Plantio e colheita

Lições da Bíblia

“O tema do grande conflito está implícito na parábola de Jesus sobre o semeador. A menção de quatro tipos de respostas à mensagem do evangelho indica que há mais do que simplesmente pessoas ‘boas’ e ‘más’ no mundo. A vida é mais complexa do que isso e, portanto, precisamos ser cuidadosos na nossa maneira de abordar os que parecem não responder ao evangelho como achamos que deveriam.”1

“2. Leia Mateus 13:3-8 e os versos 18-23. Como a realidade do grande conflito é revelada claramente nessa história?”1 “3 E de muitas coisas lhes falou por parábolas e dizia: Eis que o semeador saiu a semear. 4 E, ao semear, uma parte caiu à beira do caminho, e, vindo as aves, a comeram. 5 Outra parte caiu em solo rochoso, onde a terra era pouca, e logo nasceu, visto não ser profunda a terra. 6 Saindo, porém, o sol, a queimou; e, porque não tinha raiz, secou-se. 7 Outra caiu entre os espinhos, e os espinhos cresceram e a sufocaram. 8 Outra, enfim, caiu em boa terra e deu fruto: a cem, a sessenta e a trinta por um. […] 18 Atendei vós, pois, à parábola do semeador. 19 A todos os que ouvem a palavra do reino e não a compreendem, vem o maligno e arrebata o que lhes foi semeado no coração. Este é o que foi semeado à beira do caminho. 20 O que foi semeado em solo rochoso, esse é o que ouve a palavra e a recebe logo, com alegria; 21 mas não tem raiz em si mesmo, sendo, antes, de pouca duração; em lhe chegando a angústia ou a perseguição por causa da palavra, logo se escandaliza. 22 O que foi semeado entre os espinhos é o que ouve a palavra, porém os cuidados do mundo e a fascinação das riquezas sufocam a palavra, e fica infrutífera. 23 Mas o que foi semeado em boa terra é o que ouve a palavra e a compreende; este frutifica e produz a cem, a sessenta e a trinta por um.” (Mateus 13:3-8, 18-23 ARA)2. “Todo o esforço foi feito para que a palavra de Deus germinasse, mas o inimigo astuto estava alerta para não deixar a semente se desenvolver.”1

“A batalha pelas pessoas é real, e o inimigo usa tudo que pode para afastá-las da salvação. Por exemplo, no contexto da semente que cai à beira do caminho, Ellen G. White escreveu: ‘Satanás e seus anjos estão nas reuniões em que o evangelho é pregado. Enquanto anjos do Céu se esforçam para impressionar os corações com a Palavra de Deus, o inimigo está alerta para torná-la sem efeito. Com fervor comparável apenas à sua maldade, procura frustrar a obra do Espírito de Deus. Enquanto Cristo, pelo Seu amor, atrai a pessoa, Satanás procura desviar a atenção daquele que é movido a buscar o Salvador’ (Ellen G. White, Parábolas de Jesus, p. 44).”

“Alguém poderia perguntar: Por que o fazendeiro não foi mais cuidadoso, evitando desperdiçar as sementes lançadas no caminho? Por que ele não foi mais diligente e removeu as pedras? Por que ele não arrancou maior quantidade de ervas daninhas?”1

“Quando estamos lançando as sementes do evangelho, o esforço humano é sempre limitado. Precisamos semear em toda parte. Não somos juízes para determinar qual é o solo bom e o ruim. O aparecimento das ervas daninhas indica que simplesmente somos incapazes de impedir que o mal brote nos lugares mais inesperados. Somente o trabalho do Senhor da colheita sobre a terra semeada garantirá a salvação aos que aceitam a semente da Palavra. Fazemos nosso trabalho, e precisamos aprender a crer que Ele fará o dEle.”1

“Você já constatou a realidade dessa parábola? Por que, às vezes, vemos pessoas recém-batizadas saindo da igreja, ou pessoas que simplesmente não demonstram interesse nenhum?”1

