Do mar tempestuoso às nuvens do Céu – Estudo adicional

Lições da Bíblia

“Um exame superficial da História revela que, após o colapso do Império Romano, que ocorreu por ataques de bárbaros do norte, o bispo de Roma se aproveitou da derrota das três tribos bárbaras e se estabeleceu como único poder em Roma a partir de 538 d.C. Ele adotou diversas funções institucionais e políticas do imperador romano. Daí surgiu o papado, investido de poder temporal e religioso até ser deposto por Napoleão em 1798. Isso não pôs fim à Roma, porém apenas àquele período específico de perseguição. O papa não apenas afirmou ser o vigário de Cristo, mas também introduziu doutrinas e práticas contrárias à Bíblia. O purgatório, a penitência, a confissão a um sacerdote e a mudança do sábado para o domingo estão entre as muitas mudanças dos tempos e da Lei introduzidas pelo papado.”1

“O homem não pode, em sua própria força, enfrentar as acusações do inimigo. Com suas vestes manchadas de pecado e em confissão de culpa, ele está perante Deus. Mas Jesus, nosso Advogado, apresenta uma eficaz alegação em favor de todo aquele que, pelo arrependimento e fé, confiou a guarda de seu coração a Ele. Cristo defende sua causa e, mediante os poderosos argumentos do Calvário, derrota seu acusador. Sua perfeita obediência à Lei de Deus deu-Lhe poder no Céu e na Terra, e Ele reclama de Seu Pai misericórdia e reconciliação para com o homem culpado. Ao acusador do Seu povo Ele declara: ‘O Senhor te repreenda, ó Satanás. Estes são os que foram comprados com o Meu sangue, tições tirados do fogo’. E aos que Nele descansam em fé, Ele dá a certeza: ‘Eis que tenho feito com que passe de ti a tua iniquidade e te vestirei de vestidos novos’ (Zc 3:4, ARC)” (Ellen G. White, Profetas e Reis, p. 586, 587).1

Perguntas para discussão

“Veja novamente as características do chifre pequeno que surge e continua sendo parte do quarto animal, Roma. Qual é o único poder que surgiu de Roma pagã muitos séculos atrás, perseguiu o povo de Deus e existe até hoje? Por que essa identificação deve nos proteger de especulações sobre sua identidade, tais como a ideia de que o chifre pequeno seja um rei grego pagão que desapareceu da história mais de um século e meio antes do primeiro advento de Jesus? Como essas marcas claras de identificação também nos protegem da crença de que o chifre pequeno seja algum poder futuro que ainda está para surgir?”1

Sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020. Saiba mais, faça um Curso Bíblico. 

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Daniel. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 499, jan. fev. mar. 2020. Adulto, Professor. 

Os santos do Altíssimo

Lições da Bíblia

“6. De acordo com Daniel 7:18,21,22,25,27, o que acontecerá com o povo de Deus? Assinale a alternativa correta:”1

Daniel 7:18, 21, 22, 25, 27 (ARA)2: “18 Mas os santos do Altíssimo receberão o reino e o possuirão para todo o sempre, de eternidade em eternidade. […] 21 Eu olhava e eis que este chifre fazia guerra contra os santos e prevalecia contra eles, 22 até que veio o Ancião de Dias e fez justiça aos santos do Altíssimo; e veio o tempo em que os santos possuíram o reino. […] 25 Proferirá palavras contra o Altíssimo, magoará os santos do Altíssimo e cuidará em mudar os tempos e a lei; e os santos lhe serão entregues nas mãos, por um tempo, dois tempos e metade de um tempo. […] 27 O reino, e o domínio, e a majestade dos reinos debaixo de todo o céu serão dados ao povo dos santos do Altíssimo; o seu reino será reino eterno, e todos os domínios o servirão e lhe obedecerão.”

A. (   ) Será perseguido e oprimido, mas será resgatado e receberá o reino.
B. (   ) Será afligido e derrotado para todo o sempre.

Resposta sugestiva: Alternativa A.

