Em suas cidades

Lições da Bíblia

“3. Examine as listas em Esdras 2 e Neemias 7. O que você percebe nelas?”1

Esdras (2 ARA)2: “1 São estes os filhos da província que subiram do cativeiro, dentre os exilados que Nabucodonosor, rei da Babilônia, tinha levado para lá, e voltaram para Jerusalém e para Judá, cada um para a sua cidade, 2 os quais vieram com Zorobabel, Jesua, Neemias, Seraías, Reelaías, Mordecai, Bilsã, Mispar, Bigvai, Reum e Baaná. Eis o número dos homens do povo de Israel: 3 os filhos de Parós, dois mil cento e setenta e dois. 4 Os filhos de Sefatias, trezentos e setenta e dois. 5 Os filhos de Ará, setecentos e setenta e cinco. 6 Os filhos de Paate-Moabe, dos filhos de Jesua-Joabe, dois mil oitocentos e doze. 7 Os filhos de Elão, mil duzentos e cinquenta e quatro. 8 Os filhos de Zatu, novecentos e quarenta e cinco. 9 Os filhos de Zacai, setecentos e sessenta. 10 Os filhos de Bani, seiscentos e quarenta e dois. 11 Os filhos de Bebai, seiscentos e vinte e três. 12 Os filhos de Azgade, mil duzentos e vinte e dois. 13 Os filhos de Adonicão, seiscentos e sessenta e seis. 14 Os filhos de Bigvai, dois mil e cinquenta e seis. 15 Os filhos de Adim, quatrocentos e cinquenta e quatro. 16 Os filhos de Ater, da família de Ezequias, noventa e oito. 17 Os filhos de Bezai, trezentos e vinte e três. 18 Os filhos de Jora, cento e doze. 19 Os filhos de Hasum, duzentos e vinte e três. 20 Os filhos de Gibar, noventa e cinco. 21 Os filhos de Belém, cento e vinte e três. 22 Os homens de Netofa, cinquenta e seis. 23 Os homens de Anatote, cento e vinte e oito. 24 Os filhos de Azmavete, quarenta e dois. 25 Os filhos de Quiriate-Arim, Cefira e Beerote, setecentos e quarenta e três. 26 Os filhos de Ramá e de Geba, seiscentos e vinte e um. 27 Os homens de Micmás, cento e vinte e dois. 28 Os homens de Betel e Ai, duzentos e vinte e três. 29 Os filhos de Nebo, cinquenta e dois. 30 Os filhos de Magbis, cento e cinquenta e seis. 31 Os filhos do outro Elão, mil duzentos e cinquenta e quatro. 32 Os filhos de Harim, trezentos e vinte. 33 Os filhos de Lode, Hadide e Ono, setecentos e vinte e cinco. 34 Os filhos de Jericó, trezentos e quarenta e cinco. 35 Os filhos de Senaá, três mil seiscentos e trinta. 36 Os sacerdotes: os filhos de Jedaías, da casa de Jesua, novecentos e setenta e três. 37 Os filhos de Imer, mil e cinquenta e dois. 38 Os filhos de Pasur, mil duzentos e quarenta e sete. 39 Os filhos de Harim, mil e dezessete. 40 Os levitas: os filhos de Jesua e Cadmiel, dos filhos de Hodavias, setenta e quatro. 41 Os cantores: os filhos de Asafe, cento e vinte e oito. 42 Os filhos dos porteiros: os filhos de Salum, os filhos de Ater, os filhos de Talmom, os filhos de Acube, os filhos de Hatita, os filhos de Sobai; ao todo, cento e trinta e nove. 43 Os servidores do templo: os filhos de Zia, os filhos de Hasufa, os filhos de Tabaote, 44 os filhos de Queros, os filhos de Sia, os filhos de Padom, 45 os filhos de Lebana, os filhos de Hagaba, os filhos de Acube, os filhos de Hagabe, 46 os filhos de Sanlai, os filhos de Hanã, 47 os filhos de Gidel, os filhos de Gaar, os filhos de Reaías, 48 os filhos de Rezim, os filhos de Necoda, os filhos de Gazão, 49 os filhos de Uzá, os filhos de Paseia, os filhos de Besai, 50 os filhos de Asná, os filhos dos meunitas, os filhos dos nefuseus, 51 os filhos de Baquebuque, os filhos de Hacufa, os filhos de Harur, 52 os filhos de Baslute, os filhos de Meída, os filhos de Harsa, 53 os filhos de Barcos, os filhos de Sísera, os filhos de Temá, 54 os filhos de Nesias, os filhos de Hatifa. 55 Os filhos dos servos de Salomão: os filhos de Sotai, os filhos de Soferete, os filhos de Peruda, 56 os filhos de Jaala, os filhos de Darcom, os filhos de Gidel, 57 os filhos de Sefatias, os filhos de Hatil, os filhos de Poquerete-Hazebaim e os filhos de Ami. 58 Todos os servidores do templo e os filhos dos servos de Salomão, trezentos e noventa e dois. 59 Também estes subiram de Tel-Melá, Tel-Harsa, Querube, Adã e Imer, porém não puderam provar que as suas famílias e a sua linhagem eram de Israel: 60 os filhos de Delaías, os filhos de Tobias, os filhos de Necoda, seiscentos e cinquenta e dois. 61 Também dos filhos dos sacerdotes: os filhos de Habaías, os filhos de Coz, os filhos de Barzilai, que se casara com uma das filhas de Barzilai, o gileadita, e que foi chamado do nome dele. 62 Estes procuraram o seu registro nos livros genealógicos, porém o não acharam; pelo que foram tidos por imundos para o sacerdócio. 63 O governador lhes disse que não comessem das coisas sagradas, até que se levantasse um sacerdote com Urim e Tumim. 64 Toda esta congregação junta foi de quarenta e dois mil trezentos e sessenta, 65 afora os seus servos e as suas servas, que foram sete mil trezentos e trinta e sete; e tinham duzentos cantores e cantoras. 66 Os seus cavalos, setecentos e trinta e seis; os seus mulos, duzentos e quarenta e cinco; 67 os seus camelos, quatrocentos e trinta e cinco; os jumentos, seis mil setecentos e vinte. 68 Alguns dos cabeças de famílias, vindo à Casa do Senhor, a qual está em Jerusalém, deram voluntárias ofertas para a Casa de Deus, para a restaurarem no seu lugar. 69 Segundo os seus recursos, deram para o tesouro da obra, em ouro, sessenta e um mil daricos, e, em prata, cinco mil arráteis, e cem vestes sacerdotais. 70 Os sacerdotes, os levitas e alguns do povo, tanto os cantores como os porteiros e os servidores do templo habitaram nas suas cidades, como também todo o Israel.”