Segunda-feira, 08 de fevereiro de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se pref//8ça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Rebelião e redenção. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 484, Jan. Fev. Mar. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Muitos tipos de descanso

Lições da Bíblia

“1. ‘Tomai sobre vós o Meu jugo e aprendei de Mim, porque Sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma’ (Mt 11:29). Como o ato de tomar o Seu ‘jugo’ traz descanso para nossa alma?”1 “Nosso jugo nos sobrecarrega, mas o jugo que Cristo nos oferece é suave. Cristo restaura o ser humano em todos os aspectos.”1

“Essa oferta indica uma dimensão pessoal em meio à extensão muito mais ampla da missão de Jesus de libertar as pessoas do inimigo. Suas palavras são, na verdade, uma adaptação da declaração de Jeremias, que prometeu às pessoas descanso para sua alma se elas se voltassem para a religião de seus pais, em vez de permanecerem no paganismo das nações circunvizinhas (Jr 6:16).”1

“O conceito de descanso na Bíblia é muito rico. Começa com o próprio Deus, que descansou quando terminou a obra da criação (Gn 2:2). Seu descanso deu início a um descanso sabático celebrado semanalmente. O descanso também era comemorado ao longo do ano, durante as festas anuais (por exemplo, Lv 16:31), e a cada 50 anos no jubileu, quando os escravos eram libertados e as dívidas eram perdoadas (Lv 25:10).”1

“O descanso podia ser sentido quando Deus estava presente com Seu povo (Êx 33:14) e onde não havia ‘inimigo, nem adversidade alguma’ (1Rs 5:4; Dt 25:19). Era desfrutado na terra dada por Deus ao Seu povo (Js 1:13). Seria concedido especialmente quando as pessoas voltassem do cativeiro e do exílio (Jr 30:10). O descanso também era compartilhado na hospitalidade para com os estrangeiros (Gn 18:4) e ao se desfrutar de uma vida familiar estável (Rt 1:9; Pv 29:17).”

“Contudo, o descanso esteve ausente do povo de Deus durante o cativeiro (Êx 5:4, 5; Lm 1:3). O descanso escapa dos perversos, os quais são como o mar agitado, que não se pode aquietar (Is 57:20). O único descanso que essas pessoas podem aguardar é o da morte e da sepultura (Jó 3:11, 13, 16-18). Em Apocalipse 14:11 encontramos uma poderosa advertência sobre descanso para aqueles que estão do lado errado no grande conflito dos últimos dias.”1

“O descanso que Jesus oferece é um pacote muito generoso. Ele inclui o presente do sábado, que nos concede tempo com o Criador. A oferta de descanso feita por Cristo reconhece nossa condição perdida e nos restaura em todos os aspectos. E, quando cometemos erros, ainda temos a certeza de um lugar de descanso ao lado do Salvador.”1

“Além do sábado, como aprender a desfrutar o descanso que Deus nos oferece? Como encontrar em Jesus o descanso para nossa alma? Leia Romanos 4:1-6.” “1 Que, pois, diremos ter alcançado Abraão, nosso pai segundo a carne? 2 Porque, se Abraão foi justificado por obras, tem de que se gloriar, porém não diante de Deus. 3 Pois que diz a Escritura? Abraão creu em Deus, e isso lhe foi imputado para justiça. 4 Ora, ao que trabalha, o salário não é considerado como favor, e sim como dívida. 5 Mas, ao que não trabalha, porém crê naquele que justifica o ímpio, a sua fé lhe é atribuída como justiça. 6 E é assim também que Davi declara ser bem-aventurado o homem a quem Deus atribui justiça, independentemente de obras:” (Romanos 4:1-6 ARA)2.

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Domingo, 07 de fevereiro de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se pref//8ça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Rebelião e redenção. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 484, Jan. Fev. Mar. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Os ensinos de Jesus e o grande conflito

Lições da Bíblia

“Venham a Mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e Eu lhes darei descanso” (Mt 11:28, NVI).