“Os ‘santos do Altíssimo’ são uma designação do povo de Deus. Eles foram atacados pelo poder representado pelo chifre pequeno. Em virtude de insistirem em permanecer fiéis à Palavra de Deus, eles foram perseguidos durante os tempos do governo papal. Os cristãos também foram perseguidos durante a época do Império Romano pagão (o quarto animal), mas o que é mencionado em Daniel 7:25 é uma perseguição aos santos promovida pelo chifre pequeno, que surge somente após o término do período pagão de Roma.”1

“No entanto, o povo de Deus não estará para sempre sujeito à opressão do poder deste mundo. O reino de Deus substituirá os reinos do mundo. É interessante que, na visão, o Filho do Homem recebe ‘domínio, e glória, e o reino’ (Dn 7:14). Mas na interpretação apresentada pelo anjo, os “santos” recebem o reino (Dn 7:18). Não há contradição aqui. Visto que o Filho do Homem Se identifica com Deus e com a humanidade, Sua vitória é a vitória daqueles que Ele representa.”1

“Quando o sumo sacerdote perguntou se Jesus era o Messias, o Filho de Deus, Jesus apontou para o Salmo 110:1 e Daniel 7:13,14 e disse: ‘Eu Sou, e vereis o Filho do Homem assentado à direita do Todo-poderoso e vindo com as nuvens do Céu’ (Mc 14:62). Portanto, Jesus é Aquele que nos representa no tribunal celestial. Ele já derrotou os poderes das trevas e compartilha Seu triunfo com aqueles que se aproximam Dele. Portanto, não há razão para temer. Como declarou o apóstolo Paulo tão apropriadamente: ‘Em todas estas coisas, porém, somos mais que vencedores, por meio Daquele que nos amou. Porque eu estou bem certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente, nem do porvir, nem os poderes, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor’ (Rm 8:37-39).”1

“Veja com que precisão a visão de Daniel descreve a História, com milhares de anos de antecedência. Como isso deve nos ajudar a confiar em todas as promessas de Deus para o futuro?”1

Quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020. Saiba mais, faça um Curso Bíblico. 

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Daniel. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 499, jan. fev. mar. 2020. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

A vinda do Filho do Homem

Lições da Bíblia

“5. Quem é o Filho do Homem em Daniel 7:13 e como você O identifica? (Veja também Mc 13:26; Mt 8:20; Mt 9:6; Lc 9:26; Lc 12:8). Assinale a alternativa correta:”1

Daniel 7:13 (ARA): “Eu estava olhando nas minhas visões da noite, e eis que vinha com as nuvens do céu um como o Filho do Homem, e dirigiu-se ao Ancião de Dias, e o fizeram chegar até ele.”

Marcos 13:26 (ARA)2: “Então, verão o Filho do Homem vir nas nuvens, com grande poder e glória.”

Mateus 8:20 (ARA)2: “Mas Jesus lhe respondeu: As raposas têm seus covis, e as aves do céu, ninhos; mas o Filho do Homem não tem onde reclinar a cabeça.”

Mateus 9:6 (ARA)2: “Ora, para que saibais que o Filho do Homem tem sobre a terra autoridade para perdoar pecados —disse, então, ao paralítico: Levanta-te, toma o teu leito e vai para tua casa.”

Lucas 9:26 (ARA)2: “Porque qualquer que de mim e das minhas palavras se envergonhar, dele se envergonhará o Filho do Homem, quando vier na sua glória e na do Pai e dos santos anjos.”

Lucas 12:8 (ARA)2: “Digo-vos ainda: todo aquele que me confessar diante dos homens, também o Filho do Homem o confessará diante dos anjos de Deus;”

A. (   ) Jesus, pois Ele mesmo Se identificou assim no Novo Testamento.
B. (   ) O profeta Daniel, que será uma importante testemunha no juízo celestial.

Resposta sugestiva: Alternativa A.