Neemias (7 ARA)2: 1 Ora, uma vez reedificado o muro e assentadas as portas, estabelecidos os porteiros, os cantores e os levitas, 2 eu nomeei Hanani, meu irmão, e Hananias, maioral do castelo, sobre Jerusalém. Hananias era homem fiel e temente a Deus, mais do que muitos outros. 3 E lhes disse: não se abram as portas de Jerusalém até que o sol aqueça e, enquanto os guardas ainda estão ali, que se fechem as portas e se tranquem; ponham-se guardas dos moradores de Jerusalém, cada um no seu posto diante de sua casa. 4 A cidade era espaçosa e grande, mas havia pouca gente nela, e as casas não estavam edificadas ainda. 5 Então, o meu Deus me pôs no coração que ajuntasse os nobres, os magistrados e o povo, para registrar as genealogias. Achei o livro da genealogia dos que subiram primeiro, e nele estava escrito: 6 São estes os filhos da província que subiram do cativeiro, dentre os exilados, que Nabucodonosor, rei da Babilônia, levara para o exílio e que voltaram para Jerusalém e para Judá, cada um para a sua cidade, 7 os quais vieram com Zorobabel, Jesua, Neemias, Azarias, Raamias, Naamani, Mordecai, Bilsã, Misperete, Bigvai, Neum e Baaná. Este é o número dos homens do povo de Israel: 8 foram os filhos de Parós, dois mil cento e setenta e dois. 9 Os filhos de Sefatias, trezentos e setenta e dois. 10 Os filhos de Ará, seiscentos e cinquenta e dois. 11 Os filhos de Paate-Moabe, dos filhos de Jesua e de Joabe, dois mil oitocentos e dezoito. 12 Os filhos de Elão, mil duzentos e cinquenta e quatro. 13 Os filhos de Zatu, oitocentos e quarenta e cinco. 14 Os filhos de Zacai, setecentos e sessenta. 15 Os filhos de Binui, seiscentos e quarenta e oito. 16 Os filhos de Bebai, seiscentos e vinte e oito. 17 Os filhos de Azgade, dois mil trezentos e vinte e dois. 18 Os filhos de Adonicão, seiscentos e sessenta e sete. 19 Os filhos de Bigvai, dois mil e sessenta e sete. 20 Os filhos de Adim, seiscentos e cinquenta e cinco. 21 Os filhos de Ater, da família de Ezequias, noventa e oito. 22 Os filhos de Hasum, trezentos e vinte e oito. 23 Os filhos de Besai, trezentos e vinte e quatro. 24 Os filhos de Harife, cento e doze. 25 Os filhos de Gibeão, noventa e cinco. 26 Os homens de Belém e de Netofa, cento e oitenta e oito. 27 Os homens de Anatote, cento e vinte e oito. 28 Os homens de Bete-Azmavete, quarenta e dois. 29 Os homens de Quiriate-Jearim, Cefira e Beerote, setecentos e quarenta e três. 30 Os homens de Ramá e Geba, seiscentos e vinte e um. 31 Os homens de Micmás, cento e vinte e dois. 32 Os homens de Betel e Ai, cento e vinte e três. 33 Os homens do outro Nebo, cinquenta e dois. 34 Os filhos do outro Elão, mil duzentos e cinquenta e quatro. 35 Os filhos de Harim, trezentos e vinte. 36 Os filhos de Jericó, trezentos e quarenta e cinco. 37 Os filhos de Lode, Hadide e Ono, setecentos e vinte e um. 38 Os filhos de Senaá, três mil novecentos e trinta. 39 Os sacerdotes: os filhos de Jedaías, da casa de Jesua, novecentos e setenta e três. 40 Os filhos de Imer, mil e cinquenta e dois. 41 Os filhos de Pasur, mil duzentos e quarenta e sete. 42 Os filhos de Harim, mil e dezessete. 43 Os levitas: os filhos de Jesua, de Cadmiel, dos filhos de Hodeva, setenta e quatro. 44 Os cantores: os filhos de Asafe, cento e quarenta e oito. 45 Os porteiros: os filhos de Salum, os filhos de Ater, os filhos de Talmom, os filhos de Acube, os filhos de Hatita, os filhos de Sobai, cento e trinta e oito. 46 Os servidores do templo: os filhos de Zia, os filhos de Hasufa, os filhos de Tabaote, 47 os filhos de Queros, os filhos de Sia, os filhos de Padom, 48 os filhos de Lebana, os filhos de Hagaba, os filhos de Salmai, 49 os filhos de Hanã, os filhos de Gidel, os filhos de Gaar, 50 os filhos de Reaías, os filhos de Rezim, os filhos de Necoda, 51 os filhos de Gazão, os filhos de Uzá, os filhos de Paseia, 52 os filhos de Besai, os filhos de Meunim, os filhos de Nefusesim, 53 os filhos de Baquebuque, os filhos de Hacufa, os filhos de Harur, 54 os filhos de Bazlite, os filhos de Meída, os filhos de Harsa, 55 os filhos de Barcos, os filhos de Sísera, os filhos de Tama, 56 os filhos de Nesias e os filhos de Hatifa. 57 Os filhos dos servos de Salomão: os filhos de Sotai, os filhos de Soferete, os filhos de Perida, 58 os filhos de Jaala, os filhos de Darcom, os filhos de Gidel, 59 os filhos de Sefatias, os filhos de Hatil, os filhos de Poquerete-Hazebaim e os filhos de Amom. 60 Todos os servidores do templo e os filhos dos servos de Salomão, trezentos e noventa e dois. 61 Os seguintes subiram de Tel-Melá, Tel-Harsa, Querube, Adom e Imer, porém não puderam provar que as suas famílias e a sua linhagem eram de Israel: 62 os filhos de Delaías, os filhos de Tobias, os filhos de Necoda, seiscentos e quarenta e dois. 63 Dos sacerdotes: os filhos de Habaías, os filhos de Coz, os filhos de Barzilai, o qual se casou com uma das filhas de Barzilai, o gileadita, e que foi chamado pelo nome dele. 64 Estes procuraram o seu registro nos livros genealógicos, porém o não acharam; pelo que foram tidos por imundos para o sacerdócio. 65 O governador lhes disse que não comessem das coisas sagradas, até que se levantasse um sacerdote com Urim e Tumim. 66 Toda esta congregação junta foi de quarenta e dois mil trezentos e sessenta, 67 afora os seus servos e as suas servas, que foram sete mil trezentos e trinta e sete; e tinham duzentos e quarenta e cinco cantores e cantoras. 68 Os seus cavalos, setecentos e trinta e seis; os seus mulos, duzentos e quarenta e cinco. 69 Camelos, quatrocentos e trinta e cinco; jumentos, seis mil setecentos e vinte. 70 Alguns dos cabeças das famílias contribuíram para a obra. O governador deu para o tesouro, em ouro, mil daricos, cinquenta bacias e quinhentas e trinta vestes sacerdotais. 71 E alguns mais dos cabeças das famílias deram para o tesouro da obra, em ouro, vinte mil daricos e, em prata, dois mil e duzentos arráteis. 72 O que deu o restante do povo foi, em ouro, vinte mil daricos, e dois mil arráteis em prata, e sessenta e sete vestes sacerdotais. 73 Os sacerdotes, os levitas, os porteiros, os cantores, alguns do povo, os servidores do templo e todo o Israel habitavam nas suas cidades.”