“Quando pensamos no tema do grande conflito, temos a tendência de pensar nele em termos grandiosos, globais. Isto é, nos concentramos numa visão do quadro geral. Ele pode ser chamado de ‘metanarrativa’, uma história que abrange e explica uma grande parte da realidade, ao contrário de uma narrativa ou história local que explica algo cuja extensão é muito mais limitada. Por exemplo, a famosa cavalgada de Paul Revere (mensageiro patriota durante as batalhas da Revolução Americana, em 1775) é uma narrativa local, em contraste com a narrativa muito mais grandiosa e ampla da Revolução Americana em si.”1

“Contudo, por mais grandioso e amplo que seja o tema do grande conflito, e por mais importantes que sejam as questões envolvidas, ele se desenrola diariamente na Terra, em nossa vida, em nossa maneira de nos relacionarmos com Deus, com a tentação e com os outros.”1

“Na lição desta semana examinaremos alguns ensinos de Jesus sobre assuntos muito realistas e práticos, enquanto nos esforçamos para conhecer e fazer a vontade de Deus em meio ao grande conflito.”1

Desenvolva o hábito de praticar uma ação solidária a cada semana. Visite uma pessoa de sua comunidade, ore com ela, estude a Bíblia com ela e atenda às suas necessidades materiais. Você verá milagres na vida dela e também em seu coração.

Assista em vídeo o esboço da lição desta semana.

Sábado, 06 de fevereiro de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se pref//8ça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Rebelião e redenção. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 484, Jan. Fev. Mar. 2016. Adulto, Professor.

Vitória no deserto – Estudo adicional

Lições da Bíblia

Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

Estudo adicional

“Embora ao longo dos séculos sejam encontrados escritores que tocaram no tema do grande conflito, e ainda que alguns evangélicos hoje estejam examinando essa ideia com mais atenção, ninguém tem uma visão de mundo concentrada no grande conflito e desenvolvida com tanta profundidade como a igreja adventista do sétimo dia. Um conflito literal, físico, moral e espiritual entre Cristo e Satanás é, de fato, a marca registrada do pensamento adventista. E não é de admirar. Ao longo de toda a Bíblia há o que um escritor evangélico chamou de ‘tema da guerra cósmica’, e às vezes, como na lição desta semana sobre a tentação no deserto, o tema aparece de maneira muito nítida e aberta. A ideia de uma guerra entre o bem e o mal pode ser vista mesmo fora de um contexto distintamente religioso. O poeta T. S. Eliot escreveu: ‘O mundo gira e o mundo muda,/Mas uma coisa não muda./Em todos os meus anos, uma coisa não muda, […]/A perpétua luta entre o bem e o mal’ (The Complete Poems and Plays, 1909-1950 [Poemas e peças completas, 1909-1950]. Nova York: Harcourt Brace Company, 1952; p. 98). O ateu alemão Friedrich Nietzsche escreveu: ‘Vamos concluir. Os dois valores contrapostos, ‘bom e mau’, ‘bem e mal’, travaram na Terra uma luta terrível, milenar’ (On the Genealogy of Morals and Ecce Homo [Genealogia da Moral e Ecce Homo]. Vantage Books Edition: Random House, Inc., 1967, p. 52; Genealogia da moral: uma polêmica. São Paulo: Companhia das Letras, 1998; p. 43).”1

Perguntas para discussão

“1. Qual é o limite entre a presunção e a confiança nas promessas de Deus quanto aos milagres? Como saber a diferença?”1

“2. A tentação vem de muitas formas, tamanhos, cores e modos, tudo cuidadosamente planejado para alcançar cada um de nós. Algumas coisas que tentam uma pessoa não tentam outra. Além dos pecados óbvios, de que maneira mais sutil podemos ser tentados?”1

“3. Como captar o conceito impressionante de que o próprio Deus enfrentou terríveis tentações em nosso favor? Ao considerar essa verdade, o que mais importa?”1

Sexta-feira, 05 de fevereiro de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se pref//8ça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Rebelião e redenção. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 484, Jan. Fev. Mar. 2016. Adulto, Professor.