“À medida que o juízo ocorre, uma figura importante entra em cena: o Filho do Homem. Quem é Ele? Primeiramente, o Filho do Homem aparece como uma figura celestial individual. Mas, como o título sugere, Ele também exibe traços humanos. Em outras palavras, Ele é um Ser divino-humano que vem desempenhar uma função ativa no juízo. Em segundo lugar, o Filho do homem vindo com as nuvens do Céu é uma imagem comum da segunda vinda de Cristo no Novo Testamento. Contudo, em Daniel 7:13 especificamente, o Filho do Homem não é descrito como vindo do Céu à Terra, mas como se estivesse Se movendo horizontalmente de um lugar a outro no Céu, a fim de aparecer diante do Ancião de Dias. Em terceiro lugar, a representação do Filho do Homem vindo com as nuvens do Céu sugere a manifestação visível do Senhor. Mas essa imagem lembra também o sumo sacerdote que, rodeado por uma nuvem de incenso, entrava no lugar santíssimo no Dia da Expiação para realizar a purificação do santuário.”1

“O Filho do Homem é também uma figura da realeza. Ele recebeu ‘domínio, e glória, e o reino, para que os povos, nações e homens de todas as línguas O servissem’ (Dn 7:14). O verbo ‘servir’ também pode ser traduzido como ‘adorar’. Ele aparece nove vezes nos capítulos 1 a 7 (Dn 3:12,14,17,18,28; Dn 6:16,20; Dn 7:14,27) e transmite a ideia de prestar homenagem a uma divindade. Portanto, como consequência da tentativa de mudar a Lei de Deus, o sistema religioso representado pelo chifre pequeno corrompe a adoração devida ao Senhor. O juízo mostrado nessa passagem significa que a adoração verdadeira finalmente é restaurada. A adoração estabelecida pelo sistema papal, entre outros elementos, coloca um ser humano caído como um mediador entre Deus e a humanidade. O livro de Daniel mostra que o único Mediador capaz de representar a humanidade diante de Deus é o Filho do Homem. Como diz a Bíblia: ‘Porquanto há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, Homem’ (1Tm 2:5).”1

Quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020. Saiba mais, faça um Curso Bíblico. 

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Daniel. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 499, jan. fev. mar. 2020. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

O tribunal se assentou

Lições da Bíblia

“Após a visão dos quatro animais e das atividades do chifre pequeno, o profeta viu uma cena de juízo no Céu (Dn 7:9,10,13,14). Enquanto o tribunal se reunia, foram postos uns tronos, e o Ancião de Dias Se assentou. Como mostra a cena celestial, milhares e milhares de seres celestiais ministravam diante do Ancião de Dias; o tribunal se assentou e os livros foram abertos.”1

“É importante observar que esse juízo ocorre após o período de 1.260 anos da atividade do chifre pequeno (531-1798 d.C.; veja a lição de sexta-feira), mas antes do estabelecimento do reino final de Deus. Na verdade, a seguinte sequência aparece três vezes na visão:”

O período do chifre pequeno (538-1798)

Juízo celestial

Reino eterno de Deus

“4. Leia Daniel 7:13,14,21,22,26,27. De que maneiras o juízo beneficia o povo de Deus?”1

Daniel 7:13, 14, 21, 22, 26, 27 (ARA)2: “13 Eu estava olhando nas minhas visões da noite, e eis que vinha com as nuvens do céu um como o Filho do Homem, e dirigiu-se ao Ancião de Dias, e o fizeram chegar até ele. 14 Foi-lhe dado domínio, e glória, e o reino, para que os povos, nações e homens de todas as línguas o servissem; o seu domínio é domínio eterno, que não passará, e o seu reino jamais será destruído. […] 21 Eu olhava e eis que este chifre fazia guerra contra os santos e prevalecia contra eles, 22 até que veio o Ancião de Dias e fez justiça aos santos do Altíssimo; e veio o tempo em que os santos possuíram o reino. […] 26 Mas, depois, se assentará o tribunal para lhe tirar o domínio, para o destruir e o consumir até ao fim. 27 O reino, e o domínio, e a majestade dos reinos debaixo de todo o céu serão dados ao povo dos santos do Altíssimo; o seu reino será reino eterno, e todos os domínios o servirão e lhe obedecerão.”