“A repetição de Esdras 2 (a lista dos que retornaram do cativeiro babilônico com Zorobabel e Josué) em Neemias 7 foi proposital. Essas listas podem parecer cansativas para nós, mas revelam um ponto importante: Deus Se importa com detalhes que talvez não nos interessem.”1

“Os muros de Jerusalém estavam agora concluídos, e o texto bíblico intencionalmente demonstra que a primeira geração dos que retornaram, na época de Esdras e Neemias, contribuiu muito para essa grande realização, embora o sucesso lhes tivesse sido concedido por Deus. A geração presente havia progredido a partir das realizações da geração anterior, mesmo que a tarefa tivesse sido complicada, repleta de obstáculos e não tenha sido concluída tão cedo quanto eles gostariam.”1

“A liderança de Esdras e Neemias foi valorizada, mas o povo também fez seu trabalho. Cada grupo se envolveu em diferentes tarefas, realizadas em momentos distintos. E o resultado foi impressionante. O início da obra (Ed 2) está ligado ao fim (Ne 7), e não apenas o segundo templo estava construído, mas também Jerusalém estava remodelada e bem estabelecida.”1

“4. Leia Neemias 7:73. O que esse texto revela sobre o sucesso deles em fazer a vontade de Deus?”1

“Os israelitas tinham se instalado em suas cidades” (Ne 7:73, NVI).1

“Em muitos aspectos, todo o retorno e a reconstrução foram maravilhosos. O povo que muitos anos antes havia tido sua cidade devastada, seu templo destruído e sua terra assolada tinha agora retornado à mesma terra e à mesma cidade. E estava reconstruindo tudo, até mesmo o templo. Deve ter parecido algo miraculoso para eles e também para aqueles que estavam ao seu redor. Entretanto, tudo ocorreu de acordo com a vontade e as promessas de Deus.”1

“Existe alguma situação sem esperança em sua vida para a qual você ainda aguarda o livramento divino? Comente com a classe.”1

Movimento de oração e resgate: Com o relatório atualizado da secretaria da sua igreja, organize com sua Unidade de Ação ou com seu PG a visitação a essas pessoas. Muitas pessoas precisam ser resgatadas.

Segunda-feira, 25 de novembro de 2019. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Esdras e Neemias. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 498, out. nov. dez. 2019. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

O Deus da história

Lições da Bíblia

“1. Leia Esdras 1:9-11 e Daniel 1:1, 2. Como os versos de Daniel nos ajudam a entender a que Esdras estava se referindo?”1

Esdras (1:9-11 ARA)2: “9 Eis o número deles: trinta bacias de ouro, mil bacias de prata, vinte e nove facas, 10 trinta taças de ouro, quatrocentas e dez taças de prata de outra espécie e mil outros objetos. 11 Todos os utensílios de ouro e de prata foram cinco mil e quatrocentos; todos estes levou Sesbazar, quando os do exílio subiram da Babilônia para Jerusalém.

Daniel (1:1, 2 ARA)2: “1 No ano terceiro do reinado de Jeoaquim, rei de Judá, veio Nabucodonosor, rei da Babilônia, a Jerusalém e a sitiou.O Senhor lhe entregou nas mãos a Jeoaquim, rei de Judá, e alguns dos utensílios da Casa de Deus; a estes, levou-os para a terra de Sinar, para a casa do seu deus, e os pôs na casa do tesouro do seu deus.”