Adoração ao diabo

Lições da Bíblia

“Na versão de Mateus, enquanto a primeira tentação se concentrou no apetite e a segunda na manipulação de Deus, a terceira foi um desafio direto ao próprio Cristo, à Sua realeza e à Sua missão suprema na Terra.”1

“5. Leia Mateus 4:8-10, Deuteronômio 34:1-4 e Apocalipse 21:10. Qual é o significado do ‘monte muito alto’ ao qual Satanás levou Jesus?”1 “8 Depois o Diabo levou Jesus para um monte muito alto, mostrou-lhe todos os reinos do mundo e as suas grandezas 9 e disse: – Eu lhe darei tudo isso se você se ajoelhar e me adorar. 10 Jesus respondeu: – Vá embora, Satanás! As Escrituras Sagradas afirmam: ‘Adore o Senhor, seu Deus, e sirva somente a ele.’” (Mateus 4:8-10 ARA)2. “1 Moisés foi das planícies de Moabe até o monte Nebo e subiu ao alto do monte Pisga, na altura de Jericó, que ficava no outro lado do rio. Dali o SENHOR Deus lhe mostrou toda a terra de Canaã, isto é, o território de Gileade até a cidade de Dã, no Norte; 2 o território das tribos de Naftali, Efraim e Manassés do Oeste; o território de Judá até o mar Mediterrâneo, no Oeste; 3 a região sul e a planície que vai de Zoar até Jericó, a cidade das palmeiras. 4 E Deus disse a Moisés: – Eu jurei a Abraão, a Isaque e a Jacó que daria esta terra aos descendentes deles. Estou deixando que você a veja com os seus próprios olhos, mas você não vai entrar nela.” (Deuteronômio 34:1-4 ARA)2. “Então o Espírito de Deus me dominou, e o anjo me levou para uma montanha grande e muito alta. Ele me mostrou Jerusalém, a Cidade Santa, que descia do céu e vinha de Deus,” (Apocalipse 21:10 ARA)2. “Um lugar alto ou uma visão abrangente dos reinos da Terra, que Satanás julgava dominar. Ele prometeu dar tudo a Jesus, em troca de um momento de adoração.”1

“A julgar pela maneira com a qual a Bíblia usa o tema de subir ao topo de uma montanha muito alta para contemplar nações, vemos que a viagem de Jesus não foi um passeio turístico. Há uma visão profética ligada a esse cenário. Do topo de uma montanha, Moisés viu a terra prometida como ela viria ser, e João viu a futura Nova Jerusalém. Da mesma forma, Jesus viu mais do que simplesmente os países do antigo mundo romano. Note que Satanás exibiu tudo em seu melhor aspecto. Ele mostrou as riquezas e o glamour, não o crime, o sofrimento e a injustiça.”1

“Satanás disse, então: ‘Tudo isto Te darei se, prostrado, me adorares’ (Mt 4:9). Da mesma forma que enganou Adão e Eva para que desejassem se tornar como Deus, sendo que eles já possuíam a Sua imagem, Satanás fingiu que era Deus, que era o dono exclusivo das nações do mundo e que, em troca de uma pequena homenagem, podia facilmente dar tudo aquilo para Jesus (ver Lc 4:6 [‘e disse: – Eu lhe darei todo este poder e toda esta riqueza, pois tudo isto me foi dado, e posso dar a quem eu quiser.’]2; comparar com Sl 2:7, 8 [‘7 O rei diz: “Anunciarei o que o SENHOR afirmou. O SENHOR me disse: ‘Você é meu filho; hoje eu me tornei seu pai. 8 Peça, e eu lhe darei todas as nações; o mundo inteiro será seu.’]2).”1