“O Antigo Testamento descreve diversos atos de juízo no tabernáculo e no templo, mas o juízo mencionado nesse texto é diferente. Esse juízo cósmico afeta não apenas o chifre pequeno, mas também os santos do Altíssimo, que por fim receberão o reino.”1

“Daniel 7 não descreve o juízo nem apresenta detalhes sobre seu início e fim, mas sugere que ele seria realizado logo após o ataque do chifre pequeno contra Deus e Seu povo. A grande questão nesse texto, então, é enfatizar o início de um julgamento de proporções cósmicas. A partir de Daniel 8 e 9 (veja as lições das próximas semanas), estudaremos sobre o tempo do início do juízo e o fato de que ele está relacionado à purificação do santuário celestial no Dia da Expiação celestial. A lição aqui é que evidentemente teremos um juízo pré-advento no Céu em favor do povo de Deus (Dn 7:22).”1

“Por que uma compreensão do que Jesus realizou por nós na cruz é tão central à nossa segurança no dia do juízo? Que esperança teríamos sem a cruz? (Veja Rm 8:1 [‘Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus.’]).”1

Terça-feira, 18 de fevereiro de 2020. Saiba mais, faça um Curso Bíblico. 

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Daniel. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 499, jan. fev. mar. 2020. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

O chifre pequeno

Lições da Bíblia

“2. Leia Daniel 7:7,8,19-25. Quem é o poder do chifre pequeno, que surge diretamente do quarto animal e continua sendo parte dele? Assinale ‘V’ para verdadeiro ou ‘F’ para falso:”1

Daniel 7:7,8,19-25 (ARA)2: “7 Depois disto, eu continuava olhando nas visões da noite, e eis aqui o quarto animal, terrível, espantoso e sobremodo forte, o qual tinha grandes dentes de ferro; ele devorava, e fazia em pedaços, e pisava aos pés o que sobejava; era diferente de todos os animais que apareceram antes dele e tinha dez chifres. 8 Estando eu a observar os chifres, eis que entre eles subiu outro pequeno, diante do qual três dos primeiros chifres foram arrancados; e eis que neste chifre havia olhos, como os de homem, e uma boca que falava com insolência. […] 19 Então, tive desejo de conhecer a verdade a respeito do quarto animal, que era diferente de todos os outros, muito terrível, cujos dentes eram de ferro, cujas unhas eram de bronze, que devorava, fazia em pedaços e pisava aos pés o que sobejava; 20 e também a respeito dos dez chifres que tinha na cabeça e do outro que subiu, diante do qual caíram três, daquele chifre que tinha olhos e uma boca que falava com insolência e parecia mais robusto do que os seus companheiros. 21 Eu olhava e eis que este chifre fazia guerra contra os santos e prevalecia contra eles, 22 até que veio o Ancião de Dias e fez justiça aos santos do Altíssimo; e veio o tempo em que os santos possuíram o reino. 23 Então, ele disse: O quarto animal será um quarto reino na terra, o qual será diferente de todos os reinos; e devorará toda a terra, e a pisará aos pés, e a fará em pedaços. 24 Os dez chifres correspondem a dez reis que se levantarão daquele mesmo reino; e, depois deles, se levantará outro, o qual será diferente dos primeiros, e abaterá a três reis. 25 Proferirá palavras contra o Altíssimo, magoará os santos do Altíssimo e cuidará em mudar os tempos e a lei; e os santos lhe serão entregues nas mãos, por um tempo, dois tempos e metade de um tempo.”

A. (   ) O papado como instituição.
B. (   ) O islamismo.

Resposta sugestiva: Alternativa A.