“O livro de Esdras fornece os detalhes, enquanto o de Daniel apresenta o contexto geral. Juntos, porém, esses textos mostram que o Senhor está no controle.”1

“A história das nações fala a nós hoje. Deus tem designado um lugar em Seu grande plano para cada nação e cada indivíduo. Homens e nações estão sendo hoje testados pelo prumo na mão Daquele que não erra. Por sua própria escolha, todos estão decidindo o seu destino, e Deus está dirigindo tudo para a realização dos Seus propósitos” (Ellen G. White, Profetas e Reis, p. 536).1

“2. O que Daniel 5 revela sobre o juízo que sobreveio a Belsazar? Assinale a alternativa correta:”1

Daniel (5 ARA): “1 O rei Belsazar deu um grande banquete a mil dos seus grandes e bebeu vinho na presença dos mil. 2 Enquanto Belsazar bebia e apreciava o vinho, mandou trazer os utensílios de ouro e de prata que Nabucodonosor, seu pai, tirara do templo, que estava em Jerusalém, para que neles bebessem o rei e os seus grandes, as suas mulheres e concubinas. 3 Então, trouxeram os utensílios de ouro, que foram tirados do templo da Casa de Deus que estava em Jerusalém, e beberam neles o rei, os seus grandes e as suas mulheres e concubinas. 4 Beberam o vinho e deram louvores aos deuses de ouro, de prata, de bronze, de ferro, de madeira e de pedra. 5 No mesmo instante, apareceram uns dedos de mão de homem e escreviam, defronte do candeeiro, na caiadura da parede do palácio real; e o rei via os dedos que estavam escrevendo.Então, se mudou o semblante do rei, e os seus pensamentos o turbaram; as juntas dos seus lombos se relaxaram, e os seus joelhos batiam um no outro. O rei ordenou, em voz alta, que se introduzissem os encantadores, os caldeus e os feiticeiros; falou o rei e disse aos sábios da Babilônia: Qualquer que ler esta escritura e me declarar a sua interpretação será vestido de púrpura, trará uma cadeia de ouro ao pescoço e será o terceiro no meu reino.Então, entraram todos os sábios do rei; mas não puderam ler a escritura, nem fazer saber ao rei a sua interpretação. 9 Com isto, se perturbou muito o rei Belsazar, e mudou-se-lhe o semblante; e os seus grandes estavam sobressaltados. 10 A rainha-mãe, por causa do que havia acontecido ao rei e aos seus grandes, entrou na casa do banquete e disse: Ó rei, vive eternamente! Não te turbem os teus pensamentos, nem se mude o teu semblante. 11 Há no teu reino um homem que tem o espírito dos deuses santos; nos dias de teu pai, se achou nele luz, e inteligência, e sabedoria como a sabedoria dos deuses; teu pai, o rei Nabucodonosor, sim, teu pai, ó rei, o constituiu chefe dos magos, dos encantadores, dos caldeus e dos feiticeiros, 12 porquanto espírito excelente, conhecimento e inteligência, interpretação de sonhos, declaração de enigmas e solução de casos difíceis se acharam neste Daniel, a quem o rei pusera o nome de Beltessazar; chame-se, pois, a Daniel, e ele dará a interpretação. 13 Então, Daniel foi introduzido à presença do rei. Falou o rei e disse a Daniel: És tu aquele Daniel, dos cativos de Judá, que o rei, meu pai, trouxe de Judá? 14 Tenho ouvido dizer a teu respeito que o espírito dos deuses está em ti, e que em ti se acham luz, inteligência e excelente sabedoria. 15 Acabam de ser introduzidos à minha presença os sábios e os encantadores, para lerem esta escritura e me fazerem saber a sua interpretação; mas não puderam dar a interpretação destas palavras. 16 Eu, porém, tenho ouvido dizer de ti que podes dar interpretações e solucionar casos difíceis; agora, se puderes ler esta escritura e fazer-me saber a sua interpretação, serás vestido de púrpura, terás cadeia de ouro ao pescoço e serás o terceiro no meu reino. 17 Então, respondeu Daniel e disse na presença do rei: Os teus presentes fiquem contigo, e dá os teus prêmios a outrem; todavia, lerei ao rei a escritura e lhe farei saber a interpretação. 18 Ó rei! Deus, o Altíssimo, deu a Nabucodonosor, teu pai, o reino e grandeza, glória e majestade. 19 Por causa da grandeza que lhe deu, povos, nações e homens de todas as línguas tremiam e temiam diante dele; matava a quem queria e a quem queria deixava com vida; a quem queria exaltava e a quem queria abatia. 20 Quando, porém, o seu coração se elevou, e o seu espírito se tornou soberbo e arrogante, foi derribado do seu trono real, e passou dele a sua glória. 21 Foi expulso dentre os filhos dos homens, o seu coração foi feito semelhante ao dos animais, e a sua morada foi com os jumentos monteses; deram-lhe a comer erva como aos bois, e do orvalho do céu foi molhado o seu corpo, até que conheceu que Deus, o Altíssimo, tem domínio sobre o reino dos homens e a quem quer constitui sobre ele. 22 Tu, Belsazar, que és seu filho, não humilhaste o teu coração, ainda que sabias tudo isto. 23 E te levantaste contra o Senhor do céu, pois foram trazidos os utensílios da casa dele perante ti, e tu, e os teus grandes, e as tuas mulheres, e as tuas concubinas bebestes vinho neles; além disso, deste louvores aos deuses de prata, de ouro, de bronze, de ferro, de madeira e de pedra, que não veem, não ouvem, nem sabem; mas a Deus, em cuja mão está a tua vida e todos os teus caminhos, a ele não glorificaste. 24 Então, da parte dele foi enviada aquela mão que traçou esta escritura. 25 Esta, pois, é a escritura que se traçou: Mene, Mene, Tequel e Parsim. 26 Esta é a interpretação daquilo: Mene: Contou Deus o teu reino e deu cabo dele. 27 Tequel: Pesado foste na balança e achado em falta. 28 Peres: Dividido foi o teu reino e dado aos medos e aos persas. 29 Então, mandou Belsazar que vestissem Daniel de púrpura, e lhe pusessem cadeia de ouro ao pescoço, e proclamassem que passaria a ser o terceiro no governo do seu reino. 30 Naquela mesma noite, foi morto Belsazar, rei dos caldeus. 31 E Dario, o medo, com cerca de sessenta e dois anos, se apoderou do reino.

A. (   ) Belsazar ficou louco como seu pai, Nabucodonosor.
B. (   ) Deus o julgou em falta, tirando o seu reino. Seus dias foram contados, e ele acabou sendo morto pelo exército medo-persa.

Resposta sugestiva: Alternativa B.

