinagoga e de seus serviços. A cada sábado ele escolhia a pessoa que dirigiria a oração, a leitura das Escrituras e a pregação. Ele era não apenas importante e influente, mas também rico e poderoso. Amava a filha, e não hesitou em se aproximar de Jesus e pedir a cura para ela.”1

“Nessas histórias, foi o poder das palavras de Jesus que trouxe um filho morto de volta para a mãe e uma filha morta de volta ao pai. O que esses relatos nos dizem sobre o poder de Deus? O que eles nos dizem sobre quão limitados somos na compreensão desse poder? E o mais importante: quaisquer que sejam nossas circunstâncias atuais, o que precisamos fazer para aprender a confiar nesse poder e na bondade do Deus que o exerce?”1

Segunda-feira, 04 de maio de 2015 . Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. O evangelho de Lucas. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 480, Abr. Mai. Jun. 2015. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.