“Ontem descobrimos que o animal feroz com dez chifres governando o mundo com extrema crueldade representa Roma pagã. Agora, devemos considerar o chifre pequeno e o poder que ele representa. Conforme retratado na visão, o quarto animal tinha dez chifres, dos quais três foram arrancados para dar lugar a um chifre pequeno. Esse chifre tinha olhos humanos e ‘falava com insolência’ (Dn 7:8). É evidente que o chifre pequeno emerge da entidade representada pelo animal terrível, que é Roma pagã. De certa maneira, o chifre prolonga ou perpetua algumas características de Roma pagã. Ele é apenas um estágio posterior do mesmo poder.”1

“Daniel viu esse outro chifre guerreando contra os santos. O anjo lhe explicou que esse chifre era um rei que realizaria três ações contrárias à Lei: (1) proferiria palavras contra o Altíssimo; (2) destruiria os santos do Altíssimo (Dn 7:25, ARC); (3) cuidaria em mudar os tempos e a Lei. Como consequência, os santos seriam entregues em suas mãos. Em seguida, o anjo apresentou o período previsto para as atividades do chifre pequeno: um tempo, dois tempos e metade de um tempo. Nesse caso de linguagem profética, a palavra ‘tempo’ significa ‘ano’. Sendo assim, a expressão ‘tempos’ significa ‘anos’, uma forma dupla: ‘dois anos’. Portanto, é um período profético de três anos e meio que, de acordo com o princípio do dia/ano, indica um período de 1.260 anos. Durante esse tempo, o chifre pequeno prepararia um ataque contra Deus, perseguiria os santos e tentaria mudar Sua Lei.”1

“3. Leia 2Tessalonicenses 2:1-12. Quais semelhanças existem entre o homem da iniquidade e o chifre pequeno? Sobre qual poder Paulo e Daniel estavam falando? Por quê? Qual é o único poder que surgiu de Roma pagã, mas continua sendo parte de Roma – um poder que se estende desde a época de Roma pagã até o fim do mundo, existindo ainda hoje?”1

2Tessalonicenses 2:1-12 (ARA): “1 Irmãos, no que diz respeito à vinda de nosso Senhor Jesus Cristo e à nossa reunião com ele, nós vos exortamos 2 a que não vos demovais da vossa mente, com facilidade, nem vos perturbeis, quer por espírito, quer por palavra, quer por epístola, como se procedesse de nós, supondo tenha chegado o Dia do Senhor. 3 Ninguém, de nenhum modo, vos engane, porque isto não acontecerá sem que primeiro venha a apostasia e seja revelado o homem da iniquidade, o filho da perdição, 4 o qual se opõe e se levanta contra tudo que se chama Deus ou é objeto de culto, a ponto de assentar-se no santuário de Deus, ostentando-se como se fosse o próprio Deus. 5 Não vos recordais de que, ainda convosco, eu costumava dizer-vos estas coisas? 6 E, agora, sabeis o que o detém, para que ele seja revelado somente em ocasião própria. 7 Com efeito, o mistério da iniquidade já opera e aguarda somente que seja afastado aquele que agora o detém; 8 então, será, de fato, revelado o iníquo, a quem o Senhor Jesus matará com o sopro de sua boca e o destruirá pela manifestação de sua vinda. 9 Ora, o aparecimento do iníquo é segundo a eficácia de Satanás, com todo poder, e sinais, e prodígios da mentira, 10 e com todo engano de injustiça aos que perecem, porque não acolheram o amor da verdade para serem salvos. 11 É por este motivo, pois, que Deus lhes manda a operação do erro, para darem crédito à mentira, 12 a fim de serem julgados todos quantos não deram crédito à verdade; antes, pelo contrário, deleitaram-se com a injustiça.”

Segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020. Saiba mais, faça um Curso Bíblico. 