“Babilônia caiu em outubro de 539 a.C., quando foi conquistada por Ciro, rei do exército medo-persa. Belsazar confiava erroneamente em seu sucesso, luxo e fama. Ele era tão arrogante que havia organizado um banquete extravagante na noite em que acabaria sendo morto. A mão divina escreveu na parede do palácio que seus dias tinham sido contados e estavam chegando ao fim. Mesmo conhecendo o destino e a história de conversão do poderoso rei Nabucodonosor, ele não havia aprendido a lição. É sempre trágico quando não atendemos às advertências de Deus e não seguimos Sua instrução.”1

“O profeta Daniel esteve sempre ali, mas havia sido ignorado. Quando perdemos o senso da santidade de Deus e de Sua presença na vida, seguimos um caminho acompanhado de complicações, problemas e tragédias, que acabam em morte.”1

“Depois de relatar ao rei a história de Nabucodonosor, Daniel disse: ‘Tu, Belsazar, que és seu filho, não humilhaste o teu coração, ainda que sabias tudo isto’ (Dn 5:22). Como podemos nos assegurar de que não cometemos o mesmo tipo de erro de Belsazar? De que maneira a realidade da cruz pode nos manter humildes diante de Deus?”1

Domingo, 24 de novembro de 2019. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Esdras e Neemias. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 498, out. nov. dez. 2019. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Provas, tribulações e listas

Lições da Bíblia

“[…] firmemente aderiram a seus irmãos; seus nobres convieram, numa imprecação e num juramento, de que andariam na Lei de Deus, que foi dada por intermédio de Moisés, servo de Deus, de que guardariam e cumpririam todos os mandamentos do Senhor, nosso Deus, e os Seus juízos e os Seus estatutos” (Ne 10:29).1

“Geralmente não lemos as genealogias nem as longas listas de itens na Bíblia. Mas elas foram incluídas ali por uma razão. O Senhor da Bíblia é o Deus dos detalhes. Ele percebe as peculiaridades, e isso nos garante que nunca seremos esquecidos por Ele.”1

“Os poucos exemplos de genealogia evidenciam que Deus conhece nossa família, e as listas de coisas revelam que Ele Se importa até com o que os outros consideram ‘insignificante’. Jesus afirmou que Deus cuida dos pardais e conta os fios do nosso cabelo: ‘Não se vendem cinco pardais por duas moedinhas? Contudo, nenhum deles é esquecido por Deus. Até os cabelos da cabeça de vocês estão todos contados. Não tenham medo; vocês valem mais do que muitos pardais!’ (Lc 12:6, 7, NVI). O Deus que Se importa com esses detalhes também Se importa conosco e conhece tudo o que nos perturba.”1

“Portanto, podemos ter plena segurança, cultivar a confiança no Senhor e descansar na certeza de que Ele Se importa com todas as áreas da nossa vida. Embora isso seja reconfortante, mostra-nos também que precisamos nos importar com todos os aspectos da nossa existência.”1

Sábado, 23 de novembro de 2019. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Esdras e Neemias. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 498, out. nov. dez. 2019. Adulto, Professor. 

Deus e a aliança – Estudo adicional

Lições da Bíblia

Texto de Ellen G. White: Caminho a Cristo, p. 43-48 (“Consagração”).

“O serviço no santuário terrestre dividia-se em duas partes: os sacerdotes ministravam diariamente no lugar santo, ao passo que uma vez ao ano o sumo sacerdote efetuava uma obra especial de expiação no lugar santíssimo, para a purificação do santuário. Dia após dia, o pecador arrependido levava sua oferta à porta do tabernáculo e, colocando a mão sobre a cabeça da vítima, confessava seus pecados, ­transferindo-os assim, figuradamente, de si para o sacrifício inocente. O animal era então morto. ‘Sem derramamento de sangue, não há remissão de pecado’ (Hb 9:22). ‘A vida da carne está no sangue’ (Lv 17:11). A Lei de Deus, sendo violada, exige a vida do transgressor. O sangue, representando a vida que havia sido perdida pelo pecador cuja culpa a vítima carregava, era levado pelo sacerdote ao lugar santo e aspergido diante do véu, atrás do qual estava a arca contendo a Lei que o pecador transgredira. Por essa cerimônia, o pecado era transferido, mediante o sangue, em figura, para o santuário. Em alguns casos o sangue não era levado para o lugar santo; mas a carne deveria então ser comida pelo sacerdote, conforme Moisés determinou aos filhos de Arão […] ‘para que a iniquidade da congregação’ (Lv 10:17). Ambas as cerimônias simbolizavam […] a transferência do pecado do penitente para o santuário” (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 418).1

Perguntas para discussão

“1. Você já fez promessas e não as cumpriu? Como evitar um erro semelhante?”1

“2. Aliança é o estabelecimento legal de um relacionamento. Se quebramos a aliança com Deus, Ele é sempre fiel. A fidelidade divina pode nos atrair a uma ligação íntima com o Senhor e, assim, nos ajudar a viver como deveríamos?”1

“3. Você já foi infiel e rejeitou as promessas da aliança? (Lc 22:20; Hb 8:13; Hb 9:15). Entendeu a promessa do perdão em Jesus, cujo sangue selou a Nova Aliança conosco?”1

Sexta-feira, 22 de novembro de 2019. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Esdras e Neemias. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 498, out. nov. dez. 2019. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

O templo

Lições da Bíblia

“5. Leia Neemias 10:32-39. Por que as práticas do templo eram essenciais aos israelitas, como é demonstrado nestas palavras: ‘Não negligenciaremos o templo de nosso Deus’ (Ne 10:39, NVI)? Por que o templo era tão importante para a fé? (Veja também Hb 8:1-7.)”1