“Esse teste se concentrou na lealdade. A quem devia a humanidade dedicar sua suprema lealdade? No Éden, quando Adão e Eva se sujeitaram à serpente, na verdade, estavam dedicando a Satanás sua primeira lealdade, e essa infecção se espalhou intensamente para cada geração sucessiva. Sem a intervenção divina direta, o grande conflito teria sido decidido em favor de Satanás. A humanidade, e talvez até a vida na Terra, não poderiam ter continuado. Os riscos chegaram a esse ponto.”1

“Note que Jesus, como José com a esposa de Potifar, não permitiu que o mal ficasse perto dEle. Jesus ordenou que Satanás se retirasse. Visto que José não podia fazer isso, retirou-se da cena em que havia potencial maligno (Gn 39:11, 12). Essa lição simples se aplica também a nós.”1

“Nas três tentações, Jesus usou a Bíblia como defesa. O que isso significa para nós, na prática? Quando enfrentamos a tentação, como usar a Bíblia para obter as mesmas vitórias?”1

Quinta-feira, 04 de fevereiro de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se pref//8ça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Rebelião e redenção. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 484, Jan. Fev. Mar. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Outra tentação

Lições da Bíblia

“Aprimeira tentação é semelhante ao êxodo, mas tem suas raízes na queda. Colocando como prioridade a fidelidade a Deus em vez da condescendência com o apetite, Jesus recuperou o terreno que Adão perdeu junto à árvore do conhecimento. Contudo, para transpor completamente o abismo ao qual a raça humana tinha descido desde o tempo de Adão, Jesus teve que Se sujeitar a mais duas tentações.”1

“De acordo com Mateus, na segunda tentação Satanás levou Jesus ao ponto mais alto do templo, provavelmente o canto sudeste, que dava para um despenhadeiro. Novamente veio a declaração provocante: ‘Se Tu és o Filho de Deus’, o que mostrou que o tentador não era amigo de Jesus coisa nenhuma.”1

“4. O que Satanás estava tentando sugerir ali? Se Jesus tivesse pulado, isso provaria alguma coisa? Mt 4:5-7”1 “5 Então, o diabo o levou à Cidade Santa, colocou-o sobre o pináculo do templo 6 e lhe disse: Se és Filho de Deus, atira-te abaixo, porque está escrito: Aos seus anjos ordenará a teu respeito que te guardem; e: Eles te susterão nas suas mãos, para não tropeçares nalguma pedra. 7 Respondeu-lhe Jesus: Também está escrito: Não tentarás o Senhor, teu Deus.” (Mateus 4:5-7 ARA)2. “Usando as Escrituras, Satanás tentou Jesus a abusar do poder divino para ostentação pessoal, o que seria uma atitude presunçosa.”1

“Jesus não estava interessado em uma encenação teatral barata. Sua fé em Deus era genuína; não era algo planejado para impressionar a outros. A completa confiança de Jesus em Seu Pai se manifestou no ato de deixar o Céu e Se tornar humano, sofrendo o ultraje, a difamação, a humilhação pública e a injustiça de Sua morte (Fp 2:5-8). Esse era Seu destino, e Cristo estava plenamente preparado para ele. Sua missão era recuperar o mundo que Adão e seus descendentes haviam perdido. Em Jesus deviam ser cumpridas todas as promessas da aliança, e o mundo teria uma oportunidade de salvação.”1

“Novamente Jesus respondeu com a expressão ‘Está escrito’, citando Deuteronômio e ligando Sua experiência ao êxodo: ‘Não tentarás o Senhor, teu Deus, como O tentaste em Massá’ (Dt 6:16). Massá foi o local em que os israelitas se queixaram amargamente da falta de água, e Moisés feriu a rocha para obtê-la. Ao avaliar aquela experiência, Moisés declarou que as pessoas ‘tentaram ao Senhor, dizendo: Está o Senhor no meio de nós ou não?’ (Êx 17:7). Obviamente, Jesus tinha sabedoria e não caiu no engano, embora dessa vez o diabo tivesse lançado de volta para Ele a expressão ‘Está escrito’ (Mt 4:4, 6).”1