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Daniel. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 499, jan. fev. mar. 2020. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Os quatro animais

Lições da Bíblia

“1. Leia Daniel 7. Qual é a essência do que foi mostrado a Daniel e qual é o assunto da visão?”1

Daniel 7 (ARA)2: “1 No primeiro ano de Belsazar, rei da Babilônia, teve Daniel um sonho e visões ante seus olhos, quando estava no seu leito; escreveu logo o sonho e relatou a suma de todas as coisas. 2 Falou Daniel e disse: Eu estava olhando, durante a minha visão da noite, e eis que os quatro ventos do céu agitavam o mar Grande. 3 Quatro animais, grandes, diferentes uns dos outros, subiam do mar. 4 O primeiro era como leão e tinha asas de águia; enquanto eu olhava, foram-lhe arrancadas as asas, foi levantado da terra e posto em dois pés, como homem; e lhe foi dada mente de homem. 5 Continuei olhando, e eis aqui o segundo animal, semelhante a um urso, o qual se levantou sobre um dos seus lados; na boca, entre os dentes, trazia três costelas; e lhe diziam: Levanta-te, devora muita carne. 6 Depois disto, continuei olhando, e eis aqui outro, semelhante a um leopardo, e tinha nas costas quatro asas de ave; tinha também este animal quatro cabeças, e foi-lhe dado domínio. 7 Depois disto, eu continuava olhando nas visões da noite, e eis aqui o quarto animal, terrível, espantoso e sobremodo forte, o qual tinha grandes dentes de ferro; ele devorava, e fazia em pedaços, e pisava aos pés o que sobejava; era diferente de todos os animais que apareceram antes dele e tinha dez chifres. 8 Estando eu a observar os chifres, eis que entre eles subiu outro pequeno, diante do qual três dos primeiros chifres foram arrancados; e eis que neste chifre havia olhos, como os de homem, e uma boca que falava com insolência. 9 Continuei olhando, até que foram postos uns tronos, e o Ancião de Dias se assentou; sua veste era branca como a neve, e os cabelos da cabeça, como a pura lã; o seu trono eram chamas de fogo, e suas rodas eram fogo ardente. 10 Um rio de fogo manava e saía de diante dele; milhares de milhares o serviam, e miríades de miríades estavam diante dele; assentou-se o tribunal, e se abriram os livros. 11 Então, estive olhando, por causa da voz das insolentes palavras que o chifre proferia; estive olhando e vi que o animal foi morto, e o seu corpo desfeito e entregue para ser queimado. 12 Quanto aos outros animais, foi-lhes tirado o domínio; todavia, foi-lhes dada prolongação de vida por um prazo e um tempo. 13 Eu estava olhando nas minhas visões da noite, e eis que vinha com as nuvens do céu um como o Filho do Homem, e dirigiu-se ao Ancião de Dias, e o fizeram chegar até ele. 14 Foi-lhe dado domínio, e glória, e o reino, para que os povos, nações e homens de todas as línguas o servissem; o seu domínio é domínio eterno, que não passará, e o seu reino jamais será destruído. 15 Quanto a mim, Daniel, o meu espírito foi alarmado dentro de mim, e as visões da minha cabeça me perturbaram. 16 Cheguei-me a um dos que estavam perto e lhe pedi a verdade acerca de tudo isto. Assim, ele me disse e me fez saber a interpretação das coisas: 17 Estes grandes animais, que são quatro, são quatro reis que se levantarão da terra. 18 Mas os santos do Altíssimo receberão o reino e o possuirão para todo o sempre, de eternidade em eternidade. 19 Então, tive desejo de conhecer a verdade a respeito do quarto animal, que era diferente de todos os outros, muito terrível, cujos dentes eram de ferro, cujas unhas eram de bronze, que devorava, fazia em pedaços e pisava aos pés o que sobejava; 20 e também a respeito dos dez chifres que tinha na cabeça e do outro que subiu, diante do qual caíram três, daquele chifre que tinha olhos e uma boca que falava com insolência e parecia mais robusto do que os seus companheiros. 21 Eu olhava e eis que este chifre fazia guerra contra os santos e prevalecia contra eles, 22 até que veio o Ancião de Dias e fez justiça aos santos do Altíssimo; e veio o tempo em que os santos possuíram o reino. 23 Então, ele disse: O quarto animal será um quarto reino na terra, o qual será diferente de todos os reinos; e devorará toda a terra, e a pisará aos pés, e a fará em pedaços. 24 Os dez chifres correspondem a dez reis que se levantarão daquele mesmo reino; e, depois deles, se levantará outro, o qual será diferente dos primeiros, e abaterá a três reis. 25 Proferirá palavras contra o Altíssimo, magoará os santos do Altíssimo e cuidará em mudar os tempos e a lei; e os santos lhe serão entregues nas mãos, por um tempo, dois tempos e metade de um tempo. 26 Mas, depois, se assentará o tribunal para lhe tirar o domínio, para o destruir e o consumir até ao fim. 27 O reino, e o domínio, e a majestade dos reinos debaixo de todo o céu serão dados ao povo dos santos do Altíssimo; o seu reino será reino eterno, e todos os domínios o servirão e lhe obedecerão. 28 Aqui, terminou o assunto. Quanto a mim, Daniel, os meus pensamentos muito me perturbaram, e o meu rosto se empalideceu; mas guardei estas coisas no coração.”