Neemias (10:32-39 ARA)2: “32 Também sobre nós pusemos preceitos, impondo-nos cada ano a terça parte de um siclo para o serviço da casa do nosso Deus, 33 e para os pães da proposição, e para a contínua oferta de manjares, e para o contínuo holocausto dos sábados e das Festas da Lua Nova, e para as festas fixas, e para as coisas sagradas, e para as ofertas pelo pecado, e para fazer expiação por Israel, e para toda a obra da casa do nosso Deus. 34 Nós, os sacerdotes, os levitas e o povo deitamos sortes acerca da oferta da lenha que se havia de trazer à casa do nosso Deus, segundo as nossas famílias, a tempos determinados, de ano em ano, para se queimar sobre o altar do Senhor, nosso Deus, como está escrito na Lei. 35 E que também traríamos as primícias da nossa terra e todas as primícias de todas as árvores frutíferas, de ano em ano, à Casa do Senhor; 36 os primogênitos dos nossos filhos e os do nosso gado, como está escrito na Lei; e que os primogênitos das nossas manadas e das nossas ovelhas traríamos à casa do nosso Deus, aos sacerdotes que ministram nela. 37 As primícias da nossa massa, as nossas ofertas, o fruto de toda árvore, o vinho e o azeite traríamos aos sacerdotes, às câmaras da casa do nosso Deus; os dízimos da nossa terra, aos levitas, pois a eles cumpre receber os dízimos em todas as cidades onde há lavoura. 38 O sacerdote, filho de Arão, estaria com os levitas quando estes recebessem os dízimos, e os levitas trariam os dízimos dos dízimos à casa do nosso Deus, às câmaras da casa do tesouro. 39 Porque àquelas câmaras os filhos de Israel e os filhos de Levi devem trazer ofertas do cereal, do vinho e do azeite; porquanto se acham ali os vasos do santuário, como também os sacerdotes que ministram, e os porteiros, e os cantores; e, assim, não desampararíamos a casa do nosso Deus.”

Hebreus (8:1-7 ARA)2: “1 Ora, o essencial das coisas que temos dito é que possuímos tal sumo sacerdote, que se assentou à destra do trono da Majestade nos céus, 2 como ministro do santuário e do verdadeiro tabernáculo que o Senhor erigiu, não o homem. 3 Pois todo sumo sacerdote é constituído para oferecer tanto dons como sacrifícios; por isso, era necessário que também esse sumo sacerdote tivesse o que oferecer. 4 Ora, se ele estivesse na terra, nem mesmo sacerdote seria, visto existirem aqueles que oferecem os dons segundo a lei, 5 os quais ministram em figura e sombra das coisas celestes, assim como foi Moisés divinamente instruído, quando estava para construir o tabernáculo; pois diz ele: Vê que faças todas as coisas de acordo com o modelo que te foi mostrado no monte. 6 Agora, com efeito, obteve Jesus ministério tanto mais excelente, quanto é ele também Mediador de superior aliança instituída com base em superiores promessas. 7 Porque, se aquela primeira aliança tivesse sido sem defeito, de maneira alguma estaria sendo buscado lugar para uma segunda.”

“Os israelitas prometeram cuidar do templo. Mesmo sendo um pequeno grupo financeiramente oprimido pelos reis, decidiram que precisavam doar do pouco que tinham para que o templo prosperasse e não apenas sobrevivesse. Por isso, escolheram dar a terça parte de um siclo para o serviço do templo a cada ano, em vez de fazer isso apenas quando ocorresse o censo, conforme ordenava a lei. A nação viu a necessidade de ir além do que era exigido. Além disso, atribuíram a famílias específicas a responsabilidade de queimar lenha no altar, pois reconheciam que, sem organização, essa prática morreria.”1

“Os primeiros frutos, os primogênitos, os dízimos e as ofertas eram aspectos do serviço do templo que sustentavam o ministério dos sacerdotes e dos levitas. Um décimo de tudo devia ir para os levitas. Além disso, os primogênitos eram redimidos por dinheiro, o que era somado ao valor recebido pelos levitas. No entanto, o dízimo do dízimo dos levitas ia para os sacerdotes.”1

“O templo servia como o coração da nação israelita. Ele era tão central à sua fé que a maior tragédia ocorreu quando Nabucodonosor o derrubou e levou os objetos sagrados.”1

“Quando o templo era bem administrado, ele proporcionava vida espiritual vibrante à nação, pois indicava ao povo a solução definitiva para o problema do pecado, mediante a morte de um cordeiro. Quando Jesus morreu na cruz, essa solução foi providenciada (Rm 5:5-10). Além disso, por meio do serviço anual do Dia da Expiação, o povo aprendia que Deus tem, em última instância, um plano para acabar com o mal e o pecado para sempre. Em outras palavras, o templo servia como cenário para revelar ao povo todo o plano da salvação. As lições a ser aprendidas por meio do estudo dos serviços realizados nele são imensas e necessárias para nos dar uma visão maior do caráter de Deus e esclarecer o plano da salvação.”1

“‘Fiel é a palavra e digna de toda aceitação: que Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal’ (1Tm 1:15). Qual era a esperança de Paulo? Como podemos torná-la nossa também?”1

Quinta-feira, 21 de novembro de 2019. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Esdras e Neemias. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 498, out. nov. dez. 2019. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Promessas

Lições da Bíblia

“4. Leia Neemias 10:30-39. Quais são as quatro coisas que os israelitas ­prometeram fazer como parte da aliança renovada?”1