“Nem sempre é fácil ver a linha divisória entre confiar nos milagres de Deus e ser presunçosos a respeito do que esperamos do Senhor quando oramos. Como você aprendeu a distinguir uma coisa da outra?”1

Quarta-feira, 03 de fevereiro de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se pref//8ça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Rebelião e redenção. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 484, Jan. Fev. Mar. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Transformar pedras em pães

Lições da Bíblia

“3. Leia Mateus 4:1-3. O que aconteceu e por quê? Como vemos o grande conflito se desenrolando ali?”1 “1 A seguir, foi Jesus levado pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo. 2 E, depois de jejuar quarenta dias e quarenta noites, teve fome. 3 Então, o tentador, aproximando-se, lhe disse: Se és Filho de Deus, manda que estas pedras se transformem em pães. 4 Jesus, porém, respondeu: Está escrito: Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus.” (Mateus 4:1-4 ARA)2. “Jesus foi tentado por Satanás para Se afastar da missão, usar Seu poder para satisfazer Seu apetite, desobedecer ao Pai, duvidar de Sua divindade e Se tornar independente do Pai. Jesus venceu no mesmo ponto em que Adão e Eva foram derrotados. Por isso, nos oferece Sua vitória.”1

“‘Quando Jesus foi levado ao deserto para ser tentado, foi guiado pelo Espírito de Deus. Não convidou a tentação. Foi para o deserto para estar sozinho, a fim de considerar Sua missão e obra. Por jejum e oração devia Se fortalecer para a vereda sangrenta que iria trilhar. Mas Satanás sabia que Jesus tinha ido para o deserto, e julgou que essa fosse a melhor ocasião para se aproximar dEle’ (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 114).”1

“Há paralelos dramáticos entre o relato das tentações de Jesus e a experiência dos israelitas em suas peregrinações durante o êxodo. Depois de passar pelas águas, Jesus foi para o deserto, onde não comeu nada e foi provado durante 40 dias. Da mesma forma, os israelitas passaram pelas águas (o Mar Vermelho), entraram no deserto onde não tinham pão e permaneceram ali durante 40 anos. Note como isso é descrito em Deuteronômio 8:2, 3: ‘E te lembrarás de todo o caminho pelo qual o Senhor, teu Deus, te guiou no deserto estes quarenta anos, para te humilhar, para te tentar, para saber o que estava no teu coração, se guardarias os Seus mandamentos ou não. E te humilhou, e te deixou ter fome’.”1

“O relato dos evangelhos diz que, após 40 dias, Jesus teve fome (Mt 4:2). Então apareceu alguém com um conselho ‘útil’, mais ou menos como os consoladores de Jó. Essa não foi a primeira vez que Satanás foi mostrado como tendo vindo ‘ajudar’ alguém em crise. O capítulo 3 de Zacarias registra a história do sumo sacerdote Josué na época da reconstrução de Jerusalém, após o exílio babilônico. Enquanto ele estava diante de Deus em visão, alguém apareceu à sua direita. Quem ficava à direita era sempre o amigo de maior confiança, para proteger e guardar a pessoa contra qualquer suposto agressor. Mas o homem de confiança que estava à direita em Zacarias 3 não era outro senão o ‘acusador’, fingindo ser um amigo de confiança.”1

“A mesma coisa aconteceu com Jesus no deserto. Aquele que veio para ‘ajudar’ revelou quem era quando disse: ‘Se és Filho de Deus, manda que estas pedras se transformem em pães’ (Mt 4:3). Um anjo do Senhor não teria dúvidas sobre a divindade de Cristo.”1

“Note, novamente, como a resposta de Jesus (Mt 4:4) é uma citação ligada ao êxodo. ‘Ele te humilhou, e te deixou ter fome, e te sustentou com o maná, que tu não conhecias, nem teus pais o conheciam, para te dar a entender que não só de pão viverá o homem, mas de tudo o que procede da boca do Senhor viverá o homem’ (Dt 8:3).”1