“Cada animal revelado a Daniel correspondia a uma parte da estátua mostrada a Nabucodonosor; porém, nessa visão, foram dados mais detalhes sobre cada reino. É interessante que as criaturas, simbolizando nações pagãs, eram animais impuros. Além disso, com exceção do quarto animal, Daniel descreveu os animais como se eles se parecessem com algumas criaturas conhecidas. Portanto, não eram símbolos arbitrários, visto que cada um apresentava algumas características ou apontava para algum aspecto do reino que representava.”1

“Leão: Um leão é a representação mais adequada de Babilônia. Leões alados decoravam as paredes do palácio e outras obras de arte babilônicas. O leão descrito na visão teve suas asas arrancadas, foi levantado e posto em dois pés como homem e recebeu um coração humano. Esse processo simboliza a decadência do Império Babilônico sob seus reis posteriores.”1

“Urso: O urso representa o Império Medo-Persa. O fato de ser levantado sobre um lado indica a superioridade dos persas sobre os medos. As três costelas entre os dentes representam as três principais conquistas do Império Medo-Persa: Lídia, Babilônia e Egito.”1

“Leopardo: O leopardo veloz representa o Império Grego estabelecido por Alexandre, o Grande. As quatro asas tornavam esse animal ainda mais veloz, uma representação adequada de Alexandre, que em poucos anos dominou todo o mundo conhecido então.”1

“O animal terrível e espantoso: Enquanto as entidades anteriores apenas se assemelhavam aos animais mencionados, esta era uma entidade em si mesma. Isto é, os primeiros animais foram descritos como “semelhantes” ao leão ou ao urso, mas esse não foi retratado como semelhante a nada. Esse animal com vários chifres também parecia muito mais cruel e voraz do que os anteriores. Assim, ele é uma representação adequada de Roma pagã, que conquistou, governou e pisoteou o mundo com pés de ferro.”1

“Todos esses milhares de anos da História humana vieram e se foram, exatamente como foi predito. Que consolo temos ao saber que Deus governa acima de todo o tumulto, a agitação e, às vezes, o caos total? O que isso nos ensina sobre a confiabilidade das Escrituras?”1

Vá à presença de Deus hoje e peça-Lhe a capacidade de compartilhar Seu amor.

Domingo, 16 de fevereiro de 2020. Saiba mais, faça um Curso Bíblico. 