Neemias (10:30-39 ARA)2: “30 de que não dariam as suas filhas aos povos da terra, nem tomariam as filhas deles para os seus filhos; 31 de que, trazendo os povos da terra no dia de sábado qualquer mercadoria e qualquer cereal para venderem, nada comprariam deles no sábado, nem no dia santificado; e de que, no ano sétimo, abririam mão da colheita e de toda e qualquer cobrança.  32 Também sobre nós pusemos preceitos, impondo-nos cada ano a terça parte de um siclo para o serviço da casa do nosso Deus, 33 e para os pães da proposição, e para a contínua oferta de manjares, e para o contínuo holocausto dos sábados e das Festas da Lua Nova, e para as festas fixas, e para as coisas sagradas, e para as ofertas pelo pecado, e para fazer expiação por Israel, e para toda a obra da casa do nosso Deus. 34 Nós, os sacerdotes, os levitas e o povo deitamos sortes acerca da oferta da lenha que se havia de trazer à casa do nosso Deus, segundo as nossas famílias, a tempos determinados, de ano em ano, para se queimar sobre o altar do Senhor, nosso Deus, como está escrito na Lei. 35 E que também traríamos as primícias da nossa terra e todas as primícias de todas as árvores frutíferas, de ano em ano, à Casa do Senhor; 36 os primogênitos dos nossos filhos e os do nosso gado, como está escrito na Lei; e que os primogênitos das nossas manadas e das nossas ovelhas traríamos à casa do nosso Deus, aos sacerdotes que ministram nela. 37 As primícias da nossa massa, as nossas ofertas, o fruto de toda árvore, o vinho e o azeite traríamos aos sacerdotes, às câmaras da casa do nosso Deus; os dízimos da nossa terra, aos levitas, pois a eles cumpre receber os dízimos em todas as cidades onde há lavoura. 38 O sacerdote, filho de Arão, estaria com os levitas quando estes recebessem os dízimos, e os levitas trariam os dízimos dos dízimos à casa do nosso Deus, às câmaras da casa do tesouro. 39 Porque àquelas câmaras os filhos de Israel e os filhos de Levi devem trazer ofertas do cereal, do vinho e do azeite; porquanto se acham ali os vasos do santuário, como também os sacerdotes que ministram, e os porteiros, e os cantores; e, assim, não desampararíamos a casa do nosso Deus.1

O povo prometeu o seguinte:

“1. Não realizar casamentos mistos (casamentos que pudessem levar à idolatria);
2. Praticar a verdadeira observância do sábado (sem distrações com transações comerciais);
3. Cumprir o cancelamento de dívidas e a observância do ano sabático a fim de cuidar dos pobres e dar-lhes liberdade;
4. Sustentar financeiramente o templo, seus serviços e suas equipes trazendo as primícias dos frutos, os primogênitos e os dízimos, assegurando a continuação da verdadeira adoração.”1

“As três primeiras promessas se referem ao relacionamento com os outros (casamentos e cancelamento de dívidas) e com Deus (observância do sábado), enquanto a última (Ne 10:32-39) trata dos regulamentos do templo.”1

“O objetivo dos israelitas era demonstrar que eles estavam comprometidos com a aliança e, portanto, implementariam formas práticas de desenvolver seu relacionamento com Deus e com os outros. Mesmo que nem sempre guardassem a aliança perfeitamente, eles entendiam que práticas e hábitos corretos influenciariam o futuro. Se a nação israelita desejava ir no caminho certo, ela teria que estabelecer maneiras de agir e costumes que a conduzisse aonde desejava seguir. Se desejava andar intimamente com Deus, era importante valorizar o sábado e cuidar do templo.”1

“Infelizmente, os israelitas não cumpriram muito bem suas promessas, conforme demonstrado nos últimos capítulos de Neemias. No entanto, embora nem todos as tenham cumprido, muitos o fizeram. Com a ajuda de Deus e mantendo o foco Nele é possível desenvolver hábitos corretos e firmar-se no caminho certo.”1

“‘Por meio do correto exercício da vontade, uma transformação completa pode ocorrer em sua vida. Entregando a vontade a Cristo, você se une com o poder que está acima de todos os outros. Obterá força do alto para permanecer firme e, pela constante entrega a Deus, será capacitado para viver a nova vida, a vida da fé’ (Ellen G. White, Caminho a Cristo, p. 48). Há algo que o impede de vivenciar o que está escrito nessa citação?”1

Quarta-feira, 20 de novembro de 2019. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Esdras e Neemias. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 498, out. nov. dez. 2019. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Estrutura da aliança

Lições da Bíblia

“Os estudiosos da Bíblia reconhecem que existe uma estrutura típica para as alianças bíblicas; isso é visto até mesmo em alianças feitas pelos antigos hititas. Isto é, Deus Se comunicou com o povo de uma forma que ele, em sua cultura, pudesse entender.”1

“As alianças comuns durante a época do antigo Israel tinham as seguintes partes: declaração preliminar (quem é Deus); prólogo histórico (relacionamento passado definido); determinações ou leis; bênçãos e maldições; testemunhas, provisão especial ou sinal da aliança. Portanto, não deveria ser surpresa o fato de Deus ter usado algo semelhante para Se comunicar com Seu povo naquela época, pois estavam familiarizados com a prática.”1

“Por exemplo, todo o livro de Deuteronômio foi escrito na forma de uma aliança, pois Moisés convidou o povo de Deus a entrar em um novo relacionamento de aliança com o Senhor. Ele expressou a aliança da seguinte maneira: (1) Declaração preliminar (Dt 1:1-5); (2) prólogo histórico (Dt 1:6 – Dt 4:43); (3) determinações ou leis (Dt 4:44 – Dt 26:19); (4) bênçãos e maldições (Dt 27, Dt 28, Dt 29, Dt 30); (5) testemunhas (Dt 30:19); e, finalmente, (6) provisão especial (Dt 31:9-13).”1

“3. Leia Josué 24. Como esse padrão de aliança é revelado também nesse capítulo?”1