“Por mais importante que seja não cair em tentação, não seria mais importante que você tivesse a certeza de que, mesmo sem perceber, não está levando outros à tentação?”1

Terça-feira, 02 de fevereiro de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se pref//8ça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Rebelião e redenção. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 484, Jan. Fev. Mar. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

O batismo de Jesus

Lições da Bíblia

“O aparecimento de João Batista deve ter causado alvoroço por toda a região. Ali estava alguém que se parecia com o profeta Elias (Mt 3:4;2Rs 1:8). Ele foi a primeira voz profética que o povo ouviu depois de 400 anos. Deus nunca antes havia ficado em silêncio por tanto tempo. Então Ele estava falando com o povo uma vez mais. Obviamente algo significativo estava para acontecer.”1

“2. Leia Mateus 3:7-12. Por que à sua apresentação do Messias João Batista ligaria temas de juízo, como a ira vindoura (v. 7), o machado posto à raiz das árvores (v. 10), a limpeza completa da eira (v. 12) e a queima da palha em fogo inextinguível (v. 12)?”1 “7 Vendo ele, porém, que muitos fariseus e saduceus vinham ao batismo, disse-lhes: Raça de víboras, quem vos induziu a fugir da ira vindoura? 8 Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento; 9 e não comeceis a dizer entre vós mesmos: Temos por pai a Abraão; porque eu vos afirmo que destas pedras Deus pode suscitar filhos a Abraão. 10 Já está posto o machado à raiz das árvores; toda árvore, pois, que não produz bom fruto é cortada e lançada ao fogo. 11 Eu vos batizo com água, para arrependimento; mas aquele que vem depois de mim é mais poderoso do que eu, cujas sandálias não sou digno de levar. Ele vos batizará com o Espírito Santo e com fogo. 12 A sua pá, ele a tem na mão e limpará completamente a sua eira; recolherá o seu trigo no celeiro, mas queimará a palha em fogo inextinguível.” (Mateus 3:7-12 ARA)2. “Eles já tinham a concepção (embora distorcida) de que deveriam estar puros para entrar na terra prometida.”1

“As pessoas achavam que estavam vivendo nos últimos dias. Viram João vir do deserto e incentivá-las a passar pelo batismo nas águas do Jordão. Isso tinha um pouco de semelhança com um novo êxodo, e era necessário que elas se molhassem (em vez de atravessar o leito seco de um rio) a fim de ser purificadas e estar prontas para a nova terra prometida, sendo que o próprio Messias as levaria à vitória sobre os romanos e, depois, à inauguração do reino eterno de Deus do qual os profetas haviam falado. Pelo menos isso era o que muitas pessoas achavam.”1

“Mas João Batista e Jesus não estavam liderando um movimento político; era um evento salvífico. A explicação dada por Lucas para o que João estava fazendo é uma citação de Isaías, que descreve a maneira pela qual Deus prepararia uma estrada para que os exilados voltassem à terra prometida (Lc 3:3-6). Jeremias explica a razão pela qual se devia preparar essa estrada especial: para que ela fosse acessível aos mais vulneráveis da sociedade, isto é, cegos, coxos, grávidas, mães com bebês, e para que todos os outros que desejassem voltar à terra prometida conseguissem fazê-lo (Jr 31:7-9). Não é de admirar que as pessoas fossem em grande número a João. Foi acesa no coração delas a esperança de que também poderiam estar prontas para o grande dia de Deus, que logo chegaria.”1

“Porém, esse dia veio de uma forma que a maioria delas não esperava, não porque não tivessem sido informadas a respeito disso, mas porque não compreenderam o significado das Escrituras (Lc 24:25-27).”1

“Pessoas fiéis tinham concepções profundamente errôneas a respeito da natureza da primeira vinda do Senhor. Como os fiéis dos últimos dias podem evitar as concepções errôneas a respeito da natureza de Sua segunda vinda?”1

Segunda-feira, 01 de fevereiro de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se pref//8ça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Rebelião e redenção. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 484, Jan. Fev. Mar. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.