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Daniel. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 499, jan. fev. mar. 2020. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Do mar tempestuoso às nuvens do Céu

Lições da Bíblia

“O reino, e o domínio, e a majestade dos reinos debaixo de todo o Céu serão dados ao povo dos santos do Altíssimo; o Seu reino será reino eterno, e todos os domínios O servirão e Lhe obedecerão” (Dn 7:27).1

“A visão de Daniel 7, nosso assunto desta semana, é semelhante ao sonho de Daniel 2. Porém, Daniel 7 amplia o que foi revelado em Daniel 2. Primeiramente, a visão ocorreu à noite e retrata o mar agitado pelos quatro ventos. Escuridão e água lembram a criação, mas, nesse episódio, a criação parece estar de alguma forma distorcida ou sob ataque. Em segundo lugar, os animais da visão são impuros e híbridos, o que representa uma violação da ordem criada. Em terceiro lugar, eles são descritos como se estivessem exercendo domínio; portanto, parece que o domínio que Deus havia conferido a Adão no jardim foi usurpado por esses poderes. Em quarto lugar, com a vinda do Filho do Homem, o domínio de Deus é devolvido àqueles a quem ele pertence legitimamente. O que Adão havia perdido no jardim, o Filho do Homem recupera no julgamento celestial.”1

“A descrição acima apresenta um panorama das imagens bíblicas que aparecem no pano de fundo dessa visão altamente simbólica. Felizmente, alguns detalhes essenciais da visão foram explicados pelo anjo, para que pudéssemos compreender os principais desdobramentos dessa incrível profecia.”1

Dez Dias de Oração e Resgate – 10º dia: hoje vamos orar por líderes da igreja que se afastaram de Cristo.

Sábado, 15 de fevereiro de 2020. Saiba mais, faça um Curso Bíblico. 

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Daniel. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 499, jan. fev. mar. 2020. Adulto, Professor. 

Da cova dos leões à cova do anjo – Estudo adicional

Lições da Bíblia

“O livramento de Daniel foi registrado em Hebreus 11. O capítulo que pode ser chamado de ‘Galeria dos Famosos da Fé’ afirma que os profetas, entre outras realizações, ‘fecharam a boca de leões’ (Hb 11:33). Isso é maravilhoso, mas devemos ter em mente que os heróis da fé não são apenas aqueles que escaparam da morte como Daniel, mas também aqueles que sofreram e morreram corajosamente, como Hebreus 11 também observa. Deus chama alguns para testemunhar por meio de sua vida, e outros, por meio de sua morte. Portanto, a narrativa do livramento de Daniel não sugere que essa libertação seja concedida a todos, como aprendemos com a multidão de homens e mulheres que foram mártires por causa de sua fé em Jesus. Contudo, o livramento miraculoso de Daniel mostra que Deus governa e, por fim, livrará todos os Seus filhos do poder do pecado e da morte. Isso fica claro nos próximos capítulos de Daniel.”1

Perguntas para discussão

“1. O francês Jean Paul Sartre escreveu: ‘A melhor maneira de conceber o projeto fundamental da realidade humana é dizer que o homem é o ser cujo projeto é ser Deus’ (Jean Paul Sartre, Being and Nothingness: A Phenomenological Essay on Ontolgy [O Ser e o Nada: Um Ensaio Fenomenológico sobre Ontologia]. Washington Square Press, 1956, p. 724). Como isso nos ajuda a entender, pelo menos em certo nível, por que o rei caiu na armadilha? Por que devemos, em qualquer condição na vida, evitar essa inclinação perigosa, por mais sutil que ela seja? De que maneira podemos desejar ser ‘como Deus’?”1

“2. Que testemunho apresentamos aos outros em relação à nossa fidelidade a Deus e à Sua Lei? As pessoas que nos conhecem pensam que defenderíamos nossa fé, mesmo que isso nos custasse o emprego ou até mesmo a vida?”1

“3. Quais qualidades fizeram de Daniel alguém que Deus pôde usar efetivamente para Seus propósitos? Com a ajuda do Senhor, como você pode desenvolver mais das mesmas características?”1

“4. Daniel estaria justificado se decidisse, à luz do decreto, mudar a maneira de orar? Ou isso teria sido uma transigência perigosa? Por quê?”1

Sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020. Saiba mais, faça um Curso Bíblico. 

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Daniel. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 499, jan. fev. mar. 2020. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.