Josué (24 ARA): 1 Depois, reuniu Josué todas as tribos de Israel em Siquém e chamou os anciãos de Israel, os seus cabeças, os seus juízes e os seus oficiais; e eles se apresentaram diante de Deus. 2 Então, Josué disse a todo o povo: Assim diz o Senhor, Deus de Israel: Antigamente, vossos pais, Tera, pai de Abraão e de Naor, habitaram dalém do Eufrates e serviram a outros deuses. 3 Eu, porém, tomei Abraão, vosso pai, dalém do rio e o fiz percorrer toda a terra de Canaã; também lhe multipliquei a descendência e lhe dei Isaque. 4 A Isaque dei Jacó e Esaú e a Esaú dei em possessão as montanhas de Seir; porém Jacó e seus filhos desceram para o Egito. 5 Então, enviei Moisés e Arão e feri o Egito com o que fiz no meio dele; e, depois, vos tirei de lá. 6 Tirando eu vossos pais do Egito, viestes ao mar; os egípcios perseguiram vossos pais, com carros e com cavaleiros, até ao mar Vermelho. 7 E, clamando vossos pais, o Senhor pôs escuridão entre vós e os egípcios, e trouxe o mar sobre estes, e o mar os cobriu; e os vossos olhos viram o que eu fiz no Egito. Então, habitastes no deserto por muito tempo. 8 Daí eu vos trouxe à terra dos amorreus, que habitavam dalém do Jordão, os quais pelejaram contra vós outros; porém os entreguei nas vossas mãos, e possuístes a sua terra; e os destruí diante de vós. 9 Levantou-se, também, o rei de Moabe, Balaque, filho de Zipor, e pelejou contra Israel; mandou chamar Balaão, filho de Beor, para que vos amaldiçoasse. 10 Porém eu não quis ouvir Balaão; e ele teve de vos abençoar; e, assim, vos livrei da sua mão. 11 Passando vós o Jordão e vindo a Jericó, os habitantes de Jericó pelejaram contra vós outros e também os amorreus, os ferezeus, os cananeus, os heteus, os girgaseus, os heveus e os jebuseus; porém os entreguei nas vossas mãos. 12 Enviei vespões adiante de vós, que os expulsaram da vossa presença, bem como os dois reis dos amorreus, e isso não com a tua espada, nem com o teu arco. 13 Dei-vos a terra em que não trabalhastes e cidades que não edificastes, e habitais nelas; comeis das vinhas e dos olivais que não plantastes. 14 Agora, pois, temei ao Senhor e servi-o com integridade e com fidelidade; deitai fora os deuses aos quais serviram vossos pais dalém do Eufrates e no Egito e servi ao Senhor. 15 Porém, se vos parece mal servir ao Senhor, escolhei, hoje, a quem sirvais: se aos deuses a quem serviram vossos pais que estavam dalém do Eufrates ou aos deuses dos amorreus em cuja terra habitais. Eu e a minha casa serviremos ao Senhor. 16 Então, respondeu o povo e disse: Longe de nós o abandonarmos o Senhor para servirmos a outros deuses; 17 porque o Senhor é o nosso Deus; ele é quem nos fez subir, a nós e a nossos pais, da terra do Egito, da casa da servidão, quem fez estes grandes sinais aos nossos olhos e nos guardou por todo o caminho em que andamos e entre todos os povos pelo meio dos quais passamos. 18 O Senhor expulsou de diante de nós todas estas gentes, até o amorreu, morador da terra; portanto, nós também serviremos ao Senhor, pois ele é o nosso Deus. 19 Então, Josué disse ao povo: Não podereis servir ao Senhor, porquanto é Deus santo, Deus zeloso, que não perdoará a vossa transgressão nem os vossos pecados. 20 Se deixardes o Senhor e servirdes a deuses estranhos, então, se voltará, e vos fará mal, e vos consumirá, depois de vos ter feito bem. 21 Então, disse o povo a Josué: Não; antes, serviremos ao Senhor. 22 Josué disse ao povo: Sois testemunhas contra vós mesmos de que escolhestes o Senhor para o servir. E disseram: Nós o somos. 23 Agora, pois, deitai fora os deuses estranhos que há no meio de vós e inclinai o coração ao Senhor, Deus de Israel. 24 Disse o povo a Josué: Ao Senhor, nosso Deus, serviremos e obedeceremos à sua voz. 25 Assim, naquele dia, fez Josué aliança com o povo e lha pôs por estatuto e direito em Siquém. 26 Josué escreveu estas palavras no Livro da Lei de Deus; tomou uma grande pedra e a erigiu ali debaixo do carvalho que estava em lugar santo do Senhor. 27 Disse Josué a todo o povo: Eis que esta pedra nos será testemunha, pois ouviu todas as palavras que o Senhor nos tem dito; portanto, será testemunha contra vós outros para que não mintais a vosso Deus. 28 Então, Josué despediu o povo, cada um para a sua herança.  29 Depois destas coisas, sucedeu que Josué, filho de Num, servo do Senhor, faleceu com a idade de cento e dez anos. 30 Sepultaram-no na sua própria herança, em Timnate-Sera, que está na região montanhosa de Efraim, para o norte do monte Gaás. 31 Serviu, pois, Israel ao Senhor todos os dias de Josué e todos os dias dos anciãos que ainda sobreviveram por muito tempo depois de Josué e que sabiam todas as obras feitas pelo Senhor a Israel. 32 Os ossos de José, que os filhos de Israel trouxeram do Egito, enterraram-nos em Siquém, naquela parte do campo que Jacó comprara aos filhos de Hamor, pai de Siquém, por cem peças de prata, e que veio a ser a herança dos filhos de José. 33 Faleceu também Eleazar, filho de Arão, e o sepultaram em Gibeá, pertencente a Fineias, seu filho, a qual lhe fora dada na região montanhosa de Efraim.”

“A renovação da aliança feita por Josué segue a mesma estrutura.”1

“Primeiramente, há uma declaração na qual Deus Se apresentou como ‘o Senhor, Deus de Israel’ (Js 24:2). Em seguida, vem um longo prólogo histórico, no qual Josué lembra o povo das obras que Deus realizou por ele no passado (Js 24:2-13). Após essa história, são especificadas as determinações ou leis (Js 24:14, 15, 23), mencionadas as bênçãos e maldições (Js 24:19, 20), identificadas as testemunhas (Js 24:22, 27) e declarada a provisão especial (Js 24:25, 26). Aqui, também, Deus usou a forma básica de uma aliança a fim de Se comunicar com Israel e mostrar aos israelitas não apenas Sua liderança no passado, mas o que era exigido deles para cumprir sua parte na aliança.”1

“Leia Josué 24:15 [‘Porém, se vos parece mal servir ao Senhor, escolhei, hoje, a quem sirvais: se aos deuses a quem serviram vossos pais que estavam dalém do Eufrates ou aos deuses dos amorreus em cuja terra habitais. Eu e a minha casa serviremos ao Senhor.’]. Qual princípio encontrado nesse verso pode se aplicar a nós?”

Terça-feira, 19 de novembro de 2019. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Esdras e Neemias. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 498, out. nov. dez. 2019. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.